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Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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17 Comentários
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  1. Jussara Lourenço

    15 de maio de 2014 4:31 am

    Desculpem, mas o artigo ainda

    Desculpem, mas o artigo ainda não foi traduzido para o português.

    Estou postanto porque acredito que é muito interessante.

    http://www.minds.com/blog/view/313314770633625600/how-five-american-companies-control-what-you-think

     

  2. Jussara Lourenço

    15 de maio de 2014 4:37 am

    Petróleo

    Como não é possível propor sanções para o Brasil, a estratégia é desacreditar a Petrobrás…

    Interessante reportagem que mostra um outro lado da história da política americana em relação ao petróleo.

    Infelizmente, também não há tradução.

    http://rt.com/business/158936-us-oil-ban-export/

     

  3. Assis Ribeiro

    15 de maio de 2014 9:08 am

    Kakay ao 247: ‘Barbosa quis

    Kakay ao 247: ‘Barbosa quis se vingar do plenário’

    Em entrevista ao 247, o criminalista Antonio Carlos de Almeida Castro, um dos mais conceituados do País, interpretou a nova jurispridência criada por Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal, ao impedir que condenados ao regime semiaberto, como José Dirceu e Delúbio Soares, possam trabalhar; “ele decidiu se vingar dos próprios colegas que o derrotaram na votação dos embargos, impondo a sua vontade”, afirma; de acordo com Kakay, o plenário do STF não tem alternativa, a não ser corrigir o erro de seu presidente, que, se mantido, terá graves consequências para a política carcerária no País; “a obsessão de Barbosa por José Dirceu não pode provocar tamanho retrocesso”

    Joaquim Barbosa decidiu se vingar. Mas não do ex-ministro José Dirceu, alvo de sua obsessão. Desta vez, a vingança foi dirigida aos próprios colegas que formam o colegiado do Supremo Tribunal Federal. Precisamente, os ministros Gilmar Mendes, Celso de Mello, Marco Aurélio Mello, Teori Zavascki, Rosa Weber, Carmen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli, Luís Roberto Barroso e Luiz Fux. A tese é do criminalista Antonio Carlos de Almeida Castro, um dos mais conceituados do País, que, na Ação Penal 470, defendeu o publicitário Duda Mendonça, garantindo sua absolvção. “Ao que tudo indica, ele não suportou ser derrotado na votação dos embargos infringentes”, disse Kakay, como é conhecido o advogado, ao 247. “Ele se vingou do plenário”.

    Na votação dos embargos, caiu a condenação pelo crime de quadrilha. Assim, diversos réus, como José Dirceu, Delúbio Soares e João Paulo Cunha, migraram do regime fechado para o semiaberto – o que lhes daria o direito ao trabalho externo. No entanto, ao negar o direito ao trabalho de José Dirceu, Barbosa se viu forçado, na visão de Kakay, a cometer a mesma injustiça contra outros réus. “Ele provou, mais uma vez, que não se submete à vontade do próprio plenário do STF”, diz o advogado. “É um juiz que tem uma visão autocrática da Justiça”.

    Kakay também se disse chocado com o que Barbosa afirmou do advogado José Gerardo Grossi, ao negar o pedido de José Dirceu – o presidente do STF qualificou a oferta de trabalho como uma ação entre amigos, usando, de forma pedante, a expressão francesa “complaisance entre copains”. “Além de tudo, ele provou que é uma pessoa sem nenhum tipo de gratidão. Pois quando o Grossi decidiu defendê-lo de graça, Barbosa não viu nenhuma ‘complaisance entre copains'”, diz Kakay (saiba mais aqui).

    O advogado afirma que nada na conduta do presidente do Supremo Tribunal Federal o surpreende. “Surpreenderia se ele adotasse um gesto de civilidade”, afirma. “Mas ele é movido apenas por sua obsessão com José Dirceu. Ocorre que quem tem uma nota só, não tem nenhuma”. Kakay diz ainda que se Barbosa não é capaz de respeitar os condenados, deveria, no mínimo, respeitar seus colegas no STF.

    Resposta do plenário

    Kakay afirma que a única saída para o Supremo Tribunal Federal e para a credibilidade da Justiça no Brasil é uma revisão da decisão de Barbosa pelo plenário. “O ministro Joaquim Barbosa, com uma canetada, revogou uma jurisprudência que estava pacificada em todos os tribunais e vinha de 15 anos, desde 1999, no que diz respeito a presos condenados ao semiaberto”, diz ele. “Um presidente do STF pode muito, mas não pode tudo”.

    O que é de se lamentar, segundo Kakay, é que a pauta do STF seja determinada por seu presidente. “Ele é um presidente que decidiu encarnar também os papéis de relator da Ação Penal 470 e de carcereiro dos réus, algo que jamais se viu na história do Judiciário”, afirma. Barbosa seria então um ditador? “Como já dizia Rui Barbosa, a pior ditadura é a do Poder Judiciário”, responde Kakay.

    Segundo o advogado, em respeito aos próprios colegas, ele deveria submeter ao plenário da corte os recursos que já foram apresentados pelos réus. “O plenário terá que corrigir esse erro, porque a obsessão de uma pessoa não pode provocar tamanho retrocesso no País”, diz Kakay, lembrando que milhares de condenados ao semiaberto poderão ser afetados por sua decisão.

    http://www.brasil247.com/pt/247/brasilia247/139698/Kakay-ao-247-%27Barbosa-quis-se-vingar-do-plen%C3%A1rio%27.htm

    1. IV AVATAR

      15 de maio de 2014 9:57 am

      Barbosa usa “seus presos”(não presos do Estado) para se promover

      Barbosa usa “seus presos”(não presos do Estado) para se promover: Este é o ponto central dessa questão, como se sabe, fez parte dessa estratégia uma resolução baixada por ele mesmo para virar carceiro e fazer seu marketing pessoal ao posar para o povão como “O Homem Que Prende e Arrebenta Poderosos”, claro os verdadeiramente são meticulosamente poupados, ele(Babrosa) fez de tudo para preservar DD, inclusive escondeu dos demais juizes peças do processo, didso todos sabemos. Não podemos admitir isso por parte de uma autoridade pública: O uso de presos como estratégia de marketing eleitoral em proveito próprio ou de outrem. Isso é crime de todos os pontos de vista: Contra os direitos humanos, contra os princípios éticos e a civilidade, …..qual é mesmo a tipificação disso para o serviço público: Usar de ilegalidade para proveito próprio: Prevaricação? Abuso de poder? Inadmissível isso que está ocorrendo no Brasil. 

  4. Assis Ribeiro

    15 de maio de 2014 9:11 am

     No reino das anedotas,

     No reino das anedotas, papagaio é destronado por tucano

    Em São Paulo, alckmistas, serristas e covistas fizeram uma roda para transformar uma comissão parlamentar de inquérito em piada de salão.

    O reino das anedotas já não é mais o mesmo. As piadas de papagaio perderam o posto para as de tucano.

    Em São Paulo, alckmistas, serristas e covistas fizeram uma roda para transformar uma comissão parlamentar de inquérito em piada de salão. O que era para ser uma CPI para investigar pedágios tornou-se uma CPIADA.

    Com maestria, conseguiram fazer do limão uma marmelada.

    Gostemos ou não, precisamos reconhecer: os tucanos são inventivos. Inventaram a primeira CPI das galáxias feita não para investigar, mas para homenagear alguém.

    Em homenagem ao ex-governador Mário Covas, deputados estaduais do PSDB e seus aliados deram ao seu neto, Bruno Covas, o trabalho de presidir a Comissão que deveria investigar o avô e seus contratos que presentearam São Paulo com os pedágios mais caros do País. Justiça seja feita, uma obra de Covas continuada por seus herdeiros – Alckmin e Serra, que são “gente que faz”.

    Com isso, todos podem dormir tranquilos. O Triângulo das Bermudas paulista (Covas, Serra e Alckmin) será ungido por esta CPI isenta à condição de santíssima trindade do interesse público. Para evitar surpresas, a relatoria dessa mesma CPI está entregue ao PPS, o Partido que Paparica Serra.

    Há muitos e muitos séculos, Júlio César, mesmo que todo-poderoso em Roma, lançou a máxima de que não basta ser honesto; é preciso parecer honesto. Os tucanos, ao contrário, não parecem preocupados nem com uma coisa e nem com outra.

    http://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Politica/No-reino-das-anedotas-papagaio-e-destronado-por-tucano/4/30917

  5. Assis Ribeiro

    15 de maio de 2014 9:26 am

    Pós-proletariado, a nova

    Pós-proletariado, a nova classe social das ruas

    O precariado desconcerta a direita e a esquerda, diz Guy Standing, ex-diretor da OIT

    Guy Standing é PhD pela Universidade de Cambridge e professor de Estudos do Desenvolvimento da Escola de Estudos Oriental e Africano da Universidade de Londres. O ex-diretor da Organização Internacional do Trabalho veio ao Brasil a convite da União Geral dos Trabalhadores e do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho da Unicamp para falar sobre a nova classe produzida pelo neo-liberalismo, o pós-proletariado. Standing recorre a um neologismo, precariado (precariat em inglês) para sintetizar a dupla condição de proletários e precários dessa parcela da população. Com uma agenda de reivindicações surpreendente mesmo para governos progressistas, partidos de esquerda e sindicatos, ocupa as ruas e praças das metrópoles mundiais e se manifesta, no Brasil, nos movimentos espontâneos de rua desde junho. O autor do livro Precariado – A nova classe perigosa concedeu esta entrevista à CartaCapital:

    CartaCapital: O que é o pós-proletariado?

    Guy Standing: Pós-proletariado é a classe que está perdendo seus direitos culturais, civis, sociais, políticos e econômicos. São muitos milhões de pessoas ao redor do mundo sem uma âncora de estabilidade. Chamo-os também de precariado, uma combinação do adjetivo precário com o substantivo proletariado.

    CC: Por que estas pessoas estão perdendo seus direitos?

    GS: Parte se deve à globalização e parte às estratégias neoliberais. Uma quantidade enorme de cidadãos não obtém emprego na sua área de especialização e acaba trabalhando em funções nas quais eles não conseguem aplicar seu conhecimento. Desde que lancei o meu livro sobre o assunto, fui convidado a falar sobre o tema em mais de 200 lugares em 31 países. Isso porque milhões de pessoas começaram a sentir que pertencem a esse pós-proletariado. Para entendê-lo, é necessária uma abordagem marxista do fenômeno, mas não a do século XIX. Ele é fruto de uma estrutura de classes resultante da globalização. Essa estrutura gera uma plutocracia no topo da sociedade, com menos de 1% da população. Abaixo dela, estão os assalariados não integrantes da classe trabalhadora. São os privilegiados com boa renda, investidores do mercado acionário e donos de imóveis para alugar. Outro grupo que está emergindo é uma combinação de profissionais e técnicos. Essas pessoas são independentes, orientadas por um projeto. Elas não querem a segurança do trabalho, têm muito dinheiro. São parte do sistema. Abaixo, está o velho proletariado, com emprego estável e remunerado. Os partidos social-democratas, trabalhistas, os sindicatos eram orientados por essa classe, mas ela está diminuindo. Os sindicatos e os políticos progressistas têm de se reinventar, porque abaixo de tudo isso surgiu o pós-proletariado.

    CC: Quais as características principais dessa nova classe?

    GS: São três. A primeira é que seus integrantes têm empregos casuais. Mas essa é a parte menos importante. Sempre houve informalidade, precariedade. Mais relevante é esses cidadãos não terem identidade ocupacional, nem uma narrativa para dar às suas vidas e contar para os netos. Outra característica é precisarem fazer muitas coisas pelas quais não são pagas: preparar curriculum vitae, procurar emprego, passar por treinamento. Isso deixa os indivíduos inseguros. É também a primeira classe com nível de educação e qualificação acima do exigido pelo trabalho. A pessoa tem grau universitário, mas trabalha como garçom, por exemplo. Eles não têm acesso a benefícios além do salário, como pensões, seguro-saúde e licença-maternidade. Tampouco são assistidos pelo governo. Enquanto historicamente o proletariado lutava e conseguia mais direitos, os pós-proletários estão progressivamente perdendo direitos. Isso gera uma diminuta chance de mobilidade social.

    CC: No Brasil, país com uma das menores taxas de desemprego do mundo, há pós-proletariado?

    GS: O país tem baixo desemprego e programas sociais, como o Bolsa Família, desde o governo Lula. Mas, apesar da formalização e dos avanços, há milhões de pessoas não beneficiadas. Esse processo ocorre no mundo todo. A desigualdade no Brasil ainda é uma das maiores do mundo. O que está em curso é um processo de flexibilização do trabalho global.

    CC: Qual a consequência política do crescimento desta nova classe?

    GS: Muitos trabalhadores passam do proletariado para o pós-proletariado e são presas fáceis para partidos e governos fascistas e populistas, aproveitadores da insegurança e dos medos da população.

    CC: O senhor vê governos populistas na América Latina?

    GS: O populismo é um clássico na América Latina. Usa sempre o carisma, promete um Estado mais forte, paternalista. Mas sempre joga contra minorias – imigrantes, gays, mulheres, religiosos e principalmente com os imigrantes, que são nostálgicos, não têm um senso de lar e mantêm a cabeça baixa. Alguns Estados deliberadamente os perenizam na ilegalidade. Os populistas usam os ilegais como capital, porque são mão-de-obra barata. E os partidos políticos progressistas e os sindicatos ainda não entenderam o pós-proletariado, que não quer voltar a ser proletariado.  A esquerda parece ter esquecido da necessidade uma nova transformação em direção à maior igualdade e liberdade. A estratégia deve ser construída observando as aspirações dessa classe emergente, que não quer nem pode tomar o poder nas fábricas. Há necessidade de uma nova forma de ação. Os sindicatos hoje são vistos como algo para proteger privilegiados.

    CC: A necessidade de uma nova forma de ação explica as jornadas de junho de 2013 no Brasil?

    GS: Sim. A mobilização contra o aumento das tarifas de ônibus no Brasil foi uma fagulha, em processo semelhante ao das lutas em Istambul, Londres e Estocolmo. Foram dias de fúria. Vou me encontrar com alguns líderes importantes europeus preocupados em entender o que está acontecendo. Milhões de pessoas tentam compreender seu papel. A próxima luta vai ser por representação. Os manifestantes se diziam totalmente apolíticos, mas isso está mudando. A política é a essência da representatividade. No entanto, deve ser uma nova política. Tem de incorporar a agenda do pós-proletariado. Outra agenda é a da redistribuição. Não a do velho projeto socialista. Quais são os bens mais almejados? A segurança é um deles e transcende a garantia de renda, tem a ver com cidadania. O segundo é o controle do tempo. O terceiro é a redistribuição de espaços públicos de qualidade como parques, museus, banheiros. Por fim, educação de boa qualidade para todos e conhecimento financeiro, para manusear melhor a renda e o crédito disponíveis.

    http://www.cartacapital.com.br/economia/pos-proletariado-a-nova-classe-social-das-ruas-2039.html

     

  6. Assis Ribeiro

    15 de maio de 2014 9:33 am

    Eleição de 2014 no Brasil é

    Eleição de 2014 no Brasil é chave para os Estados Unidos

    Pela primeira vez na história da democracia brasileira temos um governo de centro-esquerda tão longo, construído a partir do centro político e conduzido pelo PT. Agora, o desafio do PT e do governo Dilma é, ao mesmo tempo, manter esse centro político e construir uma nova agenda social para a classe trabalhadora do país. A avaliação é do economista Marcio Pochmann, ex-presidente do IPEA e atual presidente da Fundação Perseu Abramo, que participou de um debate segunda-feira à noite, no Hotel Everest, promovido pelo mandato do deputado federal Pepe Vargas (PT).

    Pochmann fez um balanço sobre o período de doze anos dos governos Lula e Dilma, falou sobre os desafios que estão colocados para a continuidade desse projeto nos próximos anos e analisou o cenário internacional no qual se dará essa disputa, em especial no que diz respeito às relações entre Brasil e Estados Unidos.

    Para contextualizar a natureza desses desafios, Marcio Pochmann situou a posição do Brasil hoje no mundo. “O Brasil não é um país do centro dinâmico capitalista. Não temos uma moeda forte internacionalmente, não temos uma produção tecnológica de peso, a nossa participação em patentes é muito débil e também não temos forças armadas de grande peso”. Ou seja, apesar de o protagonismo internacional do país ter aumentado significativamente nos últimos anos, o Brasil segue sendo um país da periferia capitalista e é neste contexto que os desafios para o futuro devem ser pensados.

    O economista atribuiu o sucesso do projeto atualmente no comando do país ao grande grau de mobilização e enraizamento social do PT e à fragmentação da classe dominante provocada pelas políticas neoliberais. Esse quadro, assinalou Pochmann, permitiu que o PT chegasse ao governo federal com uma maioria política muito fragmentada e tendo que lidar com uma série de contradições geradas pelo neoliberalismo. Isso aconteceu também em virtude de uma nova relação adotada com o centro político.

    “Nós aprendemos com movimentos políticos anteriores, como o de João Goulart, que tentaram fazer reformas no Brasil, mas foram interrompidos pelas classes dominantes. Essas tentativas nos tornaram mais cuidadosos quanto às fragilidades da democracia no Brasil. A estrutura do nosso Judiciário é praticamente a mesma do tempo da ditadura. O Legislativo hoje, em todas as suas esferas, dá golpes no poder Executivo, caso esse afronte os interesses dominantes”.

    Esse aprendizado com derrotas anteriores e a decisão de incorporar o centro político tiveram como uma de suas contrapartidas, assinalou ainda Pochmann, a necessidade de fazer uma série de concessões. “Temos uma democracia com problemas, com uma representação extremamente desigual. Um exemplo disso é o peso dos proprietários de terra no Congresso. Apesar desses limites e problemas, o PT está há 12 anos no governo federal e procurou fazer uma polarização mais avançada, mas sempre preservando o centro”. Para Pochmann, as três principais conquistas desse período foram as seguintes:

    1. Reposicionamento do Brasil no mundo. O Brasil é hoje uma referência internacional. O país inventou outra diplomacia que, entre outras coisas, perdoou a dívida de países mais pobres e estabeleceu acordos de cooperação técnica. Nós mudamos o padrão de nossas relações comerciais, fortalecendo o eixo Sul-Sul. Nossas Forças Armadas estão firmando parcerias, como ocorreu agora com a Suécia no caso da compra dos caças, que envolvem transferência de tecnologia. Em parceria com França e Argentina, estamos construindo submarinos nucleares. Na licitação do campo de Libra, firmamos relações com chineses e franceses. Tudo isso expressa uma mudança significativa na política de inserção internacional do Brasil.

    2. Construção de uma nova estratificação social. O salário mínimo aumentou mais de 70% em termos reais. Houve uma expansão do trabalho com a criação de 22 milhões de novos empregos, 90% deles com a carteira assinada. A média salarial do país, embora ainda seja baixa, chegou a dois salários mínimos, o que significou uma expressiva mudança na inserção social e econômica de milhões de pessoas.

    3. Reinvenção do mercado. Hoje temos de 10 a 12 políticas públicas voltadas para pequenos empreendimentos, cerca de 4 milhões de microempreendedores individuais, que têm acesso a políticas de compras públicas e de microcrédito.

    O reposicionamento dos EUA no cenário mundial

    Ao contextualiza o cenário internacional no qual se dará a disputa eleitoral este ano Brasil, Pochmann destacou como tema central o reposicionamento dos Estados Unidos. “Desde 2008, os Estados Unidos estão com um problema sério e olham para a China cada vez com mais atenção. Os EUA estão deixando o Iraque e o Afeganistão em segundo plano e se preparando para enquadrar a China  e também os BRICs. Além disso, estão enfrentando a crise energética apostando no xisto e ganharam em competitividade com a redução do custo de sua mão-de-obra nacional. Hoje, os EUA querem se livrar do Iraque e do Afeganistão e se concentrar na China”.

    Neste cenário, acrescentou Pochmann, a eleição de 2014 no Brasil é chave para os Estados Unidos. Não é pouca coisa que está em jogo no futuro político do país. “O ataque que a Petrobras vem sofrendo não é só eleitoral, mas tem também um elemento de disputa comercial dramático. O Brasil precisa ter grandes empresas, públicas e privadas, para assumir uma posição menos periférica em um mundo onde as grandes corporações econômicas são responsáveis por dois terços dos investimentos em novas tecnologias. Além isso, precisa também construir um grande bloco de investimentos, como tivemos com Getúlio e JK, com capacidade de coordenar o investimento privado no país”.

    Tarefas para o futuro

    O economista apontou, por fim, algumas tarefas que o PT e seus aliados têm no próximo período para garantir a continuidade e o avanço do atual projeto. Entre elas, destacou:

    Construção de uma nova agenda para a classe trabalhadora: temos um grande crescimento de trabalhadores no setor de serviços, de trabalho imaterial. Cerca de 22 milhões de pessoas entraram no mercado de trabalho e que não foram para os sindicatos. Nós temos um outro tipo de trabalho hoje, com grande expansão do trabalho imaterial, onde as pessoas estão conectadas 24 horas por dia. Não sei se as instituições que temos hoje são portadoras de uma agenda para o futuro. Tivemos cerca de 40 milhões de pessoas que ascenderam socialmente. Esse é um segmento em disputa.

    Revolução na Educação: por que o filho do pobre tem que entrar no mercado de trabalho antes de terminar a universidade? O país precisa desenvolver um sistema de educação contínua, uma educação para a vida toda. Todas as grandes empresas brasileiras têm hoje uma universidade corporativa. Elas têm a consciência de que é preciso aprender e capacitar durante toda a vida. As pessoas estão vivendo mais e trabalhando até mais tarde. Cerca de um terço dos aposentados e pensionistas estão trabalhando.

    Jornada de Trabalho: é preciso uma CLT de novo tipo para os trabalhadores do setor imaterial (serviços). Cada vez mais as pessoas estão trabalhando muito em casa e estão trabalhando mais. Nada disso está regulamentado.

    http://www.sul21.com.br/jornal/eleicao-de-2014-no-brasil-e-chave-para-os-estados-unidos/

  7. IV AVATAR

    15 de maio de 2014 10:28 am

    Sobre os abusos de Barbosa

    Barbosa usa “seus presos”(não presos do Estado) para se promover: Este é o ponto central dessa questão, como se sabe, fez parte dessa estratégia uma resolução baixada por ele mesmo para virar carcereiro e fazer seu marketing pessoal ao posar para o povão como “O Homem Que Prende e Arrebenta Poderosos”, claro os verdadeiramente são meticulosamente poupados, ele(Barbosa) fez de tudo para preservar DD, inclusive escondeu dos demais juizes peças do processo, ocultou provas da inocência dos réus jogando-as num processo paralelo para o qual decretou sigilo, disso todos sabemos. Não podemos admitir isso por parte de uma autoridade pública: O uso de presos como estratégia de marketing eleitoral em proveito próprio ou de outrem. Isso é crime de todos os pontos de vista: Contra os direitos humanos, contra os princípios éticos e a civilidade, …..qual é mesmo a tipificação disso para o serviço público: Usar de ilegalidade para proveito próprio: Prevaricação? Abuso de poder? Violência arbitrária? Advocacia administrativa? Campanha eleitoral antecipada? Há um rol de crimes ai, cometidos contra a cidadania, a administração pública, a magistratura,….inadmissível isso que está ocorrendo no Brasil. 

     

     

    Violência Arbitrária

    Art. 322 – Praticar violência, no exercício de função ou a pretexto de exercê-la:

    Pena – detenção, de 6 (seis) meses a 3 (três) anos, além da pena correspondente à violência.

    obs.dji.grau.3: Ação Pública de Crime de Reponsabilidade – L-005.249-1967Direito de Representação e Processo de Responsabilidade Administrativa Civil e Penal nos Casos de Abuso de Autoridade – L-004.898-1965

     

    obs.dji.grau.4: Crimes Praticados por Funcionário Público Contra a Administração em GeralFuncionário PúblicoViolência

  8. Francisco de Assis

    15 de maio de 2014 11:01 am

    PARA QUE SERVE O FORA DE PAUTA ?

    PARA QUE SERVE O FORA DE PAUTA ?

    Para quê os colaboradores do Blog do Nassif produzem textos da própria lavra e os expõem no Fora de Pauta para avaliação de mérito para publicação como Post ?

    Alguém, entre editores e responsáveis do Blog, lê o Fora de Pauta ?

    Ou escrevemos à toa ? 

    Pois o que vemos aqui é uma imensa e nítida preferência pelo Clipping, que tem, claro, grande valor, em detrimento do Fora de Pauta.

    Pois não é que,por teimosia, alguns dos colaboradoes, eu incluso, produzimos nosso próprio texto, e os expomos para avaliação de mérito no Fora de Pauta, e, às vezes, impacientes com a falta de atenção, os repetimos, não apropriadamente, no Clipping.

    E então temos que publicá-los de novo aonde ? Como comentário em Posts que apenas reproduzem, muitas vezes, matérias da mídia corporativa, tendenciosa e golpista. 

    Como aconteceu ontem, no Post PGR defende direito de Dirceu a trabalho externo, reprodução de matéria de Carolina Brígido, de O Globo, em https://jornalggn.com.br/noticia/pgr-defende-direito-de-dirceu-a-trabalho-externo.

    Carolina Brígido é aquela jornalista que, convidada pelo Tiranete de Paracatu, vaijou, ida e volta, sentadinha do ladinho de Joaquim Barbosa para a Costa Rica, com passagens pagas COM DINHEIRO PÚBLICO (não, não foi com dinheiro do Cartão VisaNet do psico-sociopata).

    E a Globo, bem, é aquele órgão de imprensa, com sede no Brasil, que CHAMOU A SI (não sejamos mal educados, não vamos chamá-los de LADRÕES DO DINHEIRO PÚBLICO), numa única operação de sonegação criativa, a valores de hoje, nada menos que 1 Bilhão. de Reais. E que não mostra o DARF.

    E que é saudada nas ruas, por um povo eufórico, com o brado retumbante de A verdade é dura, a Globo operou na ditadura.. É isso mesmo ? Ou errei alguma palavra ?

    Resumindo, o Dentro da Pauta do Blog é da Globo e seus satélites reunidos no Instituo Millenium ?.

    E nós, os colaboradores do Blog, estamos mesmo Fora da Pauta ?

  9. Gilberto .

    15 de maio de 2014 1:24 pm

    Lucidez

    Da Folha de hoje.

    http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/165959-com-o-ou-com-a.shtml

    JANIO DE FREITAS

    Com O ou com A

    E vai por aí o conjunto de prepotências que nega o Direito. Deve ser o novo direito. Ou a velha direita?

    Em muitos sentidos, o desenrolar do caso mensalão ultrapassou, desde o início do julgamento, a sua dimensão judicial. Sem mobilizar, no entanto, a classe dos advogados e juristas, que, em geral, evitou incluir-se na movimentação opinativa ativada pela imprensa e publicitariamente aproveitada, como de hábito, pelos chamados cientistas políticos, por sociólogos, historiadores e, não faltariam, economistas. Essa configuração do aspecto judicial e público do caso encerrou-se, e abre agora nova e diferente etapa.

    Não fossem já as inúmeras evidências de que advogados e juristas rompem suas barreiras, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, propicia um exemplo eloquente. No posto que leva a preservar o silêncio, em relação a todo presidente do Supremo Tribunal Federal, mesmo que veja contrariado o seu trabalho, Rodrigo Janot opina com objetividade frontal sobre a retirada do trabalho externo, feita pelo ministro Joaquim Barbosa, de condenados ao regime de prisão semiaberta:

    “O preso tem direito ao trabalho externo, se há oferta de emprego digno e condições de ressocialização.” Nem precisou de acréscimos.

    Joaquim Barbosa não suscitou no meio jurídico apenas discordância e a sentida necessidade de torná-la pública, até para não aparentar aceitação da tese e do ato que impôs com a força do seu cargo (e parece que por ele pensada como sua). Há também muita preocupação com as possíveis extensões da sua decisão a julgamentos em curso no país afora.

    Não é para menos. Trocado em miúdos, o que Joaquim Barbosa faz é extinguir a condenação ao regime semiaberto. Se é exigido do condenado a esse regime que, antes de usufruir do direito ao trabalho externo, cumpra em regime fechado um sexto da pena, ele está igualado aos condenados a regime fechado, que têm direito ao semiaberto quando cumprido igual sexto da pena. Ou seja, regime semiaberto e regime fechado tornam-se iguais. Ou um só.

    A supressão arbitrária é o que mais agita o meio jurídico, mas não é única na tese de Joaquim Barbosa. Diz um trecho: “Não há (…) motivo para autorizar a saída do preso para executar serviços da mesma natureza do que já vem executando atualmente” dentro da penitenciária. O pedreiro, digamos, que tenha nesse ofício sua habilitação para obter emprego em obra externa, como condenado ao semiaberto, terá o seu direito cassado por já prestar serviços de pedreiro na prisão (o trabalho reduz a pena). A tese é um contrassenso primário, porque o regime semiaberto não se caracteriza pelo trabalho, mas pelo direito, sob determinadas condições, de sair da prisão durante o expediente de dias úteis e em alguns dias de folga.

    E vai por aí o conjunto de prepotências, que não nega apenas os códigos brasileiros, mas o próprio Direito. Deve ser o novo direito. Ou seria só a velha direita? Tanto faz, que dá no mesmo.

    NOS COFRES

    O veto de Dilma Rousseff à redução de multas aplicadas às empresas de planos de saúde sustou uma das maiores imoralidades saídas do Congresso.

    Sob a forma de contrabando introduzido em medida provisória sobre assunto muito diferente, o deputado Eduardo Cunha, do PMDB-RJ e líder da bancada peemedebista, criou uma redução de multas que dava às empresas de planos de saúde, e desviava dos cofres públicos, coisa de R$ 2 bilhões.

    O veto não teve importância para o noticiário, mas tem muita, além dos cofres de um lado e de outro, para muitos cofres pessoais e cofres eleitorais.

  10. Assis Ribeiro

    15 de maio de 2014 1:34 pm

    Oito homicídios registrados

    Oito homicídios registrados na Região Metropolitana do Recife

    Pelo menos oito homicídios foram registrados na noite desta quarta-feira e madrugada de quinta-feira, na Região Metropolitana do Recife (RMR). Seis pessoas foram assassinadas no Recife, uma em Igarassu e uma em Moreno. Na coleta de cadáveres, por falta de espaço, a viatura do Instituto de Medicina Legal (IML) teve que transportar dois corpos em um mesmo compartimento.

    Entre os mortos no Recife estão: Alexandre de Lima, foi assassinado no bairro de Jardim São Paulo; Jailton José de Lima, de 26 anos, foi morto com seis disparos de arma de fogo em Areias; Edilson Xavier da Silva, de 35 anos, foi assassinado após ter a casa invadida no Torreão e David Ângelo Alves,de 22 anos, teria sido executado por uma gangue no bairro de Santo Amaro.

    Ontem foi um dia marcado pelo medo. Em meio à deflagração da greve da Polícia Militar, o pernambucano vivenciou não apenas boatos difundidos pelas redes sociais, mas também a violência real. À tarde, um protesto motivado pelo atropelamento de um idoso, na BR-101, em Abreu e Lima, na Região Metropolitana do Recife, transformou a cidade em um cenário de guerra. Dezenas de pessoas saquearam caminhões de bebidas e salgadinhos na estrada, invadiram lojas e furtaram produtos. Um ônibus da empresa Itamaracá foi incendiado e um veículo dos Correios destruído. Era uma prova de que a população estava, sim, cercada também de verdades preocupantes.

    Os comerciantes bem que tentaram escapar da ação dos vândalos ao fecharem as portas mais cedo, mas foram surpeendidos com os arrombamentos. As lojas Insinuante e Laser Eletro foram saqueadas. “A situação está muito tensa. Quando você está na BR-101 e se aproxima da Chesf, já percebe grupos em pontos da rodovia esperando os caminhoneiros para roubos de carga. Mais adiante, no Centro da cidade, as pessoas estão carregando máquinas de lavar, computadores e até geladeiras. Não vi ninguém armado, mas a Polícia Rodoviária Federal não consegue conter o povo e os roubos continuam”, desabafou uma testemunha, no início dos saques.

    À noite, o supermercado Arco-Íris também foi invadido. O Centro de Abreu e Lima anoiteceu com muito lixo no chão, além de eletrodomésticos e sapatos destruídos pelas ruas. Até as 23h, a Polícia Civil prendeu 12 pessoas, o que provocou a ira da população e um confronto com direito a bombas de efeito moral e gás de pimenta. À meia-noite, os saques continuavam.

    No Recife, a população passou o dia em estado de alerta, agravado por um apagão que atingiu vários bairros. Falsas notícias sobre arrastões em locais como a Universidade Católica de Pernambuco, Pina, Boa Viagem e Boa Vista levaram os comerciantes a fecharem as portas mais cedo. “Muitas histórias foram ditas e a gente não sabe o que é verdade ou mentira”, contou Eduardo Henrique, funcionário de uma loja de roupas, fechada uma hora antes do horário normal. Gerente de loja, Rubem Santos afirmou que o movimento foi normal, mas quando anoiteceu os boatos ganharam força. “Com todas as lojas fechando as portas, ficou difícil permanecer”.

    Falsas histórias do estupro de uma adolescente de 12 anos e da perseguição ao suposto estuprador na UFRPE, o linchamento de uma pessoa na Encruzilhada, assaltos e um tiroteio na Avenida Agamenon Magalhães se reproduziram nas redes sociais e viraram verdade para muitos. Também houve, no entanto, ocorrências reais como o assalto a um ônibus em Boa Viagem e arrastões na Avenida Norte e Cruz Cabugá.

    http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/vida-urbana/2014/05/15/interna_vidaurbana,504085/oito-homicidios-registrados-na-regiao-metropolitana-do-recife.shtml

  11. Marcos RTI

    15 de maio de 2014 2:36 pm

    Mulher de dono da TelexFree é presa tentando fugir dos EUA

    Do Terra
    Mulher de dono da TelexFree é presa tentando fugir dos EUA
     15 de maio de 2014 • 10p4

    Katia Wanzeler, mulher de Carlos Wanzeler, foi presa ao tentar embarcar num voo no Aeroporto Internacional JFK, em Nova York

    Katia Wanzeler, mulher de Carlos Wanzeler, um dos coproprietários da TelexFree, foi presa na noite de quarta-feira no Aeroporto Internacional JFK, em Nova York, enquanto tentava embarcar num voo para sair dos Estados Unidos, de acordo com informações do jornal The Boston Globe.

    Carlos Wanzeler é considerado fugitivo pela polícia americana. Segundo o jornal, ele teria fugido dos Estados Unidos para o Brasil com um voo partindo do Canadá. Seu parceiro de negócios, James Merrill, foi preso na semana passada e está sob custódia, aguardando uma audiência que deve acontecer nesta sexta-feira.

  12. basílio

    15 de maio de 2014 6:53 pm

    Da série “Porque tenho as vezes inveja da Argentina”

    Da série  “Porque tenho as vezes inveja da Argentina”

    Universidade argentina adota voluntariado obrigatório para compensar ensino gratuito

    Marcia Carmo

    De Buenos Aires para a BBC Brasil

    Universidade de Buenos Aires (Foto: Marcia Carmo/BBC Brasil)

    A partir de 2017, UBA terá disciplina de ‘educação prática solidária’ em todos os cursos

    A partir de 2017, os cerca de 320 mil alunos da Universidade de Buenos Aires (UBA) passarão a ter que realizar atividades solidárias para concluir os estudos e obter seu diploma, de acordo com uma resolução da própria entidade – que é pública e gratuita.

    No entendimento de diretores e professores, a sociedade deve ser “recompensada” por ter dado a eles a oportunidade do ensino gratuito, afirmou a BBC Brasil a secretária de assuntos acadêmicos da UBA, a pedagoga Maria Catalina Nosiglia.

    Com isso, a matéria de “educação prática solidária”  vai ser um requisito obrigatório para os estudantes.

    “Nosso objetivo é que os alunos tenham compromisso com nossa sociedade”, argumentou Nosiglia. “Afinal, toda a sociedade está de certa forma pagando para que eles estudem gratuitamente. Além disso, somos de uma região desigual e essa responsabilidade social é fundamental.”

    Ela afirmou ainda que não se trata “apenas de solidariedade, mas de educação”.

    Cada faculdade da universidade deverá adaptar até 2017 o currículo para incluir a matéria, que será cursada a partir do segundo ano e com a orientação de tutores.

    Nosiglia contou que já foram definidos detalhes do chamado “projeto pedagógico e de intervenção social”.

    matéria completa: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/05/140514_uba_educacao_solidaria_pai_mc.shtml

  13. BRAGA-BH

    15 de maio de 2014 7:41 pm

    Tanques de guerra começam a tomar as ruas do Recife
    Tanques de guerra começam a tomar as ruas do Recife
    Já foram registrados casos de arrastão, furtos e assaltos durante a greve da Polícia Militar de Pernambuco
    por Carol Dias | qui, 15/05/2014 – 14:53

    Frederico Kataoka / Cortesia Chico Peixoto/LeiaJáImagens Líbia Florentino/LeiaJáImagens Chico Peixoto/LeiaJáImagens Chico Peixoto/LeiaJáImagens Chico Peixoto/LeiaJáImagens Paulo Uchôa / LeiaJáImagens Paulo Uchôa / LeiaJáImagens Paulo Uchôa / LeiaJáImagens Paulo Uchôa / LeiaJáImagens Paulo Uchôa / LeiaJáImagens Paulo Uchôa / LeiaJáImagens Paulo Uchôa / LeiaJáImagens Líbia Florentino/LeiaJáImagens Líbia Florentino/LeiaJáImagens

    Exército brasileiro começa a tomar conta das ruas do Recife
    Chico Peixoto/LeiaJáImagens
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    Caos generalizado, oficiais do exército, tanques de guerra e pessoas em desespero. Esse é o cenário desta quinta-feira (15) no Recife. Um dos registros foi feito pelo jornalista Frederico Kataoca, que flagrou o momento em que veículos do Exército Brasileiro transitavam na avenida Recife, Zona Oeste da cidade.”Quando vi os tanques de guerra tive a certeza de que realmente a situação é muito séria. Medo, insegurança e caos se instaurou na cidade”, disse o jornalista.

    O Grande Recife registra casos de arrastão, furtos e assaltos durante a greve inconstitucional da Polícia Militar de Pernambuco. Já foram confirmados ataques nos bairros da Encruzilhada, Casa Amarela, Água Fria, na Zona Norte do Recife. Mas a Região Metropolitana é que está sendo mais afetada. Em Abreu e Lima, por exemplo, na manhã desta quinta-feira (15), a situação ficou complicada. Bastou a polícia deixar o bairro do Planalto por um instante, para a população saquear as lojas. 

    Em Prazeres, bairro de Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife, os comerciantes estão apreensivos e fechando as portas das lojas. Na avenida Barreto de Menezes, os boatos estão se espalhando.​ Edjane da Silva, 30 anos, atendente da loja “Central das Embalagens”, está preocupada “​Tava havendo tumulto embaixo do viaduto e deicidiram deixar só uma porta aberta ​da loja.​ Estão esperando uma autorização para saber se fecham definitivamente ​”. 

    Segurança no Recife – Para garantir a segurança da população, a Polícia Civil do Estado anunciou que 40 viaturas da Coordenação De Operações e Recursos Especiais (Core) irão realizar rondas nos principais corredores viários da capital recifense.

     

  14. BRAGA-BH

    15 de maio de 2014 7:48 pm

    1 em cada 4 professores de escolas públicas brasileiras é tempor
    1 em cada 4 professores de escolas públicas brasileiras é temporário, diz Ipea

    Para especialistas, número reflete baixa atratividade da carreira e falha administrativa do governo na realização de concursos

    Um quarto dos docentes que dão aulas em escolas de educação básica mantém contratos temporários com o poder público ou são terceirizados. São mais de 450 mil professores de um total de 1,8 milhão de profissionais que lecionam em unidades públicas. Quando analisado apenas o ensino médio das redes estaduais brasileiras, os temporários representam 30% do total de professores. Em algumas disciplinas, como química e física, eles preenchem 40% das funções docentes.

    Os dados são do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que divulgou agora em maio um estudo sobre os desafios do magistério da educação básica no Brasil. Para o Ipea, a precarização dos contratos de trabalho na rede pública é considerado o “problema mais proeminente” do sistema educacional brasileiro. Os professores que não são efetivos chegam a receber menos, possuem pouca segurança jurídica como empregado, devem se desvincular das redes em determinado momento e não têm direitos, como por exemplo, à assistência médica, concedida aos servidores efetivos.

    “Vínculos dessa natureza são admitidos para suprir carências pontuais decorrentes de afastamentos temporários de docentes efetivos. As redes públicas os têm utilizado, contudo, como maneira de postergar a contratação de professores efetivos”, afirmam os autores do estudo, liderado por Paulo Nascimento, técnico da Diretoria de Estudos e Políticas Setoriais de Inovação, Regulação e Infraestrutura do Ipea.

     

    De acordo com José Fernandes de Lima, presidente do Conselho Nacional de Educação (CNE) – órgão consultor do Ministério da Educação (MEC), a recomendação repassada para as secretarias é que o porcentual de professores temporários não ultrapasse 10% do número total de docentes das redes de ensino. “Não tenha dúvida que é muito ruim e preocupante porcentuais superiores a esse. Ultrapassar esse nível tem reflexos direitos no nível de qualidade da educação que é oferecida aos alunos”, afirma Lima.

    Recentemente, o país figurou na posição 38 de um total de 40 países em um ranking internacional de educação, o The Learning Curve (Curva do Aprendizado, em inglês). O estudo, publicado semana passada, foi realizado pela The Economist Intelligence Unit e Pearson Internacional. O levantamento se baseou no cruzamento de dados de uma série de outros indicadores produzidos por instituições como a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

    Para o professor da Faculdade de Educação da USP Ocimar Alavarse, existem duas principais razões para as redes de ensino terem tantos professores temporários. “Uma delas é a baixa atratividade da carreira docente: falta professores interessados em ir para as salas de aula. Além disso, esses números são resultado de uma falha administrativa grave dos governos que não planejam adequadamente a realização de concursos públicos”, diz Alavarse.

    Ainda segundo o especialista, a situação ainda tem reflexos diretos na educação do país. “A própria imagem da profissão fica prejudicada, parece que os profissionais fazem bico. Os temporários também prejudicam o planejamento dos gestores e, claro, deixam de criar vínculos com os alunos que estão em processo de aprendizagem”, fala o professor da USP.

    Tamanho do desafio

    Todo esse panorama se torna ainda mais preocupante quando observada a dimensão da rede pública de ensino no país. Ela concentra mais de 80% do total de matrículas em educação básica do Brasil. São mais de 50 milhões de estudantes de escolas municipais, estaduais e federais, de acordo com informações do Censo da Educação Básica de 2013 publicadas pelo MEC no início deste ano. As particulares detém apenas 17% das matrículas nesse nível de ensino.

    “Além dos professores efetivos já conviveram com uma realidade de baixos salários e violência escolar, a situação do temporário é ainda pior. Ele não tem segurança nenhuma”, diz Silvio Martins, vice-presidente do Centro do Professorado Paulista (CPP) – um dos sindicatos de docentes do Estado de São Paulo, que tem a maior rede de ensino do país. Segundo ele, tal situação torna a profissão ainda menos atrativa para o bom professor.

    “O contrato é anual. E depois ele tem que ficar em quarentena antes de assumir novamente a função para não criar vínculos empregatícios. Não tem como atrair os melhores profissionais com um regime de trabalho como esse”, afirma Martins.

    Consultado sobre a postura que deveria assumir junto às redes de ensino diante desse quadro, o MEC informou que o assunto compete às próprias secretarias municipais e estaduais de ensino.

     

  15. Gilberto .

    15 de maio de 2014 8:12 pm

    Preocupação…

    Do Estado

    Líder do MTST teme uso eleitoral de manifestações

     

    Após protestos em cinco pontos da capital paulista, Guilherme Boulos criticou os partidos oposicionistas PSDB e PSB que, segundo ele, “têm tentado surfar na onda das mobilizações’

     

    15 de maio de 2014 | 15h 59 

    Laura Maia de Castro – O Estado de S. Paulo

    Atualizado às 16p0 – São Paulo – O Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) – que afirma ser apartidário- disse temer uso eleitoral das manifestações das últimas semanas.”O risco de uso eleitoral que nós estamos vendo nesses protestos é pelos setores conservadores do País, de grandes partidos como PSDB e PSB que têm tentado surfar na onda das mobilizações com um discurso que ‘não cola’. O que o candidato Aécio Neves tem defendido e o Eduardo Campos tem defendido vai na completa contramão das nossas reivindicações”, disse Guilherme Boulous, um dos líderes do movimento, durante coletiva de imprensa na tarde desta quinta feira, 15.

    Grupo chegou a bloquear a Radial Leste com pneus nesta quinta - Werther Santana/Estadão                   Werther Santana/Estadão Grupo chegou a bloquear a Radial Leste com pneus nesta quinta 

     

    “O receio que nós temos é que as manifestações sejam utilizadas por esses setores mais conservadores que não nos representam e representam um projeto atrasado na nossa opinião”.Questionado se o discurso do PT atenderia as reivindicações,  Boulous disse que há diferenças até mesmo numéricas entre o governo atual e o anterior, mas que atualmente nenhum governo está comprometido com as reivindicações dos trabalhadores.

    “O MTST tem uma completa autonomia em relação a partidos e governos.  E não se contempla pelo discurso do PT, do PSDB nem pelo discurso do Eduardo Campos. O MTST tem a sua posição própria e hoje nós entendenos que nenhum governo no País está efetivamente comprometido com o atendimento das reivindicações dos trabalhadores”. Mais cedo, Boulos chegou a admitir que podem ser realizados atos em defesa da moradia durante a Copa do Mundo.

    Novo protesto. O próximo ato do MTST está marcado para o dia 22 de maio e pretende reunir 15 mil pessoas na próxima quinta. Diferente dos atos desta semana e de quinta-feira passada, a ideia é que seja um ato público que deve ser divulgado a partir de segunda-feira para a população.

    O movimento estima que tenha reunido 6 mil pessoas nos cinco diferentes atos que aconteceram simultaneamente na cidade. Os locais escolhidos foram Radial Leste, em frente ao Itaquerão; na Marginal Pinheiros perto da Ponte João Dias; na Marginal Tietê próximo à Ponte Estaiadinha; na Avenida Giovana Gronchi, perto do Shopping Jardim Sul; e na região da Ponte do Socorro. Em alguns pontos, pneus foram queimados, mas não foram registrados incidentes mais graves.

     

  16. Romulo Cabral de Sá

    15 de maio de 2014 9:23 pm

    A mensagem insidiosa do catastrofismo, por Luciano Martins

    http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/a_mensagem_insidiosa_do_catastrofismo

    Fonte: Observatório da Imprensa.

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