As provocações norte-americanas irão continuar, por Rogério Maestri

De novo não sendo nada otimista, vou fazer uma previsão que impacta todo o mundo, vamos lá aos pressupostos.

Os objetivos norte-americanas a cada momento ficam mais claros, provocar uma guerra contra o Irã e, se possível, levar esta guerra ao nível mundial. Pode parecer estranho, porém há na verdade uma razão militar nestas agressões. A cada dia os EUA perdem a primazia militar no mundo e eles sabem que esperando mais alguns anos não terão condições de impor seu reinado de terror através das armas, pois tanto a Rússia como a China começam a fortalecer tecnologicamente (principalmente a Rússia) e quantitativamente (China), logo ou atacam primeiro ou não poderão atacar mais.

A indústria norte-americana perdeu a liderança para a indústria chinesa, principalmente a indústria civil, mas o esforço militar chinês ainda é menor do que o norte-americano, porém há um fator que não é levado em conta no cálculo das possibilidades futuras de um confronto Irã-Rússia-China versus os norte-americanos e parte de seus aliados.

Já os Russos, como a capacidade econômica não é do mesmo porte da chinesa e norte-americana, todo o esforço russo está em produzir equipamentos militares mais eficientes do que os norte-americanos, seus sistemas de mísseis de defesa já são superiores em qualidade aos norte-americanos, seus aviões superam em alguns pontos os da América do Norte e perdem em alguns, mas esta aparente igualdade do momento tende a em questão de dois ou três anos tender para o lado Russo.

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Além disto temos as tropas do exército, que se considerarmos somente a Rússia retomaram a hegemonia que tinham do fim da segunda grande guerra, até a década de 90 do século passado.

A única arma que os norte-americanos ainda tem supremacia é a marinha, entretanto o poder norte-americano é baseado nos pesados e alvos fáceis de serem atingidos que são seus porta-aviões.

Parece uma brincadeira, mas uma mente doentia como a de Trump, e suas bases de extrema direita pensam exatamente nisto.

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1 comentário

  1. Há um grande cinismo em toda esta cobertura da morte do general, os norte-americanos já lançaram bombardeios contra escolas, hospitais, festas de casamento e velórios. Matar um general é dentro da lógica de guerra, este general que foi tão trouxa como outro que estava falando no celular e recebeu um míssil na orelha.
    Quando o sujeito é visado como ele era não devia dar bandeira como ele deu. Foi burro, e na guerra que os USA faz contra inúmeros países do mundo que não querem entregar os seus recursos naturais para os gringos, todos os líderes políticos e militares tem que tomar cuidado, se não dança.
    Os Estados Unidos é um país com uma política criminosa que começou invadindo e tomando terras do México no século XIX e depois disto continuou, eles sonham e deliram com a morte dos outros, é um país e um povo treinado para fazer continência a bandeira e matar quem o governo manda.

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