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Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

7 Comentários
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  1. Webster Franklin

    28 de junho de 2018 3:13 am

    A indigência jornalística do Roda Viva ao pôr como ‘entrevistado

    Do DCM

    A indigência jornalística do Roda Viva ao pôr como ‘entrevistador’ de Manuela D’Ávila um assessor de Bolsonaro. Por Kiko Nogueira

    Publicado por Kiko Nogueira–  

    26 de junho de 2018

     

     Frederico D’Ávila no Roda Viva: assessor de Bolsonaro na área rural

    De férias (físicas) do Brasil, sou cobrado por um amigo para falar do Roda Viva com Manuela D’Ávila.

    Pobres de nós.

    Mais uma vez, o programa ocupa as redes sociais, mais uma vez por seus defeitos e não por suas virtudes.

    Um dos entrevistadores era Frederico D’Ávila (sem parentesco com a candidata do PCdoB), diretor da Sociedade Rural Brasileira, assessor de Jair Bolsonaro nessa área.

    Vídeos com os “pontos altos” do show do produtor de grãos estão circulando.

    Não há argumento razoável que justifique a presença de um assessor de um candidato concorrente numa bancada de “entrevistadores”.

    Manuela, se sabia disso, deveria ter recusado a participação e denunciado esse absurdo.

    Frederico é irmão de Luiz Felipe D’Ávila, que tenta ser candidato a governador pelo PSDB há séculos sem sair do chão. Abandonou Geraldo Alckmin.

    Quis uma cadeira no Senado, depois na Câmara Federal.

    Em abril, disse à Folha que Bolsonaro “quer colocar militares nos ministérios por competência”.

    Frederico será ministro “se ele me convidar”. Para ele, Bolsonaro “é um cara risonho, brincalhão, afetuoso”.

    “O pavio dele está muito mais longo do que antigamente”, afirma. (Essa questão é de foro íntimo e Frederico, se tiver algum problema, pode buscar o apoio dos movimentos LGBT).

    Provavelmente, Manuela foi avisada de que o cidadão estava lá e preferiu não declinar da oportunidade de falar na TV aberta.

    Frederico é uma decretação de falência dos princípios da TV Cultura.

    Como ninguém mais leva a sério as leis no Brasil, e o STF dá o exemplo maior dessa iniquidade, passa por mais um fato da vida.

    Num questionamento confuso e agressivo, Fred foi para cima de Manuela com a velha ladainha terraplanista de que o fascismo é “de esquerda”, a CLT foi baseada em uma lei de Benito Mussolini etc etc etc.

    “Tu entendes de regimes antidemocráticos sendo coordenador do Bolsonaro. Ele defende um país sem democracia, de torturadores”, ela respondeu.

    “Todo mundo sabe que o fascismo foi um movimento de direita”.

    Eis para onde foi empurrado o nível do debate.

    Uma atração de uma emissora supostamente educativa tornou-se um lixo em que representantes da esquerda são cercados por adversários políticos com conversas de maluco.

    Marcia Tiburi já ensinou como se trata com fascistas no episódio Kim Kataguiri: não tem diálogo, não tem gramática comum.

    Não adianta, agora, colocar oclinhos em montagens da resposta de Manuela D’Ávila a um papo de débil mental.

    Ela acabou dando aval a um monumento dedicado à burrice, à desonestidade e à antidemocracia.

    https://www.diariodocentrodomundo.com.br/a-indigencia-jornalistica-do-roda-viva-ao-por-como-entrevistador-de-manuela-davila-um-assessor-de-bolsonaro-por-kiko-nogueira/

     

  2. Aureliano

    28 de junho de 2018 10:59 am

    Suprema zorra total!Lula sequestrado pelo mais podre dos poderes

    Fuck-in yourself. Não há escrúpulos em  instituição alguma. É como diz Requião e Limdbergh: “canalhas, canalhas, canalhas!

     

    [video:https://youtu.be/PVmOHD1NAxI%5D

  3. antonio francisco

    28 de junho de 2018 11:08 am

    Argélia abandona mais de 13 mil imigrantes

    no deserto do Saara. Centenas de imigrntes expulsos podiam seer vistos no horizonte, caminhando sob temperatura de 48º C.

    https://www.otempo.com.br/capa/mundo/arg%C3%A9lia-abandona-mais-de-13-mil-imigrantes-no-deserto-do-saara-1.1862296

  4. Aureliano

    28 de junho de 2018 11:25 am

    Não são preliminares: é o caos elevado à enésima potência

    Preliminares do caos

      O nome da crise no Brasil é legitimidade.

    Desde que o país passou a fazer do policialismo – e de sua versão judicial – o método de disputa do poder, assiste-se à uma degradação das instituições que vai chegando a um impasse que nos leva a um completo caos e, portanto, à mais completa imprevisibilidade sobre o que se vai passar na política e na economia.

    Transferido o cenário da disputa política para a Polícia Federal, para o Ministério Público e para os tribunais – hoje, qualquer juiz federal vale mais que uma bancada inteira de parlamentares – a transição para o arbítrio tornou-se óbvia, até porque eles tornaram-se parte ativa e incontestável desta disputa.

    O Brasil das oligarquias políticas, ao longo do século passado, passou a ser o Brasil das oligarquias da mídia. Como esta, porém, não tem os instrumentos de decisão, passamos à oligarquia da toga, que dá efetividade ao controle da sociedade que os intérpretes do sistema dominante desejam.

    Tornamo-nos um país governado por uma casta judicial que, mesmo com os conflitos internos que possa ter, adere integralmente ao sistema de dominação do país.

    Como toda a ditadura corporativa, porém, ela não consegue deter seu processo de erosão por uma realidade que pretende moldar pelos seus desígnios e ordens.

    E racha.

    Está evidente a inutilidade dos movimentos de Edson Fachin e Cármem Lúcia para retardarem aquilo que Gilmar Mendes disse hoje sobre “o Supremo voltar a ser Supremo” e não mais o “puxadinho” da Lava Jato.

    Inúteis, mas terríveis, porque será inevitável que se coloque em julgamento o que a atual presidente vem postergando desde o final do ano passado: a inconstitucionalidade da prisão “automática” após as sentenças de segunda instância, mas antes do julgamento de recursos que podem anulá-las.

    Se ela não o fizer, é certo que, com o grau de acirramento que esta questão tomou, o novo presidente do Tribunal, Dias Toffoli, terá de fazê-lo.

    E isso, quase que certamente, resultará na libertação de Lula a poucos dias – ou poucos dias depois – da eleição que, todos sabem, ele venceria, se pudesse delas participar.

    Dá para imaginar em que grau isso comprometeria a legitimidade de quem for eleito num pleito realizado nestas condições?

     

    Ou se acelera, pois, as decisões que, inevitavelmente,  devem ser tomadas ou não se encontrará saída para a crise de legitimidade do poder no Brasil.

     

  5. evandro condé de lima

    28 de junho de 2018 1:49 pm

    Cabe voltar ao assunto?

    Força de vendas da Boeing é crucial para a Embraer, diz fundador da brasileira

    Ex-presidente da Embraer, Ozires Silva aponta a possibilidade de que, com acordo entre as empresas, as aeronaves brasileiras possam ser vendidas nos EUA como nacionais; ele defende ainda o fim do monopólio da Infraero para o fomento da aviação regional

    Luciana Dyniewicz, O Estado de S.Paulo

    28 Junho 2018 | 04h00

    Fundador da Embraer e um dos principais responsáveis pelo projeto de privatização da fabricante de aviões, em 1994, Ozires Silva vê no negócio entre a brasileira e a americana Boeing uma oportunidade para ampliar a força de vendas da Embraer. “A força de vendas da Boeing é muito importante para nós”, diz ele, que levanta ainda a possibilidade de as aeronaves da Embraer serem “americanizadas”. “Isso significa que elas poderiam ser vendidas nos Estados Unidos, o maior mercado do mundo, como aviões nacionais”, acrescenta. 

    A negociação entre as duas companhias foi anunciada no fim do ano passado e pode resultar na criação de uma terceira empresa, na qual a Boeing teria 80% de participação e a Embraer, 20%. A nova companhia deve envolver apenas o braço de aviação comercial da brasileira. O segmento militar ficará de fora do acordo por determinação do governo brasileiro, que detém uma ação especial (“golden share”) da Embraer que lhe dá direito a veto em negociações como a que está em curso.

    “Isso (a manutenção da área militar) é assim no mundo todo. Nos EUA mesmo, o governo proíbe que a Boeing venda aviões militares sem sua autorização. O governo brasileiro seguiu o mesmo procedimento e está certo”, avalia Silva. “Imagina a Boeing vendendo para governos inimigos dos EUA.”

    Para o ex-presidente da Embraer, uma desvantagem do acordo entre as fabricantes é a possibilidade de a americana se “desinteressar” pela brasileira. “Os vendedores da Boeing podem pretender vender mais aviões Boeing que Embraer. Pode acontecer. Não tem como mexer nisso.”

    Silva, porém, acredita que o cenário é favorável para o acordo, já que a europeia Airbus se associou, em outubro do ano passado, à canadense Bombardier em um programa de desenvolvimento e vendas de aviões com até 150 lugares. A Bombardier concorre diretamente com a Embraer, que também tem foco em aeronaves desse porte. Com a parceria entre as duas, tanto Boeing como Embraer acabaram perdendo força para competir no mercado global. 

    Interesse. Além dessa necessidade de fazer frente à parceria entre Bombardier e Airbus, a Boeing procura, na compra de parte da Embraer, se desenvolver rapidamente em um dos mercados mais promissores do setor e no qual ainda não atua, o da aviação regional – que depende de aviões de médio porte. Silva conta que, quando apresentou ao governo brasileiro a proposta de criação da Embraer, na década de 60, já acreditava que esse mercado tinha grande potencial, pois poderia conectar o interior com as capitais. 

    “Hoje, você olha o mercado mundial, estão realmente pensando em aviões da categoria dos da Embraer. Foi nesse momento que a Boeing, vendo o que aconteceu com Airbus e Bombardier, pensou aonde poderia ir. Eles disseram: ‘vamos construir tudo (aeronaves de médio porte) a partir do zero? Não, vamos conversar com a Embraer’.”

    Na avaliação de Silva, para a aviação regional avançar no Brasil, é necessário acabar com o monopólio da Infraero. Isso, segundo ele, faria com que os aeroportos tivessem de ser mais competitivos, o que baratearia custos para empresas aéreas e passageiros.

    Ainda de acordo com ele, uma maior abertura do Brasil em geral para o comércio internacional também daria mais competitividade para as empresas brasileiras e permitira que surgissem novos casos de sucesso como o da Embraer. “A Embraer venceu no mercado internacional porque entrou numa competição e ganhou essa competição. O mercado acomoda as pessoas se elas estão protegidas por um dispositivo legal qualquer.”

    Silva se diz surpreso com a intenção da Boeing de comprar a Embraer – a americana “sempre foi referência aqui” – e destaca que o espírito de empreendedor funciona em um momento de negociação como o atual. “Uma característica essencial do empreendedor é coragem e ousadia. A gente não sabe quais são os riscos, mas o empreendedor trabalha para que esses riscos sejam minimizados.” 

     

  6. antonio francisco

    28 de junho de 2018 9:41 pm

    Marco Aurélio mandou soltar Cunha

    https://br.noticias.yahoo.com/ministro-stf-manda-soltar-ex-deputado-eduardo-cunha-195608024.html

  7. antonio francisco

    28 de junho de 2018 9:45 pm

    Fachin pede que presidente do STF paute no plenário recurso

    de liberdade de Lula

    https://br.noticias.yahoo.com/fachin-pede-%C3%A0-presidente-stf-que-paute-no-182048725.html

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