Ana Gabriela Sales
Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.
Camila Bezerra
Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...
Carla Castanho
Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN
Webster Franklin
13 de maio de 2017 3:43 amMP critica fala de Lula sobre Marisa, mas a cita 159 vezes na de
Tijolaço
MP critica fala de Lula sobre Marisa, mas a cita 159 vezes na denúncia
Por Fernando Brito · 12/05/2017
Os integrantes do Ministério Público e alguns colunistas que vivem de lhes fazer eco – como Miriam Leitão, que já tomou o devido “passa-moleque” da assessoria de Lula – falam e repetem, com a costumeira hipocrisia, do “absurdo” de Lula atribuir parte das decisões relativas à pretensão de compra do apartamento no Guarujá.
“Que baixaria, que falta de respeito a um morto!”, dizem, os mesmo que recusaram à falecida a decretação de absolvição sumária prevista em lei.
Só gente muito cínica pode apelar para isso, quando eles próprios, os procuradores, citaram Maria Letícia nada menos que 159 vezes na denúncia oferecida contra o casal Lula, aceita pelo sr. Sérgio Moro em sua íntegra.
Dela dizem, por exemplo, que “fica claro o envolvimento de Marisa no recebimento, mediante ocultação da origem e natureza criminosa, de vantagens indevidas oriundas de empreiteiras em benefício próprio e de Lula.”.
E ainda que “o envolvimento de Marisa no recebimento de vantagens indevidas mediante ocultação e dissimulação de origem criminosa, se corrobora também por evidências colhidas em investigação envolvendo o mencionado sítio de Atibaia“.
Há outras, muitas outras acusações que os levam a denunciá-la três vezes pelo crime de “lavagem de dinheiro”.
Mais cínicos ainda são porque não se reportam ao que Lula declarou durante seu sequestro pelas tropas da Lava Jato, digo, a condução coercitiva até o Aeroporto de Congonhas, o mesmo que disse agora: o apartamento foi oferecido, Marisa interessou-se e ele, não:
Quando a Marisa voltou lá (ao apartamento) não tinha sido feito nada ainda. Aí eu falei pra Marisa:“Olhe, vou tomar a decisão de não fazer, eu não quero” Uma das razões é porque eu cheguei à conclusão que seria inútil pra mim um apartamento na praia, eu só poderia frequentar apraia dia de finados, [isso] se tivesse chovendo. Então eu tomei a decisão de não ficar com o apartamento.”
Isso foi dito em abril de 2016, com D. Marisa viva, sem que ela tenha sido ouvida jamais para negar ou confirmar. Sob pena de mentir por contradição, Lula não poderia ter dito nada diferente do que disse.
Mas nada interessa a essa gente, nem mesmo coerência. Tudo é objeto de explorações sórdidas, em que os que queriam meter Marisa Letícia numa cadeia se compadecem de, coitada, ter sido citada num interrogatório.
http://www.tijolaco.com.br/blog/mp-critica-fala-de-lula-sobre-marisa-mas-cita-159-vezes-na-denuncia/
Webster Franklin
13 de maio de 2017 3:54 amAlerta Social: o que você perdeu nos últimos 365 dias
Rede Brasil Atual
Um ano de Temer
Alerta Social: o que você perdeu nos últimos 365 dias
Coletivo de pesquisadores, especialistas em direitos humanos, em política agrária, saúde, educação e trabalho reúne em documento as consequências deste um ano de golpe que levou Temer ao governo por Redação RBA publicado 12/05/2017 08p9, última modificação 12/05/2017 13p9 Marcello Casal/ABR
Posse de Temer e seu ‘ministério CCC’, em 12 de maio de 2016, e a Revista do Brasil: democracia sequestrada, país humilhado
São Paulo – Há um ano, a presidenta eleita Dilma Rousseff foi afastada do governo. Foi o dia em que o Senado admitiu a abertura do processo de impeachment aprovada semanas antes na Câmara, em 17 de abril. Imediatamente, o vice Michel Temer tomou posse para não mais deixar a cadeira. E com ele um dos ministérios mais ficha-suja da história recente do país. O ministério que Dilma classificou de CCC (canalhas, calhordas e corruptos), com revelará em breve em livro ainda a ser lançada, com a ajuda do jornalista Olímpio Cruz, secretário de comunicação da ex-presidenta até então.
O documento Alerta Social. Qual direito você perdeu hoje?, iniciativa de ativistas, pesquisadores, especialistas, gestores, cidadãos e cidadãs, traz um balanço minucioso das consequências para o Brasil e os brasileiros, da ruptura no ciclo democrático e do retrocesso nas políticas sociais desencadeados desde então.
“O desmonte do Estado e o descaso com as políticas sociais resultam na retirada de conquistas reconhecidas no mundo todo”, diz o site do Alerta Social. “Não é possível assistir à perda de direitos e ao golpe à democracia e ao povo brasileiro sem reação. A sociedade precisa estar alerta e denunciar cada ato desse desgoverno ilegítimo. Este canal foi criado para contribuir nesse processo.”
Logo em seguida das paralisações de março e da greve geral de 28 de abril, com paralisações e greve geral, a manifestação popular em Curitiba, neste 10 de maio, durante o depoimento de Luiz Inácio Lula da Silva ao juiz Sérgio Moro, são sinais de que a reação popular se amplia. “Independentemente de quantas pessoas foram, é uma mobilização inédita no Brasil, não tem precedente”, diz o jornalista Ricardo Amaral à RBA.
O Alerta Social reúne neste documento de 80 páginas, em 365 itens, ou seja, um por dia de governo Temer, tudo o que aconteceu com a democracia, a agricultura familiar, a cultura, a educação, as empresas públicas, a saúde e assistência social, habitação, os direitos dos índios, das mulheres, dos negros, os trabalhistas e a Previdência.
Leia abaixo o estudo do Alerta Social, ou acesse aqui a página.
Um Golpe Por Dia 365 Direitos Perdidos by redebrasilatual on Scribd https://html2-f.scribdassets.com/27l65a0xvk5v6nqd/images/1-202141bfb2.jpg
registrado em: um ano de golpe 12 meses de Temer governo Temer impeachment dilma rousseff alerta social direitos sociais
http://www.redebrasilatual.com.br/politica/2017/05/alerta-social-o-que-voce-perdeu-nos-ultimos-365-dias-1
Webster Franklin
13 de maio de 2017 4:05 amA receita da mexicanização do país
Carta Maior
A pedra angular
Moro, bomba, mídia, bala, cassetete e arrocho formam a receita da mexicanização do país.Mas nada vingará se a rua preservar o símbolo do projeto oposto: Lula
por: Saul Leblon
A mexicanização do Brasil é o futuro acenado pela coalizão que derrubou Presidenta Dilma Rousseff em 12 de maio de 2016, quando foi deflagrado o golpe parlamentar travestido de processo de impeachment.
Se naquele momento ainda havia dúvida quanto a real extensão e capacidade de retrocesso da investida conservadora, agora isso é límpido, líquido e vulcânico.
Como uma dose tripla de tequila.
Nesta sexta-feira completam-se 365 dias do início da mutação histórica.
O desmanche imposto aos direitos e compromissos que lastreavam o pacto da sociedade inscrito na Carta de 1988 acumula retrocessos devastadores.
É tudo muito rápido quando a lógica unilateral assume o manche de uma nação.
O gás lacrimogênio, a bala de borracha, a mídia, o califado de Curitiba, o cassetete e a escória parlamentar redesenham as leis e as ruas a passo de ganso.
O ritmo lembra o ‘saqueo’ dos exércitos de ocupação.
A ofensiva conservadora trabalha contra o relógio de uma explosão social não necessariamente política, como mostra a fulminante conflagração das grandes metrópoles do país.
Os indicadores de violência na cidade do Rio de Janeiro já flertam com os recordes do início da década.
A anomia é vista como anomalia local
As páginas policiais são ignoradas pelo colunismo que reclama a destruição da fina camada de valores compartilhados.
Até onde a vista alcança, a insegurança engole as relações de trabalho, os direitos à saúde e à educação e o amparo à velhice.
O capitalismo ligou a pá da retroescavadeira cíclica.
Revira-se no avesso o chão da sociedade brasileira: tudo o que é sólido se desmancha no ar.
O que ainda não desmanchou aguarda o abate cobrado com sofreguidão pelo diretório midiático.
Todas as setas derivadas dos gargalos do desenvolvimento são distorcidas em uma mesma direção.
O noticiário econômico mimetiza o powerpoint de Dallagnol.
Tendo como centro maldito agora o custo de sobrevivência da pobreza brasileira.
O povo é caro demais, alega-se.
As famílias assalariadas são o um estorvo à riqueza.
A escória golpista tem seu indulto policial renovado mediante a apresentação de contraprovas do desmonte social contratado.
O roteiro encerra violência inaudita.
O Eldorado mexicano almejado combina ingredientes que borbulham no champanhe de uma elite botocuda, paradoxalmente mais ‘otimista’ e ‘confiante’ à medida em que o socavão de pessimismo e desespero engole a nação.
Castas ricas, recolhidas em ambientes sofisticados, banhados de economia altamente internacionalizada.
Ao redor, um mar de afogados em desemprego, trabalho precário, direitos reduzidos, salário vil e cotidiano ordinário.
O mingau da exclusão foi carimbado com argúcia pelo povo mexicano ao resumir em uma frase a danação que ele encerra: ‘Trabalhar para ser pobre’.
Acomodar um povo a esse torniquete requer uma escolta repressiva a cada prego posto no caixão dos direitos.
A escalada tensa desse carpintaria atinge um novo degrau com o depoimento do ex-presidente Lula em Curitiba.
São elos indissociáveis.
Lula é o maior estorvo ao ‘desfazimemto’, como dizia Darcy Ribeiro, da carne magra de democracia social acumulada em uma nação alicerçada em 388 anos de trabalho escravo.
A tarefa de Curitiba é destruir o símbolo teimoso que lidera as sondagens eleitorais em todos os cenários, contra todos os candidatos em todos os institutos de pesquisa.
Não é missão pequena.
A força singular dos símbolos reside na resiliência às grades e à morte.
Lula não foi construído pela mídia e sobrevive há décadas apesar dela.
Essa dissonância de autonomia é uma das principais incógnitas do futuro golpista.
Lula não é um prefake de facebook recarregado na tomada da mistificação midiática.
Lula, como ele próprio reconhece, é uma obra coletiva.
De carne e osso.
Com as virtudes e fraquezas da carne e do osso.
De onde deriva o enraizamento popular que só pode ser destruído nos seus próprios termos.
Operação difícil quando a lógica em marcha consiste justamente em radicalizar os termos da contraposição de interesses que o originou.
Opera-se no limite da saturação ideológica, antessala da repressão pura e simples.
Conseguirá o juiz Sergio Moro ser mais corrosivo do que as centenas de horas de emissão de um jornalismo no qual o ex-presidente figura como alvo vilipendiado, emudecido e manipulado?
E que apesar disso se move, para cima, como atestam as sondagens eleitorais de diferentes institutos?
Denominar de ‘mexicanização’ aquilo que se pretende opor ao anseio do qual Lula é o símbolo resiliente não é um artifício de difamação do golpe.
A receita mexicana condensa o cerne do que é identificado agora como um ciclo de restauração neoliberal na América Latina.
‘Trabalhar para ser pobre’ significa, entre outras coisas, o seguinte na terra de Zapata e Cárdenas.
Em dezembro de 1987, o assalariado mexicano trabalhava quatro horas e 53 minutos para adquirir uma cesta básica.
Em 2016 essa mesma aquisição exigia 23 horas e 38 minutos de labuta.
O que houve nesse meio tempo não foi uma explosão inflacionária, mas a precarização brutal das relações de trabalho, que chegou ao extremo de reduzir o salário nominal das camadas mais desfavorecidas do povo mexicano.
Ao tomar posse em 2012 o atual presidente PeñaNieto aprofundou as ‘reformas laborais’.
Foram regulamentadas a terceirização e modalidades ‘mais simples’ de contratação.
Entre elas o trabalho temporário, o home office e aquele pago por hora –aqui denominado de ‘trabalho intermitente’, defendido pelo PSDB.
A promessa de se criar 400 mil novas vagas por ano que lubrificou a defesa da reforma trabalhista mexicana nunca se materializou.
Mesmo assim o país tem taxas de desemprego aberto muito baixas.
Como?
O aguilhão dos contratos precários cuidou de promover um arrocho ‘natural’ em todos os setores, universalizando os custos informais no mercado de trabalho.
A libra de carne humana ficou barata.
O Centro de Análises Multidisciplinar da Universidade Autônoma do México estima que desde 2014 o país se ressente de 34 milhões de vagas formais efetivas.
O vácuo explica que 26 milhões mexicanos aceitem nesse momento trabalhar sem direitos nem salários dignos.
Outros 8 milhões se esfalfam nas ruas –e na internet, viu classe média?– em busca de um bico ‘intermitente’, no qual o empregador remunera apenas as horas de ‘uso’ da mão de obra, devolvendo-a em seguida ao depósito caseiro.
A modalidade ‘intermitente, defendida igualmente pelo PSDB na reforma trabalhista, é uma atualização das Casas de Trabalho criadas pelo capitalismo selvagem inglês nos primórdios da Revolução Industrial.
A principal diferença entre essa estocagem e a senzala é que ela dispensa as classes proprietárias de arcarem com o custo integral de reprodução da mão de obra nos intervalos de uso.
Não por acaso, o México, segundo a Cepal, é o único país da América Latina em que o ganho mínimo é insuficiente para evitar que o trabalhador ocupe um degrau abaixo na linha da fome.
Do 52 milhões de pessoas que formam a população ocupada mexicana, quase 70%, ou 36 milhões, ganham menos do que o que a Constituição diz que deve ser o salário mínimo, segundo as pesquisas da Universidade Autônoma.
Mesmo assim, o México está longe de ser o nirvana capitalista nas relações laborais.
O posto é ocupado atualmente pela Índia, onde quase 85% da força de trabalho é informal.
Vem da Índia –e da China, claro—as confecções ‘baratésimas’—que a classe média brasileira traz das viagens aos EUA, acenando contra os impostos aqui para explicar o milagre da renovação barata do guarda-roupa.
‘Trabalhar para ser pobre’ encerra um preço alto em violência social.
Mas não é o único efeito colateral dessa danação.
Vem da Espanha igualmente ‘reformada na precarização laboral’ o epílogo decepcionante da receita.
Depois de perder quatro milhões de postos de trabalho entre 2008 e 2012 (as demissões foram facilitadas para ‘desafogar’ as empresas), as taxas de emprego cresceram moderadamente.
As vagas oferecidas, porém, concentraram-se nas modalidades informais, com salários aviltados.
E daí, melhor pouco que nada, não?
Não.
A demanda não cresce, não há poder aquisitivo para arcar com a aquisição de bens e imóveis. A economia patina na estagnação. A alternativa do mercado externo esbarra nos padrões asiáticos de custo de mão de obra.
Lição número um: a retomada do crescimento prometida pelo arrocho golpista no Brasil não encontra precedente em pacientes submetidos à mesma terapia ortodoxa recentemente.
Lição número dois: o buraco é mais embaixo.
Lição número três: o fato de ser mais embaixo diz respeito também à capacidade progressista de construir uma alternativa crível ao passo seguinte do desenvolvimento brasileiro.
Se o arrocho não é apenas uma escolha perversa, mas também estéril, o que sobra?
Lição número quatro: sobra politizar a luta pelo desenvolvimento –algo que se fez pouco no ciclo de governos iniciado em 2003.
Hoje isso significa repactuar o tecido social e econômico com uma negociação ampla, de bases organizadas, em torno de metas e prazos, concessões e conquistas inegociáveis, que redesenhem a rota de longo curso de um projeto de futuro referendado pela sociedade.
Três frentes de conflito com a lógica golpista são incontornáveis.
A retomada de um ciclo de investimento em infraestrutura e inovação terá que ser puxada pelo Estado, o que requer um reforço fiscal do setor público.
Isso só ocorrerá com:
a) redução real das taxas de juros pagas à ração rentista;
b) tributação adicional da riqueza, sobretudo a riqueza financeira e
c) controle da conta de capitais –para assegurar a presença produtiva do capital estrangeiro no país e impedir a captura do câmbio pela especulação e arbitragem dos fluxos especulativos.
Estamos falando de uma negociação dura com o capital financeiro local, o capitão estrangeiro e a plutocracia avessa à solidariedade fiscal.
O golpe foi feito justamente para inviabilizar essa agenda (derrubando uma Presidenta eleita por 54 milhões de votos), para demonizar suas bandeiras (acusadas de gastança, populismo e impostômetro) e vilipendiar seus instrumentos indispensáveis de ação (o setor público e o planejamento estatal).
Sobretudo, porém, o golpe foi feito para destruir a pedra angular capaz de transitar por diferentes setores sociais e, mandatada pela força da rua e da urna, restabelecer as bases democráticas da repactuação do desenvolvimento.
É essa peça do xadrez que se pretende liquidar no patíbulo de Curitiba, a partir do dia 10.
Seu nome político é Lula.
Mas hoje, mais que nunca, chama-se esperança em nós mesmos e em nosso futuro.
http://www.cartamaior.com.br/?/Editorial/A-pedra-angular/38070
Nilva de Souza
13 de maio de 2017 5:42 amDulce Guerrilheira – Homenagem à Dulce Maia
[video:https://www.youtube.com/watch?v=so4XxlDQExg&feature=player_embedded%5D
Vivian Mendes
8 h ·
Hoje faleceu Dulce Maia, sobrevivente da ditadura militar no Brasil. Eu tinha um carinho especial por ela, todas as vezes que a encontrava ela dizia que eu era muito parecida com a Marieta Severo, o que sempre considerei um tremendo elogio.
Envio um trecho de um depoimento dela, pra não se esqueça, pra que nunca mais aconteça!
“Muitos deles vinham assistir para aprender a torturar. E lá estava eu, uma mulher franzina no meio daqueles homens alucinados, que quase babavam. Hoje, eu ainda vejo a cara dessas pessoas, são lembranças muito fortes. Eu vejo a cara do estuprador. Era uma cara redonda. Era um homem gordo, que me dava choques na vagina e dizia: ‘Você vai parir eletricidade’. Depois disso, me estuprou ali mesmo. Levei muitos murros, pontapés, passei por um corredor polonês. Fiquei um tempão amarrada num banco, com a cabeça solta e levando choques nos dedos dos pés e das mãos. Para aumentar a carga dos choques, eles usavam uma televisão, mudando de canal, ‘telefone’, velas acesas, agulhas e pingos de água no nariz, que é o único trauma que permaneceu até hoje. Em todas as vezes em que eu era pendurada, eu ficava nua, amarrada pelos pés, de cabeça para baixo, enquanto davam choques na minha vagina, boca, língua, olhos, narinas. Tinha um bastão com dois pontinhos que eles punham muito nos seios. E jogavam água para o choque ficar mais forte, além de muita porrada. O estupro foi nos primeiros dias, o que foi terrível para mim. Eu tinha de lutar muito para continuar resistindo. Felizmente, eu consegui. Só que eu não perco a imagem do homem. É uma cena ainda muito presente. Depois do estupro, houve uma pequena trégua, porque eu estava desfalecida. Eles tinham aplicado uma injeção de pentotal, que chamavam de ‘soro da verdade’, e eu estava muito zonza. Eles tiveram muito ódio de mim porque diziam que eu era macho de aguentar. Perguntavam quem era meu professor de ioga, porque, como eu estava aguentando muito a tortura, na cabeça deles eu devia fazer ioga. Me tratavam de ‘puta’, ‘ordinária’. Me tratavam como uma pessoa completamente desumana. Eu também os enfrentei muito. Com certa tranquilidade, eu dizia que eles eram seres anormais, que faziam parte de uma engrenagem podre. Eu me sentia fortalecida com isso, me achava com a moral mais alta.”
Dulce Maia
Webster Franklin
13 de maio de 2017 5:45 amDiretor da ANP vai rodar o mundo para entregar o pré-sal
Brasil 247
Diretor da ANP vai rodar o mundo para entregar o pré-sal
O diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Décio Oddone, fará uma série de apresentações a investidores estrangeiros sobre as oportunidades dos próximos leilões de petróleo. A série de encontros começa na semana que vem, em Londres, na Inglaterra, e continuará por Nova York, nos Estados Unidos
13 de Maio de 2017 às 00:13
Cristina Indio do Brasil – Repórter da Agência Brasil
O diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Décio Oddone, fará uma série de apresentações a investidores estrangeiros sobre as oportunidades dos próximos leilões de petróleo. A série de encontros começa na semana que vem, em Londres, na Inglaterra, e continuará por Nova York, nos Estados Unidos.
Segundo Oddone, investidores já têm demonstrado interesse nos projetos. “A gente tem sido muito procurado. Espero que este interesse continue até o fim do ano e se materialize nos leilões. Vamos trabalhar para que isso aconteça”, disse o diretor ao participar da posse da nova diretoria da Câmara de Comércio Americana do Rio de Janeiro (AmCham Rio), no Hotel Copacabana Palace.
O diretor adiantou que a ANP está preparando uma oferta complementar para atender a diferentes tipos de perfil de risco e de reserva nos leilões. Ele destacou, que, ontem (11), o leilão de áreas maduras de reserva teve resultado melhor que o previsto. “Muito além do que a gente imaginava e com impacto muito grande no sentido de começar a abrir espaço para novas empresas aparecerem. Tem quatro empresas que eram prestadoras de serviços e que não trabalhavam na área de exploração e produção e resolveram aproveitar a oportunidade”, citou.
“Espero que a gente tenha centenas dessas empresas, cada vez mais sólidas, cada vez mais pujantes, no futuro, explorando petróleo no Brasil”, acrescentou.
Consórcios
Oddone também disse que a ANP está preparando um modelo de consórcio para participação em leilões que possa incluir os fundos de investimentos em parceria com as empresas interessadas. “Empresas que não tenham um balanço muito robusto podem se apoiar em fundos de investimentos, especialmente, empresas menores por meio de consórcio”, adiantou.
Segundo o diretor-geral, a agência está dando ênfase no estudo para criar facilidades na formatação do novo modelo de negócio. “Estamos reduzindo exigência de capital da empresa que vai participar. Estamos discutindo este tipo de medida e como a gente pode facilitar nos contratos a formação de consórcios para que essas empresas e fundos com capacidade financeira possam dar suporte para as empresas operadoras.”
http://www.brasil247.com/pt/247/economia/295330/Diretor-da-ANP-vai-rodar-o-mundo-para-entregar-o-pr%C3%A9-sal.htm
Webster Franklin
13 de maio de 2017 5:52 amDilma: mataram Marisa e não a respeitam morta
Brasil 247
Dilma: mataram Marisa e não a respeitam morta
Durante ato do PT em Porto Alegre contra um ano do golpe parlamentar, a presidente deposta Dilma Rousseff chamou de “vilania o que estão fazendo com o presidente Lula no que se refere à dona Marisa”; “Eles não a respeitaram em vida, são responsáveis pelo seu sofrimento que levou à sua morte”, declarou, no dia em que a revista Veja fez a capa mais sórdida, em que acusa Lula de ter “culpado” Marisa pelo chamado “triplex do Guarujá”; “É de fato o pior jornalismo. É de uma imensa sordidez fazer o que eles estão tentando fazer para tentar sair da armadilha que eles mesmos se colocaram”, declarou Dilma Rousseff, em referência à falta de provas contra o ex-presidente Lula; sobre as acusações contra ela, Dilma ironizou: “Na Lava Jato, tem que ter prova negativa. Preciso provar que eu não sabia, é dificílimo”
12 de Maio de 2017 às 21:27
247 – A presidente deposta Dilma Rousseff criticou duramente na noite desta sexta-feira 12, durante ato do PT em Porto Alegre por um ano do golpe parlamentar, o tratamento da mídia com a ex-primeira-dama Marisa Letícia,
“É uma vilania o que estão fazendo com o presidente Lula no que se refere à dona Marisa”, disse Dilma. “Eles não a respeitaram em vida, são responsáveis pelo seu sofrimento que levou à sua morte”, acrescentou, no dia em que a revista Veja fez a capa mais canalha de sua história, apontando o que seria “a segunda morte de dona Marisa”.
“Mas eles têm que respeitá-la enquanto morta. Isso o Brasil deve ao presidente Lula: o respeito a dona Marisa enquanto uma pessoa que nós sabemos que era um símbolo, uma grande dimensão histórica”, discursou a presidente deposta.
“É de fato o pior jornalismo. É de uma imensa sordidez fazer o que eles estão tentando fazer para tentar sair da armadilha que eles mesmos se colocaram”, concluiu, em referência à falta de provas contra o ex-presidente Lula na Lava Jato.
Em referência às acusações que dizem respeito a ele, como no caso da delação premiada do casal João Santana e Mônica Moura, Dilma disse ser obrigada a provar o que não sabe. “Na Lava Jato, tem que ter prova negativa. Preciso provar que eu não sabia, é dificílimo”, ironizou.
http://www.brasil247.com/pt/247/rs247/295319/Dilma-mataram-Marisa-e-n%C3%A3o-a-respeitam-morta.htm
Webster Franklin
13 de maio de 2017 6:04 amJoanna Maranhão sobre Veja: quem perde a humanidade, perdeu tudo
Brasil 247
Joanna Maranhão sobre Veja: quem perde a humanidade, perdeu tudo
“Eu não preciso ser petista pra enxergar o crime dessa capa, eu só preciso ser humana e ter dignidade mesmo. De todas as capas da veja, essa foi a mais absurda na minha opinião. Quem perde a humanidade, perdeu tudo”, escreveu a atleta, em suas redes sociais
13 de Maio de 2017 às 00:48 //
Da nadadora Joanna Maranhão, em suas redes sociais
“Eu não preciso ser petista pra enxergar o crime dessa capa, eu só preciso ser humana e ter dignidade mesmo.”
“De todas as capas da veja, essa foi a mais absurda na minha opinião. Quem perde a humanidade, perdeu tudo.”
Saiba mais sobre a capa mais sórdida da história de Veja.
http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/295335/Joanna-Maranh%C3%A3o-sobre-Veja-quem-perde-a-humanidade-perdeu-tudo.htm
romulus
13 de maio de 2017 7:28 amContra-ataque: “delação” dos Santana e… de Palocci?!
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Link: http://www.romulusbr.com/2017/05/atencao-depois-de-lavada-de-lula-em.html
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Link:
http://www.romulusbr.com/2017/05/em-curitiba-o-leao-miou-altivez-de-lula.html
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link: http://www.romulusbr.com/2017/05/a-renovacao-politica-de-macron-na.html
Alphaville
13 de maio de 2017 9:32 amCuidado com os trombadinhas!
Alphaville
13 de maio de 2017 9:51 amO procurador com cara de vômito
Pois é. O procurador com cara de vômito citou D. Marisa como criminosa somente 159 vezes, mas quando Lula disse que não concordava com a compra do apartamento que nunca foi comprado, Lula estaria colocando a responsabilidade do “crime” para D. Marisa, cuja morte foi provocada pelas sacanagens da própria república de Curitiba. Tão humano esse procurador com CARA DE VÕMITO!
maria rodrigues
13 de maio de 2017 1:47 pmReinaldo Azevedo e Maynard
Reinaldo Azevedo e Maynard estão em franco desentendimento. O último mandou Azevedo dar a bunda. A richa é pelas posições contrárias de ambos quanto a Lula.
Faz pouco tempo que vemos Reinaldo assumindo ideias distantes das já tomadas, sistematicamente, na mesma linha de toda a imprensa, em especial na linha do fugido pra Itália. Diz o ditado que quando a esmola é grande o cego desconfia, por isso tenho me perguntado o que significa essa nova postura de Azevedo. O que ele quer?
Jackson da Viola
13 de maio de 2017 1:58 pmAssim fica tudo em familia……..
https://www.brasil247.com/pt/247/brasil/295352/Advogado-de-Jo%C3%A3o-Santana-%C3%A9-irm%C3%A3o-de-procurador-da-Lava-Jato.htm
Jackson da Viola
13 de maio de 2017 2:45 pmOs engraçadinhos das lojas Marisa…….
E a realidade dos fatos……o que realmente são……..escravagistas sem nenhuma vergonha……..
http://www.redebrasilatual.com.br/trabalho/2010/03/lojas-marisa-e-acusada-de-escravizar-imigrantes-1
Jackson da Viola
13 de maio de 2017 2:58 pmA imagem não saiu……
E mais um “podrezinho engraçadinho” das tais lojas……..
Lojas Marisa, que explorou morte de Dona Marisa , depositou milhões em conta de doleira presa na Lava-Jato
https://falandoverdades.com.br/2017/05/13/lojas-marisa-que-explorou-morte-de-marisa-leticia-depositou-milhoes-em-conta-de-doleira-presa-na-lava-jato/
Jackson da Viola
13 de maio de 2017 5:11 pmBrasil. o pais……..
no qual o judiciario tem uma função…………uma objetivo…….uma ideia fixa…………..
Destruir a economia………………destruir as empresas exportadoras…………
Em 2011
https://www.washingtonpost.com/world/from_farm_to_fork_brazilian_company_dominates_world_beef_industry/2011/04/05/AFOxeEdD_story.html?utm_term=.315ec94595c4
hoje
http://nao.usem.xyz/be14
Ou essa galera realmente quer entregar tudo aos gringos(minha modesta opinião) ou são de uma imbecilidade que so pode ser medida em anos luz……
Jackson da Viola
13 de maio de 2017 6:10 pmFofoca……..
http://www.poder360.com.br/brasil/quanto-custa-uma-mesa-para-jantar-com-joao-doria-em-nova-york-u-25-000/