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A política anti-econômica da gestão da dupla Levy / Tombini nesse ponto é provavelmente já acima do que seria praticado pela Direita derrotada. O Medo vence a Esperança . Posto que ações são incoerentes com propostas anticíclica, visando crescimento e pleno emprego. A coisa a que se presta é atender interesses do Mercado Financeiro, que encontrou no Governo Dilma o paraíso para conseguir os rendimentos especulativos negados por qualquer outro pais serio ou Tirano.
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As ações da Terceirizada e autônoma ekipeconomica do Ministério da Fazenda e BACEN, recrutada diretamente dos quadros do FMI / Bradesco, por indicação de Luiz Carlos Trabuco, que preferiu não se expor diretamente no comando dos golpes baixos claramente em conflito com os interesses da Nação, pois seria mais fácil de ser associado como prevaricação em favor do Bradesco, Itaú e Investidores Estrangeiros, além de aplicando a receita certa para a ruína financeira das contas publicas, seja pela transferência de mais de 10% do PIB na forma de despesas de juros, com encolhimento da renda nacional pela combinação de aumento de impostos com aumento do endividamento publico, com corte de Despesas, com desestimulo ao aumento de capacidade e novos negócios em função da volta das taxa básicas de juros básicas irresponsáveis muito acima dos retornos internacionais de qualquer das atividades produtivas e muito acima da inflação do país.
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Levy , Engenheiro, capricha em critica a obra do antecessor quando chega, no caso mal-falando da contabilidade criativa de Guido Mantega, das boas ações de desoneração e redução dos cavalares impostos, ou do resultado das contas publicas ainda que saiba foi melhor resultado se comparado com todos os países da Europa, Japão ou Estados Unidos. O resultado do trabalho desse tipo de profissional todos nós sabemos. Alivio quando dispensamos e arrependimento.
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A gestão Dilma agora repete o vergonhoso governo FHC. A conta sobrará, todos sabem, para contribuintes e pobres de sempre. Afinal o Governo brasileiro primeiro beneficia pela ordem os inquilinos, e os poderosos. Brasil tem ainda uma sociedade mansa, assim mantida via lavagem cerebral, principalmente manipulada pela mentiras e omissões pelas TVs concessão dele Governo parceiras e agora da corrupção via 2% despesas empresarias inclusive sobre serviços para o proprio governo.
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Portanto, Tombini garante os gordas taxas do pagamentos de juros e Levy as medidas para sobrar mais verba para os pagamento de juros e das margens de oligopólios, para tanto tome redução de benefícios trabalhistas, sonegação de revisão de tabelas de imposto de renda sobre salários, aumento de impostos financeiros, encargos sociais sobre folha de salários, aumento de preço de combustível, energia elétrica, serviço de comunicação acima do mercado internacional, aumento de bolsas barão, aumento de impostos sobre produtos de conteúdo nacional e redução de impostos ou suspensão sobre produtos importados são elogiados.
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O resultado desse amargo para a população e mel para os vagabundos rentistas não tem surpresa: Recessão, Desemprego e Abismo econômico.
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Nesse toma lá da cá, Mercado Financeiro calminho, esvaziado fogo Tucano e poupada a Presidenta. Os interesses dos outros agentes, famílias, empresas que se danem.
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Conquistar o Ministério da Fazenda e Banco Central hoje é como ter um representante com poderes divinos. E para Investidores estrangeiros tal como era conquistar as joias e tesouros brasileiros nos tempos dos corsários ingleses, franceses. Quando Brasil ainda colonia de Portugal.
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Uma vez que seus cargos podem lhes conceder muitas regalias, poder e prestígio, o objetivo principal da maioria dos políticos e funcionários públicos é tirar deles o máximo proveito, bem como mantê-los pelo maior tempo possível. Por outro lado, eles sabem também que tirarão maior proveito de seus cargos através da concessão de favores a grupos de interesse do que fazendo o que é certo para interesse público. Roberto Campos : “O governo não passa de um aglomerado de burocratas e políticos, que almoçam poder, promoção e privilégios. Somente na sobremesa pensam no bem comum.“
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E pouco provável que Legislativo abrirá uma CPI para entender as praticas de elevadas taxas básicas muito superior a média internacional, IMPROBIDADE , PREVARICAÇÃO. Não existe fundamento econômico, para transferir altas somas de recursos do tesouro para banqueiros e outros parasitas da sociedade, tipica de oligopólios. E não acredito existir paralelo muito menos continuadamente praticado. Seria praticada pela certeza da impunidade ?
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Essa seria a atitude fundamental para a retomada do crescimento e que produziria o alivio importante da divida pública federal de R$ 2.4 TRI@ R$400 bilhões nos últimos 12 meses de despesa de juros.
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Taxa básica é referencia para analise de retorno de investimento produtivo. Nos EUA, Fed remunera taxa básica a 0,25% a.a.. Ou seja, a taxa básica de juros é menor do que inflação, correto para fins de não incentivar a vagabundagem. Nesses países a principal preocupação do Banco Central é com desenvolvimento do país e com nível de emprego, em primeiro lugar.
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Como fator para competitividade, a redução do custo financeiro do empresário melhora margens e retornos. Ajuda a controlar da inflação ao mesmo tempo incentiva ampliação de produção e de vendas.
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No Brasil, via de regra temos brutal crescimento dos juros jogando pelos ares os esforços fiscais . No período FHC recursos advindos da privatização depreciadas em 50% a titulo de risco Brasil foram usados para amortização de dividas de juros a taxas de juros verdadeiros assaltos sem mão armada.
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É obvio que, as taxa de juros básicas crescentes oferecidas pelo Ministro da Fazenda Levy é fator de estimulo ao capital especulativo externo e para razão para empresário suspender investimentos de aumento de capacidade ou novos negócios produtivos.
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Janet Yellen, tem uma preocupação bem maior com a fraqueza da recuperação da demanda agregada dos Estados Unidos, De acordo com visão de Krugman: Yellen vai manter a taxa de juros bem baixas por muito tempo. Os mercados estão errados. Fed ainda não prevê elevar as taxa de juros em 2015. EUA tem riscos de enfrentar deflação. Devido a fraca variação média de preços visualiza dificuldade de expandir o PIB, em consequência taxas de juros de curto prazo próximo de zero.
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Se o racional para taxa tão absurda é risco de aumento da demanda interna e seu impacto na inflação, o argumento não convence. O volume de vendas a prazo mesmo financiadas a juros baixos dinheiro captado no estrangeiro não mais atraem a maioria dos consumidores. Assim, não provocará impacto significativo sobre a demanda , se Governo reduzir a taxa básica de juros.
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Quanto ao efeito sobre vendas a vista por conta da taxa real negativa de juros que o poupador encontra em suas aplicações ( devido inflação crescente), provavelmente ele não correrá para o consumo. Com o discurso pessimista repetido de Levy da queda real de salários, desemprego e recessão à vista, a sua propensão a consumir será moderada . A não ser por terror dos juros alimentando a inflação e causando inflação galopante, perda de valor real. Já vimos essa historia, o que oposição aguarda para agir nesse tema. |
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Assim sendo, soa insano aumentos da taxa de juros como instrumento de politica econômica adequado de controle da inflação.
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Sabemos ainda por herança maldita de FHC e do histórico de países europeus para tratamento de crise de 2008, aqueles que concordaram com os ajustes econômicos de recessão, cartilha única dos monetaristas do FMI , com aumento de divida, aumento de taxas e de despesas de juros tiveram agravada a recessão e com danos sociais. Tornaram a dívida interna explosiva e desastrosa para a economia do país.
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No mesmo período ações do governo americano custaram mais de US$ 3 trilhões com taxas de juros quase zeradas para recuperar a economia e reduzir desemprego etc. Obama estourou orçamento e simplesmente congresso americano aumentou o limite sem crise, não foi ameaçado de impedimento e foi ameaçado da perda de rate AAA .
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Olhando para retrovisor, década de 90, os países que optaram ou foram obrigados a radicais desvalorizações cambiais fizeram movimentos das taxas de juros para se aproximarem rapidamente do nível internacionalmente, suas suas economias, embora num patamar mais baixo, voltaram a crescer.
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Reduzir as taxas Selic no Brasil, vai ajustar da taxa de cambio sem arbitragem de Ministro sobre o mercado, com sinais verdes de positivo no lugar de mensagem de pessimismo. Isso vai acalmar as famílias. E conforme receita americana e europeia para incentivar exportação de produtos industrializados e ajustar rate de salários da industria, sem necessidade de vergonhosa politica de achatamento via Terceirização da atividade-fim com implicação de rebaixamento da renda nacional.
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Seguramente devemos manter distancia das “recomendações” do FMI que somente servem para levar países fracos a bancarrota. Temos economistas desenvolvimentistas preparados para resolver esse desajuste econômico, mesmo se ocorrendo alguma perda relevante cambial.
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Após essa queda do PIB dos primeiros 4 meses de 2015, desastre provocado pelo ações e discursos do Ministro da Fazenda errante, ativos desvalorizados e parte das rendas das famílias já corroídas pela acumulada inflação, se estancarmos as despesas de juros o crescimento vem seguido então da melhora do desempenho fiscal do Tesouro e do nível de confiança do mercado e das famílias.
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Ministro da Fazenda provocou desemprego, queda da renda dos assalariados, atuou para aumentar preço de combustíveis junto com aumento de energia elétrica e criticando a boa politica econômica do Governo Lula, invejado por 10 entre 9 Tucanos. E critica a propria Presidenta. As ações colocam em risco a governabilidade e provoca recessão.
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| Pior, se os juros exorbitantes são mantidos, teremos os mesmos danos da politica tucana, da falta de controle da divida interna do Brasil impedindo a retomada do crescimento. A situação vai ficar preta, previsão de crise econômica com perda da governabilidade. |
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Sabemos ser completamente dispensável esses ajustes fiscais e das contas públicas que provocaram a retração da demanda. E as próprias condições do crédito foram agravadas com aumento de IOF. Nada para favorecer a expansão do consumo nem do investimento em capacidade.
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Chega de sacrifícios a titulo de proteger moeda.
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| Em frente com ações capitalistas para o desenvolvimento do pais, preservando primeiro empregos e renda. Obama fez isso, evitando a falência de empresas gigantescas, com intervenção na administração da empresas, para manter ou criar mais empregos e não para proteger interesses dos donos delas. |
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No campo ainda poderia incentivar reforma agraria capitalista sobre grandes propriedades rurais. Via força de oferta publica para aquisição associada com compromisso de maior produção agrícola em com ações de infraestrutura e de geração de empregos no campo.
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Gilberto Dupas já fazia referencia a Paul Krugman que recomendava baixar juros para se garantir o sucesso de politicas de cambio flutuante, analisando a crise brasileira em 1999. E contestou o frouxo Ministério da Fazenda aceitando FMI determinação de ter juros tão altos a titulo de manter a inflação em apenas um digito, que neste ponto no tempo sabemos foi desastroso para a economia do pais e excelente para os banqueiros e investidores internacionais.
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Será que Dilma, vai mesmo deixar uma herança semelhante a Fernando Henrique Cardoso no lugar de uma herança semelhante a Lula ?
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| Lembrando: Governo FHC omisso e incompetente. Intelectual, torrou a boa herança do antecessor entregando no final um pais falido financeiramente, com péssimos indicadores macroeconômicos e vergonhosa reputação de corrupção. Então acobertadas pela mídia e pelo medo que representava Lula da perspectiva dos banqueiros, da elite dominante e aos interesses Ingleses e americanos. |
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