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33 Comentários
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  1. NICKNAME

    26 de setembro de 2014 3:47 am

    Feldman, a Irmandade, o Blog

    Feldman descobre o Brasil, e o Blog destaca a obviedade! O peso da Marina é incontestável numa eleição (só não é em blogs bem informados e de militân- cia de tão alto nível…Como é superprevisível,e maçante, a Irmandade insiste,em fazer militância “conscientizadora” e/ou eleitoral como luta de O Bem contra O Mal: Marina é tudo de ruim,Dilma é tudo de bom, ou Marina tem quase tudo de ruim e Dilma tem quase tudo de bom(bater tecla, tb. bato).Chiliques houve qdo. Wanderley Guilherme dos Santos,num post-título falou de o PSB sendo partido de esquerda, neste instante na corda bamba.Há exce- ções que abominam tal nível de “discus- são” que termina de enxotar(além dos que já enxotaram)alguns bons participantes visitantes,não-cadastrados ou que pediram cadastramento.Uma enorme maioria nunca se manifesta, aposto. Ri.

    1. NICKNAME

      26 de setembro de 2014 4:00 am

      “ Lo que los hombres quieren no es el conocimiento, sino…

      “ Lo que los hombres quieren no es el conocimiento, sino la certidumbre “

           – Bertrand Russell

       

  2. André Paulo Reis

    26 de setembro de 2014 6:56 am

    Marina mente no Bom Dia Brasil sobre Belo Monte

    Belo Monte: Blablá mentiu

    Essa candidata quer promover o desmanche do Estado brasileiro e dos interesses nacionais

    Ela e os amiguinhos do Norte chamam isso de “desastre ambiental”…

     

    O Conversa Afiada reproduz nota oficial da empresa que constrói Belo Monte, essa gloria da engenharia brasileira, que a Blablá e seus amiguinhos do Norte – lembra do Cameron, amigo navegante ? – tentaram dinamitar.

    Os amiguinhos (dela) do Norte não admitem que o Brasil tenha energia renovável e barata, construida por engenheiros brasileiros, com operários brasileiros.

    Eles não engolem !

    No Mau Dia Brasil, que lhe poupou do jatinho, Bláblá detonou Belo Monte e a transposição  do rio São Francisco, outra gloria da engenharia brasileira, como exemplos de “gasto ineficiente”. 

    Essa candidata quer promover o desmanche do Estado brasileiro e de seus interesses nacionais.

    Veja o que diz a Norte Energia:

     

    NOTA À IMPRENSA SOBRE A DECLARAÇÃO DE MARINA SILVA

     

    Diante das declarações da candidata Marina Silva sobre a Usina Hidrelétrica Belo Monte ao Bom Dia Brasil (Rede Globo) desta quinta-feira (25/9), a Norte Energia S.A., empresa responsável pelo empreendimento, vem a público restabelecer a verdade dos fatos: nunca houve aditamento do valor do contrato de concessão de Belo Monte. O valor do projeto, cujo leilão ocorreu em 2010, permanece o mesmo, com a correção contratual pelo IPCA.

    A Empresa superou, em agosto deste ano, o montante de R$ 1,9 bilhão investido em ações socioambientais que beneficiam as populações do entorno da Usina. Os recursos fazem parte de um total de R$ 3,7 bilhões (a preços de 2010) que serão aplicados em ações condicionantes e em outros benefícios previstos no Projeto Básico Ambiental (PBA) do empreendimento, inclusive do PBA-Componente Indígena, e no Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu (PDRS-X), e em ações complementares.

    Como parte do PBA, a Norte Energia desenvolve nos cinco municípios da Área de Influência Direta da Usina (Altamira, Anapu, Brasil Novo, Senador José Porfírio e Vitória do Xingu) 117 projetos de cunho ambiental, econômico, social e cultural. Os trabalhos em andamento estão sob acompanhamento rigoroso de órgãos fiscalizadores, especialmente do Ibama.

    Estas ações beneficiam diretamente moradores da região como Edileuza Alves, 38 anos, que durante 16 anos morou em uma palafita na Rua das Olarias, área de Altamira historicamente alagada nos períodos de cheia do rio Xingu. “Quando soube que teria que sair dali, fiquei aliviada. Lá era muito perigoso e eu ficava presa em casa.”

    Desde 13 de setembro, Edileuza mora no Jatobá, um dos cinco novos bairros que estão sendo construídos pela Norte Energia em Altamira como parte das condicionantes da UHE Belo Monte. No total serão 4,1 mil casas em bairros com infraestrutura completa. Mais de 500 famílias já saíram das áreas insalubres e estão usufruindo do conforto e da segurança das novas casas, dotadas de água, luz, esgoto e saneamento.

    “Meu maior sonho era morar em uma casa de chão firme. Hoje eu tenho isso, e muito mais, pois quando sofri um derrame, há alguns anos, fiquei com parte do corpo paralisada. Meu banheiro aqui é adaptado, o que me dá segurança na hora de tomar banho”, explica Edileuza.

    Saúde e educação

    As ações desenvolvidas pela Norte Energia também reforçam a estrutura de saúde dos municípios da Área de Influência Direta da Usina. Na região, já foram construídas e equipadas 27 Unidades Básicas de Saúde (UBS). Três hospitais estão em obras para serem entregues ainda em 2014. Os casos de malária foram reduzidos em 90% nos sete primeiros meses de 2014 (644 casos), na comparação com o mesmo período de 2011 (6.373) em Altamira, Anapu, Brasil Novo, Senador José Porfírio, Pacajá e Vitória do Xingu. Na área de educação, a Empresa construiu ou reformou 252 salas de aula e ampliou outras 102, beneficiando diretamente mais de 20 mil alunos. Outras obras estão em andamento e em fase de contratação.

    Saneamento básico

    No saneamento básico, mais de R$ 429 milhões já foram investidos para a instalação de redes de água e de esgoto e estações de tratamento. Em Altamira, já estão concluídas 88% das instalações, com 220 quilômetros de redes de esgoto e 170 quilômetros de redes de água potável. Na área urbana de Vitória do Xingu foram implantados 30 quilômetros de rede de esgoto e 12,5 quilômetros de drenagem de águas pluviais.

    Diversas outras ações são desenvolvidas nas mais diversas áreas, como segurança pública, assistência social e meio ambiente, entre outras.

    Componente indígena

    A UHE Belo Monte é a primeira obra do Brasil a desenvolver um PBA específico de componente indígena específico, o PBA-CI. Entre novembro de 2010 e agosto de 2014, a Norte Energia destinou mais de R$ 176 milhões para ações que atendem 11 Terras Indígenas da Área de Influência da Usina. Já foram concluídas 313 casas, de um total de 699, e doados e entregues mais de 1,2 milhão de litros de combustíveis e lubrificantes, 326 barcos e voadeiras e mais 564 motores, além de 44 veículos e 96 geradores.

    Entre outras ações em andamento estão o apoio à construção de escolas nas aldeias, construção de casas de farinha, projetos de estruturação produtiva, ações de aperfeiçoamento de professores, melhoria de gestão, produção de material didático, como dez cartilhas de letramento para dez diferentes povos indígenas.

    PDRS-X

    Os seis municípios da Área de Influência Indireta  (Gurupá, Medicilândia, Pacajá, Placas, Porto de Moz e Uruará) da UHE Belo Monte, que não fazem parte do PBA, já receberam mais  R$ 15 milhões em investimentos diretos da Norte Energia, além de terem à disposição R$ 500 milhões no PDRS-X, aonde podem entrar com projetos próprios.

    Tais resultados mostram que Belo Monte, além de ser um exemplo de sustentabilidade na área energética, com energia limpa e renovável, é também um indutor de desenvolvimento regional e de melhoria na qualidade de vida da população local, há décadas carente de investimentos sociais.

    Norte Energia S.A.
     

    Veja o que engenheiros e trabalhadores brasileiros fazem em Belo Monte –http://bancodeimagens.norteenergiasa.com.br/bancoimg/#!/?page_id=2172

      

  3. IV AVATAR

    26 de setembro de 2014 7:36 am

    Que o povo brasileiro vote pensando em sua própria vida

    Que o povo brasileiro vote pensando em sua própria vida e não se deixe levar pelo ódio(clique aqui) inoculado pelos meios de comunicação

    [video:http://www.youtube.com/watch?v=kO-3Tb6_JAc#t=146%5D

    Mobilização Nacional #NemQueaVacaTussa: entre você nessa ideia!

    http://mudamais.com/ruas-e-redes/mobilizacao-nacional-nemqueavacatussa-entre-voce-nessa-ideia

  4. Assis Ribeiro

    26 de setembro de 2014 9:01 am

    Brasil: Economia e

    Brasil: Economia e Comércio

     

    http://www.contextolivre.com.br/2014/09/brasil-economia-e-comercio.html

     

  5. Assis Ribeiro

    26 de setembro de 2014 9:16 am

    Conselho de Ética da Alemanha

    Conselho de Ética da Alemanha recomenda não punir mais sexo entre irmãos 

    Relações consensuais entre irmãos maiores de idade não deveriam mais ser penalizadas. Conservadores chamam proposta de escandalosa. Governo diz que não vai mudar a lei.

    O Conselho de Ética da Alemanha propõs nesta quarta-feira (24/09) abolir a proibição legal do incesto entre irmãos quando a relação é consensual e envolve pessoas maiores de idade. A proposta gerou uma onda de críticas.

    A maioria dos integrantes do Conselho de Ética disse ser da opinião “de que o direito penal não é o meio adequado para resguardar um tabu social.” Por isso, a lei deveria ser alterada. Dos 26 membros, nove se posicionaram contra a proposta, e três se abstiveram.

    Políticos democrata-cristãos criticaram a proposta. Em entrevista ao jornal Bild, nesta quinta-feira (25/09), o porta-voz para política interna da bancada conservadora no Bundestag (câmara baixa do Parlamento), Stephan Mayer, falou de uma sugestão “escandalosa” e inaceitável.

    Pano de fundo do parecer é uma decisão da Corte Europeia de Direitos Humanos, em abril de 2012, que ratificou o veredicto de um tribunal alemão sobre a proibição de incesto entre irmãos no país. Na ocasião, os juízes da corte de Estrasburgo rejeitaram a queixa de um homem de Leipzig, que havia sido condenado por manter relações sexuais com sua irmã.

    Os dois foram criados separadamente e só se conheceram quando já eram adultos. Uma relação se desenvolveu entre eles, o que levou ao nascimento de quatro filhos, entre 2001 e 2005.

    A maioria do Conselho de Ética se posicionou agora a favor de uma mudança do respectivo parágrafo 173 do Código Penal alemão, que prevê pena de até dois anos de reclusão ou multa para casos de incesto. Segundo o Conselho, o direito penal não tem a tarefa de “impor padrões ou limites morais à relação sexual entre cidadãos maiores de idade, mas de proteger o indivíduo de danos e assédios grosseiros, como também de resguardar a ordem social da comunidade de perturbações.”

    Segundo o porta-voz de política interna dos partidos conservadores alemães, no entanto, “não é à toa que incesto entre irmãos e parentes próximos são passíveis de punição judicial”. Tais relações teriam como consequências graves doenças hereditárias e deficiências nos filhos, argumentou Mayer.

    O ministro da Justiça, o social-democrata Heiko Mass, afirmou nesta quinta-feira que não pretende propor mudanças na lei, apesar do parecer. O Conselho de Ética é um órgão de assessoramento do governo alemão e dos deputados, composto por cientistas de diversas áreas.

    http://www.dw.de/conselho-de-%C3%A9tica-da-alemanha-recomenda-n%C3%A3o-punir-mais-sexo-entre-irm%C3%A3os/a-17955033

  6. autonomo

    26 de setembro de 2014 10:11 am

     “Tem gente aí dizendo que é

     “Tem gente aí dizendo que é preciso dar um choque de gestão. Primeiro que aqui ninguém gosta de choque. Segundo que choque de gestão significa arrocho salarial, diminuição dos benefícios dos trabalhadores e mandar funcionários públicos embora.”

     

    Esse é o Lula, genio na arte da comunicação.

    É capaz de falar sobre temas politicos complicados com uma clareza que o povo entende. O PT, tendo todos os canais de comunicação tentando derruba-lo, conseguiu se manter no poder devido a esse enorme talento do Lula.

    Com uma simples frase é capaz de desmontar o adversario.

    “Primeiro que aqui ninguem gota de choque”, so mesmo um genio diria algo tão simples e direto.

  7. Marco Antonio L.

    26 de setembro de 2014 10:31 am

    Prezado Nassif, favor

    Prezado Nassif, favor informar procedimentos para me cadastrar no blog para ter acesso , inclusive de postagens no Fora de Pauta e outros. Eu tinha efetuado cadastramento pelo antigo blog mas não consigo mais acessar. Obrigado e forte abraço.

  8. evandro condé de lima

    26 de setembro de 2014 10:44 am

    Aos sábios de plantão

    Prezados, busquei mas não encontrei a justificativa: por que cargas dágua cavaletes de propaganda eleitoral não podem ficar expostos das 22 horas às 6 da manhã?  Para as demais restrições eu até posso entender, mas esta em particular extrapolou minha capacidade.

  9. Marco Antonio L.

    26 de setembro de 2014 10:50 am

    Prezado Nassif, se puder

    Prezado Nassif, se puder mandar para o meu email os procedimentos para ser cadastrado e ter acesso ao blog. Gostaria de postar no Fora de Pauta e demais. Meu endereço eletrônico [email protected] . Meu nome completo é Marco Antonio Loureiro Pernes da Silva. Para subsídio, eu tenho recebido de vocês sobre a agenda dos debates que são feitos por você , no email. Obrigado.

    1. NICKNAME

      27 de setembro de 2014 1:04 am

      Convidando mais participantes!

      Um visitante, Marco Antônio L. envia comentário pro Nassif. O Nassif e sua Equipe devem melhor lhe responder. Mas aqui vai uma primeira dica  Qualquer pessoa pode participar, sem ser cadastrado. E, claro, que não use de palavrões. Você(s) pode(m) enviar comentários no formulário apropriado ao fim da página, se for comentário isolado. Se for comentário diretamente relacionado com um outro comentário de um outro ou outros participantes, você(s)  clicka em Responder, e, assim, se abre o mesmo formulário. O tempo de vir a ser publicado depende da Equipe(Nassif e a Equipe dele) e pode levar desde alguns minutos ou até 1, ou 2 horas, depende do momento do dia (ou da noite ou da madrugada). E o cadastrado aceito obtém acesso a alguns recursos de praticidade (por exemplo, ter seu comentário instantaneamente publicado (sem passar pela Equipe). Você pode pedir Cadastramento enviando uma mensagem ao clickar sobre o link “Contato” que está na tela, na sua frente, no canto à sua direita, lá embaixo (onde há também o link “Instituicional”). Você, claro, preencherá seu endereço eletrônico (e-mail), seu nome e seu Apelido (como quiser aparecer na tela ao ser publicado comentário seu (há quem opte por seu nome próprio, ou abreviado, ou por algum Apelido, por exemplo NICKNAME, outro exemplo “PATATIVA”, qualquer apelido que você quiser, claro, sem palavra que possa ofender . Se seu apelido não for aceito, o Blog certamente entrará em contato com você pelo mesmo e-mail informado – por exemplo, já existe um apelido, este NICKNAME. Você pode ver os demais comentários de qualquer pessoa (o histórico de todos os comentários que uma pessoa já tenha feito) , mesmo não sendo cadastrado, ao clicar sobre o Apelido que acompanha cada comentário. Lá a pessoa pode querer que cidade, estado,idade, etc seja público ou pode omitir, querer privacidade, por exemplo, há campos opcionais ao se registrar). Cada cadastrado tem outro recurso que é receber automaticamente um aviso a cada vez que (se você quiser – abre uma opção) alguém comentar sobre um comentário seu. Ou, também, se você optar, receberá todos os comentários que forem aparecendo a respeito de cada Post-Título da lista “posts recentes”. Espero ter ajudado. Sempre é saudável chegarem mais pessoas e com opiniões diversifiddadas, mas é evidente que a linha editorial neste momento é pró-Dilma, mas outras opiniões são aceitas (aí, a Equipe também observará se foge muito ao tema, ou contraria frontalmente o bom senso – ou o que se entenda por bom senso, o que é muito subjetivo). Como em qualquer grupo, pode e há uma predominância de opiniões sobre algum tema, a pessoa pode ou não concorddar, pode ou não (claro) apreciar opiniões diversas ou a opinião predominante e reforçá-la ou ter a sua prórpia opinião reforçada por um, por dois ou por vários participantes não-cadastrados ou cadastrados. Espero que o meu longo palavreado tenbha lhe servido.

  10. Claudio.SJ

    26 de setembro de 2014 11:02 am

    DELAÇÃO PREMIADA DE DOLEIROS SOB SUSPEITA DE ARMAÇÃO COM A MÍDIA

     

    DELAÇÃO PREMIADA DE DOLEIROS SOB SUSPEITA DE ARMAÇÃO COM A MÍDIA

     “INVESTIGADORES” SAEM CORRENDO DOS DEPOIMENTOS PARA PASSAR INFORMAÇÕES SIGILOSAS PARA O JORNAL O GLOBO ?! QUEM VAZA, POR QUE VAZA E POR QUANTO VAZA ? EXISTE ALMOÇO GRÁTIS ? O jornal O Globo acaba de lançar seríssima suspeição sobre integrantes do MINISTÉRIO PUBLICO FEDERAL ou da POLÍCIA FEDERAL, que participam das investigações da Operação Lava Jato e das oitivas do ex-diretor da PETROBRAS, Paulo Roberto Costa e do Doleiro Alberto Yousseff.  Ambos estão sob o regime de DELAÇÃO PREMIADA, onde em troca das informações que fornecem, apontando os caminhos e os supostos participantes de esquemas de corrupção e lavagem de dinheiro, receberão provavelmente penas menores. Ocorre que, tudo isso é sigiloso, todas as informações são criptografadas e guardadas, para que sejam cuidadosamente analisadas/investigadas em sua procedência e veracidade. Até onde se imagina, todos os servidores públicos do MPF e da Polícia Federal, são profissionais de confiança e íntegros, não se admitindo que BURLEM a mais elementar regra nesse tipo de depoimento, que é o SIGILO ABSOLUTO, visando preservar a colheita de provas e também evitar que, de forma precipitada ou injusta, pessoas tenham seus nomes arrolados em ilícitos que de fato não tenham participado. VAZAMENTOS SELETIVOS E CONVENIENTES só fazem atrapalhar tudo. O JORNAL O GLOBO de hoje (26/09/2014 – pág. 3) traz, porém, em dois momentos, afirmação de que INVESTIGADORES DA OPERAÇÃO LAVA JATO, revelaram ao Jornal, o teor dos depoimentos, ao menos de partes importantes, do que disseram Costa e Yousseff. No momento exato e oportuno, após a confirmação das acusações e do recebimento pela JUSTIÇA do inquérito / denúncia completa, todos nós temos o direito de saber os nomes citados. Aos citados será dado o sagrado direito de defesa. Após o julgamento e da apuração das possíveis culpas, faremos nosso juízo de valor, cabendo aos condenados cumprirem as penas impostas. Não parece correto que, FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS, traiam seu compromisso, e cometam grave irregularidade de fornecer para JORNAIS e REVISTAS por eles escolhidos, INFORMAÇÕES SIGILOSAS. Isso também é CRIME, e coloca a INTERROGAÇÃO dos motivos pelos quais agem dessa forma.  HÁ um sério risco nesse momento, de termos DOIS TIPOS DE DELAÇÃO premiada. Uma feita pelos acusados às autoridades, VISANDO REDUÇÃO DE SUAS PENAS, outra feita por “INVESTIGADORES” aos jornais e revistas, e aí estarão eles, VISANDO QUE TIPO DE DELAÇÃO ? O BLOG se reserva ainda o direito de duvidar da informação do Jornal, de que tais informações lhe foram mesmo passadas por “INVESTIGADORES”. Postado por

     

    às

    07:43

    1. IV AVATAR

      26 de setembro de 2014 11:37 am

      Acusação contra tucano não dá ibope….

      Ontem no Forum fiquei só observando um batalhão de jornalistas, muitas câmeras, máquinas fotográficas e muita gente se acotovelando. Ai vi que o motivo era que vereadores tucanos estavam protocolando uma ação contra o prefeito petista Paulo Garcia, que tenta reajustar o IPTU que há anos não é atualizado. Ai vi como funciona a coisa: Quando é prá falar mal do PT todo um aparato que envolve mídia, MP, PF e o diabo a quadro se reunem para fazer alarde. Quando eh tucano, o tal aparato foge como o diabo foge da cruz…ai o fato de um senador tucano como Alvaro Dias ter viajado no avião de Youssef não tem a menor importância e muito menos o fato do doleiro ter financiado a campanha do “impoluto” delegado federal e deputado Fernando Franchiscini

    2. Pedro Penido dos Anjos

      26 de setembro de 2014 12:20 pm

      Assino embaixo.

      Assino embaixo.

  11. Claudio.SJ

    26 de setembro de 2014 11:19 am

    Midia tucana nem se disfarça mais

    25 set 2014

    A MÍDIA DE MINAS ALUGA TUDO, ATÉ UM PUXADINHO PARA A COLIGAÇÃO DO TURISTA DA VEIGA INSTALAR UM PETIT COMITÉ

     

     

    | author: Lingua de Trapo

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  12. IV AVATAR

    26 de setembro de 2014 11:29 am

    .

    Pesquisa americana confirma: Brasil é a quinta nação mais próspera do mundo!

     
     A properidade tem nome e ela se chama Brasil. Isso é o que confirma a pesquisa divulgada em Washington (USA) na semana passada, pela Gallup-Healthways Global Well-Being Index(link is external). O estudo, que é uma extensão de várias outras pesquisas realizadas durante seis anos com 2 milhões de entrevistados, mostra que o nosso país se encontra entre os cinco mais prósperos do mundo, ficando atrás apenas do Panamá (1º), Costa Rica (2º), Dinamarca (3º) e Áustria (4º). Os critérios usados para a avaliação foram: motivação diária, inserção social e saúde física. Além disso, outros pontos também foram levantados: bem estar financeiro, bem estar comunitário e bem estar físico.E ainda tem mais um aspecto importante a ser destacado: a pesquisa indica que a população dos países latino americanos tem uma cultura de prática do pensamento positivo, tornando o encontro com a felicidade algo a ser buscado diariamente. :DNesta quarta-feira (24), durante a reunião da Cúpula do Clima realizada em Nova Iorque pela Organização das Nações Unidas (ONU), Dilma foi questionada pelos jornalistas sobre o fato de estar ‘tão feliz’. Ela respondeu: “Meu querido, eu sou uma pessoa sempre alegre porque acho que senão não vale a pena viver. Vale? Beijo”.Com o Brasil mostrando que é sim a nação do futuro e que tem muito a transmitir ao mundo inteiro, ser feliz também chega a ser mesmo um caso de responsabilidade pública, não é? E nossa presidenta tem motivos para comemorar, ser feliz e se orgulhar. Afinal, como bem lembrou o escritor e jornalista Fernando Morais: “Quando foi que alguém tirou 40 milhões de pessoas da miséria numa revolução pacífica?”. Dilma participou dessa conquista, que foi iniciada pelo governo do ex-presidente Lula em 2003 e aprofundada por ela desde 2011.http://mudamais.com/daqui-pra-melhor/pesquisa-americana-confirma-brasil-e-quinta-nacao-mais-prospera-do-mundo

     

  13. SergioMedeirosR

    26 de setembro de 2014 11:59 am

    O direito de resposta e a Caixa de Pandora do STF

    O direito de resposta e a Caixa de Pandora do STF

                                                                                uma breve releitura…

    O caso é que, efetivamente, há algum tempo – pouco tempo é claro -, se abriu a Caixa de Pandora do STF*, mas, ao contrário dos entendimentos professados, naquela oportunidade, o fato principal não foi o desnudamento dos interesses que moviam aquele Tribunal(https://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/o-supremo-abriu-a-caixa-de-pandora).

    O fato mais importante é que, a partir daquele momento, a farsa (mentira) não mais reinava, não mais reinava com desenvoltura, havia chegado a termo seu tempo.

    Abrira-se a Caixa e, coisa estranha, quem se viu no espelho foram os moradores dela.

    Por paradoxal que possa ser,  caíram as máscaras de alguns e, nesse movimento, outros puderam vislumbrar a verdadeira face de Fausto.

    E isso, meus caros, tem uma força incomensurável.

    Em outros termos, o fato mais importante é que se instalou, dentro do próprio STF, a cizânia.

    “Conheceis a verdade e a verdade vos libertará”.

    Sem messianismos, sem profecias, pois este não é um tempo de oráculos.

    Mas, a partir de então, passaram a existir condições objetivas de se retomarem decisões mais consentâneas com uma Constituição que preza a vida e a liberdade.

    E, a decisão acerca do direito de resposta (via TSE) dado ao PT contra a Veja, é um sinal dos novos tempos (os Ministros do STF, Teori Zavaski, Dias Toffolli e Rosa Weber votaram).

    http://www.tse.jus.br/noticias-tse/2014/Setembro/tse-concede-direito-de-resposta-a-coligacao-de-dilma-e-pt-na-revista-veja

    Este momento, paradigmático, nada mais é do que o prenúncio do fim do pensamento único, do STF de Gilmar Mendes, de Celso de Mello e Marco Aurélio Mello, agora sem Ayres Brito e Joaquim Barbosa.

    Apenas uma advertência, ainda, nesta nova conformação hegemônica, não se pode reincidir no equívoco tantas vezes laborado de confrontar pessoas, o que está em jogo é o livre curso de ideias.

    Sim, quantas vezes se tentou “chamar o Gilmar Mendes ás falas”, o Celso de Mello, o Marco Aurélio Mello e, obviamente, por razões que dispensam comentários (eles detinham o monopólio da fala), nunca deu resultado.

    E, é claro, a caixa estava hermeticamente fechada, um espaço fechado. Eles tinham as chaves e o domínio deste espaço.

    Mas, agora não mais, agora há espaço para que se discutam fatos, há espaço para que se façam releituras jurídicas e, coisa fundamental, não mais existem óbices a que a verdade prevaleça em detrimento de outros interesses.

    Um registro.

    Antes, nunca havíamos nos preocupado em chamar outros atores para o palco. Até que um dia, um deles, não necessariamente o mais brilhante, não necessariamente o mais loquaz, mas certamente, necessariamente, o mais corajoso, mostrou-se e quis, como nunca, desempenhar o papel a ele destinado, não o que destinavam a ele.

    Senhor de seu próprio destino. Era apenas, um, mas, com o tempo e as adesões, obtidas pela força de suas convicções e postura ética, foram desfeitas as amarras, e outros passaram a lhe seguir e a seguir, em canto próprio, seus destinos, que, aos poucos, se lhes parece emergir a frente.   

    Abriu-se um novo campo, formou-se um bloco distinto.

    E o protagonismo de Lewandowski, cedeu espaço a Teori Zavaski e a Luis Roberto Barroso, às Ministras Carmem Lúcia e Rosa Weber e, agora, até mesmo a Dias Toffoli, todos ensaiam sua disposição para a disputa por este espaço central por um lugar nobre na história (lugar não de escolhidos pelo destino, mas de pessoas que por seus atos e gestos, mereçam tal distinção).

    Estão mais fortes, pois, já foram enganados pelo canto da sereia.

    Supuseram-se heróis (no conto da mídia, na AP 470), envolvidos em luta contra forças titânicas e monstruosas as quais era preciso derrotar.

    Eram, então, os escolhidos, aos quais a sorte ou a fortuna reservara a oportunidade de protagonizarem a gênese de um novo país, mais digno, mais humano.

    Pois bem, condenado o ultimo réu, mas, antes mesmo da primeira prisão, desmascarou-se a farsa e, desde então, iniciou-se o resgate das funções que permearam a criação, não deste Tribunal, mas das instituições que deveriam espalhar a justiça e pacificar a sociedade.

    No dizer de Zaratrusta (Nietzsche), após Darwin, não mais se revela possível postular a origem divina, as teogonias de nossa origem não cabem mais em nossa racionalidade.

    Assim, a partir do momento em que terminada a farsesca AP 470, restaram desfeitos os falsos sonhos, agora, com os pés fincados no chão, volta-se a realidade.

    E, neste espaço, transitam com desenvoltura os Ministros Teori Zavaski, Luis Roberto Barros, Ricardo Lewandowski… com força, com firmeza, asseverando, afirmando, através de atos, que o povo é soberano, o povo e seus representantes, ninguém mais.

    Isto é a história acontecendo…  Não deixemos que se esqueçam tais palavras… fortalecemo-las…

    É que, é deste espaço, desta reação, deste chamamento a realidade,  que  efetivamente pode se iniciar um novo tempo e a derrocada das arbitrariedades impostas.

    ….

    O presente tem fatos concretos, concretas pessoas atuando nesta direção.

    Pessoas com propósitos claros, honestos, limpos, senhores de seus destinos e atuantes na defesa das suas convicções e, firmemente dispostos a reescrever a página triste destes últimos tempos deste Tribunal.

     

     

    *(ao final da AP 470, com a atuação decisiva de Luis Roberto Barrosos e Teori Zavaski)

  14. SergioMedeirosR

    26 de setembro de 2014 12:04 pm

    TSE concede direito de resposta ao PT contra a Veja
    Notícias / 2014 / Setembro / TSE concede direito de resposta à coligação de Dilma e PT na revista Veja25 de setembro de 2014 – 22p4  Mais informações sobre o conteúdo ImpressãoSessão plenária do TSE em 25.09.2014

    TSE concede direito de resposta à coligação de Dilma e PT na revista Veja

     

    Por unanimidade, o Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) julgou, nesta noite (25), procedente representação e concedeu direito de resposta à coligação Com a Força do Povo e ao Partido dos Trabalhadores (PT) em uma página na próxima edição da revista Veja, publicada pela Editora Abril.  Os ministros entenderam que, na edição de 17 de setembro, a Veja ofendeu a honra do PT ao afirmar, sem comprovação na reportagem, que a legenda teria supostamente pago propina em dólares a um eventual chantagista para se calar e evitar um escândalo que poderia afetar a disputa eleitoral deste ano.   

    Ao examinar a representação, o Plenário do TSE julgou que a matéria “O PT sob Chantagem”, que recebeu a chamada de capa “O PT paga Chantagistas para Escapar do Escândalo da Petrobras”, extrapolou os limites da crítica ácida, ofendendo a imagem do partido. Em trecho da reportagem, a revista informou inclusive que os dólares fotografados e que compunham uma ilustração da matéria teriam sido parte dos utilizados para o pagamento da suposta propina.

    “Se aquele que supostamente recebeu os dólares não quis se manifestar, de que forma a representada [a revista Veja] conseguiu a fotografia das cédulas que, taxativamente, afirmou terem sido utilizadas para pagamento da chantagem? A revista não explica”, considerou o relator, ministro Admar Gonzaga.

    De acordo com o ministro, nesse contexto, “percebe-se que a representada não trouxe elementos consolidadores das informações e das ilustrações exibidas, circunstância que transforma o seu conteúdo em ofensa infundada, porquanto desconectada da trama descrita”.  Ele afirmou, portanto, que o direito de resposta era medida que se ajustava “a tal situação de extravasamento da liberdade jornalística”.

    Votos

    Os ministros Teori Zavascki, Rosa Weber e o presidente do TSE, ministro Dias Toffoli, enfatizaram, em seus votos, que o Judiciário e a Justiça Eleitoral, em particular, são fiéis defensores das liberdades de expressão, de informação e da manifestação do pensamento, como pressupostos essenciais à democracia.

    “Porém, o texto publicado desborda da simples manifestação, e contém afirmações peremptórias e ofensivas que ensejam o direito de resposta”, destacou a ministra Rosa Weber.

    “Acho que é equivocado contrapor o direito de resposta ao direito de liberdade de expressão. Pelo contrário, o instituto jurídico do direito de expressão, tal como plasmado na Constituição, é composto também pelo direito de resposta. É assim que está estruturada a liberdade de expressão na nossa Constituição. Direito de resposta não significa punição, não significa uma limitação à liberdade de expressão”, sustentou o ministro Teori Zavascki.

    Já o ministro Dias Toffoli ressaltou que direito de resposta não afeta a liberdade de expressão ou de manifestação. “Em razão da possibilidade do exercício do direito de resposta é que o Poder Judiciário, o Supremo Tribunal Federal (STF) têm reiteradamente derrubado a censura”. “É em exercício que faz parte da liberdade de expressão, ele não exclui essa liberdade”, disse o ministro.

    Ele salientou que a legislação eleitoral proíbe a manifestação favorável ou contrária a candidatos pelos meios de comunicação social concedidos (rádio e televisão). Já os meios de comunicação de caráter impresso, lembrou Toffoli, podem pela legislação apoiar ou rejeitar claramente candidato, dando suas razões, por meio, inclusive, de editorial.    

    “O que não é permitido é ir para a calúnia, é ir para algo que não se sabe até que ponto é ou não verdadeiro. E não há manifestação de comprovação desses fatos. De tal sorte, que realmente [a reportagem de Veja] transbordou para a ofensa” afirmou o ministro. 

    Outro pedido

    Em outra representação, o Plenário julgou, por unanimidade, improcedente o pedido de direito de resposta feito pela coligação Com a Força do Povo, pela candidata Dilma Rousseff e o PT também contra a revista Veja.

    No caso, o direito foi requisitado porque a revista veiculou matéria, também na edição do dia 17 de setembro deste ano, com o título de capa “A Fúria contra Marina: Nunca antes neste país se usou de tanta mentira e difamação para atacar um adversário como faz agora o PT”.

    De acordo com o voto do relator, ministro Admar Gonzaga, a matéria comenta as propagandas veiculadas no horário eleitoral gratuito, quando haveria ataque demasiado à candidata Marina Silva. No caso, segundo o ministro, “não houve o extrapolamento da liberdade de informação”.

    EM, BB/JP

    Processos relacionados: Rp. 131217 e 131302

     

  15. MiriamL

    26 de setembro de 2014 12:16 pm

    FHC, chanceler ad hoc de

    FHC, chanceler ad hoc de Marina

     

    Como em 1990, quando tratou de ser ministro das Relações Exteriores de Collor, o dirigente tucano viajou aos EUA na condição de chanceler ad hoc de Marina

     

    Dario Pignotti @DarioPignotti, Brasília

    Arquivo

     

    As reincidências de Fernando Henrique Cardoso. Como em 1990, quando tratou de ser ministro das Relações Exteriores de Fernando Collor de Mello, o dirigente tucano viajou aos Estados Unidos nas condições de chanceler ad hoc de Marina Silva. Durante seu périplo diplomático proselitista, elogiou a candidata em um encontro com banqueiros de Nova York e em uma entrevista a um jornal de ultradireitista de Miami.
     
    Desde agosto, quando uma tragédia matou Eduardo Campos dando vida à candidatura de Marina, deixando praticamente de fora a candidatura de Aécio Neves (salvo alguma reviravolta imprevista), FHC deu asas a seus sonhos de recuperar influência e poder.

    Com sua vaidade ferida (a qual é inversamente proporcional à sua popularidade), FHC foi deixado de lado, e até mesmo escondido, pelos candidatos presidenciais tucanos desde 2003 (Serra 2002 e 2010, Alckmin 2005), inclusive pelo próprio Aécio, que o mostra pouco em sua campanha, apesar de reivindicar o legado dos dois governos de FHC.

    Paradoxalmente, foi Marina, no contexto de seu alinhamento com as elites financeiras e midiática, quem proferiu palavras favoráveis a FHC e prometeu consultá-lo se fosse a vencedora das eleições de outubro.
     
    Gostando dos elogios recebidos de Marina, o pragmático Fernando Henrique se desentendeu com a campanha de Aécio para preconizar o voto útil da candidata ecológica liberal e promovê-la no exterior. E foi na condição de fiador de Marina que ele viajou a Nova York para assegurar, diante de uma plateia de investidores que, com ela, defensora da independência do Banco Central e do ajuste ortodoxo, poderão fazer bons negócios.

    O café e os croissant do café da manhã de Nova York foram comprados com dinheiro do JP Morgan, banco organizador da reunião em que Cardoso reconheceu a vitória de Marina que, apesar de desejada, não é certa, pois Dilma é uma candidata temível.
     
    Primeiro parêntese: anos atrás, o JP Morgan contratou a filha de José Serra e atualmente continua ligado, segundo informações da imprensa especializada, à Gavea Investiments, onde atua o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, tucano que, como FHC, anunciou sua disposição para pular no barco de Marina quando o navio de Aécio acabar de afundar. Nesta semana, FHC e Fraga tiveram um encontro com investidores brasileiros em São Paulo, expressando seu apoio a Aécio ma non troppo.

    Segundo parêntese: JP Morgan pagou apenas os croissant e o café consumidos durante o café da manhã de FHC e dos investidores em Nova York? Quem pagou o hotel e a passagem aérea? Se foi o banco de investimento que emite a classificação de risco sobre o Brasil, seria completamente legal, é preciso reconhecer. Mas convenhamos que parece pouco ético que um banco financie uma viagem pouco menos proselitista a favor de Marina, que até hoje não revelou quem pagou suas palestras de um milhão de reais.
     
    Velha diplomacia

    Os elogios de FHC para Marina, sem partido e defensora de uma nova política reservada apenas para “homens novos”, lembram os primeiros meses de 1990, quando o sociólogo tucano agia nos bastidores a favor de outro político outsider, Fernando Collor de Mello.

    FHC não apenas aspirava ser o chanceler do “caçador de marajás”, como também era uma espécie de conselheiro informal dele. Os dois tiveram diversas reuniões particulares, conta como a jornalista francesa Brigitte Hersant Leoni na biografia “Fernando Henrique Cardoso. O Brasil do possível”,  publicada em 1997 pela editora Nova Fronteira.
     
    Voltemos ao presente. O périplo norte-americano de FHC terminou com uma entrevista ao jornalista Andres Oppenheimer, do jornal El Nuevo Herald, de Miami.

    Essa publicação é conhecida como um dos baluartes da direita fundamentalista norte-americana, cujas páginas apoiam as campanhas contra o governo cubano, a desestabilização na Venezuela, assim como os movimentos conspiratórios contra os governos da Bolívia e do Equador.

    Nas declarações de FHC ao jornal da Flórida, há momentos em que surgem ecos de um discurso anticomunista clássico, combinados com a exaltação a Marina, uma predestinada escolhida pelo destino para reinstalar a velha diplomacia aplicada entre 1995 e 2003. “A visão prevalecente (no governo Dilma) é antiquada, terceiro-mundista, dos anos sessenta ou setenta, acredito que Marina Silva não tenha essa mesma visão, tão antiquada, ela é mais aberta no que diz respeito a questões externas”, afirmou Cardoso.

    “Existe uma situação de quase cumplicidade do governo do Brasil com os desatinos da Argentina”, cujas autoridades se opõem à assinatura de um acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia, queixou-se.

    “A vitória da oposição poderia significar uma espécie de ruptura na atual política externa do Brasil”, ponderou o último presidente brasileiro que viajou a Washington no marco de uma visita de Estado, tendo como anfitrião seu amigo democrata Bill Clinton.

    Em 2013, Dilma Rousseff recebeu um convite de Barack Obama para viajar com o mesmo status – visita de Estado – mas ela rejeitou em repúdio à espionagem contra seu gabinete e escritórios da Petrobras perpetrada pela agência NSA, resultando em um virtual congelamento das relações bilaterais, que Fernando Henrique acredita que melhorarão se Marina vencer.
     
    “Há uma paralisia na política externa… [porque] o coração de muitos funcionários [de Rousseff] é, para dizer em uma palavra simples, ‘bolivariano’”, defendeu Cardoso, bem relacionado não apenas com o Partido Democrata como também com ex-funcionários republicanos como Henry Kissinger, a quem concedeu uma alta condecoração diplomática em 2002, mas a cerimônia não foi realizada no Brasil diante de uma ameaça de protestos por parte de organismos humanitários.

    Historicamente dedicado às posições extremistas dos republicanos, o jornal El Nuevo Herald de Miami, assim como seu colunista Andrés Oppenheimer, coincidem em tudo com FHC, a quem se referem como “grande estadista” que modernizou o Brasil e o integrou ao mundo.

    Oppenheimer, uma das principais estrelas do jornal, opinou que em razão da pouca probabilidade de Aécio conseguir vencer nas urnas, Marina merece ser apoiada em sua condição de alternativa real diante de uma Dilma “intervencionista” no âmbito econômico e hostil a Washington no diplomático. Há semanas Oppenheimer questiona Dilma e faz votos de uma vitória de oposição em seus artigos no Herald e em seu programa dominical transmitido pela rede de televisão CNN.

    “Acredito que isto [vitória de Marina] poderia ajudar o Brasil a voltar ao ciclo do crescimento e poderia mudar o rumo econômico de toda a região”, disse esperançoso o jornalista, diante da hipótese plausível de uma vitória da dirigente ambientalista.

    Com tudo isso, vale lembrar que os presságios de Oppenheimer às vezes não passam de mera propaganda ideológica, e mais de uma vez foram desmentidos pelos fatos.

    Há 21 anos, o jornalista publicou, após meses de investigação e dezenas de entrevistas, um livro pretensioso, muito anunciado, com o título “La Hora Final de Castro”, cujo subtítulo dizia “La historia secreta detrás de la inminente caída del comunismo en Cuba” (A história secreta por trás da iminente queda do comunismo em Cuba). Como se vê, os presságios da direita são infalíveis.
     
    Tradução: Daniella Cambaúva

     

    http://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Politica/FHC-chanceler-ad-hoc-de-Marina/4/31869

  16. Pedro Penido dos Anjos

    26 de setembro de 2014 12:27 pm

    Fica minha proposta.
    Sempre

    Fica minha proposta.

    Sempre que se enviar mensagens para seções dos leitores do blocão da imprensa familiar, publique-se aqui no Fora de Pauta. Fica o registro e já é alguma divulgação.

     

     Hoje em 9:12 [email protected]@uol.com.brOrçamentoA quem o sr. Edmar Torres Alves acha que ilude? Em carta publicada nesta seção da Folha (26/9),  o banqueiro – ou ele se diz bancário? – depois de confessar ter sido contador-chefe do maior banco de investimentos da América Latina e depois contador geral do quarto maior banco privado do Brasil, acusa o atual governo de manipulações e fraudes de escrita e clama pela intervenção dos orgãos fiscais.Perguntinhas que não quero calar:- Em que instituições financeiras o sr. Alves exerceu tão importantes cargos?- Em que campanha eleitoral  o sr. Alves está engajado ou, pelo menos, para qual delas manifestaria suas simpatias? O sr. Alves está se oferecendo para qual cargo de um futuro governo?Respostas no Google. Pedro dos Anjos

     

  17. Henrique, Outro

    26 de setembro de 2014 12:54 pm

    Artigo – do Boletim IBRE set/14 FGV
    Cenários para Marina Silva em 2015

    Octavio Amorim Neto – Professor da EBAPE/FGV

    Com a trágica morte de Eduardo Campos em 13 de agosto, sua substituição por Marina Silva e a meteórica ascensão das intenções de voto na nova candidata, urge esboçar possíveis cenários de uma eventual presidência da ex-ministra de Meio Ambiente.
    Pouco depois de assumir a cabeça da chapa do PSB, Marina logrou aquilo que Aécio Neves não conseguira durante meses de campanha: canalizar o descontentamento que emergira nas ruas em junho de 2013, dando fim, ao que tudo indica, à polarização entre petistas e tucanos que tem caracterizado as eleições presidenciais desde 1994. A se confirmar a ida de Marina ao segundo turno contra Dilma, o Brasil poderá estar diante de um desalinhamento eleitoral, fenômeno que testemunhou, pela última vez, em 1989, com a eleição de Collor, e em 1990, com a implosão do sistema partidário que havia operado a transição para a democracia. Cabe notar também que, segundo as projeções do DIAP, o PSB muito provavelmente continuará a ser um partido pequeno no Congresso a partir de 2015 (isto é, com menos de 10% das cadeiras na Câmara e no Senado). Como governaria Marina sob tais condições?
    A candidata do PSB tem prometido governar com os “bons” de todos os partidos e pedir o apoio dos ex-presidentes FHC e Lula. Além disso, Roberto Freire, deputado federal pelo PPS-SP e aliado de Marina, tem dito que a ex-senadora fará um governo como o de Itamar Franco, isto é, negociando maiorias pontuais com as dissidências dos grandes partidos. Em caso de derrota dos projetos da presidente em votações no Congresso, Freire disse que a questão seria levada para a população. Supondo-se que as propostas de Marina e Freire constituam o cenário político otimista de uma possível presidência socialista, quais são os elementos necessários para que esta seja efetiva?
    A fórmula governativa sugerida acima admite, implicitamente, que a nova presidente não terá uma sólida maioria legislativa. Daí a ideia de maiorias pontuais, negociadas de acordo com o tema. Por exemplo, para questões relativas à política econômica, forma-se uma maioria mais à direita; para assuntos ambientais, monta-se uma maioria mais à esquerda. Para que essa tática parlamentar funcione, é fundamental, todavia, que a presidente parta de uma razoável posição negociadora, algo que não lhe dá sua atual coligação eleitoral, composta somente de pequenas agremiações. Portanto, é indispensável que Marina agregue à sua base política um partido grande, como o PSDB, e outros médios, como o DEM ou o PSD. A formação de uma coalizão governativa com os tucanos daria à Marina não apenas mais apoio legislativo, mas também excelentes quadros administrativos, o que significaria o cumprimento da promessa de governar com os “bons”. De maneira complementar, o êxito da fórmula de Marina-Freire exigirá uma oposição moderada por parte do PT.
    Marina também tem afirmado que sua política econômica será de plumagem tucana, com o restabelecimento cabal do tripé macroeconômico implementado por Pedro Malan e Antonio Palocci entre 1999 e 2006. Dada a falta de amplo apoio político que deverá caracterizar o primeiro
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    ano do governo, será imperativo que a política econômica comece a dar bons resultados a partir do segundo semestre de 2015, o que permitirá não apenas consolidar, mas também expandir a base de sustentação do Executivo no Congresso.
    Esboçar um cenário pessimista para uma presidência de Marina significa simplesmente dar plena expansão lógica à sua falta de lastro político, patente em sua aliança eleitoral e equipe de assessores, e ao seu mal disfarçado discurso antipolítica e antipartidos. Mais precisamente, significa que a tentativa de atrair dissidências dos grandes partidos levará a uma reação contrária por parte das suas lideranças, endurecendo a oposição e deixando o Executivo em uma posição débil no Legislativo. Se o governo ameaçar usar a pressão da opinião pública para impor-se ao Congresso, poderá aumentar mais ainda o ressentimento das lideranças partidárias contra o Palácio do Planalto. Se a fraqueza política de Marina contaminar as expectativas a respeito da economia, e esta não voltar a crescer até o final do próximo ano, se formará um ciclo vicioso e o país poderá se encontrar diante de uma clássica crise governamental.
    Por último, a ausência de uma grande organização partidária em sua coligação eleitoral não é o único sinal de falta de lastro da candidatura de Marina. Ela também não conta com a lealdade de nenhuma grande organização social. E uma presidência sem lastro organizacional é, por definição, uma presidência vulnerável. É a história quem o diz, não as preferências políticas do autor destas linhas. Oremos, pois.

  18. Paulo F.

    26 de setembro de 2014 1:10 pm

    Sem grana! Forças Armadas da Alemanha sucateadas.

    Para pensar: não adianta ter os melhores equipamentos do mundo, é necessário dinheiro para mante-los.

    Esta acontecendo na Alemanha. Sera que Dona Angela vai abrir o bolso ou insistir em defesa tercerizada pela Nato e patrocinada pelo Tio Sam?

    Bundeswehr está sucateada, afirma relatório

    Aviões e helicópteros que não levantam voo, veículos de combate avariados e militares sobrecarregados: relatório aponta graves problemas nas Forças Armadas da Alemanha.

    Transall C-160, fabricado em 1963, tem tecnologia ultrapassada e falta de peças de reposição

    Um Exército moderno, visto internacionalmente como um parceiro confiável para o gerenciamento de crises: é dessa maneira que a ministra da Defesa, Ursula von der Leyen, gosta de apresentar as Forças Armadas da Alemanha (Bundeswehr). A realidade, no entanto, é bem diferente.

    De acordo com um relatório apresentado nesta quarta-feira (24/09) pelo inspetor-geral da Bundeswehr, Volker Wieker, as Forças Armadas alemãs sofrem com equipamentos militares ultrapassados, soldados sobrecarregados e uma lista extensa de veículos de combate e de transporte avariados.

    Alguns membros da Comissão de Defesa do Bundestag (câmara baixa do Parlamento) ficaram perplexos. “Não sou o único que quase caiu da cadeira com essas informações”, disse o deputado Alexander Neu, do partido oposicionista A Esquerda, após a reunião em que foi apresentado o relatório, nesta quinta-feira (25/09).

    O encarregado para as Forças Armadas do Bundestag, deputado Hellmut Könighaus, disse temer que a Alemanha possa atender apenas parcialmente seus compromissos internacionais. “Justamente nas áreas nas quais sempre oferecemos ajuda, como transporte aéreo e serviços médicos, alcançamos uma sobrecarga que nos impossibilita a substituição de equipamentos e também de pessoal”, alertou, em entrevista à emissora RBB.

    Além de soldados sobrecarregados e armamento defasado, diversos dispositivos militares estão parados à espera de conserto, pois os recursos para aquisição de peças de reposição foram reduzidos significativamente.

    Segundo a imprensa alemã, no máximo 25 dos 57 aviões de transporte Transall C-160 – modelo da década de 60 e, portanto, mais velho que a grande maioria dos soldados – estão aptos para uso. A tecnologia está ultrapassada e vulnerável. Peças de reposição podem ser obtidas apenas de carcaças de máquinas aposentadas.

    O orçamento para consertos e peças de reposição foi cortado significativamente. A maioria das aeronaves da Forças Armadas não pode decolar

    Os C-160 são usados também para o transporte de materiais em missões internacionais, como agora para a região afetada pelo surto de ebola, na África. Mas, quando completamente carregadas, as aeronaves voam apenas 1.200 quilômetros.

    Os problemas fizeram com que seis instrutores do Exército alemão ficassem presos na Bulgária porque a aeronave – que já era uma substituta – aguarda por peças de reposição. Eles deverão treinar forças curdas que lutam contra o “Estado Islâmico”. Já a aeronave que deveria transportar cerca de 600 toneladas de equipamentos militares para os curdos no norte do Iraque ainda nem decolou de Leipzig, também por falta de peças de reposição.

    A situação gerou mal-estar até com o líder dos curdos, Massud Barsani. Além de chegar sem o carregamento e sem os instrutores, a ministra Von der Leyen ainda teve que ouvir de Barsani que a qualidade dos armamentos fornecidos pelo Ocidente poderia ser muito melhor, e a quantidade, maior.

    Além dos Transall, vários outros equipamentos estão sucateados. Menos de um quinto dos helicópteros Sea Lynx, usados em missões que combatem a pirataria no Chifre da África, podem levantar voo. Já os helicópteros de transporte, dos modelos 90 e CH 53, usados primordialmente em missões da ONU, estão praticamente reduzidos a um décimo do contingente total. Caças estão restritos a 20%, e os tanques, à metade.

    A extensa lista de avarias:

    Helicóptero Tiger – de 31, apenas 10 disponíveis
    Helicóptero 90 – de 33, apenas 8 disponíveis
    Helicóptero Sea King – de 21, apenas 3 disponíveis
    Helicóptereo Sea Lynx – de 22, apenas 4 disponíveis
    Helicóptero CH 53 – de 82, apenas 16 disponíveis
    Caça Eurofighter – de 109, apenas 42 disponíveis
    Caça Tornado – de 89, apenas 38 disponíveis
    Corveta K130 – de 5, apenas 2 disponíveis
    Submarino U212 – de 4, apenas 1 disponível
    Fregata – de 11, apenas 7 disponíveis
    Tanque Marder – de 406, apenas 280 disponíveis
    Tanque Boxer – de 180, apenas 70 disponíveis

    1. Paulo F.

      26 de setembro de 2014 6:54 pm

      Falha

      O artigo é da Deutsche Welle.

  19. jns

    26 de setembro de 2014 1:27 pm

    EUA

     

     

    Sete países bombardeados em seis anos

    RT | 23/09/14

    Jatos americanos atingiram alvos na Síria nesta terça-feira, na luta liderada pelos Estados Unidos contra o Estado Islâmico. 

    U.S. President Barack Obama (Reuters / Adrees Latif)

    Embora os EUA não tenha declarado guerra desde 1942, este é o sétimo país que Barack Obama, o detentor do Prêmio Nobel da Paz, bombardeou em apenas seis anos.

    A Síria tornou-se o último país a ser o alvo dos EUA, sem que, previsivelmente, Washington tenha buscado a aprovação do presidente Bashar Assad.

    Pictures showing an ISIL Command and Control Center in Syria before (L) and after it was struck by bombs dropped by a U.S. F-22 fighter jet are seen in handouts released by the U.S. Department of Defense (DOD) September 23, 2014. (Reuters / US Department of Defense / Handout)

    As fotos mostram um Centro de Controle e Comando do  ISIL na Síria, antes e depois de ser atingido por bombas lançadas por caças F-22, em imagens divulgadas pelo Departamento de Defesa dos EUA (DOD), em 23 de setembro de 2014 (Departamento de Defesa / Reuters / US / Divulgação)

    Era só uma questão de tempo, após os ataques terroristas em solo norte-americano, em 11 de setembro de 2001, para o Afeganistão se tornar o primeiro país que a América iria bombardear no século 21, depois que o Taliban se recusou a entregar o líder da Al-Qaeda, Osama Bin Laden.

    [video:http://youtu.be/0bpakeG9x7o width:600 heigth:450]

    O vídeo mostra o ataque aéreo dos EUA contra um sistema de armas de do ISIL a noroeste de Ar Raqqah, Síria, em 23 de setembro de 2014.

    Afeganistão (2001-presente)

    Os EUA gastaram mais de 100 bilhões de dólares no Afeganistão desde 2001, para treinar e equipar as forças de segurança do país e melhorar sua infra-estrutura.

    Desde 2001, cerca de 20.000 soldados norte-americanos foram feridos e 2.200 foram mortos no Afeganistão, de acordo com informações da AP.

    Soldados norte-americanos do Primeiro Batalhão, infantaria 32 Regimento de 3 Brigada, 10o patrulha divisão em Kunar em 12 de dezembro de 2009 (AFP Photo / Tauseef Mustafa)

    Soldados norte-americanos da 10ª Patrulha da Divisão de Infantaria do 32º Regimento da 3ª Brigada do Primeiro Batalhão, em Kunar, em 12 de dezembro de 2009 (AFP Photo / Tauseef Mustafa)

    “A guerra no Afeganistão é baseada nos objetivos e nos benefícios dos estrangeiros. Os afegãos, em ambos os lados (do conflito), são os bodes expiatórios e vítimas desta guerra”, disse Hamid Karzai, em 23 de setembro, quando estava deixando a presidência do país. 

    Iêmen (2002-presente)

    A morte de 17 militares da Marinha dos Estados Unidos, em outubro de 2000, quando o USS Cole foi atacado no porto de Aden, no Iêmen, pela Al-Qaeda, colocou o país no radar de Washington. 

    Em novembro de 2002, a América não precisava de incentivos extras para realizar o primeiro bombardeio em solo iemenita, após o governo do país dara luz verde aos EUA.

    O alvo era Qaed Salim Sinan al-Harethi, que Washington acreditava ser o chefe operacional da Al-Qaeda no Iêmen e também era o suspeito do atentado contra o USS Cole. 

    Ele foi morto quando um míssil Hellfire, disparado de um avião teleguiado, abateu o carro em que viajava.

    Protesters loyal to the Shi'ite al-Houthi rebel group burn an effigy of a U.S. aircraft during a demonstration to protest against what they say is U.S. interference in Yemen, including drone strikes in the Old Sanaa city (Reuters / Khaled Abdullah)

    Manifestantes leais ao grupo rebelde xiita al-Houthi queimam uma efígie de um avião dos EUA, para protestar contra a interferência dos EUA no Iêmen, incluindo os ataques aéreos à cidade velha de Sanaa (Reuters / Khaled Abdullah)

    O vice-secretário de Defesa dos EUA, na época, Paul Wolfowitz, disse que tinha sido “uma operação tática muito bem sucedida” e que tais ataques foram úteis não só para matar terroristas, bem como forçar a Al-Qaeda mudar as suas táticas.

    As mensagens a cabo dos Estados Unidos, interceptadas e publicadas pelo WikiLeaks, mostraram que o governo iemenita permitiu os ataques aéreos contra os supostos militantes da Al-Qaeda no país.

    Os bombardeios no Iêmen, quase que exclusivamente realizados por drones,  aumentaram de intensidade nos últimos anos. 

    Entretanto, grupos de direitos humanos começam a protestar contra as demasiadas mortes de civis provocadas pela ‘Guerra ao Terror’ conduzida pela América. 

    Um relatório da Human Rights Watch analisou, em 2013, seis ataques aéreos realizados desde 2009 no Iêmen e descobriu que entre as 82 pessoas que morreram nos ataques, 57 eram civis.

    Iraque (2003-2011)

    A data é 5 fevereiro de 2003 e o local é a Organização das Nações Unidas, em Nova York. 

    O Secretário de Estado dos EUA, Colin Powell, acaba de fazer um discurso na ONU, dizendo que o Iraque tem armas de destruição em massa, como pretexto para Washington se envolver em mais um conflito militar, como se ter milhares de soldados deslocados no Afeganistão não fosse suficiente.

    Os primeiros ataques aéreos sobre o Iraque teriam lugar no dia 20 de março de 2003 e, dentro de três semanas, o governo iraquiano foi derrubado. 

    [video:http://youtu.be/5rXPrfnU3G0 width:600 heigth:450]

    Este vídeo viral, divulgado pelo Wikileaks, revela as imagens do ataque do helicóptero Apache dos EUA, que matou o jornalista Namir Noor-Eldeen, da Reuters e o motorista Saeed Chmagh e de vários outros cidadãos civis em praça pública no leste de Bagdá em 2007.

    No entanto, assim como no Afeganistão, alcançar o controle total do país não iria revelar-se tão fácil, como os EUA e seus aliados imaginavam.

    A feroz resistência – a primeira de partidários do presidente deposto Saddam Hussein, depois da resistência sunita e grupos xiita e, mais tarde, da Al-Qaeda e seus apoiadores, tornou-se feroz e o conflito e os bombardeios norte-americanos revelaram-se desastrosos para a população civil iraquiana.

    Um artigo publicado pela AFP, em outubro de 2013, citando um estudo americano, revelou que o número de mortos atingiu cerca de meio milhão de pessoas.

    Os pesquisadores afirmaram que, cerca de 70 por cento das mortes no Iraque em 2003, eram de natureza violenta e a maioria causada ​​por tiros, sendo a segunda causa das mortes os carros-bomba e outras explosões.

    O relatório acrescentou que as forças da coalizão foram responsáveis ​​por 35 por cento das mortes violentas, ou cerca de 125 mil mortes.

    Paquistão (2004-presente)

    Enquanto os ataques de drones no Paquistão podem ter começado sob o comando de George W. Bush, a administração Obama elevou a sua frequência a níveis sem precedentes. 

    De acordo com o Bureau of Investigative Journalism, houve 390 ataques de drones no Paquistão desde 2004, dos quais 339 ataques foram realizados desde que Obama chegou ao poder. 

    Isto levou a quase 4.000 mortes, das quais cerca de um quarto foram civis.

    Não surpreendentemente, os ataques aéreos liderados pelos EUA acumularam atritos diplomático com o governo paquistanês.

    Os defensores da paquistanês Tehreek-e-Insaaf (PTI) slogans partido político grito durante um protesto contra ataques aéreos dos EUA em Karachi em 17 de dezembro de 2013 (AFP Photo / Rizwan Tabassum)

    Ativistas do partido paquistanês Tehreek-e-Insaaf (PTI) gritam slogans durante um protesto contra os ataques aéreos dos EUA em Karachi em 17 de dezembro de 2013 (AFP Photo / Rizwan Tabassum)

    “O uso de drones não é apenas uma violação da nossa integridade territorial, mas eles também são prejudiciais aos nossos esforços para eliminar o terrorismo no nosso país”, disse o primeiro-ministro paquistanês Nawaz Sharif, em uma reunião com Obama, em outubro de 2013, acrescentando que a questão está se tornando “guma rande irritação” nas relações entre o Paquistão e os EUA.

    Somália (2007-presente)

    Em janeiro de 2007, os EUA lançaram ataques aéreos contra supostos líderes da Al-Qaeda na Somália, que Washington acredita serem responsáveis pelo bombardeio das embaixadas americanas no Quênia e na Tanzânia, que mataram mais de 200 pessoas. 

    Os ataques aéreos dos EUA teve o total apoio do Presidente da Somália, Abdullahi Yusuf Ahmed.

    O envolvimento dos Estados Unidos na Somália ocorre, em grande parte fora do radar da mídia internacional, com muito menos atenção internacional do que a que está sendo dada a Washington na “Guerra ao Terror” no Chifre da África.

    No entanto, no início de setembro, os jihadistas somalis, do grupo Al-Shabaab, que tem ligações com a Al-Qaeda, confirmaram que o líder Ahmed Godane havia sido morto por ataques aéreos norte-americanos, antes de receber os avisos dos ataques da vingança americana. 

    As forças dos EUA atingiram o acampamento de Godane com mísseis Hellfire e bombas guiadas a laser, no centro-sul da Somália, informou a Reuters. 

    Este ataque por meio de avião não tripulado foi o primeiro na Somália, ocorrido há sete meses.

    Líbia

    A Líbia é, talvez, a exceção à regra em relação a estratégia usada pelas forças europeias e da OTAN na maioria das campanhas de bombardeio. 

    Os EUA consideraram que era fundamental angariar apoio para tentar derrubar o ex-líder líbio Muammar Gaddafi em março de 2011.

    Barack Obama havia dado um ultimato Gaddafi  – “demita-se ou vamos bombardear você’ – e ao se recusar a ouvir as reivindicações de Washington, a ação militar esteve muito próxima da instrumentalização.

    O destróier de mísseis guiados USS Barry lança um míssil de cruzeiro Tomahawk de proa do navio no mar Mediterrâneo nesta apostila foto Marinha dos Estados Unidos de 29 de março de 2011 (Reuters / Jonathan Sunderman / US Navy // Handout)

    O destróier de mísseis teleguiados USS Barry lança um míssil de cruzeiro Tomahawk, da proa de um navio no Mediterrâneo, nesta foto da Marinha dos Estados Unidos de 29 de março de 2011 (Reuters / Jonathan Sunderman / US Navy // Handout)

    A guerra civil acabou em oito meses, embora o caos e os confrontos entre as facções rivais ainda persistam no país, enquanto milhares de líbios continuem morrendo em ambos os lados do conflito, muitos deles civis.

    FONTE: http://rt.com/usa/190048-usa-bombing-six-country/

  20. Fernando J.

    26 de setembro de 2014 2:09 pm

    Sininho top model
    26/09/14 05:12 Atualizado em26/09/14 08:34

    Sininho faz ensaio para revista e fala sobre convite para posar nua: ‘Não ia vender tanto’

    Sininho posa para foto Foto: Camilla Maia/TOP Magazine/Divulgação Tamanho do texto A A A

    Sininho, ativista que ganhou projeção nas manifestações de junho de 2013, falou pela primeira vez sobre o convite que recebeu para posar nua na “Playboy”, no ano passado. A manifestante contou à “TOP Magazine” que ficou tão horrorizada que não chegou nem a discutir sobre essa possibilidade.

    “Teve essa história do convite mesmo. Achei uma coisa tão maluca que até hoje não sei se foi só um trote. Sei que um dia meu telefone tocou e o cara começou a falar que era da revista, que tinha o convite e coisa e tal. Sei que falei um palavrão bem cabeludo e bati o telefone. Nunca mais me ligaram. Mas sou muito magrinha, não ia vender tanto assim”, afirmou.

     

    Sininho posa para a revista “TOP Magazine”Sininho posa para a revista “TOP Magazine” Foto: Camilla Maia/TOP Magazine

     

     

    SininhoSininho Foto: Camilla Maia/TOP Magazine

     

     

    Sininho posa na LapaSininho posa na Lapa Foto: Camilla Maia/TOP Magazine/Divulgação

     

     

    SininhoSininho Foto: Camilla Maia/TOP Magazine/Divulgação

     

    Sininho posou sem maquiagem nas ruas da Lapa, região central do Rio de Janeiro. Ela também falou sobre sua relação com os “black blocs”. “Não vou criminalizar jamais a luta desses jovens. Houve erros? Sim, porque faz parte do crescimento, do amadurecimento. Sabia que os black blocs pararam de falar comigo? Eles não aceitam liderança. Então como assim, de repente, aparece uma pessoa que é tida como liderança nacional, internacional? Eles estão certos de não querer falar comigo, de não me deixar mais chegar nem perto deles”, disse.

    Leia mais: http://extra.globo.com/famosos/sininho-faz-ensaio-para-revista-fala-sobre-convite-para-posar-nua-nao-ia-vender-tanto-14051409.html#ixzz3EQlUWu9z

  21. Pedro Penido dos Anjos

    26 de setembro de 2014 2:23 pm

    Entrevista sobre

    Entrevista sobre Independência do Banco Central na Globo News

    Posted on25/09/2014by

    Fui convidado para participar do Programa Globo News Economia, cuja entrevistadora foi a Míriam Leitão e o outro convidado para o debate a respeito de Independência do Banco Central o professor da PUC-RJ Márcio Garcia.

    O “ping-pong” das perguntas foi muito rápido e temo que não tenha conseguido desenvolver meu raciocínio de forma analítica e didática. Terei de conferir. Por exemplo, tentei explicar para um público maior, provavelmente não acadêmico, o que seria o efeito da adoção de um Banco Central Independente (BCI) através de uma metáfora, pensando no jogo de futebol de ontem à noite. Disse: “seria o equivalente a entregar o apito do jogo entre o Flamengo e o São Paulo ao técnico deste time paulistano. Ninguém duvida de sua competência técnica, mas todos os adversários duvidam de sua neutralidade ou imparcialidade. Técnicos não são neutros!”

    Caso isso ocorresse,  ele teria marcado dois penaltis contra o Mengão: um porque o atacante do São Paulo tropeçou nas próprias pernas, outro em que a bola bateu na mão do zagueiro do time carioca, involuntariamente, dois metros fora da área. Aí o caro leitor/expectador poderia contra-argumentar: “isso de fato ocorreu!” Então, eu acentuaria: “o que prova minha tese de que nenhum técnico, nem o juiz, é neutro!”

    Em outras palavras, o julgamento por parte de técnicos alocados em um BCI seguiria só determinada doutrina — no caso, de quem deu-lhes mandatos, p.ex., de 8 anos. Para o programa de um governo eleito democraticamente ser o seguido, ele não pode ser contraditado por uma equipe de técnicos oposicionistas. Senão seria como essa arbitragem (elevação da taxa de juros) só beneficiasse os rentistas (“coxinhas do São Paulo” — desculpem-me a ironia) e prejudicasse os trabalhadores (“toda a torcida brasileira do Flamengo”) com desemprego…

    Preparei um roteiro com possíveis temas do debate: Entrevista de Fernando Nogueira da Costa sobre Independência do Banco Central 250914. Uso séries temporais de longo prazo (1994-2014) — e não oscilações conjunturais trimestrais — para analisar tendências históricas. Baseado nelas, afirmei que, há 10 anos, a taxa de inflação anual encontra-se abaixo de 6,5% aa, absolutamente sob controle. E a economia brasileira entre as dez maiores do mundo — é a sétima –, de 2009 a 2013, só cresceu menos do que a China e a Índia. Estas três são justamente, entre essas, as que não têm BCI! O Brasil cresceu, nesse período, quase o mesmo que a Economia Mundial em crise: 2,7% aa contra 3% aa.

    Quem desejar ver o debate, o Programa Globo News Economia é gravado às 08:30, passa 20:00 na quinta-feira e é repetido em vários momentos na sexta-feira e às 17:00 no sábado. Fica arquivado no http://globosatplay.globo.com/

     

  22. Cláudio José

    26 de setembro de 2014 2:34 pm

    PROJETO: A ESCOLA BRASIL
     Rio de Janeiro, 26 de setembro de 2014 PROJETO: A ESCOLA BRASIL Caros amigos (as) gosto de ajudar quem precisa de ajuda, por isso vou sugerir um projeto em homenagem ao dia de amanhã, de São Cosme e Damião: A ESCOLA BRASIL, onde algum grande desenhista como o  Mauricio de Souza ou o Ziraldo criariam histórias em quadrinho com ajuda dos estudantes brasileiros, que escreveriam as suas histórias, para que eles retratem no quadrinho, depois essa revistinha seria distribuída pelas escolas brasileiras. Amigos (as)  muitas vezes as crianças não tem com quem desabafar e buscar uma solução para os seus problemas e esse projeto pode ajudar muitas crianças, que hoje em dia estão sofrendo.  Atenciosamente:
    Cláudio José, um amigo do povo e da paz.  

  23. Fernando J.

    26 de setembro de 2014 2:49 pm

    Ostracismo

    Holofotes, onde foram parar os holofototes?. A dura vida no ostracismo. 

    ————————————————————————————–

    Ayres Britto relata falha de segurança em embarque em aeroporto

    DE BRASÍLIA

    26/09/2014  02h00Ouvir o texto Mais opçõesPUBLICIDADE 

    Ao aguardar um voo para ir de Belo Horizonte (MG) a Brasília, no último dia 13, o ex-presidente do STF (Supremo Tribunal Federal) Carlos Ayres Britto viu uma situação que classificou de “inusitada e perigosa”. Sem a presença de funcionários do aeroporto de Confins, entrou, sozinho, num Boeing da Gol.

    Para comprovar a falha de segurança -do aeroporto e da empresa-, o ex-ministro fez fotos na cabine dos pilotos e no interior do avião.

    “Achei muito grave a situação. Da maneira que entrei, qualquer um poderia ter entrado e quem sabe poderia ter colocado um explosivo ali.”

    A história foi revelada pelo site “Jota.info” e noticiada ontem (25/9) no jornal “O Globo”. Segundo Britto, ele estava na sala de embarque quando foi até a entrada número 7, que dá acesso à aeronave.

    Lá, viu um militar, à paisana, que disse trabalhar na área de segurança contra terrorismo e que havia acabado de sair do avião que embarcaria para Brasília.

    O ex-ministro contou que foi checar a situação. Britto disse que, após cruzar o portão e entrar na ponte que leva ao avião, passeou pela aeronave e voltou à sala de embarque, sem ser abordado.

    Só depois, afirmou, foi avisado por um funcionário da Gol e outro do aeroporto de que não podia ter entrado.

    “Se eu não podia entrar, como estava tudo aberto?”, questionou o ex-ministro. Segundo ele, só então o acesso à aeronave foi fechado.

    Uma das suspeitas é que a porta pela qual Ayres Britto deixou a sala de embarque e entrou no avião estava quebrada. Responsável pelo aeroporto de Confins, a concessionária BH Airport não respondeu sobre essa questão.

    OUTRO LADO

    A empresa e a Gol disseram que irão apurar o episódio e que mantêm alto nível de segurança nas operações.

    A concessionária diz que todos os passageiros presentes na sala de embarque já haviam sido submetidos à inspeção obrigatória de segurança, inclusive de pertences de mão e de cartão de embarque. Disse ainda que cumpre norma da Anac sobre segurança.

     

  24. Leo V

    26 de setembro de 2014 3:04 pm

    Proposta do governo pode fragilizar fiscalização e aumentar corr

    http://reporterbrasil.org.br/2014/09/proposta-do-governo-pode-fragilizar-fiscalizacao-e-aumentar-corrupcao-dizem-entidades/

    24/09/2014 – 16:10

    Proposta do governo pode fragilizar fiscalização e aumentar corrupção, dizem entidades

    Projeto de lei do Ministério do Trabalho que cria o Sistema Único do Trabalho abre a empregadores e trabalhadores poder de decisão sobre políticas de inspeção no país

    Por Stefano Wrobleski | Categoria(s): Notícias

     

    O Sistema Único do Trabalho (SUT) deve tornar as condições dos auditores fiscais do trabalho mais precárias, fragilizar as políticas públicas de emprego e facilitar a corrupção nas verbas do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). É o que afirmam cinco entidades que atuam com questões trabalhistas e judiciárias em manifesto divulgado nesta quarta-feira, 24.

    A minuta do projeto, em gestação no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que o enviará ao Congresso em forma de lei, prevê a criação de uma série de instâncias de decisão nas esferas federal, estaduais e municipais. Pela proposta, o funcionamento descentralizado teria moldes semelhantes aos do atual Sistema Único de Saúde (SUS). As instâncias hierárquicas seriam compostas por conselhos paritários, nos quais governo e entidades representativas dos trabalhadores e empregadores teriam o mesmo peso de voz e voto. A última palavra, ainda segundo o projeto, caberia ao Conselho Nacional do Trabalho (CNT), organizado da mesma maneira que as demais instâncias.

    Proposta produzida pelo MTE que deve reformular funcionamento da pasta  é duramente criticada por entidades (Foto: Divulgação)

    Proposta produzida pelo MTE, que deve reformular funcionamento da pasta, é duramente criticada por entidades (Foto: Divulgação)

    O problema, segundo as organizações que assinam o manifesto, é que decisões em torno das políticas de fiscalização trabalhista também seriam tomadas por esses conselhos. “O foco da fiscalização são as empresas que descumprem a legislação. Então, é quase antiético você colocar representantes das empresas dentro de um conselho cuja atribuição principal é definir as políticas de fiscalização”, defende o procurador do trabalho Ilan Fonseca. “É muito incoerente.”

    Atualmente, as políticas de fiscalização do trabalho são definidas pelo MTE em conjunto com o Ministério do Planejamento por técnicos e coordenadores de cada área. São diretrizes como as áreas que serão priorizadas a cada ano pelas equipes de fiscais do governo em cada estado. Os planos contam com a participação de representantes dos trabalhadores e empregadores através de conselhos, que são somente consultivos. “Quando você colocar representantes patronais para definir as políticas de fiscalização, por certo haverá uma grande dificuldade para fazer cumprir a legislação trabalhista”, diz Ilan.

    É quase antiético você colocar representantes das empresas dentro de um conselho cuja atribuição principal é definir as políticas de fiscalização. É muito incoerente

    Corrupção
    As entidades apontam também um possível aumento do risco de desvio de verbas do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) com o modelo proposto pelo MTE.

    Os recursos do FAT são usados, por exemplo, para pagamentos de seguro-desemprego, abono salarial e despesas com programas de geração de emprego e renda. Essas ações, que em 2015 consumirão R$ 82,4 bilhões do orçamento da União, são executadas pelo Sistema Nacional de Emprego (Sine), que também auxilia empregadores e trabalhadores a disponibilizarem ou encontrarem postos de trabalho.

    Atualmente, a destinação dos valores é definida pelo Conselho Deliberativo do FAT (Codefat), um organismo do MTE composto pelo governo e por representantes de trabalhadores e empregadores com votos de mesmo peso. Já no projeto que está sendo elaborado pelo MTE, o FAT passaria a se chamar Fundo Nacional do Trabalho (FNT) e seus recursos seriam distribuídos pela União aos estados e municípios, que criariam fundos próprios para receber e administrar os valores recebidos.

    De acordo com o manifesto, a forma de destinação dos recursos prevista pelo projeto do SUT “amplia as possibilidades de desvio de recursos e de práticas de improbidade administrativa, em face às transferências de recursos no modelo de ‘fundo a fundo’, com a criação de fundos do trabalho próprios em cada município, e de milhares de conselhos municipais do trabalho que dificultarão sobremaneira a fiscalização das destinações a serem realizadas”. O projeto ainda libera, por até doze meses enquanto os fundos estaduais e municipais estiverem sendo criados, o repasse de recursos “sem a necessidade de convênio, acordo, contrato, ajuste ou instrumento congênere, mediante depósito em conta corrente específica”, conforme minuta obtida pela reportagem.

    Renato Bignami, auditor do trabalho em São Paulo e coordenador do grupo de prevenção ao trabalho escravo no estado, considera que o atual modelo já é falho: “O MTE faz repasses bilionários aos estados para fazer o Sine funcionar, e ele não funciona”. O auditor considera que falta controle no uso de verbas do sistema financiado pelo FAT, que atualmente não pode ser fiscalizado por auditores do trabalho.

    O MTE faz repasses bilionários aos estados para fazer o Sine funcionar, e ele não funciona

    Renato avalia que, com um Sine melhor estruturado, a prevenção a casos de desrespeito aos direitos trabalhistas e ao trabalho em condições análogas às de escravos seria mais eficiente. “Melhor estruturado, o Sine teria completo controle sobre as quantidades de vagas de emprego existentes e poderia realizar estudos ainda mais avançados sobre empregabilidade e outras necessidades. Seria possível, ainda, apresentar as propostas reais de contrato aos trabalhadores e se antecipar ao aliciador”, diz.

    O professor de Direito do Trabalho da Universidade de São Paulo (USP) Jorge Luiz Souto Maior considera que, com o SUT, pode haver um enfraquecimento do Sine. “As coisas são jogadas para a negociação coletiva [no âmbito das comissões tripartites], fora da perspectiva institucional. Há também um afastamento da Justiça do Trabalho para a resolução de conflitos trabalhistas”, afirma.

    Infrações à OIT
    O manifesto divulgado hoje também considera que a proposta do SUT em discussão no MTE infringe duas convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT) ratificadas pelo governo brasileiro. Quando ratifica uma convenção, o país deve adotar as medidas necessárias para sua aplicação. Caso não adote ou descumpra as definições do acordo, o país pode sofrer sanções e constrangimento internacional perante a entidade.

    Renato explica que a Convenção 81, que dispõe sobre a inspeção trabalhista, “trata textualmente da obrigatoriedade de uma autoridade central para o comando da fiscalização do trabalho, e não de uma autoridade tripartite”. Ele considera que “o tripartismo é essencial à inspeção, mas precisa ser somente consultivo”.

    Segundo o manifesto, se entrasse em vigor hoje, o projeto do SUT também colocaria o país contra a Convenção 88 – outro compromisso firmado com a OIT – que trata da organização de um sistema público e gratuito de emprego, o que, no Brasil, se materializa no Sine. O auditor também é cético quanto ao funcionamento dos conselhos: “Nos estados e municípios em que as representações patronais e dos trabalhadores não são fortes, quem participaria desses conselhos?”.

    Terceirização
    A proposta também é questionada por Jorge, que vê, no texto atual, o risco de uma “terceirização sem limites”: “Um dos dispositivos trata da regularização e fiscalização da intermediação privada da mão de obra, o que pressupõe a possibilidade da terceirização da mão de obra. É pior do que a súmula 331 do Tribunal Superior do Trabalho (TST)”. A súmula 331 do TST é, hoje, o principal mecanismo legal para regular a terceirização, proibindo que aconteça para funcionários que realizem a mesma atividade-fim da empresa.

    A avaliação do professor da USP é de que o projeto “arrisca demais”: “Ele coloca em grave risco os direitos e a organização da classe trabalhadora sob um falso pressuposto de que a classe trabalhadora está em pé de igualdade com os empregadores”.

    Entidades, como o sindicato dos auditores do trabalho, se mobilizam em campanha contra o projeto

    Entidades, como o sindicato dos auditores do trabalho, se mobilizam em campanha contra o projeto

    ‘Juízo de valor’
    Em nota, o Ministério do Trabalho e Emprego não respondeu aos questionamentos da Repórter Brasil sobre os riscos, no projeto, de fragilização da inspeção do trabalho, a possibilidade de desvios dos recursos do FAT ou sobre os meios empregados para fiscalizar o Sistema Único do Trabalho. No posicionamento, o MTE informa que “será formado um Grupo de Trabalho tripartite e paritário, composto pelas centrais sindicais, confederações de empregadores e governo, com o objetivo de avaliar as sugestões apresentadas e elaborar Minuta de Projeto que possa ir à consulta pública. Portanto, não cabe emitir juízo de valor sobre algo que ainda será analisado”. Depois de ser colocado em consulta pública, o texto deve ser encaminhado para votação pelo Congresso Nacional.

    A pasta informou ainda que a inspeção do trabalho tem atuação “assegurada na Constituição Brasileira, e não se pretende acatar nenhuma sugestão, nessa ou em qualquer outra área, que possa resultar em mudança da Carta Magna”. A declaração surge depois de uma nota escrita pela Secretaria de Inspeção do Trabalho – divisão do MTE responsável pela fiscalização trabalhista no país – ter sido entregue ao gabinete do ministro informando das violações à Constituição e à Convenção 81 da OIT que serão cometidas caso a atual redação da proposta seja mantida.

    A nota, obtida pela Repórter Brasil, diz ainda que, se for mantido na sua redação atual, o texto “poderá resultar em questionamentos quanto à sua validade e complicações desnecessárias para a inspeção do trabalho”. A secretaria pede, ainda, o retorno do projeto à sua redação original. “Claramente, no que se refere à Inspeção do Trabalho houve alteração do texto definido de comum acordo pelos secretários de Inspeção do Trabalho e de Políticas Públicas de Emprego em reunião”, diz.

    Legislação aberta
    A minuta do projeto de lei que cria o SUT pode ser baixada aqui. O texto trata de sua estruturação deliberativa e da inspeção do trabalho nos artigos 4, 11 e nos incisos 1 e 2 do 13º artigo. Já o financiamento do sistema e forma de funcionamento do FNT pode ser conferido no artigo 31 e entre os artigos 33 e 40. A intermediação privada da mão de obra é tratada brevemente no 15º inciso do artigo 19. A Constituição Federal trata da fiscalização trabalhista em seu artigo 22, inciso 24.

    Confira a íntegra do manifesto aqui. O texto foi assinado pelas entidades Associação Latino-Americana de Advogados Trabalhistas (Alal), Associação Latino-Americana de Juízes do Trabalho (ALJT), Associação Luso-Brasileira de Juristas do Trabalho (Jutra), Confederação Iberoamericana de Inspetores do Trabalho (Ciit) e Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait).

  25. Emersonrj

    26 de setembro de 2014 3:32 pm

    Toda edição do JB Online tem

    Toda edição do JB Online tem trazido propaganda da candidata Marina com foto (o JB marinou?)

  26. Eduardo CPQs

    26 de setembro de 2014 4:29 pm

    Parou por que?

    Caro Luna,

    desde o dia 06/09 último, o blog “Fatos e Dados” nada publica.

    Sabe a razão?

    Grato, desde já.

  27. MiriamL

    26 de setembro de 2014 4:30 pm

     
    Museu com castelo

     

    Museu com castelo Rá-Tim-Bum faz rico sofrer

     

    Laura Capriglione – qua, 24 de set de 2014

     

    Quatro mil e cem pessoas já confirmaram pelo Facebook que estarão presentes na segunda edição do “Churrascão da Gente Diferenciada”, que vai acontecer próximo sábado, a partir das 16 horas, no bairro mais lindo de São Paulo, o Jardim Europa.

    É legal ir e apoiar. Primeiro, porque vai ter mesmo churrasco, cerveja e gente divertida. Segundo, porque se trata de uma forma bem humorada de protestar contra moradores tradicionais do bairro, que querem acabar com a exposição sobre os 20 anos do Castelo Rá-tim-bum, em cartaz desde o dia 16 de julho no MIS, o Museu da Imagem e do Som (avenida Europa, 158).

    Na verdade, esses moradores não são contra a exposição. São contra os visitantes da exposição: as crianças e seu barulho, que chegam em ônibus de excursão; os vendedores de comida na rua; os adolescentes cheios de vida e hormônios.

    Esses moradores tristes são contra a vida;

    Querem morar no sossego do cemitério;

    Egoístas como era o Doutor Abobrinha, querem o bairro lindo só para eles. “Esse bairro é meeeeu! Meeeeeu! Meeeeeu!”

    O primeiro “churrascão da Gente Diferenciada” aconteceu em Higienópolis, um outro bairro valorizado, mas bem menos do que o Jardim Europa. Foi em 14 de maio de 2011, quando uma moradora disse ser contra a chegada do Metrô ali, porque atrairia o que ela chamou de “gente diferenciada”, referindo-se aos usuários de transporte coletivo.

    Na época, cerca de 600 pessoas ocuparam a principal avenida de Higienópolis para protestar contra o que entenderam ser uma atitude racista, segregadora e de preconceito social. Foi um Carnaval bonito fora de época, o pessoal cantando, dançando, comendo churrasco com farofa e tomando cerveja e guaraná Dolly.

    Segundo uma das moradoras agora revoltadas, Maria Aparecida Brecheret, “os ônibus de excursão [que vão à exposição do Castelo] param no meio da rua para desembarcar as crianças. A rua enche de carro e buzinas, fica um horror logo de manhã, difícil de aguentar”, disse ela em entrevista ao jornal “O Estado de S.Paulo”. “O museu está destruindo parte do Jardim Europa. A rua já foi considerada a mais bonita do bairro e acabou. Estamos desesperados”, disse ela, exagerada, alegando que 150 vizinhos já a apoiaram em um abaixo-assinado.

    Mas os apoiadores do Nino e da turma do Castelo são mais. Até esta quarta-feira (24/09), 6.301 pessoas já tinham subscrito outro abaixo-assinado, em que acusam o grupo de moradores de sempre terem “usufruído das benesses e benfeitorias do poder público”, e de não conseguirem “dividir o seu espaço e equipamentos com o grosso da população”.

    É uma briga boa. Trata-se de decidir se São Paulo se curvará à lógica dos que querem cercar, impedir o acesso, limitar, excluir, ou se, ao contrário, se transformará em um grande espaço de convivência democrática e respeito entre os diferentes.

    E o cenário não poderia ser mais legal. A elite quatrocentona de São Paulo, essa gente que se orgulha da herança bandeirante (os genocidas que massacraram índios e padres jesuítas pelo Brasil afora nos séculos 16 e 17), tem no Jardim Europa, o seu habitat natural.

    O lugar é arborizado com espécimes de palmeiras, jacarandás, árvores de pau-Brasil, flamboyants, sibipirunas e ipês. Ah, os ipês… Nesta época do ano as ruas ficam recobertas por tapetes coloridos de flores caídas de ipês amarelos, rosa, brancos e roxos.

    Também tem lá o Museu da Casa Brasileira, que expõe exemplares do mobiliário dos séculos 17 ao 21; a Fundação Cultural Ema Gordon Klabin, com seu rico acervo de 1.545 obras, entre pinturas do russo Marc Chagall e do holandês Frans Post, além dos modernistas brasileiros Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Portinari e Lasar Segal; o Museu Brasileiro da Escultura e o Museu da Imagem e do Som de São Paulo, com um acervo de mais de 200 mil itens entre fotografias, filmes, vídeos, cartazes, discos de vinil e registros sonoros.

    O cenário se completa com as lojas de carros de luxo encrustadas na Avenida Europa, a principal do bairro, conhecida nacionalmente como um salão do automóvel a céu aberto. Tem para todos os gostos: Ferrari, Lotus, Porsche, Volvo, Jaguar. Blindados e não-blindados.

    Estava tudo muito tranquilo no bairro enquanto essa “gente diferenciada” ficou longe. Mas a exposição do Castelo bagunçou tudo. Podia ter feito no Espaço de Exposições Imigrantes? No Anhembi? Podia, mas aí seria o mesmo de sempre —cada um no seu quadrado. É medíocre a vida tão limitada.

    Então, anote aí as dicas dos organizadores da festa-churrasco-protesto:

    Endereço: Atrás do MIS, entre as ruas Bucareste e Luxemburgo
    Horário: a partir das 16h de sábado, 27 de setembro

    Leve cadeiras, caixa de som, farofa, o pandeiro, o bloco de carnaval, a água, a cerveja, sua bicicleta, seu amor à cidade de São Paulo e o que mais quiser. 😉

     

    https://br.noticias.yahoo.com/blogs/laura-capriglione/museu-com-castelo-ra-tim-bum-faz-rico-sofrer-022031827.html#more-id

  28. Marco Antonio Silva

    26 de setembro de 2014 11:27 pm

    Dilma anuncia 5 pontos para combate à impunidade no Brasil

    Em coletiva no Palácio da Alvorada, após entrevista com blogueiros, Dilma anunciou um conjunto de propostas para o combate à impunidade no que tange à coisa pública, à corrupção e à má-versação do dinheiro público. Tais medidas visam a agilização de processos e julgamentos mais rápidos, com punições mais eficazes, com respeito à justiça e amplo direito de defesa. Nas palavras de Dilma: “o Brasil precisa ver um combate sem trégua à corrupção e isso tem sido compromisso do meu governo. A impunidade é uma espécie de mal que protege e assegura que a corrupção e os crimes financeiros tenham prosseguimento – ao se acharem impunes, as pessoas têm incentivo a continuarem”. Os cinco pontos propostos pela candidata são: 

    1. Modificação da legislação eleitoral para criação do crime de prática de “Caixa Dois”, punindo todos os que se utilizarem de tais procedimentos;

    2. Aprovação, por lei, de crime que puna com rigor agentes públicos que apresentem enriquecimento sem justificativa ou sem demonstração da origem dos ganhos patrimoniais;

    3. Criação de uma nova espécie de ação judicial – “ação civil pública de extinção de domínio” –  que permita declarar a perda da propriedade ou da posse de bens adquiridos por atividades ilícitas, ou de bens sem comprovação de procedência lícita;

    4. Ateração da legislação processual para agilização do julgamento de processos judiciais que digam respeito a desvio de recursos públicos, respeitando o contraditório e o mais amplo direito de defesa; 

    5. Criação de uma nova estrutura no poder judiciário, em especial junto aos tribunais superiores, que permita agilização e  maior eficácia da investigação e dos processos contra agentes que possuem foros privilegiados.

    Dilma reiterou que tais propostas são continuidade das diversas ações de combate à corrupção tomadas ao longo dos governos do PT. Como exemplo, citou o fortalecimento da Polícia Federal; as 162 operações de combate à corrupção, lavagem de dinheiro e crime financeiro; o fortalecimento da relação com o Ministério Público, com a escolha do Procurador Geral da República apenas a partir da lista tríplice apresentada; a aprovação da Lei de Acesso à Informação; a Lei da Ficha Limpa; a Lei das Organizações; a continuidade do Portal da Transparência e as investigações da Controladoria Geral da União.

    A nova etapa, que se iniciará em caso de segundo mandato, enolve levar às últimas consequências o processo de combate à corrupção, e requer debate no Congresso Nacional e no Poder Judiciário.

    Os repórteres presentes na coletiva perguntaram sobre as denúncias de Michel Temer acerca de ações da Polícia Federal contra a comitiva de Lobão Filho no Maranhão, baseadas em denúncias anônimas. Dilma afirmou que “temos que ter garantia que órgãos governamentais não sejam usados em prol de um ou outro candidato. Temos de  garantir a plena isenção da polícia. A Polícia Federal tem autonomia para investigar, mas não tem autonomia para cometer nenhum ato incorreto. Qualquer órgão integrado por pessoas pode cometer um erro, e sempre, em qualquer circunstância,  pode ser investigado. A Polícia Federal tem total autonomia para investigar, mas não é possível fazer isso ao arrepio da lei.”

    Os jornalistas também perguntaram sobre declarações eleitorais dos adversários de Dilma. Acerca de declarações de Aécio sobre o PT, Dilma afirmou que o candidato deveria se preocupar em se explicar com relação ao aeroporto público em terras de sua família: “o uso indevido de bens públicos é algo muito grave. Ele devia responder que quem tinha a chave do aeroporto era seu tio.” Já com relação à afirmação de Marina Silva de que se o Brasil crescer, faltará energia, Dilma pontuou que a especialidade da candidata não é a questão da energia no Brasil: “a candidata talvez não saiba quanto nós aumentamos e ampliamos as redes de transmissão e o fornecimento de energia. Em meus 4 anos de governo, eu fiz o dobro das linhas de transmissão que FHC fez em seus 8 anos de mandato, e quase a mesma quantidade de geração de energia”. Dilma lembrou que o Sistema Integrado Nacional permitiu que o Brasil não passasse por apagão esse ano, apesar de atravessar uma das piores secas de sua história.

    http://mudamais.com/daqui-pra-melhor/dilma-anuncia-5-pontos-para-combate-impunidade-no-brasil

     

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