22 de junho de 2026

Delação trava porque Odebrecht não aceita três imposições da Lava Jato, diz jornal

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Jornal GGN – A delação de Marcelo Odebrecht não caminha desde maio passado porque o presidente da empreiteira se recusa a aceitar as imposições da força-tarefa da Lava Jato, diz reportagem do Estadão publicada nesta segunda (17). De acordo com o texto, são três os empecilhos à conclusão do acordo de cooperação.

O primeiro ponto é que Odebrecht não concorda em estender seu tempo de prisão. Ele reclama que outros delatores já foram soltos, mas a Lava Jato insiste em selecionar o maior empreiteiro do País como exemplo de responsabilização, e exigem uma temporada maior na prisão, de pelo menos dois anos e meio em regime fechado. A defesa pede dois anos e meio descontando o um ano e quatro meses já cumpridos.

“Condenado em um primeiro processo julgado por Moro – com alvos sem foro privilegiado – a 19 anos de cadeia, Odebrecht ainda é investigado em outros processos do escândalo Petrobrás, que fará sua pena ultrapassar os 50 anos de condenação, se somadas”, lembrou o Estadão.

O segundo ponto delicado na negociação diz respeito à responsabilidade de Marcelo na organização do chamado “departamento de propina” da Odebrecht. Para os procuradores, ela o presidente da companhia quem  dava ordens diretas sobre os pagamentos efetuados com recursos desse setor. Mas Marcelo diz que “o departamento funcionava mesmo sem a intervenção do presidente do grupo”.

Para provar sua visão é que a Odebrecht oferece mais de 50 executivos dispostos a dizer como funcionavam os esquemas dentro da empreiteira. Mas, de acordo com o Estadão, “a força-tarefa não aceita essa tese” e insiste que Marcelo admita que era o maestro, nesse caso.

O terceiro entrave, de acordo com a reportagem, é que os procuradores também querem que Marcelo admite outra acusação que ele vem negando: a de que existe uma tentativa de obstruir a Lava Jato com “a suposta compra informações de conversas de delegados da Lava Jato em redes sociais e dossiês – que tiveram ainda o juiz Sérgio Moro como alvo.”

Na semana passada, a Folha publicou que de Marcelo foi exigida, ainda, uma delação que incrimine os ex-ministro Antonio Palocci e Guido Mantega, presos na Operação Arquivo X e Omertà, respectivamente.

A Folha também publicou que a delação de outro ex-executivo da Odebrecht, Alexandrino Alencar, está travada porque ele não quer, contrariando os procuradores, afirmar as palestras de Lula eram fictícias e que o ex-presidente recebia vantagens indevidas por favorecer a empreiteira em negócios no exterior.

Cintia Alves

Cintia Alves é jornalista especializada em Gestão de Mídias Digitais e editora do GGN.

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34 Comentários
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  1. Victor Suarez

    17 de outubro de 2016 7:20 pm

    Resumindo: a Farsa Jato quer

    Resumindo: a Farsa Jato quer impor sua versão dos fatos em nome de Deus, da Maçonaria, das Igrejas e Templos de cada um dos que compõem essa tal de força tarefa demolidora de empresas nacionais e PT e cega para todo o resto. Em breve, muito breve espero ver a situação invertida.

  2. Leonardo Araújo

    17 de outubro de 2016 7:42 pm

    Era assim que funcionava na

    Era assim que funcionava na ditadura, após algumas “rodadas” de conversa o preso confessava “as verdades” que os interrogadores (torturadores) queriam ouvir. A ameaça de algumas dezenas de anos na cadeia pode quebrar a resistência e fazer com o acusado confesse, por exemplo, a sua participação no atentado em Paris ou no complô para matar John Kennedy.

  3. emerson57

    17 de outubro de 2016 8:15 pm

    Falta pouco

    Falta pouco para o maior empreiteiro do pais e que tem (tinha) várias obras no exterior, uma empresa que empregava quando foi preso 181 mil pessoas e que “pagava pau” como todos os empreiteiros de obras públicas desde Pedro Alvares Cabral, ver as suas unhas serem arrancadas uma a uma pelo tribunal da inquisição.

    Aphinal, tempos de golpe exigem medidas ilegais.

  4. JB Costa

    17 de outubro de 2016 8:47 pm

    Aí vem o PGR Janot com a

    Aí vem o PGR Janot com a maior cara-de-pau de mundo querer defender o indefensável que é o uso distorcido e arbitrário desse instituto.

    Basta ter bom senso para inferir que há limites para os dois lados nesse processo e que imposições de qualquer espécie o descaracterizam. O que se percebe é um claro jogo de chantagens para forçar o delator a ir além das suas possibilidades, até mesmo mentir. 

  5. peregrino

    17 de outubro de 2016 8:51 pm

    era só o que faltava…

    Odebrecht ser obrigada a ocupar os espaços vazios da estante de delações lava jato

    a meu ver, prova que tudo acontece sob tortura psicológica mesmo

  6. Somebody

    17 de outubro de 2016 8:52 pm

    Os procuradores da lava-jato

    Os procuradores da lava-jato estão sendo criminosos em plena luz do dia ao exigirem que se incrimine este ou aquele sujeito. Em um país sério isso deveria ser motivo de afastamento e prisão imediata dos procuradores.

  7. peregrino

    17 de outubro de 2016 9:10 pm

    bem por aí mesmo, JB…

    delações forçadas indicam enredos já preparados

    muito parecido com escola de samba, com o que fazem nas escolas de samba, onde as fantasias e adereços é que se adaptam

  8. Ugo

    17 de outubro de 2016 9:20 pm

    a ONU vai pensar que……

    Os beatos e Savonarolas da farsa jato sem medo do ridículo e das péssimas repercussões mundo afora insistem nas convicções.

    Depois do afro descendente Joaquim domínio do fato, do chefe dos capangas gilmar dantas mendes do psdb no stf, savonarola moro seja original, tente nas confissões o pau de arara e o choque elétrico, pode ser um bom método se não encontrar uma Dilma.

  9. anarquista sério

    17 de outubro de 2016 9:32 pm

    Essa notícia está rodando

    Essa notícia está rodando desde a madrugada.

    O Mauricinho está batendo o pé como se estivesse falando com o papai.

    Quer por quer passar o natal e o ano novo em casa.

    Se assim fosse, Todos os prisioneiros teriam a mesma regalia e os presídios ficariam sem presos.

      Pode, Arnaldo ?

    O Mauricinho acha que pode só pra ele.

    Ainda não caiu a ficha do cara.

    1. Ugo

      17 de outubro de 2016 11:20 pm

      troll demente

      Testa da cazzo.

  10. J.marcelo

    17 de outubro de 2016 9:44 pm

    Odebrecht já fez um estrago
    Odebrecht já fez um estrago com a menção dos 23milhões a Serra
    e q foi abafado pela mídia,ELE É A CHAVE P A QUEDA DOS TUCANOS,PF,MPF SELETISTAS, não vão poder calar ele pois
    têm caráter,pode até demorar mas vai denunciar um dia td isso
    q está passando e o CHICOTE VAI ESTALAR!!!

  11. Frederico69

    17 de outubro de 2016 10:13 pm

    só vale denunciar petista! não vou voltar a repertir!

    assina aí, ou mofe na cadeia!

     

    delação super espontanea!

    1. anarquista sério

      17 de outubro de 2016 10:27 pm

      Concordo com vc e espero que

      Concordo com vc e espero que outros serão denunciados( está pipocando o PSDB , inclusive)

      Mas a pergunta que não quer calar: Vc pode até se aborrecer que é apenas contra o PT ( isso está mudando) , porém há algum petista preso injustamente que não seja ladrão ?

      Pois é…..

      1. Padilha Novo

        18 de outubro de 2016 1:44 am

        Tá mudando, é? Vixe! Tá

        Tá mudando, é? Vixe! Tá mudando. Só porque autorizaram continuar a investigação  contra o Aécio? E as gavetas depois de tudo investigado e comprovado? Onde dorme o mensalão mineiro? Tá mudando….

    2. ze sergio

      17 de outubro de 2016 11:06 pm

      só vale….

      É mais assustador do qie a gente acreditava. Não me importa paíxões politicas. O que está por tras deste Circo de Horrores todo? É pior que Guantanamo. Não é justiça. É tortura. Você prende uma pessoa e começa a chantagea-la pela delação que lhe interessa. Quando acreditamos que o Brasil chegou ao fundo do poço, descobrimos que ele sempre pode piorar. Desta prática medieval sairemos piores, seja qual for a informação obtida. Não produzirá justiça, produzirá escandâlo. 

  12. Ademilton Pires de Jesus

    17 de outubro de 2016 10:40 pm

    Delação de Marcelo
    Só vale a delação se Marcelo acusar o PT é de preferência o Lula ,a Farsa Jato só engana quem quer ser enganado.

    1. Vitor Sorenzi

      18 de outubro de 2016 12:17 am

      Ou seja… milhoes de

      Ou seja… milhoes de brasileiros tapados..

       

      1. Under_Siege

        18 de outubro de 2016 12:26 pm

        enganados pela Farsa-a-Jato

        DEZENAS de Milhoes de brasileiros…

         

        mas com nossa grande midia, queriam o que? 

         

        Que a internet fizesse magica?

  13. Renato Lazzari

    17 de outubro de 2016 10:48 pm

    Tchau, querido!

    Rogério Cerqueira Leite acertou na cabeça. De que vale tentar chamar a atenção de Moro para o fato de que ele está julgando absolutamente fora do chamado “direito técnico”? O próprio juiz reconhece que sim, que julga de forma “excepcional”. De que adianta acusar Moro de parcialidade? Ele próprio admite a seletividade, chega a lamentar pelo Banestado. E dizer que Moro “joga para a torcida”, que produz, em lugar de Justiça, shows midiáticos? Quantas vezes ele já disse que a imprensa do Instituto Millenium e a Folha tem sido parceiras fundamentais para “acabar com a corrupção”? Mas… êpa” “acabar com a corrupção”?! Não é que o físico apontou exemplo de quem queria “acabar com a corrupção”? E da mesma Itália em que Moro diz se basear! Acabar com a corrupção é perigoso, hein?…

    Moro já vinha dando sinais de fraqueza há algum tempo: um hora não sabia o endereço de Claudia Cruz, depois soltou Mantega num gesto prá lá de midiático (o juiz compreensivo) e nada do Direito, sem falar no aparato de show da tentativa de condução coercitiva de Lula à cadeia do Paraná… É uma bobagem atrás da outra.

    E agora ninguém menos do que o OESP e a Folha, numa matéria da qual se pode perfeitamente depreender o que afirma este GGN, “deixa escapulir” que as delações são artificiais. O OESP, hein?

    É… afinal de contas parece que Moro era apenas marionete nas mãos das pessoas que tomaram o governo de assalto, que agora encarregam-se de agradecer e dispensar o juiz e, finalmente, “estancar a sangria”…

    – “Mas juro que só vou prender o Lula! Até o Cunha já mandei para outro lugar! Quer dizer que eu não posso mais…?”

    – “Ok, ok, Sérgio. Deixa esse negócio de política prá gente, tá? Estamos falando, como sempre, para seu bem, viu? E não se esqueça: antes de sair passa no caixa, Serginho, acho que tem um mimo prá você lá. Nas próximas contamos com você! Aliás contamos daqui por diante, prá sempre, não se esqueça disso. Agora pode ir.”

    E segue o golpe…

  14. Assis Ribeiro

    17 de outubro de 2016 10:58 pm

    O nome disso sempre
    O nome disso sempre foi…..

    chantagem.

    1. James Grejssler

      18 de outubro de 2016 1:13 am

      jaja

      Vaza á Jato já desmoralizada por minitros do STF. Pantomima midiática  de mão única.Tendenciosa  Inquisitória. Eivada de ilegalidades. Por muito menos a Satiagraha foi anulada.  “Quo usque tandem, moro,abutere patientia nostra” ? ? ?

  15. Heloi Caldas

    17 de outubro de 2016 11:00 pm

    Igual à polícia

    Igualzinho à imagem que faço de algumas Delegacias de Polícia, onde os acusados confessam…

  16. Messias Franca de Macedo

    17 de outubro de 2016 11:18 pm

     
    … Concurseirozinhos de

     

    … Concurseirozinhos de merda da ‘PORCA-tarefa’ da Operação nazifascista &$ midiático-golpista ‘Lava [DEMoTucano/PSDBosta a] Jato’:

    estes ‘molleques’ irresponsáveis, covardes torturadores seletivos, depravados, aloprados e alienados querem combater corrupção porra nenhuma!

  17. Mariano S Silva

    17 de outubro de 2016 11:41 pm

    Eu, D. GIROLAMO SAVONAROLA,

    Eu, D. GIROLAMO SAVONAROLA, donatário da Capitania Hereditária de Terras do Paraná, investido neste cargo por ato D’EL REY D. GILMAU I , o prolíxo, decreto:

    Seja confinado na  Torre do Paço da Benfeitoria de Cu(ritiba), o cidadão Luis Inácio Lula da Silva, pelo prazo não inferior a cinquenta anos, findo o qual, seguirá em degredo permanente à Colônia do Reino situada no inferno.

    Sentencio seus advogados à pena de confinamento por dez anos, findo o qual serão, devidamente, caluniados pelos orgãos de imprensa servidores do REINO.

    Todos aqueles que se aproximarem do RÉU e seus advogados, a fim de prestar ajuda, serão levados à Praça do Paço Imperial, onde se lhes aplicarão a pena de TRINTA CHIBATADAS.

     

    Em verdade, dou fé,

    D. GIROLAMO SAVONAROLA

  18. laura salles

    17 de outubro de 2016 11:46 pm

    Essa Lava Jato é ridicula

    Essa Lava Jato é ridicula, quer FORÇAR AS PESSOAS A FALAREM O QUE ELES QUEREM.E inventam. Isso é CRIME(deles, do MORO).

  19. Roxane

    18 de outubro de 2016 1:39 am

    Só ET não sabe  como é que

    Só ET não sabe  como é que funciona confissão e agora delação premiada. Aliás , a “puliça’ e aí incluídos alguns procuradores,  acho que se inspiram nas séries e filmes policiais made in USA. É só assistir para saber como são feitos os interrogatórios e obtidas as confissões.

  20. Luciano Lira

    18 de outubro de 2016 1:48 am

    Já é notório que a lava jato

    Já é notório que a lava jato tem ódio ao presidente Lula e ao PT. Do presidente Lula eles nunca conseguirão provar nada, pode inventar convicção fantasma que a história vai relatar a verdade. O tempo mostra tudo. Agora, cabe ao STF defender a constituição, a justiça e não ceder as pressões da mídia e colocar a lava jato nos trilhos. Não devemos ser contra a lava jato e sim contra as atitudes sem sentido desses procuradores e juiz com relação a tantos vazamentos para essa mídia sórdida e os abusos cometidos.

  21. Maria Silva

    18 de outubro de 2016 2:04 am

    Mas que porra é isso?

    Existe isso?? Isso é Justiça ou um filme de terror do Guilermo Del Toro?? O Savanarola de Curitiba escreve o roteiro, e tudo tem que ser de acordo com o roteiro que ele escreveu. O que a defesa de Marcelo Odebrecht esta esperando para denunciar esse “balcão de negocios” sujos????? 

  22. Alberto mor

    18 de outubro de 2016 2:21 am

    Desvendando Moro
    ROGÉRIO CEZAR DE CERQUEIRA LEITEDesvendando MoroFolha de SP – 11/10/2016   O húngaro George Pólya, um matemático sensato, o que é uma raridade, nos sugere ataques alternativos quando um problema parece ser insolúvel. Um deles consiste em buscar exemplos semelhantes paralelos de problemas já resolvidos e usar suas soluções como primeira aproximação. Pois bem, a história tem muitos exemplos de justiceiros messiânicos como o juiz Sergio Moro e seus sequazes da Promotoria Pública. Dentre os exemplos se destaca o dominicano Girolamo Savonarola, representante tardio do puritanismo medieval. É notável o fato de que Savonarola e Leonardo da Vinci tenham nascido no mesmo ano. Morria a Idade Média estrebuchando e nascia fulgurante o Renascimento. Educado por seu avô, empedernido moralista, o jovem Savonarola agiganta-se contra a corrupção da aristocracia e da igreja. Para ele ter existido era absolutamente necessário o campo fértil da corrupção que permeou o início do Renascimento. Imaginem só como Moro seria terrivelmente infeliz se não existisse corrupção para ser combatida. Todavia existe uma diferença essencial, apesar das muitas conformidades, entre o fanático dominicano e o juiz do Paraná -não há indícios de parcialidade nos registros históricos da exuberante vida de Savonarola, como aliás aponta o jovem Maquiavel, o mais fecundo pensador do Renascimento italiano. É preciso, portanto, adicionar um outro componente à constituição da personalidade de Moro -o sentimento aristocrático, isto é, a sensação, inconsciente por vezes, de que se é superior ao resto da humanidade e de que lhe é destinado um lugar de dominância sobre os demais, o que poderíamos chamar de “síndrome do escolhido”. Essa convicção tem como consequência inexorável o postulado de que o plebeu que chega a status sociais elevados é um usurpador. Lula é um usurpador e, portanto, precisa ser caçado. O PT no poder está usurpando o legítimo poder da aristocracia, ou melhor, do PSDB. A corrupção é quase que apenas um pretexto. Moro não percebe, em seu esquema fanático, que a sua justiça não é muito mais que intolerância moralista. E que por isso mesmo não tem como sobreviver, pois seus apoiadores do DEM e do PSDB não o tolerarão após a neutralização da ameaça que representa o PT. Savonarola, após ter abalado o poder dos Médici em Florença, é atraído ardilosamente a Roma pelo papa Alexandre 6º, o Borgia, corrupto e libertino, que se beneficiara com o enfraquecimento da ameaçadora Florença. Em Roma, Savonarola foi queimado. Cuidado Moro, o destino dos moralistas fanáticos é a fogueira. Só vai vosmecê sobreviver enquanto Lula e o PT estiverem vivos e atuantes. Ou seja, enquanto você e seus promotores forem úteis para a elite política brasileira, seja ela legitimamente aristocrática ou não. ROGÉRIO CEZAR DE CERQUEIRA LEITE, físico, é professor emérito da Unicamp e membro do Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia e do Conselho Editorial da Folha http://acervo.folha.uol.com.br/fsp/2016/10/11/2/

    1. Clovis 50

      18 de outubro de 2016 11:58 am

      Prezado Alberto, seu texto em

      Prezado Alberto, seu texto em que pese esteja bacana de ler (o que fiz), está dizendo que Savonarola foi atraído a Roma e lá acabou na fogueira. Mas lá em Firenze, se diz que ele foi queimado, juntamente com outros dois padres, bem em frente ao Palacio Vecchio, na Piazza della Singnoria.

      Mas é menos importante a sua informação do que o mérito da ideia. Ou seja: o escolhido a messias de Curitiba deve ter um fim parecido com o Juquinha de Brasília.

  23. nilo filho

    18 de outubro de 2016 9:22 am

    “O JUDEU ETERNO”-MORO E

    “O JUDEU ETERNO”-MORO E LULA

    O filme documentário (1940) de propaganda (nazista) contra os judeus afirmava que 82% do judeus (do mundo todo) pertenciam à “organizações criminosas” (17:46) e que os judeus viviam em grupos destrutivos como os ratos (16:17). O filme propaganda tem uma duração de  1:05:25.

    O Direito Penal Alemão, à época, foi levado ao Direito Penal do Autor e em sua vertente do Direito Penal do Inimigo: pouco importa a ação criminosa, o que o agente fez, o que importa é a pessoa do agente, o ser (inferior) que é, quem ele é, a que grupo (seletivamente estigmatizadot) pertence…

    Moro tem que o PT e seus aliados constituiram uma “organização criminosa” e que seu chefe é o Lula.

    Moro aplica o Direito Penal do Autor, na sua vertente do Direito Penal do Inimigo. Não há prova robusta e direta da existência da organização criminosa, dos atos constitutivos dessa organização criminosa e, até mesmo, da real culpabilidade penal dos supostos membros da organização criminosa imaginada e sempre afirmada por ele nas sentença.

    Esse movimento iniciado no julgamento da Ação Penal 470 teve na figura de Barbosa (com “vistas grossas, benoplácito, desconhecimento ou má-fé de seus colegas pares) o seu arauto e ganhou força na chamada República de Curitiba.

    Por fim, três verdades jurídicas.  Três lembretes. (1) O Direito Penal limita a violência do Estado; (2) Juiz não combate o crime, julga; e (3) o Juiz é imparcial em relação às partes (máxime o Juiz Criminal sempre e sempre, absoluta e completamente, imparcial em relação à acusação).

    Notas:

    1. Filme-documentário. Legendas:

    – (16:17- 17:37) “Paralelo a esta peregrinação judia pelo mundo, temos a imigração de um incansável animal: o rato. Os ratos têm sido parasitas da humanidade desde o nosso surgimento (…) onde quer que os ratos apareçam, levam destruição à terra, destruindo mercadorias e alimentos, espalhando pragas e doenças, cólera, disenteria, lepra e febre tifoide (…) eles são espertos, covardes e cruéis (…) representam os elementos de dissimulação e destruição subterrânea entre os animais, da mesma maneira que os judeus fazem na humanidade”…

    – (17:47-18:07) em 1932 os judeus representavam “82% das organizações criminosas internacionais”…

    2. Edmond MEZGER: Lei dos Delinquente Perigoso (1933); Custódia de Segurança introduzida no CP alemão (1934); estudos e projeto à Lei aos Estranhos da Comunidade (1943) que previa a seleção eugênica (castração e esterilização) do criminoso e de quem tivesse tendência ao crime, a prisão indeterminada dos “inimigos do regime”,  a neutralização (até mesmo com a eliminação física, ou seja, a morte) – sob o fundamento da defesa social – de grupos (selecionados) como daqueles cuja personalidade e forma de vida os impedia de cumprir as exigências mínimas da sociedade, os delinqüentes, os de vida desregrada, de refratários ao trabalho, etc…

    3. Sentenças (de Moro) – longas, cansativas e repetitivas – metodologicamente elaboradas para defesa de posição e tese previamente tomadas, precedidas da construção e  maquiamento mediático da figura de “autoridade na matéria”, não se limitando à exposição da razão de decidir, busca conduzir e cooptar a adesão e o livre convencimento de quem as lê…

    4. Existência de  programas computacionais modernos, em que se valendo de poucos toques de teclado, é possível a busca e classificação seletiva de dados  referenciais, quanto maior for a relação legítima ou não entre os agentes pesquisados, e a  montagem fácil e consecutiva de mega-processos investigativos e judiciais quase que instantaneamente.

  24. Rui Ribeiro

    18 de outubro de 2016 1:28 pm

    Ora, quem impõe condições não e o criminoso?

    Em todas as outras delações, quem impõe as condições é o criminoso dedo duro, ou seja, a condição imposta pelo criminoso cagüeta é que sua pena seja reduzida significativamente e que o dinheiro oriundo dos seus crimes seja lavado. Porque nessa delação é a PGR que quer impor condições em vez de se submeter a elas?

    Naum entendih. Juro

    1. Karina K.

      19 de outubro de 2016 2:42 am

      querem

      Acredito que querem a empresa dele para vender. Já deve ter até quem esteja interessado na compra.

      Multinacional brasileira de altíssima tecnologia.

  25. Maria A.

    18 de outubro de 2016 3:54 pm

    Ou a pessoa diz o que os

    Ou a pessoa diz o que os interrogadores querem ouvir (e precisam ouvir para continuar seu horrendo labor) ou não vale.  Manipulação da justiça para caçar inimigos se chama LAWFARE.  Termo novo no dirieo.  Velha prática por aqui.

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