A média de 7 dias serve para amenizar grandes oscilações diárias. Mas os dados de ontem, do Covid na Europa, não dão margem a dúvidas de uma alta generalizada.
Veja, primeiro, os dados gerais divulgados hoje pela Organização Mundial de Saúde.
Confira, agora, as tabelas abaixo.
A França saltou de uma média diária semanal de 25.480 para 27.051 – uma alta de 6,17% em apenas um dia, significa 434% em 28 dias. No caso da Italia, a alta mensalizada foi de 1.158% em 28 dias; e da Alemanha de 696%.
Tudo isso porque os números de ontem indicam 41.622 casos, quase o dobro da média diária.
Não significa que essa escalada prosseguirá pelas próximas semanas, a alta é muito expressiva. Analisando um período maior – de 28 dias – percebe-se que a média diária saltou de 18.995 para 20.460 casos, uma alta de 7% em apenas um dia.
Esse crescimento exponencial aconteceu nos demais países.
Em números absolutos, a Europa é o único continente com alta continuada de casos.
Analise Portugal. Em um dia, a média móvel diária aumentou 7,75%, o equivalente a 709% em 28 dias. O número de novos casos foi de 3.270, bem acima da média do dia anterior.
Com isso, a curva de novos casos deu um salto.
Como o fenômeno ocorreu em todos os países analisados, não dá para categorizá-lo como ajuste estatístico: a segunda onda está vindo muito maior do que a primeira.
Na relação das maiores altas de novos casos, a Europa é dominante.
Em relação aos óbitos, o quadro é menos desalentador.
O Brasil continua com destaque em todos os rankings. É um dos três com maior número de casos, ao lado dos Estados Unidos e India. E, na relação per capiuta, é o 4o colocado, perdendo apenas para Peru, Belgica e Bolivia.
Li de Brusque
23 de outubro de 2020 6:35 pmSaiu há poucos minutos no The Washington Post:
“Subsequent studies from the World Health Organization reported a lack of impact on patient deaths. However, some infectious disease specialists say such antivirals are most likely to be effective when used early, before the infection overwhelms the body.”
Não, esse argumento apenas serve para o Rendemsevir, medicamento de 2 mil dólares a dose. Mas quando se trata de Cloroquina aí esse arqumento não tem nenhuma relevancia e é solenemente ignorado pela grande e pela pequena mídia.
https://www.washingtonpost.com/business/where-are-we-in-the-quest-forcoronavirustreatments/2020/10/23/8833e2be-1532-11eb-a258-614acf2b906d_story.html
Li de Brusque
23 de outubro de 2020 6:45 pmComo nem a grande mídia nem a pequena mídia publica, publico eu, na forma de um post, na esperança que deixem passar pela censura e alguma alma em apuros a leia:
O uso precoce de hidroxicloroquina, mas não de cloroquina, reduz a admissão na UTI em pacientes com COVID-19
https://www.ijidonline.com/article/S1201-9712(20)32175-5/fulltext#%20
Um estudo de coorte observacional de âmbito nacional foi realizado na Holanda. Os hospitais tiveram a oportunidade de decidir independentemente sobre o uso de três estratégias diferentes de tratamento do COVID-19: HCQ ou CQ, ou nenhum tratamento.
Esse foi na Holanda. Tivemos estudos na Arábia Saudita que ninguém publicou, na Belgica que ninguém publicou, Na Itália, que ninguém publicou, na Espanha que ninguém publicou mostrando que a HCL aplicada em pacientes de forma precoce reduz as internações e mortes por COVID.
Li de Brusque
23 de outubro de 2020 6:58 pmAqui o estudo da Arábia Saudita:
O efeito da terapia inicial baseada em hidroxicloroquina em pacientes com COVID-19 em ambientes de atendimento ambulatorial: um estudo de coorte prospectivo em todo o país
https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2020.09.09.20184143v1
RESULTADOS: Dos 7.892 pacientes sintomáticos confirmados por PCR com COVID-19 que visitaram as clínicas ambulatoriais de febre durante o período do estudo, 5.541 tiveram resultados clínicos verificados no dia 28 (1.817 pacientes no grupo HCQ vs 3.724 no grupo SC).
A terapia inicial baseada em HCQ foi associada a uma menor internação hospitalar em 28 dias em comparação com SC sozinho (9,4% em comparação com 16,6%, RRR 43%, valor de p <0,001). O desfecho composto de admissão na UTI e / ou mortalidade em 28 dias também foi menor no grupo HCQ em comparação com o SC (1,2% em comparação com 2,6%, RRR 54%, valor p 0,001).
Nenhum grande jornal ou emissora de TV noticiou. Nem pequenos jornais se interessou em publicar.