
De um executivo brasileiro que trabalhou no exterior:
Procurei ouvir de pessoas que por terem trabalhado muito no exterior sem nunca mudar seu domicílio fiscal brasileiro, e por isto terem, quase que sem pensar, acumulado recursos não declarados no exterior, ou cujas empresas ganhavam muito no exterior, e escutei:
1. É absurda a taxação. Quem tem valores no exterior estão divididos mais ou menos em:
a) aqueles que tem mais de, digamos US$ 10 milhões, e estes certamente tem estruturas muito sofisticadas como TRUSTS, fundos de investimento etc… e portanto NÃO serão identificados pelo sistema bancário de nenhum País.
b) Os que tem menos que US$ 10 milhões e que teriam os recursos em nome de empresas. E que podem ou não terem procuradores para suas empresas.E portanto não seriam identificados.
c) Os que tem trocados e estes sim talvez tenham contas em seus nomes.
2. Os políticos corruptos , criminosos de toda a espécie etc… dificilmente tem contas em seu nome. Eu diria que a chance é zero ou quase zero. Ou você acha que vão achar contas em nome de quem quer que seja?
3. Há uma cláusula nesta nova Lei, que reza que qualquer recurso (por menor que seja) que seja encontrado no exterior em nome de quem legalizou seus recursos segundo esta nova Lei, teria seu acordo anulado, seria processado etc…
O correto seria: taxar de maneira suave como se taxasse um lucro sobre investimento ( 15% ou no máximo digamos, 22% no total ) pois o proprietário destes recursos, aí sim correria para regularizá-los.
Permitir que permanecessem no exterior, após taxados até, por exemplo US$ 1 milhão sem que isto constituísse crime (desde que declarados ao fisco ).
O erro dos políticos que estão por trás desta Lei é que acham que estes recursos foram roubados.
O grosso foi honestíssimamente ganho e ficou no exterior como hedge cambial ou proteção contra a insegurança política em nosso País. E uma vez que você deixa o recurso você está mais ou menos preso em uma armadilha.
Em tempo: não me enquadro neste assunto pois em 1989 fiz uma declaração de volta após 12 anos no exterior o que legalizou todos os meus parcos recursos.
Mas se o Governo quer arrecadar , precisa ser mais flexível!
Eu, se tivesse em um Trust , por exemplo, US$ 200 milhões, porque iria trazer estes recursos???
Pagar quase 40% entre impostos, multas e IOF?
alfredo machado
16 de julho de 2015 3:33 pmTaxação abusiva
Nassif,
A taxação de tais ativos consegue ser superior à de FHollande aos franceses mais ricos.
O executivo foi bastante didático a respeito da divisão dos grupos $$$, e somente um maluco concordará em dar para o leão a parte do leão, quase 40% do recurso a ser regularizado. Além disto, muitas das aplicações no exterior oferecem uma segurança que não incentiva quase ninguém a trazer a $$ para o patropi.
O melhor imposto sobe o patrimônio dos mais ricos tem que ter semelhança com a CPMF, arrecadaçãoa partir de movimentação financeira.
Luiz Eduardo Brandão
16 de julho de 2015 3:34 pmPra arquiba
A estar certo o autor dessas declarações, e parece que está, essa lei foi só mesmo uma jogada para a arquibancada, uma pedaladinha exibicionista.
Alan Meira
16 de julho de 2015 3:43 pmAmigões, entendam uma coisa:
Amigões, entendam uma coisa: se não for regularizado, será confiscado e os donos irão pra cadeia. Essa é a ordem natural da constituição. Parem de deturpá-la pra cobrir seus ricos bolsos. A água já bateu na bunda.
Lucinei
16 de julho de 2015 4:07 pmSei… Querem a “minoridade
Sei… Querem a “minoridade penal”, né? Livre trânsito…
É sempre assim: “vai afetar a “classe média e os mais pobres!”
“Desde que declarados ao fisco”, hahah!
Hcc
16 de julho de 2015 4:16 pmGostei do 35%.
Tem dinheiro no exteior e esconde, taxa nele. Se bandido, vamos tomar tudo. Se tem dinheiro no exterior e o declarou regularmente, parabens, não tem taxa nenhuma, que continue com sucesso.
Importante: não haverá mais como esconder dinheiro lá fora, entenderam? É por isso. Esta é a nova situação.
Quem assinou o tratado com os EUA que descobre esta dinheirada? Adivinhem: DILMA. Sempre ela. Não é a toa que os desonestos a destestam.
Lucinei
17 de julho de 2015 12:04 amConcordo.
Concordo.
O resto é velha manipulação. Até o Nassif caiu.
Waldir
16 de julho de 2015 4:26 pmFundo ao portador
Lembra de quando o Plano Collor acabou com o fundo ao portador?
Grande parte do dinheiro ficou nesses fundos e está até hoje.
Bastava se identificar, pagar os impostor e fazer a retiorada, mas o medo de retaliações fiscais e jurídicas futuras, fez com que a imensa maioria preferisse deixar o dinheiro lá.
Lionel Rupaud
16 de julho de 2015 4:36 pmEu concordo com o entrevistado, mas acho que temos
que levar em conta alguns aspectos:
1 – os acordos de trocas de informações fiscais com EUA, e logo com UE, Suíça etc.. são um fato, e portanto todas as pessoas com recursos no exterior e não declarados ao fisco do seu domicilio fiscal, tem a partir de agora um novo problema a resolver. Isso não era verdade em 1989, no caso do entrevistado.
Só para citar um exemplo emblemático: até 2012 o pais que recebia a maior parte da evasão fiscal da França era a Suíça. Nos últimos 2 anos todos as pessoas domiciliadas fiscalmente na França, foram chamadas para regularizar sua situação, i.e.. pagar as multas. Como os bancos suíços deram um tempo para seus futuros ex-clientes se acertaram, houve quem decidiu se antecipar, repatriar os fundos e fazer o acerto com o fisco francês, e houve quem mandou os fundos em outros paraísos fiscais. Nos últimos casos o investimento preferido para os valores mais baixos foi o imobiliário (casa/apê na praia). Para os valores mais altos, conforme citado pelo entrevistado há a possibilidade de usar cascatas de empresas de papel. Mas mesmo neste caso a pressão internacional está crescendo A/ pela necessidade fiscal, B/ o terrorismo usa os mesmos esquemas para se financiar, e a luta contra o terrorismo é a prioridade nº1 de cada vez mais países da OCDE..
2 – a proposta do governo federal é uma base de negociação; ele tem que pedir uma alíquota muito alta, para obter algo do legislativo. Temos que considerar que a grande maioria de deputados e senadores devem ter recursos no exterior e não declarados ao fisco. Só não sabemos a proporção da evasão fiscal pura e da origem criminal.
Portanto a negociação será muito dura. Mas ter engajado aliados (governadores) nesta luta mostra algum progresso no autismo e amadorismo de Dilma II.
EU
16 de julho de 2015 4:37 pmQual o Medo 😉
Qual o medo:
1) Se o dinheiro foi enviado de forma legal e conseguido de forma legal , não se tem necessidade de repatriar.
2) Se o dinheiro foi enviado de forma ilegal e conseguido de forma legal, pode ser uma foma de legalizar o negocio e corrigir o problema. Taxar em 35% ou se localizado e perder tudo? Não acho que a tranquilidade seja pequena.
3) Se o dinheiro foi enviado de forma ilegal e conseguido de forma ilegal, esse deve ser o maior montante no exterior, acho que o governo está iniciando um processo em que objetivo final seja buscar estes valores.
Não concordo com o post. mesmo que fosse 1% haveria que não estivesse satisfeito, o governo está abrindo um porta de regularização e deveriam aproveitar.
rdmaestri
16 de julho de 2015 5:38 pmHá um erro no raciocínio desenvolvido.
Se alguem tem dinheiro no exterior resultado de trabalho legal fora ou ele está sonegando no país de origem ou ele pagou o imposto de renda fora. Se é o primeiro caso ele está sujeito a leis bam mais duras em vários casos do que no Brasil, ou seja, compensa em internalizar o dinheiro. Se ele está pagando imposto de renda fora, provavelmente ele está pagando mais imposto do que pagaria no Brasil, logo também compensa internalizar o dinheiro, neste segundo caso com países em que o Brasil tem acordos de tributação, não é necessário lei nenhuma, pois ele pode internalizar o recurso sem pagar nenhum imposto a mais.
Agora, como diz o ditado, o olho do dono engorda o cavalo, ter dinheiro fora em Trusts ou em Empresas tira a possibilidade da pessoas gerir seus negócios, logo perde mais do que ganha. Um exemplo é este empresário, se o mesmo a 12 anos tivesse trazido o que restou do seu dinheiro e tivesse colocado em aplicações conservadoras, hoje se pagasse 40% do valor em um imposto qualquer ainda estaria no lucro.
Provavelmente este empresário não sabe fazer contas pois a lucratividade de aplicações no exterior dão no máximo 5%a.a. e com um diferencial de 3% a 4% ao ano daria algo de 42% a 60% no período!
O que o governo poderia fazer é baixar para um 32,5% só para não ficar com os 35% que parece um valor muito alto (muito menor do que o imposto de renda em qualquer país real).
DanielQuireza
16 de julho de 2015 7:47 pmNem sempre.
O dinheiro pode
Nem sempre.
O dinheiro pode estar no exterior, mas aplicado no mercado brasileiro, a taxas brasileiros, como de não-residente.
junior50
16 de julho de 2015 11:04 pmÉ por ai
Um “trust fund” contratado no exterior , independente do administrador , é “sem pai ou mãe” , a não ser que o cotista deseje que tal seja informado, normalmente em casos de “dinheiro limpo”, tal ação é comum, e aliás obrigatória, em fundos que sejam adminsitrados por empresas/corretoras/bancos, que não querem problemas com as instancias de “compliance”, tanto do País ( tipo SEC/Deptof T), como externas, tipo ações OCDE/BEPS.
Os fundos são regulados pelo participante/cotista, podem ser de alta alavancagem, ou conservadores ao extremo, com “garantias de performance prévias” ou não – claro que isto é pago pelo cotista, ou em taxa administrativa ou taxas de performance e segurança (securitização do ativo original ), e é obvio, que fundos de derivativos, de indices, ações externas, movimentações de cambio etc.., especulativos, aplicam em papéis/indices/ações/derivativos internos (outros fundos residentes no País ), no Brasil.
A vantagem para brasileiros que possuem “trusts funds” em outros paises, em aplicar seus ativos no Brasil, como “externos” , são varias, pois conhecem o mercado, podem lucrar mais de 2 vezes, tanto nas taxas domésticas, como nas movimentações cambiais ( arbitragem US$ x R$ ).
P.S.: Algo não contemplado na analise economica/ financeira desta nova legislação, é o atualissimo ativismo policial e judiciario que esta a campear pelo País, pois quem pode garantir que ao repatriar fundos licitos, pagar absurdas taxas, a pessoa ou empresa, no dia seguinte não terá sua vida devassada, por algum Procurador/Delegado da PF, querendo ficar famoso ?????? , o clima de insegurança juridica atual, pega todo mundo, podem editar quantas leis quiserem, portarias mil, qualquer Capital , sem segurança juridica REAL, não se arrisca, fica onde está, independente da lucratividade.
Lucinei
17 de julho de 2015 12:31 amBoa
“…o clima de insegurança juridica atual, pega todo mundo, podem editar quantas leis quiserem, portarias mil, qualquer Capital , sem segurança juridica REAL, não se arrisca, fica onde está, independente da lucratividade.”
Ok, mas esses capitais vão correr pra onde? Pro Tesouro Americano? Até quando?
O que esse oceano de papel pintado que se avolumou de 2008 pra cá quer é se converter em ativos reais…
.. No final das contas vai ser bom negócio. Querem só pechinchar com essa conversa de que “ah, vai prejudicar a classe média e os mais pobres!” Cuma!?
No debate no Senado quem se opôs mesmo foi o Caiado; por um antipetismo bruto e tosco. O PSDB deixou o obtuso sozinho; fez só jogo de cena.
Pauta pro GGN.
junior50
17 de julho de 2015 1:37 amUSTBs
Os USTBs são tão ótimos, que até os chineses garantem seus “yuans” ( moeda sem curso internacional ), com base em suas reservas de USTBs – e este papinho, que os chinas podem vender estas reservas, ou troca-las, por outros titulos, é ridicula, eles iriam trocar pelo que ?????
Athos
16 de julho de 2015 6:00 pmCobrar menos não tem como!!!
O Governo não tem como dizer que recursos de Brasileiros devem ficar no país. Se tentar, vai falhar!
O que o Governo deve fazer é que estes recursos, paguem impostos. Ponto! NAda além disso!
Sobre a solução proposta do comentarista:
“O correto seria: taxar de maneira suave como se taxasse um lucro sobre investimento ( 15% ou no máximo digamos, 22% no total ) pois o proprietário destes recursos, aí sim correria para regularizá-los.”
Mas me diga uma coisa, se for suave e MENOR que o IR, porque eu, que não tenho dinheiro no exterior, devo pagar MEU imposto. Porque não enviar ao exterior para depois o IR ser assim…suave?
entedeu? Pode ser suave mas JAMAIS menos que o que pagaria aqui! Se não for 40%…é 30%!
Suavidade é um caminho tão ruim quanto pegar pesado demais. Ambos não funcionam. No meio há o justo!
DanielQuireza
22 de julho de 2015 7:43 pmNada a ver.
Nâo é viavel se
Nada a ver.
Nâo é viavel se fazer isso, há vários custos envolvidos na operação. Nem todo mundo tem acesso a isso.
democracia direta
16 de julho de 2015 6:28 pmMUITO CAPITAL ESTRANGEIRO NO FUNDO É DE BRASILEIROS!
O governo precisa ser razoável para evitar sonegações. Tem tudo o que é tipo de trambique, que pode ser feito. Investimentos estrangeiros no Brasil podem ser apenas laranjas de brasileiros. E nesse momento precisamos trazer o capital de volta.
APELO AOS EMPRESÁRIOS QUE REMETERAM ESSES RECURSOS AO EXTERIOR!
Por favor, tragam esse dinheiro de volta. A anistia permite pagar mais ou menos o mesmo do que teriam pago se não tivessem sonegado. Ou seja, praticamente eliminou-se a multa.
Sr. empresário, o governo americano paga toda a pesquisa científica de suas empresas! Por isso elas dominam o mundo. Nosso governo jamais terá recursos de fazer o mesmo, se esses desvios continuarem. Vejam porque somos motivo de piadas no exterior:
https://www.facebook.com/democracia.direta.brasileira/photos/a.300951956707140.1073741826.300330306769305/379112835557718/?type=3&theater
Um grande problema é que a maior parte de nosso capital produtivo está nas mãos de estrangeiros. Será que eles se preocupam com isso?
Depois ainda tem gente querendo tirar a Petrobrás do pré sal, e entupir a exploração de petróleo com multinacionais… Essas empresas são importantes ao país, mas não podem dominar setores inteiros da economia, e nem mesmo participar no que for mais estratégico.
USINAS MAREMOTRIZES ORGULHO NACIONAL!
TECNOLOGIA 100% BRASILEIRA!
https://www.youtube.com/watch?v=FZSO21oCx1M
Infelizmente, as hidrelétricas também contribuem para o aquecimento global, na medida em que destroem as florestas que retiram o CO2 do ar, e criam lagos, onde a floresta submersa apodrece, emitindo metano, um gás 20 vezes pior que o CO2 ao aquecimento global; mas mesmo assim são muito melhores que as termoelétricas a carvão e diesel…
Melhor mesmo é investir em usinas eólicas e maremotrizes, deixando nossas hidroelétricas apenas para casos de emergência. As usinas maremotrizes são muito melhores que as eólicas. Porque , embora as ondas do mar sejam formadas pelo vento, elas se espalham em todas as direções. Diferente do vento, que é muito inconstante, impedindo a exploração em muitos lugares…
É uma vergonha!
Onde estão os grandes empresários brasileiros, para espalhar essas usinas MAREMOTRIZES por todo nosso litoral?
Se esse projeto se expandir pelo Brasil e mundo a fora, imaginem o tanto de royalties que seus pesquisadores ganharão, ficando em condições de pesquisar tecnologias mais avançadas ainda!
O empresário brasileiro é uma piada! Enquanto nos Estados Unidos o governo paga praticamente toda a pesquisa científica de suas empresas, aqui nossos empresários pagam a campanha política de ladrões, para que roubem o dinheiro da educação e da pesquisa científica…
https://www.facebook.com/democracia.direta.brasileira/photos/a.300951956707140.1073741826.300330306769305/379112835557718/?type=3&theater
E mesmo quando temos necessidade de ampliar nossa geração de energia, para poupar as hidrelétricas, e temos tecnologia de ponta para isso; ainda assim não são capazes de investir…
Estão esperando o que?
Que uma empresa estrangeira venha tocar o projeto, por que é coisa tecnologicamente avançada, e só estamos acostumados com as migalhas?
Se pagam a campanha dos parasitas políticos, não são capazes de conseguir incentivos fiscais e financiamentos do governo para isso?
Alguém pode explicar?
Em vez disso, pagaram os ladrões que roubam o dinheiro das pesquisas científicas, para deixá-los desviar 400 bilhões para o exterior. Dinheiro com que a iniciativa privada nacional poderia transformar o Brasil auto suficiente em energia limpa, além de transformar toda a infraestrutura brasileira de portos, estradas, e ferrovias…
junior50
16 de julho de 2015 8:40 pmPelo menos um……….
Texto lucido sobre esta legislação representando o que é a realidade, pois quem roubou, traficou, cometeu crime financeiro, tipo evasão de divisas, sonegação fiscal, desvios de contratos de financiamento externo ( comissões off ) ou contratos de comércio exterior , nem se fosse 5,0% repatriariam estes recursos, já quem honestamente recebeu ganhos externamente, deixou-os lá aplicados, vai pagar masi de 40% – Pra que ?
Jose Renato O. Sampaio Lima
20 de julho de 2015 2:55 amBrasil, País onde o crime compensa. A nova Suíça.
Por essa proposta levada a sério, Gilmar Mendes pode sustentar sua tese que crime está no DNA do brasileiro. Depois de vender o país aos financiadores de partidos, de vender o direito econômico do cidadão, a anistia a vilania, e proteção da identidade do criminoso, e a permissão de ficar com o produto do crime.
Os canalhas envolvidos seriam levados a execração publica , se Congresso fosse formado por gente que valoriza os bons costumes , a dignidade como valor interior inegociável, no fosse lugar de representantes , terceirizados de gangsteres financiadores de partidos e campanhas eleitorais e o Ministro da Fazenda seria demitido sumariamente por conflito de moralidade.
Brasil já tem fama de terra de ninguém, das favelas, miséria, gente vivendo feito cachorro vira-latas, explorada como se servidão ainda fosse legalmente aceita
Agora mais uma vergonha, fazer do pais o novo porto seguro de criminosos e do dinheiro sujo de sangue. Terra onde o crime compensa. A nova Suíça, que é pressionada pelo EUA para encerrar essa pratica criminosa. Dinheiro sujo vai aparecer e os criminosos serão revelados, exceto se os corruptos atuais inquilinos os 3 Poderes derem mais uma Anistia a Criminosos contra a Humanidade.
Da perspectiva republicana, melhor deixar a grana lá fora. A exploração depois do crime / latrocínio etc , vai ser potencializada pela rapinagem dos cofres do Brasil
E banca do STF, MP, PGR, Zé do Cone e Cunha protegem aliados e se divertem com a caça e cassação da petistas históricos que lutaram contra a elite que derrubou o governo sindicalista de 64 e que tirou 20 milhões da miséria depois da herança maldita de FHC. Repatriação de ativos seria recuperar os ativos entregues a preços subavaliados e parar com a concessão de ativos a estrangeiros. Brasil não precisa disso, muito pelo contrário.