O Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CONDEPE) sugeriu, nesta terça-feira (3), que “chegou a hora de o governador [Tarcísio de Freitas] alterar drasticamente o comando da Secretaria de Segurança Pública e da Polícia Militar”. A recomendação leva em conta a percepção da sociedade civil diante dos recentes casos de violência envolvendo a Polícia Militar de São Paulo.
Em resposta às declarações do Secretário de Segurança Pública do estado, Guilherme Derrite (PL), que classificou os episódios como atos isolados de “maçãs podres” da corporação, o CONDEPE apresentou uma visão contrária, sobre os casos refletirem falhas estruturais na formação e na orientação profissional da instituição.
“O policial que atua nas ruas não pode sentir-se acima da Lei nem contar com a certeza de impunidade, garantida apenas por um afastamento administrativo após erros graves”, enfatizou a entidade.
Hoje, no programa TVGGN 20H, o presidente do Condepe-SP discute os recentes casos de violência envolvendo a Polícia Militar de São Paulo e a responsabilidade dos envolvidos. Assista aqui.
Confira o comunicado completo do CONDEPE abaixo:
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evandro condé
3 de dezembro de 2024 7:10 pmVou me permitir voltar à velha questão: necessitamos da PM? Os fatos que se repetem já demonstra que já passou dahora de se repensar. Jusiça especial, aposentadoria especial, Saúde especial, etc e tal. E para mostrar, não é só Sampa.
https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2024/12/03/pm-executa-adolescente-em-salvador-e-deixa-outro-em-estado-grave-video.htm
emerson57
4 de dezembro de 2024 7:08 amPassou da hora do governador ser impichado.
Jamais o cidadão fechou a temporada de caça aos pobres.
Ao contrário, levou os executores em massa para pegar o perdão PRÉVIO pelos atos na Universal do Reino de DEOS.
Quem de fato tem a caneta na segurança Pública é o governador e dele advém todos os assassinatos praticados pelas forças.
A tergiversação da mídia indica o seu desejo que ele pratique “tiro ao Alvaro” à nível federal.
Quem restar, verá.