Jornal GGN – O presidente Jair Bolsonaro decidiu mudar as regras para o uso dos aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) após a polêmica envolvendo o ex-secretário executivo da Casa Civil, Vicente Santini.
Decreto publicado no Diário Oficial da União nesta sexta-feira indica que, a partir de agora, os servidores que eventualmente substituírem ministros de forma interina estão proibidos de solicitar aeronaves.
Pelo texto do novo decreto, apenas as seguintes autoridades podem pedir para voar de FAB: o vice-presidente da República, os presidentes do Senado, da Câmara e do Supremo Tribunal Federal, os ministros de Estado, além dos comandantes das Forças Armadas e o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas. O novo decreto, porém, proíbe o uso das aeronaves da FAB pelos interinos ou substitutos de ministros ou dos comandantes das Forças.
As novas regras também determinam que as autoridades comprovem a necessidade da viagem em voo da FAB nos casos de emergência médica, de deslocamento a serviço e por motivo de segurança – neste caso, o decreto presume ser motivo de segurança as viagens feitas pelas autoridades ao local de sua residência permanente.
De acordo com o jornal O Estado de São Paulo, as regras foram endurecidas depois que Santini usou um jato oficial para ir à Europa e à Àsia em janeiro deste ano. Santini representava o então ministro Onyx Lorenzoni e usou o voo para ir a uma reunião do Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, e depois se juntar à comitiva presidencial que estava em Délhi, na Índia. O episódio levou Bolsonaro a demitir o auxiliar de Onyx assim que retornou ao Brasil.
João Ferreira Bastos
6 de março de 2020 5:15 pme quem vai abrir a bolsa do heleno, dos lixofilhos e do miliciano-corno ?
Vladimir
7 de março de 2020 6:06 pmO próximo passo será proibir as rinhas de galo e o uso do biquíni.