
Jornal GGN – Uma campanha nas redes sociais pede ao povo e às autoridades brasileiras: “Não esqueça Mariana”. A intenção é lutar pela recuperação das áreas atingidas pelo rompimento da barragem do Fundão, administrada pela Samarco, empresa pertencente à Vale.
“Os distritos de Bento Rodrigues e Paracatu de Baixo foram dizimados. O Rio Doce, que banha Minas Gerais e Espírito Santo, foi considerado morto pelos especialistas. Moradores perderam casas. Pescadores perderam empregos. E todo um ecossistema perdeu a vida”, lembra o site oficial da campanha.
“Não esquecer Mariana é também lutar por ela”.
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Existe outra Mariana que merece ser vista e lembrada. #nãoesqueçamarianaBaixe o aplicativo e mantenha-se informado: http://riodoce.help/mariana. Não esquecer Mariana também é lutar por ela.* Clique em HD para melhor visualização.
Posted by Não Esqueça Mariana on Segunda, 21 de dezembro de 2015
Jose mestre Carpina
22 de dezembro de 2015 1:21 pmSe bobear, é ” Adeus, Mariana ” !!
[video:https://www.youtube.com/watch?v=Hn8AvUM2WWA align:center]
Cláudio José
22 de dezembro de 2015 1:39 pmPROJETO: PLANETA AZUL (SOS MARIANA)
Rio de Janeiro, 28 de outubro de 2015 ONU: DireçãoPROJETO: O PLANETA AZUL
Amigo, na época da contratação da Xuxa, a Record disse que iria formatar um programa/formato anual semelhante ao Teleton e ao Criança Esperança para a emissora. Esse projeto ainda consta nos planos do canal ou foi para a gaveta?
@kilian_theunis, o assunto é tratado de forma muito discreta e há quem garanta que, pelo menos no curto prazo, não sairá do papel. Para fazer uma campanha como o Teleton ou Criança Esperança é fundamental encontrar um caminho diferente.
Você tem perguntas para o “Vannucci Responde”? Clique aqui para manda-las e ampliar a nossa conversa sobre televisão. Estou esperando.
Tags:Criança Esperança, Escrava Mãe, novela, Os Dez Mandamentos, Record, Rei Davi, Teleton, Vannucci Responde, XuxaCaros amigos (as) Na TV brasileira cabe mais um projeto nesse sentido, por isso, vou dar de graça uma sugestão: O PLANETA AZUL, onde alguma emissora organizaria uma maratona, para falar de projetos que defendam a nossa natureza e ajuda-los tambem. O Planeta terra e os seus moradores e o nosso bondoso Deus vão gostar da ideia. (Projeto). Atenciosamente:
Cláudio José, um amigo do povo, da paz e da ONU. Rio de Janeiro, 17 de novembro de 2015 Caros amigos (as) esse projeto, poderia ajudar o meio ambiente de Mariana em Minas Gerais, depois do desastre, que infelizmente aconteceu lá.
TV pecou pela falta de solidariedade em 2015
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Flávio Ricco
22/12/201507h00Leia todos os artigos Ouvir texto 0:00 Imprimir Comunicar erro
Lucas Lacaz Ruiz/Estadão Conteúdo
A lama vazada da barragem de Fundão atingiu 1.430 hectares em regiões das cidades de Mariana, Barra Longa e Rio Doce
Os acontecimentos do ano que está terminando nos levam a verificar que as emissoras de televisão, no geral e naquilo que cabe a elas, já foram muito mais participativas que nos tempos atuais.
Tivemos aí, no começo de novembro, a triste tragédia de Mariana, com as consequências que ainda são vistas diariamente nos noticiários, a exemplo de tantas outras em nosso país, como as mais recentes do Vale do Itajaí, em 2008, ou da região serrana do Rio, há quatro anos.
Como traço comum, vidas que se foram, pessoas desabrigadas ou desaparecidas, entre as tantas tristes decorrências que sempre deixam marcas eternas na memória de cada um.
Se existe algo que não se assemelha entre esses desastres, os de antes e o de agora, foi a indiferença das emissoras em se colocar à frente de qualquer campanha de mobilização que pudesse minimizar o sofrimento das pessoas.
Mesmo não sendo uma obrigação, o que se viu desta vez foi só a preocupação de dar a notícia. A TV, em nenhum momento, utilizou a força que tem nem ao menos para estimular ou tornar possível uma maior colaboração das pessoas.
rdmaestri
22 de dezembro de 2015 2:24 pmEsta que deve ser A CAMPANHA.
Excelente lembrança, dispersaram tanto as informações, distorceram tantos os dados que esqueceram da região que REALMENTE FOI ATINGIDA, e atingida duramente.
O oportunismo de procuradores, movimentos naturalistas em outras regiões, grupos de pesquisa para autopromoção de pesquisadores aliados a partidos políticos tiraram o foco do principal, a região de MARIANA.