4 de junho de 2026

A incrível qualidade dos vídeos de Valesca Popozuda

Recebi esse vídeo do funkeira Valesca Popozuda. A qualidade de imagem, edição, figurino não fica nada a dever aos melhor vídeos de televisão e de artistas internacionais.

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

http://youtu.be/73sbW7gjBeo width:640 height:480 align:center

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

50 Comentários
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. MarFig

    3 de janeiro de 2014 6:25 pm

    Só fumando um baseado pra ver

    Só fumando um baseado pra ver até o fim.

    1. ulderico

      3 de janeiro de 2014 6:48 pm

      Passa aí !….

      Passa aí !….

  2. alessandroduarte

    3 de janeiro de 2014 6:44 pm

    Gostaria de saber se foi

    Gostaria de saber se foi feito com software livre?

     

    Por falar nisso: http://letras.mus.br/dj-branco/973425/

     

    Sofware Livre

    Dj Branco

    Telecentro é esperança pras comunidades
    Temos que acreditar e conviver em unidade
    Telecentro uma nova opção
    Só usa Software Livre é liberdade é inclusão BIS

    Inclusão social aparti da digital
    Fortalecendo a auto-estima, intelectual
    Digitalmente, tecnologicamente, falando
    sou negro, baiano ou se quiser, soterapolitano
    Luto por justiça social, pra quem vive no abandono
    Vamos lutar , nos unir, para reverter
    A imagem da favela que aparece na TV
    A mídia, é um câncer prepotente
    Que fabrica a miséria, e se faz de inocente
    Mais eu sei, que a guerra não estar perdida
    O telecentro veio pra fortalecer, as mídias comunitárias
    e alternativas

    Telecentro é esperança pras comunidades
    Temos que acreditar e conviver em unidade
    Telecentro uma nova opção
    Só usa Software Livre é liberdade é inclusão BIS

    A espada segue o espírito do mestre
    Com ou sem a tecnologia eu sou, cabra da peste
    Ai Bill Gates, tenho um recado para você
    Aqui no Brasil é o Software Livre que vai prevalecer
    Estamos cansados de ser escravizados
    Pelo Software que é proprietário
    Diversidade cultural, patrimônio comum da humanidade
    Educação pela comunicação, para democratizar as
    oportunidades
    A estrada é muito longa cheia de sinais
    Mais nunca apague o farol dos seus ideais

    Telecentro é esperança pras comunidades
    Temos que acreditar e conviver em unidade
    Telecentro uma nova opção
    Só usa Software Livre é liberdade é inclusão BIS

     

    1. ulderico

      3 de janeiro de 2014 6:49 pm

      Passa aí !…

      Passa aí !…

  3. alexis

    3 de janeiro de 2014 6:51 pm

    Apresentação e conteúdo

    A mediocridade precisa de uma boa apresentação!

  4. Gilson AS

    3 de janeiro de 2014 6:57 pm

    Putz ! cadê os pretos.

    O funk foi nascido nos morros cariocas,ou seja, é cultura de negro favelado.

    O vídeo exibido está completamente descaracterizado do que é o funk verdadeiro.

    Outra, de todas essas mulheres com nome de fruta, que se criaram e se projetaram no funk, não tem uma negra.

    O funk original da favela, continua preto e marginalizado, e em muitos lugares proibidos.

    O funk feito por brancos, o falso, é aceito, e é o que passa na mídia.

    Se tirar o audio do filme, pela plástica, alguém vai dizer que é funk ? Portanto não representa a cultura funk, é falso.

    ////////////////////

    O funk tem que ser como diz a letra da música.

    É som de preto e favelado

    Mas quando toca ninguém fica parado.

     

    1. Marco St.

      3 de janeiro de 2014 7:23 pm

      Funk é James Brown (oriundo

      Funk é James Brown (oriundo da soul music), Sly and The Family Stone, Parliament Funkadelic, EWF, Brass Construction, Chaka Khan, Michael Jackson, Prince, etc.

      Nenhuma similaridade com o que o se denominou no Brasil de “funk carioca” que na verdade nada mais é do que a versão abrasileirada do Miami Bass do inicio dos anos 90.

      Funk brasileiro é isso aqui:

      [video:http://www.youtube.com/watch?v=7-NnVVjCsfg&feature=player_embedded%5D

      1. morallis

        4 de janeiro de 2014 3:39 am

        (Sem título)

         / Álbum de 1971: o disco mais <i>black</i> de Roberto Carlos no ano mais <i>black</i> da música brasileira.

    2. Ozzy

      3 de janeiro de 2014 7:24 pm

      Mr. Catra, MC Marcinho,

      Mr. Catra, MC Marcinho, Claudinho e Buchecha… tudo albino.

      1. Gilson AS

        3 de janeiro de 2014 8:58 pm

        Todos homens.

        Estou me referindo as mulheres.

        Tirando a Tati Quebra Barraco, que sumiu da mídia, não tem  mais nenhuma negra.

        Todas as mulheres com nome de fruta que estão mídia, são todas brancas, e sairam do funk.

        Estão ganhando muito dinheiro com sua bundas grandes cheias de silicone.

        Tenho minhas dúvidad se essas mulheres moravam em comunidade ou se são apenas oportunistas.

        Enquanto o pobre favelado, em algumas comunidade pacificadas, não pode tocar/cantar  funk

        Deveria ser proibido também de tocar funk na Globo, p. ex., no programa do Luciano Huck.

         

        1. Ozzy

          3 de janeiro de 2014 10:32 pm

          As ‘mulheres fruta’ eram

          As ‘mulheres fruta’ eram originalmente dançarinas de funkeiros ‘pretos’ como vc gosta… Se eles escolheram dançarinas morenas em vez de pretas, foi opção deles.

          E, particularmente, não acho que as mulheres negras deveriam se sentir ofendidas por não terem representação nas mulheres fruta… Mas enfim…

        2. Ed Döer

          4 de janeiro de 2014 12:06 am

          A Mulher Melão teria largado

          A Mulher Melão teria largado a faculdade de direito (em Camboriú/SC) para buscar a fama…então talvez sua teoria tenha fundamento.

          http://revistatpm.uol.com.br/revista/84/reportagens/fim-de-feira.html

    3. Ozzy

      3 de janeiro de 2014 7:24 pm

      Mr. Catra, MC Marcinho,

      Mr. Catra, MC Marcinho, Claudinho e Buchecha… tudo albino.

    4. DanielQuireza

      3 de janeiro de 2014 7:32 pm

      Não é funk.
      Ela e a Anita

      Não é funk.

      Ela e a Anita estão tentando copiar o Pop americano tipo Byonce e outras.

      Tem mercado, no Brasil não tem ninguem com esse estilo.

      1. Ozzy

        3 de janeiro de 2014 7:42 pm

        Sim, é funk. Ela canta funk

        Sim, é funk. Ela canta funk há trocentos anos e canta com todos os caras do funk carioca. Só pq deu um ‘upgrade’ no visual e tem uma melodia um pouco (UM POUCO!!) mais elaborada do que aqueles funks das antigas, não quer dizer que não seja funk.

        A Anita, de fato, foi inventada por uma empresária, mas a Valesca é ‘autêntica’.

        Não que isso queira dizer muita coisa, é claro.

  5. Marco St.

    3 de janeiro de 2014 7:03 pm

    O Blog está sendo atacado?

    O Blog está sendo atacado?

  6. Ozzy

    3 de janeiro de 2014 7:22 pm

    Nasce um novo clássico. Mas

    Nasce um novo clássico. Mas creio que, em termos de letra e melodia, não consegue superar o genial dueto da Valesca com o Mr. Catra na canção “Mama”.

    E, bom, para os comentaristas acima que se incomodam pelo fato do clipe não ter ‘visual de favela’, enfim… Como já dizia Joãosinho Trinta, quem gosta de pobreza é sociólogo. Pobre gosta de luxo.

  7. Ozzy

    3 de janeiro de 2014 7:22 pm

    Nasce um novo clássico. Mas

    Nasce um novo clássico. Mas creio que, em termos de letra e melodia, não consegue superar o genial dueto da Valesca com o Mr. Catra na canção “Mama”.

    E, bom, para os comentaristas acima que se incomodam pelo fato do clipe não ter ‘visual de favela’, enfim… Como já dizia Joãosinho Trinta, quem gosta de pobreza é sociólogo. Pobre gosta de luxo.

  8. Marco St.

    3 de janeiro de 2014 7:39 pm

    Cassiano

    Outro que permace “eternamente esquecido”.

    Acabou de completar 70 anos. Junto com Tim Maia e Dom Salvador criou a black music no Brasil.

    A alta qualidade das músicas (letras e melodias) chega a assustar nos dias de hoje…

    [video:http://www.youtube.com/watch?v=J5B2NYTnqog%5D

  9. Gustavo Corolow

    3 de janeiro de 2014 7:58 pm

    Mesma qualidade de produção

    Mesma qualidade de produção dos “grandes nomes” da música internacional. Mesma FALTA DE qualidade artística dos “grandes nomes” da música internacional. Chegamos lá. Já sabemos fazer videoclipes tão bons e música tão ruim quanto Miley Cyrus, Lady Gaga e Justin Bieber. 

    1. RVeiga

      3 de janeiro de 2014 8:16 pm

      Miley Cyrus, Lady Gaga,

      Miley Cyrus, Lady Gaga, Justin Bieber e muitos outros que poderia mencionar aqui são ruins, sim. Mas são músicos. Dedicaram um pouco que seja de suas vidas a aprender o que é fazer música. Já Valesca Popozuda e o funk como um todo teriam que melhorar muito pra gente poder chamar de lixo musical.

      O que é preciso pro sujeito virar um “MC” famoso e ganhar rios de dinheiro? Nada. É completamente aleatório. Os tais MCs não têm voz, não sabem dançar, não sabem nem batucar numa caixinha de fósforo, são assumida e orgulhosamente iletrados.

  10. RVeiga

    3 de janeiro de 2014 8:08 pm

    Se um montinho de bosta for

    Se um montinho de bosta for coberto com o doce mais gostoso e um desafortunado começar a comer o doce gulosamente, mais cedo ou mais tarde vai estar comendo bosta. Nada define melhor o vídeo em questao.

  11. hugo1

    3 de janeiro de 2014 8:31 pm

    Sugiro um pancadão pro

    Sugiro um pancadão pro próximo sarau. rsrs

    Pra descontrair um pouco, um clássico do Marcelo Adnet na MTV, Gaiola das Cabeçudas.

    Quem quer conteúdo, aqui tem.

    http://www.youtube.com/watch?v=nS6ZyzokCGo

  12. Alexander

    3 de janeiro de 2014 8:43 pm

    Este negócio de o Nassif

    Este negócio de o Nassif falar na qualidade da produção do vídeo da Valeska Popozuda, parece até aquela estória do cara que diz que gostava de ver a Playboy por causa das entrevistas.

  13. Marcio Leandro

    3 de janeiro de 2014 9:03 pm

    Acho que o funk carioca como

    Acho que o funk carioca como todo lixo tóxico, não tem nada que preste, nada que possa ser aproveitado. Mas cá entre nós eu me diverti e ri pra caramba com a cara de pau de Valeischka bancando a Beyonce e Lady Gaga.

    Agora falando do tema do post, realmente a produção, qualidade de imagem, maquiagem, figurino e coreografia foram bem realizados.

    O pior de tudo é que essa “música” vai pegar nesse verão, nas festas de praia na Praia Mole em Floripa só se falava em “Beijin no ombro”.

  14. Marco St.

    3 de janeiro de 2014 9:16 pm

    Edirock

    Das periferias paulistanas, um dos melhores álbuns de 2013. Realidade, crueza e poesia.

    A crônica vinda de dentro. Não de fora. O Rap segue forte.

    A familia Racionais, ( aquela que o sorumbático e pobre coitado Lobão quis chamar  de “guerrilheiros do PT” , mas que na hora do “cara a cara”  fez xixi para trás…)

    [video:http://www.youtube.com/watch?v=C0-RIvgHF0I&list=FLEf0BuFqm8lnRwz37E0ARUA&index=3%5D

    1. claudio mesquita

      4 de janeiro de 2014 12:25 am

      Muito legal o som desses

      Muito legal o som desses caras. Demais.  Sempre gostei de rap, e os caras tem personalidade com umas letras ótimas. Pena que o que faz sucesso são as popozudas com aquelas mixagens pausteurizadas

    2. Ozzy

      4 de janeiro de 2014 2:54 am

      Nada mais chato do que esse

      Nada mais chato do que esse hip-hop de paulista. Cópias toscas do que o Public Enemy já fazia há 30 anos.

      Musicalmente falando é tão fraco quanto um funk da Valesca Popozuda, só que BEEEEEEM mais chato. A musiquinha da Valesca pelo menos é divertida e o clipe é engraçado de tão brega.

      Agora… ficar mais de 1h ouvindo esse cara resmungando com essa batida chata pra caramba por baixo? Tô fora.

       

      1. morallis

        4 de janeiro de 2014 5:33 pm

        É mas os produtores dela

        É mas os produtores dela deveriam pedir  prá mesma  arrancar a” cabeça de um morcego com os

        dentes no vídeo, ficaria mais brega e engraçado. Mas..pensando bem perderia  a sensualidade,

        e trafegaria entre o infantil e o boboca.

        1. Ozzy

          5 de janeiro de 2014 4:27 am

          Já tem um tigre no vídeo. O

          Já tem um tigre no vídeo. O morcego ficaria ‘over’!

    3. morallis

      4 de janeiro de 2014 4:53 am

      Muito bom!
      E pensar que há

      Muito bom!

      E pensar que há pouco tempo atras “rap” era (é?)   música considerada de

      bandido,suburbano,preto, com poética simplória e apelativa e que se escondia  no

      cotidiano para camuflar a baixa educação e capacidade  criativa de seus soldados.

      Ahh cooperifa! Ahhh Hip Hop da S.Bento. E o funk  tambem chega  lá! Só aparecer algo   

      que  “alguem ” julgue pior, com uma boa revisão e desdobramentos antropológico-social  ……….

       o status chega. Sem comparações, que sempre fez  que permaneça , tá ligado “fio”?

  15. CELSO ORRICO

    3 de janeiro de 2014 9:17 pm

    nem com o cigarro..

    nem com o cigarro do Capeta dá pra ver a popozuda do Nassif,,,rs

  16. Ana Iag

    3 de janeiro de 2014 10:00 pm

    Entre Mr Catra, Valéria

    Entre Mr Catra, Valéria Popozuda e os breganejos tipo, Luan Santana et caterva… prefiro o fank.

     

  17. Silviot

    3 de janeiro de 2014 11:06 pm

    As letras e temas das canções
    As letras e temas das canções também são semelhantes, so que em outra língua.

  18. rios

    3 de janeiro de 2014 11:36 pm

    Esse Nassif é um fanfarrão!
    Esse Nassif é um fanfarrão! rsrsrs

  19. Tamára Baranov

    3 de janeiro de 2014 11:59 pm

    Ai jesuizi….trollaram o blog

    Ai jesuizi….trollaram o blog do Nassif !!!! 

    Que coisa mais tosca ! 

    1. Marco St.

      4 de janeiro de 2014 12:46 am

      kkkkkk Foi a primeira vez que

      kkkkkk Foi a primeira vez que vi alguém associar a palavra “qualidade” com o nome de Valesca Popozuda. Geralmente a associação mais imediata tinha a ver com a centimetragem do popozão. Continuando assim Dona Valesca logo se sentará ao lado do Merval na ABL. O que provavelmente vai pesar negativamente no portfólio dela.

      Mas ainda tô achando que alguém sacaneou o Nassif. Época de férias, os estagiários fazem a festa…

      1. Tamára Baranov

        4 de janeiro de 2014 1:14 am

        Também acho que é coisa de

        Também acho que é coisa de estagiário, e com ressaca…kkkkkkkkkkkkkkkkk

  20. Carioca

    4 de janeiro de 2014 12:07 am

    O blog informa que se preza

    O blog informa que se preza pelo debate civilizado, fino e democrático. Mas agora caiu na vala comum. O post é sobre uma coisa sem valor. Ratifica-se o subdesenvolvimento da criação tupiniquim. É a cópia da cópia do que sempre se fez de pior na matriz americana. MAS, mas como usou lentes e equipamentos mudernos tenta-se ver qualidade aonde não há qualidade. Normalmente esse tipo de coisa em jornais e revistas popularescas os granfinos taxariam de jabaculê. Ainda bem que por aqui isso não existe.

  21. jns

    4 de janeiro de 2014 1:31 am

    É bão dimais…

    Este tipo de proposta é, única e exclusivamente, voltada para a indústria do entretenimento e não, nunca, jamais pretende concorrer com a nobre arte de Pixinga & Cia.

    [video:http://youtu.be/OUSqS0Ou_EQ%5D

    Bailes de debutantes, formaturas com/sem compostura, festas & farras do povinho da Facul não dispensam uma trilha sonora aditivada pelo funk, funk, funk e muita zoação por que ‘vamos todos morrer mesmo’.

    E nada de calma e música celta nessa hora.

    Pelamor!

     

  22. João Bosco Rocha

    4 de janeiro de 2014 1:35 am

    Sugestão

    1. Na parte plástica está muito boa, no bom sentido, é claro.

    2. Sugiro um aprimoramento na linha melódica, com leves nuances jobinianas.

    3. Ela já tem uma tendêcia para o teatro. O teatro rebolado.

  23. Eduardo Guimarães

    4 de janeiro de 2014 2:22 am

    Estava tudo ótimo, até a

    Estava tudo ótimo, até a música começar…

  24. morallis

    4 de janeiro de 2014 4:20 am

    Let’s finish with the funk!

    Pra Que Discutir Com  “madame

     

     

     

    Madame diz que a raça não melhora”Que a vida piora por causa do “funk”                                Madame diz que o samba tem pecado
    Que o samba coitado devia acabar
    Madame diz que o samba tem cachaça
    Mistura de raça, mistura de cor
    Madame diz que o samba é democrata
    É música barata sem nenhum valor

    Repetir 2x
    Vamos acabar com o “funk”
    Madame não gosta que ninguém sambe
    Vive dizendo que samba é vexame
    Pra que discutir com madame?

    Repetir 2x
    No carnaval que vem também com o povo
    Meu bloco de ouro vai cantar ópera
    E na avenida entre meu aperto
    Vocês vão ver gente cantando concerto
    Madame tem um parafuso a menos
    Só fala veneno, meu deus que horror
    O samba brasileiro democrata
    Brasileiro na batata é que tem valor 

     

  25. Felipe RP

    4 de janeiro de 2014 8:52 am

    Fala-se muito em preconceito por aqui, mas…

    Acho que vocês estão com dificuldade de leitura ou tem fortes problemas com funk.

     

    Tudo que o Nassif disse foi que a produção do clipe é boa. Só isso. Não falou que a música é boa, não discorreu sobre o funk nem nada. Só disse que a produção é de alto nível, e isso realmente é.

     

    Relaxam, na boa.

  26. Tamára Baranov

    4 de janeiro de 2014 9:54 am

    Oh My God!

    Por Leonardo Torres | Oh My God!, Yeah! Notícias

    A funkeira e ex-“A Fazenda” Valesca Popozuda revelou, em entrevista ao jornal O Globo, que usou as popstars americanas como referências para seu clipe da música “Beijinho no Ombro”. “Interpreto quatro rainhas no clipe. Me inspirei na Beyoncé, que amo, Lady Gaga, Katy Perry e Madonna”, contou.

    O clipe, que foi super comentado no seu lançamento, ultrapassa o número de 1,2 milhão de visualizações, em apenas uma semana. Valesca já imaginava que seria um sucesso. “Quando ouvi a música pela primeira vez, não resisti. Tem um trecho ‘Meu sensor de periguete explodiu / Pega a sua inveja e vai para a…’ que adoro! Eu tinha que gravar. Ela foi feita para mim”.

  27. Jair Fonseca

    4 de janeiro de 2014 11:47 am

    Deize Tigrona é a Diva do

    Deize Tigrona é a Diva do Funk! 

    http://www.youtube.com/watch?v=_pa0qxFHe9E

    1. Jair Fonseca

      4 de janeiro de 2014 11:52 am

      Mais Deize Tigrona

      Um ótimo filme sobre o funk carioca é Favela On Blast. Atenção para a fala do camarada sobre a diferença entre a poética do samba da velha guarda e a do funk.

      http://www.youtube.com/watch?v=nI-g5eo-Xts

  28. Glória

    4 de janeiro de 2014 2:06 pm

    JOGA PEDRA NA “GENY”

    Independente de qualquer seguimento “ideológico, sociológico e psicológico” o vídeo é bom, está bem feito.

    Valeska é favelada sim e mãe solteira. Tem um filho de mais ou menos 15 anos. Saiu da favela e sobreviveu. Quanto a letra da música, não creio que seja dela, não é pior do que muitas americanas. Ela REBOLA pra sobreviver e já assumiu isto.

    Ela também é mulata e tem cabelos crespos, hoje alisados e tingidos de louro.  Também usa lentes de contato azul pra “agradar”.  Tudo isto pra agradar a mídia e o povão. O povão gosta de louros e todo mundo sabe disto. Basta ganhar dinheiro pra arranjarem uma loira JOVEM pra chamar de sua. Vide o pioneiro Pelé. Barbosa só se relaciona com mulher branca, jogadores de futebol em geral adoam loiras.

    O que impressiona nos comentários é a super valorização das estrangeiras e hiper desvalorização preconceituosa das meninas brasileiras. Não que a Valeska e suas colegas tenham qualidade ou que eu goste desse tipo de som e letra, mas tem coisa pior lá fora, só que coberto de luxo, mega produção e muito rebolado obsceno. Madonna fez todo tipo de clip vulgar pra ficar famosa. Miley agora está tirando a roupa e fazendo escândalos pra aparecer. Layde Gaga faz qualquer coisa pra ficar o ano ineiro na mídia. Beyonce canta com as pernas. Mas, lá póooode e é lindo, né?

    Portanto, deixem as meninas brasileiras defenderem o pão de cada dia em paz. Cada um sobrevive como pode. E se não tivesse público as mulheres frutas não existiriam. Não gosto do estilo, mas não julgo ninguém. Não estão roubando nem fazendo mal aos outros. 

    Minha crítica é quanto a falta educação e cultura no Brasil. Se tivéssemos um país melhor neste sentido teríamos músicas melhores, letras de qualidade e um público exigente que não engolia qualquer coisa. 

    Deem educação digna ao povo e teremos uma revolução cultural, musical e um país respeitável.

     

    1. morallis

      4 de janeiro de 2014 5:39 pm

      Bingo!
      E pensar  que um dia o

      Bingo!

      E pensar  que um dia o “negro blues  americano ( e o próprio ) samba foram consideardos

      música “chula”  de gente mal educada. O Brasil é invadido por ondas desde sempre, a música

      brasileira com altos e baixos se mantem firme, forte e influente, e não precisa de paladinos.

       

       

      Viva o BaNGUELE!

  29. Juliano Santos

    4 de janeiro de 2014 5:29 pm

    Nassif, voce está

    Nassif, voce está desatualizado. Nos anos 80 e 90 seria superprodução, hoje é apenas “mais ou menos bem feito”. O que é uma droga, pois funk é legal quando é trash. Tipo Tati Quebra Barraco, Lacraia e etc.

    Tenta ser Lady Gaga e não consegue. Até o tigre, eu achei meio mirradinho, mal alimentado. O que foi um perigo pois poderia ter almoçado o popozão da Valeska. E acaba deixando de ser o que era. 

    Mas fazer o que? Estamos na era do pastiche do pastiche do pastiche. Sinto saudade da época de Genival Lacerda e seu Severina Chique-Chique, “ele está de olho é na boutique dela”. Uma falta de qualidade “orgânica” de fato.

    PS: A falta de qualidade não é uma questão de classe social. Basta ver o tal de “sertanejo universitário”. Uma “universidade” produzindo um som daquele? Melhor ficar no pré-primário 

Recomendados para você

Recomendados