Queira ou não queira, ou você pega a condução ou perde o emprego – não é assim que acontece na vida de milhares de cidadãos brasileiros? Têm de viajar, por bem ou por mal, debaixo de vara, coercitivamente, ou não.
O magnífico (a meu ver) chargista Duke, no jornal o Tempo, MG, retratou isto de modo preciso:

No blog do Simão, a mostra de outra “condução coercitiva” via ônibus:

Há também os milhares que vão e vêm espremidos nos metrôs de Sampa, a cada dia, querendo ou não querendo, são obrigados:

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