
Assim como no mercado de ações, as campanhas eleitorais são compostas por ondas sucessivas, influenciadas pelo fenômeno do “overshooting”.
Funciona assim:
-
Há uma valorização do ativo, quando se apresenta como novidade. Qualquer notícia positiva é superestimada.
-
Chega determinado momento que o mercado (de ações ou da opinião pública) julga que o ativo ficou caro. Segue-se um período de realização de lucros, em que o investidor (ou eleitor) reconsidera suas análises. Qualquer notícia negativa é superestimada, em um processo inverso ao do período anterior.
-
Segue-se uma corrida de venda, até que o ativo volta a ser considerado barato e desperte nova onda de compras – ou, então, vira pó.
A candidatura Bolsonaro cumpriu a etapa 1 do modelo. Houve um aumento em sua taxa de rejeição. Mas não houve queda nas intenções de votos. Nesse período, o fato novo foi seu desempenho nas sabatinas do Jornal Nacional com candidatos, nas quais ele foi o que melhor se saiu.
Nos anos em que acompanhava mercado, e nos anos em que acompanho política, aprendi a identificar sinais para saber quando os personagens políticos estão “comprados” (isto é, com o mercado aguardando sua valorização) ou “vendidos”.
Não é nada científico o método. É apenas uma prática de ouvir opiniões em diversos locais, pesar aquelas que podem estar se generalizando ou não. E o que se percebe, depois da primeira onda Bolsonaro, é a segunda onda.’
De um lado, do partido do “porque me ufano de ser ignorante”. Falha cada tentativa de mostrar o candidato como ignorante por dois motivos. Primeiro, pela identificação do eleitor com o personagem. Cada ataque à ignorância de Bolsonaro é um ataque pessoal a cada bolsominion.
O segundo grupo é o dos que querem ver o circo pegar fogo, não importa quem seja o piromaníaco. O Brasil institucional – os três poderes, partidos políticos, mais a rede Globo – falhou. Há um jogo oportunista de todos os lados, do Supremo ao mínimo poder, escancarando a hipocrisia do Brasil oficial.
Dizem os analistas que, com o horário gratuito, Bolsonaro será destruído.
Eles conhecem o mercado eleitoral. Se a base de comparação for o mercado de capitais, Bolsonaro continua sendo comprado. Em breve as pesquisas indicarão a segunda onda.
Gregório di Matteos
3 de setembro de 2018 2:47 pmo que vejo nas periferias são piromaníacos vingativos
.
O que vejo nas periferias dos grandes centros urbanos de SP, são pessoas com raiva na política e que vem no Bolsonaro uma forma de vingança… infelizmente…
Flavio Martins e Nascimento
3 de setembro de 2018 4:50 pmMas em 90% dos casos são
Mas em 90% dos casos são homens.
Bruno Cabral
3 de setembro de 2018 2:56 pmQual horário, que ele não tem?
Como ele usa o tempo apenas para chamar para suaa redes sociais, prega apenas para convertidos…
E o trabalho de alckmin tentando mina-lo so encoraja essa gente que acha que se esta sendo “perseguido” pelo sistema (e nao por ser péssimo)
Era preferível o morais liberar o julgamento de racismo e o tse tira-lo pela ficha limpa de uma vez. Quem fez golpe contra dilma, depois contra lula, fazer um terceiro não é nenhum problema
Eduardo Outro
3 de setembro de 2018 3:09 pmBela análise inclusive pela
Bela análise inclusive pela comparação entre o mercado de capital e o de opinião, o que permite a um ignorante dos 2 mercados, como o autor destas mal traçadas, entender a mensagem. Ouso no entanto discordar num ponto dessa comparação, não por idéia discordante mas por falta de entendimento: No mercado de capital a moeda de troca é ouro, fácil portanto de entender a valorização de um determinado ativo. No mercado de opinião, às vezes percebe-se desde o início da 1a. onda que o ativo não vale sequer uma substância amarela, não inodora, que por respeito às crianças do blogue chamarei de pirita. Qual seria a moeda de troca daqueles que a querem ?
beth
3 de setembro de 2018 5:08 pmMedo paralelo
Imagino que a única moeda de troca nesse tipo de operação é o medo. Funcionaria para os dois tipos de público comprador desse mercado: para os antipetistas, medo do PT. Para os progressistas, medo do troglodita ex-capitão. Nos dois casos, pode-se usar essa moeda para criar um mercado paralelo de voto útil e alavancar a compra dos ativos que no momento estão em baixa no campo da direita tucana e Nova.
Eduardo Outro
3 de setembro de 2018 9:22 pmPrezada Beth, relendo o meu
Prezada Beth, relendo o meu comentário vejo o quanto expus mal a minha idéia. Não há desculpa mas foi devido uma forte indignação a respeito dos eleitores desse candidato. Entendo perfeitamente o que almeja um eleitor de Alckmin, Meirelles, Marina, até de Amoedo, mesmo sem concordar com eles, e cada um faz suas escolhas, e temos que democraticamente aceitar. Bem verdade que todos esses citados apoiaram o golpe, temos direito de não aceitá-los se quisermos Democracia, porém a melhor maneira de excluí-los é pelo voto. Agora, o que pensam, o que querem, o que esperam os eleitores de Bolsonaro ? Não tenho capacidade cognitiva para entender isso. Grato pelo seu comentário.
j.marcelo
3 de setembro de 2018 3:14 pmA mecânica é produzir fatos q
A mecânica é produzir fatos q repercutam e com isso se tem a desculpa do q quer se fazer(ex:Color ganha do popularíssimo Lula por causa do debate)essa onda de pesquisas divulgadas agora e o discurso de FHC td a ver,a aposta é na fraude eleitoral e no Fakelianismo do PIG p Haddad não ir nem ao segundo turno,outro exemplo de desculpinhas p se conseguir algo é o caso do incêndio misterioso do museu da língua portuguesa em SP, após o incêndio quem ganha a administração do museu? Fundação Roberto Marinho,e esse museu do RJ quem ganhará a administração no pós incêndio? Fundação Roberto Marinho,bingoooo,anota aí Nassifão e depois me cobra!!
WG
3 de setembro de 2018 3:35 pmEntendo como válida essa
Entendo como válida essa análise do Nassif. Vamos ver o que ocorre com a intensificação do horário eleitoral.
caa
3 de setembro de 2018 3:38 pmestabilização pos overshooting
Também acredito nesse fenômeno. Embora haja um período de queda, como todo overshooting deve haver uma estabilização levemente superior ao patamar anterior, salvo novos overshootings positivos ou negativos. É o suficiente para leva-lo ao segundo turno e daí não passará.
Geraldo Galvão
3 de setembro de 2018 3:39 pmO que diz o Luis Nassif?
É isso que diz o Nassif: “A candidatura Bolsonaro cumpriu a etapa 1 do modelo. Houve um aumento em sua taxa de rejeição. Mas não houve queda nas intenções de votos”.
Marcos Antônio
3 de setembro de 2018 4:03 pmO povo que aderiu ao
O povo que aderiu ao arrebenta com o PT ficou durante os anos dos governos petistas assistindo a comentaristas na TV ou ouvindo que o PT era incompetente nisso e aquilo, que o PT travava o Brasil e que o Brasil poderia ser melhor SEM O PT…
O povo achou que um Brasil melhor significaria o qualidade de vida melhor e isso não poderá ser entregue com o desmanche das politicas do PT – os que apoiaram a queda da Dilma devem estar decepcionados com o judiciário que aprovou a terceirização total!
Todos agora estão no mesmo balaio da reforma trabalhista!
Quem se darão bem serão os corruptos e os membros do setor financeiro!
A parte popular que ainda apoia o não-LULA ainda não deve saber desta notícia, ou não devem compreender as consequências deste fato…
Os empresários que apoiam o não-LULA olham para a desregulamentação trabalhista dentro de sua empresa e esquecem de olhar para consumidores e enxergar um trabalhador em cada um deles!
O Estado mínimo significa estar nas mãos do mercado para tudo que precisar!
A desvantagem que o mercado só se importará com lucro, vejam a politica de preços da Petrobras!
Com os trabalhadores ganhando menos, as empresas venderão menos e eles acabarão sendo vampirizado pelo sistema financeiro que deverá engolir a maioria das empresas reais apenas usando o extra que ganharão com os juros advindos dos rombos do governo em sua PEC da morte…
Um juiz brasileiro NUNCA poderá ser comparado a um juiz da suprema corte americana!
O Brasil se tornará uma aberração e se as forças armadas quiserem por ordem na casa e seguir o rumo dos golpistas se queimará em menos tempo do que durou o golpe de 1964!
O povo aceitou o golpe no PT pelas promessas de melhor condição de vida, coisa que os golpistas, as forças armadas, o judiciário com tudo não poderão entregar pois os golpistas vão vampirizar tudo!
Pregam a semelhança as EUA mas produzirão miséria para seu povo!
Se o não-LULA ganhar as eleições, quando começar a governar a frustação do povo será gigantesca…
Só resta uma coisa, confiar na sabedoria popular…
O povo não é bobo, vamos ver se isso é verdadeiro, por que até agora o povo está sendo bobo…
Neotupi
3 de setembro de 2018 4:28 pmBolsonaro 2018 pode ser Marina Silva de 2014
Quando Eduardo Campos morreu e ela assumiu a candidatura chegou a liderar algumas pesquisas. O desejo do eleitor de votar nela foi mitigado quando acenderam-se os holofotes sobre ela. O eleitor que até simpatiza com a figura de Marina não conseguiu ver nela caracteríticas que esperavam de um presidente da República. Acabou chegando atrás de Aécio Neves e ficando fora do segundo turno.
Ainda acho que Bozonaro estará no segundo turno contra Haddad, mais pela fragilidade de seus concorrentes de direita do que por suas “qualidades”. Mas ele ainda corre o risco de ficar fora.
No JN, realmente Bozonaro não piscou e foi o único altivo diante da insolência da Globo. Ponto para ele. Mas eleitoralmente foi uma vitória de pirro porque Bonner foi maquiavélico com o Bozo, plantando minhoca na cabeça do eleitor. Bozo perdeu votos das domésticas que ainda não sabiam que ele foi o único deputado a votar contra seus direitos. Para quem é doméstica, não interessa todo o resto que Bozo disse e ainda dirá, o que fica marcado é que ele definitivamente representa o interesse escravocata da má patroa e não da empregada. Isso corre no boca a boca e no whatsapp até a eleição e faz um estrago.
O mesmo ocorreu com a questão dos direitos trabalhistas, Bonner cinicamente encerrou dizendo que ele representava o empregador e não o empregado, e ele se enrolou nas respostas. Mesmo na segurança pública ele perdeu votos entre a população mais pobre submetida ao tiroteio em seu cotidiano, quando ele falou em mais tiroteio.
Pelas doações de campanha, o mercado ainda está comprando o Geraldo Merendão. E Alckmin está desconstuindo o Bozo com anuência do mercado e bem escorado por pesquisas qualitativas. Primeiro com o eleitorado feminino, depois deve ter um arsenal de outras coisas, inclusive a compra subfaturada na escritura de duas mansões em área nobre do Rio. Se Bozo cai 3 pontos e o Merendão sobe 3 é grande o risco de repetir o Aécio x Marina em 2014. O problema de Alckmin é ele estar bem mais desgastado em 2018 do que Aécio em 2014.
Jandui Tupinambás
3 de setembro de 2018 4:31 pmA sombra do PT ainda não assustou completamente
O lado conservador e lúgubre do brasileiro e dos representantes de sua elite ainda não se mostrou completamente.
Este lado se revelará assim que todos perceberem que o PT vai para o jogo. Não igual ao meu Galo que entrou no Itaguera para empatar. Vai com 3 atacantes e meias ofensivos.
Aí, pessoal, o jogo graúdo começa. A meu ver será o momento em que Bolsonaro ranca o resto de intenções de votos dos nanicos Alckmin e cia e alcança 25% a 30%.
Em épocas tão radicalizadas as possibilidades das eleições se polarizarem em apenas dois candidatos já no primeiro turno são grandes no meu ponto de vista. Este inusitado momento histórico de exceções e autoritarismo pode se transformar fácil em uma luta de um único turno pegando o PIG de surpresa e não dando tempo de reação para o golpe.
Por isso, acho que as ações de Bolsonaro ainda se valorizarão até 7 de outubro e quiçá, a empresa vá à falência já no dia subsequente.
Jonathas Pereira de souza
3 de setembro de 2018 4:36 pmConcordando ou discordando,
Concordando ou discordando, só digo uma coisa, Nassif é um dos melhores analistas políticos do Brasil.
Álvaro Noites
3 de setembro de 2018 4:54 pmTenho por mim de que quem
Tenho por mim de que quem subirá será o tal do João “A Moeda”.
Os aecistas de 2014 estão migrando em peso para o representante de banco que tenta vender a imagem de bancário.
Bolsonaro terá apenas os malucos bolsominions de extrema direita.
Marcos Marques de Sousa Trindade
3 de setembro de 2018 5:25 pmNão consigo perceber queda no
Não consigo perceber queda no apoio a esse cara. Pelo contrário, a minha percepção é a de que o apoio a ele está crescendo.
Talvez fosse bom a ridícula elite brasileira sentir na pele a tragédia bolsonaro para começar a respeitar a democracia.
O risco é que, ao término do pesadelo, possa ser tarde demais.
André élebê
3 de setembro de 2018 4:47 pmJá fabricaram a tragédia
Já fabricaram a tragédia Collor e a tragédia FHC. Na verdade não tão nem aí, acham que sempre haverá país para vender – até que não haja.
A elite brasileira é ignorante de doer.
Wilton Santos
3 de setembro de 2018 6:16 pmO Bolsonaro já tem um
O Bolsonaro já tem um eleitorado consolidado e fiel. Por outro lado a direita está pulverizada em várias candidaturas. Dificilmente algum candidato do expectro político da direita conseguirá ter mais apoios do que o Bolsonaro. Se tivessemos menos candidatos na direita e pelo menos um candidato competitivo talvez o Bolsonaro não chegasse ao 2º turno.
Ocorre que o Alckmin é um péssimo candidato, não tem nenhum carisma e perde muitos votos para outros candidatos que o impede de crescer, como a Marina Silva, Amoedo e Álvaro dias. Na eleição presidencia de 2014 no primeiro turno a Dilma teve 41,59%, Aécio 33,55% e a Marina 21,32%. Em 2018 os votos antipetistas que foram para Aécio e Marina serão distribuídos para Bolsonaro 19%, Marina 8%, Alckmin 6%, Ciro 5%, Álvaro Dias 3% e Amoedo 2%.
Ou seja, o Bolsonaro com 20% dos votos terá condições de chegar ao 2º turno nessas eleições. Se fosse nas eleições 2014 ele teria o memso percentual da 3ª colocada Marina Silva e não estaria no 2º turno. Por isso acredito que o Bolsonaro enfrentará o candidato do PT na próxima etapa das eleições.
Hildermes José Medeiros
4 de setembro de 2018 2:33 amResumindo: candidato do PT
Resumindo: candidato do PT (Lula ou Haddad) eleito, caso haja segunda chance para derrubar os petistas. É isso mesmo: não está nada fácil para os golpistas saírem da arapuca que criaram.
Fernando J.
3 de setembro de 2018 6:29 pmFace a face com o eleitor
FACE A FACE COM O ELEITOR – Wanderley Guilherme dos Santos
3 de setembro de 2018 – Segunda Opinião
O golpe de 2016 impediu Dilma Rousseff e expulsou as forças populares do circuito do poder. Fiz esse diagnóstico em Democracia Impedida, publicado em 2017. Desde então o tabuleiro foi sacudido e nenhuma das pedras conquistou posição invulnerável.
A fórmula conservadora sustenta que é preciso mudar alguma coisa para que tudo permaneça como está. Minha fórmula para identificar os progressistas liberais é a de que, para eles, “tudo precisa continuar como está para algo mudar”. Parece a mesma, mas na fórmula dos conservadores são eles que dizem o quê e como mudar; na dos liberais progressistas, são estes que decidem o que continuará como está. Raramente uma peça coadjuvante interfere no conchavo entre conservadores e liberais progressistas. Quando surge, é ela a peça de efetiva oposição às regras estruturais, mais do que à simples competição na margem.
Os conservadores contam com três participantes no jogo: Jair Bolsonaro, Marina Silva e Geraldo Alkmin. O destemperado Bolsonaro foi contido pela didática de Paulo Guedes e só os rudes acreditam que vá distribuir armamentos ou castrar homossexuais. O conservadorismo de Guedes é extremista de outro modo: propõe substituir o que está aí em sentido ainda mais devastador para a economia e soberania populares, mantendo a essência imutável.
Marina Silva dispõe-se a defender o status quo promovendo reformas selecionadas, desde que a preservação e as reformas incluam o critério da sustentabilidade. A arbitrariedade do critério só é inferior à da graça da intimidade com a vontade divina, monopólio dos pós-graduandos em teologia. À parte a indignação contra escandalosas iniquidades da ordem, Marina investe na permanência dela.
Geraldo Alkmin é o conservador clássico. Polido com os grupos de interesse, não hesita em tornar-se bolsonariano se a exacerbação das demandas populares lhe parecerem ameaçadoras. Basta lembrar o início do vandalismo policial em junho de 2013. Talvez seja desafiado por um Collor retardatário, João Amoedo, do Partido Novo.
O liberalismo progressista – deixar tudo como está e alterar o possível – resultou da metamorfose do Partido dos Trabalhadores ao chegar ao poder e topar com a dura oposição dos conservadores. Os defensores da ordem não seguem regras contratuais, como ocorre nos acordos coletivos de trabalho e acertos de convivência são inevitáveis. Acertos cujos termos dependem mais da força social do que dos números eleitorais.
Lula obteve mudanças nas margens do sistema, embora vitais para os beneficiados, mantendo intacta a estrutura de extração de mais valor nas indústrias e nas transações bancárias. Foi o melhor acordo fechado, suficiente para transformá-lo no mais amado governante brasileiro. Ainda assim, escapou por pouco de um golpe em 2005.
Dilma não escapou. Depois da crise internacional de 2008, e apesar de drástica redução de recursos, Dilma expandiu os programas sociais. O lance foi inaceitável pelo conservadorismo, temeroso de uma efetiva redistribuição de renda. Caiu e cairia, mesmo se mais competente na administração da crise, ao contrário das fantasias dos críticos de massa falida. Dilma caiu por romper o pacto firmado pelo hábil metalúrgico. Haddad é tentativa de reingresso na ordem, solidário à estrutura vigente, mas aliviando as populações marginais da ordem.
Onde se encontram as propostas de mudanças estruturais afetando as posições dos predadores da economia e da soberania nacionais? – Assistam aos debates.
Lucinei
3 de setembro de 2018 6:32 pmLiquidez
Uma coisa é se desfazer de papéis, outra é se desfazer da casa que construiu, vive e tem todas as coisas e memorias guardadas.
O Boçalnaro e seus minions construiram suas identidades sobre o pilar do antiesquerdismo. Não é tao simples assim trocar por outra qualquer como se troca de roupa ou de portfólio.
Nao adianta também o Alckmin ou o Alvaro Dias fazerem o mesmo discurso do Boçalnaro. Por mais que pensem igual, o estilo sempre foi outro. Qualquer tentativa vai parecer mal ensaiada.
Quem está correndo por fora é o Joao Amoedo, embora os antissociais saibam que o eleitorado boçalnaro está bem coeso.
Celio Jr
3 de setembro de 2018 7:18 pmOs candidatos e o cafezinho
Eleição é época de comer pastel e tomar café em boteco !
Fizemos a seguinte pergunta para todos os candidatos:
“Candidato(a), você prefere seu café puro, com açúcar ou adoçante?”
Eis as respostas:
Cabo Daciolo – “Glória a Deus ! O café, como toda a criação, é sagrado porém sabemos que muitos países da URSAL usam os lucros provenientes do seu comércio para financiar o avanço do comunismo e assim não posso consumir a iguaria. Prefiro água que é pura e que pode se transformar em vinho, o que eu farei após ser eleito presidente. Amém.”
Ciro Gomes – “O café fica melhor com açúcar, como é consumido no meu Ceará e foi ratificado na nossa experiência em Sobral. Muitos brasileiro não podem mais consumir café porque estão sofrendo com a humilhação de ter seu nome sujo no SPC e que eu vou ajudar a limpar o nome dos brasileiros”.
Bolsonaro – “Para mim tanto faz, mas o Paulo Guedes me alertou que o melhor é tomar café com adoçante e eu confio nele. Como sou Capitão do Exército quero meu café no copo, inclusive quero denunciar que muitas das nossas crianças, devido a influência maléfica do kit gay está exigindo tomar café gourmet, com xícara e pires. E tenho certeza que se o café vier ruim é porque foi preparado por uma mulher.”
Alckmin – ”O café vem de uma plantação chamada ca-fe-zal, oriunda de muitas estados brasileiros. No estado de São Paulo, onde eu governei, o café de melhor qua-li-da-de vem de uma serra chamada Man-ti-quei-ra. Para se fazer um bom café não podemos deixar a água entrar em e-bu-li-ção porque isso afeta seu sabor. Durante a campanha eleitoral sou o-bri-ga-do a tomar muito café e me mis-tu-rar com o povo, por sorte são poucas semanas me ex-pon-do. Quero o meu café puro e quero levar um pouco da me-ren-da para casa, para não perder o cos-tu-me”
Álvaro Dias – “Quero o meu café com açúcar. Infelizmente tenho que lembrar que uso mais açúcar que o normal porque lembro constantemente do gosto amargo da corrupção. Irei refundar a República e para me ajudar irei suplicar ao juiz Moro que deixe sua posição de divindade e aceite meu convite para ser um mero e mortal ministro da Justiça no minha governo”.
Marina Silva – “A questão do café é complexa e deve ser analisada sobre vários aspectos. Precisamos ter uma visão holística e sustentável do produto café e sua maneira de ser adoçado. Foi me oferecido as opções puro, com açúcar e com adoçante e deixaram de lado o açúcar mascavo, num evidente desprezo às minorias, que precisam e terão voz no meu governo. E também temos que pensar nessa questão de forma mais ampla, de forma que já reuni uma comissão para discutir o porquê de só poder escolher uma única opção para adoçar o café. E se alguém quiser adoçante e açúcar ao mesmo tempo, isso será o que chamaremos de “novo café”, um café de transição, assim como o meu governo. Nessa construção renunciaremos ao que o velho café significa para idealizarmos o café que desejamos e temos convicção que nosso empenho em analisar o fenômeno do café desafia a capacidade de equalização do impacto na agilidade decisória.”
Amoedo – “Quero meu café com adoçante. Esse café só não é melhor por causa do tamanho do Estado. Se não houvesse Estado teríamos clima e solo mais adequados ao plantio, custos menores e a iniciativa privada prosperaria mais.”
jose antonio santos
3 de setembro de 2018 8:53 pmbom comentario
Gostei de ler.
mas o Hadad e o Lula.
E se o Rui Costa Pimenta -PCO- fosse candidato?
E O Brizola, se fosse vivo? Como seria?
ABS
Schell
3 de setembro de 2018 8:02 pmO trágico, mais uma vez, é
O trágico, mais uma vez, é verificar os adeptos do bolsonaros falarem que estão combatendo a corrupção: raposa no galinheiro, entre tantos exemplos; afinal, alguém que saiu da classe baixa, nunca teve negócios e, após o exército (foi expulso?) passou a viver apenas e tão somente da política ter enriquecido, em si… Mas, como sempre, a ignorância dos brasileiros transita entre colloridos caçadores de marajós e bolsominions adestrados em generais-de-pijama e o lenz de sempre. Pobre país de merrecas.
Roberto São Paulo-SP 2016
3 de setembro de 2018 8:27 pmSegundo as pesquisas eleitorais
Cerca 97% dos eleitores de Bolsonaro tem renda familiar até 10 salários mínimos, e nãp poderia ser diferente, em um país de altíssiima concetração de renda e com 20% do eleitorado.
Os 11% dos eleitores que tem renda familiar até 2 salário mínimos, representam 7,4 milhões de votos
Considerando alguns institutos, os 20% eleitores que tem renda familiar até 2 salário mínimos, representam 13,5 milhẽs de votos.
Os 30% dos que que ganham mais de 10 salários mínimos representam 800 mil votos;
Considerando a faixa de renda familiar de até 5 salários mínimos, os eleitores de Bolsonoro representam 18,8 milhões de votos.
Os 29% que estão na faixa de renda familiar de 5 a 10 salário mínimos representa cerca 4,1 milhẽs de votos.
anexo:
Brasil tem 147,3 milhões de eleitores aptos a votar nas Eleições 2018
Eleitorado cresceu cerca de 3% em relação a 2014
TSE—01.08.201812:10
URL:
http://www.tse.jus.br/imprensa/noticias-tse/2018/Agosto/brasil-tem-147-3…
Intenção de voto para presidente da República—PO813964
Datafolha—06 e 07/06/2018
URL:
http://media.folha.uol.com.br/datafolha/2018/06/22/08fa14d3cef22ac80a3dc…
http://datafolha.folha.uol.com.br/eleicoes/2018/06/1971537-sem-lula-bols…
PESQUISA CNI-IBOPE AVALIAÇÃO DO GOVERNO -SUPLEMENTO ESPECIAL INTENÇÃO DE VOTO Junho 2018
URL:
http://www.portaldaindustria.com.br/estatisticas/pesquisa-cniI-ibope-ava…
https://bucket-gw-cni-static-cms-si.s3.amazonaws.com/media/filer_public/…
https://bucket-gw-cni-static-cms-si.s3.amazonaws.com/media/filer_public/…
Roberto São Paulo-SP 2016
3 de setembro de 2018 8:29 pmPNAD-2015 Renda

URL:
https://www.ibge.gov.br/estatisticas-novoportal/sociais/populacao/9127-p…
https://www.ibge.gov.br/busca.html?searchword=pnad&searchphrase=all
Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD
Downloads
https://www.ibge.gov.br/estatisticas-novoportal/sociais/populacao/9127-p…
Carlos Leite
3 de setembro de 2018 8:36 pmParece que foi ontem de manhã. E é uma resposta aos bolsonaros
da hoje
[video:https://youtu.be/wYLF8PrqHIE%5D.
Jorge Fernandes
3 de setembro de 2018 8:54 pmO bozo
Desde o inicio dos debates, percebo em midias socias que o bozo perde eleitores para o a moedA.
O que aconteceu, a cada exposição do bozo, certos eleitores de direita entenderam que a boçalidade do candidato é enorme.
Migraram.
segundo pesquisa divulgada hoje, caiu, o que justifica seu ataque de ontem ao PT
Ao bozo só resta o discurso do odio ao pt e manter o pouco que lhe resta.
Mas a cada aparição, mais um pouco de seus eleitores migra para o a moeda desinflando o bozo que vai apanhar muito neste final
LULA ganha no primeiro turno. É a economia estupido
Jorge Fernandes
3 de setembro de 2018 8:55 pmO bozo
Desde o inicio dos debates, percebo em midias socias que o bozo perde eleitores para o a moedA.
O que aconteceu, a cada exposição do bozo, certos eleitores de direita entenderam que a boçalidade do candidato é enorme.
Migraram.
segundo pesquisa divulgada hoje, caiu, o que justifica seu ataque de ontem ao PT
Ao bozo só resta o discurso do odio ao pt e manter o pouco que lhe resta.
Mas a cada aparição, mais um pouco de seus eleitores migra para o a moeda desinflando o bozo que vai apanhar muito neste final
LULA ganha no primeiro turno. É a economia estupido
Roberto São Paulo-SP 2016
3 de setembro de 2018 9:40 pmEqulibrando em cima de uma corda bamba
Fugindo ao máximo dos tema econômicos.
Apesar de contar com apoio significativos dos eleitores com maior renda, Jair Messias Bolsonaro depende dos votos dos eleitores com renda familiar até 2,5 salários mínimos(quase 50% do eleitorado) para chegar ao segundo turno.
O problema é que acenar para os mais pobres, mesmo que com propostas demagógicas e oportunistas, correrá o risco de perder os eleitores de maior renda e apoio nas redes sociais,
Ele vai continuar tentando segurar os eleitores de baixa renda com discurso em torno da famílias, moral e criminalidade, mas qualquer deslize ele perderá os eleitores de baixa renda e despencará nas pesquisa eleitorais.
Lembrando que os 11% dos eleitores que tem renda familiar até 2 salário mínimos, representam 7,4 milhões de votos
Considerando alguns institutos, os 20% eleitores que tem renda familiar até 2 salário mínimos, representam 13,5 milhões votos.
Ironia do do destino, mas o tiroteio está apenas começando.
arkx
4 de setembro de 2018 1:56 amA segunda onda Bolsonaro
como todos jamais deveríamos esquecer, em 17-ABR-2016, na votação da admissibilidade do impeachment, Bolsonaro dedicou seu voto ao Coronel Ustra.
e não podia ser diferente.
Bolsonaro é hoje o representante da corrente interna das FFAA derrotada com a “abertura lenta, gradual e segura”, concebida por Golbery e implementada por Geisel e Figueiredo.
tão lenta, que até hoje não chegou a um bom termo.
e é exatamente por isto que a corrente das FFAA representada por Bolsonaro, pode agora tentar mais um fechamento rápido, radical e desestabilizador.
Bolsonaro é a vingança do SNI e a restauração dos DOI-Codi.
o monstro criado por Golbery está voltando.
No final de 1980, foi realizado um evento oficial no Hotel Glória, Rio de Janeiro, promovido pela International Police Association, que serviu de biombo para uma outra reunião, esta clandestina, fazendo parte do contexto da Operação Condor.
Foram três dias de reuniões oficiais e duas noites de conspirações. Decidiu-se radicalizar os ataques à bomba em vários países da América do Sul, que tinham governos militares, para que tais ações fossem atribuídas a Esquerda.
Foi então traçada uma estratégia violenta de combate à abertura democrática no Brasil.
Para preservar altas patentes militares brasileiras, das reuniões conspiratórias participaram apenas os operadores do porão da Ditadura.
Foram eles também os principais executores dos diversos atentados ocorridos posteriormente. Entre eles, a explosão da carta-bomba na OAB e o caso do Riocentro.
Foi também planejada uma explosão de todo o quarteirão do prédio do JB (Jornal do Brasil), então recém inaugurado – frustrada por intervenção direta de Golbery.
do livro: “Memórias de uma Guerra Suja”, depoimento de Cláudio Guerra
.
André RS T
4 de setembro de 2018 8:18 pm…. quem segue o “mito” é
…. quem segue o “mito” é mitomaniaco, dos quais são uma coisa pavorosa
Válber Almeida
5 de setembro de 2018 4:25 amBolsonaro, sua seita de ódio e (mais) um genocídio anunciado
As populações-Alvo do ódio do Bolsonaro e sua SEITA DE ÓDIO ainda não caiu na real: VAI HAVER GENOCÍDIO se esse monstro vencer as eleições. Ondas de ódio extremas do tipo que este psicopata dissemina precederam e só se satisfizeram com a consumação de matança generalizada contra os não convertidos às SEITAS DE ÓDIO. Acordemos, estamos diante do mesmo ambiente psicocultural de ódio extremo que precedeu genocídios como os de Hutus contra Tutsis em Ruanda, Sérvios contra Bósnios na Iuguslávia, Nazistas contra Judeus, Ciganos e Comunistas, entre tantos outros. A história manda recado: estamos diante de um GENOCÍDIO ANUNCIADO contra petistas, socialistas, comunistas, gays, lésbicas, negros, quilombolas, indígenas e NÃO-CONVERTIDOS em geral.
Marcos K
5 de setembro de 2018 9:33 amTambém não tenho base
Também não tenho base científica nenhuma, mas pelo que escuto aqui e ali tenho a convicção de que Bolsonaro não cai.
Ao meu ver ele é candidato favorito de quatro tipo de eleitores: 1) daqueles a quem ele diz o que querem ouvir; 2) dos que se acham “sabidos”, devidamente estupidificados pela Veja, Glogo e Olavo de Carvalho; 3) dos imbecis convictos e; 4) dos que realmente sabem o que estão fazendo ao escolher Bolsonaro, pois querem ver (como bem escreveu o Nassif) o circo pegar fogo.
Isso sem esquecer que muitos não dizem que vão votar nele por vergonha de serem taxados de “idiotas convictos”.
Se tivesse que escolher uma categoria fico com a última: num hipotético segundo turno entre o Nazista (Bolsonaro) ou qualquer outro que não do PT fico com o primeiro e depois f***-se tudo…. Aliás, já escutei isso de muitos.
Finalmente, acho que o teto dele é de uns 25%, se tanto. Como também acho que a Globo vai apostar pesado nele, se necessário. Será suficiente para elegê-lo? Acho que não. Mas não duvido que a essa imprensa de m**** mancomunada com um judiciário mais de m**** ainda farão de tudo, se necessário, para eleger um nazista pra “chamar de seu”.
JoãoV.
5 de setembro de 2018 5:29 pmUm dos maiores responsáveis
Um dos maiores responsáveis pela popularidade de Bolsonaro é Lula e o PT. A estratégia de instrumentalização do processo eleitoral por Lula e o PT com o intuito de tirar Lula da cadeia é óbvia e isto, para a faixa da população que não se revê no domínio do centrão, que quer uma mudança clara do que tem estado em curso, é um plano inclinado na direção da candidatura de Bolsonaro. Quanto mais insistirem neste curso de acção mais votos cairão na conta de Bolsonaro e como é de prever que esta estratégia vai seguir até ao limite é de prever também que a posição de Bolsonaro como favorito se consolide. O facto do PT estar desesperado para trazer Lula às eleições é indício o suficiente de que há uma faixa considerável de eleitores anti-centrão que é preciso conseguir segurar, o que é dizer que há muito voto anti-centrão livre, à solta, que não tendo Lula para votar eventualmente está e dividir-se-á entre Ciro e Bolsonaro. Como Bolsonaro já tem muitos dos votos da direita conservadora, anti-PT, que no Brasil não são poucos, como vimos no movimento anti-Dilma, a junção de parte dos votos anti-centrão que gravitavam para Lula sem contudo ser militante, ou ter esse espírito, do PT vai dando a Bolsonaro uma substância eleitoral considerável. Se ele passar à segunda volta contra um candidato que não seja do PSDB acho que podemos contar ainda com uma grande transferência de votos dos eleitores do PSDB (20% talvez) para Bolsonaro o que, somando ao que já conseguiu, o colocará perto dos 50%.
Se a segunda volta for entre Bolsonaro e Alkimin é ainda possível que muitos dos que tenham votado PT na primeira volta votem no Bolsonaro, ou anulem seu voto ou votem em branco, precisamente por sua inclinação anti-centrão e até seu repúdio visceral pelo PSDB, coisa que também beneficia Bolsonaro.
Parece-me que o candidato que poderá ter melhores condições de vencer Bolsonaro é Ciro Gomes na medida em que consiga cativar toda a esquerda e centro-esquerda e ainda eleitores do centrão mais liberais, que não se revejam na retórica ultra-conservadora de Bolsonaro em matéria de costumes mas para isso é preciso que consiga passar à segunda volta. Haddad está muito fragilizado pela estratégia do próprio PT. O homem nem sequer está ai ainda na ficha como candidato à presidência e quanto mais o tempo passa mais se assemelha a um lugar vazio, agora que Lula está mais longe de poder concorrer, a insistência em ir para a ONU torna Hadad num corpo político que sequer o próprio Haddad ocupa, no fundo em um corpo que eleitoralmente nem é dele, nem de Lula.
Marcelo33
6 de setembro de 2018 6:23 pmO problema é que Lula tem
O problema é que Lula tem votos, o PT também tem, e tem gente querendo que eles se submetam a um candidato sem votos. Uma parceria Caracu, onde o Ciro entra com a a cara e o PT, veja bem… com o C…
No próprio texto, ficou despreendido que Ciro venceria e manteria Lula na cadeia.
Marcos Antônio
5 de setembro de 2018 6:37 pmVi as entrevistas do Gal.
Vi as entrevistas do Gal. Mourão ao BTG e ele fala o lugar comum da maioria que lêm a folha, o estadão ou escuta os especialistas da Globo…
Foi honesto ao dizer que Dilma modernizou com compra de material para as forças armadas, mas infelizmente como um general de exército não demonstrou o tamanho do Brasil no mundo, se conforma em entender a supremacia americana no mundo!
Como todos que vivem assim ficam imersos em seu cotidiano e não prestam atenção na história: Há 50 anos atrás o PIB do Brasil era maior que o da China e mais avançado que a Coréia do Sul.
O lugar comum é esse: Achar que as coisas não mudam, a China não pediu licença nem para a Rússia, nem para os EUA e saiu da pobreza para sua força nos dia de hoje…
Demonstra um “lampejo” de nacionalidade ao falar da Petrobrás, mas grandeza do brasil aparece muito mais de forma física, como fronteiras, do que produto imaterial de seu povo.
Os EUA bloqueiam venda até de empresas privadas(!) a Chineses, já o Brasil, nesse grandão bobo e bananeiro aqui pode tudo, pode privatizar empresas públicas, vender terras públicas, e nem demonstrou preocupação com a EMBRAER e até a base de alcântara pode ser “privatizada” se tornando território americano…
Houve corrupção no judiciário nos julgamentos do mensalão e na lava-jato – e ele aceita sem fazer juizo de valor e escolhe a resposta institucional destes órgãos e assim o LULA é ladrão e a Dilma deu pedalada e faz piada!
Esse acolhimento sem crítica facilita a corrupção!
Nenhum órgão, nenhuma instituição e nenhum estado podem estar acima da verdade!
A ONU é fake?
Por que eu acho isso?
Simples…
Por que decisões tomadas em cima de mentiras, de erros conduzem a novos erros!
Imagine o general que numa guerra seu corpo técnico lhe repassa uma informação não muito precisa, essa má informação pode levar a derrota numa guerra ou num combate!
A visão de realidade brasileira dele, que pode ser da maioria dos oficiais das forças armadas, mas que no fundo é quase a mesma da elite que está atuando sem piedade para com seu povo!
O número de miseráveis aumenta, a violência aumenta, mas os ricos não abrem mão da lucro dos juros…
Por mais bonzinho que seja e por repetir a falsa lucidez da grande mídia, mostra que o Brasil real vai se ferrar, caso eles ganhem a eleição…
E com ele mais de 208 milhões de brasileiros!
O Brasil para dar certo tem que começar com as prioridades – como num hospital!
Urgência e emergência em primeiro lugar!
E a prioridade é o povo povo pobre, a fome está de volta, é a geração de emprego, é fazer o dinheiro circular!
Qual destes candidatos pensa no povo pobre?
[video: https://www.youtube.com/watch?v=QhfotBs0Kp8%5D
[video: https://www.youtube.com/watch?v=9PXL8fsuUKw%5D
Edson J
5 de setembro de 2018 6:43 pmRecado de Nordestino
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/video-eleitor-de-lula-manda-recado-a-bolsonaro-vem-aqui-pedir-pra-eu-comer-capim/
cesarcardoso
6 de setembro de 2018 1:10 amBolsonaro vai cair. A dúvida é se será o suficiente.
Bolsonaro vai cair, isso me parece claro.
O problema é que, na confusão que se tornou a eleição atual, um candidato poderá ir para o segundo turno com 15% dos votos.
Ou seja, se Bolsonaro cair pouco, ainda assim irá para o segundo turno (e, portanto, Alckmin estará fora)
José Ricardo Romero
6 de setembro de 2018 12:20 pmEstamos a menos de um mês do
Estamos a menos de um mês do primeiro turno. É essencial assistir à entrevista do Ciro Gomez pelo Paulo Henrique Amorim no Conversa Afiada. Comparem as suas declarações e intenções com as de qualquer outro candidato que também se apresenta nas mesmas condições para ser entrevistado.