Euclides Marques lança “VinilCultura”

O projeto irá oferece a experiência de ouvir discos de vinil em sala acusticamente tratada junto com equipamentos hi-end

Jornal GGN – Neste sábado, dia 6 de agosto, o público paulistano será brindado com o lançamento do projeto “VinilCultura”. O sonho do músico Euclides Marques se concretiza no Espaço Uirapuru, casa aberta por ele em parceria com o violonista Zé Garcez e Luizinho 7 Cordas, a partir das 16h.

“Para esta abertura, apresentarei aos convidados pérolas do meu acervo. Serão cerca de 10 a 15 faixas de lp´s de diversos estilos – da música brasileira como Tom Jobim, Villa Lobos, Cartola, à música clássica, como Bach e Bethoven, passando pelo jazz e outras surpresas mais”, contou o músico.

O projeto, irá oferecer aos visitantes um contato musical profundo ao ouvir os discos em equipamentos sonoros de alta qualidade e preocupação acústica (chamados de hi-end), em uma sala acusticamente tratada. O acervo, construído ao longo de 25 anos, reúne cerca de 5000 discos de vinil, com raridades da música brasileira, clássica e jazz.

O conceito usado na experiência é da audiofilia – que busca uma reprodução musical mais fiel e próxima possível da música real, captada na gravação original.

Euclides Marques, também oferecerá informação histórica, musical e estética do tema abordado. Os eventos temáticos serão realizados mensalmente, geralmente aos sábados durante a tarde, com assuntos variados que se relacionem ao acervo.

Nos dias 27 e 29 de setembro, o “VinilCultura” irá mergulhar na obra da cantora Elis Regina, com a participação do jornalista e biógrafo da artista, Julio Maria.

Serviço:

Projeto VinilCultura – Evento de Lançamento

Dia 6 de agosto, às 16h

Leia também:  Obstinados, graças a Deus, por Aquiles Rique Reis

Local: Espaço Uirapuru

Endereço: Rua Comendador Paulo Brancato, 49, Vila Mariana – São Paulo, SP.

30 lugares

Ingressos antecipados pelo site: www.espacouirapuru.com.br

Valor: R$ 40,00

 

 

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2 comentários

  1. Belíssima iniciativa

    Prezados,

     

    Presumo que boa parcela dos que lêem e comentam no blog sejam da época do LP. Os mais jovens provavelmente nunca tiveram a oportunidade de ouvir um disco num equipamento talvez mediano. O que posso dizer é que ouvir um disco de vinil (que tnha sido bem gravado e bem produzido) num equipamento honesto é uma experiência muito agradável. Nem falo dos chamados “high end”, que podem custar uma fortuna capaz de comprar um carro imprtado e de luxo e nem sempre compensarem o alto investimento feito.

    Se eu estivesse em São Paulo, faria um esfôrço para para comparecer ao local, na data de inauguração do Espaço Cultural.

    Falar de discos de vinil, de reprodução analógica se som gravado rende discussões apaixonadas e acaloradas. Alguns cultuam o vinil acima de tudo, apontando defeitos dos sistemas digitais de registro e reprodução de áudio; outros desqualificam tudo o que seja analógico, como se fosse sinônimo de antiquado, ultrapassado e ruim. Como sempre, a virtude está no meio e cada um dos sistemas apresenta vantagens e desvantages, que podem ser vrificadas tanto tècnica e objetivamente, como de forma subjetiva. Aliás, a subjetividade sempre estará presente na audição de música.

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