O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, foi oficializado nesta segunda-feira (30) como pré-candidato à Presidência da República pelo Partido Social Democrático (PSD). O anúncio foi feito pelo presidente nacional da legenda, Gilberto Kassab, em coletiva de imprensa em São Paulo, após uma disputa interna que envolveu também os governadores Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, e Ratinho Júnior, do Paraná.
Logo no primeiro discurso, Caiado deixou clara sua estratégia eleitoral: disputar o voto conservador, atacar a falta de experiência dos adversários à direita e prometer a anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro como primeiro ato de um eventual governo.
“Meu primeiro ato vai ser exatamente a anistia ampla, geral e irrestrita”, afirmou, defendendo a medida como instrumento de “pacificação do país” e citando o precedente histórico de Juscelino Kubitschek após levantes militares nos anos 1950.
Espólio conservador
A definição por Caiado em detrimento de Eduardo Leite revelou um cálculo pragmático da cúpula do PSD. A avaliação de Kassab e do dirigente Jorge Bornhausen foi de que Leite teria que disputar o eleitorado de centro e de esquerda não lulista, um espaço considerado estreito, dado que o voto de esquerda está consolidado em torno do presidente Lula.
Pela direita, o partido enxerga um vácuo aberto pelo enfraquecimento do bolsonarismo mais radical, e Caiado surge como alternativa para o eleitor conservador que busca eficiência de gestão sem a polarização exacerbada.
A estratégia ficou explícita no principal alvo das provocações de Caiado: Flávio Bolsonaro (PL-RJ), apontado como seu adversário direto na disputa pelo eleitorado de direita. Usando uma analogia de sua formação médica, o governador foi direto. “Você tem um filho acometido de um problema de saúde. Você vai optar por um médico que tem um número, o outro que tem maus resultados ou o que tem competência para operar seu filho?”. A mensagem era inequívoca: ter o sobrenome ou o número de urna não basta; é preciso saber administrar.
Leite, por sua vez, reagiu com críticas veladas à escolha do partido. Em vídeo divulgado antes da coletiva, o governador gaúcho disse estar “desencantado” e afirmou que a decisão do PSD mantém a “radicalização polarizada” no Brasil.
Questionado sobre a declaração, Caiado respondeu com elogio técnico e recado político. “Você não governa radicalizando com 88% de aprovação. Eu reconheço a competência dele como governador.”
Propostas
Além da anistia, Caiado apresentou um conjunto de diretrizes para uma eventual gestão federal. Na economia, defendeu que o Brasil assuma protagonismo na exploração de minerais críticos e terras raras, propondo parcerias com Estados Unidos e Japão para industrializar o setor, hoje dominado pela China. “Não seremos exportadores de matéria-prima. Vamos buscar, junto à academia e ao setor industrial, o que hoje é quase monopólio dos chineses”, disse.
Na segurança pública, propôs a integração entre polícias estaduais, Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal, nos moldes do que afirma ter implantado em Goiás. “Não existe Estado Democrático de Direito num país onde o narcotráfico tem sob sua tutela quase 60 milhões de brasileiros”, declarou.
Também defendeu um marco regulatório de Inteligência Artificial baseado em código aberto, criticando o projeto em tramitação no Congresso como “retrógrado e punitivo”.
Na educação, propôs replicar o modelo goiano, que ocupa o primeiro lugar no Ideb, para o restante do país, e, na área social, advogou pela transição de programas assistenciais para políticas de “emancipação”.
No campo econômico, sinalizou uma gestão de perfil liberal, em defesa da iniciativa privada, do direito de propriedade e do equilíbrio fiscal.
Desafio
Ao longo do discurso, Caiado reforçou que seu objetivo vai além de derrotar o PT nas eleições. Para ele, o verdadeiro desafio é governar de forma eficiente o suficiente para que o partido deixe de ser uma opção eleitoral relevante. “O desafio não é ganhar a eleição do PT, isso é fácil. O difícil é governar para que o PT não seja mais opção no país”, afirmou, citando Goiás, São Paulo e Paraná como estados onde, segundo ele, o partido já perdeu espaço.
Recém-filiado ao PSD desde março, após deixar o União Brasil em janeiro, Caiado chega à disputa com alta aprovação em seu estado e com o respaldo formal da legenda.
O partido avalia haver espaço para uma terceira via na polarização entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), embora pesquisas de opinião indiquem que esse caminho ainda é incerto.
*Com informações do g1.
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Carlos
31 de março de 2026 2:49 amOs planos para o Brasil desta extrema-direita de merda passam pela liberação de bandidos como forma de “pacificar” o país.
Ou seja: assumem que o pais não evoluiu mais porque a sucia de direita manteve o estado de golpe desde a eleição de Lula, criando obstáculos através de mentiras na rede para um gado extremamente alienado. As fontes destas fakes vão de alguns entes do congresso até empresários interessados em “privatizações” e novos “Masters”, e são difundidas constantemente nas “igrejas” das seitas evangélicas.
Rui Ribeiro
31 de março de 2026 12:28 pmO $enador Carlos Viana rugia e dizia que ia continuar fazendo caridade com o chapéu alheio, isto é, com o chapéu do público:
“Ajudei dezenas de fundações. O governo deve muito às igrejas pelas assistências sociais em presídios”.
“Doei das minhas emendas para uma fundação que, todos os anos, gasta R$ 10 milhões em recuperar pessoas moradoras de rua e dependentes químicos. VOU CONTINUAR DOANDO. Existe um Ministério Público neste país que nos investiga. Tudo o que eu faço é em cima do telhado“.
Mas agora ele deixou de rugir e passou a miar:
“Nunca enviei qualquer emenda Pix para a fundação ou qualquer igreja. Isso ficou muito claro no relatório”.
Em qual dos Vianas acreditar: No Viana Leão ou no Viana Gato?
“Seja o vosso sim, sim, e o vosso não, não. O que passa disso é obra do Maligno”. – Jesus Christ
Rui Ribeiro
31 de março de 2026 12:36 pmPor falar nesse $epulcro Caiado, o Nikolas tem a cara de pau de chamar a Janja de sonsa. É um sonso atacando uma eventual sonsa. Tem alguém mais sonso e mais hipócrita do que o Nikolas, que voou secretamente no avião do Vorcaro e depois se disse traído quando publicaram suas viagens jateiras às custas do Vorcaro, o qual depenava os aposentados e pensionistas do INSS?
Nikolas, tua bunda fedorenta tá exposta na vitrine Mastérica/Vorcariana. Pede prá cagar e sai de fininho, Verme
Rui Ribeiro
31 de março de 2026 12:38 pmO lema do Nikolas em relação às Mulheres é:
“Fale mal das Mulheres mas não dê um tapa nelas!”.
O lema do Maluf era: “Estupra mas não mata!”