Jornal GGN – Segundo informações da coluna de Lauro Jardim, no O Globo, a Polícia Civil tem novos elementos nas investigações sobre a questão da portaria do condomínio de Jair Bolsonaro e Carlos Bolsonaro.
Carlos apresentou em redes sociais o vídeo de ‘alguém’ conversando com um PM reformado. Segundo o colunista, a polícia sabe que o porteiro que prestou depoimento e anotou no livro a ida de Élcio Queiroz ao número 58, casa de Bolsonaro, não é o mesmo que fala com o PM reformado. O porteiro seria outro.
De acordo com a polícia, o porteiro que prestou dois depoimentos em outubro e que obteve o ok de ‘seu Jair’ para entrada de Élcio no condomínio, ainda está de férias.
HILDA TELLES CORREA
4 de novembro de 2019 6:13 pmO PORTEIRO DEVE ESTAR ESCONDIDO POIS AQUELE CONDOMÍNIO PARECE CONDOMÍNIO DE MILICIANO (ANTIGO GRUPO DE EXTERMÍNIO)
Alexandre Fontenele
4 de novembro de 2019 6:15 pmNão precisa ser nenhum Sherlock Holmes para chegar em uma conclusão. Um dos Bolsonaros vai aos arquivos de áudio, olha na lista de entrada quando Lessa recebeu o Élcio em outro dia. Pega o arquivo renomeia e altera a data e horário e apaga o original. Simples assim. Só não foi inteligente para perceber que era outro porteiro. Mas não vamos querer inteligência deles.
Eduardo
4 de novembro de 2019 6:43 pmSe isso for confirmado como é que ficam Sérgio Moro e as procuradoras que disseram que o porteiro mentiu ? Ops, já sei, ninguém precisa responder, já sei como é que fica, pedirão desculpas. Jurisprudência criada com os casos Onyx Lorenzoni e Eduardo Bolsonaro.
peregrino
4 de novembro de 2019 6:53 pmEssa nem a providência divina vai resolver…
é assim que prezam a justiça, armando contra ela
Carlos Elisio
4 de novembro de 2019 7:12 pmNao seria prudente incluir este porteiro no serviço de proteção à testemunha?
O cidadão está sendo massacrado psicologicamente.
João Luiz Leite Praça
4 de novembro de 2019 7:23 pmÉ preciso ressaltar que o Nassif, há muito tempo, já registrou que a comunicação no condomínio era feita por telefone e não interfone
Bo Sahl
4 de novembro de 2019 7:30 pmDentre tantas questões levantadas no post “mutirão”, ainda não se pode afirmar que mesmo Bolsonaro estando em Brasília, ele não pudesse atender à portaria.
Isto só pode ser concluído depois de se investigar se o equipamento de portaria existente pode ser programado para ligar (direto ou via transferência) para um telefone qualquer, com DDD e DDI em qualquer lugar do planeta.
Não se pode deixar de investigar onde estava exatamente o então deputado em torno do horário de entrada no condomínio (ex. entre 17:e 17:30h).
Uma vez isso investigado e esclarecido, ainda resta investigar (caso ainda viável, depois de mais de ano) se alguém outro pode ter atendido na casa de Bolsonaro , pois a perícia Tabajara urgente urgentíssima do MP “abolsonarado” não comprova p#rr@ alguma.
Até lá, uma das possibilidades é:
1) Em janeiro de 2019, Ronnie Lessa (o vizinho) toma conhecimento por sua mulher de que há um registro de portaria comprometedor.
2) A partir desta data, os bolsonaros passam a ter conhecimento da “bandeira”.
3) Ainda a partir de janeiro, eles pegam odispositivo de registro de áudio e o alteram e/ou fazem cópiados mesmos, eliminando as 2 mensagens comprometedoras e inserindo uma mensagem entre a portaria e a casa 65, que pode ter sido feita EM QUALQUER OUTRA DATA, anterior ou posterior.
4) O envolvimento da casa 58, seja por atendimento do seu Jair ou de outra pessoa em sua casa assim desaparece pela eliminação dos áudios.
5) Com experiência adquirida há mais de 3 décadas em conspiração de terrorismo e mutretqas miliciano-parlamentares, seu Jair fica confortavelmente plantado com a “contra-prova no bolso”. Não pode falar nada pra não dar bandeira, mas fica no aguardo de um Ali-Kamel da vida.
6) Quando chega o Kamel, ele saca a cópia (fajuta) do bolso e “impressiona” o MPE abolsonarado que, mais que rapidamente, convoca uma entrevista coletiva para exibir uma prova técnica (de m#rd@). Aí, para o presidente adolinquente, é só comemorar a armadilha guardada!
7) O curioso é que alegando estar o processo em sigilo, como o MPE convoca uma coletiva sobre “provas”?
Enfim, são suspeitas possíveis que podem e devem ser investigadas (dentre outras mais).
Até lá, o então deputado pode perfeitamente continuar suspeito. Há indícios nada desmontados.
Até porque suas ligações milicianas são mais do que públicas e notórias.
São indecentes!
Anônimo
4 de novembro de 2019 7:47 pmCaso Marielle: porteiro que aparece em áudio de Carlos Bolsonaro não é o mesmo que recebeu ‘ok’ do ‘seu Jair’
Yahoo Notícias
Yahoo Notícias4 de novembro de 2019
Suposto envolvimento de Jair Bolsonaro no caso Marille segue repercutindo – Foto: REUTERS/Adriano Machado
Suposto envolvimento de Jair Bolsonaro no caso Marille segue repercutindo – Foto: REUTERS/Adriano Machado
Apesar de já ter sido descartado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, o suposto envolvimento de Jair Bolsonaro no caso Marielle parece ter ganhado outro episódio. De acordo com o colunista Lauro Jardim, em seu blog no Globo, a Polícia Civil constatou que há registros de dois porteiros diferentes.
Segundo o jornalista, a Polícia já sabe que o porteiro que prestou depoimento e anotou o número 58 (casa pertencente ao presidente da República) não é o meso que fala com o ex-PM Ronnie Lessa (proprietário da casa 65) no áudio que foi periciado em duas horas pelo Ministério Público e divulgado por Carlos Bolsonaro, como prova de que o seu pai nada teria a ver com as mortes de Marielle Franco e Anderson Gomes.
O porteiro que prestou os dois depoimentos em outubro, o que disse ter recebido autorização do “seu Jair” quando Élcio Queiroz solicitou entrar no condomínio, ainda está de férias.
Élcio de Queiroz é acusado de ser o motorista do carro usado no crime, já Ronnie Lessa é suspeito de ser o autor dos disparos.
peregrino
4 de novembro de 2019 11:41 pmComo não sou nem de lá nem de cá…
está ficando cada vez mais difícil deixar de ouvir aquele braço de luz saindo da escuridão:
“mandarás matar o teu próximo como a ti mesmo”
fácil é supor que quem manda costuma se afastar da vítima
Rui Ribeiro
5 de novembro de 2019 7:20 amPorque o Porteiro não anotou o número da casa do Bob Dylan?
Ora, porque o Bob Dylan não tem relações íntimas com Milicianos nem mora no Rio.