Sugerido por Luiz Neves
A professora Roberta Barni, do Departamento de Letras Modernas da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da USP, fala sobre a vida e a obra do escritor e intelectual Ítalo Calvino, dando destaque para o livro ‘As cidades invisíveis’. Roberta comenta a participação de Ítalo no movimento de resistência ao fascismo da Segunda Guerra Mundial e como esse período influenciou suas obras. Além disso, fala sobre a construção dos diálogos entre o imperador Kublai Khan e Marco Polo no livro As Cidades Invisíveis.
vera lucia venturini
7 de fevereiro de 2014 12:52 pmO único porém do livro é que
O único porém do livro é que a tradução é de Diogo Mainardi.
Luiz Neves
7 de fevereiro de 2014 2:04 pmCidades Invisíveis – Tradução de Diogo Mainardi
Oi, Vera Lucia
Esse porém, faz com que acreditemos, que lá no mais profundo íntimo de qualquer pessoa, há sempre algo grandioso e positivo.
Gilberto .
7 de fevereiro de 2014 2:16 pmÉ um caso que corrobora o ditado italiano
“Traduttore, traitore!”.
Não por causa da tradução, no caso de Mainardi…
Régis Paiva
7 de fevereiro de 2014 4:48 pmMas, a tradução é boa? Se
Mas, a tradução é boa? Se for, a gente releva. Pode ser, não estou afirmado, que ele seja mais honesto traduzindo que existindo.
André LB
7 de fevereiro de 2014 12:55 pmLegal! Um pouco de
Legal! Um pouco de literatura, para variar!
Dentre os (em geral ótimos) livros do Ítalo Calvino, alguns poderiam até mesmo ser sugeridos para leitura em sala de aula: são divertidos, são boa literatura e ainda tocam em temas históricos, caso do “cavaleiro partido ao meio”. Sei que existe resistência a sugerir literatura estrangeira mais recente em escolas, mas acredito que incutir o gosto pela leitura nos alunos é mais importante que exigir que se leia um, por exemplo, “Amor de Perdição”, obra chatíssima para a esmagadora maioria dos adolescentes e que entra no programa apenas para representar um ciclo literário.
Luiz Neves
7 de fevereiro de 2014 2:03 pmIndicações de leitura – Ítalo Calvino
Oi, André!
Muito pertinente seu comentário. A Literatura precisa ser encarada como cultura universal independente da origem de quem escreveu a obra.
André LB
7 de fevereiro de 2014 3:36 pmOi, Luiz!
Muitas vezes
Oi, Luiz!
Muitas vezes quando se fala em literatura penso em quem não tem o hábito da leitura. Em seguida, penso que no meu caso esse prazer quase foi destruído pela matéria de Português-Literatura na escola, e não por culpa das professoras, mas dos livros… comecei bem novo lendo gibi, daí em diante nunca mais me separei das letras, para minha alegria.
E isso não precisa parar nos livros. Tem gente muito mais capacitada que eu para falar a respeito, mas às vezes penso que show de aula daria para dar, numa visão multidisciplinar, com uma história em quadrinhos como “V de Vingança”. Dá pra falar de democracia, fascismo, arte moderna, etc.
JB Costa
7 de fevereiro de 2014 2:15 pmValeu! Leitura, artes de um
Valeu! Leitura, artes de um modo em geral……….Tudo isso engrandece e sublima o intelecto humano. Mas……….
Se todas as dicas só sugeridas neste blog em termos de literatura, cinema, músicas etc como fundamentais fossem cumpridas teríamos que possuir sete vidas, tal qual nossos bichanos.