4 de junho de 2026

A presença negra no rock, por Rubens Giaquinto

Do Mundo Negro

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O rock explodiu na década de 50 nos Estados Unidos, porém sua ascendência traz elementos da cultura africana e europeia. Sua origem encontra-se no blues, gospel, jazz, folk e country. Curiosamente, os primeiros nomes que chegaram ao mainstream do rock eram predominantemente negros, como por exemplo, Fats Domino, Chuck Berry e Little Richard.
 
Rubens Giaquinto
 
Nesta fase do rock as letras retratavam o amor romântico, sexo, eram dançantes e a bateria constituía-se num elemento forte que predominava nas músicas. Na segunda geração do rock houve um certo branqueamento. Predominou Elvis Presley, Jerry Lee Lewis e Buddy Holly. Era um rock menos estridente, em comparação com o dos roqueiros da primeira geração. Ganhou um status mais comercial. Elvis era um galã que encantava as meninas da época.
 
Na década de 60 surgiram os meninos de Liverpool. Traziam o rock clássico, com elementos pops, mas apresentando uma
música mais comportada. Os Stones trouxeram a rebeldia. Jagger era um tipo mais transgressor. Em meio a tudo isso, nasce a soul music, trazendo a negritude para o rock, novamente. A gravadora Motown lançou diversos artistas negros, dentre eles,
Marvin Gaye, The Temptations e The Miracles. Michael Jackson, mais tarde, pertenceu a esta gravadora.

 
Num terceiro momento, importante na história do rock, foi o que até hoje virou mito: A GUITARRA. Surgiram dois grandes
mitos da guitarra, Eric Clapton e Jimi Hendrix. Com a valorização da guitarra surgiram o rock progressivo, com seu maior expoente comercial, o Led Zeppelin, apresentando um som arrogante mas, bem trabalhado.
 
Na década de 70 o público do rock havia envelhecido e buscava novos ares. Neste momento apareceram no cenário artistas mais pop, que misturavam ao rock o piano e o violão, como os trabalhos de Elton John, Paul Simon e Neil Young. Nesta geração a tecnologia também era um elemento muito forte e, as letras preconizavam o amor romântico.
 
No final dos anos 70 surgiu o punk rock na Inglaterra, numa reação ao pop dos anos 70. Vestindo roupas rasgadas, apresentando uma música crua e com poucos acordes. Ofendendo a rainha e o capitalismo, surgiram os Sex Pistols
e o The Clash. O que era para ser uma música anticomercial, foi ‘fagocitada’ pelo capitalismo e ganhou o show business
mundial.
 
Falando um pouco sobre o rock ‘Brazuca’, nossa história tem um pouco a ver com o punk rock inglês, principalmente o rock
de Brasília. As bandas Aborto Elétrico (primórdios da Legião Urbana), Plebe Rude, Capital Inicial e Paralamas, beberam na
fonte do punk inglês. Mas, nosso rock tem certas particularidades, como por exemplo, é branco, machista, classe média e universitário. Principalmente no mainstream, a presença de negros e mulheres sempre foi muito raro.  Apesar destas características, o rock nacional sempre foi de alta qualidade. Todavia, é fato que as grandes bandas sempre sairão dos lugares mais abastados do Brasil, como os meninos da zona sul. Estou dizendo que, principalmente no mainstream, porque há diversas bandas na periferia e nos espaços ditos alternativos. Dois expoentes que levaram a negritude para o rock são as bandas Os Inocentes e Devotos do Ódio. Mas, infelizmente, apesar do excelente trabalho, não são bandas conhecidas do grande público. Na primeira fase, o rock nacional explodiu em Brasília, Rio de janeiro e São Paulo. Em seguida, veio o sul do país. Só na década de 90 Minas Gerais entra no cenário do rock nacional.
 
Atualmente o rock perdeu sua veia contestatória. Acredito que bateria, guitarra e baixo, ainda constituem um trio poderoso na disputa hegemônica por uma sociedade mais justa, igualitária, sem racismo e com mais terra para o povo do campo. Infelizmente, as bandas que representam, de forma satisfatória estas questões, muitas vezes não tem espaço nem para ensaiar. Porque são filhos da classe trabalhadora. Fica uma pergunta: Porque que as bandas de rock da classe trabalhadora sempre ficam no meio do caminho? Está tudo meio fora do eixo. Só para deixar claro, existe um produção imensa de rock nas periferias brasileiras de grandíssima qualidade de arranjos e letras.
 
E preciso um grande pacto com os movimentos sociais, sindicais, artistas populares e com os intelectuais progressistas, para rompermos com a lógica do capital excludente. Só assim será possível vislumbrarmos festivais, gravadoras e artistas populares engajados em amar e mudar as coisas . Porque, do contrário, virão outros Lobão!
 
*Rubens Giaquinto vocal e guitarra (Banda João Andante)
 

 

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Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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28 Comentários
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  1. Jair Fonseca

    23 de dezembro de 2013 3:37 pm

    Ótimo texto, com reflexões

    Ótimo texto, com reflexões importantes por considerar o papel fundamental e pouco lembrado das questões de classe e raça na história do rock. Em sua trajetória, este foi principalmente uma manifestação artística das classes trabalhadoras, dos pobres, tanto nos Estados Unidos quanto na Inglaterra, sendo que na América o papel dos negros foi fundamental, como tem apontado essa série de posts excelentes sobre o assunto. Só trago alguma contribuição ao texto do Rubens: faltou lembrar o primeiro artista americano negro (ou mestiço), que foi muito além de Clapton e outros guitarristas brancos do rock: Jimi Hendrix. E a gravadora Stax, anterior à Motown, que lançou uma extensa galeria de excelentes artistas negros dos Estados Unidos: Otis Redding, Sam and Dave, Isaac Hayes, Rufus and Carla Thomas, etc. Aliás, Booker T. & the MG’s era a banda de apoio da Stax e provavelmente foi o primeiro grupo rock-soul-pop interracial dos Estados Unidos, bem no início dos anos 60. O racismo era tão acentuado lá que Hendrix só tocaria com músicos brancos depois de sua ida pra Inglaterra, no final da década de 60. Quanto às bandas de rock compostas por negros, é preciso lembrar as de George Clinton: Funkadelic e Parliament, excelentes.

    1. Orlando

      23 de dezembro de 2013 4:44 pm

      Quanto às bandas de rock

      Quanto às bandas de rock compostas por negros, é preciso lembrar as de George Clinton: Funkadelic e Parliament, excelentes.

      George Clinton: Funkadelic e Parliament não fazem rock. Faziam, e fazem até hoje, música negra e para negros nas decadas de 1960/1970. Enfim, há o rock e a música negra, isto é, o soul, o blues, o gospel etc. Hendrix foi criticado, pelos negros nos EUA, por fazer música de branco – o rock em sua segunda geração pós rock and roll. Os negros nos EUA n unca consideraram o rock como coisa de negro. A associação do rock com o country dos red necks racistas do sul e meio oeste americanos desgostava os negros americanos.

      1. Jair Fonseca

        23 de dezembro de 2013 4:47 pm

        “Quem diz que uma banda funk não pode tocar rock?!”

        Essa é uma canção de George Clinton com o Funkadelic: “Who says a funk band can’t play rock?!”

        http://www.youtube.com/watch?v=R2nqZCSnN1U

      2. fausto monteiro

        24 de dezembro de 2013 3:14 am

        Só não concordo quando dizes

        Só não concordo quando dizes que fazem música para negros.Fazem música para humanos.Sou branco miscigendo, filho de pais brancos e negros , e detesto quando estou ouvindo black music dos 70’s e veem me perguntar porque eu gosto de música de preto.BRASIL AINDA É EXTREMAMENTE RACISTA E NÃO RECONHECE A RIQUEZA QUE NÓS NEGROS (AINDA QUE COM PELE BRANCA) ACRESCENTAMOS À ESTE PAÍS.

  2. Orlando

    23 de dezembro de 2013 3:54 pm

    Soul não tem nada a ver com rock

    Acho que o autor mistura fatos. Rock é algo datado – meados da década de 1950 e início do anos de 1960 – a partir daí nasce o Pop e de certo modo Beatles se enquadram melhor aí – no Pop. Por outro lado,  o Rock  dos Rolling Stones estariam melhor como “neoblues”  ou uma variante pop, e branca, da música negra de raiz – John Mayll foi na mesma linha. Os Beatles, ao contrário dos Stones, traz todo um  imaginário do folk inglês e mistura com influências negras e rock and roll de raiz – Chuck Berry e afins.

    Nos EUA, temos Buffalo Springfield, que depois deu no Crosby, Still, Nash and Young, que faz um country rock – com mais influências brancas do que negras. Na mesma época temos os Almann Brothers que fazem blues com forte influência da música negra. A partir dai o tal Rock se descontrói e se dilui. Zeppelin parte para um som mais pesado, sem renegar as raízes negras e sem ser heavy metal e temos o Queen e seu glitter rock.

    Em meio a isso tudo a música negra se reinventa  e surge o soul de Wilson Picket e Sam Cooke, e suas variantes mais dançantes de Temptatinos e outros. O veículo para toda essa música negra é a gravadora Motown. Amy Winehouse bebeu nessa fonte de música negra. Sobretudo, soul não tem nada a ver com Rock!!!

    1. Jair Fonseca

      23 de dezembro de 2013 4:59 pm

      “Sobretudo, soul não tem nada a ver com Rock!!!”

      Como? Segue a excelente banda Booker T. And The MGs, que acompanhou Otis Redding e muitos outros artistas negros da Stax, desde o início dos anos 60. Conforme narrei, provavelmente foi a primeira banda interracial dos EUA. Aliás, Cropper, seu guitarrista foi co-autor de vários sucessos da soul music, inclusive com Otis Redding, provavelmente a grande voz da soul music americana. 

      http://www.youtube.com/watch?v=Lsu1gtGuvao

      1. Orlando

        23 de dezembro de 2013 5:11 pm

        Jair Fonseca
        Do mesmo modo

        Jair Fonseca

        Do mesmo modo que baião não é samba enredo de escola de samba, soul não é rock. A música negra dos anos de 1960/1970 era, sobretudo, uma bandeira de identidade negra  ou a cosia do Black Pride dos anos de chumbo do racismo americano  ou os anos de 1960. Coisa de negro ou singularidade negra igual a soul music. 

        1. Jair Fonseca

          23 de dezembro de 2013 5:18 pm

          Orlando, sei que soul não é

          Orlando, sei que soul não é rock – que ainda é mais híbrido por natureza. O que se constata é a mistura desses dois estilos/ritmos musicais.

  3. Orlando

    23 de dezembro de 2013 3:57 pm

    Mais negro do que o Hendrix

    Mais negro do que o Hendrix impossível! Hendrix era negro.

    1. Jair Fonseca

      23 de dezembro de 2013 5:06 pm

      A ascendência de Hendrix era

      A ascendência de Hendrix era negra, indígena e branca. Claro que nos Estados Unidos mestiços são considerados e muitas vezes se consideram negros.

      1. Orlando

        23 de dezembro de 2013 5:31 pm

        Jair Fonseca
        A miscigenação é

        Jair Fonseca

        A miscigenação é uma condição da raça humana, posto que não existe etnia pura. Deves ser branco, mas um exame de sangue iria mostrar que tens sangue negro ou indigena. Do mesmo modo sou eurodescendente, isto é, tenho sangue europeu e branco. No entanto o que determina o que você é, ou a sua cor, não é o sangue o DNA. Sobretudo, é a sua cultura, ou como a cultura o vê. Hendrix foi criado nos EUA racista dos anos de 1940/1950 e a pele do Hendrix era escura/preta, portanto, Hendrix era visto e tratado como o negro que ele era. Do mesmo modo, no Brasil, apesar de ser eurodescendente, minha pele é negra é a minha formação se dá dentro da estrutura racista do Brasil, ou seja, sou visto e tratado, ou melhor, não raro, eu (des)tratado como negro. Nesse sentido “raça” é uma construção social e a cor da pele é, na verdade, a sua única identidade étnica.

        Sua pele deve ser branca mas comoo és miscigenado, creio eu,  não devas ser um branco puro. Afinal és brasileiro e no Brasil não há brancos ou negros – somos todos misturados.. Nos EUa por conta do One Drop de sangue e com a pele escura e negra nunca se questionou a negritude de Hendrix. a não ser quando Hendrix se tornou o maior guitarrsita de todos os tempos e, aí então, os setores racistas de plantão não aceitam, ou aceitavam, que um negro possa ser o maior quitarrista de todos os tempos. Aí se “descobriu” que ele tinha sangue branco  e apache. Todavia, Hendrix não foi jamais criado por brancos ou por apaches, portanto, sua música sempre foi o produto/resultado da cultura do cotton colhido pelos seus antepassados negros e escravos.

        Hendrix não tem nada de branco. 

  4. Ricardo Pereira

    23 de dezembro de 2013 4:14 pm

    Led Zeppelin progressivo?

    O autor certamente ta confundindo rock progressivo com hard rock.  O Led tem até uma ou outra musica mais progressiva, mas jamais foi a banda principal desta vertente, que tem Pink Floyd, Emerson, Lake and Palmer, Yes e Jethro Tull como expoentes, nao esquecendo do Genesis, claro!  O proprio Robert Plant confessou que sua principal influencia era o blues de Chicago (Muddy Waters, Buddy Guy, etc), enquanto que os progressivos tem como principal influencia a musica erudita ou classica.  Espero que tenha ficado claro a todos as diferenças entre progressivo e hard rock.

    1. Jurgen2010

      23 de dezembro de 2013 4:40 pm

      Errou muito

      “…o rock progressivo, com seu maior expoente comercial, o Led Zeppelin,…” De onde saiu isto? O Led nunca foi progressivo. A maior expressão do progressivo, inclusive comercial foi o Pink Floyd.  O Led é considerado o criador do Hard Rock. Dããã!

      1. Jair Fonseca

        23 de dezembro de 2013 5:15 pm

        A rigor, o Led Zepp está mais

        A rigor, o Led Zepp está mais pra hard rock mesmo, mas é evidente que há elementos de rock progressivo em sua obra. Até no Deep Purple… Cuidado com o purismo, pessoal, isso não existe ou não deveria existir na cultura. Tudo é mistura!

        1. Jurgen2010

          23 de dezembro de 2013 7:00 pm

          Tudo é mistura?

          Eu diria tudo é influência. 😉 Se procurarmos encontraremos o progressivo já nos Beatles. Mas quando falamos em rótulos musicais, não podemos ignorar o significado de todo um trabalho. E chamar o Led Zeppelin de progressivo, que é a REFERÊNCIA do Hard Rock, é no mínimo, desconhecimento.

        2. Ricardo Pereira

          23 de dezembro de 2013 10:39 pm

          até concordo que haja mistura

          mas o texto afirma que o Led é o principal representante do genero. Jair, nao força a barra, meu amigo!  Falo com absoluta tranquilidade pois tb sou musico e ja tive a oportunidade de conhecer a fundo o genero progressivo e até ja me arrisquei a cantar alguma coisa do Led nas minhas bandas.  Nao dá pra comparar os aspectos harmonicos mais elaborados de um Gentle Giant, um Pink Floyd, Focus, Gong ou mesmo os Mutantes (o A e o Z é considerado a fina flor do progressivo brasileiro) com a pegada hard rock, baseada em guitarras pesadas do Led.

  5. Orlando

    23 de dezembro de 2013 5:05 pm

    Jair Fonseca 
    Seguindo esse

    Jair Fonseca 

    Seguindo esse seu raciocínio a Elis Regina deveria ser considerada uma cantora de boleros por ter cantado “Dois para lá e Dois para cá”?

    Enfim, sou music não é rock, e do mesmo modo, funk não é rock. E Gerorge Clinton jamais foi roqueiro.

    1. Jair Fonseca

      23 de dezembro de 2013 5:11 pm

      Oi, Orlando.

      Respondi abaixo com uma canção de Clinton com o Funkadelic: “Quem diz que uma banda funk não pode tocar rock?!” Não há purismo em cultura, meu caro, ou não deveria haver. Tudo é mistura.

      1. Orlando

        23 de dezembro de 2013 5:44 pm

        Jair Fonseca
        Uma coisa é até

        Jair Fonseca

        Uma coisa é até que deixa de ser. O Primitivo rock and roll teve tantos subgeneros que hoje é música Pop. do mesmo o JAZZ, no século passado, teve vários tipos de Jazz e, depois do fusion, se diluiu. O soul desse período que você fala não tem nada a ver com rock e é pura música negra. E só.

  6. morallis

    23 de dezembro de 2013 6:36 pm

    Socorrro!!                 

    Socorrro!!

     

    (1967)

     

    [video:http://youtu.be/lgrp4G0RNjw%5D          

     

    Socorroooo!

    (anos 90)

    [video:http://youtu.be/RKUy4_l1CB4%5D           

     

     

     

    e tem mais… 

    1. Klaus BF

      23 de dezembro de 2013 6:45 pm

      Gosto dessa!

      http://www.youtube.com/watch?v=YZqTLJ6L5tw

      1. morallis

        23 de dezembro de 2013 7:02 pm

        Então ..tome essa! o que? tem

        Então ..tome essa! o que? tem 2 brancos e daí ! Guitarra e bateria black power rock!

        (1974)   

        [video:http://youtu.be/RktBbUJICtA%5D

         

        Obs.Tem prog-rock feito por negros tambem, não tem no Youtube e nao vou ripar

        meu vinil ,ainda.

        1. morallis

          23 de dezembro de 2013 7:24 pm

          Mudei de ideia..black no

          Mudei de ideia..black no prog.

          (1971)

          Julian Jay Savarin

           

           

          [video:http://youtu.be/ht2du3Ovn5I%5D  e tem mais  tem em todo lugar!

  7. morallis

    23 de dezembro de 2013 6:44 pm

    Uma coisa eu tenho que

    Uma coisa eu tenho que concordar, o rock é tão  mas tão democratico que da margem prá tudo

    falar , chutar, crer , sonhar  etc. Basta fazer um apanhado e mandar bala., a paixão não precisa

     razão,  nem vou me ater as guitarras e o rock “progressivo do led zeppelin ” ou o punk -rock  do

    “Eloy ou o soul-psicodélico do ” Popol vuh, som na caixa.

  8. Pereira Pereira

    23 de dezembro de 2013 11:38 pm

    rock não é música dos negros.

    rock não é música dos negros. passaram o dia inteiro p juntar uns gatos pingados , a maioria já mortos há mt tempo. o q surgiu lááá atrás, ficou lááá atrás, depois foi assimilado pelos brancos e virou diluição. no jazz encontramos músicos mt importantes a maioria negros, mas mts brancos q produziram obras mt relevantes. o rock é coisa de branco.

    1. morallis

      24 de dezembro de 2013 3:12 am

      Não sei se a discussão era

      Não sei se a discussão era essa mas acredito que todo mundo sabe e concorda com o que  voce disse.

    2. TY

      10 de abril de 2014 12:07 pm

      Pqp,quanta merda vc disse.O

      Pqp,quanta merda vc disse.O seu rabo deve ter inveja da sua boca.

  9. Iolly Amancio

    1 de junho de 2015 5:23 am

    Vamos valorizar nosso rock galera!!

    Tem negr@s no rock sim, vamos valorizar!!

    Baixada Fluminense-RJ tem a Banda Gente, conheçam: https://www.facebook.com/BandaGente

    https://soundcloud.com/banda-gente

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