Recebi esse vídeo do funkeira Valesca Popozuda. A qualidade de imagem, edição, figurino não fica nada a dever aos melhor vídeos de televisão e de artistas internacionais.
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Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.
Telecentro é esperança pras comunidades Temos que acreditar e conviver em unidade Telecentro uma nova opção Só usa Software Livre é liberdade é inclusão BIS
Inclusão social aparti da digital Fortalecendo a auto-estima, intelectual Digitalmente, tecnologicamente, falando sou negro, baiano ou se quiser, soterapolitano Luto por justiça social, pra quem vive no abandono Vamos lutar , nos unir, para reverter A imagem da favela que aparece na TV A mídia, é um câncer prepotente Que fabrica a miséria, e se faz de inocente Mais eu sei, que a guerra não estar perdida O telecentro veio pra fortalecer, as mídias comunitárias e alternativas
Telecentro é esperança pras comunidades Temos que acreditar e conviver em unidade Telecentro uma nova opção Só usa Software Livre é liberdade é inclusão BIS
A espada segue o espírito do mestre Com ou sem a tecnologia eu sou, cabra da peste Ai Bill Gates, tenho um recado para você Aqui no Brasil é o Software Livre que vai prevalecer Estamos cansados de ser escravizados Pelo Software que é proprietário Diversidade cultural, patrimônio comum da humanidade Educação pela comunicação, para democratizar as oportunidades A estrada é muito longa cheia de sinais Mais nunca apague o farol dos seus ideais
Telecentro é esperança pras comunidades Temos que acreditar e conviver em unidade Telecentro uma nova opção Só usa Software Livre é liberdade é inclusão BIS
Funk é James Brown (oriundo da soul music), Sly and The Family Stone, Parliament Funkadelic, EWF, Brass Construction, Chaka Khan, Michael Jackson, Prince, etc.
Nenhuma similaridade com o que o se denominou no Brasil de “funk carioca” que na verdade nada mais é do que a versão abrasileirada do Miami Bass do inicio dos anos 90.
As ‘mulheres fruta’ eram originalmente dançarinas de funkeiros ‘pretos’ como vc gosta… Se eles escolheram dançarinas morenas em vez de pretas, foi opção deles.
E, particularmente, não acho que as mulheres negras deveriam se sentir ofendidas por não terem representação nas mulheres fruta… Mas enfim…
Sim, é funk. Ela canta funk há trocentos anos e canta com todos os caras do funk carioca. Só pq deu um ‘upgrade’ no visual e tem uma melodia um pouco (UM POUCO!!) mais elaborada do que aqueles funks das antigas, não quer dizer que não seja funk.
A Anita, de fato, foi inventada por uma empresária, mas a Valesca é ‘autêntica’.
Nasce um novo clássico. Mas creio que, em termos de letra e melodia, não consegue superar o genial dueto da Valesca com o Mr. Catra na canção “Mama”.
E, bom, para os comentaristas acima que se incomodam pelo fato do clipe não ter ‘visual de favela’, enfim… Como já dizia Joãosinho Trinta, quem gosta de pobreza é sociólogo. Pobre gosta de luxo.
Nasce um novo clássico. Mas creio que, em termos de letra e melodia, não consegue superar o genial dueto da Valesca com o Mr. Catra na canção “Mama”.
E, bom, para os comentaristas acima que se incomodam pelo fato do clipe não ter ‘visual de favela’, enfim… Como já dizia Joãosinho Trinta, quem gosta de pobreza é sociólogo. Pobre gosta de luxo.
Mesma qualidade de produção dos “grandes nomes” da música internacional. Mesma FALTA DE qualidade artística dos “grandes nomes” da música internacional. Chegamos lá. Já sabemos fazer videoclipes tão bons e música tão ruim quanto Miley Cyrus, Lady Gaga e Justin Bieber.
Miley Cyrus, Lady Gaga, Justin Bieber e muitos outros que poderia mencionar aqui são ruins, sim. Mas são músicos. Dedicaram um pouco que seja de suas vidas a aprender o que é fazer música. Já Valesca Popozuda e o funk como um todo teriam que melhorar muito pra gente poder chamar de lixo musical.
O que é preciso pro sujeito virar um “MC” famoso e ganhar rios de dinheiro? Nada. É completamente aleatório. Os tais MCs não têm voz, não sabem dançar, não sabem nem batucar numa caixinha de fósforo, são assumida e orgulhosamente iletrados.
Se um montinho de bosta for coberto com o doce mais gostoso e um desafortunado começar a comer o doce gulosamente, mais cedo ou mais tarde vai estar comendo bosta. Nada define melhor o vídeo em questao.
Este negócio de o Nassif falar na qualidade da produção do vídeo da Valeska Popozuda, parece até aquela estória do cara que diz que gostava de ver a Playboy por causa das entrevistas.
Acho que o funk carioca como todo lixo tóxico, não tem nada que preste, nada que possa ser aproveitado. Mas cá entre nós eu me diverti e ri pra caramba com a cara de pau de Valeischka bancando a Beyonce e Lady Gaga.
Agora falando do tema do post, realmente a produção, qualidade de imagem, maquiagem, figurino e coreografia foram bem realizados.
O pior de tudo é que essa “música” vai pegar nesse verão, nas festas de praia na Praia Mole em Floripa só se falava em “Beijin no ombro”.
Das periferias paulistanas, um dos melhores álbuns de 2013. Realidade, crueza e poesia.
A crônica vinda de dentro. Não de fora. O Rap segue forte.
A familia Racionais, ( aquela que o sorumbático e pobre coitado Lobão quis chamar de “guerrilheiros do PT” , mas que na hora do “cara a cara” fez xixi para trás…)
Muito legal o som desses caras. Demais. Sempre gostei de rap, e os caras tem personalidade com umas letras ótimas. Pena que o que faz sucesso são as popozudas com aquelas mixagens pausteurizadas
Nada mais chato do que esse hip-hop de paulista. Cópias toscas do que o Public Enemy já fazia há 30 anos.
Musicalmente falando é tão fraco quanto um funk da Valesca Popozuda, só que BEEEEEEM mais chato. A musiquinha da Valesca pelo menos é divertida e o clipe é engraçado de tão brega.
Agora… ficar mais de 1h ouvindo esse cara resmungando com essa batida chata pra caramba por baixo? Tô fora.
kkkkkk Foi a primeira vez que vi alguém associar a palavra “qualidade” com o nome de Valesca Popozuda. Geralmente a associação mais imediata tinha a ver com a centimetragem do popozão. Continuando assim Dona Valesca logo se sentará ao lado do Merval na ABL. O que provavelmente vai pesar negativamente no portfólio dela.
Mas ainda tô achando que alguém sacaneou o Nassif. Época de férias, os estagiários fazem a festa…
O blog informa que se preza pelo debate civilizado, fino e democrático. Mas agora caiu na vala comum. O post é sobre uma coisa sem valor. Ratifica-se o subdesenvolvimento da criação tupiniquim. É a cópia da cópia do que sempre se fez de pior na matriz americana. MAS, mas como usou lentes e equipamentos mudernos tenta-se ver qualidade aonde não há qualidade. Normalmente esse tipo de coisa em jornais e revistas popularescas os granfinos taxariam de jabaculê. Ainda bem que por aqui isso não existe.
Este tipo de proposta é, única e exclusivamente, voltada para a indústria do entretenimento e não, nunca, jamais pretende concorrer com a nobre arte de Pixinga & Cia.
Bailes de debutantes, formaturas com/sem compostura, festas & farras do povinho da Facul não dispensam uma trilha sonora aditivada pelo funk, funk, funk e muita zoação por que ‘vamos todos morrer mesmo’.
Madame diz que a raça não melhora”Que a vida piora por causa do “funk” Madame diz que o samba tem pecado Que o samba coitado devia acabar Madame diz que o samba tem cachaça Mistura de raça, mistura de cor Madame diz que o samba é democrata É música barata sem nenhum valor
Repetir 2x Vamos acabar com o “funk” Madame não gosta que ninguém sambe Vive dizendo que samba é vexame Pra que discutir com madame?
Repetir 2x No carnaval que vem também com o povo Meu bloco de ouro vai cantar ópera E na avenida entre meu aperto Vocês vão ver gente cantando concerto Madame tem um parafuso a menos Só fala veneno, meu deus que horror O samba brasileiro democrata Brasileiro na batata é que tem valor
Acho que vocês estão com dificuldade de leitura ou tem fortes problemas com funk.
Tudo que o Nassif disse foi que a produção do clipe é boa. Só isso. Não falou que a música é boa, não discorreu sobre o funk nem nada. Só disse que a produção é de alto nível, e isso realmente é.
A funkeira e ex-“A Fazenda” Valesca Popozuda revelou, em entrevista ao jornal O Globo, que usou as popstars americanas como referências para seu clipe da música “Beijinho no Ombro”. “Interpreto quatro rainhas no clipe. Me inspirei na Beyoncé, que amo, Lady Gaga, Katy Perry e Madonna”, contou.
O clipe, que foi super comentado no seu lançamento, ultrapassa o número de 1,2 milhão de visualizações, em apenas uma semana. Valesca já imaginava que seria um sucesso. “Quando ouvi a música pela primeira vez, não resisti. Tem um trecho ‘Meu sensor de periguete explodiu / Pega a sua inveja e vai para a…’ que adoro! Eu tinha que gravar. Ela foi feita para mim”.
Um ótimo filme sobre o funk carioca é Favela On Blast. Atenção para a fala do camarada sobre a diferença entre a poética do samba da velha guarda e a do funk.
Independente de qualquer seguimento “ideológico, sociológico e psicológico” o vídeo é bom, está bem feito.
Valeska é favelada sim e mãe solteira. Tem um filho de mais ou menos 15 anos. Saiu da favela e sobreviveu. Quanto a letra da música, não creio que seja dela, não é pior do que muitas americanas. Ela REBOLA pra sobreviver e já assumiu isto.
Ela também é mulata e tem cabelos crespos, hoje alisados e tingidos de louro. Também usa lentes de contato azul pra “agradar”. Tudo isto pra agradar a mídia e o povão. O povão gosta de louros e todo mundo sabe disto. Basta ganhar dinheiro pra arranjarem uma loira JOVEM pra chamar de sua. Vide o pioneiro Pelé. Barbosa só se relaciona com mulher branca, jogadores de futebol em geral adoam loiras.
O que impressiona nos comentários é a super valorização das estrangeiras e hiper desvalorização preconceituosa das meninas brasileiras. Não que a Valeska e suas colegas tenham qualidade ou que eu goste desse tipo de som e letra, mas tem coisa pior lá fora, só que coberto de luxo, mega produção e muito rebolado obsceno. Madonna fez todo tipo de clip vulgar pra ficar famosa. Miley agora está tirando a roupa e fazendo escândalos pra aparecer. Layde Gaga faz qualquer coisa pra ficar o ano ineiro na mídia. Beyonce canta com as pernas. Mas, lá póooode e é lindo, né?
Portanto, deixem as meninas brasileiras defenderem o pão de cada dia em paz. Cada um sobrevive como pode. E se não tivesse público as mulheres frutas não existiriam. Não gosto do estilo, mas não julgo ninguém. Não estão roubando nem fazendo mal aos outros.
Minha crítica é quanto a falta educação e cultura no Brasil. Se tivéssemos um país melhor neste sentido teríamos músicas melhores, letras de qualidade e um público exigente que não engolia qualquer coisa.
Deem educação digna ao povo e teremos uma revolução cultural, musical e um país respeitável.
Nassif, voce está desatualizado. Nos anos 80 e 90 seria superprodução, hoje é apenas “mais ou menos bem feito”. O que é uma droga, pois funk é legal quando é trash. Tipo Tati Quebra Barraco, Lacraia e etc.
Tenta ser Lady Gaga e não consegue. Até o tigre, eu achei meio mirradinho, mal alimentado. O que foi um perigo pois poderia ter almoçado o popozão da Valeska. E acaba deixando de ser o que era.
Mas fazer o que? Estamos na era do pastiche do pastiche do pastiche. Sinto saudade da época de Genival Lacerda e seu Severina Chique-Chique, “ele está de olho é na boutique dela”. Uma falta de qualidade “orgânica” de fato.
PS: A falta de qualidade não é uma questão de classe social. Basta ver o tal de “sertanejo universitário”. Uma “universidade” produzindo um som daquele? Melhor ficar no pré-primário
MarFig
3 de janeiro de 2014 6:25 pmSó fumando um baseado pra ver
Só fumando um baseado pra ver até o fim.
ulderico
3 de janeiro de 2014 6:48 pmPassa aí !….
Passa aí !….
alessandroduarte
3 de janeiro de 2014 6:44 pmGostaria de saber se foi
Gostaria de saber se foi feito com software livre?
Por falar nisso: http://letras.mus.br/dj-branco/973425/
Sofware Livre
Dj Branco
Telecentro é esperança pras comunidades
Temos que acreditar e conviver em unidade
Telecentro uma nova opção
Só usa Software Livre é liberdade é inclusão BIS
Inclusão social aparti da digital
Fortalecendo a auto-estima, intelectual
Digitalmente, tecnologicamente, falando
sou negro, baiano ou se quiser, soterapolitano
Luto por justiça social, pra quem vive no abandono
Vamos lutar , nos unir, para reverter
A imagem da favela que aparece na TV
A mídia, é um câncer prepotente
Que fabrica a miséria, e se faz de inocente
Mais eu sei, que a guerra não estar perdida
O telecentro veio pra fortalecer, as mídias comunitárias
e alternativas
Telecentro é esperança pras comunidades
Temos que acreditar e conviver em unidade
Telecentro uma nova opção
Só usa Software Livre é liberdade é inclusão BIS
A espada segue o espírito do mestre
Com ou sem a tecnologia eu sou, cabra da peste
Ai Bill Gates, tenho um recado para você
Aqui no Brasil é o Software Livre que vai prevalecer
Estamos cansados de ser escravizados
Pelo Software que é proprietário
Diversidade cultural, patrimônio comum da humanidade
Educação pela comunicação, para democratizar as
oportunidades
A estrada é muito longa cheia de sinais
Mais nunca apague o farol dos seus ideais
Telecentro é esperança pras comunidades
Temos que acreditar e conviver em unidade
Telecentro uma nova opção
Só usa Software Livre é liberdade é inclusão BIS
ulderico
3 de janeiro de 2014 6:49 pmPassa aí !…
Passa aí !…
alexis
3 de janeiro de 2014 6:51 pmApresentação e conteúdo
A mediocridade precisa de uma boa apresentação!
Gilson AS
3 de janeiro de 2014 6:57 pmPutz ! cadê os pretos.
O funk foi nascido nos morros cariocas,ou seja, é cultura de negro favelado.
O vídeo exibido está completamente descaracterizado do que é o funk verdadeiro.
Outra, de todas essas mulheres com nome de fruta, que se criaram e se projetaram no funk, não tem uma negra.
O funk original da favela, continua preto e marginalizado, e em muitos lugares proibidos.
O funk feito por brancos, o falso, é aceito, e é o que passa na mídia.
Se tirar o audio do filme, pela plástica, alguém vai dizer que é funk ? Portanto não representa a cultura funk, é falso.
////////////////////
O funk tem que ser como diz a letra da música.
É som de preto e favelado
Mas quando toca ninguém fica parado.
Marco St.
3 de janeiro de 2014 7:23 pmFunk é James Brown (oriundo
Funk é James Brown (oriundo da soul music), Sly and The Family Stone, Parliament Funkadelic, EWF, Brass Construction, Chaka Khan, Michael Jackson, Prince, etc.
Nenhuma similaridade com o que o se denominou no Brasil de “funk carioca” que na verdade nada mais é do que a versão abrasileirada do Miami Bass do inicio dos anos 90.
Funk brasileiro é isso aqui:
[video:http://www.youtube.com/watch?v=7-NnVVjCsfg&feature=player_embedded%5D
morallis
4 de janeiro de 2014 3:39 am(Sem título)
Ozzy
3 de janeiro de 2014 7:24 pmMr. Catra, MC Marcinho,
Mr. Catra, MC Marcinho, Claudinho e Buchecha… tudo albino.
Gilson AS
3 de janeiro de 2014 8:58 pmTodos homens.
Estou me referindo as mulheres.
Tirando a Tati Quebra Barraco, que sumiu da mídia, não tem mais nenhuma negra.
Todas as mulheres com nome de fruta que estão mídia, são todas brancas, e sairam do funk.
Estão ganhando muito dinheiro com sua bundas grandes cheias de silicone.
Tenho minhas dúvidad se essas mulheres moravam em comunidade ou se são apenas oportunistas.
Enquanto o pobre favelado, em algumas comunidade pacificadas, não pode tocar/cantar funk
Deveria ser proibido também de tocar funk na Globo, p. ex., no programa do Luciano Huck.
Ozzy
3 de janeiro de 2014 10:32 pmAs ‘mulheres fruta’ eram
As ‘mulheres fruta’ eram originalmente dançarinas de funkeiros ‘pretos’ como vc gosta… Se eles escolheram dançarinas morenas em vez de pretas, foi opção deles.
E, particularmente, não acho que as mulheres negras deveriam se sentir ofendidas por não terem representação nas mulheres fruta… Mas enfim…
Ed Döer
4 de janeiro de 2014 12:06 amA Mulher Melão teria largado
A Mulher Melão teria largado a faculdade de direito (em Camboriú/SC) para buscar a fama…então talvez sua teoria tenha fundamento.
http://revistatpm.uol.com.br/revista/84/reportagens/fim-de-feira.html
Ozzy
3 de janeiro de 2014 7:24 pmMr. Catra, MC Marcinho,
Mr. Catra, MC Marcinho, Claudinho e Buchecha… tudo albino.
DanielQuireza
3 de janeiro de 2014 7:32 pmNão é funk.
Ela e a Anita
Não é funk.
Ela e a Anita estão tentando copiar o Pop americano tipo Byonce e outras.
Tem mercado, no Brasil não tem ninguem com esse estilo.
Ozzy
3 de janeiro de 2014 7:42 pmSim, é funk. Ela canta funk
Sim, é funk. Ela canta funk há trocentos anos e canta com todos os caras do funk carioca. Só pq deu um ‘upgrade’ no visual e tem uma melodia um pouco (UM POUCO!!) mais elaborada do que aqueles funks das antigas, não quer dizer que não seja funk.
A Anita, de fato, foi inventada por uma empresária, mas a Valesca é ‘autêntica’.
Não que isso queira dizer muita coisa, é claro.
Marco St.
3 de janeiro de 2014 7:03 pmO Blog está sendo atacado?
O Blog está sendo atacado?
Ozzy
3 de janeiro de 2014 7:22 pmNasce um novo clássico. Mas
Nasce um novo clássico. Mas creio que, em termos de letra e melodia, não consegue superar o genial dueto da Valesca com o Mr. Catra na canção “Mama”.
E, bom, para os comentaristas acima que se incomodam pelo fato do clipe não ter ‘visual de favela’, enfim… Como já dizia Joãosinho Trinta, quem gosta de pobreza é sociólogo. Pobre gosta de luxo.
Ozzy
3 de janeiro de 2014 7:22 pmNasce um novo clássico. Mas
Nasce um novo clássico. Mas creio que, em termos de letra e melodia, não consegue superar o genial dueto da Valesca com o Mr. Catra na canção “Mama”.
E, bom, para os comentaristas acima que se incomodam pelo fato do clipe não ter ‘visual de favela’, enfim… Como já dizia Joãosinho Trinta, quem gosta de pobreza é sociólogo. Pobre gosta de luxo.
Marco St.
3 de janeiro de 2014 7:39 pmCassiano
Outro que permace “eternamente esquecido”.
Acabou de completar 70 anos. Junto com Tim Maia e Dom Salvador criou a black music no Brasil.
A alta qualidade das músicas (letras e melodias) chega a assustar nos dias de hoje…
[video:http://www.youtube.com/watch?v=J5B2NYTnqog%5D
Gustavo Corolow
3 de janeiro de 2014 7:58 pmMesma qualidade de produção
Mesma qualidade de produção dos “grandes nomes” da música internacional. Mesma FALTA DE qualidade artística dos “grandes nomes” da música internacional. Chegamos lá. Já sabemos fazer videoclipes tão bons e música tão ruim quanto Miley Cyrus, Lady Gaga e Justin Bieber.
RVeiga
3 de janeiro de 2014 8:16 pmMiley Cyrus, Lady Gaga,
Miley Cyrus, Lady Gaga, Justin Bieber e muitos outros que poderia mencionar aqui são ruins, sim. Mas são músicos. Dedicaram um pouco que seja de suas vidas a aprender o que é fazer música. Já Valesca Popozuda e o funk como um todo teriam que melhorar muito pra gente poder chamar de lixo musical.
O que é preciso pro sujeito virar um “MC” famoso e ganhar rios de dinheiro? Nada. É completamente aleatório. Os tais MCs não têm voz, não sabem dançar, não sabem nem batucar numa caixinha de fósforo, são assumida e orgulhosamente iletrados.
RVeiga
3 de janeiro de 2014 8:08 pmSe um montinho de bosta for
Se um montinho de bosta for coberto com o doce mais gostoso e um desafortunado começar a comer o doce gulosamente, mais cedo ou mais tarde vai estar comendo bosta. Nada define melhor o vídeo em questao.
hugo1
3 de janeiro de 2014 8:31 pmSugiro um pancadão pro
Sugiro um pancadão pro próximo sarau. rsrs
Pra descontrair um pouco, um clássico do Marcelo Adnet na MTV, Gaiola das Cabeçudas.
Quem quer conteúdo, aqui tem.
http://www.youtube.com/watch?v=nS6ZyzokCGo
Alexander
3 de janeiro de 2014 8:43 pmEste negócio de o Nassif
Este negócio de o Nassif falar na qualidade da produção do vídeo da Valeska Popozuda, parece até aquela estória do cara que diz que gostava de ver a Playboy por causa das entrevistas.
Marcio Leandro
3 de janeiro de 2014 9:03 pmAcho que o funk carioca como
Acho que o funk carioca como todo lixo tóxico, não tem nada que preste, nada que possa ser aproveitado. Mas cá entre nós eu me diverti e ri pra caramba com a cara de pau de Valeischka bancando a Beyonce e Lady Gaga.
Agora falando do tema do post, realmente a produção, qualidade de imagem, maquiagem, figurino e coreografia foram bem realizados.
O pior de tudo é que essa “música” vai pegar nesse verão, nas festas de praia na Praia Mole em Floripa só se falava em “Beijin no ombro”.
Marco St.
3 de janeiro de 2014 9:16 pmEdirock
Das periferias paulistanas, um dos melhores álbuns de 2013. Realidade, crueza e poesia.
A crônica vinda de dentro. Não de fora. O Rap segue forte.
A familia Racionais, ( aquela que o sorumbático e pobre coitado Lobão quis chamar de “guerrilheiros do PT” , mas que na hora do “cara a cara” fez xixi para trás…)
[video:http://www.youtube.com/watch?v=C0-RIvgHF0I&list=FLEf0BuFqm8lnRwz37E0ARUA&index=3%5D
claudio mesquita
4 de janeiro de 2014 12:25 amMuito legal o som desses
Muito legal o som desses caras. Demais. Sempre gostei de rap, e os caras tem personalidade com umas letras ótimas. Pena que o que faz sucesso são as popozudas com aquelas mixagens pausteurizadas
Ozzy
4 de janeiro de 2014 2:54 amNada mais chato do que esse
Nada mais chato do que esse hip-hop de paulista. Cópias toscas do que o Public Enemy já fazia há 30 anos.
Musicalmente falando é tão fraco quanto um funk da Valesca Popozuda, só que BEEEEEEM mais chato. A musiquinha da Valesca pelo menos é divertida e o clipe é engraçado de tão brega.
Agora… ficar mais de 1h ouvindo esse cara resmungando com essa batida chata pra caramba por baixo? Tô fora.
morallis
4 de janeiro de 2014 5:33 pmÉ mas os produtores dela
É mas os produtores dela deveriam pedir prá mesma arrancar a” cabeça de um morcego com os
dentes no vídeo, ficaria mais brega e engraçado. Mas..pensando bem perderia a sensualidade,
e trafegaria entre o infantil e o boboca.
Ozzy
5 de janeiro de 2014 4:27 amJá tem um tigre no vídeo. O
Já tem um tigre no vídeo. O morcego ficaria ‘over’!
morallis
4 de janeiro de 2014 4:53 amMuito bom!
E pensar que há
Muito bom!
E pensar que há pouco tempo atras “rap” era (é?) música considerada de
bandido,suburbano,preto, com poética simplória e apelativa e que se escondia no
cotidiano para camuflar a baixa educação e capacidade criativa de seus soldados.
Ahh cooperifa! Ahhh Hip Hop da S.Bento. E o funk tambem chega lá! Só aparecer algo
que “alguem ” julgue pior, com uma boa revisão e desdobramentos antropológico-social ……….
o status chega. Sem comparações, que sempre fez que permaneça , tá ligado “fio”?
CELSO ORRICO
3 de janeiro de 2014 9:17 pmnem com o cigarro..
nem com o cigarro do Capeta dá pra ver a popozuda do Nassif,,,rs
Ana Iag
3 de janeiro de 2014 10:00 pmEntre Mr Catra, Valéria
Entre Mr Catra, Valéria Popozuda e os breganejos tipo, Luan Santana et caterva… prefiro o fank.
Silviot
3 de janeiro de 2014 11:06 pmAs letras e temas das canções
As letras e temas das canções também são semelhantes, so que em outra língua.
rios
3 de janeiro de 2014 11:36 pmEsse Nassif é um fanfarrão!
Esse Nassif é um fanfarrão! rsrsrs
Tamára Baranov
3 de janeiro de 2014 11:59 pmAi jesuizi….trollaram o blog
Ai jesuizi….trollaram o blog do Nassif !!!!
Que coisa mais tosca !
Marco St.
4 de janeiro de 2014 12:46 amkkkkkk Foi a primeira vez que
kkkkkk Foi a primeira vez que vi alguém associar a palavra “qualidade” com o nome de Valesca Popozuda. Geralmente a associação mais imediata tinha a ver com a centimetragem do popozão. Continuando assim Dona Valesca logo se sentará ao lado do Merval na ABL. O que provavelmente vai pesar negativamente no portfólio dela.
Mas ainda tô achando que alguém sacaneou o Nassif. Época de férias, os estagiários fazem a festa…
Tamára Baranov
4 de janeiro de 2014 1:14 amTambém acho que é coisa de
Também acho que é coisa de estagiário, e com ressaca…kkkkkkkkkkkkkkkkk
Carioca
4 de janeiro de 2014 12:07 amO blog informa que se preza
O blog informa que se preza pelo debate civilizado, fino e democrático. Mas agora caiu na vala comum. O post é sobre uma coisa sem valor. Ratifica-se o subdesenvolvimento da criação tupiniquim. É a cópia da cópia do que sempre se fez de pior na matriz americana. MAS, mas como usou lentes e equipamentos mudernos tenta-se ver qualidade aonde não há qualidade. Normalmente esse tipo de coisa em jornais e revistas popularescas os granfinos taxariam de jabaculê. Ainda bem que por aqui isso não existe.
jns
4 de janeiro de 2014 1:31 amÉ bão dimais…
Este tipo de proposta é, única e exclusivamente, voltada para a indústria do entretenimento e não, nunca, jamais pretende concorrer com a nobre arte de Pixinga & Cia.
[video:http://youtu.be/OUSqS0Ou_EQ%5D
Bailes de debutantes, formaturas com/sem compostura, festas & farras do povinho da Facul não dispensam uma trilha sonora aditivada pelo funk, funk, funk e muita zoação por que ‘vamos todos morrer mesmo’.
E nada de calma e música celta nessa hora.
Pelamor!
João Bosco Rocha
4 de janeiro de 2014 1:35 amSugestão
1. Na parte plástica está muito boa, no bom sentido, é claro.
2. Sugiro um aprimoramento na linha melódica, com leves nuances jobinianas.
3. Ela já tem uma tendêcia para o teatro. O teatro rebolado.
Eduardo Guimarães
4 de janeiro de 2014 2:22 amEstava tudo ótimo, até a
Estava tudo ótimo, até a música começar…
morallis
4 de janeiro de 2014 4:20 amLet’s finish with the funk!
Pra Que Discutir Com “madame
Madame diz que a raça não melhora”Que a vida piora por causa do “funk” Madame diz que o samba tem pecado
Que o samba coitado devia acabar
Madame diz que o samba tem cachaça
Mistura de raça, mistura de cor
Madame diz que o samba é democrata
É música barata sem nenhum valor
Repetir 2x
Vamos acabar com o “funk”
Madame não gosta que ninguém sambe
Vive dizendo que samba é vexame
Pra que discutir com madame?
Repetir 2x
No carnaval que vem também com o povo
Meu bloco de ouro vai cantar ópera
E na avenida entre meu aperto
Vocês vão ver gente cantando concerto
Madame tem um parafuso a menos
Só fala veneno, meu deus que horror
O samba brasileiro democrata
Brasileiro na batata é que tem valor
Felipe RP
4 de janeiro de 2014 8:52 amFala-se muito em preconceito por aqui, mas…
Acho que vocês estão com dificuldade de leitura ou tem fortes problemas com funk.
Tudo que o Nassif disse foi que a produção do clipe é boa. Só isso. Não falou que a música é boa, não discorreu sobre o funk nem nada. Só disse que a produção é de alto nível, e isso realmente é.
Relaxam, na boa.
Tamára Baranov
4 de janeiro de 2014 9:54 amOh My God!
Por Leonardo Torres | Oh My God!, Yeah! Notícias
A funkeira e ex-“A Fazenda” Valesca Popozuda revelou, em entrevista ao jornal O Globo, que usou as popstars americanas como referências para seu clipe da música “Beijinho no Ombro”. “Interpreto quatro rainhas no clipe. Me inspirei na Beyoncé, que amo, Lady Gaga, Katy Perry e Madonna”, contou.
O clipe, que foi super comentado no seu lançamento, ultrapassa o número de 1,2 milhão de visualizações, em apenas uma semana. Valesca já imaginava que seria um sucesso. “Quando ouvi a música pela primeira vez, não resisti. Tem um trecho ‘Meu sensor de periguete explodiu / Pega a sua inveja e vai para a…’ que adoro! Eu tinha que gravar. Ela foi feita para mim”.
Jair Fonseca
4 de janeiro de 2014 11:47 amDeize Tigrona é a Diva do
Deize Tigrona é a Diva do Funk!
http://www.youtube.com/watch?v=_pa0qxFHe9E
Jair Fonseca
4 de janeiro de 2014 11:52 amMais Deize Tigrona
Um ótimo filme sobre o funk carioca é Favela On Blast. Atenção para a fala do camarada sobre a diferença entre a poética do samba da velha guarda e a do funk.
http://www.youtube.com/watch?v=nI-g5eo-Xts
Glória
4 de janeiro de 2014 2:06 pmJOGA PEDRA NA “GENY”
Independente de qualquer seguimento “ideológico, sociológico e psicológico” o vídeo é bom, está bem feito.
Valeska é favelada sim e mãe solteira. Tem um filho de mais ou menos 15 anos. Saiu da favela e sobreviveu. Quanto a letra da música, não creio que seja dela, não é pior do que muitas americanas. Ela REBOLA pra sobreviver e já assumiu isto.
Ela também é mulata e tem cabelos crespos, hoje alisados e tingidos de louro. Também usa lentes de contato azul pra “agradar”. Tudo isto pra agradar a mídia e o povão. O povão gosta de louros e todo mundo sabe disto. Basta ganhar dinheiro pra arranjarem uma loira JOVEM pra chamar de sua. Vide o pioneiro Pelé. Barbosa só se relaciona com mulher branca, jogadores de futebol em geral adoam loiras.
O que impressiona nos comentários é a super valorização das estrangeiras e hiper desvalorização preconceituosa das meninas brasileiras. Não que a Valeska e suas colegas tenham qualidade ou que eu goste desse tipo de som e letra, mas tem coisa pior lá fora, só que coberto de luxo, mega produção e muito rebolado obsceno. Madonna fez todo tipo de clip vulgar pra ficar famosa. Miley agora está tirando a roupa e fazendo escândalos pra aparecer. Layde Gaga faz qualquer coisa pra ficar o ano ineiro na mídia. Beyonce canta com as pernas. Mas, lá póooode e é lindo, né?
Portanto, deixem as meninas brasileiras defenderem o pão de cada dia em paz. Cada um sobrevive como pode. E se não tivesse público as mulheres frutas não existiriam. Não gosto do estilo, mas não julgo ninguém. Não estão roubando nem fazendo mal aos outros.
Minha crítica é quanto a falta educação e cultura no Brasil. Se tivéssemos um país melhor neste sentido teríamos músicas melhores, letras de qualidade e um público exigente que não engolia qualquer coisa.
Deem educação digna ao povo e teremos uma revolução cultural, musical e um país respeitável.
morallis
4 de janeiro de 2014 5:39 pmBingo!
E pensar que um dia o
Bingo!
E pensar que um dia o “negro blues americano ( e o próprio ) samba foram consideardos
música “chula” de gente mal educada. O Brasil é invadido por ondas desde sempre, a música
brasileira com altos e baixos se mantem firme, forte e influente, e não precisa de paladinos.
Viva o BaNGUELE!
Juliano Santos
4 de janeiro de 2014 5:29 pmNassif, voce está
Nassif, voce está desatualizado. Nos anos 80 e 90 seria superprodução, hoje é apenas “mais ou menos bem feito”. O que é uma droga, pois funk é legal quando é trash. Tipo Tati Quebra Barraco, Lacraia e etc.
Tenta ser Lady Gaga e não consegue. Até o tigre, eu achei meio mirradinho, mal alimentado. O que foi um perigo pois poderia ter almoçado o popozão da Valeska. E acaba deixando de ser o que era.
Mas fazer o que? Estamos na era do pastiche do pastiche do pastiche. Sinto saudade da época de Genival Lacerda e seu Severina Chique-Chique, “ele está de olho é na boutique dela”. Uma falta de qualidade “orgânica” de fato.
PS: A falta de qualidade não é uma questão de classe social. Basta ver o tal de “sertanejo universitário”. Uma “universidade” produzindo um som daquele? Melhor ficar no pré-primário