21 de maio de 2026

Policia Federal define esquema de segurança para COP 30

Cerca de 1,2 mil servidores foram recrutados para trabalhar na proteção das delegações e garantir exercício da liberdade de expressão
Fachada do Prédio da Polícia Federal em Brasília. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

A Polícia Federal já colocou em andamento o plano de ação estruturado para garantir a segurança das delegações que estarão na 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 30), que ocorrerá entre 10 e 21 de novembro, em Belém (PA)

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O planejamento operacional da PF busca proteger delegações internacionais e, ao mesmo tempo, permitir o exercício da liberdade de expressão em um contexto de alta visibilidade internacional.

Segundo a PF, existem três eixos que tornam a COP 30 diferente de outros eventos:

  1. Diplomacia e Recorde de Delegações
    Na visão da PF, a natureza da agenda climática “exige um esquema de segurança adaptado a complexas dinâmicas geopolíticas”.

A expectativa é que a COP 30 receba um número recorde de delegações, o que vai exigir atenção seja na segurança das autoridades como na articulação com representantes internacionais.

  • Liberdade de manifestação

A edição brasileira da COP 30 vai acontecer após edições realizadas em países onde a liberdade civil apresenta restrições, o que vai exigir trabalho para proteger os participantes e a determinação de perímetros que garantam a “convivência harmônica” dos segmentos sociais sem comprometer o funcionamento da cidade.

  • Logística Reforçada
    As ações logísticas vão desde o reforço na atividade de imigração e fiscalização de portos até a segurança aeroportuária, incluindo a atuação na Base Aérea de Belém, por onde chegarão as autoridades.

O esquema de segurança também inclui o emprego de equipes dedicadas no aeroporto e no Porto de Outeiro (que receberá dois navios de cruzeiro), com atividades diárias, além de capacidades investigativas para prevenção de crimes cibernéticos e de terrorismo.

“A estrutura envolve, ainda, varreduras e contramedidas antibombas, garantindo que o diferencial de Belém — ser uma cidade amazônica e um centro de livre debate — seja protegido e valorizador”, ressalta a PF. Ao todo, cerca de 1,2 mil profissionais, entre policiais e administrativos, foram recrutados.

Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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