A Folha de S.Paulo revelou nesta terça (17) que Bianca Medeiros, cunhada do presidente da Câmara Hugo Motta, obteve um empréstimo de ao menos R$ 22 milhões junto ao Banco Master, em operação realizada em março de 2024. O crédito foi contratado poucos dias após ela assumir o controle de uma empresa com capital social reduzido, que teve suas próprias cotas apresentadas como garantia.
Segundo a reportagem, os recursos foram utilizados para a aquisição de uma área de grande porte em João Pessoa, onde há projeto de desenvolvimento imobiliário. A estrutura da operação e o valor do empréstimo chamaram atenção por envolver uma empresa recém-assumida (ETC Participações) e sem histórico financeiro compatível com a cifra. Bianca adquiriu 100% das cotas da ETC por R$ 100 mil.
A Folha também apontou que Bianca ocupou anteriormente um cargo comissionado no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, na Secretaria Nacional de Inclusão Social e Produtiva, com salário de cerca de R$ 9 mil mensais. Ela ainda teve um outro cargo comissionado em gabinete parlamentar cujo salário era de R$ 12 mil. A discrepância entre a renda declarada à época e o volume do financiamento reforçou questionamentos sobre a origem das garantias e as condições do crédito. Segundo a Folha, ela teve experiência profissional de anos no ramo da hotelaria.
Em nota, Bianca afirmou que a operação ocorreu dentro dos parâmetros de mercado e negou qualquer irregularidade. Já Hugo Motta declarou não possuir relação com o banco nem participação no negócio. O caso se insere no contexto das investigações sobre o Banco Master, que apuram possíveis irregularidades em operações financeiras e conexões com agentes políticos.
Rui Ribeiro
17 de março de 2026 12:27 pmOs homens de bens estão com o rabo preso nas mãos do Vorcaro. A batata do Nikolalau tá assando no fogareiro do Vorcaro e do Zettel. Viva a Ladroinha!
Rui Ribeiro
17 de março de 2026 12:52 pmNikolalau sorri da derrota do Brasil no Oscar. Tem a síndrome de vira-lata.
Rui Ribeiro
17 de março de 2026 1:18 pmEm razão de suposta conversa entre Ministro do STF e o Vorcaro, o Carlos Viana afirmou em entrevista ao Roda Viva que o número é do Supremo e ainda alegou que “em qualquer país sério, o ministro Alexandre de Moraes estaria afastado do cargo até que a investigação terminasse”.
O Brasil não é um país sério, já dizia uma autoridade francesa. Veja que ninguém é afastado dos cargos públicos quando é acusado:
Ministro do Turismo denunciado
Marcelo Álvaro Antônio foi denunciado pelo MP-MG por envolvimento no esquema de laranjas do seu partido, o mesmo de Jair Bolsonaro, o PSL. A investigação concluiu que o ministro do Turismo chefiou um esquema de desvio de recursos públicos de candidaturas femininas de fachada nas eleições de 2018. Depoimentos do ex-assessor e uma planilha sugerem que dinheiro de candidatas laranjas foi desviado via caixa dois para campanhas de Bolsonaro e do próprio ministro. Álvaro Antônio foi acusado dos crimes de falsidade ideológica eleitoral, apropriação indébita de recurso eleitoral e associação criminosa.
2. Ministro da Cidadania denunciado
O Ministério Público Federal ajuizou uma ação contra Osmar Terra, ministro da Cidadania, por improbidade administrativa. A ação aconteceu pela suspensão de um edital da Ancine para produções de audiovisual para emissoras de televisão públicas, causando até mesmo prejuízo aos cofres públicos com os processos em andamento. Essa foi considerada a primeira medida formal de censura no desgoverno Bolsonaro, já que a suspensão ocorreu seis dias depois de Jair ter se manifestado nas redes sociais sobre ser contra produções com temática LGBTQ+, motivando a suspensão por conta de discriminação contra projetos com essa temática.
3. Ministro da Saúde denunciado
Luiz Mandetta tem quatro processos que correm na Justiça. Três deles fazem parte de um mesmo caso: a implantação de um sistema de integração em saúde, quando o atual ministro da Saúde ainda era secretario municipal de saúde em Campo Grande. O MP acusa Mandetta de improbidade administrativa por fraudes na implantação do sistema denominado Gisa. O projeto custou mais de 8 milhões e o serviço nunca teria sido prestado para a população, além de ter sido marcado por favorecimentos e fraudes.
Alguém acha que afastariam o Campos Netto da Presidência do Banco Central por sua condescendência com o Vorcaro/Master ou que afastarão o Nikolas por viver com o rabo preso nas mãos do Vorcaro?
Marcio Aurelio Cruzeiro
17 de março de 2026 3:42 pmEssa Gente pode tudo !!………vejam o exemplo do Sen. Flávio, comprou um Casebre pela bagatela de $6 milhões……