4 de junho de 2026

PF considera corte de salário e expulsão de Anderson Torres

Detido desde janeiro, ex-ministro de Bolsonaro recebe cerca de R$ 30 mil mensais como delegado da corporação
O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Anderson Torres, ex-ministro da Justiça do governo Jair Bolsonaro e ex-secretário de Segurança Pública do DF, está perto de perder seu cargo de delegado na Polícia Federal.

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Segundo o jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, a PF deve abrir um processo administrativo que deve levar ao corte dos rendimentos de Torres como delegado, equivalente a cerca de R$ 30 mil mensais.

Além desse corte, existe a possibilidade do ex-ministro ser expulso da corporação em um segundo momento.

Investigado no inquérito que apura o envolvimento de autoridades com os atos antidemocráticos ocorridos em 08 de janeiro, Torres teve sua prisão preventiva decretada dois dias após a invasão de bolsonaristas a Brasília.

Outro ponto que torna a situação de Torres junto à Justiça cada vez menos confortável foi o fato dele ter entregue senhas erradas para os investigadores acessarem os dados de seu celular.

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Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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2 Comentários
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  1. Fábio de Oliveira Ribeiro

    7 de maio de 2023 11:58 am

    Bem feito. Esse Zé Roela se jogou voluntariamente no esgoto do capitão genocida porque queria ganhar algo em troca. Agora merece perder o que havia conquistado.

  2. Jicxjo

    7 de maio de 2023 1:43 pm

    PQP, o cara tá preso desde janeiro e a SSP-DF não comunicou oficialmente à PF que o delegado cedido para exercer função de confiança no GDF não está exercendo suas atividades? E a PF, diante de fato público e notório, resultante de sua própria ação, por que ainda não agiu de ofício para suspender a remuneração do servidor, que está enriquecendo sem causa? Fosse um servidor qualquer, sujeito a controle de ponto, já estaria sem receber desde o dia em que deixou de comparecer ao serviço. E a devolução desses valores recebidos sem trabalhar, alguém vai cobrar? Ou o corporativismo dos DAS vai falar mais alto?

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