João Feres Jr: Boicote a grande mídia!

 

João Feres Jr: Boicote a grande mídia! 

O título acima é assim mesmo, sem crase. A frase é um chamamento! Nela boicote é verbo transitivo direto, e não o substantivo boicote, que seria regido pela preposição a.

Sou professor universitário e coordenador de dois grupos de pesquisa: o GEMAA, dedicado ao estudo de políticas de ação afirmativa, raça e gênero — provavelmente a maior referência no país na produção de análises sobre estas políticas — e o LEMEP, que enfoca a interação entre mídia e esfera pública, e produz o site Manchetômetro e o boletim Congresso em Notas — o primeiro com análises diárias da cobertura de política e economia da grande mídia e o segundo com notícias semanais sobre pautas importantes no Congresso Nacional.

Regularmente divulgamos os resultados das pesquisas do GEMAA, e tais resultados são frequentemente publicados na grande mídia. Essa mesma mídia nunca publicou uma linha sobre o Manchetômetro, a despeito do sucesso que o site fez na eleição de 2014 na mídia estrangeira,  internet, blogs e redes sociais. A única tentativa feita foi uma entrevista por  telefone que a ombudsman da Folha começou a fazer comigo, mas que foi abortada quando ela percebeu que não conseguiria usar minhas declarações para referendar uma imagem de equilíbrio da cobertura do jornal, episódio que narrei em detalhes em artigo na época. 

Ao longo dos anos tenho dado muitas entrevistas a jornais, revistas e programas televisivos, do Brasil e do exterior. Participo também regularmente de programas de TV e rádio. Há algumas eleições venho também escrevendo pequenos artigos de análise política e desde a eleição de 2010 passei a ser bastante procurado por todo tipo de mídia para comentar política. Sou cientista político de formação. A análise política é uma vocação central da nossa profissão. Uma à qual não me furto.

Já comentei e dei entrevistas para um sem número de órgãos de imprensa do Brasil e do exterior, inclusive para todos os três grandes jornais do Sudeste, Folha, O Globo e Estado, para seus sites noticiosos, para os principais canais da TV aberta e para alguns canais de cabo. Contudo, a partir da crise política que se instalou nos últimos meses em nosso pais, não mais colaborarei com esses meios de comunicação. O assalto à democracia brasileira patrocinada pela grande mídia brasileira é tamanho, sua disposição de distorcer os fatos e versões tão pronunciada, sua adesão política reacionária tão gritante, sua insistência em sempre ouvir somente um lado da contenda, ou de sub-representar desonestamente a opinião legalista, sua incitação a movimentos sociais fascistas e golpistas, que resolvi dizer um basta.

Há quinze dias tomei a decisão de não mais cooperar com qualquer meio de comunicação que estivesse em campanha aberta contra as instituições democráticas de nossos país. Fiz então um post no Facebook conclamando todos meus face-amigos, e particularmente os acadêmicos, a interromper a colaboração com a grande mídia. Dias depois, fui procurado por jornalista do Estadão por telefone para comentar o programa de ação afirmativa da USP, a universidade que mais resiste a democratizar o acesso no pais, me neguei dizendo não cooperar com um meio que ataca a democracia brasileira. Logo em seguida recebi e-mail de jornalista do site G1, da Globo, fazendo convite similar. Também neguei, usando o mesmo argumento.

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No mesmo dia, um amigo, Reginaldo Nasser, provavelmente sem sequer ter visto meu chamamento, negou convite para participar de programa da Globonews e postou sua resposta no Facebook: Não dou entrevista para um canal que além de não fazer jornalismo incita a população ao ódio num grave momento como esse. Achei a ideia muito boa, e postei minha troca de e-mails com a jornalista da G1. O post viralizou na web e em poucas horas tínhamos uma campanha pública pelo boicote da mídia.

Professores universitários são uma das categorias que têm a razão mais baixa entre salário e número de anos de estudo necessários à profissionalização. Contudo, a elite da carreira, à qual pertenço, formada em grande parte por professores das escolas públicas, recebe salários que lhes proporciona uma vida confortável de classe média. Em uma sociedade tão desigual quanto a nossa, isso é um privilégio. Mas somos também privilegiados por desfrutarmos de grande autonomia de escolha de objetos de estudo e de opinião, diferentemente de outras carreiras também focadas na escrita, como a de jornalista.

Fato é que somos assalariados e nossa profissão não é orientada para a aquisição de bens e dinheiro. Quem escolhe a carreira acadêmica e tem alguma ambição de ser reconhecido socialmente sabe que esse reconhecimento não virá das riquezas que adquirimos como prêmio pelo nosso trabalho, mas da circulação social das ideias que produzimos e articulamos. Sim, temos uma vocação para o debate público. Contribuir para a discussão racional e pública acerca das escolhas coletivas que fazemos em sociedade (políticas públicas, leis, eleições, etc) é um dos maiores objetivos de realização profissional do cientista social. O problema é que a circulação social de nossas intervenções, para além dos círculos das publicações e eventos acadêmicos, dependia até há pouco tempo quase que exclusivamente da grande mídia.

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Era comum ver um colega postar nas redes sociais ou mesmo mandar por e-mail entrevista ou artigo que publicara em algum órgão da grande imprensa. Isso era até há pouco motivo de orgulho: vejam como meu trabalho está recebendo reconhecimento público, queriam dizer com tal ato. E tinham certa razão.

O conservadorismo das editorias dos grandes órgãos noticiosos brasileiros vem de várias décadas, mas é preciso dizer que, apesar deste viés (liberal, pró-mercado, anti-movimentos sociais) havia ao longo do processo de democratização bastante espaço na grande mídia para o debate de ideias, com a participação ativa e frequente de intelectuais. Essa esfera pública plural foi, contudo, se fechando, particularmente a partir da primeira vitória de Lula, na eleição presidencial de 2002.

A crise econômica das empresas privadas de jornalismo, cujos assinantes e anunciantes foram sugados pela internet, contribuiu para este estado de coisas, eliminando ou minguando os cadernos de cultura, mas está longe de explicá-lo inteiramente. Aos poucos, os grandes jornais foram substituindo seus colunistas e articulistas progressistas por conservadores, alguns com biografias abertamente ligadas ao principal partido da oposição, PSDB, ou por publicistas vitriolicamente reacionários, como Rodrigo Constantino, Reinaldo Azevedo, Diego Escosteguy e um rol imenso de outras figuras da mesma laia.

Mesmo com o progressivo avanço da mídia em direção ao reacionarismo, alguns colegas, inclusive eu, ainda insistiam em colaborar com estes órgãos, quando instados. O motivo não era mais propriamente orgulho, mas uma posição de defesa estratégica de posições progressistas. Pensávamos: ainda que a barra esteja pesada neste jornal; ainda que meu texto seja publicado cercado por artigos de gente desqualificada e maliciosa; ainda assim, talvez consiga atingir alguns leitores, expondo-os a informações e pontos de vista que os façam pensar mais criticamente.

Nada mais disso é possível. Com a radicalização política absurda em que nossa grande mídia embarcou não pode haver mais orgulho, não há mais espaço para posições estratégicas, a única coisa que resta é a vergonha. Repito mais claramente: colaborar com a grande mídia reacionária nos dias de hoje é motivo de vergonha. Quem ainda faz isso  está compactuando com o ataque à democracia encetado por estes meios. Não há inocentes úteis.

Revistas como Veja, Época e IstoÉ adotam a postura franca de banir tudo que não seja reacionário em suas páginas da cobertura política. O Globo está praticamente igual, com raríssimas exceções. O jornal é um apanhado de reportagens, colunas de opinião, e editoriais militantemente oposicionistas, com imagens, títulos e manchetes cuidadosamente editados para produzir o maior efeito no leitor. Estadão, idem, em quase tudo.

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A Folha de S. Paulo também apela fartamente para estratégias editorias para apresentar as ações do governo, do PT, de Lula e Dilma da pior maneira possível, enquanto noticia generosamente a agenda da direita oposicionista. Já analisei aspectos desta estratégia em alguns artigos e vou escrever mais um sobre material recente publicado pelo jornal em breve. Mas no uso dos articulistas ela é um pouquinho diferente. Há um número bem maior de oposicionistas, entre eles Aécio Neves, Marina Silva e até gente do naipe de Reinaldo Azevedo, mas a Folha conta também com um pequeno time de intelectuais de esquerda, bem minoritário, mas que cumpre uma função importante para o jornal: permite que seus editores, ombudsman e demais jornalistas defensores da agenda patronal digam que o jornal é plural pois reproduz várias perspectivas e opiniões. Em inglês há um termo para isso. Eles são the tolken liberals. Estão lá para prestar este serviço, que o velho marxismo chamaria de ideológico. Pois este jornal, assim como todos os outros supracitados, já sacrificaram qualquer semblante de esfera pública habermasiana ou mesmo de pluralismo liberal, se me permitem um intelectualismo escolástico.

O pequeno exército de acadêmicos que presta esse serviço de reportar seus resultados de pesquisa e opiniões para artigos e reportagens da grande mídia não recebe qualquer compensação monetária. Às vezes são até tratados por jornalistas como se tivessem obrigação de trabalhar de graça para seus senhores, os grandes proprietários da mídia nacional. Os poucos acadêmicos colunistas ou não recebem nada ou ganham uma merreca, como se diz por aí, para fazerem o que fazem. Não há mais razão para ambos os grupos continuarem essa colaboração voluntária. Não há orgulho em fazer isso, mas vergonha; não há mais semblante de debate público com posições para serem ocupadas; o que há é uma guerra política na qual a grande mídia já deu provas de sobra que está disposta a jogar as instituições democráticas que criamos com a luta de gerações de brasileiros na lata do lixo.

Por isso faço o chamamento: BOICOTE A MÍDIA. E de quebra, cancele todas assinaturas de jornais e revistas que tiver em casa ou em suas instituições.

 

 

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58 comentários

  1. Não leio Globo, Folha,

    Não leio Globo, Folha, Estadão, Veja, Isto É, Época, não assisto Globo e afins; noticiário só em alguns blogs e  no Repórter Brasil, que por mais paradoxal que possa parecer, é veiculado por uma tv governamental que dá a notícia de forma isenta, sem a desgraceira habitual do Bonner Simpson.

            Devagar, vamos esclarecendo. Sempre que converso com algum “cliente” do Jornal Nacional lhe informo que não o assisto e minha vida está bem melhor. A maioria concorda, exceto aqueles casos perdidos, com a mente toda lavada pela manipulação.

  2. Sr. João Peres Jr. parabéns

    Sr. João Peres Jr. parabéns pelo texto. Penso, exatamente, isto. Acho que, todo o brasileiro que defende à democracia tem que se afastar desta grande mídia brasileira. 

  3. praia

    As praias de Santos foram tomadas por vendedores ambulantes. Gente que luta pela sobrevivência. Acontece que o negócio cresceu e virou um império. De início colocavam algumas cadeirinhas e guarda sóis, depois passaram a tomar e privatizar em seu benefício toda a faixa de areia e pior, passaram a abordar clientes.  Vende-se de agua mineral a camarão frito, de caipirinhas a pastéis. Ouvi dizer que por conta de uma frequentadora de praia que se queixou de um ambulante alguma providència esteja sendo tomada, a minha particular, já tomei.

    Eu não concordo com esse estado de coisas. Já a anos deixei de comprar qualquer coisa qe seja dos ambulantes. Se eles continuam lá, não é por minha culpa!

    Da mesma forma procedo a mais de vinte anos em relação à midia PIG. Aqui em casa os jornais grátis distribuidos aqui em Santos não são abertos mas tem a sua serventia para forrar lixo. Depois do advento da tv a cabo não assistimos mais canal aberto nem os canais do PIG. Informação política sómente através de blog sujo. Com filtros, inclusive.

    Recomendo. Todo santo dia acordo com bom humor.

  4. Demorou!
    Quem lê o Nassif já chegou a essa conclusão faz tempo. A velha imprensa criou uma escola de cínicos, de soldadinhos muito bem treinados para o momento crucial que hoje assistimos.
    E o pior é constatar quão verdadeira a conclusão de Pulitzer: Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagogica e corrupta formará um público tão vil como ele mesma.
    A sociedade, pelo menos o que restou dela que não se deixou manipular, precisa ir além do boicote. Precisa transformar essa indignação em algo palpável de modo a se proteger para o futuro.
    A resistência às mudanças sempre será enorme. O trabalho exigirá um esforço de conscientização hercúleo.
    O boicote é um excelente começo.

  5. Meu caro a ideia é muito boa,

    Meu caro a ideia é muito boa, mas do que adianta se é o PROPRIO GOVERNO que mais alimenta essa hienas.

    É simplesmente inacreditável, em todos os órgãos publicos estão lá todas as revistas e jornais em vários andares dos predios da esplanda dos ministérios em em outros orgãos federais pelo Brasil afora.

    É um governo louco. Dar o chicote para o carrasco e depois reclama, entra na justiça (perde quase todas), pede direito de resposta e não é atendido, etc. 

    Toda semana tem empenho de despesas para as revistas e jornalões da grade mídia nos orgãos federais. É só pesquisar nos sites do governo federal.

    Burrice maior, impossível.

  6. SUJARAM-SE

    Com a ascenção de seu inimigo histporico ao poder – o petismo – as grandes famílias de mídia eliminaram a margem de liberdade que o exercício do jornalismo possuia em suas editorias . Quem consegue hoje acreditar que um dia até mesmo o hoje pau mandado Fernando Rodrigues – repórter da Folha – já investigou a compra de votos para aprovação da emenda da reeleição de FHC em 1997 ? 

    Sergio Motta , escudeiro de FHC, disse que o PSDB tinha um projeto de 20 anos de poder. Se aguentaram apenas 8 , mesmo com toda a máquina da grande mídia à sua disposição. O PT está em seu quarto mandato consecutivo tendo que lutar contra toda a perseguição da grande mídia para destruí-lo. Apenas para se ter uma idéia do tamanho da incompetência de um e do esforço do outro.

    Pois é . Para realizar seu objetivo único de destruir o PT , as grandes famílias fizeram o mesmo que o PT fez para implementar seu projeto de poder : expulsou seus radicais – os jornalistas acostumados a uma boa análise e investigação , como a Revista Piauí faz hoje. Quem não se adapta aos novos tempos caia fora.

     Para realizar o trabalho de substituir JORNALISMO por DESINFORMAÇÃO  teve que criar seus asseclas. A turma antiga não topou facilmente sujar as mãos. São esses que o autor cita no texto (Rodrigo Constantino, Reinaldo Azevedo, Diego Escosteguy) . O primeiro não se sabe sequer de onde surgiu , tal a sua nulidade. Diogo MAinardi teve que ser deslocado da editoria de cultura para política. Com tanta dificuldade para compor a linha de frente , valeram-se de acadêmicos como Villa (“mensalão é o maior roubo da história” , e agora ele atualizou a frase – trocou “mensalão” por “petrolão”) e Magnoli . Até Miriam Leitão percebeu que estavam indo longe demais : Essa gente emburrece o Brasil , reclamou em sua coluna . 

    O jornalismo foi varrido para as franjas. Um livro reportagem grandioso como o de Palmerio Doria , O PRINCIPE DA PRIVATARIA , que registra todos os bastidores dos 8 anos de governo FHC entrevistando alguns dos protagonistas de primeira hora dos principais acontecimentos ; ou o trabalho investigativo de primeira grandeza de Amaury Ribeiro Jr , A PRIVATARIA TUCANA , estão banidos. Afinal , foram feitos a ” mando do PT” , provavelmente. Esses profissionais foram alijados da grande mídia. 

    Enquanto isso, o destaque das primeiras páginas da Folha SP são a FICHA FALSA DE DILMA , a tentativa de invasão do quarto de hotel de Zé Dirceu por repórter de VEJA , os pedalinhos de R$2mil de Dona Marisa.  

    Sujaram-se tanto e de tal forma que qualquer tentativa de reformulação para recuperar a credibilidade que um dia tiveram –  se assim decidirem , o que é improvável – tornou-se impossível . 

  7. Entendo a ideia mas acho que

    Entendo a ideia mas acho que a estratégioa é errada. O que vocês deveriam fazer é usar a pŕopria mídia para atacá-la por dentro dela mesma, o que a faria rejeitá-los de imediato imagino. Isso seriviria para denunciar a sua parcialidade, seja tornando pública por eles mesmos ou evidente ao serem repelidos por ela. O lema deveria ser “Deninciem a grande mídia” e não “boicote a grande mídia”, ainda mais que o boicote em questão não é um boicote necessariamente de consumo da grande mídia (com o qual eu concordo aliás) mas um boicote à produção de conteúdo dela.

    •  “O que vocês deveriam fazer

       

      “O que vocês deveriam fazer é usar a pŕopria mídia para atacá-la por dentro dela mesma”.

       

      Quem fizesse isso simplesmente não seria publicado. O que dá na mesma. E o poder de decidir estaria nas mãos deles.

      • Especialistas de prateleira
        A velha imprensa já dispõe de um estoque de “especialistas”. Basta, por exemplo, consultar o Instituto Millenium. Estão todos lá.
        Para cada assunto, polêmica ou objetivo a velha imprensa dispõe de um soldadinho com o pensamento e argumento que se adequam aos seus propósitos.
        Qualquer discurso que possa se contrapor de forma mais aguda ao padrão estabelecido seria automaticamente descartado, eliminado.
        A velha imprensa não adota o contraditório.

  8. Eu já boicoto por minha

    Eu já boicoto por minha própria conta há muitos anos. Já assinei o JB de papel, assinei o Globo nos anos 90 e a Folha. Da Abril, assinei a Bravo, revista cultural  que começou excelente – depois foi  minguando, a qualidade decaiu vertiginosamente.  Hoje assino a Caros Amigos e me informo pela internet.  Só. Na TV a cabo vejo o Curta Brasil, Arte 1, TV Brasil – mas estou pensando em acabar com a TV a cabo também.

  9. Não perco tempo com estas

    Não perco tempo com estas porcarias.Não leio jornais,não ouço radio,e  na TV só vejo a TV Brasil e a TVT.

  10. Alimento para serpentes

    Fato conhecido, que em 2016, mesmo diante da crise econômica e vitíma de uma crescente e insana guerra da grande mídia,  rede globo teve o patrocínio de 500 milhões de reais, além de outras gorduras para outras empresas de mídia. Apenas em blogs progressistas tem repetido ad nauseam esta incompreensivel benesse do governo. Nenhuma palavra dos congressistas e ministros. 

    O governo mesmo diante do iminente golpe continua alimentando as serpentes, quando tem o poder de fato e direito. Se tivesse cortado toda verba de publicidade alguns meses atrás, o Brasil não estaria nesta crise alimentada pela rede midíatica. 

    Diante do poder da mídia, os cidadãos mais conscientes tem ação limitada neste boicote.

    Que o governo corte de imediato toda a verba de publiciade desta organização criminosa.

  11. Já tem muitos anos que eu não

    Já tem muitos anos que eu não vejo nenhum canal da tv aberta, e mesmo na assinatura desvio de canais da Globo, Band, Record e conjeneres, jornais e revistas parei de ler muito antes pois além de sujarem as mãos faziam mal para o meu figado, radio to fora, quando preciso me informar recorro a internet onde posso eu mesmo fazer minha pauta e não ser pautado por um William Bonner que trata sua audiencia como Homer Simpson.

    • O berrante dos Marinho não me atinge

      Caro Celio,

      Tenho agido do mesmo modo.

      Não me desiformo mais pela velha imprensa. 

      Evito até mesmo os canais fechados que manipulam do mesmo modo. 

      Ontem, por exemplo, fiquei sabendo pelo twitter do Rodrigo Vianna que o JN havia feito uma matéria para explicar ao rebanho que o Golpe não é um Golpe.

      O problema fica ainda mais grave quando você constata que aonde você vai os soldadinhos estão lá. Tudo dominado.

      TV, rádio, jornal etc. Tá em todo o país.

      Dizem que vão colocar a Moça do Tempo para também fazer previsão sobre política.

      É assim que eles criam e alimentam seus idiotas.

       

       

       

       

       

  12. Bons tempos em que se via a Folha…

    Nos tempos antigos, que não voltam mais, era comum ver gente lendo a folha e o estadão em ambientes universitários. A folha era considerada uma versão arejada da linha editorial do estadão. Embora, até mesmo esse estadão, seguia uma linha conservadora mas respeitando um certo compromisso com equilíbrio e respeito ao contraditório. Com a falencia das grandes empresas de mídia tradicional, as grandes empresas cairam nas garras dos banqueiros. O Estadão, por exemplo, respira por aparelhos e depende absolutamente da “generosidade” dos seus credores e das assinaturas ilegais das administrações públicas “amigas”. Virou, a grande mídia brasileira, como diria o Mino Carta, “…tudo a mesma sopa…” fétida e repugnante. Quando surgiu o MANCHETOMETRO, me pareceu um primeiro movimento de profissionais sérios da área de jornalismo, tímido, mas heróico e meritório, porque sustentado na iniciativa isolada de poucos abnegados que se condenaram a restrições e dificuldades materiais porque certamente passam a ser amaldiçoados pelo deus Mercado e, em decorrencia, não terão jamais espaços nos meios privados controlados por essa divindade nefasta. Ao contrário dos “sicários da plutocracia” (com a licença de expressão de Paul Krugman) que, mesmo semi-analfabetos, como o Kataguiri, tem espaço garantido na grande mídia. Interessante imaginar, nesse quadro, onde andam os outrora guerreiros da juventude universitária. Especialmente das escolas voltadas para as áreas de comunicação. Será que todos eles sucumbiram ao discurso sectário psolista? Que entende que defender a democracia é favorecer determinado partido político? Ora, se revelam e reconhecem dificuldades em defender as suas propostas em ambiente democrático, igualam-se a certos políticos da oposição que não existem se não for pelo apoio do Mercado por meio de seus esquadrões midiáticos. Como diz o Paulo Henrique Amorim, “…se não fosse o PiG, não passariam de personagens da zoologia fantástica de Borges…”! E onde foram parar aqueles moços e moças das manadas de junho? Será que estiveram lá em defesa de alguma causa ou simplesmente deixaram-se utilizar como massa de manobra de angencias de inteligencia internacional? Serviram apenas para derrubar a PEC 37 e dar início ao processo orquestrado em todo o país para destruir a Democracia? O Sepúlveda Pertence descobriu tardiamente que havia ajudado a criar um “monstro” e a molecada das manadas de junho derrubaram uma tímida iniciativa de colocar limites nos poderes destrutivos da fera descontrolada. Boa parte da sociedade parece ter perdido a capacidade de entender o cenário que observa, ou, se entende, perdeu a capacidade de indignar-se. Uma parte, principalmente os paneleiros, parece presa fácil para assumir a simplificação da realidade servida pela grande mídia. Essa parcela, composta em boa parte de pequenos e grandes sonegadores é predisposta a aceitar a visão maniqueísta servida pela mídia, onde todos os males do mundo habitam num determinado extrato social. Isso é facilmente engolido, ruminado e digerido, porque o pecador, o corrupto, o bandido, serve, no imaginário do paneleiro, de bode expiatório para os seus próprios pequenos e grandes pecados sociais.

  13. Djijo

    Eu não boicoto os anunciantes por que não sei quais são, pois não leio jornais e revistas facistas, e nem assisto tv, só a cabo e filmes também do netflix, não vinculados a grande midia-zona nacional.

    • Apelo aos jornalistas da internet

      DJIJO

      Estou na mesma situação que você.

      É óbvio que quem anuncia na Veja ou na Globo está dando apoio econômico para o golpe.

      Faço aqui um pedido aos jornalistas da internet: divulguem uma lista dos anunciantes que promovem a queda do Estado Democrático de Direito.

      Por favor, nos informem para que possamos agir.

  14. O boicote acabou com o apartheid

    Onde quer que eu esteja. A qualquer hora. Em qualquer dia ou lugar. Sempre que posso, mudo o canal da Rede Golpe ou Goebbels para qualquer outro canal. É uma luta individual, muito pessoal, e mais relacionada ao baixo nível de certos programas, que chamam nosso povo de imbecil. Em casa, não entram produtos da indústria cultural fascista.  Foi o boicote que acabou com o apartheid na África do Sul e tem conseguido algumas vitórias no apartheid em Israel. Acho que esse é um dever inerente à condição de defensor da Democracia, dos Direitos Humanos e de um país melhor para nós e nossos filhos.

    • O Jogo.do Poder

      Sergio: excelente lembrança da foto. Essa é (com o respeito devido aos de cujus) a alma penada que assusta até hoje toda Nação. 

      No céu, dizem não foi admitida. No inferno, nem o diabo quer vê-la. Dizem ainda que até do purgatório foi afastada, onde estava vendendo ações do Globalémnews. 

      E, como na foto, nem a Igreja, com todos os rituais apropriados, consegue exorcizar esse fantasma. 

      É o Karma (do Mal) na Patria brasileira, onde o Dharrma (do Bem) não consegue sequer arranhar o verniz.

  15. Sugiro um boicote à globo com

    Sugiro um boicote à globo com panelaço na hora do jornal nacional.. É só marcar o dia e hora. Está precisando uma resposta forte da sociedade. Ou boicote à novela. QQ coisa . O importante é boicotar essa rede golpista.

    • Sucesso!

      Aqui em Santos vai ser sucesso absoluto um pinicaço na hora do jornal nacional.

      Explico: Aqui 110% são midiotas coxinhas. Mas eles são tão manada que quando ouvirem alguém batendo caçarola vão bater também. A boiada passa e eles irão atrás. Mesmo que seja para o abismo!

  16. Palmas, mais uma vez, pro
    Palmas, mais uma vez, pro Joao Feres Junior.
    A parte mais corajosa foi apontar pra vaidade dos academicos. Só ela mesmo para fazer com que tantos durmissem até tao tarde.

  17. O mais importante, passada a

    O mais importante, passada a batalha que esta em campo, é não pararmos a luta contra o PIG. Não podemos permitir que estes monopolios voltem a fazer oque estão fazendo, querendo mandar na politica acima da decissão soberana do povo. A oposição se instalou na midia direitista então é la que temos que atacar.

    Não se enganem, passada esta disputa vão tentar recuperar seu capital politico à esquerda. Não podemos deixar, vamos isolar eles na direita, vamos dismascarar esta suposta imparcialidade. 

    Que assumam sua parcialidade e parem de manipular o país!!

    Se venbcermos estes grupos o pais dara um salto de qualidade nunca visto em sua historia.

     

     

    Viva a midia livre!

    Vamos a luta!!!!

  18. Sou um brasileiro apartidário
    Sou um brasileiro apartidário que não compactua com a corrupção em meu amado País e desejo a continuidade das investigações contra a corrupção de forma imparcial e isenta de influências externas, como se deve a postura de um Juiz do nosso Brasil. E não como estamos vendo atualmente numa flagrante parcialidade. Me orgulha como brasileiro igual ao senhor mentor do texto acima que ainda exista pessoas sensatas e entendidas do mal que corre a nossa tão suada conquista da democracia que só agora está sendo verdadeiramente exercida pelo seu povo, mesmo com todos os defeitos que ela ainda tenha! Acredito que esse apoio não é somente meu, mas o de muitos que como você ama esse País. Acredito também que a nossa Suprema Corte tem que dá um basta nessa divisão de irmãos brasileiros implantada por pessoas inescrupulosas que não estão pensando na Paz Social! Parabéns pelo texto! E QUE DEUS NOS AJUDE!

  19. Boicote aos produtos anuciados na grande midia.

    Olá,

    Proponho um grande boicote ao produtos anuciados na grande midia. Vamos mostrar a esses fabricantes que enchem a midia de dinheiro que o povo não aceita mais que esses anúncios pagos sustentem está imprensa parcial e golpista.

    • Concordo Carlos

      Concordo Carlos Eduardo,boicote a produtos anunciados no PIG !

      ESTAVA PENSANDO ISSO ONTEM  E TODOS PODERIAM PRATICAR ISSO JÁÁÁ´!!

  20. O GGN deveria publicar (e

    O GGN deveria publicar (e continuar repercutindo nas redes sociais) as técnicas de manipulação de texto usadas pela imprensa para moldar a opinião pública. Dessa forma os leitores aprenderiam a reconhece-las em tempo real, durante a leitura dos artigos, e estariam mais “vacinados” contra a manipulação.

  21. Caro João Feres,
    Há mais de

    Caro João Feres,

    Há mais de dois anos não leio, ouço ou vejo qualquer coisa nos veículos do PIG. O boicote que você sugere já é posto em prática por mim há bastante tempo.

     

     

     

  22. só boicote não adianta.

    Não vejo TV a 5 anos, já perdi a conta de quanto tempo não leio os ‘jonalões’ e revistas. O espaço público de mídia hoje é a internet e os intelectuais de esquerda poderiam ser mais ativos nesse campo. Tanto para se informar como para divulgar ideias.

    Agora, boicote não adianta se a lei de concessões de rádio e TV não for revista, se não houver a lei da mídia e se governos que se pretendem de esquerda continuarem dando verba de publicidade para os jornalixos e assemelhados. Eles vão continuar com o que lhes dá poder que é o dinheiro, e não as ideias.

  23. já faço a minha parte

    Já boicoto esses veiculos há muito tempo. E faço propaganda negativa sempre.

    Não vejo os canais abertos muito menos a globo.

    Fsp, estadão,os tres porquinhos semanais- veja, istoé, epoca, nem pensar.

    CBN, radio estadão etc já deixei a muito tempo.

    Até um programa da radio Cultura de manha deixei de ouvir por conta dos comentarios tendenciosos. Perco a boa musica mas paciencia. 

    So lamento não ter dinheiro agora para assinar a Carta capital, Caros Amigos etc , resto não faz falta.

  24. As vezes acabamos por

    As vezes acabamos por financiar aqueles que estão a nos combater. Por isto já risquei estes canais de mídia do meu consumo. Aliás, por falar em consumo, também estou eliminando produtos oriundos do Estado de SP para não financiar tributariamente o Governador Alckmin. Financiamento de corrupção e golpismo? No way!

  25. Boicote Já

    Nassif:: a idéia é fabulosa. Sempre reclamei da grande mídia, reles objeto de manobra com, monopólio da notícia.

    Na primeira metade do século passado os grandes empresários donos destes noticiosos valiam-se da chantagem pessoal para conseguirem seus intentos maléficos. Vejam a história de Chatô, por exemplo.

    Os anos de chumbo os militares consentiram e facilitarem tal procedimento.

    Nos tempos atuais, após 1988, a inescrupulosa atitude continuou, apesar da tática haver mudado, onde passou-se a fazer semelhante chantagem, agora em volta do círculo pessoal e familiar daquele de quem queriam obter alguma vantagem ou detratar algum desafeto. Igualzinho as quadrilhas organizadas, que também assim agem. Em todas as esferas de poder.

    Por exemplo, se alguém vai testemunhar ou ter uma atitude contra qualquer deles recebem o recado —“sua filha, aquela menina inteligentíssima, que estuda na Universidade tal, em tal ano de graduação, é muito esforçada. Torcemos que continue assim. E se precisar de alguma coisa, conte conosoco”. Já deu nome e endereço aos bois. Se não entender, eles “desenham”. E é assim que faz a grande mídia.

    Viu a Juíza que iria analisar o pedido da defesa do ex-presidente. Logo logo saui reportagem sobre sua mãe. O recado foi suficiente para a magistrada largar a batata quente para o Verdugo de Curitiba, o único com autoridade e consentimento, no momento, interno e externo, para conduzir o caso. Isto se a ordem não veio “de cima”, sempre com a cumplicidade da grande mídia

    Não se esta contra ela espinafrar o governo. Mas quando o faz em detrimento aos verdadeiros interesses do Povo, encobrindo as safadezas dos seus cupinchas da oposição, então temos um desvio de finalidade. Um deserviço aos princípios morais e éticos da decência.

    Por estas e outras tantas, pelo boicote total e irrestrito

    “Delenda”, grande mídia. E já…

  26. A ideia é excelente,

    A ideia é excelente, porém…

    A mídia substitui – ou complementa – a religião na sua missão de fornecer certezas às mentes perturbadas com os conflitos existenciais comuns à humanidade. Como querer que as pessoas abram mão da mídia? Vamos a um caso específico: a Rede Globo é a única rede do país que oferece uma grade plena de programação de nível médio, no quesito entretenimento, e, claro, seus donos, os Marinho, usam isso para de fato DOMINAREM O BRASIL sem se submeterem às urnas… como acham que as pessoas vão preencherem seus tempos desligando a Globo e sem nada que a substitua, preferentemente com melhor qualidade e principalmente capacidade apelativa?

    Tá aquieta, homem de Deus! Tá tudo dominado. E gosta disso.

    • Não leio tais jornais não

      Não leio tais jornais não vejo tais tvs faço uma tal de “sabotagem” com as tais revistas e estou adorando. É guerra Sinhô.

       

       

       

       

  27. Boicote a grande midia

    Devo dizer uma coisa que é de conhecimentos de todos, vai vencer este momento critico quem for mais inteligente e rapido,

    grande parte da população tem TV a Cabo, correto, gostaria de propor aos nobres colegas a seguinte opcão

    Como podemos pedir as gestoras NET, GVT, SKY de eliminar os canais abaixo de nosso pacote como assinante.

    Globo 

    Globo news

    Do pacote de canais que possuimos em casa eu não vou mais assitir estes canais, mas para uma operadora destas talvez podemos fazer um abaixo assinado evitando os canais globais, a um custo menor do pacote ou mesmo mantendo o valor mas que nós possamos mostrar nossa indignação pedindo para exclui-la de nosso sistema televisivo.

    Com certeza mesmo que não consigamos, eles começaram a entrar em choque, principalmente se nós conseguimos mais de 500 mil assinaturas..

    abraços,

    Mentes criativas

     

  28. Império do verbo

    Chamamento comovente.Nenhum leitor simpatizante, eleitor esquerdista , governista,  assina a imprensa tradicional. Portanto,inócuo tal providência. Isto não impede que todos leiam rigorosamente e continuem lendo o que é publicado pela mídia da direita.  A única solução efetiva e prática seria calar a grande mídia. O resto é firula.O tempo dirá se haverá  a queda  definitiva dos meios de comunicação , quanto ao seu suposto poder de influenciar pessoas pela  parcialidade na divulgação dos fatos.

  29. João Feres Jr: Boicote a grande mídia!

    Divulguei o meu texto abaixo váriso dias pelo Facebook e blogs progressistas…

    Governo Federal – DILMA e LULA, tem que RETIRAR A PROPAGANDA OFICIAL da GLOBO.

    A CAIXA está financiando a GLOBO que ataca o governo, o PT e qualquer força progressista.Vamos abrir uma campanha para forçar o governo federal a retirar a propaganda oficial da GLOBO, VEJA, FOLHA DE SÃO PAULO. BASTA de ser republicano com essa direita golpista, reacionária e entreguista.  GOVERNO tem que colocar MAIS ESTUDANTES POBRES nos CURSOS DE DIREITO para parte deles virar PROMOTOR e JUIZ. Só assim os ÓRGÃOS DA JUSTIÇA no Brasil MUDARÃO para melhor. Hoje a grande maioria dos PROMOTORES e JUÍZES é de famílias burguesas e até MAÇONS.CIRCULEM a proposta pelo seus contatos nas redes sociais. VAMOS APOIAR O GOVERNO MAS PRESSIONAR TAMBÉM pra ele sair da defensiva.

     

  30. Esse é o caminho. Precisamos

    Esse é o caminho. Precisamos organizar várias iniciativas como essa em uma grande rede, de modo que vários boicotes seletivos se unam e criem um movimento forte, visível e com alto potencial de formar opinião. O professor João Feres e outros intelectuais já deram início ao boicote na colaboraração com seus conhecimentos em reportagens do pig. É necessários novos boicotes e recusas. O mais fácil é simplesmente ninguém mais assistir tv ao menor “cheiro” de fascismo e de leviandande contra o governo e contra o estado de direito. Eu faço a minha parte: há tempos não assisto tv e nem leio as revistas do pig. Se tenho opção, nem fico em ambiente com tv ligada. Também  podemos parar de consumir, na medida do possível, produtos cujas marcas anunciem no pig. Digo na medida do possível porque às vezes fica bem difícil. Outra iniciativa é criticar duramente nas redes e nas relações cotidianas atores e músicos que apoiem o golpe. Também devemos boicotar seus filmes e shows. Esportistas idem. E por aí vai. Conclamo a todos que apresentem novas ideias de boicote.

  31. É bom, mas pouco

    A idéia é boa, porém mas de pouco alcance. Já faço isto em casa há anos, com excelentes resultados, principalmente para minha família. Tudo o que vem da midia é em geral venenoso, desagregador, pernicioso e nocivo.

    Basta lembrar que todas as vezes que a midia apoiou alguém, este alguém era contra o bem estar dos brasileiros. Militares, Collor, FHC, Cunha, e por aí vai… E isto sem falar no material totalmente imoral que são as novelas, e filmes, escolas de marginalidade e bandidagem, que corrompem a ,nossa juventude, que se fosse livrada disto, cresceria com muito menos veneno na mente. Nenhuma preocupação em exibir conteúdos educativos e sadios. Sem contar a disseminação do ódio no Brasil pelços telejornais da midia, que incitam o Brasil para o fascismo e a guerra civil.

    Sua idéia de banir a midia de dentro de nossas casas faz um bem incrível a família. aqui em casa, brigamos muitíssimo menos, e o clima ficou menos pesado depois que paramos de assistir filmes e novelas do PiG. Se uma pessoa quiser se livrar da depressão, basta parar de assistir o jornal do PiG, onde exibem um Brasil apocaliptico.

    Mas não se iluda, só o controle remoto não vai ser usado por grande parcela da população. e mesmo que fosse, bastaria o 1% mais rico continuar assistindo a midia, para o país continuar a beira do abismo. Realmente, seria necessário uma jogada de mestre, de um Gênio enxadrezista para derrubar o PiG.

  32. O boicote é necessário, por

    O boicote é necessário, por parte dos cidadãos. Já não há mais nada de jornalismo nesses veículos ou emissoras, mas apenas panfletagem golpista e manipulação. Contudo, quem realmente deveria impor um total boicote é o governo federal e as estatais sob seu controle. Só a Globo recebe cerca de R$ 500 milhões por ano em publicidade. Uma vergonha. O governo praticamente financia a folha de pagamento desses golpistas canalhas. Dinheiro jogado fora, que faria bem se aplicado à Educação ou na saúde pública. Uma pequena parte até poderia ser transferida para bancar as mídias alternativas, inclusive na Internet.

    Um outro boicote interessante é o das empresas que patrocinam a Globo e afins. Se milhares de pessoas deixarem de comprar produtos de empresas que anunciam na mídia golpista pode ser que essas empresas deixem de anunciar. E com isso construiremos coletivamente o fim dessa mídia canalha, vendida e bandida.

  33. demorou….

    Assinaturas: Folha de SP, Estadão, Globo, Net: Cancelados há tempo: uns dez anos…

    A tal da “Veja”,  nunca li, nem de graça…. 

     

  34. Eu assisto todos os canais…

    Eu assisto todos os canais de reportagem menos a TV aberta rede Globo, mas assisto o G1, tem algumas programações que eu gosto, já gostei de assistir o jornal das 18h no G1 hoje já não gosto mais. Assisto a  BANDNEWS que também não fica muito longe do G1, então RecNews, NBR, mas informações jornalísticas que fala sobre política os únicos que eu gosto mesmo são os 30 blogs que frequento,pois cada um deles traz sempre uma novidade desde a política a cultura , o meu maior interesse na TV é para filmes, documentários , entrevistas, TV senado, TV câmara, TV justiça.

  35. Estou de alma lavada

    Depois que a RGT foi obrigada a vender sua parte na NET, me libertei completamente desta mídia.

    E com um bônus. Atraves do intrépido gatinho de sinal, mesmo que eu sintonize os canais golpistas para futebol e ocasiões esporádicas (acompanhar os passos do inimigo), não serei detectado no ibope e, portanto, sou invisível para os anunciantes.

    Boicotar a TV aberta, jornais e revistas não é o maior desafio. O maior desafio está na TV fechada e internet. Nas classes médias, a RGT e seus comparsas influenciam livremente a manada.

    Até hoje, depois de vários anos, me surpreendo com a quantidade de pessoas que tem como hábito acessar o endereço globo.com em seu ambiente de trabalho.

    Será a fronteira final onde a batalha derradeira acontecerá.

  36. Proibidão

    Aqui em casa não se vê mais a Globo. A minha mulher proibiu. Nem Ana Maria para a mãe dela está liberado. Outro dia me pegou na internet com o Globo aberto e não adiantou eu tentar explicar que temos que conhecer o que o inimigo fala. Proibidão.

  37. Boicote

    Concordo, vamos boicotar, eu não assisto TV aberta e nem paga faz muito tempo, busco notícias apenas na internet, mas discordo de uma coisa, de boicotar a todos, acredito que é melhor centrar o foco no mais poderoso, derrotado este, derrubamos os demais, por isto escrevi um texto em meu blog:

    Todos, agora, compreendem: DESTRUIR A GLOBO É SALVAR A DEMOCRACIA!!!

    AGORA A GLOBO É NOSSO ALVO!!!

    https://rebeldesilente.wordpress.com/2016/03/23/agora-a-globo-e-nosso-alvo/

  38. Alguns pastores também

    Alguns pastores também proibem rádio e televisão. É uma maneira simples de dominar as mentes, impedindo que o discernimento delas as faça formar sua própria opinião.

  39. Cancelei minha assinatura de um jornal golpista

    Escrevi para o Estadão solicitando o cancelamento de minha assinatura. Escrevi: Por favor, cancelem minha assinatura, pois não posso compactuar com um Jornal Golpista que comete atentados contra o Estado de Direito.

  40. O Safatle devia sair também.

    O Safatle devia sair também. Como você disse, a presença de intelectuais de esquerda só favorece o que sobrou de credibilidade para o tal jornal. 

  41. Grobo

    Aqui em casa também a Groubo não entra. Qualquer emissora, jornal ou revista golpista e desinformativo está barrado.

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