Entre os dias 3 e 6 de outubro, o Brasil esteve em destaque na imprensa internacional em pautas que vão do surto de intoxicação por metanol, à aprovação da proposta que amplia a faixa de isenção do imposto de renda, incluindo também as relações econômicas bilaterais. Confira:

A repercussão nos Estados Unidos
Reuters reportou os debates fiscais no Brasil, destacando a confiança do governo na aprovação de medidas que ampliam a faixa de isenção do Imposto de Renda e compensam com taxação sobre os mais ricos.
Reuters publicou também, sobre a retomada da produção da Toyota no Brasil após danos causados por tempestades em São Paulo.
Reuters também noticiou as negociações envolvendo investimentos em petróleo e energia no país. A agência destacou ainda a operação contra golpes digitais.
Já a Associated Press (AP) noticiou a aprovação na Câmara do projeto que amplia a isenção do IR.
A AP também relatou o surto de envenenamento por metanol, incluindo uma morte confirmada e o temor da população em consumir bebidas.
The Washington Post analisou os impactos sociais do surto de metanol, destacando as repercussões domésticas e a resposta das autoridades.
A repercussão na Ásia
China Daily noticiou o aumento dos investimentos chineses em 2024, citando o Brasil no contexto da conjuntura econômica e da integração em cadeias de suprimento globais.
Nota da redação: Este texto, especificamente, foi desenvolvido parcialmente com auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial. A equipe de jornalistas do Jornal GGN segue responsável pelas pautas, produção, apuração, entrevistas e revisão de conteúdo publicado, para garantir a curadoria, lisura e veracidade das informações.

Rui Ribeiro
6 de outubro de 2025 2:27 pmSe o número de desempregados é grande, a oferta é pequena. A oferta reduzida tende a elevar os preços. O BC eleva a taxa de juros para inibir a inflação
Se a quantidade de empregados é grande, há pressões inflacionárias que impedem o país de atingir o centro da meta inflacionária de 3%. Também nesse caso o BC mantém a taxa de juro na estratosfera.
“Em palestra realizada na Instituto Fernando Henrique Cardoso (IFHC), em São Paulo, Galípolo afirmou que esse período de geração de emprego formal produz pressões inflacionárias que impedem o país de atingir o centro da meta inflacionária de 3%, com tolerância de 1,50 ponto percentual, chegando a 4,5% no ano”.
Há sempre uma desculpa para manter a taxa de juros na estratosfera.