Advogado de Bolsonaro foi acusado de pertencer a seita secreta envolvida em morte de menino

Na ocasião, foi solicitada a prisão temporária do advogado Frederick Wassef, membro da seita e apontado como divulgador da seita.

Em 1992, ocorreu o desaparecimento do menino Leandro Bossi, de 8 anos, em Guaratatuba, Paraná.

Nas investigações, houve o pedido de prisão temporário do argentino José Teruggi. Segundo a polícia, Teruggi se apresentava como um bruxo que incorporava espíritos. Em um vídeo apreendido com Valentina Andrade, esposa de Teruggi, ele teria ordenado que ela matasse a criança.

Constatou-se que Teruggi comandava uma seita com 40 seguidores, a seita Lus.

Na ocasião, foi solicitada a prisão temporária do advogado Frederick Wassef, membro da seita e apontado como divulgador da seita.

A polícia foi atrás do endereço que Wassef havia colocado na ficha de entrada. Era em Atibaia, provavelmente na mesma casa em que escondeu Fabricio Queiroz. Sete pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público do Paraná, acusadas de ter participado de um ritual religioso.

O caso jamais foi elucidado. Em 11 de março passado, o caso foi ressuscitado pelo jornal Ivan Minanzuk, divulgando uma série de áudios que comprovariam que os suspeitos foram torturados para confessar o crime.

Mais tarde, Wassef foi inocentado das acusações.

Aqui, a edição do JB com a reportagem sobre o caso.

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4 comentários

  1. Se for ver na capa da edição do JB no dia desta notícia, a manchete é sobre a esposa do presidente receber mesada de 20 mil dólares do tesoureiro do presidente. No caso, PC Farias que bancava Rosane Collor

  2. Muito ruim repercutir isso.

    essa historia já é bem conhecida por causa de um podcast.

    Muito irresponsável, Nassif, quem está repercutindo.

    Dê uma olhada melhor.

    Assassinato de reputação é pouco nesse caso.

    Você é grande, Nassif. Não repercuta o jornalismo mal feito, que acobertava tortura nos anos 90.

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