A rendição GERAL alemã se deu em 7 de maio de 1945 em Reims na França para as forças americanas, britanicas, francesas e russas, perante os representantes desses quatro paises.
Em 9 de maio já havia nenhum conflito na Europa e a rendição SIMBOLICA dos alemães em Berlim para o Comando sovietico tive meros fins de propaganda, uma vez que a Alemanha já tinha assinado a rendição perante a URSS
dois dias antes, inclusive o instrumento de rendição assinado para a URSS foi em idioma russo, assinado pelo General Jodl e pelo Almirante von Friedburg.
Não concordo, André Araújo. A RATIFICAÇÃO FORMAL por parte do Alto Comando Alemão ocorreu em Berlim, providenciada pelos russos, nas primeiras horas de 9 de maio. O Marechal-do-Ar Tedder assinou em nome de Eisenhower, o Marechal Zhukov pelos russos e o Marechal Keitel pela Alemanha(p. 1090)
Em que contexto se deram os atos de 7 de maio de 1945:
[……] Uma delagaão alemã foi ao quartel de Montgomery mo urzedo de Luneberg. Era encabeçada pelo Almirante Friedburg, emissário de Doenitz, e buscava um acordo de rendição, que incluísse as tropas alemães que estaval enfrentando os russos no Norte. O acordo foi rejeitado por ultrapassar a autoridade de um comandante de grupamento de Exército, que só podia lidar com seu próprio front. No dia seguinte, depois de receber novas instruções de seus superiores, Friedeburg assinou a rendição de todas as forças alemãs do Noroeste da Alemanha, da Holanda, das Ilhas, de Schleswig-Holstein e da Dinamarca.
Friedeburg seguiu para o quartel-general de Eisenhower em Reims, onde o general Jodl juntou a ele em 6 de maio, Os dois tentaram ganhar tempo para permitir que o maior número possível de soldados e refugiados se livrassem dos russos e passasem para o lados dos Aliados Ocidentais, tentando uma rendição em separado da frente ocidental. Eisenhower impôs um prazo limite e insistiu na capitulação geral, Jodl relatou a Doenitz: “O General Eisenhower insiste em que assinemos hoje. Caso contrário, as frentes aliadas serão fechadas às pessoas que tentarem render-se individualmente. Não vejo alternativa-é o caos ou a assinatura. Peço-lhe que me confirme imediatamente. por rádio, que tenho plenos poderes para assinar a capitulação”.
O documento de rendição total e incondicional foi assinado pelo general-de-divisão Bedell Smith e pelo general Jodl, com oficiais franceses e russo por testemunhas, às 21:45 h de 7 de maio de 1945, A ratificação formal por parte do Alto Comando Alemão ocorreu em Berlim, providenciado pelos russos………….(p;1089)
Pelo depoimento de Winston Churchill se deduz que basicamente a capitulação de 07 de maio foi uma imposição de Eisenhower já por conta de um contencioso com os russos. O ato se consumou tanto militar como politicamente em 09 de maio quando da ratificação formal. Formal não significa simbólico. Assim, estão corretos os russos em comemorarem em 09 de maio a derrota dos alemães.
CHURCHILL, Winston; Memórias da Segunda Guerra Mundial; editor: Denis Kelly. tradução: Vera Ribeiro, – Rio de Janeiro : Nova Fronteira, 1995.
propaganda foi a ‘rendição’ para o Ocidente ‘liberal”
Isso é propaganda. OS conflitos na Europa seguiram por muito tempo; guerrilhas nazistas continuavam atuando por quase uma década. NA Alemanha Ocidental, os nazistas que ficaram livres, leves e soltos pelas forças ‘pseudo’democráticas organizaram guerrilhas que até 1947 e um tentativa de golpe que foi desbaratada em 1952. O comandante do fronte leste dos nazistas foi acolhido pela CIA e de lá, junto com os ‘liberais’, ‘democráticos’ americanos comandava guerrilhas nazistas que atuaram no Leste Europeu combatendo os soviéticos até 1952. A rendição para o ocidente é que foi uma propaganda pois os nazis fugiram aos olhos vistos e com ajuda das forças ocidentais e muitos continuaram com postos em governos – na Alemanha, na Grécia onde a resistencia comunista foi massacrada pelas tropas britâncas que colocaram colaboradores dos nazistas em seu lugar – nos EUA e coloborando com as ‘forças democráticas’ na Guerra (nada) Fria. Muitos vieram para o que era conhecido como o ‘paraíso dos nazistas’: a América do sul, em especial o Brasil.
… A capitulação alemã foi discutida no início de maio de 1945. Com o fim evidente da guerra, o governo nazista preferiu não oferecer nenhuma resistência aos vencedores. O almirante Karl Dönitz, que depois do suicídio de Hitler, em 30 de abril de 1945, havia assumido o comando do Terceiro Reich, enviou o general Alfred Jodl ao quartel-general dos Estados Unidos, na cidade francesa de Reims, para negociar os termos da rendição.NARAO general Alfred Jodl (centro) firma o ato de rendição incondicional dos nazistas em Reims, na FrançaNo dia 7 de maio, às 2p0 da madrugada, o ato de capitulação incondicional da Alemanha foi assinado na presença do general americano Walter Bedell-Smith, do general soviético Ivan Susloparov e do general francês François Sevez.
Segundo o acordo, os combates deveriam cessar precisamente às 23h01 do dia 8 de maio. Mas a notícia da assinatura da rendição correu o mundo já na manhã do dia 8, o que obrigou os chefes de três dos quatros países aliados – Harry Truman, nos Estados Unidos; Winston Churchill, no Reino Unido; e Charles de Gaulle, na França – a anunciar oficialmente o fim dos enfrentamentos às 15 horas. A partir de então, o dia 8 de maio se tornou a data-símbolo da vitória sobre a Alemanha nazista.
A cerimônia de assinatura da capitulação em Reims, no entanto, não foi suficiente para o líder do quarto país Aliado, a União Soviética. Joseph Stalin queria que a rendição incondicional fosse assinada no coração do Terceiro Reich: Berlim. Uma nova reunião foi então organizada no subúrbio da cidade alemã, ocupada na época pelo exército soviético.
O encontro começou na noite do dia 8 de maio e terminou precisamente aos 28 minutos do dia 9. É por isso que a União Soviética, e atualmente a Rússia, celebrava o aniversário da capitulação alemã um dia depois que a maioria dos países europeus.
O conflito, no entanto, ainda não havia chegado ao fim. Foi preciso esperar até o dia 2 de setembro para que o Japão assinasse a capitulaç
No finalzinho? Em abril de 1942 a Força Aerea americana começou a bombardar a Alemnaha TODOS os dias com 15 a 16 esquadrões, 400 aviões, de segunda a domingo, em 1942 os EUA invadiram e ocuparam as colonias francesas da Africa do Norte, em 1943 invadiram a Sicilia, em junho de 1944 abiram a Segunda Frente na Normandia, entraram na guerra em 1941 assim como a URSS que de 1939 a juho de 1941 foi neutra. Então não foi no finalzinho.
Não adianta André em qualquer livro de história de 6 serie está la a primeira derrota do exercito Alemão foi a batalha de Stalingrado.como voce mesmo citou os EUA e a Inglaterra(salvo a Raf que os Alemães foram para cima) não batião de frente em campo com o exercito nazista, iam combater nas colonias.Stalin segurou a onda sozinho na europa oriental.Fato relatado no Filme tempos de tormenta.no qual Churchil prometeu ajuda a Stalin no encontro em Teerã,e depois ficou se humilhando no parlamento ingles para reunir a ajuda prometida.Foi o exercito Vermelho que cravou a derrocada do exercito Nazista!
Andre Araujo
9 de maio de 2015 9:47 pm
A URSS recebeu 16 milhões de
A URSS recebeu 16 milhões de toneladas de material dos EUA. Sem isso não haveria batalha de Stalingrado.
Cesar Ferreira
9 de maio de 2015 10:37 pm
Tenho minhas dúvidas
Sem isso não haveria batalha de Stalingrado.
O fato objetivo é que as maiores perdas do exército alemão foram na frente oriental… Segundo o historiador Dennison de Oliveira, especialista na WWII, as perdas humanas e materiais dos alemães na frente oriental foram 75% do total da guerra, de modo que duvido muito que a ajuda americana possa ser considerada crucial.
Claro, essa ajuda deve ser reconhecida, mas o inverso pode ser dito. Isto é, se não fosse o esforço de guerra do povo russo nunca haveria dia D. Sem chance. Porém o inverso não se pode afirmar categoricamente. Ou seja, sem o dia D nada garante que os alemães se salvariam do urso.
Abasteceram materialmente todos os exércitos, mas de bobo não têm nada. Deixaram primeiro que os outros exércitos combatessem e morressem. Mas não há dúvida se necessário fosse o exército americano poderia fazer frente ao alemão, por um simples fato: recursos materiais.
Hitler sabia que se os EEUU entrassem na guerra não havia como competir com a indústria americana. Guerra não são homens, são materiais e recursos, e os EEUU era largamente o mais poderoso do mundo na época. Homens eles achariam em qualquer lugar do mundo. Por conta disso influenciou os japoneses, que antes entraram em guerra com os americanos.
Ninguém se deu conta de que os americanos combateram em duas frentes, e ainda assim montaram um enorme contigente para desembarcar na Europa. Imaginem vcs se todo esse contigente (pacífico também) se voltasse contra Hitler, como fez Stalin. Vcs ainda acham q eles não seriam capaz de derrotar o exército alemão? Pura besteira. Uma bomba igual Hiroshima em Berlim e a guerra estava acabada.
Cesar Ferreira
10 de maio de 2015 4:27 pm
Talvez.
Uma bomba igual Hiroshima em Berlim e a guerra estava acabada.
Junior, não afirmo que A ou B aconteceria. Mas guerra é dinâmica…
Pense, se para os EUA já foi difícil derrotar uma ilha chamada Japão cercada por todos os lados e sem fontes de matérias primas, o que aconteceria se a Inglaterra caísse e os americanos perdessem as bases aéreas no continente europeu e ainda por cima os alemães garantissem todo suprimento de matérias primas da frente oriental que precisassem?
Nessa situação os alemães estariam em clara vantagem para bloquear os EUA na África, no Mediterrâneo e no Oriente Médio e talvez a China o que salvaria os Japoneses. Ai quem estaria cercado seria os americanos. Ou seja, a Inglaterra era o calcanhar de aquiles e foi muita burrice, para sorte nossa, os alemães terem partido para cima dos russos antes de derrubar a fortaleza no mar do norte.
E se fosse assim, a guerra com certeza ganharia uma dinâmica mais longa e os alemães poderiam ter tempo para obter a sua bomba atômica (os russos obtiveram a sua em 49) e como estavam literalmente décadas a frente no desenvolvimento de mísseis balísticos quem poderia ser bombardeado primeiro lá pelos idos de 1950 seria Nova York. Claro, são apenas conjecturas que servem a nossa distração.
Jorge Rebolla
9 de maio de 2015 11:36 pm
A batalha de Stalingrado acabou em…
…fevereiro de 43, como disse numa outra resposta a ajuda americana foi extremamente importante na contra-ofensiva.
Jorge Rebolla
9 de maio de 2015 11:39 pm
Atenção…
A primeira derrota do exército alemão foi em Moscou, quando na virada de 1941 para 1942 foram obrigados a recuar. A partir deste momento a capital não foi mais diretamente ameaçada. No norte o cerco a São Petesburgo já se transformara em guerra de trincheira, no centro por incrível que pareça, a retirada estava se iniciando apenas 7 meses após a invasão. Apenas no sul os nazistas nessa altura ainda possuiam algum ímpeto, pelo menos por um semestre, o atoleiro nazi em Volvogrado iniciou em julho de 42.
Não restam dúvidas que o apoio material dos EUA foi extremamente importante para o esforço de guerra soviético, fundamental na ofensiva contra o Reich, não para parar o avanço das hordas nazistas, tendo em vista que em fevereiro de 1943 o bando germânico com suas rêmoras italianas, romenas, húngaras e croatas já haviam iniciado a longa jornada de regresso.
Eliane Ribeiro
10 de maio de 2015 12:02 am
Então Rebolla.como vc citou o
Então Rebolla.como vc citou o exercito Vermelho enfrentou uma horda,italianos ,romenos,hungaros e croatas…não menosprezando a ajuda Yankee,só que essa só chegou praticamente após o sacrificio de milhares de eslavos….quando os eslavos heroicamente já tinham iniciado a expulsão do exercito nazista.
Jorge Rebolla
10 de maio de 2015 12:15 am
Se você lesse o texto inteiro…
…teria visto que falei que os materias enviados pelos americanos foram importantes para a ofensiva, não para impedir o avanço nazista, pois já estavam em retirada forçada, ou melhor, como a ordem de Hitler era para não recuarem, o avanço soviético foi basicamente feito sobre a destruição das unidades do exército alemão.
… se analisarmos os números parece que o principal objetivo foi aterrorizar a população civil. Aliás bombardeios contra Hamburgo e Dresden, dentre outros, foram verdadeiros crimes de guerra possuiam como único objetivo exterminar a população dessas cidades. O efeito prático dos “bombardeios estratégicos” foi muito menor que o alardeado.
Cesar Ferreira
10 de maio de 2015 12:26 am
Na prática a indústria de
Na prática a indústria de armamentos alemã permaneceu de pé até o fim da guerra cujo mérito se atribui a genialidade administrativa de Albert Speer.
Mas se não faltava munição, faltava gente. E é amplamente sabido o fato de passarem a usar crianças perto do fim.
Com a bomba atômica americana até a ”SOviética” iria pro espaço.
Não opino.
Apenas retratos fatos.
Para obter a bomba atômica foi preciso um grande esforço e só conseguiram produzir duas bombas ao final de 1945.
E eram primitivas e pesadíssimas para transportar, isto é, não haviam mísseis era preciso usar bombardeios. E o caso é que Japão já estava com sua força aérea debilitada para interceptar bombardeios; coisa que para a URSS seria diferente.
Ou seja, depois que os EUA bombardearam Hiroshima e Nagasaki, seria impensável esperar que os soviéticos deixassem algum bombardeio americano cruzar suas fronteiras. Acrescenta-se a isso o fato de que após Hiroshima a URSS levou apenas 4 anos para detonar sua primeira bomba atômica.
Segundo e mais importante… Cerca de 75% da destruição de equipamento militar e da perda de soldados alemães ocorreram na frente Oriental. Ou seja, se a URSS tivessem desistido de lutar como fizeram os franceses, o potencial militar da Alemanha para a frente ocidental seria acrescido, grosseiramente falando, em 75% enquanto se ocorresse o inverso, isto é, se os EUA e a Inglaterra ficassem de fora, o potencial contra a frente oriental seria acrescido só 25%.
Ou seja, se X for a probabilidade da Inglaterra e EUA derrotar sozinhos a Alemanha e Y a probabilidade da URSS derrotar sozinha a Alemanha é fato, matematicamente falando, que Y é maior que X.
Essa bomba maldita só foi lançada como teste nas dua cidades japonesas em agosto. a guerra já estava encerrada em Maio na Europa! Alemanha já tinha se rendido ao exercito Vermelho, que liquidou o exercito Nazista! vai estudar…
A tenacidade das forças armadas e do povo japonês e sua vontade de lutar contra os EUA em 1945. Sugiro atualizar seus conhecimentos de história sobre este período. Um livro interessante, que li recentemente foi “A ULTIMA MISSÃO: A HISTORIA SECRETA DA BATALHA FINAL DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL” do historiador Jim B. Smith”. Você verá que o lançamento das duas bombas atômicas não influenciou o povo japonês de continuar lutando. Aqui tem um link com comentários sobre este livro.
Desconhecia essa última batalha, porém vale dizer que de qualquer forma o fornecimento de combustível já estava em colapso devido ao corte do suprimento de petróleo do exterior. Por isso ainda acho que as Bombas foram mais decisivas e explico a lógica que na verdade vai ao encontro da sua opinião sobre a disposição do povo japonês em lutar até o fim…
O governo japonês sabia que eles iriam ser derrotados “convencionalmente”, inclusive pela falta de combustível como você lembra. Só que é claro o japonês preferiria lutar nem que fosse a faca do que se render e o uso de kamikazes prova isso – Alias, existiram batalhões americanos compostos exclusivamente por nipo-americanos que por motivos óbvios foram enviados a lutar somente na Europa. O caso é que esses batalhões são os mais condecorados em toda história do exército americano de forma que nem é preciso dizer muita coisa sobre o espírito de combate do japonês e o receio dos americanos em terem que desembarcar nas praias japonesas.
O caso é que nesse contexto de disposição para lutar até o fim, o fato de aparecer uma “força maior” (as novas bombas atômicas) veio a calhar para o inconsciente coletivo japonês aceitar a possibilidade de se render.
Meu caro Costa, para todos os efeitos praticos o fim das hostilidades se deu em 7 de maio e assim é comemorado em todos os paises Aliados ocidentais, inclusive no Brasil, nossa cerimonia no Monumento dos Pracinhas no Flamengo ocorreu antes de ontem, 7 de maio, uma rendição se dá no primeiro momento e não na ratificação por atos posteriores.
Esses mesmos milicos ficaram 20 anos comemorando o golpe, ou revolução segundo eles, de 1964 no dia 31 de março, porque os yankees disseram para eles que o golpe não podia ser lembrado no dia da mentira.
salvaram a Europa, mesmo que para cada militar boche morto no front ocidental quase seis foram para o inferno no oriental.
A verdade sobre a segunda guerra é simples, os americanos derrotaram os japoneses e os soviéticos os alemães. Com os primeiros evitando com as duas bombas atômicas o trabalho de chegar por terra no covil do facínora.
Agora, setenta anos depois, de hollywood e os seus soldados Ryans muitas pessoas continuam a acreditar na ficção.
Tem um outro personagem da segunda guerra que herdei a admiração do meu pai por ele…
Dez milhões de soldados soviéticos pereceram, homens e mulheres, das inúmeras nacionalidades que compunham a União Soviética então, russos, bielo-russos, ucranianos, armênios, georgianos, cazaques, ossétios, quirguízes, tártaros, uzbeques, tadjiques, calmucos, etc. Defendiam-se da barbárie fascista, que apregoava para eles a inferioridade, escravização e extermínio, que foram postas em práticas por onde passaram os fascistas e atingiram com violência as populações civis, levando a morte para mais de quinze milhões destes.
As forças soviéticas tiveram de suportar 85% do poderio nazi-fascista, que reunia tropas alemãs, romenas, italianas, húngaras, espanholas, francesas, voluntários fascistas de toda partes. A destruição de residências foi tão grande, deixou um deficit habitacional tamanho, que por décadas, até se reconstruir os estragos, mais de uma família tiveram de compartilhar o mesmo imóvel; os prédios públicos tiveram igual destino, a maioria de escolas e hospitais foram destruídos, por onde os fascistas ocuparam, estradas, ferrovias, pontes, indústrias, usinas de produção de energia, tudo teve de ser reconstruído após a guerra. Ainda há gente que acredita na versão hollywoodiana da vitória americana sobre a Alemanha, ou que armamentos e outros suprimentos cedidos pelo EUA marcharam sozinhos, nas frentes de combates do leste europeu; foram conduzidos por homens como este que aparece no vídeo, foram eles os maiores responsáveis pela superação do horror nazista. Esta reverência deve ser prestada à memória do heroico soldado soviético.
A letra em tradução livre:
Quando rasgamos de dentro de nós a página da memória E os feitos de antigos heróis evaporam-se no tempo Nós afogamos nossos corações em lama fria E ficamos mais sujos que a sujeira rastejante sob os pés.
Quando esquecemos quantas vidas foram sangradas Como a morte jogou roleta com a própria morte anunciada Como a coragem encarou os olhos da morte Então nos tornamos frágeis como palha.
Quando as cinzas da memória estão dispersas Nos campos fertilizados com o sangue dos soldados Na luminosa bravura do último suspiro Então seremos sitiados por imenso vazio.
Quando incapazes de lembrar as lágrimas das mães De como viúvas vestiam-se de luto E como na dor o pão tornou-se uma pedra Podemos finalmente dizer que somos desumanos.
Ao longo das estradas empoeiradas Através de rios e montanhas Lembre-se deles!
Sob estrelas e aguaceiro das chuvas Na primavera e no inverno Lembre-se deles!
Quando fios grisalhos escondem o adolescente Que corria gritando para abraços de chumbo Como cumpriu o dever de carregar sua cruz Será que ficam boas nossas sagradas cruzes então?
Quando não podemos lembrar nomes e rostos de soldados De espíritos gravados em pedras mais firmes que fortalezas Que rasgavam a dentes bloqueios mortais Então, que tipo de valores nos guiarão?
Quando as memórias começam a desaparecer De como do céu choviam buracos de balas De como explosões destruíam edifícios O que será de dentro de nós capaz de superar a morte?
Quando nossa memória é enterrada em catacumbas Daquele orvalho carmesim que envolve a terra E como a terra então cicatriza suas feridas Será que nós mesmos seremos então dignos de lembranças?
Ao longo das estradas empoeiradas, Através de rios e montanhas, Lembre-se deles!
Sob estrelas e aguaceiro das chuvas, Na primavera e no inverno, Lembre-se deles!
As quais nunca serão solucionadas, pois o que interessa que dia foi ?
Absolutamente NADA
O que importa é que na Parada de hoje, foi apresentado ao mundo a versão operacional do T-14 Armada, o 1st MBT ( “tanque de batalha” ), do século XXI, o qual ainda apenas em projeto em 2006, garantiu para a General Dynamics land Systems, seus empregados de Lima (Ohio ) e Anniston ( Alabama ), que estas fabricas não fossem fechadas, e recentemente, quando o T-14 , virou uma realidade, a GDLS conseguiu um “troco” do Pentagono, em fev/15, de módicos US$ 50 M, para acelerar as modificações nos M1A2 SEPADV, e mais US$ 50 M para “pesquisas” do futuro MBT americano ( que o Congresso tinha contingenciado em 2012/2013 ).
Todas as fabricantes de MBTs ocidentais vão receber verbas, a BAe Land (inglesa) associada a polaca BUMAR/Obrum, com seu PL-01 ( praticamente um T-14 russo , mais digitalizado e caro ), ira concorrer para substituir todos os MBTs britanicos e poloneses, alem de concorrer na competição do novo MBT europeu, promovida pela OCCAR *, provavelmento tendo como competidores, os novos projetos de MBTs da KMW alemã ( possivelmente associado a franceses, espanhóis e italianos – claro, se eles não se “estranharem” ).
OCCAR: Organização Européia que “teoricamente” conduz programas industriais militares conjuntos.
O “novo protagonismo russo”, vai gerar uma bela movimentação de capital, a qual não se via desde o fim da URSS, e ainda tem gente discutindo a II Guerra Mundial.
… a única maneira de impedir que seja retalhada pelos seus inimigos americanos. Até hoje o Urso é um grande espinho na garganta da plutocracia yankee. Afinal não se sujeita ao papel de estado tributário…
Leem Veja, FSP , assistem as redes de midia do Murdoch, os refugiados de Londres, os poloneses, e os bálticos, ainda inflam as bandeirinhas do “perigo vermelho”, pois para os do ramo – que detestam dar entrevista ou escrever sobre para o publico em geral – o “espinho na garganta” para o Pentagono, Casa Branca, CIA, NSA, NRS ( a mais perigosa e “desconhecida ” agência de defesa norte-americana ), é a China.
A China por terra é cercada por duas poderosas nações: Rússia e Índia. Isto limita a sua importância geoestratégica atual ao Mar Amarelo e ao Mar do Japão. Ela necessita que os dois sejam neutros em relação ao crescimento do seu poderio, essas fronteiras não podem ser fontes de preocupações.
A guerra no front oriental foi responsável por 85% das baixas fatais da Wehrmacht – e de parte astronômica de equipamento bélico.
Sim, de longe, a maior carga do esforço Aliado recaiu sobre a URSS.
Por outro lado, o fornecimento de equipamento, matérias primas e suprimentos fornecidos pelos EUA – pelo sistema de lend-lease – e pelo Reino Unido foi essencial para a resistência e recuperação soviética frente ao Eixo.
Convém lembrar que a motorização do Exército Soviético deu-se, substancialmente, graças ao fornecimento de viaturas estadunidenses.
Muita gente não percebe, em fotos e filmes, que sustentando o famoso lançador de foguetes Katyusha temos, frequentemente, um caminhão Studebaker.
Cinco filmes sobre a vitória da União Soviética contra o Nazismo
Diversos são os filmes que tentam retratar o que foi a Segunda Guerra Mundial, no entanto, a grande indústria cinematográfica dificilmente mostra o ponto de vista da União Soviética, a potência responsável pela queda do Nazismo na época. O Prosa Poesia & Arte selecionou cinco filmes que mostram a história da guerra na URSS ou pela perspectiva soviética.
“Katyusha” é uma famosa canção de amor, do tempo da guerra na Rússia. Seguem uma versão moderna, com trecho do belo filme A infância de Ivan, de Tarkovsky, e outra, com dança ao vivo.
Andre Araujo
9 de maio de 2015 1:48 pmA rendição GERAL alemã se deu
A rendição GERAL alemã se deu em 7 de maio de 1945 em Reims na França para as forças americanas, britanicas, francesas e russas, perante os representantes desses quatro paises.
Em 9 de maio já havia nenhum conflito na Europa e a rendição SIMBOLICA dos alemães em Berlim para o Comando sovietico tive meros fins de propaganda, uma vez que a Alemanha já tinha assinado a rendição perante a URSS
dois dias antes, inclusive o instrumento de rendição assinado para a URSS foi em idioma russo, assinado pelo General Jodl e pelo Almirante von Friedburg.
JB Costa
9 de maio de 2015 2:36 pmNão concordo, André Araújo. A
Não concordo, André Araújo. A RATIFICAÇÃO FORMAL por parte do Alto Comando Alemão ocorreu em Berlim, providenciada pelos russos, nas primeiras horas de 9 de maio. O Marechal-do-Ar Tedder assinou em nome de Eisenhower, o Marechal Zhukov pelos russos e o Marechal Keitel pela Alemanha(p. 1090)
Em que contexto se deram os atos de 7 de maio de 1945:
[……] Uma delagaão alemã foi ao quartel de Montgomery mo urzedo de Luneberg. Era encabeçada pelo Almirante Friedburg, emissário de Doenitz, e buscava um acordo de rendição, que incluísse as tropas alemães que estaval enfrentando os russos no Norte. O acordo foi rejeitado por ultrapassar a autoridade de um comandante de grupamento de Exército, que só podia lidar com seu próprio front. No dia seguinte, depois de receber novas instruções de seus superiores, Friedeburg assinou a rendição de todas as forças alemãs do Noroeste da Alemanha, da Holanda, das Ilhas, de Schleswig-Holstein e da Dinamarca.
Friedeburg seguiu para o quartel-general de Eisenhower em Reims, onde o general Jodl juntou a ele em 6 de maio, Os dois tentaram ganhar tempo para permitir que o maior número possível de soldados e refugiados se livrassem dos russos e passasem para o lados dos Aliados Ocidentais, tentando uma rendição em separado da frente ocidental. Eisenhower impôs um prazo limite e insistiu na capitulação geral, Jodl relatou a Doenitz: “O General Eisenhower insiste em que assinemos hoje. Caso contrário, as frentes aliadas serão fechadas às pessoas que tentarem render-se individualmente. Não vejo alternativa-é o caos ou a assinatura. Peço-lhe que me confirme imediatamente. por rádio, que tenho plenos poderes para assinar a capitulação”.
O documento de rendição total e incondicional foi assinado pelo general-de-divisão Bedell Smith e pelo general Jodl, com oficiais franceses e russo por testemunhas, às 21:45 h de 7 de maio de 1945, A ratificação formal por parte do Alto Comando Alemão ocorreu em Berlim, providenciado pelos russos………….(p;1089)
Pelo depoimento de Winston Churchill se deduz que basicamente a capitulação de 07 de maio foi uma imposição de Eisenhower já por conta de um contencioso com os russos. O ato se consumou tanto militar como politicamente em 09 de maio quando da ratificação formal. Formal não significa simbólico.
Assim, estão corretos os russos em comemorarem em 09 de maio a derrota dos alemães.
CHURCHILL, Winston; Memórias da Segunda Guerra Mundial; editor: Denis Kelly. tradução: Vera Ribeiro, – Rio de Janeiro : Nova Fronteira, 1995.
Andre B
9 de maio de 2015 4:08 pmpropaganda foi a ‘rendição’ para o Ocidente ‘liberal”
Isso é propaganda. OS conflitos na Europa seguiram por muito tempo; guerrilhas nazistas continuavam atuando por quase uma década. NA Alemanha Ocidental, os nazistas que ficaram livres, leves e soltos pelas forças ‘pseudo’democráticas organizaram guerrilhas que até 1947 e um tentativa de golpe que foi desbaratada em 1952. O comandante do fronte leste dos nazistas foi acolhido pela CIA e de lá, junto com os ‘liberais’, ‘democráticos’ americanos comandava guerrilhas nazistas que atuaram no Leste Europeu combatendo os soviéticos até 1952. A rendição para o ocidente é que foi uma propaganda pois os nazis fugiram aos olhos vistos e com ajuda das forças ocidentais e muitos continuaram com postos em governos – na Alemanha, na Grécia onde a resistencia comunista foi massacrada pelas tropas britâncas que colocaram colaboradores dos nazistas em seu lugar – nos EUA e coloborando com as ‘forças democráticas’ na Guerra (nada) Fria. Muitos vieram para o que era conhecido como o ‘paraíso dos nazistas’: a América do sul, em especial o Brasil.
Athos
11 de maio de 2015 5:40 pm…
O general Alfred Jodl (centro) firma o ato de rendição incondicional dos nazistas em Reims, na FrançaNo dia 7 de maio, às 2p0 da madrugada, o ato de capitulação incondicional da Alemanha foi assinado na presença do general americano Walter Bedell-Smith, do general soviético Ivan Susloparov e do general francês François Sevez.
A capitulação alemã foi discutida no início de maio de 1945. Com o fim evidente da guerra, o governo nazista preferiu não oferecer nenhuma resistência aos vencedores. O almirante Karl Dönitz, que depois do suicídio de Hitler, em 30 de abril de 1945, havia assumido o comando do Terceiro Reich, enviou o general Alfred Jodl ao quartel-general dos Estados Unidos, na cidade francesa de Reims, para negociar os termos da rendição.NARA
Segundo o acordo, os combates deveriam cessar precisamente às 23h01 do dia 8 de maio. Mas a notícia da assinatura da rendição correu o mundo já na manhã do dia 8, o que obrigou os chefes de três dos quatros países aliados – Harry Truman, nos Estados Unidos; Winston Churchill, no Reino Unido; e Charles de Gaulle, na França – a anunciar oficialmente o fim dos enfrentamentos às 15 horas. A partir de então, o dia 8 de maio se tornou a data-símbolo da vitória sobre a Alemanha nazista.
A cerimônia de assinatura da capitulação em Reims, no entanto, não foi suficiente para o líder do quarto país Aliado, a União Soviética. Joseph Stalin queria que a rendição incondicional fosse assinada no coração do Terceiro Reich: Berlim. Uma nova reunião foi então organizada no subúrbio da cidade alemã, ocupada na época pelo exército soviético.
O encontro começou na noite do dia 8 de maio e terminou precisamente aos 28 minutos do dia 9. É por isso que a União Soviética, e atualmente a Rússia, celebrava o aniversário da capitulação alemã um dia depois que a maioria dos países europeus.
O conflito, no entanto, ainda não havia chegado ao fim. Foi preciso esperar até o dia 2 de setembro para que o Japão assinasse a capitulaç
Ricardo Cavalcanti-Schiel
9 de maio de 2015 2:45 pm2015: o Regimento Imortal marcha em Moscou
[video:http://actualidad.rt.com/actualidad/174354-regimiento-inmortal-marcha-moscu-victoria%5D
Em: http://actualidad.rt.com/actualidad/174354-regimiento-inmortal-marcha-moscu-victoria
Sérgio Rodrigues
9 de maio de 2015 2:46 pmViva o grande comandante!….Avante!…
https://www.youtube.com/watch?t=25&v=0c6IWAUuY-U
anarquista sério
9 de maio de 2015 2:58 pmAtenção pra o detalhe:
”
9
Atenção pra o detalhe:
”
9 de maio, o dia da vitória soviética sobre o nazismo”
Digo eu : Sem o apoio dos aliados e sobretudo dos E U A , estariamos falando alemão e conta de somar que era o sonho de Hitler.
Quem disse que foi votória soviética?
Com a bomba atômica americana até a ”SOviética” iria pro espaço.
Não opino.
Apenas retratos fatos.
alexis
9 de maio de 2015 4:59 pmAlaska
A “ajuda” dos EUA não foi de graça, mas entrou no finalzinho, apenas para os aplausos e para pegar o mundo para sim.
O peso da guerra foi da Rússia e da Inglatera
Andre Araujo
9 de maio de 2015 7:38 pmNo finalzinho? Em abril
No finalzinho? Em abril de 1942 a Força Aerea americana começou a bombardar a Alemnaha TODOS os dias com 15 a 16 esquadrões, 400 aviões, de segunda a domingo, em 1942 os EUA invadiram e ocuparam as colonias francesas da Africa do Norte, em 1943 invadiram a Sicilia, em junho de 1944 abiram a Segunda Frente na Normandia, entraram na guerra em 1941 assim como a URSS que de 1939 a juho de 1941 foi neutra. Então não foi no finalzinho.
Eliane Ribeiro
9 de maio de 2015 8:42 pmNão adianta Adré em qualquer
Não adianta André em qualquer livro de história de 6 serie está la a primeira derrota do exercito Alemão foi a batalha de Stalingrado.como voce mesmo citou os EUA e a Inglaterra(salvo a Raf que os Alemães foram para cima) não batião de frente em campo com o exercito nazista, iam combater nas colonias.Stalin segurou a onda sozinho na europa oriental.Fato relatado no Filme tempos de tormenta.no qual Churchil prometeu ajuda a Stalin no encontro em Teerã,e depois ficou se humilhando no parlamento ingles para reunir a ajuda prometida.Foi o exercito Vermelho que cravou a derrocada do exercito Nazista!
Andre Araujo
9 de maio de 2015 9:47 pmA URSS recebeu 16 milhões de
A URSS recebeu 16 milhões de toneladas de material dos EUA. Sem isso não haveria batalha de Stalingrado.
Cesar Ferreira
9 de maio de 2015 10:37 pmTenho minhas dúvidas
Sem isso não haveria batalha de Stalingrado.
O fato objetivo é que as maiores perdas do exército alemão foram na frente oriental… Segundo o historiador Dennison de Oliveira, especialista na WWII, as perdas humanas e materiais dos alemães na frente oriental foram 75% do total da guerra, de modo que duvido muito que a ajuda americana possa ser considerada crucial.
Claro, essa ajuda deve ser reconhecida, mas o inverso pode ser dito. Isto é, se não fosse o esforço de guerra do povo russo nunca haveria dia D. Sem chance. Porém o inverso não se pode afirmar categoricamente. Ou seja, sem o dia D nada garante que os alemães se salvariam do urso.
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10 de maio de 2015 1:00 amOs EEUU
Abasteceram materialmente todos os exércitos, mas de bobo não têm nada. Deixaram primeiro que os outros exércitos combatessem e morressem. Mas não há dúvida se necessário fosse o exército americano poderia fazer frente ao alemão, por um simples fato: recursos materiais.
Hitler sabia que se os EEUU entrassem na guerra não havia como competir com a indústria americana. Guerra não são homens, são materiais e recursos, e os EEUU era largamente o mais poderoso do mundo na época. Homens eles achariam em qualquer lugar do mundo. Por conta disso influenciou os japoneses, que antes entraram em guerra com os americanos.
Ninguém se deu conta de que os americanos combateram em duas frentes, e ainda assim montaram um enorme contigente para desembarcar na Europa. Imaginem vcs se todo esse contigente (pacífico também) se voltasse contra Hitler, como fez Stalin. Vcs ainda acham q eles não seriam capaz de derrotar o exército alemão? Pura besteira. Uma bomba igual Hiroshima em Berlim e a guerra estava acabada.
Cesar Ferreira
10 de maio de 2015 4:27 pmTalvez.
Uma bomba igual Hiroshima em Berlim e a guerra estava acabada.
Junior, não afirmo que A ou B aconteceria. Mas guerra é dinâmica…
Pense, se para os EUA já foi difícil derrotar uma ilha chamada Japão cercada por todos os lados e sem fontes de matérias primas, o que aconteceria se a Inglaterra caísse e os americanos perdessem as bases aéreas no continente europeu e ainda por cima os alemães garantissem todo suprimento de matérias primas da frente oriental que precisassem?
Nessa situação os alemães estariam em clara vantagem para bloquear os EUA na África, no Mediterrâneo e no Oriente Médio e talvez a China o que salvaria os Japoneses. Ai quem estaria cercado seria os americanos. Ou seja, a Inglaterra era o calcanhar de aquiles e foi muita burrice, para sorte nossa, os alemães terem partido para cima dos russos antes de derrubar a fortaleza no mar do norte.
E se fosse assim, a guerra com certeza ganharia uma dinâmica mais longa e os alemães poderiam ter tempo para obter a sua bomba atômica (os russos obtiveram a sua em 49) e como estavam literalmente décadas a frente no desenvolvimento de mísseis balísticos quem poderia ser bombardeado primeiro lá pelos idos de 1950 seria Nova York. Claro, são apenas conjecturas que servem a nossa distração.
Jorge Rebolla
9 de maio de 2015 11:36 pmA batalha de Stalingrado acabou em…
…fevereiro de 43, como disse numa outra resposta a ajuda americana foi extremamente importante na contra-ofensiva.
Jorge Rebolla
9 de maio de 2015 11:39 pmAtenção…
A primeira derrota do exército alemão foi em Moscou, quando na virada de 1941 para 1942 foram obrigados a recuar. A partir deste momento a capital não foi mais diretamente ameaçada. No norte o cerco a São Petesburgo já se transformara em guerra de trincheira, no centro por incrível que pareça, a retirada estava se iniciando apenas 7 meses após a invasão. Apenas no sul os nazistas nessa altura ainda possuiam algum ímpeto, pelo menos por um semestre, o atoleiro nazi em Volvogrado iniciou em julho de 42.
Não restam dúvidas que o apoio material dos EUA foi extremamente importante para o esforço de guerra soviético, fundamental na ofensiva contra o Reich, não para parar o avanço das hordas nazistas, tendo em vista que em fevereiro de 1943 o bando germânico com suas rêmoras italianas, romenas, húngaras e croatas já haviam iniciado a longa jornada de regresso.
Eliane Ribeiro
10 de maio de 2015 12:02 amEntão Rebolla.como vc citou o
Então Rebolla.como vc citou o exercito Vermelho enfrentou uma horda,italianos ,romenos,hungaros e croatas…não menosprezando a ajuda Yankee,só que essa só chegou praticamente após o sacrificio de milhares de eslavos….quando os eslavos heroicamente já tinham iniciado a expulsão do exercito nazista.
Jorge Rebolla
10 de maio de 2015 12:15 amSe você lesse o texto inteiro…
…teria visto que falei que os materias enviados pelos americanos foram importantes para a ofensiva, não para impedir o avanço nazista, pois já estavam em retirada forçada, ou melhor, como a ordem de Hitler era para não recuarem, o avanço soviético foi basicamente feito sobre a destruição das unidades do exército alemão.
Jorge Rebolla
10 de maio de 2015 12:08 amOs bombardeios atingiram muito mais os civis…
… se analisarmos os números parece que o principal objetivo foi aterrorizar a população civil. Aliás bombardeios contra Hamburgo e Dresden, dentre outros, foram verdadeiros crimes de guerra possuiam como único objetivo exterminar a população dessas cidades. O efeito prático dos “bombardeios estratégicos” foi muito menor que o alardeado.
Cesar Ferreira
10 de maio de 2015 12:26 amNa prática a indústria de
Na prática a indústria de armamentos alemã permaneceu de pé até o fim da guerra cujo mérito se atribui a genialidade administrativa de Albert Speer.
Mas se não faltava munição, faltava gente. E é amplamente sabido o fato de passarem a usar crianças perto do fim.
Cesar Ferreira
9 de maio de 2015 7:52 pmVamos aos Fatos
Quem disse que foi votória soviética?
Com a bomba atômica americana até a ”SOviética” iria pro espaço.
Não opino.
Apenas retratos fatos.
Para obter a bomba atômica foi preciso um grande esforço e só conseguiram produzir duas bombas ao final de 1945.
E eram primitivas e pesadíssimas para transportar, isto é, não haviam mísseis era preciso usar bombardeios. E o caso é que Japão já estava com sua força aérea debilitada para interceptar bombardeios; coisa que para a URSS seria diferente.
Ou seja, depois que os EUA bombardearam Hiroshima e Nagasaki, seria impensável esperar que os soviéticos deixassem algum bombardeio americano cruzar suas fronteiras. Acrescenta-se a isso o fato de que após Hiroshima a URSS levou apenas 4 anos para detonar sua primeira bomba atômica.
Segundo e mais importante… Cerca de 75% da destruição de equipamento militar e da perda de soldados alemães ocorreram na frente Oriental. Ou seja, se a URSS tivessem desistido de lutar como fizeram os franceses, o potencial militar da Alemanha para a frente ocidental seria acrescido, grosseiramente falando, em 75% enquanto se ocorresse o inverso, isto é, se os EUA e a Inglaterra ficassem de fora, o potencial contra a frente oriental seria acrescido só 25%.
Ou seja, se X for a probabilidade da Inglaterra e EUA derrotar sozinhos a Alemanha e Y a probabilidade da URSS derrotar sozinha a Alemanha é fato, matematicamente falando, que Y é maior que X.
Eliane Ribeiro
9 de maio de 2015 10:41 pmEssa bomba maldita só foi
Essa bomba maldita só foi lançada como teste nas dua cidades japonesas em agosto. a guerra já estava encerrada em Maio na Europa! Alemanha já tinha se rendido ao exercito Vermelho, que liquidou o exercito Nazista! vai estudar…
Ulisses s
9 de maio de 2015 10:46 pmVocê desconhece
A tenacidade das forças armadas e do povo japonês e sua vontade de lutar contra os EUA em 1945. Sugiro atualizar seus conhecimentos de história sobre este período. Um livro interessante, que li recentemente foi “A ULTIMA MISSÃO: A HISTORIA SECRETA DA BATALHA FINAL DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL” do historiador Jim B. Smith”. Você verá que o lançamento das duas bombas atômicas não influenciou o povo japonês de continuar lutando. Aqui tem um link com comentários sobre este livro.
http://segundaguerra.net/a-ultima-ofensiva-contra-o-japao-a-batalha-final-da-segunda-guerra-mundial/
Eliane Ribeiro
10 de maio de 2015 12:07 amObrigada pela dica de
Obrigada pela dica de livro.mas não entendi em que meu comentário ofendeu o exercito japones.
Cesar Ferreira
10 de maio de 2015 12:11 amEfeito psicológico
Desconhecia essa última batalha, porém vale dizer que de qualquer forma o fornecimento de combustível já estava em colapso devido ao corte do suprimento de petróleo do exterior. Por isso ainda acho que as Bombas foram mais decisivas e explico a lógica que na verdade vai ao encontro da sua opinião sobre a disposição do povo japonês em lutar até o fim…
O governo japonês sabia que eles iriam ser derrotados “convencionalmente”, inclusive pela falta de combustível como você lembra. Só que é claro o japonês preferiria lutar nem que fosse a faca do que se render e o uso de kamikazes prova isso – Alias, existiram batalhões americanos compostos exclusivamente por nipo-americanos que por motivos óbvios foram enviados a lutar somente na Europa. O caso é que esses batalhões são os mais condecorados em toda história do exército americano de forma que nem é preciso dizer muita coisa sobre o espírito de combate do japonês e o receio dos americanos em terem que desembarcar nas praias japonesas.
O caso é que nesse contexto de disposição para lutar até o fim, o fato de aparecer uma “força maior” (as novas bombas atômicas) veio a calhar para o inconsciente coletivo japonês aceitar a possibilidade de se render.
Jair Fonseca
9 de maio de 2015 3:43 pm“Rossiya”, do Laibach.
“Rossiya”, do Laibach.
[video:https://www.youtube.com/watch?v=bJEoPi9vrLo%5D
hugo1
9 de maio de 2015 3:46 pmBerlim em Julho de 45.
Berlim em Julho de 45.
[video:https://youtu.be/R5i9k7s9X_A%5D
Jair Fonseca
9 de maio de 2015 3:58 pmA balada do soldado
A balada do soldado, filme soviético de 1959, dirigido por Grigori Chukhrai. Ótima cópia, com legendas em inglês.
[video:https://www.youtube.com/watch?v=h0zr877200s%5D
Andre Araujo
9 de maio de 2015 7:24 pmMeu caro Costa, para todos os
Meu caro Costa, para todos os efeitos praticos o fim das hostilidades se deu em 7 de maio e assim é comemorado em todos os paises Aliados ocidentais, inclusive no Brasil, nossa cerimonia no Monumento dos Pracinhas no Flamengo ocorreu antes de ontem, 7 de maio, uma rendição se dá no primeiro momento e não na ratificação por atos posteriores.
José Carlos Brandes
9 de maio de 2015 9:02 pmE daí ?
Esses mesmos milicos ficaram 20 anos comemorando o golpe, ou revolução segundo eles, de 1964 no dia 31 de março, porque os yankees disseram para eles que o golpe não podia ser lembrado no dia da mentira.
Jorge Rebolla
9 de maio de 2015 9:39 pmTem gente que quer acreditar que os EUA…
salvaram a Europa, mesmo que para cada militar boche morto no front ocidental quase seis foram para o inferno no oriental.
A verdade sobre a segunda guerra é simples, os americanos derrotaram os japoneses e os soviéticos os alemães. Com os primeiros evitando com as duas bombas atômicas o trabalho de chegar por terra no covil do facínora.
Agora, setenta anos depois, de hollywood e os seus soldados Ryans muitas pessoas continuam a acreditar na ficção.
Tem um outro personagem da segunda guerra que herdei a admiração do meu pai por ele…
[video:https://www.youtube.com/watch?v=IdTl5T2NZ9o%5D
Almeida
9 de maio de 2015 9:37 pmTributo aos veteranos soviéticos da Grande Guerra Patriótica
Память – Memória
[video:https://www.youtube.com/watch?v=cWrdAyP5aO0%5D
Dez milhões de soldados soviéticos pereceram, homens e mulheres, das inúmeras nacionalidades que compunham a União Soviética então, russos, bielo-russos, ucranianos, armênios, georgianos, cazaques, ossétios, quirguízes, tártaros, uzbeques, tadjiques, calmucos, etc. Defendiam-se da barbárie fascista, que apregoava para eles a inferioridade, escravização e extermínio, que foram postas em práticas por onde passaram os fascistas e atingiram com violência as populações civis, levando a morte para mais de quinze milhões destes.
As forças soviéticas tiveram de suportar 85% do poderio nazi-fascista, que reunia tropas alemãs, romenas, italianas, húngaras, espanholas, francesas, voluntários fascistas de toda partes. A destruição de residências foi tão grande, deixou um deficit habitacional tamanho, que por décadas, até se reconstruir os estragos, mais de uma família tiveram de compartilhar o mesmo imóvel; os prédios públicos tiveram igual destino, a maioria de escolas e hospitais foram destruídos, por onde os fascistas ocuparam, estradas, ferrovias, pontes, indústrias, usinas de produção de energia, tudo teve de ser reconstruído após a guerra. Ainda há gente que acredita na versão hollywoodiana da vitória americana sobre a Alemanha, ou que armamentos e outros suprimentos cedidos pelo EUA marcharam sozinhos, nas frentes de combates do leste europeu; foram conduzidos por homens como este que aparece no vídeo, foram eles os maiores responsáveis pela superação do horror nazista. Esta reverência deve ser prestada à memória do heroico soldado soviético.
A letra em tradução livre:
Quando rasgamos de dentro de nós a página da memória
E os feitos de antigos heróis evaporam-se no tempo
Nós afogamos nossos corações em lama fria
E ficamos mais sujos que a sujeira rastejante sob os pés.
Quando esquecemos quantas vidas foram sangradas
Como a morte jogou roleta com a própria morte anunciada
Como a coragem encarou os olhos da morte
Então nos tornamos frágeis como palha.
Quando as cinzas da memória estão dispersas
Nos campos fertilizados com o sangue dos soldados
Na luminosa bravura do último suspiro
Então seremos sitiados por imenso vazio.
Quando incapazes de lembrar as lágrimas das mães
De como viúvas vestiam-se de luto
E como na dor o pão tornou-se uma pedra
Podemos finalmente dizer que somos desumanos.
Ao longo das estradas empoeiradas
Através de rios e montanhas
Lembre-se deles!
Sob estrelas e aguaceiro das chuvas
Na primavera e no inverno
Lembre-se deles!
Quando fios grisalhos escondem o adolescente
Que corria gritando para abraços de chumbo
Como cumpriu o dever de carregar sua cruz
Será que ficam boas nossas sagradas cruzes então?
Quando não podemos lembrar nomes e rostos de soldados
De espíritos gravados em pedras mais firmes que fortalezas
Que rasgavam a dentes bloqueios mortais
Então, que tipo de valores nos guiarão?
Quando as memórias começam a desaparecer
De como do céu choviam buracos de balas
De como explosões destruíam edifícios
O que será de dentro de nós capaz de superar a morte?
Quando nossa memória é enterrada em catacumbas
Daquele orvalho carmesim que envolve a terra
E como a terra então cicatriza suas feridas
Será que nós mesmos seremos então dignos de lembranças?
Ao longo das estradas empoeiradas,
Através de rios e montanhas,
Lembre-se deles!
Sob estrelas e aguaceiro das chuvas,
Na primavera e no inverno,
Lembre-se deles!
junior50
9 de maio de 2015 10:57 pmPassado não dá dinheiro, só discussões.
As quais nunca serão solucionadas, pois o que interessa que dia foi ?
Absolutamente NADA
O que importa é que na Parada de hoje, foi apresentado ao mundo a versão operacional do T-14 Armada, o 1st MBT ( “tanque de batalha” ), do século XXI, o qual ainda apenas em projeto em 2006, garantiu para a General Dynamics land Systems, seus empregados de Lima (Ohio ) e Anniston ( Alabama ), que estas fabricas não fossem fechadas, e recentemente, quando o T-14 , virou uma realidade, a GDLS conseguiu um “troco” do Pentagono, em fev/15, de módicos US$ 50 M, para acelerar as modificações nos M1A2 SEPADV, e mais US$ 50 M para “pesquisas” do futuro MBT americano ( que o Congresso tinha contingenciado em 2012/2013 ).
Todas as fabricantes de MBTs ocidentais vão receber verbas, a BAe Land (inglesa) associada a polaca BUMAR/Obrum, com seu PL-01 ( praticamente um T-14 russo , mais digitalizado e caro ), ira concorrer para substituir todos os MBTs britanicos e poloneses, alem de concorrer na competição do novo MBT europeu, promovida pela OCCAR *, provavelmento tendo como competidores, os novos projetos de MBTs da KMW alemã ( possivelmente associado a franceses, espanhóis e italianos – claro, se eles não se “estranharem” ).
OCCAR: Organização Européia que “teoricamente” conduz programas industriais militares conjuntos.
O “novo protagonismo russo”, vai gerar uma bela movimentação de capital, a qual não se via desde o fim da URSS, e ainda tem gente discutindo a II Guerra Mundial.
Jorge Rebolla
9 de maio de 2015 11:51 pmA questão é: a Rússia prepara-se para a guerra…
… a única maneira de impedir que seja retalhada pelos seus inimigos americanos. Até hoje o Urso é um grande espinho na garganta da plutocracia yankee. Afinal não se sujeita ao papel de estado tributário…
junior50
10 de maio de 2015 12:03 amDos que vivem no passado
Leem Veja, FSP , assistem as redes de midia do Murdoch, os refugiados de Londres, os poloneses, e os bálticos, ainda inflam as bandeirinhas do “perigo vermelho”, pois para os do ramo – que detestam dar entrevista ou escrever sobre para o publico em geral – o “espinho na garganta” para o Pentagono, Casa Branca, CIA, NSA, NRS ( a mais perigosa e “desconhecida ” agência de defesa norte-americana ), é a China.
Jorge Rebolla
10 de maio de 2015 12:26 amjunior50
A China por terra é cercada por duas poderosas nações: Rússia e Índia. Isto limita a sua importância geoestratégica atual ao Mar Amarelo e ao Mar do Japão. Ela necessita que os dois sejam neutros em relação ao crescimento do seu poderio, essas fronteiras não podem ser fontes de preocupações.
Para jantar a China só almoçando a Rússia!
agincourt
9 de maio de 2015 11:13 pmbélicas
Discussões tolas e enfadonhas.
Mas vamos lá.
A guerra no front oriental foi responsável por 85% das baixas fatais da Wehrmacht – e de parte astronômica de equipamento bélico.
Sim, de longe, a maior carga do esforço Aliado recaiu sobre a URSS.
Por outro lado, o fornecimento de equipamento, matérias primas e suprimentos fornecidos pelos EUA – pelo sistema de lend-lease – e pelo Reino Unido foi essencial para a resistência e recuperação soviética frente ao Eixo.
Convém lembrar que a motorização do Exército Soviético deu-se, substancialmente, graças ao fornecimento de viaturas estadunidenses.
Muita gente não percebe, em fotos e filmes, que sustentando o famoso lançador de foguetes Katyusha temos, frequentemente, um caminhão Studebaker.
José Carlos Brandes
9 de maio de 2015 11:47 pmCinco filmes sobre a vitória da União Soviética contra o Nazismo
Diversos são os filmes que tentam retratar o que foi a Segunda Guerra Mundial, no entanto, a grande indústria cinematográfica dificilmente mostra o ponto de vista da União Soviética, a potência responsável pela queda do Nazismo na época. O Prosa Poesia & Arte selecionou cinco filmes que mostram a história da guerra na URSS ou pela perspectiva soviética.
http://www.diarioliberdade.org/mundo/cultura-m%C3%BAsica/55789-cinco-filmes-sobre-a-vit%C3%B3ria-da-uni%C3%A3o-sovi%C3%A9tica-contra-o-nazismo.html
Almeida
10 de maio de 2015 2:41 amParada de hoje
Já tem mais milhão e meio de visualizações
[video:https://www.youtube.com/watch?v=GE023IHaCyE%5D
Jair Fonseca
10 de maio de 2015 3:52 am“Katyusha” é uma famosa
“Katyusha” é uma famosa canção de amor, do tempo da guerra na Rússia. Seguem uma versão moderna, com trecho do belo filme A infância de Ivan, de Tarkovsky, e outra, com dança ao vivo.
[video:https://www.youtube.com/watch?v=Nsy162Fewf4%5D
[video:https://www.youtube.com/watch?v=YoB4Vkvceo0%5D