Ana Gabriela Sales
Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.
Camila Bezerra
Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...
Carla Castanho
Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN
Henrique Torres
16 de agosto de 2016 3:31 amPara a Lava-a-jato, empresas e milícias são a mesma coisa
Uma nota publicada na coluna do jornalista Lauro Jardim, no Globo de domingo (14/8), dá a exata dimensão da fúria economicida desses investigadores desvairados:
Uma lógica repetida por investigadores da Lava-Jato sobre a Odebrecht tem deixado arrepiado quem participa das negociações da delação da empreiteira. “É complicado o argumento de que não se pode deixar falir uma empresa que era uma organização criminosa apenas porque ela gera empregos. Então, uma milícia, só porque gera empregos, não pode falir?” A comparação pode soar exagerada, mas revela o ânimo da turma.
romério rômulo
16 de agosto de 2016 4:42 amNinguém investiga Serra: theintercept.com/brasil
https://theintercept.com/2016/08/14/o-fenomeno-jose-serra/
romério
Airão
16 de agosto de 2016 9:09 amKassab foi citado pela ODEBRECHT. Mas não vem ao caso.
ODEBRECHT ATINGE MAIS UM MINISTRO DE TEMER: KASSAB
Além do próprio interino Michel Temer, que teria pedido e recebido para o PMDB R$ 10 milhões, pelo caixa dois da Odebrecht, e do chanceler José Serra, beneficiário de R$ 23 milhões, a delação de Marcelo Odebrecht atinge mais um ministro do governo provisório: Gilberto Kassab, das Comunicações; de acordo com a colunista Mônica Bergamo, Kassab também foi citado no capítulo referente ao caixa dois da empreiteira, mas o Ministério Público cobra da empreiteira provas de que também teria havido um “ato de ofício” por parte do ex-prefeito de São Paulo; assim, as doações também passariam a ser enquadradas como propina; Kassab não quis comentar a delação da Odebrecht
16 DE AGOSTO DE 2016 ÀS 04:56 // RECEBA O 247 NO TELEGRAM
247 – Primeiro, foi o próprio interino Michel Temer, acusado por Marcelo Odebrecht de pedir R$ 10 milhões em pleno Palácio do Jaburu, que teriam sido doados pela contabilidade paralela da empreiteira (leia aqui).
Em seguida, apareceu o chanceler interino José Serra, beneficiário de uma doação clandestina de R$ 23 milhões, paga, em parte, no exterior (leia aqui).
Agora, é a vez de Gilberto Kassab, ministro das Comunicações e da Ciência & Tecnologia. De acordo com a colunista Mônica Bergamo, ele também foi citado na delação de executivos da Odebrecht.
No entanto, o Ministério Público também busca provas de eventual corrupção, que possam ir além do caixa dois.
“O Ministério Público Federal está torcendo o nariz para mais um capítulo da delação premiada que negocia com a Odebrecht: o que inclui o ex-prefeito e hoje ministro da Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab, no rol dos políticos que receberam recursos da empreiteira”, diz a colunista. “O nome de Kassab surgiu em declarações preliminares de executivos. Os procuradores não aceitam, porém, a tese da empreiteira, adotada também para outros políticos, de que tudo não passou de caixa dois para campanhas eleitorais.”
A tese dos procuradores é de que as doações foram propina – ou seja, a contrapartida por algum benefício oferecido pelo político. “De acordo com profissional familiarizado com as negociações, ‘esse é um dos grandes cabos de guerra do MP com a Odebrecht atualmente: os promotores para tudo exigem o ‘ato de ofício’, comprovando que para cada real dado pela empresa houve uma retribuição das autoridades políticas'”, informa a jornalista.
Kassab preferiu não comentar o assunto.
Mirobaldo
16 de agosto de 2016 9:31 amSérgio Moro é uma piada. Ontem eu ouvi essa piada num puteiro
Por que Sérgio Moro não pergunta a um motorista de taxi onde mora Cláudia Cunha? Deixa de ser burro, Sérgio Moro!
E Sérgio Moro já virou merecidamente piada. Por Paulo Nogueira
Postado em 15 Aug 2016por : Paulo Nogueira no Diário do Centro do Mundo
Palhaçada
A última etapa da respeitabilidade de um juiz é quando ele se transforma em piada.
Foi o que aconteceu, merecidamente, com Sérgio Moro.
Neste final de semana, Zé Simão postou nas redes sociais uma frase que viralizou. Moro contratou Bolt para pegar Lula e Rubinho para pegar a mulher do Cunha.
Os historiadores do futuro poderão usar a tirada de Simão no capítulo em que tratarem de Moro e da Lava Jato.
É, numa palavra, uma vergonha a conduta de Sérgio Moro.
Ele age como se os brasileiros fôssemos idiotas. É como os juízes de futebol que cometiam barbaridades antes que chegasse a televisão para fiscalizá-los.
Todos conhecem a grande máxima política. Você enganar algumas pessoas algum tempo, mas não todo mundo o tempo todo.
Eis Moro.
Tinha que virar piada algum momento.
A má vontade abjeta com que ele trata a delação da Odebrecht é um escândalo. A única explicação é que nela você encontra Serra, Aécio et caterva.
E é um escárnio ele dizer que não consegue achar o endereço de Claudia Cruz. Até Rubinho já teria encontrado faz tempo.
Era mais honesto dizer: “Não encontro porque não quero, senhoras e senhores.” Ou então: “Não encontro porque tenho medo de Eduardo Cunha”.
Claudia Cruz está em algum lugar remoto no planeta? Passou pela Suíça para sacar dinheiro de mais uma conta secreta, fez uma plástica e está se passando por uma turista escandinava na Rússia?
Não.
Com irritante regularidade, você a vê na companhia do infame marido em restaurantes de luxo em fotos de colunas sociais.
Tinha que virar piada. Moro tinha que virar piada.
É uma boa notícia para o Brasil.
maria rodrigues
16 de agosto de 2016 11:41 amOntem vi no jornal da Record
Ontem vi no jornal da Record mais uma contra José Dirceu. Dessa feita, teria sido encontrado na cela dele pen-drive e celeulares – dele e do parceiro. A reportagem traz a foto da cela com duas camas e os aparelhos. O que me intrigou foi ouvir que essa busca se deu em agosto de 2015.
As perseguições a Dirceu são piores que as de Lula porque o primeiro de há muito não vale mais nada para o mundo, visto vir sofrendo toda sorte de humilhação e perseguição desde o ano em que se resolveu abrir a CPI dos Correios. Qualquer um no lugar dele já teria dado um tiro nos miolos. Sem o tiro, resta-lhe apenas morrer na prisão, e nada mais.
Ivo Tee
16 de agosto de 2016 12:08 pmCiro Gomes bota pra quebrar
“Metaforicamente ou não”.
Em vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=EdHHvm7xXq4
alfeu
16 de agosto de 2016 12:17 pm*
Janot não disfarça: agressão de Pedro Paulo tem pedido de arquivamento
http://www.conexaojornalismo.com.br/colunas/politica/rio/janot-nao-disfarca-agressao-de-pedro-paulo-tem-pedido-de-arquivamento-77-44806
Gilberto Cruvinel
16 de agosto de 2016 3:33 pmEl gobierno dice que Brasil lo molestó al intentar “comprar” …
MADURO SE QUEDA SIN APOYOS
El gobierno dice que Brasil lo molestó al intentar “comprar” su voto para aislar a Maduro
“Para qué buscar atajos políticos para saltearnos lo jurídico”, planteó Nin.
por Valeria Gil
do El País
Nin Novoa encabezó delegación que recibió a su par brasileño José Serra. Foto: mrree.gub.uy
El canciller Rodolfo Nin Novoa acusó al gobierno de Brasil de querer “comprar el voto de Uruguay” al pretender que se suspendiera el traspaso de la presidencia temporal del Mercosur a Venezuela, a cambio de futuros acuerdos comerciales.
“No nos gustó mucho que el canciller (José) Serra viniera a Uruguay a decirnos —lo hizo público, por eso lo digo— que venían con la pretensión de que se suspendiera el traspaso y que, además, si se suspendía, nos iban a llevar en sus negociaciones con otros países, como queriendo comprar el voto de Uruguay”, señaló el canciller en la Comisión de Asuntos Internacionales de Diputados, el pasado miércoles 10, según la versión taquigráfica a la que accedió El País.
Acompañado por el expresidente Fernando Henrique Cardoso, Serra llegó a Uruguay el 5 de julio para reunirse con el presidente Tabaré Vázquez y su par uruguayo. En conferencia de prensa, Serra reveló que Brasil haría “una gran ofensiva” comercial en África subsahariana e Irán y quería llevar a Uruguay —no a todo el Mercosur— como “socio”. A su vez pidió al gobierno dejar en suspenso el traspaso de la presidencia del Mercosur a Venezuela.
Esta actitud “molestó mucho” a Vázquez y “bastante” al canciller, según informó Nin Novoa al Parlamento. “El presidente se lo dijo clara y rotundamente: Uruguay va a cumplir con la normativa y va a llamar al cambio de la presidencia” del Mercosur, enfatizó.
En todo momento, Nin Novoa dejó en claro que Uruguay entiende que “Venezuela es el legítimo ocupante de la presidencia pro tempore y, por lo tanto, cuando convoque a una reunión el gobierno uruguayo asistirá”. El mensaje a los otros socios del Mercosur fue claro: “Uruguay va a estar presente. Si los otros no van, será una responsabilidad de ellos”.
El canciller también afirmó que los “socios mercosurianos”, en alusión a Brasil y Paraguay, manejan argumentos “eminentemente políticos” y tienen el objetivo de “hacer bullying a la presidencia de Venezuela”. “Lo digo con todas las letras. Se saltean lo jurídico, que es este libro que estoy mostrando, que contiene el cuerpo normativo, y aduciendo razones que no están aquí, quieren eludir, erosionar, hacer bullying a la presidencia de Venezuela. Esa es la pura verdad”, subrayó.
Nin Novoa coincidió con el diputado que lo convocó a comisión, Ope Pasquet (Partido Colorado), en que “hay que salvar al Mercosur”. En tanto, opinó que “no hay ninguna condicionante para que un país cuyo mandato ha terminado siga ejerciéndolo y no asuma la presidencia pro tempore el próximo país según el orden de rotación alfabético. Uruguay no se iba a quedar en la presidencia de ninguna manera; ateniéndonos a las normas, a los seis meses, íbamos a dejarla”.
Además, el gobierno uruguayo tomó la decisión de no participar de las reuniones que por este tema mantienen Argentina, Brasil y Paraguay. Nin señaló que el encuentro realizado en Río de Janeiro en la inauguración de los Juegos Olímpicos “fue de cóctel” y “no se resolvió absolutamente nada”. Para el canciller, lo “grave” fue el hecho de que el coordinador nacional de Brasil, el embajador (Paulo Estivallet) de Mesquita, mandató a que ningún representante de ese país concurriera a las reuniones convocadas por Venezuela.
Por otro lado, Nin Novoa le restó trascendencia a lo que implica la presidencia del Mercosur y pidió “no dar por el pito más de lo que el pito vale”. En ese marco agregó que la presidencia supone la coordinación de los grupos de trabajo “y poca cosa más”.
Asimismo, el canciller afirmó que esta polémica por el traspaso de la presidencia del Mercosur “no se puede volver a repetir en diciembre, cuando Venezuela tenga que pasarla a Argentina”. “En esa oportunidad, Uruguay tendrá la autoridad moral para exigir lo que dio en el momento que tenía que dar”, acotó en referencia a la presidencia del bloque.
“No castigar”.
Paraguay pidió al resto de los fundadores del Mercosur que se proceda a realizar una “revisión jurídica” del protocolo de adhesión de Venezuela al bloque debido al incumplimiento del país caribeño de la normativa contenida en ese compromiso. Por su parte, el gobierno de Brasil sostuvo que el Mercosur deberá decidir las “medidas jurídicas” aplicables a Venezuela.
La posición de Uruguay es otra. La idea del gobierno de Vázquez es “no aplicar el castigo”, sino buscar vías de colaboración con Venezuela, en especial, cuando no hay ninguna sanción prevista en el protocolo en caso de no cumplimiento. “¿Para qué vamos a estar inventando, buscando atajos políticos para saltearnos lo jurídico?”, preguntó el canciller en su comparecencia al Parlamento.
“No vamos a tomar ninguna decisión de sancionar a Venezuela; creemos que no están dadas las condiciones para aplicar la carta democrática. (…) El día que nos digan que cerraron la Asamblea Nacional, para nosotros, va a ser una ruptura democrática, mientras solo lo anuncien no lo es”, finalizó.
Diputado del Frente denunció “chantaje deleznable” de Brasil.
El presidente de la Comisión de Asuntos Internacionales de Diputados, el socialista Roberto Chiazzaro, condenó el comportamiento “lamentable” de la Cancillería brasileña encabezada por José Serra. “Venir a chantajear a Uruguay es algo totalmente deleznable. Me parece bien que el señor ministro diga públicamente que Uruguay no se sujeta a chantajes”, sostuvo Chiazzaro en la sesión del miércoles 10, durante la comparecencia del canciller Rodolfo Nin Novoa en esa comisión.
Además, el diputado elogió el trabajo realizado por la Cancillería, que calificó de “intachable”. “De todo lo dicho acá, una de las frases que más me gustó fue una que señaló el ministro en el sentido de que se buscan atajos políticos para no cumplir con lo jurídico. Creo que esa es la realidad que se trasmite acá. Hay interés de países de la región en que el gobierno venezolano caiga. Es claro”, subrayó.
Por su parte, el colorado Ope Pasquet —encargado de convocar a Nin Novoa— también elogió “la dignidad del gobierno uruguayo en cuanto a no ceder frente a lo que fue, evidentemente, una presión de Brasil”. Por lo que concluyó: “Creo que actuó correctamente”.
Sin embargo, Pasquet cuestionó el hecho de que la Cancillería entienda que no hay ruptura del orden democrático en Venezuela. “Dejo constancia de que discrepo con la interpretación del ministerio en el sentido de que no hay méritos para entender que está configurada la ruptura democrática. ¡Vaya si los hay!”, exclamó.
El nacionalista Daniel Peña también discrepó con la Cancillería. “En cuanto a la aplicación de lo jurídico, discrepamos, pues estamos hablando de que Venezuela es un país que mantiene presos políticos”, afirmó. Asimismo, el senador Pablo Mieres (Partido Independiente) afirmó, en la Comisión de Asuntos Internaciones, que frente a la situación política venezolana “están dadas todas las condiciones para que se aplique la cláusula democrática del Protocolo de Ushuaia”.
Respaldo del Frente a la gestión de la cancillería.
La Mesa Política del Frente Amplio aprobó el pasado viernes una resolución de respaldo a la política del canciller Rodolfo Nin Novoa por la voluntad de entregar la presidencia temporal del Mercosur a Venezuela. Además, la coalición reafirmó “el compromiso irrestricto” con los espacios de integración regional y manifestó su confianza de que el gobierno encuentre la forma de “salvaguardar el Mercosur como herramienta estraté
antonio francisco
16 de agosto de 2016 4:03 pmCapa da Piauí de Agosto
http://piaui.folha.uol.com.br/