21 de maio de 2026

Buscas são retomadas em Brumadinho

Defesa Civil descarta risco de novo rompimento no complexo da Mina Córrego do Feijão
 
Foto: Corpo de Bombeiros de Minas Gerais/Divulgação
 
Jornal GGN – O coordenador da Defesa Civil de Minas Gerais, tenente-coronel Flávio Godinho, declarou por volta das 15h deste domingo (27), horário de Brasília, que foram retomadas as buscas por sobreviventes do rompimento da barragem de rejeitos que ocorreu na região metropolitana de Minas Gerais, na sexta-feira (25).
 
Desde as 5h30 de hoje as buscas estavam interrompidas por causa do risco de um novo rompimento, na barragem VI do complexo. Por conta do alerta, os bombeiros e a defesa civil chegaram a iniciar a retirada de 24 mil pessoas dos bairros Parque da Cachoeira, Pires e Bairro Novo Progresso. Até o início da tarde, 3 mil pessoas haviam se retirado de suas casas.
 
“Retomamos para o risco um [em uma escala de um a três de risco de rompimento]. A barragem não oferece risco para as pessoas que moram lá e nem para os bombeiros”, disse há pouco em entrevista aos jornalistas em Brumadinho, segundo informações da Agência Brasil. Portanto, os moradores podem retornar para suas casas. 
 
Cerca de meia hora antes da coletiva, o Corpo de Bombeiros havia alertado para o nível dois, na escala de risco de rompimento da segunda barragem em Córrego do Feijão. 
A previsão de risco foi decretada porque o nível de água da Barragem VI estava subindo consideravelmente, mas a Defesa Civil conseguiu reverter com o bombeamento da água para outro reservatório. 
 
“A gente acredita que essa barragem não vai estourar, porque ela está sendo esvaziada e monitorada. Ela não vai estourar, temos plena certeza”, confirmou para a imprensa o prefeito de Brumadinho, Avimar de Melo Barcelos. 
 
A informação também foi confirmada por técnicos e diretores da Agência Nacional de Aguas (ANA), e pelo ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto. “Não houve risco de rompimento mas o aumento de nível da barragem. A situação já está controlada”, garantiu.
 
O crime ambiental atingiu cerca de 400 pessoas, segundo as autoridades e a Vale S.A. Até o momento foram confirmados 37 mortos e quase 200 pessoas foram resgatadas com vida, desde a última sexta-feira. 
 
*Com informações da Agência Brasil
 

Redação

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  1. aureliojunior50

    28 de janeiro de 2019 6:07 am

    Israelenses

       Os profissionais que vieram são coordenados pela ZAKA ( http://www.zaka.us ), apoiados por membros ativos da 60a Bgda da IDF, a ZAKA trata-se de uma organização de busca e resgate ( SAR ) ligada ao MinRelExteriores israelense, que em varias ocasiões, inclusive sob mandato ONU, realizou este tipo de operação.

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