5 de junho de 2026

STF pede reserva de 7 mil doses de vacina Covid-19 à Fiocruz, que nega

O Supremo Tribunal Federal (STF) enviou um ofício à Fiocruz perguntando se a instituição poderia "reservar" 7 mil doses da vacina AstraZeneca
Foto: Arquivo ABr

Jornal GGN – O Supremo Tribunal Federal (STF) enviou um ofício à Fiocruz perguntando se a instituição poderia “reservar” 7 mil doses da vacina AstraZeneca aos servidores da Corte e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Em resposta, a entidade negou o pedido.

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O pedido de garantir antecipadamente a quantidade de doses solicitadas foi feito em documento enviado à Fiocruz e divulgado pela Folha de S.Paulo. “A produção dessas vacinas será integralmente destinada ao Ministério da Saúde, não cabendo à Fundação atender a qualquer demanda específica por vacinas”, respondeu a Fiocruz.

Segundo o jornal, o STF disse ser “uma forma de contribuir com o país nesse momento tão crítico da nossa história, pois ajudará a acelerar o processo de imunização da população e permitirá a destinação de equipamentos públicos de saúde para outras pessoas”.

“Considerando se tratar de um produto novo e ainda não autorizado pela Anvisa, gostaria de verificar a possibilidade de reserva de doses da vacina contra o novo coronavírus para atender a demanda de 7.000 (sete mil) pessoas”, traz trecho do ofício.

O movimento não é isolado. Além do STF, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) também está se mobilizando para garantir as vacinações aos servidores. Segundo a revista Veja, o documento enviado pelo STJ à Fiocruz é similar.

Em resposta à Folha, o STJ disse que “a intenção de compra de vacinas vem sendo manifestada por diversos órgãos públicos que realizam campanhas de imunização entre seus funcionários, como o STF, que encaminhou ofício semelhante à Fiocruz.”

Ao jornal, a assessoria do STF informou que a escolha da AstraZeneca não foi martelada e que a compra da vacina dependerá do custo. “Também existem outras opções de fornecimento, e a decisão final considerará o custo total, que pode ser inclusive inexistente, como já ocorreu no caso de campanhas de vacinação anteriores.”

Em resposta ao STF, a Fiocruz afirmou, em nota, que a produção está destinada “integralmente” ao Programa Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde.

 

 

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6 Comentários
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  1. Edivaldo Dias de Oliveira

    23 de dezembro de 2020 12:05 pm

    Tá certo, visse?
    MP, STJ, STF, Câmara e Senado primeiro. Depois o pessoal do Poder Executivo, menos Bolsonaro que não quer.
    Tô espantado é que até agora as Forças Armadas não solicitaram a sua cota, mas acho que os métodos
    dela são diferente. Tão esperando a vacina ficar pronta para meterem os tanques para dentro e retirar a sua cota.
    O Nassif, com a intimidade que tem junto ao judiciário, podia conversar com o Gilmar e conseguir um cadinhos para os frequentadores do blog kkkk

  2. Samuel Marcos Dourado

    23 de dezembro de 2020 12:27 pm

    Os Deuses dos oráculos das excelsas e imaculadas cortes pretorianas, precisam furar a fila, para dar o exemplo à ralé!

  3. IA2

    23 de dezembro de 2020 1:02 pm

    Canalhas

  4. Não é o Kelsen

    23 de dezembro de 2020 4:19 pm

    Encontramos alguém para julgar o STF, a FioCruz (pelo menos, neste caso).

  5. Carlos Elisioc

    23 de dezembro de 2020 5:00 pm

    Po STF, fala com pazu e pega cloroquina com insumo da india superfaturado.
    https://www.jb.com.br/pais/2020/12/1027240-em-oficio-exercito-defendeu-sobrepreco-de-167–em-insumos-da-cloroquina-por-necessidade-de-produzir-esperanca.html
    Vou ficar na torcida..

  6. Edson J

    23 de dezembro de 2020 5:31 pm

    Perderam a vergonha. Tinham?

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