De poeta nordestino, a crítica mais incisiva contra um genocida

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6 comentários

  1. Congresso Internacional do Medo
    (Carlos Drummond)

    Provisoriamente não cantaremos o amor,
    que se refugiou mais abaixo dos subterrâneos.
    CANTAREMOS O MEDO, QUE ESTERILIZA OS ABRAÇOS
    não cantaremos o ódio, porque esse não existe,
    existe apenas o medo, nosso pai e nosso companheiro,
    o medo grande dos sertões, dos mares, dos desertos,
    o medo dos soldados, o medo das mães, o medo das igrejas,
    cantaremos o medo dos ditadores, o medo dos democratas,
    cantaremos o medo da morte e o medo de depois da morte,
    depois morreremos de medo
    e sobre nossos túmulos nascerão flores amarelas e medrosas

  2. Por favor alterem o título da matéria para respeitar a identidade de gênero da pessoa no vídeo. Não consigo ver o tratamento de gênero dado como um deslize, mas o resultado de ações que simplesmente não respeitam o direito individual à autoidentificação.

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  3. Porque o meu comentário das 10h21min aguarda moderação até agora enquanto outros comentários postados após o meu já foram publicados?

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