Jornal GGN – Jair Bolsonaro disse nesta terça (19), à imprensa internacional, que respeitará o “resultado das urnas” caso Donald Trump não seja reeleito na eleição de 2020 nos Estados Unidos. A declaração curiosa de Bolsonaro se deu em resposta a uma pergunta sobre como ele imagina ser a relação com um eventual presidente democrata em caso de derrota de Trump.
Numa outra pergunta sobre a Venezuela, Trump elogiou o fato de o governo Bolsonaro não ter reconhecido a eleição de Nicolas Maduro na Venezuela.
“[A eleição] É um assunto interno e respeitaremos o resultado das urnas em 2020. Mas eu acredito piamente na reeleição do presidente Trump”, disse Bolsonaro. Trump replicou prontamente: “Obrigada, eu concordo.”
Durante o encontro entre os dois presidentes, Bolsonaro se desdobrou para tentar emular semelhanças com Trump. E, de fato, os dois convergiram no discurso sobre como o “socialismo” entrou em declínio na América.
“Trump disse que ‘o ocaso do socialismo chegou no nosso Hemisfério Ocidental’, elogiou a ajuda do Brasil em relação à crise na Venezuela, afirmou que os dois países estão comprometidos em reduzir barreiras comerciais e disse que irá designar o Brasil como aliado extra da Organização do Tratado do Atlântico Norte ou ‘até mesmo da Otan'”, anotou O Globo.
Bolsonaro afirmou é semelhante a Trump nas ideias sobre Deus, ideologia de gênero, fake news e combate ao “comunismo”.
Anônimo
19 de março de 2019 8:56 pmNão posso afirmar que Deus está acima de todos porque não sei se Ele existe ou não. Mas tenho certeza que os bolsonaro estão colocando o Brasil abaixo de tudo.
Anônimo
19 de março de 2019 9:53 pmPor que, havia a possibilidade de o Brasil fazer com os Estados Unidos o que vem fazendo com a Venezuela?
Schell
19 de março de 2019 11:28 pmKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK: se o trumpete perder, os bolsoscoisos invadirão uáshinton!
Pobre país de merrecas: agora, sobre o senadorbolsonada, nada?
Por onde anda o queiroz, sumiu de vez?
E as milícias, foram representadas em uáshinton?
Hc.coelho
19 de março de 2019 11:39 pmQue resposta mais idiota. E este senhor é presidente de um país.
Que desgraça!
O que fizeram a globo e alguns generais (do cabide de empregos) com nosso infelicitado país? Que desgraça!
José Ferreira Sobrinho
20 de março de 2019 12:15 amCara!
Um legítimo baba ovo de Donald Trump! Comportou-se igualmente
Uma prostituta quando dá em cima de alguém pra fazer sexo!!!
Carlos Elisio
20 de março de 2019 5:49 am“Respeitará resultado das urnas nos EUA”. Primeiro, nos EUA, nem sempre as urnas decidem, como no caso Trump, quinto presidente eleito pelo colegio eleitoral apesar de vencido nas urnas. Um resultado certamente obtido por marqueteiros ultradireitistas como Steve Bannon, comandados por Robert Mercer e a filha deste, Rebeca, apesar da falácia sobre interferência russa.
Segundo, e o mais importante: diz o “mito” que “Respeitará o resultado…”. Já se sente americano
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk….
Arthemisia
20 de março de 2019 6:30 am?????? ele tem muitas alternativas além de respeitar o resultado das urnas americanas né?
Euclides Santa Cruz
20 de março de 2019 6:31 amSerá que ele pensa fazer uma intervenção nos EUA caso o Trump não seja reeleito ? Ridícula essa declaração que não difere das demais proferidas pelo Bozo.
mathaus
20 de março de 2019 8:11 amSeria mais honroso colocar uma placa de vende-se na porta do palácio do planalto.
Vicente P Oliveira
20 de março de 2019 8:16 amIsto é um absurdo completo.O Brasil não deve aceitar resultado que não seja a reeleição do grande irmão do norte,para garantir a reeleição o mico enviará carluxo e sua trupe de micominions,e a damares levara milhares de mamadeiras de piroca como ajuda humanitaria e se mesmo assim trump não se reeleger invadiremos ,a bandeira americana jamais será vermelha.
Rui Ribeiro
20 de março de 2019 11:02 amE se porventura o Bolsobosta não respeitasse o resultado das urnas nos EUA, o que aconteceria?
cláudio marcos silva
20 de março de 2019 12:04 pmE impressionante a coleção de insultos que esse descerebrado e seu filho cometeram. Primeiro, insultaram os brasileiros (cerca de um milhão) que buscaram naquele país uma vida melhor, afirmando que eles não têm boa intenção, depois, essa declaração sobre as eleições americanas e a alfinetada no nosso maior importador de alimentos, a China, dizendo que as relações comerciais não terão o viés ideológico. É uma vergonha e pensar que se ele não tivesse sido obrigado a passar para a reserva, hoje seria talvez um general. Que Deus nos salve de todos os conflitos.