5 de junho de 2026

“A caneta ainda é minha”, diz Bolsonaro após Mourão afirmar que governo comprará a Coronavac

Bolsonaro ainda disse que a Anvisa não tem competência para decidir sobre a compra da vacina, apenas a liberação do registro

Jornal GGN – O presidente Jair Bolsonaro respondeu neste sábado (31) à declaração do general Hamilton Mourão, de que o governo federal vai comprar, sim, a vacina para coronavírus desenvolvida pela chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

Sem citar nominalmente o vice, Bolsonaro rebateu: “Eu não delego a ninguém tratar sobre qualquer assunto de competência do presidente da República. E a caneta Bic ainda é minha”. A informação é da CNN Brasil.

A declaração de Mourão contraria a postura de Bolsonaro, que por uma rixa política e pessoal com o governador João Doria, mandou cancelar o protocolo de intenções de compra de 46 milhões de doses da Coronavac assinado pelo Ministério da Saúde com o Instituto Butantan.

Bolsonaro ainda disse, segundo a CNN Brasil, que a Anvisa não tem competência para decidir sobre a compra da vacina, apenas a liberação do registro. O presidente insinua, com isso, que pode resistir à aquisição do imunizante mesmo que sua eficácia e segurança sejam chanceladas pela Anvisa.

Segundo Bolsonaro, a vacina chinesa deveria ser testada em massa no país de origem antes de ser vendida a outro país. Ele também tem sustentado que não vai despender quase 2 bilhões de reais para comprar uma vacina que ainda não concluiu todos os testes.

Apesar disso, o governo federal já assinou um acordo se comprometendo a comprar a vacina de Oxford- que tampouco terminou a fase de testagem e também é feita com insumos fabricados na China.

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

7 Comentários
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. Vladimir

    31 de outubro de 2020 10:31 am

    Ainda? Tem gato nessa tuba? Ou a tinta da caneta está acabando?

  2. Carlos Elisioc

    31 de outubro de 2020 10:46 am

    Se ainda segura a caneta vê se faz algo de bom com esta porra.
    Enquanto ficam de sacanagem com a saúde da população, que continua sendo vitimada pelo Covid, congresso e executivo vão submetendo a população mais carente a novos tormentos. Mas desta vez se superando nos métodos de tortura.
    https://www.jb.com.br/pais/2020/10/1026314-fornecimento-de-agua-a-cidades-no-nordeste-deve-ser-interrompido-por-falta-de-dinheiro.html

    Já me tornando redundante; faltam adjetivos para qualificar esta escória.

  3. Sidnei

    31 de outubro de 2020 11:50 am

    Opa! Ainda! Bom sinal!

  4. Bo Sahl

    31 de outubro de 2020 1:16 pm

    Se a Anvisa aprovar, após todos os testes e ele não comprar, estará cometendo MAIS um das dezenas de crimes de responsabilidade.
    Assim como liberar remédios sem eficácia científica para uso FORA da bula (h/cloroquina) ou NÃO aprovados pela Anvisa, caso da fosfoetalonamina, uma das DUAS únicas propostas aprovadas por ele em quase TRINTA anos de “emprego” parlamentar.
    Ao custo, em v.presente, de ~R$ 150 mil mensais (“por dentro”). Ou mais de R$ 50 milhões.
    Se até as pedras sabem que sua rejeição é puramente ideológica, com o prejuízo de colocar risco à vidas humanas, certamente haverá forte motivo para perder a caneta, qualquer que seja a marca.

  5. Bo Sahl

    31 de outubro de 2020 1:46 pm

    Uma das mentiras públicas e recorrentes do contumaz despresidente adolinquente é a do uso de água de côco como “transfusão de sangue”.
    Após um razoável período de pesquisas na rede sobre mais esta “fake-news” do destacada e internacionalmente ridicularizado desgovernante braZileiro, o que se pode achar em sites sérios (jornalsticos, acadêmicos e miiltares) é que isto é “possivelmente” uma lenda ou PIADA decorrente de um ÚNICO e não muito bem registrado evento pelas forças aliadas do Pacífico, de um soldado com possibilidades de morrer por DESIDRATATAÇÂO, sem soro para reposição por problemas logísticos temporários e sem poder tomar nada por via oral, pelos ferimentos que tinha, injetaram-lhe a água de côco que, como se sabe é um ótimo hidratante.
    Aí o mitosco transforma isso em uma “prática generalizada de transfusão de sangue”…
    Ainda que “fosse verdade”, a correlação entre esta mentira e a h/cloroquina é tosca, pois batalhas em praias do Pacífico e pandemia são condições muito diferentes..
    Mas os minions acreditam e passam adiante!
    Mil vezes e mais, como Goebell gosta(va).
    Enquanto isso, um percentual desconhecido de nossos ~160 mil mortos morre por desinformação.

    1. Bo Sahl

      31 de outubro de 2020 1:52 pm

      * Ajustes e complementos ao comentário:
      1) Goebells
      2) …Aí o mitosco, como bom papeador de roda de praia que ouve o Galo cantar mas nunca sabe onde, transforma…

      1. Bo Sahl

        31 de outubro de 2020 1:58 pm

        “Tá defícel”, ahahah!
        Goebbels.

Recomendados para você

Recomendados