2019 é o segundo ano mais quente já registrado, alerta Organização Meteorológica Mundial

Análise também aponta que o ano anterior encerrou a década mais quente. Uma das principais causas das altas temperatura é a emissão de gases de efeito estufa

Foto: Lukas Coch/AAP Images via Reuters

Jornal GGN – Uma análise da Organização Meteorológica Mundial (OMM) aponta que 2019 foi o segundo ano mais quente já registrado. Os dados alertam para uma tendência de eventos climáticos ainda mais intensos. A emissão de gases de efeito estufa é um dos principais responsáveis pelo cenário mundial. 

O estudo da OMM, braço da Organização das Nações Unidas (ONU) para o Clima, analisou um conjunto de dados internacionais, incluindo levantamentos da Nasa e do serviço nacional de meteorologia do Reino Unido. 

As medições sobre o clima global começaram em 1850. Desta vez, a OMM também concluiu que o ano passado encerrou a década mais quente. 

“O ano de 2020 começou onde 2019 parou — com clima de alto impacto e eventos relacionados. A Austrália teve o ano mais quente e seco já registrado em 2019, estabelecendo o cenário para os enormes incêndios florestais que foram tão devastadores para pessoas e propriedades, vida selvagem, ecossistemas e meio ambiente”, disse o secretário-geral da OMM, Petteri Taalas.

De acordo com  a Agência da ONU para o Clima, em 2019, a temperatura média global foi 1,1°C mais quente do que no período pré-industrial. Mas, 2016 ainda é considerado o ano mais quente. Na época, sob o impacto do aquecimento do evento de El Niño foram registrados 1,2°C acima da média . 

Desde 1980, cada nova década é mais quente do que a anterior. Segundo Taalas,  “no caminho atual das emissões de dióxido de carbono, estamos seguindo para um aumento de temperatura de 3 a 5 graus Celsius até o final do século.”

“Infelizmente, esperamos ver muitos eventos climáticos extremos ao longo de 2020 e nas próximas décadas, alimentados por níveis recordes de gases de efeito estufa na atmosfera”, apontou Taalas.

1 comentário

  1. Tenho uma tese que já enviei a algumas renomadas cabeças da ciência.
    “Imagino que ainda ao longo das décadas, a mão gananciosa do homem acelerou a evolução dos danos que a exploração industrial e mineral começaria a provocar, de modo mais preocupante. Imagino que antes do início da industrialização o planeta terra realiza o seu sistema de rotação e translação em uma velocidade e um percurso que se repetia e obedecia facilmente aos limites da tolerância estabelecidos ao longo dos anos anteriores, para mais ou para menos, sem nenhuma preocupação maior. Porém, com o início da industrialização e a doentia contaminação do homem pela ganância, pela ambição e pelo desejo do poder, o homem inicia, sem controle adequado, a exploração do petróleo, da mineração minérios, do mar, das florestas, das geleiras, etc… e o mundo também inicia o período das maiores devastações do solo, do subsolo, das montanhas, dos rios, dos mares, dos oceanos, da fauna e da flora. Se fizermos um suposto cálculo do fabuloso deslocamento de peso de uma região para outra; dos vazios que explorações deixaram em países e do fabuloso deslocamento de peso que levaram a outros; se levarmos em conta que a redução das florestas pode resultar em um aumento ainda não percebido da velocidade d rotação e/ou translação do planeta terra; se levarmos em conta que com todo esse deslocamento de peso, de vazios de peso, de excessos de pesos, de falta de florestas para frear um pouquinho que seja, as velocidades realizadas pelo planeta, nós poderemos imaginar que essas mudanças também poderiam causar um pequeno deslocamento nos movimentos e na velocidade do planeta. Sendo possível, o planeta poderia ter uma pequena alteração e/ou desvio no seu percurso, graças a ação irresponsável do ser humano. O pequeno desvio nos movimentos de rotação e translação poderia ser suficiente para deixar o planeta mais próximo ou mais afastado do sol, mas pelo que estamos sentindo o mais certo certos é de que nos últimos tempos nós nos aproximamos mais do sol que imaginamos.
    Um exemplo, de grosso modo, poderia ser simulado em uma mesa de bilhar.
    Exemplo: se rolarmos uma bola de bilhar, por várias vezes, em uma linha reta (de A para B) traçada no centro de uma mesa de bilhar nivelada, ela obedecerá ao padrão de tolerância estabelecido e não se desviará daquele padrão de tolerância em nenhuma das tentativas. Porém, se simularmos na bola de bilhar algumas minúsculas transferências de peso e ainda que se mantenha formato circular da bola, o fato de partes desta bola ganhar mais peso do que tinha e outras partes perderem mais peso do tinham, com certeza o percurso não mais será o mesmo e o fator tolerância, de precisão, certamente irá para o espaço.
    Então, retornando dessa viagem e assistindo e sentindo toda esta fabulosa mudança de fenômenos naturais que surpreende o mundo, pelas diversas catástrofes e substanciais aumentos da temperatura, se faz necessária a pergunta, para quem é do ramo:
    Será que todo o deslocamento e transferência de peso de um lado para o outro + a queima de combustível que tiveram substancial peso no planeta + mais devastação de florestas, rios, montanhas, etc … será que tudo isso pode ou não, realmente ter deslocado o planeta para um novo percurso de translação, mais próximo ao sol?

Deixe uma mensagem

Por favor digite seu comentário
Por favor digite seu nome