Jornal GGN – Uma vacina contra o coronavírus pode estar disponível para uso limitado até o final deste ano, segundo declarações do executivo-chefe da farmacêutica AstraZeneca, Pascal Soriot.
Em entrevista ao site britânico BBC, Soriot explica que a empresa concordou em fabricar e distribuir uma vacina contra a doença que está em desenvolvimento pela Universidade de Oxford, desde que o tratamento se mostre eficaz.
A universidade britânica deu início aos testes em humanos na Europa na última semana. De acordo com Soriot, o histórico da equipe de Oxford é expressiva, com tecnologia avançada. A AstraZeneca saberá se sua confiança será bem empregada.
O professor Sir Bell Bell, professor de medicina da Regius na Universidade de Oxford, disse que o acordo era importante para “ver se conseguimos fazer com que essa vacina funcione, seja fabricada e distribuída no Reino Unido e no mundo”.
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PeixeBr
30 de abril de 2020 2:52 pmNão vi sentido nenhum no acordo com o laboratório. “ver se a vacina funcione”, o que o acordo pode melhorar nesse ponto? “distribuir”, para melhorar a distribuição o mais indicado seria disponibilizar para todo e qq laboratório.
Anarquista Lúcida (sem estar logada)
30 de abril de 2020 2:57 pmHá um suplemento novo da Puravida, chamado CardioFlow, que é um anticoagulante natural (é derivado da película do tomate, só que uma cápsula corresponde a 1 litro de suco de tomate); ele nao impede a coagulaçao natural do sangue, mas evita que as plaquetas se aglomerem e formem trombos nao devidos. Segundo o site (que indica estudos científicos, se alguém quiser comprovar) o suplemento nao apresenta complicaçoes laterais.