Ana Gabriela Sales
Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.
Camila Bezerra
Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...
Carla Castanho
Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN
Spin GGNauta
3 de julho de 2018 8:45 amBozzónaro e o STF dele
http://www.tijolaco.com.br/blog/bolsonaro-afinal-admite-que-quer-fazer-com-o-stf-o-que-ditadura-fez/
Bruno Cabral
3 de julho de 2018 10:00 amDirceu sem tornozeleira
Moro desobedeceu STF ao mandar Dirceu usar tornozeleira, decide Toffoli
https://www.conjur.com.br/2018-jul-02/moro-desobedeceu-stf-mandar-dirceu-usar-tornozeleira-toffoli
Marly
3 de julho de 2018 10:44 amSerá uma tênue luz?
Quem sabe, uma pequena luz esteja tentando clarear o obscurantismo que há alguns anos vem apequenando o STF! Quem sabe, esse mesmo STF, não esteja mais se deixando prender por garrras menores?
https://g1.globo.com/politica/operacao-lava-jato/noticia/toffoli-cassa-decisao-de-moro-que-impos-tornozeleira-eletronica-a-jose-dirceu.ghtml
Coelho
3 de julho de 2018 10:48 amFlávio Rocha diz que há 100 anos o Brasil é um país socialista
E que o Estado brasileiro, do jeito que atua, é a mãe de todas as desgraças. Será mesmo, Flávio?
O Flávio tem memória curta e, se não fosse a intervenção de Bob Fernandes, teria se esquecido do fato que aparece na manchete seguinte:
Riachuelo (do Flávio Rocha) receberá empréstimo do BNDES para expansão da rede
Órgão aprovou dois financiamentos, no valor total de R$ 167,4 milhões, para a Guararapes realizar investimentos de expansão e modernização.
Fonte: https://exame.abril.com.br/negocios/riachuelo-recebera-emprestimo-bndes-para-expansao-da-rede/ %5Bvideo:https://youtu.be/b2AnI0sj60w%5D
nilo filho
3 de julho de 2018 10:59 amDELAÇÃO FALSA.
DELAÇÃO FALSA. ITÁLIA
Policiais são denunciados em caso sobre morte de Borsellino
02/07/2018
(ANSA) – O Ministério Público de Caltanissetta, no sul da Itália, denunciou três policiais por tentarem atrapalhar as investigações sobre o atentado que tirou a vida do juiz antimáfia Paolo Borsellino, em 1992.
Os agentes Mario Bo, Michele Ribaudo e Fabrizio Mattei são acusados de ter montado uma versão sobre os preparativos do ataque e obrigado o falso delator Vincenzo Scarantino a citar nomes de pessoas inocentes.
Os três agiam sob comando do policial Arnaldo la Barbera, já morto, e responderão pelo crime de “calúnia”. Por causa da armação, sete inocentes chegaram a ser condenados à prisão perpétua. “Foi uma das mais graves despistagens da história judiciária italiana”, diz a acusação, que ainda não conseguiu descobrir as motivações por trás do suposto esquema.
Borsellino foi assassinado em 19 de julho de 1992, em Palermo, quando um carro repleto de explosivos foi detonado em frente à casa de sua mãe no momento em que ele chegava.
Os mandantes e executores do crime foram os mafiosos da Cosa Nostra Salvo Madonia e Vittorio Tutino. O chamado “massacre de via D’Amelio” também vitimou cinco agentes da escolta do magistrado, que, ao lado de Giovanni Falcone, também assassinado, liderava os processos contra a Máfia. (ANSA)
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http://ansabrasil.com.br/brasil/noticias/italia/noticias/2018/07/02/policiais-sao-denunciados-em-caso-sobre-morte-de-borsellino_88e32602-74a1-4ceb-9272-0e8dc67f0689.html
nilo filho
3 de julho de 2018 11:01 amNOTA; resultado da falsa
NOTA; resultado da falsa delação – 7 inocentes condenados à prisão perpétua
antonio francisco
3 de julho de 2018 11:28 amPesquisa da comunicação investiga fenômeno dos repórteres-robôs
Notícia no sítio da UFMG
Artifício viabiliza publicação automática de milhares de notícias em poucos minutos
segunda-feira, 2 de julho 2018, às 05p4
atualizado em segunda-feira, 2 de julho 2018, às 08p9
Nos últimos anos, alguns jornais passaram, com uso de Inteligência Artificial (AI), a produzir e publicar de modo automático, quase em tempo real, notícias sobre temas que envolvem dados estatísticos, como finanças, esportes, eleições, homicídios e terremotos. O fenômeno dos “repórteres robôs”, caracterizado pela geração em larga escala de notas de estrutura simples, surgiu junto com a especulação sobre a possibilidade de tal artifício, em curto prazo, acabar tornando dispensável a atuação humana nas redações.
Autora de pesquisa sobre o assunto, a jornalista Silvia de Freitas Dalben Furtado chegou a descobertas que desmitificam tal hipótese. “Nenhum ‘jornalista robô’ será capaz, algum dia, de substituir os jornalistas humanos. Softwares, algoritmos e computadores são realidades presentes há décadas nas redações”, minimiza. A boa-nova trazida pelo universo do jornalismo automatizado, segundo a pesquisadora, é a viabilidade da publicação automática de milhares de textos em poucos minutos – algo impossível em se tratando da cobertura jornalística convencional.
No mês passado, Silvia Dalben defendeu a dissertação Cartografando o jornalismo automatizado: redes sociotécnicas e incertezas na redação de notícias por robôs, no Programa de Pós-graduação em Comunicação Social da Fafich, e abordada em matéria publicada na edição 2.022 do Boletim UFMG. A inovação, como reforça a pesquisadora, proporciona a feitura de textos curtos e repetitivos, cujas fórmulas são pré-elaboradas por pessoas nas redações. “Mas o mecanismo não é capaz de incorporar as subjetividades da narrativa jornalística nem aspectos relativos a sua importância social”, contrapõe.
Leia mais, no link
https://ufmg.br/comunicacao/noticias/pesquisa-da-comunicacao-investiga-fenomeno-dos-reporteres-robos
alfeu
3 de julho de 2018 11:54 am*
Hydro não faz controle de metais pesados no rio Pará, aponta CPI
Lilian Campelo, do Brasil de Fato
A empresa Hydro Alunorte não realiza um controle de análises de metais pesados de seus efluentes que são despejados no rio Pará, em Barcarena. Essa foi uma das conclusões ocorridas durante audiência da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) realizada nesta quinta-feira (28) no auditório da Assembleia Legislativa do Pará (Alepa), que investiga os crimes ambientais naquele município.(…)
[video:https://www.youtube.com/watch?v=5Y-veie86O0 align:center]
“O Pará é o paraíso das indústrias; podem vim aqui e contaminar porque o órgão ambiental não cobra nem análise de metais pesados”, declara a professora da UFPA Simone Pereira durante a CPI / Foto: Carlos Boução/Alepa
(…) Para a pesquisadora Simone Pereira, do Laboratório de Química Analítica Ambiental (Laquanan), da UFPA, que estava presente na CPI e que há anos desenvolve estudos na região, a explicação para os sucessivos danos socioambientais registrados nas últimas décadas se deve à ausência de atuação da Semas e da Justiça do estado.
“Para mim é muito simples, você tem um órgão de controle ambiental que não controla absolutamente nada e uma justiça extremamente lenta que não julga absolutamente nada”. (…)
https://www.brasildefato.com.br/2018/06/29/hydro-nao-faz-controle-de-metais-pesados-no-rio-para-aponta-cpi/
antonio francisco
3 de julho de 2018 12:33 pmRobôs são 64% dos seguidores de Álvaro Dias
https://twitter.com/folha_poder/status/1014016396131536896
alfeu
3 de julho de 2018 3:08 pm*
Curitiba extingue Secretaria que atendia refugiados
Ana Carolina Caldas, no Brasil de Fato
(…) Para defesa de seus direitos, até o ano de 2017, funcionava na capital a Secretaria de Direitos Humanos, mas que foi extinta pelo atual prefeito, Rafael Greca. Com a Secretaria, projetos para integração dos migrantes eram realizados, além da sensibilização de funcionários dos serviços básicos para população refugiada.(…)
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Lusia Loxca é síria, tem 27 anos e há um ano se formou em Arquitetura na Universidade Federal do Paraná. A primeira aluna refugiada a se formar no estado está há 4 anos no Brasil, quando ela, seu marido e a família dele resolveram fugir da guerra na Síria. Após formada, já trabalhou em diferentes escritórios de Arquitetura na cidade. Ela diz não se arrepender de toda a caminhada e se sente feliz. Hoje a universidade tem 29 alunos refugiados ou com visto humanitário matriculados em cursos de graduação.(…)
https://www.brasildefato.com.br/2018/07/02/curitiba-extingue-secretaria-que-atendia-refugiados/