Por Luciano Hortêncio

Do carnaval de 1936, em gravação Victor de 6 de dezembro de 1935. Lançada um mês antes da folia momesca, em janeiro, disco 34018-A, matriz 80029. Formada por Capiba, a Jazz Band Acadêmica reunia universitários pernambucanos. Excursionou ao Sul do país e chegou até Buenos Aires. Na volta, de novo no Rio de Janeiro, gravou justamente este frevo-canção. O curioso é que Almirante deveria gravá-lo, mas não pôde comparecer ao estúdio, o que deu ao então jovem violinista Fernando Lobo, mais tarde compositor de destaque, a chance de fazer seu único registro como intérprete, este aqui. (Samuel Machado Filho)
Odonir Oliveira
18 de maio de 2015 1:52 pmUma gracinha!
E como Fernando Lobo jovem era parecido com o Edu lobo, né?
jns
18 de maio de 2015 2:23 pmMineirinho não!
Mineirim
Aprecia rabo de galo
Serafins
Gostam de água benta
Querubins
Tomam leite de onça
No mesmo botequim
Mas o primeiro não será levado ao céu
Fui!
jns
18 de maio de 2015 3:19 pmHISTÓRIA
Salões do Curral das Éguas
DIARIO DO NORDESTE | ZENILO ALMADA | 17.11.2012
Vamos, agora, realizar uma viagem em direção ao passado de nossa cidade, quando, nesta, havia espaços reservados às transgressões, como se tal espécie de isolamento livrasse os demais da culpa e do pecado
O tempo é inexorável. Sorrateiro, chega sem avisar deixando em nós, profundas rugas e vincos nos rostos alcançados com passar dos anos. São marcas indeléveis desavergonhadas se instalam, anunciando que a velhice também tem encantos traduzidos pela experiência de vida, dando seu status estabilidade de percurso natural do tempo. As indesejadas rugas acordam cedo, mesmo estejamos dormindo, com a alerta da morte de cada um de nós; não têm a clarividência de ser advertidos pelo Céu, por São Pedro – Guardião da entrada principal, vigia da passagem dos seus entes queridos, mostrando-lhes, com poderosa chave em suas mãos, o lugar destinado de sua saída da vida na terra.
Isso não quer predizer velhice como fim da mocidade, prenúncio do término de vida, mas época emblemática do recinto “Curral das Éguas”, onde mancebos despertados pela sexualidade se entregavam ao amor da “Mulher do Fado”, mas deleite para conhecer como funciona a “vida noturna” e os salões dançantes do baixo meretrício entregue às libações.
Aqui como lá
O “Salão Bola Preta” do carioca Almada tinha características próprias e idênticas aos salões de dança no Rio de Janeiro, embora com proporções desiguais; mesmo assim, “odaliscas” mais saltitantes se esbaldavam aos sons de instrumentos de percussão, de sons metálicos e sopro (trompete, trombone de vara e saxofone), cuja harmonia ressoava os mais afinados tons com acompanhamento da sanfona (acordeão). Bailarinos, com passos singulares e acrobáticos, arremessavam as “damas da noite” para o alto, com grande destreza e malabarismo, causando aos espectadores espetáculos circense pondo em prática libações em profusão contagiantes, nos copos de vinho.
O salão despertava arrebatadora atenção dos frequentadores, cujos rodopios entre casais traduziam-se no compasso do samba ou qualquer ritmo dançante, verdadeira apoteose infindável entre pares com admirável exuberância entre os mesmos. A música entoada nos diversos tons sonorizava com o menestrel da noite no clarão da luz de combustão de carbureto previamente ligado com antecedência, para iluminar o embalo da orquestra, nos intervalos da mudança dos ritmos e musicas previamente ensaiadas para execução e, deleite dos frequentadores do Curral das Éguas lugar fascinante orgia sem tempo para terminar os momentos de prazer, suspirado por desejos incontidos nos salões dançantes do famoso prostíbulo.
Dos mais longínquos recantos do Ceará, os sertanejos que por aqui nunca vindos ficavam deslumbrados com aquela paisagem cheia de aventuras, efusivos momentos com as “mariposas” que repentinamente os atraia com afagos e, da mais inesperada candidez esquecendo por algumas horas a crueza do torrão natal de agruras e solidão, distante do canto da cauã, bem-te-vi, galo de campina, rouxinol, canários, graúnas, curió, entre outros que embelezam a natureza.
O olho da lei
O “Curral das Éguas”, por ser lugar de baixo meretrício era mantido por severas ordens policial, do delegado Rodrigues e Comissário “Chico da Usina” que ajudava na manutenção do respeito às “borboletas noturnas”, fazia a vigilância ostensiva do baixo meretrício até alta madrugada quando os parceiros se aproximavam para “forrar” o estômago com panelada ou suculento caldo preparado das vísceras do boi para substituir outro tipo de jantar.
O respeito à ordem pública mantida por delegado Rodrigues, previa de tamanha segurança, para evitar desmandos e arruaças comuns nos ambientes onde impera a prostituição e excessos de bebidas alcoólicas ingeridas muitas vezes às escondidas fora dos horários permitido por ordem da Secretaria de Segurança Pública.
O público
O jocoso é que certos comerciantes, no seu jeito astuto para burlar a lei, colocavam, nos “bules de café”, cachaça, para vender nas xícaras de café às escondidas… Bebiam como se fosse café ingerido sem direito a fazer “cara feia”, de quem bebe álcool… Sem direito a tira-gosto, servia com rapidez, demonstrando como se estivesse bebendo café… Era verdadeira Lei-seca.
Essa proibição caso desobedecida e se pegado em flagrante, iria parar no xadrez até o dia seguinte, quando era liberado relaxado o flagrante se encarregava de higienizar o local da carceragem onde dormira com os demais infratores.
Espaço emblemático
O Salão Bola Preta do carioca Almada era o mais importante salão de dança do Curral das Éguas. Com coreto de madeira fixado na parede do mesmo, onde comportava 8 (oito) figurantes com instrumentos de “pau e corda” e sopro, abemolando. O som volatilizado com reduzida luz do gás de carbureto se expandia por todo o salão onde “mariposas” saltitantes faziam acrobacias corporais com parceiros metidos a almofadinhas imitavam as “danças carioca” arremessando as “horizontais” para o alto, amparando-as com as mãos na cintura num eterno rebolado de sons e balanceios harmonizados pelos remelexos das cadeiras e quadris, digno de ser apreciado. Outro salão também famoso e mais antigo do baixo meretrício era o “Salão Azul” de propriedade de José Vitalino como era conhecida tal figura. Cidadão de idade avançada, que vivia de alugar ou arrendar prédios no Arraial Moura Brasil, para explorar o ramo de salão dançantes e bar.
Ali também era mais um espaço do lenocínio da cidade de Fortaleza nas décadas de 40, 50 até 1960, quando se iniciou a transferência do mulherio para a praia do Farol, Cais do Porto, Mucuripe, Serviluz, Castelo Encantado e adjacências. O imóvel, adaptado a esses fins, tinha entrada amparada por cabine ou caixa, onde era cobrado o ingresso para ter acesso ao salão quando iniciasse a contradança com a “dama da noite” à espera dos participantes do forró, cujos trajes sumários atraiam os que ali se dirigiam para demonstração dos ritmos, samba, foxtrote, rumba, bolero, samba-canção, valsa e o mais afamado tango- um dos ritmos mais apreciados à época.
O controle da sexualidade pelo olho social
Michel Foucault, em seu estudo acerca da sexualidade, (História da sexualidade I – ao vontade de saber) ressalta o fato de que, no inicio do século XVII, as práticas sexuais “não procuravam o segredo; as palavras eram ditas sem reticência excessiva e, as coisas, sem demasiado disfarce”. Mas, com a burguesia vitoriana, a sexualidade, então, passa a ser cuidadosamente encerrada. A família conjugal a confisca. E absorve-a, inteiramente, na seriedade da função de reproduzir. Em torno do sexo, se cala. O casal legítimo e procriador dita a lei. Impõe-se como modelo, faz reinar a norma, detém a verdade, guarda o direito de falar, reservando-se o princípio do segredo. Ao espaço social, como no coração de cada moradia, um único lugar de sexualidade reconhecida, mas utilitário e fecundo: o quarto dos pais. Ao que sobra só resta encobrir-se; o decoro das atitudes esconde os corpos, a decência das palavras limpa os discursos. E se o estéril insiste, e se mostra demasiadamente, vira anormal: receberá este status e deverá pagar as sansões.
ZENILO ALMADA
COLABORADOR*
*Advogado
jns
18 de maio de 2015 5:05 pmTá ligada?
Encaminho o recorte de jornal
para o conhecimento da parceirinha Lenita,
que deverá assinar o recibo que acompanha este documento.
Depois, não venha dizer que não conhecia esta lei e que não foi alertada por ninguém.
Fui!
lucianohortencio
18 de maio de 2015 8:53 pmZenilo Ronald Almada Rodrigues!
Meu bom amigo Zenilo. Conheci-o em 1980, quando eu era Advogado de Ofício do Instituto Penal Paulo Sarasate e ele Secretário do Conselho Penitenciário. Gente finíssima e descolada. Partiu ano passado, acho que aos oitentinha, após ter passado uma boa vida de trabalho e lazer.
Obrigado, meu Guru, pela excelente lembrança! Viva Zenilo Almada
lenita
18 de maio de 2015 9:43 pmÔ jns, esse techo faz parte
Ô jns, esse techo faz parte de algum llivro? Seria Curral do salão das éguas ?
jns
19 de maio de 2015 12:12 amtá no som
Éguas Encurraladas no Salão
Lenita, depois do terceiro gole e do badalar dos sinos da meia-noite todos os gatos são pardos.
As imagens são de Gil Evegren (1914 ~ 1980), um mestre da publicidade americana, que produziu, com muito sucesso, ilustrações para Coca-Cola, General Eletric, entre outras.
O texto do Almada foi publicado no caderno 3 do Diário do Nordeste:
http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/caderno-3/saloes-do-curral-das-eguas-1.686742
lucianohortencio
18 de maio de 2015 3:49 pmSe num descobrir essa musga
VAI DIRETINHO PRO CÉU. Num passa nem pelopurgatório!
Amar, não está em nossa vontade.
O bem querer não se faz anunciar.
E quando, sorrateiro, nos invade,
A gente não sabe quando é para amar
Nao diga: dessa água não beberei,
Ah! Não zombe de quem sofre por amor.
Pois eu, que sou forte já chorei,
Eu que jamais acreditei nessa dor!
(Se demorar muito a descobrir vais ter o desprazer de ouvir minha voz interpretando a dita cuja. Gravo aqui e salvo. Tô avisanu!)
jns
18 de maio de 2015 4:48 pmMestre
Só você, que tái pertinho, pode acertar.
A Maria Madalena tá muito longe, escapando do meu alcance: não dá pra atirar nem a última pedra certeira nela.
Se eu conhecesse a música eu não diria nunca, pois sei que ela será interpretada por você – um show imperdível.
Odonir Oliveira
18 de maio de 2015 5:34 pmCom tanto poeta vivo nessa nossa academia, não acadêmica,
sinto que falam por mim
nas flores das quais nada havia dito,
apenas atirado em garrrafas ao mar !
jns
18 de maio de 2015 6:36 pmVão danadinhos pro Beleléu
Todos os membros da Sagrada Irmandade da Macaxeira Benta
Lulu, com o turbante usado para amoitar 30 kg da saborosa farinha de macaxeira sagrada, é o falso profeta que distribui a iguaria para todos que visitam os seus apreciados posts.
Muita calma nessa hora, porque o buraco no solo é a entrada disfarçada de um exuberante bordel, onde quem ajoelha tem que rezar.
Na imagem, pela ordem: o Profeta, Maria Luisa, jns, Lenita, Anna Dutra, Odonir e os demais parças.
Fui!
lucianohortencio
18 de maio de 2015 8:30 pmVocê falou demais e pra seu castigo
o marido dela quer falar consigo (gostou da concordância?)
Agora o Veim nem usa mais oclins…
[video:https://www.youtube.com/watch?v=7IMrRYgppig%5D
jns
19 de maio de 2015 12:35 amna cola
Mestre da Irmandade
Onde você for, posudo Mestre,
estarei com um palmo atrás de você.
Quero a minha carteira da Irmandade!
Eu não desgrudo de você, Mestre!
Nem um palmo a mais…
Este é o meu Velho Lobo do Mar in action now.
Gil Elvgren é o ilustrador
lucianohortencio
19 de maio de 2015 8:57 amPro tal de JNS!
[video:https://www.youtube.com/watch?v=Sb4i6xGoT2Q%5D
Anna Dutra
19 de maio de 2015 11:58 amEstá no ar …
Amigo Luciano,
navegando neste seu post cheio de referências e relutâncias (rs), de atitude, de carinho e muitos planos (julho chegue logo!!!) e ouvindo este teu mimo para o meu Chefe, me lembrei da coisa mais linda que já sorvi na voz do João.
E peço licença a você e a JNS, criadores, para postar aqui mesmo, na conversa de vocês, está beleza.
Desejo a vocês um dia suave e feliz!
[video:https://www.youtube.com/watch?v=H0sTPsz8Mbs%5D
[video:https://www.youtube.com/watch?v=GLhsOzNvQpQ%5D
lenita
19 de maio de 2015 1:58 pmVou denunciar o seu
Vou denunciar o seu comentário prô “Seo ” Nassif e prô Malafaia. Ocê vai ver!
A última garota é a Marilin Monroe ? Que beleza !
lenita
18 de maio de 2015 9:26 pmMacacheira benta é ótimo!
Macacheira benta é ótimo! Obrigado por estar em sua lista. Fiquei toda prosa !
Abraços.
jns
19 de maio de 2015 2:36 amA nossa seita
Foi registrada com o “x” grafado no “Macaxeira”, portanto “macacheira” tá errado.
O Lulu teve um desconforto imenso, recente, por ter cheirado, descuidadamente, a “macaxeira da pura”.
Ele ficou com o nariz tupido, mas não largou o vício, muito apreciado entre os cearenses de alta linhagem.
Não adianta protestar conta a nossa seita sem passar pelo ritual de iniciação que pode ser pago de qualquer maneira.
A nossa seita aceita cheque, aceita cartão, aceita euro, aceita dólar, aceita até galinha preta e bode velho, pra fazer macumba.
Resumindo: tem que contribuir e interagir para fluir sem choro e nem vela!
lucianohortencio
19 de maio de 2015 6:39 pmAceita também pagamento em Ave-Marias
Meu querido irmãozinho!
Tu és mestre em trazer à tona as minhas recordações. Graças a Deus que as tenho muito boas e vou dividir uma contigo:
Terminei Direito com 22 anos, com uma mão na frente e outra atrás, sem parentes políticos ou com bancas renomadas de advocacia.Em compensação, também não tinha um vintém pra montar um escritório.
Alguns colegas que queriam advogar, porém tinham cargo público me chamaram pra formar uma sociedade. Assim foi feito. Como eu não participava do rateio das despesas, era o responsável pelo escritório e assinava todas as petições, além de ter, necessariamente, que participar das audiências. No final os honorários eram divididos da seguinte forma: 30% para quem tinha arranjado a causa e o rerstante dividido entre quatro. Imagina a merreca que tocava pro teu macacheiroso. Sim, Dom JNS, sei que adoras o cheirim da maccacheira do veim).
Pois bem: Uma alma caridosa me arranjou umas cobrancinhas meia boca. Fazia pena e dó. Certa vez recuperei uns trocadins de uma senhora e essa me disse: Dotô, eu num sei como lhe pague. Não posso desinteirar o dinheiro do aluguel. De pronto me veio a sublime idéia: Me pague em Ave-Marias. Reze três pedindo proteção pra mim e estará tudo ok!
Acho que ela rezou bem rezadim… Graças a Deus e à mina Mãe do Perpetuo Socorro as coisas melhoraram muito e hoje não tenho do que me queixar
Anna Dutra
18 de maio de 2015 7:14 pmFérias
Amigo Luciano,
em julho tenho férias esperadíssimas – espero que não me tirem o doce da boca na hora agá – e estou querendo um pouco de sol e mar – eu sei, estou no Rio, etc., etc… Estou querendo um mar diferente, um sol diferente, em brisas diferentes. Como não vai dar para ser em Santorini, vou de Brasil, que neste quesito é imbatível. Não conheço Fortaleza e Bahia e Pernambuco não me apetecem. Você acha que Fortaleza, que eu não conheço, seria uma opção boa no mês de julho? Como é por aí no inverno? Chove ? Vai ter um friozinho ?
Abraço.
lucianohortencio
18 de maio de 2015 8:19 pmAnna Dutra em Fortaleza!
Junho e julho são os meses mais lindos e aprazíveis em Fortaleza. Sol claro e brisa constante. São os meses dos quais gosto mais. Só tem o seguinte: É nossa maior temporada turística. Muita gente de fora e os percalços da alta estação. Só que esses percalços você teria em qualquer outra cidade, não é?
O bom é que você não estará obrigada a ficar somente em Fortaleza: O Ceará tem praias lindíssimas e absolutamente diferentes das do rio. Vale a pena conhecer.
Nossa amiga Maria Luisa cogitou de vir aqui, porém desistiu porque o tempo era pouco. Até pediu sugestões de hotéis e tal, porém acho que em sites específicos se encontra coisa muito melhor do que confiar nos conselhos de um velho turrão.
Terei enorme prazercom sua vinda. Julho é um mês muito bom pra se passear e jogar conversa fora com uma amiga tipo você. (Viu tal de JNS, como o sentido é o mesmo e não dá margens para interpretaçoezinhas JNSsianas?)
Venha, amiga Anna!
No Ceará é Assim:
[video:https://www.youtube.com/watch?v=HDL1cGhs75U%5D
Anna Dutra
18 de maio de 2015 8:49 pmAi, mas era só uma coisa
Ai, mas era só uma coisa assim, uma sondagem…
Com este carinho, como é que eu poderia escolher agora ir para Pipa, na inesquecível Natal, ou Meaípe e Bacutia no meu Amado Espírito Santo, sentar dentro d’água e agradecer ao Papai do Céu por tudo?
Fico até encabulada. 🙂
Vou agitar as coisas por aqui e vamos torcer para tudo se ajeitar. Mas, querido amigo, de maneira nenhuma quero te ocupar com a minha presença, nada de estorvar teu cotidiano. Vamos bater um bom papo – acho que é do que eu mais gosto na vida (e que é possível publicar aqui, rsrs) – tomar umas cervas, comer muito e quem sabe descobrir algumas outras afinidades que possamos depois trazer para esses scraps que montamos por aqui.
Estou precisando de descanso e quando você falou em brisa constante, me pareceu bater um ventinho no rosto nesta 2a. feira desgastante e muito tensa.
Não vejo a hora. Vou te mantendo informado e te agradeço a acolhida. Você é, dentre outras coisas, um cavalheiro!!
Hoje eu vou de beijo, não de abraço!!!
Até e obrigada!
lenita
18 de maio de 2015 9:23 pmAnna, antes de mais nada,
Anna, antes de mais nada, adorei o seu elefantinho!
E pedindo licença ao Luciano, em Fortaleza, eu acho que foi o melhor carangueijo com cerveja que pude provar na vida, ao pôr do sol. E pôr do sol mais lindo, não há, dentro de um barco especial para vê-lo. Pena que eu ainda não conhecia o Luciano. Santorini fica no chinelo!
Grande abraço.
Anna Dutra
18 de maio de 2015 9:42 pmAgora vai
Lenita querida !
Sendo seu o parecer, só reforça minha intenção!
Um grande abraço!
Maria Luisa
19 de maio de 2015 7:41 amAnna
Que delicia ir para Fortaleza. Desisti de ir este ano, mas esta na minha lista para as proximas férias. Ainda tenho que ir la, azucrinar o Lulu ao vivo 😉 Bom, em agosto passarei uns dias no Rio. Eu, o piah e meu chéri. Estaremos de férias total, ufa! Acho que iremos também passar uns dias em Paraty. Se tiver dicas de bares, restô, onde ouvir boa musica, Chorinho, estou à escuta.
Abraços.
Anna Dutra
19 de maio de 2015 4:16 pmMaria Luisa
Você viu? Eu fiz uma pergunta.. Só uma pergunta. Rs.
Esse Luciano Hortêncio é um cabra generoso. Eu sei que você já sabe, mas nunca é demais repetir!
Vou fazer uns acordos, pois mesmo de férias há outros projetos em negociação e eu não quero perder a janela de oportunidade ou vou me lascar sem férias por mais um bom período. Tenho que ser ágil; estou tentando ser … Rsrs.
Azucrinar o Luciano eu não pretendo, mas que vou me esbaldar não tenho dúvida.
Quanto ao tempo no Rio, recomendo que você vá à Casa do Choro para conhecer, já que você mencionou. Há outros lugares ótimos pela Lapa – e não somente de MPB e Samba para visitar – Lapa Irish, Rio Rock & Blues Club, e outros covis bacanas. Paraty é um caso à parte. Maravilhosa. Pena que você venha em Agosto, já que em julho rola a Flip por lá.
Se houver chance, quem sabe nos encontramos para um abraço! E um chopp!
Até.
Instituto Casa do Choro
Rua da Carioca 38 – Centro
http://casadochoro.com.br/
Festa Literária Internacional de Paraty – 1 a 5 de julho
A programação principal da Flip 2015 conta com 39 autores, 16 deles internacionais. A edição homenageia Mário de Andrade, agitador cultural e literário que buscou interpretar o Brasil de diferentes ângulos.
http://www.flip.org.br/
lucianohortencio
27 de maio de 2016 1:39 amSorrateiro ( Te peguei)
[video:https://www.youtube.com/watch?v=1tZtZXq18NM%5D
jns
18 de maio de 2015 3:51 pmAlone Wolf
Pra não dizer que não falei das flores
[video:https://youtu.be/TEVGLXVhhns width:600]
lucianohortencio
18 de maio de 2015 2:24 pmTal pai, tal filho!
Aqui vai uma composição de Fernando Lobo e Capiba, também muito rara!!!
[video:https://www.youtube.com/watch?v=6F-BFwjrczw%5D
lucianohortencio
18 de maio de 2015 2:51 pmColaboração do nosso amigo Wilson Melo!
Maria Luisa
18 de maio de 2015 4:51 pmE goste um bocadinho de mim 🙂
Bom dia Barão do Ceara! Como vai a nossa bela Fortaleza ? Tudo certo ai ? Nem muita seca nem muita chuva?
Fernando Lobo é pai de Eduardo de Goes Lobo, mas quem é essa moça linda da foto? Seria a mãe do “nosso” Eduzinho? E esse Goes no nome de Edu, teria a ver com o General Gois Monteiro? Aquele do Getulio, que foi do Rio Grande para o Rio. Apesar de Goes e Gois, mas ha sempre confusão nas grafias dos nomes publicos pela imprensa… E ja li por ai que Edu Lobo seria neto de Villa Lobos, pura fantasia ou…
Em tempo, que coisa terrivel essa curiosidade pela vida alheia.
lucianohortencio
18 de maio de 2015 8:42 pmBarão das Cabrochas!!!
Madame!
A moça linda da foto é Dona Carminha, mãe de Edu Lobo. Segundo o amigo Jorge Macedo (Facebook), essa foto, de 1943, é exatamente do ano em que nasceu Edu!
A respeito de genealogias lembrei de um professor da Faculdade de Direito que passava um tempo enorme das aulas a perguntar sofre famílias importantes. Havia uma colega que nunca era indagada, talvez por não ter sobrenome conhecido, importante ou heráldico.
Certa manhã, o chatonildo começou com sua lenga lenga e nossa colega, que morava perto da Avenida Leste Oeste, recém inaugurada, saltou de seu lugar e bradou:
Professor, o senhor não perguntou não, porém eu sou a Liduina Leste Oeste!
Fui!
[video:https://www.youtube.com/watch?v=JZ3wSQnDOhQ%5D
[video:https://www.youtube.com/watch?v=q0OkYDpeEAg%5D
Maria Luisa
19 de maio de 2015 7:37 amMaria Luisa Lusco-Fusco!
Adorei a Liduina Leste Oeste ::)) Realmente professor com essa mania de contar coisas da vida deles é de roer nossa paciência. Tinhamos um, deslumbrado, que contava todas as suas viagens pelo mundo. Adorava falar de Miami (a gente ria muito), quando fomos produzir o programa de radio da universidade, fizemos muita troça com ele, mudamos o nome do cidadão, mas todo mundo sabia de quem se tratava. Esperamos que depois daquela, ele tenha parado de encher linguaça e começado a dar aulas.
lenita
18 de maio de 2015 9:50 pmfalamos, falamos…
E esquecemos dos Lobos. Fernando e Edu. Já li um livro de crônicas e letras de música do pai Fernando, emprestado por uma amiga há trocentos anos atrás. Quanto ao filho, nem preciso dizer nada, o Ponteio diz tudo, juntamente com o Cordão das Saideiras. “hoje não tem dança, não tem mais menina de trança, nem cheiro de lança no ar” ….
lenita
19 de maio de 2015 2:04 pmBeatriz
Como é que eu fui esquecer da Beatriz ! Não me perdoarei jamais.
jns
19 de maio de 2015 2:16 amDiagramação Lulunática
Este é o meu velho,
mas ativo matador,
Lobo do Mar do Ceará
Este é o “tremendão” do meu Guru (vestindo um terno branco, acima).
O Buick foi o primeiro carro-conceito do mundo produzido em 1938: o Y-job. A General Motors queria satisfazer a curiosidade do público, apresentando novos projetos e novas tecnologias, tais como vidros elétricos, faróis pop-up, maçanetas estilosas, pára-choques envolventes e outras características do estilo Buick que continuaram ser usadas até meados da década de 1950. Ela também introduziu um projeto vertical para a grade, que o Buick ainda usa hoje.
Em Fortaleza tem um “bichão” destes, que é uma verdadeira armadilha para as gatas desavisadas…
Gil Elvgren é o ilustrador das pin-ups
jns
19 de maio de 2015 11:34 pmSe queres ser universal
Aceita pagamento em Ave-Marias
Eu gosto dos seus causos
por que gosto de Tolstoi
Eu gosto dos seus causos,
porque ele acenam com um final feliz
Eu gosto dos seus causos,
porque sou como você
Mas, pra andar de nariz empinado
Nos puteiros de Espera Feliz
Nos copos sujos de Vargem Linda
Nos très chic bordéis de Paris
Nunca cheiro farinha de macaxeira cearense
“Os ricos farão de tudo pelos pobres, menos descer de suas costas”
“Se queres ser universal, começa por pintar a sua aldeia”
– Leon Tolstoi, flui …. muito!
jns
20 de maio de 2015 4:48 pmVargem Linda
O Minerinho excomungado já passou por aquí…
Anna Dutra
20 de maio de 2015 10:37 pmQue linda! Minas?
Que linda! Minas?
lucianohortencio
21 de maio de 2015 9:24 amBem pequenininha?
Lindíssima, porém poderia chamar-se Varginha.
Não sei porque lembrei uma um causo de uma moça que não se adaptava em sua cidadezinha e vivia ameaçando partir.
Seu nome era Gina.
Certo dia, sua mãezinha, já não aguentando tanto mimimi, aporrinhou-se e bradou:
– Você quer mesmo ir embora? Vá, Gina!
Ela floi pra nunca mais vlotar…