O jornalista Luan Araújo, que foi perseguido pela deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) em 29 de outubro de 2022, foi condenado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) a prestar serviços à comunidade por difamar a imagem da deputada.
Na véspera do segundo turno da eleição presidencial, Araújo foi perseguido por Zambelli após uma discussão. A deputada chegou a apontar uma arma para o jornalista, que denunciou o ocorrido em sua coluna no portal Diário do Centro do Mundo.
Carla, então, moveu um processo contra Araújo por se sentir prejudicada e, além do processo, a publicação foi retirada do site por ordem judicial.
Para o juiz Fabrício Reali Zia, Luan Araújo de fato dimafou a deputada ao escrever que ela tem uma seita de doentes de extrema-direita que a seguem incondicionalmente e cometem atrocidades.
A defesa do Araújo vai recorrer da decisão no Supremo Tribunal Federal, alegando violação à liberdade de imprensa.
“A defesa do Luan discorda da sentença condenatória, pois Luan jamais teve a intenção de difamar a Deputada Carla Zambelli, inclusive Luan é jornalista e estava no exercício de sua profissão, usufruindo do direito constitucional à liberdade de expressão e liberdade de imprensa quando fez críticas ao segmento político em que a deputada faz parte”.
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Jicxjo
28 de junho de 2024 7:24 amDecisão teratológica. O TJSP nunca falta aos seus. A propósito, o que a Destrambelli ainda está fazendo na Câmara? As instituições estão funcionando!?