4 de junho de 2026

O falso escândalo do Estadão com as atas da Petrobras

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Conteúdo da reportagem:

“A Petrobrás informou que as reuniões do Conselho de Administração são registradas por meio de gravador “colocado na sala” do encontro e também por meio de videoconferência. “Após as respectivas atas serem aprovadas e assinadas por todos os membros das respectivas reuniões, as gravações são eliminadas”, alegou a estatal. Segundo a empresa, isso vale para reuniões de março de 2006, com a participação de Dilma, e de 2012, nas quais foram aprovadas as duas etapas da compra de Pasadena. “Os dados (gravados) pretendidos não existem”, acrescentou.

(…) Dois conselheiros de administração informaram do Estado que a estatal “tradicionalmente” destrói as gravações. O procedimento só cessou após a Operação Lava Jato, deflagrada em março do ano passado, como forma de “manter” informações e evitar problemas com os investigadores. “As atas das reuniões são um registro precário. Certamente, um áudio permite visão bem mais completa do que ocorre (nos encontros)”, disse, reservadamente, um dos conselheiros.”

Se nada ocorreu fora das regras normais, onde está o escândalo?

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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18 Comentários
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  1. Lionel Rupaud

    30 de abril de 2015 6:14 pm

    Há muito tempo que o OESP se perdeu

    nos dutos de esgoto da Sabesp.

  2. Cunha

    30 de abril de 2015 6:36 pm

    O escândalo está no fato dos

    O escândalo está no fato dos golpistas ( leia-se mídia ) agirem com toda a liberdade no nosso país.

  3. EMILSON Richard Werner

    30 de abril de 2015 7:14 pm

    É isso mesmo?

    Então, para o Estadão, um áudio permite visão? Há uma certa confusão de sentidos, aí! Para permitir a visão, teríamos de filmar as reuniões, não apenas gravá-las em áudio.

  4. EMILSON Richard Werner

    30 de abril de 2015 7:14 pm

    É isso mesmo?

    Então, para o Estadão, um áudio permite visão? Há uma certa confusão de sentidos, aí! Para permitir a visão, teríamos de filmar as reuniões, não apenas gravá-las em áudio.

    1. Flaviano

      1 de maio de 2015 11:57 am

      Filmr em 3D e com transmissão

      Filmr em 3D e com transmissão ao vivo pela Globobo. Ajudaria no aumento da audiência da moribunda.

  5. Marcos Piccirillo

    30 de abril de 2015 8:18 pm

    Tanto faz. O áudio seria

    Tanto faz. O áudio seria cortado pela imprensa nas passagens em que Fabio Barbosa, ex-Petrobras e atual Editora Abril, dá o seu “de acordo” para Pasadena.

  6. Alan Souza

    30 de abril de 2015 8:25 pm

    Clássico!

    A escandalização do nada! Um clássico da nossa mídia!

  7. hora

    30 de abril de 2015 8:32 pm

    Me perdoe a crítica ao

    Me perdoe a crítica ao “eufemismo” em que os blogues tratam “crimes de reputação”, “crimes de informação”, “perjúrio”, “crimes patrimoniais”, “crimes especulativos”, “crimes contra acionistas”, enfim estes nomes em que vocês tenta aliviar “pilantragem” se fosse pobres que fizessem isto aí sim seriam tratados como criminnosos.

    Não se trata de “O falso escândalo do estadão com as atas da Petrobrás”, Nassif, há no mercado internacional, nome mais apropriado para isto, você como economista sabe, e dá cadeia, pois lesam os investidores, depreciam ações, então o nome não é “falso escândalo” isto contribui para que a fraca justiça do país, não veja estes crimes econômicos,  especulativos no país.

     

  8. Mario Alexandre T

    30 de abril de 2015 9:52 pm

    E a transparência ?

    Escândalo está em não achar que deva ser obrigatório manter essas gravaçõea arquivadas.

    Escândalo está em achar normal, apesar de legal, que SÓ depois de denúncias que começaram a mater arquivcadas.

    Peenei que o Nassif fosse a favor de transparência.

    p.s : Não existe legislação sobre isso ? 

    p.s. 2 : Se destroem, para que gravam ??????????????????????????????

    1. GILBA

      1 de maio de 2015 12:37 am

      Gravar e arquivar

      Gravar e arquivar indefinidamente….que desperdício..A gravação serviria pra quê se amídia cria as próparias gravações? Gostaria de ouvir a gravação da reunião que Cabral fez ao chegar ao Brasil…Ah…por favor..

    2. arnaldo persevalli neto

      1 de maio de 2015 2:36 am

      Gravações só servem para dar


      Gravações só servem para dar subsidios a ata propriamente dita, que depois será escrita em papel ou meio digital e assinada por todos os que participam ou participaram das reuniões. Simples assim.

    3. Luiz Cesar 2

      1 de maio de 2015 9:32 am

      “Se destroem, para que gravam

      “Se destroem, para que gravam ??????????????????????????????”

      Quer saber mesmo?

      Para que a ata, escrita e arquivada, registre o que foi tratado na reunião.

       

      “Não existe legislação sobre isso ? “

      Quer saber mesmo? De verdade?

    4. Flaviano

      1 de maio de 2015 11:54 am

      Meu amigo, uma pesso que sabe

      Meu amigo, uma pesso que sabe que está sendo gravada não confessaria um peido, que dirá um crime.

      Gostei da idéia de gravar a reunião. Deixa a Ata mais consistente, não dependendo somente da memória do relator. Mas realmente o custo de guardar as gravações não vale.

  9. Moraes

    30 de abril de 2015 11:31 pm

    Para que se grava? Ora, para

    Para que se grava? Ora, para produzir a ata da reuniao. Faz-se a degravação, imprime-se, os participantes assinam. Ponto. A fita é reutilizada. Já participei de numerosos conselhos de fundaçoes, colegiados acadêmicos, etc. Gravou, registrou, assinou – apaga e reutiliza. Qual é o problema? Não só não existe legislação para conservar como não existe para gravar. Era só que faltava…

  10. José Robson

    1 de maio de 2015 12:21 am

    ***

    A gravação é obrigatória, ou seja, está nos estatutos da companhia que as reuniões devam ser gravadas?

    Há regra legal nesse sentido?

    Ou tudo depende do que foi combinado?

    Enfim, quais são as regras do jogo?

    Como funcionam as sessões dos órgãos colegiados das companhias?

    As gravações são obrigatórias ou servem de meio para ajudar na elaboração da ata? 

     

  11. Allex

    1 de maio de 2015 12:59 am

    Como já dito por aqui, não

    Como já dito por aqui, não sei se é ilegal porque desconheço a cultura, os estatutos e a legislação sobre o tema. Mas (e também já foi dito), se grava, pra que destroi? E se passou a não destruir depois da operação lava jato, é sinal de que chegaram à óbvia conclusão de que o correto é gravar e manter a gravação sempre. Na boa, isso parece conto kafkiano. E a defesa do blogueiro saiu mais confusa e inútil do que a reportagem. Um pouco de investigação e estudo acerca do tema antes de publicar cairia muito bem, tanto para o Estadão quanto para o GGN.

  12. Assim Falou Golbery

    1 de maio de 2015 2:49 am

    1  –  A petrobras é de

    1  –  A petrobras é de importância capital e qualquer informação pública pode ser usada para destruir até o país

    2 – se tiver que gravar tudo, será uma uma fonte de corrupção e primeiro para não gravarem nada de roubalheira

  13. Xiru

    1 de maio de 2015 8:17 am

    Fazer uma ata

    Ata no livro de atas,

    Ata é ata, gravação de uma reunião é gravação e auxilia a responsabilidade pela confecção da ata.

    Ata se aprova geralmente numa reunião seguinte e por quem teve presente. Duvidas, coreções, ressalvas, pode ai também ser um auxílio.

    Depois da ata aprovada e registrada, qualquer comentário que possa por em dúvida a lisura da ata, feita por quem participou da reunião e aprovou a ata, depõe contra a moral de quem comenta. É uma ofensa.

    No mais, só normas, regimentos e estatutos podem contestar,

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