Guaiúba… vê que o mar aquieta sonolento
e o pôr-do-sol encanta a mim e aos manguezais.
Areado em brisa, zanza em volta zonzo o vento:
um dia em curvas, farto em formas divinais.
Nas Pitangueiras, Tombo, o mar se entrega ao tempo
e quedo em vãos da areia, abreja e imersa em ais;
no Pernambuco – a praia, é só quebrantamento:
choveu sereias, creiam… bem… continentais.
Do Éden à Enseada onde é remanso deita,
enfim, São Pedro à vista, a lida ele abstrai;
outrora insone, bebe ao ócio e se deleita.
Mas meu prazer além, Nordeste, não te trai;
meu fuso… meu! somente em teu solo se azeita,
em outro prado o besta entrava e se retrai.
Guarujá, table.MsoNormalTable { line-height: 115%; font-size: 11pt; font-family: “Calibri”,”sans-serif”; } 9/9/2009
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