Giro GGN Queimadas: A situação do Brasil em dados do Inpe

Acre tem destaque negativo no número de focos: um aumento de 4.755% do dia 30 de setembro para 1 de outubro, indo de 8 para 390 focos. Minas Gerais, mesmo não sendo o estado com mais focos, tem apresentado oscilações preocupantes.

Jornal GGN – Segundo dados do Inpe – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais eis um panorama das queimadas pelo país. O Inpe fornece dados coletados por satélites e são disponibilizados diariamente. Veja as tabelas a seguir.

Outubro começa com dados preocupantes na América do Sul. O Brasil segue aumentando sua média mensa de focos de incêndio, seguido da Argentina. Peru, mesmo com poucos focos neste início de mês, na comparação com outros países, apresentou um aumento de 5.450%, indo de 2 focos para 111 focos.

Nos últimos cinco dias, Peru e Colombia mostraram aumentos expressivos de focos de incêndio. Peru teve um ameto de 5.450% e Colombia, 3.800%. Argentina manteve no dia 1 de outubro o mesmo patamar (alto) do dia 30 de setembro. Brasil apresentou um aumento de 47% de 30 de setembro para 1 de outubro, alcançando 3.532 focos.

A situação dos estados em cada dia 1 do mês.

Acre tem destaque negativo no número de focos: um aumento de 4.755% do dia 30 de setembro para 1 de outubro, indo de 8 para 390 focos. Minas Gerais, mesmo não sendo o estado com mais focos, tem apresentado oscilações preocupantes. O mês de outubro começa com 505 focos observados. Maranhão também passa pelo mesmo problema.

Brasiléia, Epitaciolândia e Sena Madureira, cidades do Acre, apresentaram os maiores aumentos de focos de incêndio do dia 30 de setembro para 1 de outubro. Os  três municípios saltaram de 2 focos para 64, 56 e 47, respectivamente. Xapupri, no Acre também, vinha mantendo os focos sob controle, depois de 1 foco em 29 de setembro, saltou para 133 focos em 1 de outubro.

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