5 de junho de 2026

Como os egípcios transportavam blocos de pedra

Enviado por jns

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

Uma pintura encontrada no túmulo de Djehutihotep deu a pista como os egípcios transportavam milhares de blocos de pedra pesando várias toneladas cada uma com o mínimo possível de esforço. 

 Fundamental Research on Matter.

A figura mostra uma grande estátua sendo transportada por um trenó montado por uma pessoa, supostamente, despejando água para facilitar o seu deslocamento na areia. – Imagem: Fundamental Research on Matter.

Sabíamos que eles usaram uma espécie de trenó de madeira para empurrar as pedras e transportá-las; mas eles fizeram algo a mais: molharam a areia.

[104.JPG]

Miniatura construida por Francisco Solari dos trenós usados pelos egípcios para a construção das pirâmides.

O grupo de pesquisadores da Universidade de Amsterdã, na Holanda,  liderada pelo professor Daniel Bonn, construiu uma pequena versão de laboratório desses trenós (abaixo) e provaram como o truque dos egípcios se tornou possível.

Os testes mostraram que a força necessária para puxar o trenó diminuía em proporção à rigidez da areia, que foi conseguida vertendo água sobre ela para compactá-la e endurecê-la. 

 Pesquisa fundamental sobre a matéria (FOM).

A areia se acumula na frente do trenó quando ele é puxado sobre a areia seca (esquerda). Na areia molhada (direita) isso não acontece. – Imagem: Fundamental Research on Matter.

Sem essa técnica, a areia ofereceria o dobro da força e seria necessário utilizar  quase o dobro de trabalhadores para empurrar os pesados ​​blocos de pedra. 

Os resultados do estudo, publicados na revista científica Physical Review Letters , além de servirem com prova cientifica, permite entender melhor como os egípcios construíram as pirâmides.

 University of Amsterdam / Investigação fundamentais sobre a Matéria)

O gáfico mostra a influência da areia molhada na correlação entre a força e o deslocamento.

Em termos mais simples, a Sociedade Americana de Física explicou que a areia seca iria acumular-se na frente do trenó com uma carga pesada, enquanto muita água diminuiria a rigidez da areia, tornando difícil qualquer movimento deslizante sobre ela.

A aplicação da quantidade certa de água na areia sob o trenó de suporte de carga reduzia pela metade a quantidade de força necessária para movê-lo.

Physical Review Letters: http://journals.aps.org/prl/abstract/10.1103/PhysRevLett.112.175502

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

52 Comentários
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. Luis S. Tomé

    6 de maio de 2014 12:28 pm

    Como os egípcios transportavam blocos de pedra

    o deslocamento parece bem explicado, mas como colocavam aspedras sobre o trenó?

  2. Assis Ribeiro

    6 de maio de 2014 12:30 pm

    A ciência do séc. XXI não

    A ciência do séc. XXI não consegue explicar a ciência de séculos antes de cristo.

    1. ruyacquaviva

      6 de maio de 2014 1:33 pm

      Explicar consegue, existem

      Explicar consegue, existem inclusive várias soluções hipotéticas viáveis que podem ter sido usadas pelos antigos egipcios. O que não se sabe é quais foram efetivamente usadas, pois perdeu-se a informação ao longo da História.

      Volta e meia no entanto descobre-se evidências que apontam para soluções simples e engenhosas que fascinam por demonstrar grande criatividade e um conhecimento muitas vezes maior do que imaginamos.

       

  3. Orlando

    6 de maio de 2014 12:33 pm

    E como se colocava a pedra sobre o trenó?

    Tudo bem! E como se colocava a “grande pedra” sobre o trenó?

    1. LACosta

      6 de maio de 2014 12:34 pm

      Sempre aparece um!!!

      Deixa de ser chato Orlando, nunca ouvistes falar em levitação??? Rsrsrsrs…

    2. Edivaldo Dias Oliveira

      6 de maio de 2014 12:40 pm

      Orlando, bom dia. Por um

      Orlando, bom dia. Por um instante pensei que tivesse roubado a minha pergunta, depois é que ví que a minha é mais complexa. Colocar a pedra no trenó não é tão difícil, basta chegar o treno para junto da pedra e “tombar” a pedra sobre o trenó. Queria saber é como se montou a piramide depois que as pedras chegaram ao local desejado.

      De qualquer forma a descoberta é um avanço significativo. Mais uns 500 anos e teremos resposta para a minha pergunta. 

      1. Ivan de Union

        6 de maio de 2014 1:03 pm

        A tecnica primitiva eh

        A tecnica primitiva eh essa:

        [video:http://www.youtube.com/watch?v=Ek3mxmNroGQ%5D

        Mas nao eh a dos egipcios, que incluia uma pequena pedra debaixo da grande e nada mais de tecnologia.  (ainda procurando video sobre a tecnica nao-primitiva)

        1. Klaus BF

          6 de maio de 2014 4:05 pm

          Graveto

          Tudo bem Ivan, mas quem amarrou o pedregulho ao graveto?

          1. Ivan de Union

            6 de maio de 2014 4:19 pm

            Muito boa pergunta! 

            Muito boa pergunta!  Desconheco se havia fibra vegetal boa o bastante pra isso (na beira do Nilo?!) e tenho duvidas.  Provavelmente as cordas eram feitas de couro de cabra.

      2. Ivan de Union

        6 de maio de 2014 1:08 pm

        Aha!  Essa eh a tecnica

        Aha!  Essa eh a tecnica sofisticada:

        [video:http://www.youtube.com/watch?v=pCvx5gSnfW4%5D

    3. Gardenal

      6 de maio de 2014 12:40 pm

      Uma das maneiras, creio eu,

      Uma das maneiras, creio eu, seria tombando-a sobre o trenó. 

    4. Ivan de Union

      6 de maio de 2014 12:48 pm

      Com areia molhada tambem. 

      Com areia molhada tambem.  Depois que secava nao tinha mais problema porque se a pedra escorregasse um pouco a areia sairia de baixoe a pedra continuaria na madeira.

      No entanto, o cauteloso texto eh meio jeca tambem.  Notem isso:

      “A figura mostra uma grande estátua sendo transportada por um trenó montado por uma pessoa, supostamente, despejando água para facilitar o seu deslocamento na areia”

      Nao tem nada de “supostamente” pois a pintura mostra muito claramente um sequito de 3 pessoas ao lado esta carregando agua tambem.

      Note se que eram 30 puxadores.  Atraz so mostra 3 pessoas (que provavelmente era bem mais que 3) e elas nao “carregam” nem “empurram” nada, elas so fazem correcao de curso da parte de traz, aparentemente.

      A divisao de trabalho tambem eh curiosa: 60 puxadores pra 15 soldados!  (Mas dessa foto nao ta dando pra ver o que sao aqueles 5 grupos de cima aa direita.)

      Esperando confirmacao:  a base numerica deles nao era 60?

      1. jns

        6 de maio de 2014 7:45 pm

        Djehutihotep

        Até recentemente, o sitio de Dayr al-Barsha era, quase exclusivamente, conhecido por conta de uma série de túmulos monumentais  construídos em rochas no Médio Império Egípcio. 

        Efetivamente, só o túmulo do governador provincial (ou monarca) Djehutihotep atraiu a atenção, pois este é o único a ter sobrevivido quase intacto.

        A sua fama repousa principalmente sobre a existência de  uma cena única mostrando como a  colossal estátua de Djehutihotep foi arrastada até o seu destino a partir de uma pedreira de calcário.

        Statuentransport auf einem Schlitten mit einer Schleppmannschaft von 172 Mann

        Estátua colossal  puxada em sobre trenó das pedreiras de Hatnub; a partir de uma pintura de parede encontrada no túmulo de Djehutiotep (Djehuti-Hetep ou Djehuty-hotep) em Deir El Bersheh (El Bersha).

        Símbolos Secretos dos Templários em Tumba Egípcia?

        Quando  vez este sítio foi descoberto e era observado o panorama cúbico da câmara esta foi a primeira impressão. 

        Sabendo respeito da predileção dos Templários para locais antigos, pensamos que não poderia ser altamente improvável.

        Parede interna do túmulo de Djehutiotep decorada com cruzes coptas.

        Missão Belga

        Trechos de relatórios do grupo belga da Missão Dayr al-Barsha que escavou e está estudando a área:

        “Note-se que esta área, por vezes referida como Deir el-Bersha, acomodava provavelmente um bom número de monges durante o Período do Cristianismo, quando usavam alguns dos túmulos para a habitação ou outros fins.

        Marleen De Meyer começou as escavações no nível das tumbas ‘Old Kingdom’ abaixo do planalto com túmulos dos monarcas do Médio Egito. O objetivo a longo prazo de seu trabalho foi documentar essa área arqueológica que, até agora, não recebeu qualquer atenção acadêmica. A pesquisa prevê não só estudo dos próprios túmulos (que já devem ter sido roubados e foram despojados de sua decoração pelos primeiros anos cristãos ), mas também verificar o uso posterior da área como uma pedreira para assentamento eremita.

        Um túmulo foi selecionado para uma inspeção mais cuidadosa, porque oferece boas oportunidades para o estudo de alguns destes períodos. É uma pequena tumba de pedra, logo abaixo do início do caminho que leva até o platô do Médio Egito. É muito provável que a tumba tenha sido originalmente decorada. O Oriente Unido recebeu, desde cedo, uma inscrição restaurada até então inédita (que já foi mencionada no relatório de Willoughby Fraser de 1893). 

        As paredes estão agora decoradas com dezenas de cruzes pintadas em ocre vermelho.”

        No primitivo período cristão, a decoração original foi raspada da parede (deixando apenas a inscrição para a restauração do que foi esculpida em relevo, na parte que permanceu intacta na lateral).

        Os trechos acima indicam claramente que a decoração original foi adulterada e apenas hieróglifos que permitiram  a restauração estão ali.

        As seguintes imagens são capturas de tela tiradas da câmara do túmulo Djehutihotep postadas pelo “Panorama Cubic”. 

        Entrada para o interior da câmara  com cruzes nas paredes

        Entrada para o interior da câmara mostrando grande cruz na porta, permitindo associar as imagens como indicação de câmaras secretas dos Templários

        Cruz copta à esquerda da entrada mostrando o brilho ‘esfumaçado’ da luz solar que penetra através da porta.

        A parede mostrando a ‘estátua’ removida.

        O olhar atento para a “estátua” revela que ela é uma massa amorfa que foi feita de gesso ou outro material similar.

        Imediatamente abaixo do local onde estaria a estátua é possível ver claramente a parte de uma cruz vermelha sob o gesso. 

        Há também várias outras imagens parcialmente obscurecidas, comprovando que a massa  está levantada acima da superfície – mostrada pela sombra – da mesma forma que mostra outras peças de gesso em falta.

        Beth Vegh noticiou que a figura parcial ‘de pé sobre a estátua’ é de uma cor diferente e muito mais brilhante que o trabalho feito na pintura original.

        A corda, tão nítida nos desenhos anteriores, não está aqui – estas observações são as óbvias que foram notadas – mas as conclusões são pessoais, com o convite para para apreciar as imagens circundantes do túmulo e observara as outras paredes de pedra

        Estátua de Touro

        Estátua de touro alado com cabeça humana transportado sobre trenó (Palácio de Senaqueribe, Nínive, cerca de 700 aC).

        Em outro comentário publicado neste post:

        “… eles dizem que 360.000 homens foram constantemente empregados na realização do trabalho e todo o edifício foi quase terminado no final de vinte anos” – Sículo

        A força de 172 homens teria sido usada para deslocar a estátua (?):

        [ http://puffin.creighton.edu/museums/cohagan/egypt_build.htm ]

        “Decoração do túmulo de Djehutihotep representa 172 homens puxando a estátua do Faraó, que é estimada a pesar 58 toneladas. Os grandes blocos da pirâmide foram provavelmente puxados de uma maneira similar.”

        Créditos: The Living Moon e Deir al-Barsha

        ***

        “Nóis é Jeca Cauteloso mais é Jóia!”

        Grande Professor e Egiptólogo de Union, o advérbio de dúvida SUPOSTAMENTE – ‘cauteloso texto eh meio jeca’ – foi grafado sob a minha inteira responsabilidade e, deste modo, não pode ser encontrado na versão original do site onde foi pesquisada a matéria.

        1. Ivan de Union

          6 de maio de 2014 11:42 pm

          Nao tive chance de ler

          Nao tive chance de ler completo ainda, mas as pedras tem que ser monumentais mesmo!  Os escravos sao duas caras!  ou seja, sao grupos de 43 escravos.  No entanto, sao 7 grupos de 12 soldados!  O que isso quer dizer eh que eles estavam gigolando um povo inteiro com forca bruta mesmo.  Ver referencia visual aqui:  http://en.wikipedia.org/wiki/Djehutihotep

          (Nao, eu nao vou aprender a historia documentada ou nao dessa epoca, J.  Pra mim a historia esta contada nas pinturas.)

      2. Ivan de Union

        7 de maio de 2014 10:46 am

        Nao, a base deles era 10

        Nao, a base deles era 10 mesmo.  Item interessantissimo:

        http://en.wikipedia.org/wiki/Egyptian_mathematics

  4. Gilberto Cruvinel

    6 de maio de 2014 12:53 pm

    O uso da água

    Há outra teoria sobre o transporte das pedras. Os egípcios faziam uso da água através de canais construídos até o pé das pirãmides para levar os enormes blocos. A engenhosidade estava em fazer os blocos flutuar (flutuadores feitos de pele de cabra amarrados aos blocos) e em subi-los pela encosta das pirâmides através de uma coluna d’água (vídeos parte 1 e 2). O terceiro vídeo explica como, também com ajuda da água, os egípcios escavaram e esculpiram os blocos.. A teoria é demonstrada no terceiro vídeo com auxilio de blocos em miniatura.

    Os egípcios tinha conhecimentos da lei do empuxo e de matemática suficientes para imaginar tal solução. Além disso, sabiam construir canais, pois usavam as águas do Nilo para irrigar as plantações.

     

    How were the pyramids of egypt really built – Part 1

    [video:http://youtu.be/TJcp13hAO3U%5D

     

     

    How were the pyramids of egypt really built – Part 2

    [video:http://youtu.be/rxFXsoqbfrk%5D

     

    Building the Pyramids of Egypt …a detailed step by step guide.

    [video:http://youtu.be/C1y8N0ePuF8%5D

    1. Orlando

      6 de maio de 2014 12:58 pm

       Gilberto Cruvinel
      ….A

       Gilberto Cruvinel

      ….A engenhosidade estava em fazer os blocos flutuar (flutuadores feitos de pele de cabra amarrados aos blocos) e em subi-los pela encosta das pirâmides através de uma coluna d’água (vídeos parte 1 e 2)…..

       

      Tudo isso no deserto!!!!??

      1. ruyacquaviva

        6 de maio de 2014 1:28 pm

        No deserto, mas ao lado do

        No deserto, mas ao lado do rio Nilo. A água viria do rio.

        Pessoalmente eu acho essa hipótese hídrica mais complexa, trabalhosa e custosa que outras hipóteses bem mais simples, mas não é nem um pouco absurda e não pode ser descartada.

        Aliás a hipótese apresentada no texto do post já era conhecida, o que está sendo noticiado é um trabalho que desenvolve uma fundamentação científica para a hipótese e na minha opinião é a mais provável por ser a mais simples (navalha de Occan).

         

        1. Avelino de Oliveira

          6 de maio de 2014 1:47 pm

          Caro Ruy
          Sobre o tema

          Caro Ruy

          Sobre o tema religioso, tem este filme, não sei se você o conhece, mas vale  assisti-lo.

          http://www.youtube.com/watch?v=6QGrqYm4GVs

          Saudações

        2. Ivan de Union

          6 de maio de 2014 1:48 pm

          “hipótese hídrica mais

          “hipótese hídrica mais complexa, trabalhosa e custosa que outras hipóteses bem mais simples, mas não é nem um pouco absurda e não pode ser descartada”:

          E o avo do video abaixo move enormes pedras e blocos aa velocidade de 300 pes por hora.

        3. Orlando

          6 de maio de 2014 2:07 pm

          Tudo bem! E como se levavam

          Tudo bem! E como se levavam as pedras até o alto da pirâmide?

  5. Guilherme RB

    6 de maio de 2014 12:54 pm

    Interessante. Mas como eles

    Interessante. Mas como eles suspendiam/carregavam as enormes pedras até o alto da pirâmide, por exemplo?

  6. Francy Lisboa

    6 de maio de 2014 1:00 pm

    Reforco a pergunta do

    Reforco a pergunta do Orlando.

     

    Como eles clocavam as pedras no trenoh?

     

    Como eles faziam paa empilhar as pedras e construir as piramides?

     

    E finalmente, por que um piramide e nao outra forma geomerica?

     

    Minhas respostas em uma palavra:

     

    1. Ivan de Union

      6 de maio de 2014 1:13 pm

      “Como eles clocavam as pedras

      “Como eles clocavam as pedras no trenoh?

      Como eles faziam paa empilhar as pedras e construir as piramides?”:

      Uma vez que voce veja como eh facil voce nunca mais se pergunta.  Ambas as respostas estao na reportagem de 6 minutos que postei um pouco abaixo.  E ele ainda coloca um pirulito de quase 10 mil quilos em pe, sozinho!

    2. Ivan de Union

      6 de maio de 2014 1:32 pm

      Escolha suas razoes:
      Porque a

      Escolha suas razoes:

      Porque a religiao deles exigia a piramide para rituais iniciaticos.

      Porque um bloco te convida a subir nele, e a piramide nao tem plataforma confortavel.

      Porque o primitivismo era tambem geometrico -primitivismo que tambem salta aos olhos na arte deles.

      Porque eh uma forma simples que nao tomba pro lado nem rola.

      Porque era simbolo do deus deles.  (improvavel pois haveria alguma mencao na literat, digo papirostura egipcia.

      Porque a ideia cubica de um “edificio” como o entendemos hoje ainda nao existia.

      Porque subir uma piramide nao da a mesma sensacao de queda de subir um cubo -esse fator eh puramente psicologico.

      Porque era o que melhor marcava uma data -e dentro dela, horas especificas- com sua sombra -ver serpente subindo Chichen Itza, por exemplo.

      Porque havia algo a ser marcado nos 4 pontos cardeais pela posicao da piramide, possivelmente constelacoes/estrelas.

      Porque o faraoh era quadrado e a mulher dele era redonda.

       

      Uh…  ok, essa ultima eu inventei, mas o resto eh verdade!

    3. cariry

      6 de maio de 2014 2:40 pm

      o monumento mais simples é o

      o monumento mais simples é o obelisco

      a primeira pedra é arrastada para seu lugar

      é feita então uma rampa de terra deixando tal primeira pedra ao nível do chão

      a segunda pedra é carregada sobre tal rampa e colocada sobre a primeira

      no fim temos um monumento enterrado

       

  7. Hansel

    6 de maio de 2014 1:05 pm

    Esta pintura joga uma pá de

    Esta pintura joga uma pá de cal na teoria da ajuda extraterrestre na construção das pirâmides. Se esta teoria tivesse fundamento a pintura mostraria um disco voador cheio de homenzinhos verdes levitando telepaticamente as pedras.

  8. Rick Grimes

    6 de maio de 2014 1:25 pm

    Bem, na época não havia

    Bem, na época não havia superfaturamento de obra, e um estádio como o Itaquerão não iria custar o dobro.

    Acorda Brasil!

  9. Sorano

    6 de maio de 2014 1:29 pm

    * Raças Adâmicas. A

    * Raças Adâmicas. A civilização egípcia.

     Raças Adâmicas. A civilização egípcia.  Amigos,A civilização egípcia era a que menos débitos tinha perante as leis de Deus e perante a própria consciência. Possuíam uma lembrança mais viva das experiências de sua pátria distante. Uma saudade torturante do paraíso perdido foi a base de todas as suas organizações religiosas.Em nenhuma civilização da Terra o culto à morte foi tão altamente desenvolvido.  Os egípcios traziam consigo uma ciência que a evolução da época não comportava. 

    Em seus círculos religiosos mais fechados, os estudiosos e sábios tinham conhecimento da existência do Deus único e absoluto, bem como da existência de espíritos prepostos de Jesus, na execução de todas as leis físicas e sociais do planeta. 

    Desse ambiente reservado de ensinamentos ocultos, partiu, então, a idéia politeísta dos numerosos deuses, que seriam os senhores da Terra e do Céu, do Homem e da Natureza. As massas requeriam esse politeísmo simbólico, nas grandes festividades exteriores da religião. Já os sacerdotes da época conheciam essa fraqueza das almas satisfazendo-as com as expressões esotéricas de suas lições sublimadas. Daí surge a mitologia.   Os sacerdotes tebanos conheciam, de maneira precisa, a evidência do corpo espiritual que pode exteriorizar-se de cada criatura para ações úteis ou criminosas. Cultivam a mediunidade em grau avançado, atendem a complexas aplicações do magnetismo, traçam disciplinas à vida íntima e comunicam-se com os desencarnados de modo iniludível, consagrando-lhes reverência especial. Nesse campo de conhecimento mais nobre, reencarna-se Moisés como missionário da renovação, para dar à mente do povo a concepção do Deus Único, transferindo-a dos recintos iniciáticos para a praça pública.As ciências psíquicas da atualidade eram familiares aos magnos sacerdotes dos templos. O destino e a comunicação dos mortos e a pluralidade das existências e dos mundos eram para eles, problemas solucionados e conhecidos. O estudo de suas artes pictóricas positivam a veracidade destas nossas afirmações. Num grande número de frescos, apresenta-se o homem terrestre acompanhado do seu duplo espiritual. Os papiros nos falam de suas avançadas ciências nesse sentido, e, através deles, podem os egiptólogos modernos reconhecer que os iniciados sabiam da existência do corpo espiritual preexistente, que organiza o mundo das coisas e das formas. Seus conhecimentos, a respeito das energias solares com relação ao magnetismo humano, eram muito superiores aos da atualidade. Desses conhecimentos nasceram os processos de mumificação dos corpos, cujas fórmulas se perderam na indiferença e na inquietação dos outros povos.”  Um dos traços essenciais desse grande povo foi a preocupação insistente e constante da Morte. A sua vida era apenas um esforço para bem morrer. Seus papiros e afrescos estão cheios dos consoladores mistérios do além-túmulo. Era natural. O grande povo dos faraós guardava a reminiscência do seu doloroso degredo na face obscura do mundo terreno. E tanto lhe doía semelhante humilhação, que, na lembrança do pretérito, criou a teoria da metempsicose, acreditando que a alma de um homem podia regressar ao corpo de um irracional, por determinação punitiva dos deuses. A metempsicose era o fruto da sua amarga impressão, a respeito do exílio penoso que lhe fora infligido no ambiente terrestre.A maioria dos espíritos exilados de um dos orbes do Sistema de Capela e que viveram na Terra formando a civilização egípcia, segundo o espírito Emmanuel, para lá já retornaram. Mas grande número desses Espíritos, estudiosos e abnegados, conservaram-se nas hostes de Jesus, obedecendo a sagrados imperativos do sentimento e, ao seu influxo divino, muitas vezes têm reencarnado na Terra, para desempenho de generosas e abençoadas missões.Os textos acima foram extraídos do livro “A Caminho da Luz”, ditado pelo espírito Emmanuel e psicografado por Chico Xavier.  Vale a pena conferir.

     

  10. Bispo da Dama

    6 de maio de 2014 1:44 pm

    Wingardium Leviosa

    Eu acho que o Companheiro LACosta matou a charada.

    [video:http://www.youtube.com/watch?v=fx2zLgdkJpk%5D

  11. Francisco Andrade

    6 de maio de 2014 1:51 pm

    documentário…

    outro dia assisti um documentário no History Channel, em que os caras tentavam reproduzir essa teoria do trenó  e das pedras para construir a pirâmide.

    conseguiram carregar uma pedra e fizeram a maior festa dizendo ter comprovado científicamente que a construção seria possível com os escravos….  detalhe,… tratava-se de uma pedra pequena, (a maioria das pedras cortadas na construção das pirâmides era centenas de vezes mais pesadas) …. e o percurso que fizeram foi muito curto.

    pura perda de tempo, … na verdade, ninguém ainda sabe como as pirâmides foram construídas.

  12. jns

    6 de maio de 2014 2:41 pm

    Movimentação através da água

    A animação gráfica esclarece a teoria alternativa sobre a movimentação através de canais aquíferos e sistema de comportas para a elevação dos blocos.

    [video:http://youtu.be/TJcp13hAO3U%5D

  13. jns

    6 de maio de 2014 3:06 pm

    Estrutura em Espiral

    Jean-Pierre Houdin (Paris, 1951) é um arquiteto francês, notabilizado pela sua teoria da construção das pirâmides.

    Houdin cresceu em Abidian, Costa do Marfim, onde seu pai era o diretor de uma empresa de construção. 

    O seu interesse pela construção civil surgiu na infância, quando passava o seu tempo livre em locais de construção.

    Em 1999, o pai de Houdin, um engenheiro civil aposentado, começou a desenvolver a ideia de que as pirâmides foram construídas a partir do interior. 

    Ele pediu a seu filho, que tinha experiência tanto na arquitetura quanto nas artes gráficas tridimensionais, para ajudá-lo em sua pesquisa. 

    Em 2000, eles se reuniram com membros da equipe que, em 1986, tinha trabalhado sobre o mistério da pirâmide de Khufu, sob a égide da FED Fondation. 

    O professor Huy Duong Bui mostrou-lhes os planos em que eles percebiam como solução das anomalias de construção que as hipóteses anteriores não poderiam explicar. 

    Esta teoria foi batizada de “Estrutura em Espiral” e correspondia exatamente com uma rampa construída no interior da pirâmide que poderia ter desempenhado um papel chave na sua construção. 

    Em 2003, o seu pai criou a Associação da Construção da Grande Pirâmide (ACGP), a fim de promover o projeto.

  14. Pablo C.

    6 de maio de 2014 3:12 pm

    A minha teoria é a de que

    A minha teoria é a de que eles conseguiam alçar as pedras na pirâmide usando o gás metano, que era produzido, e depois estocado,  através da fermentação do alimento no sistema gastro intestinal dos humanos e outros animais.

  15. Iara G

    6 de maio de 2014 3:48 pm

    A matéria teria menor “peso” antigamente?

    Parece que a passagem do tempo tem a capacidade de entropicamente degradar as coisas e assim umas agregam massa e outras perdem massa. Percebemos que a água poluida para e acumula mais impurezas; o ar, há tres décadas falávamos de poluição, hoje ela está visível no ar e com efeitos rudes na saúde do homem e do planeta; até coisas não “visíveis” como um sistema de computador, conforme a agregação de dados e programas, tende à lentidão; algumas reações químicas, como a ferrugem em uma barra de ferro, agrega massa à mesma, já que na oxidação, há incorporação da massa do oxigênio ao ferro, formando o óxido de ferro.

    Recentemente (conforme link abaixo), se percebeu que o quilograma de platina e iridio que os países usaram desde 1875 para padronizar o quilo para suas transações, descobriu-se mais pesado (ainda que microgramas). Será que em tempos há muito passado, quando não havia a necessidade de medições de volume e carga, de fato não pesava menos que hoje?

     

    BBC Brasi 07/01/2013

    Quilograma está ‘engordando’, concluem cientistas Um estudo realizado por cientistas na Grã-Bretanha descobriu que o modelo de platina e irídio usado como padrão em todo o mundo para definir o valor de um quilograma está ficando mais pesado.

    http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/01/130107_quilograma_engordarg.shtml 

  16. jns

    6 de maio de 2014 3:53 pm

    Heródoto e Diodoro

    Escritos de Heródoto e Diodoro Sículo

    Statue_de_Herodote.jpg Diodoro Sículo 009  A Voz Do Desmanipulador

    As incógnitas da construção  das pirâmides centram-se principalmente sobre a questão de como os blocos foram transferidos até a superestrutura. Não há nenhuma evidência histórica ou arqueológica precisa que resolve a questão definitivamente. Portanto, a maior discussão sobre os métodos de construção envolve possibilidades funcionais que são suportados por evidências históricas e arqueológicas limitadas.

    Relatos históricos para a construção das pirâmides egípcias fazem pouco para apontar definitivamente quais foram os métodos usados para levantar os blocos; mas a maioria dos egiptólogos fazem referências a essas técnicas quando se discute a parte construtiva das pirâmides. 

    Thales, de acordo com Hieronymus, visitou as pirâmides do Egito durante o século 7 aC e, usando triângulos e retângulos, à sombra das pirâmides, mediu a altura e, portanto, o volume. 

    Os primeiros relatos históricos sobre a construção destes monumentos veio séculos depois da época da construção, por Heródoto, no século 5 aC e Diodoro da Sicília no século 1 aC. 

    Os Estudos de Heródoto

    “Esta pirâmide foi feita como escadas, em algumas etapas de elevação de camadas. Quando a sua primeira forma foi concluída, os operários utilizaram toros de madeira curtas como alavancas para levantar o resto das pedras; que elevou os blocos do chão para o primeiro nível de degraus. Quando a pedra tinha sido levantada, foi posta sobre a outra alavanca que estava na primeira fileira, e a alavanca novamente foi  utilizada para levantá-lo a partir deste nível para o outro. Pode ser que houve uma nova alavanca em cada uma das camada, ou talvez só tenha havido uma alavanca portátil para eles elevare cada camada, por sua vez. Deixo esta incerta, pois as duas possibilidades foram mencionadas. Mas é certo, que a parte superior da pirâmide foi finalizadaprimeiro, então a próxima abaixo dele, e por último, a base e a parte mais baixa.”

    Os Estudos de Diodoro

    “Os egípcios disseram que as pedras foram transportadas a uma grande distância, da Arábia, e que os edifícios foram levantados por meio de rampas de barro, usando máquinas para levantamento que ainda não tinha sido inventadas na época. E, mais surpreendente, é que, embora essas estruturas grandes tenham sido levantadas em uma área rodeada por areia, nenhum vestígio permanece quer de rampas ou de preparação das pedras, de modo que ela não parece ser o resultado do trabalho paciente de homens, mas sim como se todo o complexo fosse estabelecido sobre a areia circundante por algum deus. Agora os egípcios tentam contar uma maravilha sobre essas coisas, alegando que as rampas foram feitas de sal e natron e que, quando o rio virou-se contra eles, dissolveu e limpou o local, afastando e destruindo todos os seus vestígios, sem a utilização de mão de obra humana. Mas, na verdade, certamente não foi feito desta forma. Em vez disso, a mesma multidão de operários que levantaram os montículos voltou para remover toda a massa novamente para seu lugar original; pois eles dizem que 360.000 homens foram constantemente empregados na realização do trabalho e todo o edifício foi quase terminado no final de vinte anos.”

    A descrição Diodoro da Sicília, sobre o embarque da pedra da Arábia é correta, já que o termo ‘Arábia’, naqueles dias, referia-se à área comprrendida entre o Nilo e o Mar Vermelho, de onde os blocos de calcário foram transportados das pedreiras para o outro lado do rio. 

    Por outro lado, os escritos, tanto de Heródoto como de Diodoro da Sicília, são conhecidos por conter erros grosseiros sobre a construção e Sículo é rotineiramente acusado de pegar emprestado os relatos de Heródoto. 

    A descrição de Heródoto do trabalho escravo é um dos mitos mais persistentes do processo de construção. 

    Heródoto era conhecidos por não ser confiável e, assim, torna-se impossível selecionar a sua técnica de documentação histórica como correta. 

    Contudo, estes documentos dão crédito tanto para a alavancagem quanto para o uso de rampa.

    ***

    Diodoro Sículo

    A obra de Diodoro é uma compilação frequentemente contraditória, confusa e repetitiva de fontes mais antigas. A cronologia é, via de regra, confiável, mas a narrativa contém afirmativas ingênuas e, às vezes, erros grosseiros, além da ausência de qualquer análise dos fatos. Por isso, Diodoro é geralmente apontado como um compilador competente, mas um mau historiador.

  17. Iara G

    6 de maio de 2014 4:10 pm

    Não só no Egito existiram pirâmides

    As Misteriosas Pirâmides Submersas do Japão

     

    [video:http://www.youtube.com/watch?v=h-s0TKrj6S4%5D

  18. Iara G

    6 de maio de 2014 4:19 pm

    Pirâmides também onde hoje é a Antártida?
    O DERRETIMENTO DA ANTÁRTIDA ESTÁ REVELANDO PIRÂMIDES Três pirâmides antigas foram descobertas na Antártida, por uma equipe de cientistas americanos e europeus. Duas foram descobertas cerca de 16 milhas para o interior, enquanto a terceira muito perto da costa. Se os pesquisadores provarem que as pirâmides são estruturas feitas pelo homem, a descoberta (assim como a das pirâmides descobertas no Japão) poderá levar a uma revisão da história da humanidade

  19. LC

    6 de maio de 2014 4:28 pm

    Trenó é piada

     

    A teoria de um químico francês era p/mim a mais plausíveil. A ideia é que eles levavam os diferentes materiais em forma de  areia (com minerais específicos  etc) e misturavam já em cima da estrutura, e o material ao secar ficava como um bloco de concreto. Isso eliminava o enorme problema de transportar todos esse material em forma sólida ao longo de vários kilômetros, aparentemente sem usar rodas ou transporte animal. Pelo visto a teoria não pegou.

    Essas teorias de trenó e puxar blocos no deserto são absolutamente ridículas. Por isso que os malucos dos alienígenas acabam ganhando ouvintes. Aliás no que se refere às pirâmides (especialmente a maior delas) acho a teoria tradicional tão inverossímil quanto a conversa dos alienígenas.

    Essa história toda de trenó tem requintes de piada

    1. Ivan de Union

      6 de maio de 2014 6:28 pm

      “Essa história toda de trenó

      “Essa história toda de trenó tem requintes de piada”:

      Piada de 3800 anos?!  Ou a pintura eh falsa?!

      1. jns

        6 de maio de 2014 8:47 pm

        Trenós

        Não são uma teoria

        Considerando-se que foram usados trenós – como mostra os hieróglifos na parede do túmulo de Djehutihotep -, estes foram produzidos em massa para a construção das pirâmides.

        Em torno de 500 pedras foram transportadas diariamente a partir das pedreiras até a pirâmide de Queóps (Khufu).

        the 210 stone layrs of the cheops-pyramid and the percentage of building substance

        Se uma pedra foi amarrada ao mesmo trenó durante todo o percurso, conclui-se que:

        O trenó teve que ser reutilizávelTinha que ser o mais simples possível para montarDeve ter havido vários trenós com defeito por dia que tinham de ser substituídos ou reparadosOs trenós tinham que ser tão estáveis quanto possível, mas não excessivamente pesados. O peso do cinto do trenó, da corda e do bloco juntos possuíam um peso estimado de 300 kg

        Franz Löhner acredita que os trenós usados ​​para a construção das pirâmides eram modelos simples e produzidos em massa . 

        Na verdade, apenas ilustrações de trenós feitos por carpinteiros são conhecidos, masos que foram usados ​​para transportar cargas muito grandes e pesadas ​​ou estátuas eram, provavelmente, rudimentares.

        No antigo Egito a madeira era muito valiosa e sempre foi usada com moderação e, se possível, era várias vezes reutilizada.

        1. Entrada 2. Entrada feita por ladrões de túmulos 3. Câmara subterrânea 4. Grande Galeria 5. Câmara do Rei 6. Câmara da rainha 7. Shaft 8. Calcário para ligar ao eixo de ar A = ‘poços de ar’

        http://www.cheops-pyramide.ch/khufu-pyramid/sledge-tracks.html

        1. Ivan de Union

          6 de maio de 2014 11:28 pm

          “O peso do cinto do trenó, da

          “O peso do cinto do trenó, da corda e do bloco juntos possuíam um peso estimado de 300 kg”:

          Impossivel, JNS!  A foto seguinte mostra um cara que deve ser bem mais alto e gordo que eu:

          http://www.newstrom.com/images/Best_Spam_on_Pyramids.jpg

          Basta bater o olho pra ver que mesmo se esse cara da foto tiver 200 pounds de peso, bem mais que eu, as pedras atraz dele -por tamanho- sao muito mais pesadas que  300 quilos.

          Isso eh, 500 pedras transportadas durante o dia soa razoavel, dado o numero de escravos declarado (60) na pintura.  Porem, essas pedras dessa piramide eram bem mais “pesadinhas”!

          Note se que o documento nao mostra qual piramide foi construida por esse metodo mencionado.  Mas nao eh o metodo mencionado pelo “documento original” da pintura, que foi trenohs -nao haveria sentido na pintura de outra maneira, digamos…  se fosse mentira da pintura!

          Ta havendo uma confusao a respeito do “misterio” da construcao das piramides.  “Desconhecido” ou “nao documentado” nao quer dizer “perdido” e muito menos “nao recriavel”.

          Tanto nao eh que o cara do video que eu coloquei la embaixo era um avo de 500 anos de idade e move quase 20 mil pounds sozinho.

          Isso eh:  uma vez que o “misterio” esta resolvido, a literatura previa sobre “misterio” (o mero “desconhecido”) ja nao vale.  E portanto, nao ha NENHUM “misterio” na construcao das piramides.

          No entanto, pelo tamanho dos “funcionarios”, uma turma de 60 puxadores, nao da pra decidir que eles tinham muita preocupacao com o “bem estar” dos “funcionarios”.

          Isso eh, eles usavam a tecnica primitiva em varias partes da construcao da piramide em questao, seja ela qual for, porque o PSDB nao se interessa por escr…  opa, esqueci o assunto!

          A tecnica avancada era usada quando os escravos eram mais valiosos e menos descartaveis, isso eh, bem antes do Egipto ter dominios estrangeiros dos quais importava escravos.  (E isso tambem vai com “madeira era rara e cara nas bordas do Nilo”, claro.)

          Declaro sem sombra de duvida que entre o comeco e o fim da construcao da “piramide em questao”, houve um avanco sobre um pais estrangeiro e uma vitoria  militar.  Nao preciso nem pesquisar pra saber isso.

          (referencia videografica: os dois videos tecnologicos que eu postei pro Edivaldo mais cedo)

  20. Gão

    6 de maio de 2014 5:44 pm

    elas foram andando

    não acredita ?

    http://media.giphy.com/media/11WYo7PQY0MFsk/giphy.gif

  21. Wanderson Brum

    6 de maio de 2014 5:52 pm

    O grande mistério da

    O grande mistério da civilização egipicia para os pesquisadores ocidentais é só um como ele conseguiram construir as piramedes sem ter ao menos um fio de cabelo louro ou par de olhos azuis, esse é o grande mistério.

    Talvez seja melhor pensar em aliens ou coisa parecida…

    1. Fernando Claudionor augusto

      1 de abril de 2019 11:51 am

      Nossa cara, esse é o comentário mais escroto que alguém poderia dar! Você não passa de uma vítima preconceituosa. Sabe o que é pior do que isso… Serás sempre vítima pois já adentrou neste papel.

  22. André Oliveira

    6 de maio de 2014 7:39 pm

    Haja água pra tanta areia.

    Haja água pra tanta areia.

  23. jns

    6 de maio de 2014 10:01 pm

    O Jardim de Ouro dos Incas

    Este foi o templo mais importante Tawantinsuyu construído por Pachacutec em Cusco durante a fase imperial da história dos Incas. 

    El Koricancha ou “Salão de Ouro” do Templo do Sol, foi uma bela e sagrada construção que Pachacutec mandou construir após a sua vitória sobre o Chancas em 1438.

    Os Incas adoravam o sol em uma pequena templo chamado Inticancha que foi construído por Manco Capac.

    No Koricancha residia Willac Uma, sumo sacerdote do deus Inti (o sol), que, com os Tarpuntaes, foi responsável pelas principais cerimônias astronômicas e tarefas religiosas do Império Inca.

    Dentro de compartimentos sagrados existem outras câmaras complexas destinadas a adorar outros deuses, como Viracocha, Illapa ou Mama Quilla.

    Dentro do templo de Tawantinsuyu (Império Inca) foram representados, em ouro e prata, as principais divindades, a flora e a fauna peruana.

    Estas esculturas delicadamente esculpidas por ourives Chimu, foram saqueadas pelos conquistadores espanhóis que chegaram a Cusco em 1533.

    Conta o conquistador Diego de Trujillo que quando ele e seus colegas quiseram entrar no local para examinar a riqueza de um personagem vestido regiamente – pode ser a Uma Wilaq, sacerdote sênior do culto Inca – eles foram orientados a jejuar antes, estar com os pés descalços e carregar uma capa de humildade sobre as costas.  Trujillo conclui a sua história dizendo que os espanhóis ignoraram o aviso e forçaram a entrada do Templo. 

    Layout da igreja de Santo Domingo em que é mostrado (em vermelho) as antigas muralhas incas de Koricancha. O espaço amarelo era ocupado por algunsrecintos que foram completamente destruídos. Em baixo à direita, a hipotética reconstrução do Koricancha Inca.

    Historiadores afirmam que a área interna incluindo as com paredes, o piso e teto estavam cobertos de ouro. Dos seis locais que formaram o Koricancha, o maior foi dedicado ao sol. Dentro havia um grande disco de ouro representando Viracocha, em ambos os lados, tendo dois símbolos separados representando o sol e a lua. 

    Os quatro recintos restantes foram dedicados a Lua,  Vênus, a constelação das Plêiades e e todas as outras estrelas no céu, relâmpagos, trovões e relâmpagos simultaneamente e  arco-íris dedicado a Chuychu. O sexto recinto servia de espaço para sacerdotes e oficiantes do sol.

    Uma reprodução do Disco Solar Inca

    Esta é uma tapeçaria de ouro Inca semelhante à de Koricancha

    Uma das áreas construídas pelos Incas que estão melhor preservadas (isto é, em parte, reconstruída.) Durante séculos, ela estava escondido atrás de uma grossa camada de lama e sua existência era desconhecida.

    A famosa parede curva

    No lado oposto Ahuacpinta, a parede é curvada para ligar mais de 90 graus de angulação e continua com uma curva suave, que foi cortada para a construção do templo. Esse muro coroava um sistema de terraços que levava até o rio. Do canto do Pampa del Castillo e Myrtle, pode ser visto como o templo foi destaque na paisagem local.

    Estruturas

    Como convém aos princípios de design Inca, o layout usa o Tribunal como a base da composição. Juan Diez de Betanzos, o cronista do Inca e biógrafo de Pachacutec diz que “… ele mesmo por suas mãos, com a sequência de medidas, traçou a casa do Sol”. Pelo menos dois desses cortes foram embutidos na parte inferior do gráfico, um após o outro, provavelmente menor para funções de serviço, que não foram conservados.

    Portão lindamente esculpido na pedra

    Tribunais

    O primeiro corte, com Intipampa, contendo os principais edifícios onde a adoração do sol e outras divindades do panteão Inca se renderam. Em frente ao celeiro com esse quadrado era adorado Punchao, uma representação do Sol, que consistia de uma estátua de ouro puro da altura de um menino de dez anos de idade. O ídolo permanecia lá durante o dia e era levado para a praça todos os dias para veneração. À noite, “dormia”, acompanhado de numerosos bustos menores fora do Tribunal.

    A pedra sacrificial dentro do Coricancha

    A perfeição de uma sala no templo inca de Koricancha.

    Jardins

    O “quarto celeiro” foi o famoso jardim regado à mão, três vezes por ano, adornado com espigas de milho e frutas de ouro que os Incas diligentemente colocavam em tempos plantio, colheita e quando os jovens guerreiros iam à festa de Huarachicuy.

    Os jardins de Qosqo tinham esculturas de animais sagrados feitas de ouro em tamanho natural.

    Rituais

    No lado oeste dos principais edifícios da Côrte existiam dois pequenos telhados e no lado ocidental outros dois de dimensões menore, no mesmo teto. A escultura da pedra no que resta destes edifícios, após a construção do convento, terremotos e reconstruções, é uma fina arte.

    “A cidade de Cusco foi o lar e a morada dos deuses. E assim foi tudo o que ela fez bem, fonte ou parede não tinha contado o mistério”. Juan Polo Ondegardo, cronista, 1571.

    Fonte: http://perufolklorico.blogspot.com.br/2012/11/historia-el-coricancha-inca-o-recinto.html

  24. alessandroduarte

    6 de maio de 2014 10:21 pm

    Melhor explicação

     

     

     

    [video:http://www.youtube.com/watch?v=N3csH7-cXCc%5D

    1. Andre B

      7 de maio de 2014 5:01 am

      aliens ou preconceito?

      Esse programa é bastante divertido como entretenimento. Mas me parece estranha a idéia de que os antigos – leia-se os não europeus – tenham precisado de ajuda externa para fazer suas realizações de engenharia, enquanto a ciência e engenharia nascidas na Europa moderna e que se difundiram em todo mundo tenha sido obra dos próprios humanos sem ajuda alienigena. O sub texto da série me parece um tanto quanto colonialista não?

  25. taturanous

    6 de maio de 2014 11:27 pm

    FALTA D’AGUA

    Paraliza obras de Piramides  em S.P.

  26. nosde

    7 de maio de 2014 12:23 am

    No futuro pesquisadores vao

    No futuro pesquisadores vao lutar pra saber como os paulistas arrastaram nas costas as estátuas de Serra, Alkimim, FHC nos 20 anos de tucanato . . . . . .

Recomendados para você

Recomendados