Ana Gabriela Sales
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Camila Bezerra
Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...
Carla Castanho
Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN
Webster Franklin
30 de junho de 2018 3:57 amMoro põe tornozeleira no STF, não em Dirceu
Tijolaço
Moro põe tornozeleira no STF, não em Dirceu
Por Fernando Brito · 29/06/2018
A insubmissão de Sérgio Moro ás instâncias superiores do Judiciário nem mais precisa ser apontada.
Ele próprio a assinala.
Fui ler o voto vencedor do pedido de efeito suspensivo da pena de José Dirceu, proferido por Dias Toffoli e acompanhado, por maioria de 3 a 1, pela 2ª Turma do STF, que resultou na libertação provisória do ex-ministro.
Não há uma palavra sobre medidas cautelares substitutivas da prisão.
Mas Sérgio Moro mandou colocar em Dirceu uma tornozeleira eletrônica.
Qual o fundamento?
Risco de fuga de quem tem respondido, obedientemente, a todo o “prende-e-solta” dos seus processos, sem nunca ter esboçado um gesto de evadir-se?
Evidente que não.
A tornozeleira eletrònica, para quem puder livremente circular – e pode, porque não está submetido a uma pena, porque ela foi suspensa – serve para quê?
Está evidente para o que serve: a tornozeleira está posta às canelas do Supremo.
Pois o Supremo disse que Dirceu está solto e Moro diz que não está, porque quer tratá-lo como seu prisioneiro.
E, afinal, o é, porque não tem coragem de por paradeiro nos abusos do tiranete de Curitiba.
Sérgio Moro nem precisa fazer muito esforço para ser o “juiz supremo” do Brasil.
Os que deveriam ser fazem questão de ser uns despreziveis micróbios, mesmo quando ensaiam ser supremos.
Aquele história de que “o Supremo voltou”, Dr. Gilmar Mendes, não durou 24 horas.
Quem manda é Moro.
http://www.tijolaco.com.br/blog/moro-poe-tornozeleira-no-stf-nao-em-dirceu/
Amaro Doce
30 de junho de 2018 7:54 amGregório Duvivier: Lula e a conciliação
[video:https://youtu.be/CNbd1PAeDXw%5D
Gerônimo
30 de junho de 2018 10:12 amA Lista de Furnas: para Gilmar, ele e Aécio Neves são inocentes
[video:https://youtu.be/13AS0HJDmWE%5D
Marly
30 de junho de 2018 11:32 amPois é…
Continuam livres leves e soltos!!! Enquanto isso, Lula está preso por um apartamento que era da OAS até pouco tempo e, pelo que se saiba, foi comprado num ” leilão ” por um primo de Alkmin.
antonio francisco
30 de junho de 2018 10:33 amUFMG e UFOP: Demências e Alzheimer, o desafio de cuidar
Publicado em Notícias UFMG
Café Controverso de sábado reunirá especialistas da UFMG e da UFOP
Esquecer o fogão ligado, deixar o leite ferver até derramar, não lembrar se já almoçou. Eventos assim podem acontecer repetidamente na vida de um idoso, e é comum que suas famílias logo os associem aos sinais de Alzheimer. Contudo, a perda de memória recente em idade avançada pode estar relacionada a uma série de outros fatores, como síndromes depressivas, demências e aos próprios sintomas da senilidade.
Essas nuances serão debatidas no próximo sábado, 30 de junho, durante o programa Café Controverso: Saúde em Pauta, do Espaço do Conhecimento UFMG. Alzheimer x demência: desafios no cuidado reunirá os geriatras Flávio Chaimowicz, professor da Faculdade de Medicina da UFMG, e Fausto Pimenta, docente da Escola de Medicina da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop).
Segundo o professor Fausto Pimenta, é natural que as famílias vinculem essas manifestações ao Alzheimer porque se trata de uma doença emblemática em termos de alterações neurodegenerativas e deterioração de células do cérebro. No Brasil, a patologia já atinge 1,2 milhão de pessoas, de acordo com a Academia Brasileira de Alzheimer, e é a principal demência entre os idosos. Apesar disso, algumas doenças vasculares ou infecciosas também podem levar uma pessoa a essa condição.
O médico Flávio Chaimowicz acredita que haja mais casos de Alzheimer do que os oficialmente diagnosticados, e isso se explica porque o número de pessoas que ultrapassam 75 anos de idade, fase da vida em que a patologia é mais comum, está aumentando. Chaimowicz alerta sobre a possibilidade de diagnósticos incorretos. “Como o número de pessoas com Alzheimer aumenta, todos começam a falar sobre a doença. Cresce, então, o diagnóstico errado em pessoas que têm, muitas vezes, apenas problemas de memória”, acrescenta o professor.
Diferentemente de algumas enfermidades identificadas por meio de exames de imagem, o diagnóstico das patologias neurodegenerativas é mais complexo e envolve avaliação cognitiva e relatos dos familiares. O médico analisa a memória, a capacidade de usar a linguagem, a orientação em relação ao tempo e ao espaço e o bom julgamento do paciente. Por essa razão, Chaimowicz acredita que o médico deve ter bastante experiência e ser capaz de conduzir um exame clínico eficaz.
No sistema público de saúde, o diagnóstico costuma ocorrer de forma tardia. Segundo Fausto Pimenta, pacientes do SUS têm acesso mais restrito, o que os leva a buscar ajuda médica apenas quando a doença já está agravada. Já no sistema privado percebe-se a procura por vários especialistas ainda na fase inicial da doença neurodegenerativa. “Pessoas que acham que têm problemas de memória e que possuem casos na família devem recorrer a um especialista. Na verdade, qualquer pessoa com mais idade deve procurar um médico, especialmente aquelas acima de 60 anos”, ressalta Fausto Pimenta, que coordena o Laboratório de Qualidade de Vida e Cognição da Ufop.
Prolongar a independência
“Se um paciente com Alzheimer se enrola com a fivela do seu cinto, seu cuidador deve comprar calças com elástico”, recomenda Flávio Chaimowicz . Para ele, cuidar do idoso vai muito além de oferecer conforto: é importante prolongar sua independência. Para isso, é fundamental identificar cada um dos problemas que afetam a autonomia e o bem-estar da pessoa com demência, cuidando deles separadamente.
De caráter multidisciplinar, o tratamento dessas patologias envolve nutricionistas, educadores físicos, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, fisioterapeutas e enfermeiros. Chaimowicz frisa a importância do psicólogo, que deve focar no cuidador, que está presente no cotidiano do idoso, respondendo às suas necessidades. Essa pessoa, que costuma ser o cônjuge ou um parente próximo, é exposta a uma sobrecarga emocional que compromete sua saúde. “A pessoa bem cuidada cuida bem. Esse é o nosso lema”, concorda Fausto Pimenta.
Para muitos, é impossível conceber um tratamento que não envolva medicação. Chaimowicz explica que eles existem e são usados diante de uma grande pressão da indústria farmacêutica, mas sua eficácia é limitada. Zelar pelos cuidadores, coordenar as ações de diferentes profissionais da saúde e educar a comunidade sobre tais doenças é ainda a melhor forma de encará-las.
O evento, organizado em parceria com o Instituto Unimed BH, é gratuito e aberto ao público. A plateia poderá fazer perguntas aos palestrantes. O debate começa às 10h, na cafeteria do Espaço do Conhecimento, que fica na Praça da Liberdade, 700. Mais informações podem ser solicitadas pelo telefone (31) 3409-8350 ou obtidas no site do Espaço do Conhecimento.
(Com Assessoria de Comunicação do Espaço do Conhecimento)
https://ufmg.br/comunicacao/noticias/desafio-de-cuidar-espaco-do-conhecimento-debate-demencias-e-alzheimer
Marly
30 de junho de 2018 11:13 amO tiranete de Curitiba!!!
Quais os motivos que fazem o Supremo se manter tão acovardado? Uma vergonha!!!
Marly
30 de junho de 2018 11:15 amOops!
Seria em resposta ao comentário do Webster Franklin.
Marly
30 de junho de 2018 11:28 amO A-B-C do Neoliberalismo!
[video:https://youtu.be/_PzxrW2NgME%5D
Marly
30 de junho de 2018 11:41 amAh… Se todos fossem iguais a você!!!
Se todos tivessem a honestidade, a garra, e a coragem dessa guerreira, que maravilha seria viver em nosso país! A chantagem não sobreviveria! O Brasil é rico o suficiente para proporcionar uma vida dígna para todos!
[video:https://youtu.be/jXtYYT4yQAw%5D