
Enviado por Cláudio José
Do O Dia
Aos 106 anos, morre Nicholas Winton, o ‘Schindler britânico’
Homem salvou quase 700 crianças das mãos dos nazistas
Inglaterra – Morreu nesta quarta-feira, aos 106 anos, Nicholas Winton, considerado o “Oskar Schindler britânico” por ter salvado 669 crianças dos horrores nazistas da Segunda Guerra Mundial. No mundo, vivem cerca de 6 mil pessoas que devem a própria vida ao heroísmo de Winton, incluindo os descendentes das crianças resgatadas.
Nascido em 1909, em Londres, ele era filho de pais descendentes de judeus alemães. Antes do início do maior conflito do século passado, Winton realizou uma viagem a Praga, na então Tchecoslováquia.
Na cidade, descobriu os riscos aos quais estavam submetidos os refugiados provenientes da região dos Sudetos, recém-anexada pela Alemanha, e começou a planejar uma evacuação de crianças que poderiam ser mandadas para campos de concentração.
Ele trabalhou em duas frentes. Por um lado, organizou oito trens e persuadiu os alemães a não bloquearem a operação. Por outro, fez uma intensa campanha nos jornais de seu país para encontrar famílias que pudessem receber os pequenos.
A história do “Schindler britânico” veio à tona há 50 anos, quando sua mulher, Greta, encontrou no sótão da residência do casal um álbum fotográfico referente ao período em que seu marido estivera em Praga.
marco aurélio barroso
2 de julho de 2015 12:19 pmNormalmente, são anônimos os
Normalmente, são anônimos os verdadeiros heróis.
Hoje, vivo cercado pelo resplendor doentio de uma grande e bela cidade: Rio de Janeiro. Não precisamos de heróis, basta! Precisamos de homens. Já não os temos.
Temos sim administradores de 5a categoria. Mandamos para Brasília o atual Presidente da Câmara, cuja definição é impossível. O pior entre os piores pois usa o nome sagrado de Cristo, para enganar os ingênuos. Anotem: isto vai lhe custar caro. Tudo isso é o Rio de Janero de hoje.
De braços abertos, o Cristo tá lá. Visto e adorado pelos estrangeiros e envergonhado e triste pela cidade.
Diz aí, Nassif, onde vamos parar? Se é que estejamos indo!
Daniel Klein
2 de julho de 2015 1:24 pmA escala de um Wilton,
Grande Wilton. Sequer quis a publicidade do seu trabalho humanístico, e para isso ocultou suas evidências. Na escala de pessoas assim, quanto vale o cidadão comum, como por exemplo eu?
macedo
2 de julho de 2015 2:04 pmDocumentário “Into the Arms of Strangers” (Nos Braços de Estranh
Isso me lembrou de um documentário “Into the Arms of Strangers” (“Nos Braços de Estranhos”) sobre a operação de resgatar cerca de 10.000 crianças judias e enviá-las para a Inglaterra onde ficaram hospedadas em casas de famílias voluntárias. Isso ocorreu em 1939 e 1939 antes da guerra ser declarada.
http://www.adorocinema.com/filmes/filme-55136/
http://www.imdb.com/title/tt0248912/
https://en.wikipedia.org/wiki/Kindertransport
https://pt.wikipedia.org/wiki/Kindertransport
Rogério Lima Faria Lima
10 de julho de 2024 3:27 pmQue feito maravilhoso desse senhor que não tinha a obrigação de fazê-lo, mas, seu coração foi tocado pela generozidade e bondade ao próximo , o que deveriam muitos terem feitos na época, que Deus ilumine sua familia toda, Amém….