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  1. Motta Araujo

    19 de novembro de 2013 2:59 am

    OS SALVADORES DA PATRIA NO

    OS SALVADORES DA PATRIA NO TEMPO HISTORICO

     

    As sociedade só evoluem em civilização de forma lenta e gradual, atravessando gerações de melhoramentos de costumes, padrões, atitudes, consciencia. Os Estados Unidos eram o Pais mais corrupto do planeta logo após a Guerra Civil, a politica de Nova York criou uma expressão “Tammany Hall”, nome da sede do governo do Estado que é até hoje sinonimo de roubalheira publica. Muito devagar mas firmemente os padrões de governança publica nos EUA foram melhorando e hoje ao ser descoberta algum ato de corrupção o governante perde o cargo, é processado e preso em poucas semanas, como aconteceu com o governador do Illinois que negociou a vaga de senador de Obama. Não que a corrupção não mais exista mas diminuiu muitissimo, o controle é institucional.

    O grande risco das sociedades é quando aparece o “SALVADOR DA PATRIA”, aquele que de um só golpe vai mudar os comportamentos caçando os corruptos e eliminando a corrupção. O mundo conheceu muitos e todos eles foram  IMENSOS DESASTRES POLITICOS que produziram prejuizos maiores que guerras.

     

    Na Italia, após 50 anos de governo da Democracia Cristã que com todos seus erros fez uma Italia prospera, vieram os promotores da Operação Mãos Limpas, destruiram os partidos e deixaram um vacuo politico que foi preenchido por algo muito pior do que a Democracia Cristã, um bandoleiro que atendia pelo nome de Berlusconi. A Democracia Cristã tinha corruptos sim mas tambem tinha grandes estadistas que fizeram a Italia do pós Guerra.

    No PERU Alberto Fujimori levantou a bandeira do moralismo que lhe garantiu dois mandatos, no terceiro a farsa caiu, junto com Valdomiro Montesinos, seu homem forte e arrecadador de malas de dolares que distribuia a politicos vendidos sem esquecer de filma-los no momento da entrega do dinheiro com cameras secretas.

    O Brasil tambem conheceu seus ” SALVADORES DA PATRIA” os campeões da moralidade.

    Janio Quadros fez toda sua carreira politica no combate a corrupção, o moralista por excelencia, o HOMEM DA VASOURA para varrer a roubalheira, Janio nasceu combatendo a corrupção de Adhemar de Barros. Teve votações esmagadoras, chegou a Presidente com o maior percentual de votos até hoje alcançado por um candidato.

    Sua renuncia custou PREJUIZOS INCALCULAVEIS ao Pais. O homem incorruptivel nunca foi santo.

    No periodo mais proximo tivemos o Caçador de Marajás, Fernando Collor. A bandeira era a luta anti-corrupção do governo anterior de José Sarney, a BANDEIRA DO MORALISMO.

    Seu impeachment tambem teve custos incalculaveis, a queda traumatica de um Governo sempr traz perdas ao Pais e às instituições. Quanto ao combate à corrupção era como seu um simples slogan de campanha.

    Mas os SALVADORES DA PATRIA retornam a cada geração. O moralismo de um só golpe é uma recorrente bandeira politica que rende dividendos garantidos porque a cada geração nascem novos crédulos e ingenuos que formam o mercado politico desses personagens farsescos.

    Os SALVADORES DA PATRIA são trapaceiros que ao empunhar a campanha moralista parecem CAVALEIROS DA HONESTIDADE,  só eles são puros, todos os demais são corruptos, apontam o dedo santo para quem ousa corrigir-lhes o discurso falso mas convincente e se impõe, aos que percebem seu truque,  pela ousadia ameaçadora, o ato teatral é convincente e o farsante assume o papel com convicção, todos tremem de medo.

    Janio sabia se impor como ninguem, até a imprensa tinha pavor dele, ai de quem lhe ousasse cortar os passos.

    Afinal, quem tem a audacia de se contrapor ao homem puro que quer salvar o Pais?

    Recentemente tivemos um Senador que carregava o estandarte do moralismo e depois descobriu-se que ra tambem

    enganador de crédulos, vendia-se por uma cozinha nova de aço inoxidavel dada por um bicheiro.

    Janio, o homem da vassoura para varrer a corrupção deixou ao morrer um fornida conta na Suiça para sua filha e mais 63 imoveis.. Seu lema , seus instrumentos de propaganda, seus bordões e seu script nunca mudaram, sempre foi o valoroso lutador contra os corruptos, acreditaram nele até morrer e até hoje há crentes saudosos.

    Porque será que as nações a cada geração se dispõe a comprar esse produto pirata de falsificação tão manjada?

    É impressionate a credulidade dos povos em SALVADORES DA PATRIA. Eles não só não são honestos, como não resolvem nada, as sociedades só evoluem pelo apeffeicoamento das instituições e isso leva tempo mas não há outro caminho a  natureza não dá saltos, as sociedade tambem não, pobre do Pais que espera SALVADORES DA PATRIA, eles costumam cobrarr MUITO  CARO pela sua arrogancia moralista.

     

  2. Wanderley Kuruzu Rossi Jr.

    19 de novembro de 2013 3:44 am

    Íntegra da inquérito 2245: JB escondeu por que cita a Globo ?
    Está na página 90. … “Além das operações ilícitas desenvolvidas com as empresas SMP&B e Graffiti, e com o Partido dos trabalhadores, acima narradas, o PT 0501301503 também revela outras situações caracterizadoras de práticas fraudulentas envolvendo, principalmente, operações com as seguintes pessoas físicas e jurídicas: – Moinho de Trigo Santo André S/A;- Banktrade Agrícola Imp. Exp.;- Tupy Fundições Ltda.;- Globo Comunicações e Participações;” … http://pontoecontraponto.com.br/2013/09/26/integra-do-inquerito-que-cita-globo-no-mensalao-e-foi-escondido-por-barbosa/

  3. Notívago

    19 de novembro de 2013 4:56 am

    Conhecendo melhor Joaquim Barbosa

    Fonte: Blog do Azenha:

    Pizzolato: “Carta mentirosa” de tucano, “hoje consultor da Globo”, foi decisiva para moldar acusação contra ele

    publicado em 18 de novembro de 2013 às 22:27, NO BLOG DO AZENHA

    Pizzolato revela na Itália dossiê que embaraça julgamento de Barbosa

    18/11/2013 16:29

    Por Redação, com colaboradores – de Roma, Rio de Janeiro e Brasília

    do Correio do Brasil, sugestão do Gerson Carneiro

    O pior pesadelo do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, que tem dado repetidas mostras de interesse pela vida política, começa a se transformar em realidade nas próximas horas, em Roma. O ex-diretor do Banco do Brasil Francisco Pizzolato fará chegar às mãos de seus advogados italianos o relatório de perto de mil páginas, que o Correio do Brasil divulga, com exclusividade, no qual apresenta provas de que o dinheiro que deu origem à Ação Penal 470 no STF origina-se em uma empresa privada e não de um ente público, como afirma o relatório de Barbosa.

    Para ocultar este fato, que coloca por terra o argumento que levou os réus na AP 470 ao Complexo Penitenciário da Papuda, segundo o dossiê apresentado por Pizzolato, que tem cidadania italiana, o então procurador-geral da República Antonio Fernando de Souza e o ministro Joaquim Barbosa criaram, em 2006, e mantiveram sob segredo de Justiça dois procedimentos judiciais paralelos à Ação Penal 470. Por esses dois outros procedimentos passaram parte das investigações do chamado caso do ‘mensalão’.

    O inquérito sigiloso de número 2474 correu paralelamente ao processo do chamado ‘mensalão’, que levou à condenação, pelo STF, de 38 dos 40 denunciados por envolvimento no caso, no final do ano passado, e continua em aberto. E desde 2006 corre na 12ª Vara de Justiça Federal, em Brasília, um processo contra o ex-gerente executivo do Banco do Brasil, Cláudio de Castro Vasconcelos, pelo exato mesmo crime pelo qual foi condenado no Supremo Tribunal Federal (STF) o ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato.

    Esses dois inquéritos receberam provas colhidas posteriormente ao oferecimento da denúncia ao STF contra os réus do ‘mensalão’ pelo procurador Antônio Fernando, em 30 de março de 2006. Pelo menos uma delas, “o Laudo de número 2828, do Instituto de Criminalística da Polícia Federal, teria o poder de inocentar Pizzolato”, afirma o dossiê.

    Dinheiro da Visanet

    Ainda segundo o relatório que Pizzolato apresentará, em sua defesa, na corte italiana, um tribunal de exceção foi montado no Brasil com o único objetivo de desmoralizar o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em uma clara tentativa de apeá-lo do poder antes do tempo. Embora o estratagema tenha funcionado ao contrário, com mais um mandato popular surgido das urnas ao líder petista, que em seguida elegeu a sucessora, Dilma Rousseff, o STF seguiu adiante e conseguiu que o ex-ministro José Dirceu e o deputado José Genoino (PT-SP) fossem conduzidos à prisão.

    Pizzolato relata, em detalhes, as operações realizadas na campanha política de 2002 e suas ações na diretoria de Marketing do Banco do Brasil. No dossiê, ele contesta os documentos acatados como verdadeiros na AP 470.

    “Observem bem a data em que foi escrita a carta mentirosa do “tucano” (Antonio Luiz Rios, ex-presidente da Visanet que hoje trabalha como consultor para a Rede Globo de Televisão) e dirigida aos peritos da PF, foi em 02 de fevereiro de 2006, período em que os advogados não tinham acesso a nenhum documento. E esta carta mentirosa do “tucano” ditou, influenciou e/ou moldou todos os pareceres, perícias e fundamentalmente a própria “denúncia” da Procuradoria Geral da República e do Ministério Público Federal (PGR/MPF), bem como a argumentação do relator Joaquim Barbosa que por sua vez “convenceu” o plenário do STF. Ninguém, repito, absolutamente ninguém, nem o PGR/MPF e nem o relator, deram-se ao trabalho de observar a regra básica de uma relação de mercado, o respeito ao contrato. Pois existia um contrato que normatizava a relação da Visanet com seus sócios, os diversos bancos, sendo o maior acionista da VISANET, o Bradesco”.

    Em nove capítulos, Pizzolato também revela que, em março de 2006, quando ainda presidia o STF o ministro Nelson Jobim, a CPMI dos Correios divulgou um relatório preliminar pedindo o indiciamento de 126 pessoas. Dez dias depois, em 30 de março de 2006, o procurador-geral da República já estava convencido da culpa de 40 deles. A base das duas acusações era desvio de dinheiro público (que era da bandeira Visa Internacional, mas foi considerado público, por uma licença jurídica não muito clara) do Fundo de Incentivo Visanet para o Partido dos Trabalhadores, que teria corrompido a sua base aliada com esse dinheiro. Era vital para essa tese, que transformava o dinheiro da Visa Internacional, aplicado em publicidade do BB e de mais 24 bancos entre 2001 e 2005, em dinheiro público, ter um petista no meio. Pizzolato era do PT e foi diretor de Marketing de 2003 a 2005.

    Barbosa decretou segredo de Justiça para o processo da primeira instância, que ficou lá, desconhecido de todos, até 31 de outubro do ano passado. Faltavam poucos dias para a definição da pena dos condenados, entre eles Pizzolato, e seu advogado dependia de Barbosa para que o juiz da 12ª Vara desse acesso aos autos do processo, já que foi o ministro do STF que decretou o sigilo.

    O relator da AP 470 interrompera o julgamento para ir à Alemanha, para tratamento de saúde. Na sua ausência, o requerimento do advogado teria que ser analisado pelo revisor da ação, Ricardo Lewandowski. Barbosa não deixou. Por telefone, deu ordens à sua assessoria que analisaria o pedido quando voltasse. Quando voltou, Barbosa não respondeu ao pedido. Continuou o julgamento. No dia 21 de novembro, Pizzolato recebeu a pena, sem que seu advogado conseguisse ter acesso ao processo que, pelo simples fato de existir, provava que o ex-diretor do BB não tomou decisões sozinho – e essa, afinal, foi a base da argumentação de todo o processo de mensalão (um petista dentro de um banco público desvia dinheiro para suprir um esquema de compra de votos no Congresso feito pelo seu partido).

    No dia 17 de dezembro, quando o STF fazia as últimas reuniões do julgamento para decidir a pena dos condenados, Barbosa foi obrigado a dar ciência ao plenário de um agravo regimental do advogado de Pizzolato. No meio da sessão, anunciou “pequenos problemas a resolver” e mencionou um “agravo regimental do réu Henrique Pizzolato que já resolvemos”. No final da sessão, voltou ao assunto, informando que decidira sozinho indeferir o pedido, já que “ele (Pizzolato) pediu vistas a um processo que não tramita no Supremo”.

    O único ministro que questionou o assunto, por não acreditar ser o assunto tão banal quanto falava Barbosa, foi Marco Aurélio Mello.

    Mello: “O incidente (que motivou o agravo) diz respeito a que processo? Ao revelador da Ação Penal nº 470?”

    
Barbosa: “Não”.

    Mello: “É um processo que ainda está em curso, é isso?”

    Barbosa: “São desdobramentos desta Ação Penal. Há inúmeros procedimentos em curso.”

    Mello: “Pois é, mas teríamos que apregoar esse outro processo que ainda está em curso, porque o julgamento da Ação Penal nº 470 está praticamente encerrado, não é?”

    Barbosa: “É, eu acredito que isso deve ser tido como motivação…”

    Mello: “Receio que a inserção dessa decisão no julgamento da Ação Penal nº 470 acabe motivando a interposição de embargos declaratórios.”

    Barbosa: “Pois é. Mas enfim, eu estou indeferindo.”

    Segue-se uma tentativa de Marco Aurélio de obter mais informações sobre o processo, e de prevenir o ministro Barbosa que ele abria brechas para embargos futuros, se o tema fosse relacionado. Barbosa reitera sempre com um “indeferi”, “neguei”. O agravo foi negado monocraticamente por Barbosa, sob o argumento de que quem deveria abrir o sigilo de justiça era o juiz da 12ª Vara. O advogado apenas consegui vistas ao processo no DF no dia 29 de abril, quando já não havia mais prazo recurssório.

    1. Raí

      19 de novembro de 2013 1:08 pm

      Seria a lei de dois pesos e duas medidas ?

      Pode um juíz do Supremo, mesmo sendo ele, o Presidente desta Côrte, decidir o que deve ou não ser discutido, até as últimas dúvidas, e impedir, que qualquer outro juíz deste tribunal, o faça, em descarado desrespeito ao direito de qualquer reu, de ter direito a apelar a todas as instancias ?

      Ou seria a tese, do “contra o PT tudo” e a favor dos oposicionistas, nada ?

  4. Tamára Baranov

    19 de novembro de 2013 7:07 am

    Aécio Neves sonha com ministro Joaquim Barbosa

    Aécio Neves sonha com ministro Joaquim Barbosa em eventual governo tucano

    Por Wilson Lima – iG Brasília

    Presidente do STF é amigo pessoal do senador e provável candidato à Presidência. Tucanos veem com bons olhos eventual indicação de Barbosa para ministro ou até vice

    A afinidade entre o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, e o senador Aécio Neves (PMDB-MG) pode resultar em uma relação bem maior do que uma simples amizade entre os dois. Conforme interlocutores de ambos, Aécio sonha em “contar com a colaboração de Barbosa” quer seja como ministro em eventual governo tucano ou mesmo candidato a vice-presidente na disputa do PSDB ao comando do Planalto.

    Fontes do Supremo próximas ao presidente da Corte confirmam que existe uma tentativa de aproximação política entre Aécio e Barbosa. O tucanato, oficialmente, nega qualquer tentativa de aproximação ou namoro entre os dois para levar o nome de Barbosa a uma candidatura a vice de Aécio. Mas nos últimos dois meses, conforme os próprios tucanos, os encontros entre Aécio e Barbosa têm sido cada vez mais frequentes em jantares e eventos sociais em Brasília.

    Divulgação/Ascom/Governo de MG

    Barbosa entre Aécio e Anastasia quando da homenagem que recebeu do governo de Minas

    Do outro lado, algumas fontes tucanas admitem em caráter reservado que um dos poucos nomes já vislumbrados em umeventual governo tucano é o de Barbosa, como um possível ministro da Justiça. Questionada sobre a aproximação entre Barbosa e Aécio para a disputa em 2014, uma fonte do PSDB ligada à campanha presidencial desconversou afirmando que não era “hora de falar de política”. “É hora de deixar o presidente Joaquim trabalhar com tranquilidade. Mas ele sem dúvida é um nome certo no nosso projeto de governo”, confessou.

    Segundo fontes ligadas ao PSDB, uma tentativa de trazer Barbosa para o ninho tucano responderia a dois grandes objetivos do partido. O primeiro é reforçar o discurso tucano pró-moralidade sem necessariamente bater de frente nas polêmicas sobre o julgamento do mensalão do PT. Com o presidente do STF ao lado de Aécio, o PSDB teria condições de passar uma mensagem popular de que pretende limpar de vez a corrupção no País.

    Interlocutores do STF admitem que a decisão de Barbosa de expedir os mandados de prisão dos réus do mensalão em pleno feriado de Proclamação da Repúblicareforçaria essa imagem.

    O segundo objetivo é de ordem prática: surfar na alta popularidade de Barbosa para alavancar a candidatura de Aécio, algo semelhante ao que aconteceu com o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), quando ele conseguiu atrair a ex-senadora Marina Silva, para o seu projeto de candidatura presidencial.

    O primeiro passo para a aproximação política entre Aécio e Barbosa ocorreu em abril, quando o presidente do STF, mineiro de Paracatu, foi homenageado com a Medalha da Inconfidência, concedida em evento em Ouro Preto, pelo governo de Minas Gerais, que é comandado pelo tucano Antonio Anastasia. Apesar de a homenagem ser distribuída pelo Executivo mineiro, quem comandou a honraria foi Aécio. Na época, o senador tucano negou qualquer conotação política do evento.

    Em outubro, Barbosa admitiu pela primeira vez a possibilidade de ser lançado à Presidência da República, mas disse que isso só aconteceria após ele deixar o Supremo. Hoje, o ministro tem 59 anos e já manifestou sua vontade de não ficar na Corte até os 70 anos, data de sua aposentadoria compulsória.

    Como juiz, Barbosa tem até abril para se desincompatibilizar do Supremo e disputar as eleições de 2014.

    http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2013-11-18/aecio-neves-sonha-com-ministro-joaquim-barbosa-em-eventual-governo-tucano.html

  5. Tamára Baranov

    19 de novembro de 2013 7:26 am

    A ironia de Machado de Assis sobre a Abolição da Escravidão

    Em 19 de maio de 1888, poucos dias após a Abolição da Escravatura, ocorrido oficialmente em dia 13 de maio de 1888, Machado de Assis publicou no jornal Gazeta de Notícias essa crônica, na verdade um pequeno conto irônico.

    Bons dias!

    Eu pertenço a uma família de profetas après coup, post factum, depois do gato morto, ou como melhor nome tenha em holandês. Por isso digo, e juro se necessário fôr, que tôda a história desta lei de 13 de maio estava por mim prevista, tanto que na segunda-feira, antes mesmo dos debates, tratei de alforriar um molecote que tinha, pessoa de seus dezoito anos, mais ou menos. Alforriá-lo era nada; entendi que, perdido por mil, perdido por mil e quinhentos, e dei um jantar.

    Neste jantar, a que meus amigos deram o nome de banquete, em falta de outro melhor, reuni umas cinco pessoas, conquanto as notícias dissessem trinta e três (anos de Cristo), no intuito de lhe dar um aspecto simbólico.

    No golpe do meio (coup du milieu, mas eu prefiro falar a minha língua), levantei-me eu com a taça de champanha e declarei que acompanhando as idéias pregadas por Cristo, há dezoito séculos, restituía a liberdade ao meu escravo Pancrácio; que entendia que a nação inteira devia acompanhar as mesmas idéias e imitar o meu exemplo; finalmente, que a liberdade era um dom de Deus, que os homens não podiam roubar sem pecado.

    Pancrácio, que estava à espreita, entrou na sala, como um furacão, e veio abraçar-me os pés. Um dos meus amigos (creio que é ainda meu sobrinho) pegou de outra taça, e pediu à ilustre assembléia que correspondesse ao ato que acabava de publicar, brindando ao primeiro dos cariocas. Ouvi cabisbaixo; fiz outro discurso agradecendo, e entreguei a carta ao molecote. Todos os lenços comovidos apanharam as lágrimas de admiração. Caí na cadeira e não vi mais nada. De noite, recebi muitos cartões. Creio que estão pintando o meu retrato, e suponho que a óleo.

    No dia seguinte, chamei o Pancrácio e disse-lhe com rara franqueza:

    – Tu és livre, podes ir para onde quiseres. Aqui tens casa amiga, já conhecida e tens mais um ordenado, um ordenado que…

    – Oh! meu senhô! fico.

    – …Um ordenado pequeno, mas que há de crescer. Tudo cresce neste mundo; tu cresceste imensamente. Quando nasceste, eras um pirralho dêste tamanho; hoje estás mais alto que eu. Deixa ver; olha, és mais alto quatro dedos…

    – Artura não qué dizê nada, não, senhô…

    – Pequeno ordenado, repito, uns seis mil-réis; mas é de grão em grão que a galinha enche o seu papo. Tu vales muito mais que uma galinha.

    – Justamente. Pois seis mil-réis. No fim de um ano, se andares bem, conta com oito. Oito ou sete.

    Pancrácio aceitou tudo; aceitou até um peteleco que lhe dei no dia seguinte, por me não escovar bem as botas; efeitos da liberdade. Mas eu expliquei-lhe que o peteleco, sendo um impulso natural, não podia anular o direito civil adquirido por um título que lhe dei. Êle continuava livre, eu de mau humor; eram dois estados naturais, quase divinos.

    Tudo compreendeu o meu bom Pancrácio; daí pra cá, tenho-lhe despedido alguns pontapés, um ou outro puxão de orelhas, e chamo-lhe bêsta quando lhe não chamo filho do diabo; cousas tôdas que êle recebe humildemente, e (Deus me perdoe!) creio que até alegre.

    O meu plano está feito; quero ser deputado, e, na circular que mandarei aos meus eleitores, direi que, antes, muito antes da abolição legal, já eu, em casa, na modéstia da família, libertava um escravo, ato que comoveu a tôda a gente que dêle teve notícia; que êsse escravo tendo aprendido a ler, escrever e contar, (simples suposições) é então professor de filosofia no Rio das Cobras; que os homens puros, grandes e verdadeiramente políticos, não são os que obedecem à lei, mas os que se antecipam a ela, dizendo ao escravo: és livre, antes que o digam os poderes públicos, sempre retardatários, trôpegos e incapazes de restaurar a justiça na terra, para satisfação do céu.

    Boas noites.

    (Texto extraído do livro; Assis, Machado de. Obra Completa, Vol III. 3ª edição. José Aguilar, Rio de Janeiro. 1973. p. 489 – 491)

  6. Assis Ribeiro

    19 de novembro de 2013 8:41 am

    Provérbios

    “Quando falares, cuida para que tuas palavras sejam melhores que o silêncio.”
    Provérbio  Zen

     “O idiota fala, o tolo discute, o sábio escuta.”
    Provérbio Indiano  

     “Há três coisas que nunca voltam atrás: a flecha lançada, a palavra
    pronunciada e a oportunidade perdida.”
     Provérbio chinês.

    “Diante da noite, não acuse as trevas; aprenda a fazer lume.”
     Provérbio chinês.

    “Antes de começar o trabalho de modificar o mundo, dê três voltas dentro de
    sua casa.”
    Provérbio chinês.

    “Quando erguemos a vista não vemos fronteiras.”
    Provérbio japonês.

    “Caia sete vezes, levante-se oito.”
     Provérbio japonês.

    “Não importa o tamanho da montanha, ela não pode tapar o sol.”
    Provérbio chinês.

    “Não declares que as estrelas estão mortas só porque o céu está nublado.”
    Provérbio Árabe.

    “O coração que está em paz vê uma festa em todas as aldeias.”
    Provérbio hindu.

    “O bem que fizemos na véspera é o que nos traz a felicidade pela manhã.”
     Provérbio hindu.

    “Por amor a uma rosa, o jardineiro é espetado por mil espinhos, e nem por isso ele deixa de ser jardineiro.”
    Provérbio turco.

    http://assisprocura.blogspot.com.br/search/label/Prov%C3%A9rbios

    1. antonio francisco

      19 de novembro de 2013 9:16 am

      Boa, Assis!

      Mais uma:

      Um homem aponta o dedo para a lua. O sábio olha para a lua, o bobo olha para o dedo que a aponta.

    2. Raí

      19 de novembro de 2013 1:14 pm

      E para não dizerem, que eu não falei das flores…

      Assis, permita-me acrescentar mais uma: ” Os nossos inimigos podem invadir nosso jardim, e arrancar todas as flores do nosso jardim; Podem voltar noutro dia, e arrancar todas as nossas roseiras, porem jamais impedirão a chegada da primavera”

      Provérbio de autoria desconhecida, mas que é a cara do PT.

    3. RONALD

      19 de novembro de 2013 2:51 pm

      Mais uma

       

      Não conheço o autor:

       

      E podemos desejar uns aos outros uma boa viagem,

       

      lembrando-nos que,

       

      se devemos morrer um dia, não morreremos sem ter vivido,

       

      e se quisermos,

       

      não morreremos sem ter amado.

  7. Francisco Andrade

    19 de novembro de 2013 9:20 am

    e agora Joaquim?

    Na Itália o quinzinho não vai contar com a “cobertura” blindada do PIG,…  e nem vai ter um procurador à sua disposição para engavetar processos comprometedores….

     

    é quinzinho,…. a casa vai cair!

     

    http://www.viomundo.com.br/denuncias/pizzolato-carta-mentirosa-de-tucano-hoje-consultor-da-globo-foi-decisiva-para-moldar-acusacao-contra-ele.html

    1. Francisco Andrade

      19 de novembro de 2013 9:45 am

      o que a globo mostra…

       

      Com o desdobramento desse processo o povão finalmente vai ver que:

       

      O BRASIL NÃO É O QUE A GLOBO MOSTRA!

  8. Tamára Baranov

    19 de novembro de 2013 9:24 am

    A era do desamor pela política

    Por Clóvis Rossi

    O resultado mais impressionante da eleição de domingo no Chile não foi a vitória (a ser confirmada no segundo turno) da socialista Michelle Bachelet, mas o desapreço pela política demonstrado por eleitores de um dos países mais politizados da América Latina.

    Computando-se a abstenção, que foi superior à metade do eleitorado, tem-se que os 47% de Bachelet reduzem-se a menos de um quarto dos votos possíveis. Já seria alarmante em qualquer circunstância, mas se torna dramático quando se sabe que ela tinha 85% de popularidade ao deixar o cargo faz quatro anos.

    O quadro geral ficou assim: o presidente que a sucedeu, Sebastián Piñera, não agradou à maioria, com o que levou a direita a um fracasso sonoro. Mas a presidente que vai suceder a um fracassado já nasce fragilizada pela elevada abstenção, óbvio sinal de desapreço por todos os candidatos.

    Pior, para Bachelet: no próprio dia da eleição, conforme relato da competente enviada especial da Folha, Lígia Mesquita, começou o conflito entre as urnas e a rua, antecipado neste espaço no mesmo domingo.

    Um grupo de estudantes ocupou o QG da campanha Bachelet por nada menos que quatro horas, levando uma faixa que antecipa o panorama para os próximos quatro anos: “A mudança não está no La Moneda, mas sim nas grandes alamedas”.

    Eco tardio da utopia socialista dos anos 70, na medida em que recupera um trechinho da última alocução pela rádio do presidente Salvador Allende, que se suicidaria em La Moneda, o palácio presidencial assediado e bombardeado pelos militares golpistas.

    Em sua fala, Alllende dizia que, mais cedo do que tarde, “se abrirão as grandes alamedas por onde passará o homem livre para construir uma sociedade melhor”.

    O protesto estudantil é uma demonstração de que tem razão Moisés Naím, acadêmico venezuleano radicado nos EUA e ex-colunista da Folha, que dá a seu mais recente ensaio o título de “O fim do poder”. Em palestra recente sobre o livro, Naím dizia que “o poder é cada vez mais fácil de obter, mais difícil de usar e mais fácil de perder”.

    Percurso que serve para o Chile, mas serve também para grande número de outros países em que a política sofre intenso desgaste.

    Para ficar só no mais recente: pesquisa do “Journal du Dimanche” mostra que François Hollande, o presidente francês eleito faz apenas ano e meio, tem a confiança de só 20% dos franceses, o nível mais baixo desde a criação da Quinta República há 55 anos.

    Mas, atenção, seus adversários de direita e de extrema direita não se saem muito melhor, não.

    Na Espanha, os dois partidos que se revezam no poder desde a restauração democrática de 1977 caíram na preferência popular de 81% na eleição de 2009 para 57% agora.

    Seria, mal comparando, como se fosse necessário somar os votos de Dilma Rousseff e José Serra, os mais recentes rivais do eterno Fla-Flu partidário brasileiro, para ultrapassar a maioria absoluta.

    Entende-se, assim, por que uma parte do público prefere “as grandes alamedas” às urnas.

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/clovisrossi/2013/11/1373254-a-era-do-desamor-pela-politica.shtml

  9. BRAGA-BH

    19 de novembro de 2013 9:55 am

    Revide ao comentário de Mauro Cesar da ESPN

     

    Amigos Futebolistas,

     

    Têm-se muito citado uma teoria provocativa e pouco fundamentada de um pseudo-jornalista da ESPN chamado Mauro Cesar, na qual ele pretende (apenas pretende) de forma truculenta  e com palavras hostis diminuir as conquistas do campeonato brasileiro na década de 1960 perfeitamente homologadas pela CBF.

     

    Que esta entidade chamada CBF deixa a desejar nos mais diferentes aspectos, é bem sabido e não carece repetições, porem neste âmbito foi bastante feliz por reconhecer os títulos conquistados antes de 1971, época de ouro para o futebol brasileiro, época em que os verdadeiros esquadrões jogavam o verdadeiro futebol e por que não dizer de forma redundante, época de Pelé e Garrincha, os melhores jogadores de futebol do planeta em todos os tempos.

     

    Dizer que Pelé não foi campeão brasileiro é ser muito petulante, é querer usar do espaço da mídia para querer de forma deliberada atentar contra a historia do futebol. O Santos é OCTACAMPEÃO merecidamente, afinal aquele timaço não tem culpa alguma por naquela época a antiga CBD não possuir organização suficiente para criar um campeonato nacional nos moldes atuais. Dizer que o campeonato daquela época era embrião da copa do Brasil atual é outro erro, pois os times não tinham outro torneio nacional a disputar, se o que existia era aquele como fazer pra ganhar o que não existe?

     

    Esse pseudo-jornalista se omite vergonhosamente ao não citar as dezenas de mazelas criadas pela CBF no período entre 1971, ano que eles insistem em dizer que foi o “inicio de tudo” e 2002, ultimo ano antes da criação do campeonato por pontos corridos que indiscutivelmente é o sistema mais eficaz e que mostra ao final quem é realmente o melhor time do ano.

    O campeonato brasileiro, independentemente da sua fórmula de disputa teve inicio em 1959 com o Bahia sendo o primeiro campeão, afinal bagunça por bagunça, tivemos varias e vou citar algumas delas e ainda devo esquecer algumas pois não vou me ater a pesquisas na web e sim única e exclusivamente a meu arquivo mental.

     

    A partir de 1971 teve inicio não um campeonato brasileiro, mas uma serie de disputas com torneios que não repetiam sequer a formula de disputa ano a ano, não tinha acesso nem rebaixamento, não tinha nem nome certo e nem numero certo de participantes.

    Durante este longo período, tivemos CAMPEONATO BRASILEIRO, COPA BRASIL, TAÇA DE OURO, COPA UNIAO e TAÇA JOAO HAVELANGE. Percebam neste caso  a falta total de padronização, sem falar na quantidade absurda de viradas de mesa, abandonos de campeonato, e times que eram eliminados após jogar 3 ou 4 vezes.

     

    Em 1979 o campeonato teve 94 participantes e devido a desorganização Corinthians, Santos e São Paulo se negaram a participar, enquanto o Atletico Mineiro abandonou a disputa na terceira fase.

    A desorganização chegou a tal ponto que em 1987 o vice campeão brasileiro GUARANI jogou um torneio equivalente a segunda divisão atual chamado Modulo Amarelo, esta foi a causa principal de hoje o America-RJ ser um time de várzea praticamente, pois havia sido terceiro colocado em 1986 e rebaixado ao tal modulo amarelo em 1987 se recusando a jogar e posteriormente punido e excluído pela CBF.

     

    Até hoje não se sabe quem é o campeão de 1987, Sport ou Flamengo já que o time de recife cumpriu o regulamento e o Flamengo ganhou o modulo verde se recusando a enfrentar o campeão do modulo amarelo na decisão. Em tempo pergunto: Esse campeonato vale e o titulo do Cruzeiro de Piazza sobre o Santos de Pelé não vale???  Faça me rir Sr Jornalistazinho.

     

    A injustiça nas disputas eram também corriqueiras. Vejam o caso do Atletico-MG, vice campeão INVICTO em 1977 ou o Santos de 2002 que apesar de terminar em OITAVO lugar chegou ao titulo no famigerado MATA MATA.

     

    Em 1988 criaram mais uma formula hilária. Os jogos terminados empatados obrigatoriamente seriam decididos nos pênaltis. Botafogo e Fluminense não concordaram e após empate por 1×1 resolveram não cobrar os tais pênaltis. Sob ameaça da CBF voltaram 30 dias depois ao maracanã vazio, simplesmente para cobrarem os pênaltis.

     

    O protecionismo aos grandes clubes também imperou por muito tempo; era proibido time grande ir pra segunda divisão. Em 1993 o Gremio caiu e tudo indicava que não voltaria tao cedo pois a crise era terrível pelos lados tricolores em Porto Alegre. Eis que a CBF inventou então que subiriam 16 times pra serie A e mais, desses 16 quem não ficasse entre os 8 primeiros voltaria para serie B, EXCETO O GREMIO, que não tinha obrigação de conseguir essa classificação.

    Isto provocou nova revolta e uma briga entre a CBF e o AMERICA-MG que foi desfiliado e ficou afastado do campeonato sem divisão pra jogar.

     

    O caso da Taça Joao Havelange é o mais vergonhoso, eu acho, após viradas de mesa e quedas subsequentes, um artificio foi criado para resgatar o Fluminense das profundezas da serie C direto para a Serie A. Campeonato criado de ultima hora com presença de clubes das três divisões e que alçou o SÃO CAETANO à elite, bem como o MALUTRON-PR que disputou a fase final do torneio. Tem q rir pra não chorar hein? Vcs se lembram do Malutron??

     

    Acesso e descenso só foram moralizados a partir de 2003 quando Palmeiras e Botafogo caíram pra serie B, assumiram a responsabilidade e conseguiram o retorno dentro de campo. De lá pra cá, ninguém mais teve a cara de pau de querer virada de mesa e nem mais terá.

     

    Entao, amigos, anotem aí.

     

    INFELIZMENTE, o CRUZEIRO é tricampeão sim, de fato e de direito e os maiores campeões nacionais são Palmeiras e Santos com oito títulos cada, o resto é conversa fiada de pseudo-jornalista que não tem embasamento para opinar e quer forçar as pessoas a se curvarem à uma mídia que promove lavagem cerebral. E meu Botafogo, se der bobeira, nem entre os quatro fica!!

     

    Charles Portilho Oliveira Magalhães

  10. Cláudio José

    19 de novembro de 2013 11:17 am

    CAMPANHA: IDEOLOGIA É FAZER O BEM
    Rio de Janeiro, 15 de novembro de 2013 Fundação Viva CazuzaRede de Blogs e Sites AmigosAssunto: Projeto (Campanha) IDEOLOGIA É FAZER O BEM, PELO BEM! Na Luta Pela Vida.  Caros amigos (as)  no Brasil milhares de crianças e jovens vivem com o vírus da AIDS, e infelizmente o número só aumenta com novos casos de crianças abandonadas. Pensando nisso, acho que está na hora de surgir um movimento, pelo um dia de conscientização do povo brasileiro, em busca de ajudar essas crianças e jovens, que sofrem com o vírus da AIDS. Seria um programa especial de um dia, feito por alguma rede de televisão, para arrecadar fundos, para alguma instituição, que já trabalha com a causa, como por exemplo:  a Fundação Viva Cazuza, que ficaria responsável pela distribuição dos recursos arrecadados por esse projeto. Nesse programa teria um grande show com artistas convidados e personalidades da mídia, que pediriam doações pelo telefone e internet, teria também, um jogo de futebol da seleção do Rio X São Paulo (ao vivo) com toda renda arrecadada, para o projeto. Tenho outras ideias para essa campanha e vou colaborar com mais algumas, caso este projeto seja realizado. Pois, IDEOLOGIA É FAZER O BEM, PELO BEM! Amigos (as)  essas crianças e jovens precisam com urgência da ajuda de todos os brasileiros do bem, na luta pela vida, e uma chance de viver com mais dignidade, num país mais justo e solidário.  Atenciosamente: Cláudio José, um amigo do povo e da paz. 

  11. BRAGA-BH

    19 de novembro de 2013 11:23 am

    Denúncia aponta que famosas na TV se prostituíam no Exterior
    Denúncia aponta que famosas na TV se prostituíam no Exterior

    Por Brasil Econômico – Gilberto Nascimento |

    19/11/2013 06:00

     
    No relatório, constam duas dançarinas famosas, duas “miss bumbum”, assistentes de palco, além de várias outras mulheres que já foram capas de revistas nacionais

    Brasil Econômico

    Duas famosas dançarinas brasileiras, que aparecem na tevê e em sites de fofocas e celebridades todos os dias, são citadas em uma denúncia de tráfico de mulheres brasileiras para Angola, Portugal e África do Sul. O caso veio a público no final de outubro, mas os nomes das brasileiras famosas não foram revelados. As “estrelas” de TV recebiam entre US$ 10 mil e US$ 100 mil para se prostituírem nesses países durante ao menos uma semana. Parte desse dinheiro ficava com os aliciadores. Cinco deles foram presos no Brasil. Os nomes das brasileiras aliciadas estão na denúncia apresentada à Justiça Federal contra a quadrilha pela procuradora da República Stella Fátima Scampini. No documento, estão diálogos interceptados pela Polícia Federal.

    Há ainda datas das viagens, números e horários de voos e registros de hospedagens comprovados. Uma bela e famosa atriz global também é citada por uma das brasileiras por, supostamente, já ter participado do esquema de prostituição de luxo. Mas não há comprovação do envolvimento dessa atriz. Na denúncia apresentada pela procuradora, no entanto, constam as duas dançarinas famosas e várias outras mulheres que já foram capas de revistas, duas “miss bumbum”, assistentes de palco e integrantes de programas noturnos na TV e grupos musicais. O principal financiador da operação era o general e empresário angolano Bento dos Santos Kangamba, casado com uma sobrinha do presidente de Angola, José Eduardo dos Santos. O general encomendava sempre “mulheres grandes e com corpos bem desenhados”.

    Foi pedida prisão de angolano

    A quadrilha de tráfico de mulheres movimentou US$ 45 milhões, desde 2007. Brasileiras de origem humilde também eram aliciadas. Várias foram mantidas em cárcere privado. Foi pedida a prisão do general Bento Kangamba, caso ele desembarque no Brasil. Seu nome também foi incluído na lista de procurados da Interpol.

     

  12. BRAGA-BH

    19 de novembro de 2013 11:25 am

    De revirar o estomago

    Por Brasil Econômico – Gilberto Nascimento |

    19/11/2013 06:00

     

    PT e PSDB, quem diria, juntos

    O senador Delcídio do Amaral, pré-candidato petista ao governo do Mato Grosso do Sul está animado com a possibilidade de aliança com os tucanos em seu Estado. Ele confirma as negociações para a inclusão do deputado do PSDB Reinaldo Azambuja em sua chapa, como candidato a vice ou ao Senado. Ele avalia que, após a entrada de Eduardo Campos (PSB) na disputa presidencial, o PT não deve interferir tanto nas eleições estaduais.

    Delcídio quer Dilma no Estado só no segundo turno

    Delcídio terá encontro com Dilma nesta semana e irá sugerir a presidente que evite viagens ao Mato Grosso do Sul durante o primeiro turno. Lá, Dilma terá dois palanques. O principal adversário de Delcídio será o deputado Nelson Trad Filho (PMDB), também apoiador da petista. No Estado, porém, PT e PMDB são inimigos históricos. Hoje, Delcídio venceria no primeiro turno.

  13. Henrique, O Outro

    19 de novembro de 2013 12:36 pm

    Cenas de Nossa Burguesia em Punta

    http://www.elpais.com.uy/informacion/boda-millones-dolares.html

     

    PODEROSAS PAREJAS BRASILEÑAS ADELANTARON LA TEMPORADA CON MEGA EVENTOS

    Boda de 3 millones de dólares

    Ya no hace falta que sea diciembre para que lleguen las fiestas espectaculares al balneario más exclusivo de la región. Reconocidas parejas brasileñas eligieron Punta del Este y José Ignacio para sus majestuosas recepciones durante el fin de semana.

    FOTO

    Erika dos Mares Guia y José Renato Tourinho. Archivo El País.

     TEMASPunta del Este –José Ignacio – bodas –La Huella –Erika dos Mares Guia –José Renato Tourinho –Ricardo Malcon –Martín Pittaluga –Dionne Warwick Maldonado | Marcelo Gallardo

    El fin de semana largo en Brasil, por el feriado del Día de la Proclamación de la República, propició que poderosas parejas brasileñas eligieran las costas de Maldonado para realizar sus celebraciones.

    Una de las fiestas costó aproximadamente tres millones de dólares y contó con la actuación de la cantante estadounidense Dionne Warwick. Una opulencia inédita, incluso en este balneario.

    “Nunca vi algo igual”, admitió un empresario gastronómico de la zona, sorprendido por el costo de la fiesta que unió a dos poderosos empresarios brasileños en José Ignacio.

    Entre las dos ceremonias realizadas en la noche de ayer, hubo más de mil invitados, que llegaron de Brasil con todos los gastos pagos. Al igual que el año pasado, los brasileños optaron por festejar sus casamientos en recintos exclusivos, como la estancia Vik de José Ignacio y el Hotel Solana en Portezuelo.

    “Lo que está pasando con los casamientos de los brasileños en nuestra zona es muy importante. Está de moda que conocidas figuras brasileñas opten por casarse en nuestra zona en este fin de semana largo de Brasil. Nos cae muy bien”, dijo Martín Pittaluga, el director del exclusivo restaurante La Huella, a El País.

    Las fiestas llenaron los hoteles de Punta del Este y alrededores. A esto se sumó el contrato de mozos y otros servicios como caterings de alto nivel. Además se gastaron grandes sumas de dinero en transporte aéreo y terrestre. Todo esto, sin contar los miles de dólares que se gastaron en taxis, peluquería y músicos, entre otros.

    El casamiento de la estilista Erika dos Mares Guia con el empresario bahiano José Renato Tourinho constituye el casamiento más ostentoso que recuerda el departamento.

    Fuentes de la organización aseguran que el costo del evento ronda los tres millones de dólares.

    Mientras que algunos invitados llegaron en dos charters de la aerolínea Gol contratados por el novio, otros viajaron en aviones privados. La plataforma del aeropuerto de Laguna del Sauce recibió una gran cantidad de aviones valorados en decenas de millones de dólares.

    Los festejos comenzaron el pasado viernes con una fiesta en el parador La Huella y continuaron anoche con la boda en la estancia Vik.

    Warwick se aloja en una de las suites del Hotel Conrad. Y sus músicos ocupan siete habitaciones más. Desde ese lugar fueron trasladados en una de las limusinas del hotel hasta el complejo Vik.

    Sus representantes pidieron que la suite contara con abundante hielo, cuatro gaseosas Pepsi y cuatro vasos, además de queso cheddar y brie para la artista.

    Dos Mares Guia es considerada una de las principales empresarias de la moda del vecino país. Tiene boutiques con las marcas más exclusivas del mundo como Balmain y Monique Lhuillier, además de su grifa, Mares, que viste a las mujeres más ricas de San Pablo.

    El empresario José Renato Tourinho es caracterizado por la prensa brasileña como “rico, jovem e bonito” que “brilha no mundo financiero internacional como socio director no Brasil del holding americo-asiática Halter Financial Group”.

    La novia es hija del ex diputado Walfrido dos Mares Guia, un conocido político de Minas Gerais, muy cercano al ex presidente Lula Da Silva.

    Dos Mares Guia ocupó los cargos de ministro de Turismo y de Relaciones Institucionales del gobierno de Lula en su condición de integrante del Partido Socialista Brasileiro (PSB). En 2007 fue acusado de haber participado en el escándalo político de corrupción conocido como “mensalao mineiro”.

    La boda del cónsul.

    El Hotel Solana, ubicado en Portezuelo, a más de cuarenta kilómetros al oeste de José Ignacio, fue el lugar elegido para la ceremonia de “bendición de anillos” del matrimonio del brasileño Ricardo Malcon y Ana Carolina, que se realizó anoche.

    Malcon es un empresario gaúcho con fuertes inversiones en el mundo de las finanzas y en la actividad inmobiliaria de Rio Grande do Sul. Malcon ocupa, además, el cargo de cónsul honorario de Líbano en Porto Alegre.

    “La ceremonia religiosa y civil se cumplió días atrás en Porto Alegre y ahora se trata de la bendición de los anillos que se realizará en la playa”, contó Ana Cárseles, encargada de eventos del Hotel Solana. Los invitados llegaron a la fiesta por sus propios medios o en algunos de los tantos ómnibus que la pareja contrató para traerlos desde Porto Alegre.

    Alrededor de medio millar de invitados formaron parte de la celebración. Se reunieron en Gorlero para poder acceder a los vehículos que los llevaron hasta la ceremonia.

    Tres enormes carpas fueron montadas para recibir a los asistentes, que disfrutaron del catering de Esteban Briozzo. La pareja y sus familias se alojaron en el Hotel Solana. El resto en diversos hoteles de la zona.

    Más bodas.

    En los primeros días de diciembre se concretará en Garzón la boda de Guadalupe García, hija del industrial argentino Juan García, un ex socio del fallecido Alfredo Yabrán.

    La fiesta se realizará en el restaurante del chef Francis Mallmann. Los festejos seguirán en La Caracola, uno de los reductos más exclusivos de José Ignacio.

    Hoteles colmados

    Los hoteles más prestigiosos de Montevideo estuvieron colmados el fin de semana. El Sofitel, Radisson Victoria Plaza, Belmont House y Sheraton se llenaron de turistas de distintas procedencias. Si bien hubo brasileños, también se destacó la presencia de chilenos, argentinos y europeos.

     

     

     

  14. Raí

    19 de novembro de 2013 12:51 pm

    O PT toma “partido”

    Nassif, não sou um profundo conhecedor deste assunto jurídico, por isso, peço que consulte a quem conhecer possa, e que frequente este espaço e fórum democrático, qual a viabilidade do Senado da República, apoiar a representação petista, e conceder que esta representação, possa interpor-se às absurdas, porem cometidas seguidamente, decisões do Pres. do STF, que têm causado, tantos sofrimentos e dissabores aos nossos companheiros presos em Brasília, e quem sabe, até conseguir o impedimento da carreira deste ditador jurídico, que tem atropelado a Constituição, e agido descaradamente pelo viéz político e reacionário, contra o PT, e seu governo, deixando de agir da mesma forma, com casos semelhantes.

    Alguns próceres e parlamentares petistas, neste encontro de ontem, em Brasília, tomaram esta decisão, e mesmo não contando com o “sim” da Pres. Dilma, por razões obviamente constitucionais e de respeito à liturgia do cargo, vão levar a proposta em frente, para demonstrar que o partido não está morto, muito pelo contrário. Se não reagimos no mesmo nível das agressões sofridas, foi apenas para não criar o tão esperado(pela direita)confronto institucional, entre os poderes republicanos.

  15. Lenilson

    19 de novembro de 2013 1:02 pm

     
    http://www1.folha.uol.com.b

     

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ricardomelo/2013/11/1372759-supremo-tapetao-federal.shtml

     

    18/11/2013 – 03h00

    Supremo Tapetão Federal

    Derrotada nas eleições, a classe dominante brasileira usou o estratagema habitual: foi remexer nos compêndios do “Direito” até encontrar casuísmos capazes de preencher as ideias que lhe faltam nos palanques. Como se diz no esporte, recorreu ao tapetão.

    O casuísmo da moda, o domínio do fato, caiu como uma luva. A critério de juízes, por intermédio dele é possível provar tudo, ou provar nada. O recurso é também o abrigo dos covardes. No caso do mensalão, serviu para condenar José Dirceu, embora não houvesse uma única evidência material quanto à sua participação cabal em delitos. A base da acusação: como um chefe da Casa Civil desconhecia o que estava acontecendo?

    A pergunta seguinte atesta a covardia do processo: por que então não incluir Lula no rol dos acusados? Qualquer pessoa letrada percebe ser impossível um presidente da República ignorar um esquema como teria sido o mensalão.

    Mas mexer com Lula, pera aí! Vai que o presidente decide mobilizar o povo. Pior ainda quando todos sabem que um outro presidente, o tucano Fernando Henrique Cardoso, assistiu à compra de votos a céu aberto para garantir a reeleição e nada lhe aconteceu. Por mais não fosse, que se mantivessem as aparências. Estabeleceu-se então que o domínio do fato vale para todos, à exceção, por exemplo, de chefes de governo e tucanos encrencados com licitações trapaceadas.

    A saída foi tentar abater os petistas pelas bordas. E aí foi o espetáculo que se viu. Políticos são acusados de comprar votos que já estavam garantidos. Ora o processo tinha que ser fatiado, ora tinha que ser examinado em conjunto; situações iguais resultaram em punições diferentes, e vice-versa.

    Os debates? Quantos momentos edificantes. Joaquim Barbosa, estrela da companhia, exibiu desenvoltura midiática inversamente proporcional à capacidade de lembrar datas, fixar penas coerentes e respeitar o contraditório. Paladino da Justiça, não pensou duas vezes para mandar um jornalista chafurdar no lixo e tentar desempregar a mulher do mesmo desafeto. Belo exemplo.

    O que virá pela frente é uma incógnita. Para o PT, ficam algumas lições. Faça o que quiser, apareça em foto com quem quer que seja, elogie algozes do passado, do presente ou do futuro –o fato é que o partido nunca será assimilado pelo status quo enquanto tiver suas raízes identificadas com o povo. Perto dos valores dos escândalos que pululam por aí, o mensalão não passa de gorjeta e mal daria para comprar um vagão superfaturado de metrô. Mas como foi obra do PT, cadeia neles.

    É a velha história: se uma empregada pega escondida uma peça de lingerie da patroa para ir a uma festa pobre, certamente será demitida, quando não encarcerada –mesmo que a tenha devolvido. Agora, se a amiga da mesma madame levar “por engano” um colar milionário após um regabofe nos Jardins, certamente será perdoada pelo esquecimento e presenteada com o mimo.

    Nunca morri de admiração por militantes como José Dirceu, José Genoino e outros tantos. Ao contrário: invariavelmente tivemos posições diferentes em debates sobre os rumos da luta por transformações sociais. Penso até que muitas das dificuldades do PT resultam de decisões equivocadas por eles defendidas. Mas num país onde Paulo Maluf e Brilhante Ustra estão soltos, enquanto Dirceu e Genoino dormem na cadeia, até um cego percebe que as coisas estão fora de lugar.

    Ricardo Melo, 58, é jornalista. Na Folha, foi editor de “Opinião”, editor da “Primeira Página”, editor-adjunto de “Mundo”, secretário-assistente de Redação e produtor-executivo do “TV Folha”, entre outras funções. Atualmente é chefe de Redação do SBT (Sistema Brasileiro de Televisão). Também foi editor-chefe do “Diário de S. Paulo”, do “Jornal da Band” e do “Jornal da Globo”. Na juventude, foi um dos principais dirigentes do movimento estudantil “Liberdade e Luta” (“Libelu”), de orientação trotskista.

  16. Maria Luisa

    19 de novembro de 2013 1:09 pm

    Uma breve analise dos anos FHC.

    Ontem ao ler as palavras de Fernando Henrique sobre as prisões dos réus condenados pelo tal mensalão, fiquei pensando em quão mesquinho e hipocrita pode chegar o homem. E ai pensei naqueles nada loginquos anos 90…

    Fernando Henrique Cardoso e sua trupe apostaram no pior, riram e debocharam de quando Lula, José Dirceu, Genoino, todo a esquerda, enfim, chegam ao poder.

    Para o pensamento do sociologo de meia-tigela, se eles, a « intelligentsia brasileira » haviam falhado – Obviamente, eles nunca usariam esse termo, mas sim de que o Brasil é ingovernavel – imagina aquele bando de zé mané querendo pilotar a nave Brasil, com todo poderio econômico ditanto suas regras – às quais, alias, eles cediam prontamente. Ovelhas obedecendo aos « chefes do norte », dos quais tinham certa inveja e sempre foram muito reverentes. 

    Mas aqui dentro, riam e debochavam dos jecas que falavam « menas » e outras bobagens.

    Eles e a imprensa, todos no mesmo tom de deboche.

    Treze anos depois, o que restou do governo FHC ? Ah não ser o atraso das reformas que deveriam ter começado àquela época, as dividas que sobraram para o Pais com as privatizações feitas na base da corrupção, sim senhores ! A especulação em seu auge, a alta criminalidade em todos os niveis, a do colarinho branco com a certeza de toda impunidade. Sem avanços na Saude, Infraestrutura e Educação. Pior, tivemos então o apagão.

    No governo do sociologo da “Sorbonne”, viviamos em meio às trevas!

    A educação foi um caso a parte. O que esperava-se de maior do governo de um homem do meio universitario? Proveniente da USP ?! Esperava-se que naquele momento ocorresse uma revolução na educação brasileira. E não aconteceu absolutamente nada. As universidades perderam investimentos em pesquisas e a escola fundamental não melhorou em nada, ao contrario, estava em frangalhos. Em certas regiões, estava pior que durante o periodo da ditadura brasileira. Uma desolação so, para quem não podia colocar os filhos nas escolas privadas, de elevados custos.

    Não foi de interesse de Fernando Henrique Cardoso levar à questão da educação para o primeiro plano, e ele tinha apoio da imprensa e de setores importantes para poder fazê-lo. O unico movimento social que houve foi o «universidade solidaria», no qual universitarios e professores eram convidados a irem às regiões mais pobres durante suas férias para tentar amenizar a vida nos rincões brasileiro. E por mais que a idéia não seja efetivamente ruim, foi posta em pratica como mero «tapa buraco», sem grande interesse do governo em si – sendo que este jamais fez concessão de fato aos pobres – ah não ser de Ruth Cardoso, que muito lutou para que o programa prosperasse, em vão. Então, éramos nos, a sociedade civil tentando levar solidariedade, muito precariamente, aos compatriotas desatendidos. E eles, ocupados com as coisas realmente sérias do Pais, segundo sua cegueira e interesses, o rei mercado.

    Ademais, todas as timidas iniciativas social, não passaram disso: esboço para acalmar certos setores, que cobravam mais desenvolvimento social do partido da “social-democracia”. E hoje outorgam-se pais do Bolsa Familia, que tanto denegriram no momento de sua criação.  

    Esse é um apanhado baciso do que foi o governo de Fernando Henrique Cardoso. Em resumo, um governo mesquinho, como hoje sabemos ser o homem por tras do politico.

     

     

    1. Marly

      19 de novembro de 2013 3:19 pm

      Muitas estrelinhas!

      Já que em texto estendido não há condição de colocar as 5 estrelinhas, aproveito para lhe conferir  muitas e muitas estrelinhas! Perfeito seu comentário!

  17. MiriamL

    19 de novembro de 2013 1:09 pm

     
    Bola de Neve tenta barrar

     

    Bola de Neve tenta barrar ‘biografia’ sobre marketing e igreja

    18/11/13 – 21:12

    POR ANNAVIRGINIA

     

    A Bola de Neve, igreja evangélica liderada por um pastor surfista que usa pranchas como púlpito, tentou barrar na Justiça o livro “A Grande Onda Vai te Pegar – Marketing, Espetáculo e Ciberespaço na Bola de Neve Church”.

    Uma liminar para proibir o lançamento da obra foi, contudo, negada aos advogados da igreja: virou marola a ação apresentada na 2ª Câmara de Direito Empresarial do Tribunal de Justiça de São Paulo.

    O título teoriza sobre supostas estratégias de mercado adotadas pelo apóstolo Rina, que fundou a “church” em 1999.

    Popular entre os jovens, formado em marketing e pós-graduado em administração, ele faz o tipo que dispensa gravatas e apresentações. Adota leve topetinho (com cabelo mais tosado nos lados) para combinar com o estilo “mamãe passou Cenoura & Bronze em mim”.

    Alguns subcapítulos do livro da discórdia:

    Marketing ‘de Jesus’ e teologia da prosperidadeConhecendo/acessando a lojinha/shopping/Planet BolaÉ dando à igreja que se recebe de Deus: preparando davis para as finançasNós somos a dobradiça da porta: as mulheres do Bola como costela

     

    Em púlpito de prancha, pastor prega na Bola de Neve da Pompeia, em São Paulo (Diego Shuda/Folhapress)

    Eduardo Meinberg Maranhão, 40 anos, o “Du”, foi fiel da igreja entre 2005 e 2006. Já ex-“bolado”, defendeu em 2010 uma dissertação de mestrado em história, na Universidade do Estado de Santa Catarina, sobre a instituição. O trabalho acadêmico virou livro, que logo virou dor de cabeça para seu autor.

    No último 30 de outubro, durante o lançamento da obra na USP, Du foi interpelado por um advogado da Bola. “Ele tentou me persuadir, dizendo que eu teria problemas caso lançasse o livro.”

    Nos autos do processo, o juiz cita o artigo 20 do Código Civil –que veta biografias não autorizadas e que Roberto Carlos e Caetano Veloso, antes de procurarem se desentender, lutavam para preservar.

    Para o juiz Alexandre Marcondes, a utilização desse dispositivo “apenas será tolerada quando seja possível afastar, de imediato, a presunção constitucional de interesse público”. O que não seria o caso aqui: “O interesse público é inegável”.

    Para ele, o trabalho é acadêmico, e a igreja, apesar de ser pessoa jurídica de direito privado, “congrega interesses públicos e privados”.

    Bíblia em culto na igreja evangélica em São Paulo (Christian Tragni/Folhapress)

    MARCA

    Conversei com uma advogada da igreja, Taís Amorim, por telefone e e-mail. Ela defende que o xda questão nada tem a ver com censura prévia, e sim com o uso indevido “da marca”.

    “O autor utiliza, sem qualquer autorização, o nome da igreja na capa do livro, induzindo a erro especialmente os milhares de membros da entidade, que poderiam confundir a publicação como sendo da própria igreja (como de fato foi possível constatar no pouco de divulgação via Facebook).”

    Taís também diz que, pela sinopse do livro, “foi possível deduzir que o juízo de valor promovido pelo autor não condizia à realidade da entidade”. Enxergar a Bola de Neve como uma “agência mercadológica é uma inverdade e, portanto, uma ofensa à entidade, que tem como único alvo e fomentador de seus trabalhos o Senhor Jesus Cristo”.

    A advogada foi a primeira a me ressaltar a formação em marketing do apóstolo. Ela diz que Du procurou Rina com algumas perguntas sobre a igreja –mas decidiu ignorar suas respostas. Como aquela em que líder religioso teria dito: “Rasguei e joguei fora todos os livros e aprendizado que obtive na faculdade, pois quem dá o crescimento à igreja é Deus”.

    O autor afirma que conversou com Rina pelo Facebook, em setembro. As respostas só teriam chegado cinco dias antes do lançamento, sem tempo hábil para inseri-las no livro, que a essa altura já estava na gráfica.

    NO PRINCÍPIO ERA…

    Janeiro de 2005. Du, cantor de rock nas noites paulistanas, havia se mudado para Florianópolis no dia 31 de dezembro, “atrás de vida nova”. Já conhecia wicca, bruxaria, kardecismo, “mil igrejas evangélicas” –com direito a “heavy metal gospel”.

    Até que uma amiga chegou com a proposta:

    – E aí, Du, você já foi à Bola de Neve?

    Ele perguntou se era o nome de uma sorveteria local.

    “Rindo de mim, ela me explicou que se tratava de uma igreja evangélica de surfistas, que tocava reggae e rock e tinha a fama de ser liberal em relação a muitos costumes, inclusive permitindo que os fiéis ‘ficassem’ durante o culto e que fumassem maconha na igreja”, escreve no livro.

    Nota rápida da blogueira: em 2011, visitei dois cultos da Bola de Neve no templo da Pompeia, zona oeste de São Paulo, e não vi nada disso: o que testemunhei de mais radical foi uma adolescente de bandana na cabeça, estilo Axl Rose, e uma camisa do Bob Esponja que dizia algo mais ou menos por aí: “Nada de amarelar: chega de absorver pecados!”

    Em 266 páginas, o autor intercala análises acadêmicas com sua experiência na Bola de Neve. Narra um evento que foi com a namorada: “Nos sentamos próximos ao altar-palco e exatamente à nossa frente estavam Monique Evans e Cida Marques, […] as duas vestidas de minissaia e blusa (bem) decotada”.

    Diz ele: “Em minha dissertação, termos como agência religiosa, marketing, espetáculo e midiatização são entendidos de forma diferente do senso comum, que trata e tende a ver os mesmos do lado oposto da dimensão do sagrado. Tais termos não têm sentido negativo nem positivo, na minha opinião são categorias de análises – rasuráveis, como proponho”.

    Responsável pela publicação, a Fonte Editorial espera a entrega da primeiro tiragem comercial do livro, de até 1.000 exemplares, segundo o editor Eduardo de Proença (o autor calcula que cada um custará em torno de R$ 40).

    Em seu catálogo, “A Grande Onda Vai te Pegar” se somará a títulos como “O Evangelho Segundo os Simpsons”, “O Lado Bom do Calvinismo” e “Deus, Diabo e Dilma: Messianismo Evangélico nas Eleições 2010”.

     

    http://religiosamente.blogfolha.uol.com.br/2013/11/18/bola-de-neve/

  18. Raí

    19 de novembro de 2013 1:46 pm

    Nossos mitos.Ou a ausência destes.

    Na véspera da comemoração(do que mesmo ?)do dia da Conciencia Negra, quem de nossos jovens, saberia quem foi o Zumbi de Palmares, este mito quase desconhecido pelos brasileiros, que ouzou desafiar o status quo reinante, e enfrentar as instituições oficiais, para dar direito aos seus semelhantes ?

    Em 21 de Abril, comemoramos(deveríamos chorar nesta data) a sua morte pela defesa de um ideal de liberdade política, de Joaquim Jose da Silva Xavier, e  naquela data, sequer temos uma estátua em praça pública, para lembrarmos dele e de seu  sonho de liberdade.

    No dia 7 de Setembro, muitos comemoraram a Independencia do Brasil, e sequer sabem o quanto custou-nos esta liberdade, sem contar que os brasileiros que lutaram por ela, como o nosso Patriarca José Bonifácio, nem sequer são homenageados, e quase sempre são esquecidos.

    Neste 15 de Novembro, quando deveríamos ter algo a comemorar, a nossa republiqueta de bananas, elogía as decisões absurdas de um tribunal de excessão, que pune sem piedade, a dois daqueles que deveriam ser nosso mitos políticos, e chora a prisão destes dos maiores defensores da redemocratização brasileira, que trocaram as suas vidas de classe média, pelas prisões em defesa do sonho da liberdade e da derrubada da ditadura, e que sofrem as agruras de um prisoneiro comum, e sem direito de defesa.

    Cada nação respeita e é grata, aos seus mitos e construtores da história. O Brasil, faz exatamente o contrário.

    Meus pêsames ao Brasil, e às suas instituições jurídicas.Elas “morrem” juntamente com nosso ídolos esquecidos. Morremos todos nós.

  19. Marco St.

    19 de novembro de 2013 1:51 pm

    O texto de Guilherme Arantes

    A mídia quer nos empurrar os “ex-roqueiros bolsonaros” como formadores de opinião. Sub-artistas decadentes tentando sobreviver às custas do reacionarismo de nossa imprensa corporativa.

    Mas muita calma nessa hora! Existe sim muita vida inteligente entre nossos artistas.

    Aqui uma prova: Do facebook de Guilherme Arantes:

    Me solicitaram sugestões a partir do texto que postei, sobre direitos em excesso, e deveres zero.
    A primeira sugestão é não desanimar e parar imediatamente com o discurso monótono do desalento, ceticismo, de ficar xingando o Brasil. O mundo é inteiro igual, o ser humano não é nada mais especial nos EUA, por exemplo, onde a sociedade é truculenta e onde O.J. Simpson não foi condenado pelo evidente assassinato da mulher, um escandalo na época.
    Itália ? porca miséria… uma politica de piadas. França ? berço da Democracia, está sempre guinando para a extrema direita, xenofobia, exclusões raciais e étnicas, oligaquia perversa, Japão ? truculência total, escravidão e desumanidade no dia a dia. China e India, os novos milagres do mundo, sem comentários… É bom lembrar que se vc olhar uma foto de 1940 do Largo do Café ( como as que tem no Bar Brahma ) voce pode pensar que era uma beleza, tudo limpo, as pessoas “decentes” , tinham “compostura” …Voce não vai ver um preto, um mulato, um japonês sequer. Só um povo branco, burguês, de terno de casimira inglesa, de chapéu ( muitos panamás ) fumando charuto, algumas poucas mulheres de tailleur, uma sociedade “visível” completamente apartada da realidade. Onde estão os negros, ali ? Onde estão as massas do proletariado , invisível ? Olhe hoje. A inclusão não é uma conquista partidária, de uma corrente. Foi sangrenta, teve luta no dia a dia. Mas andou.
    As pessoas até 30 anos atrás faziam piada de preto, de árabe, de judeu, de japonês – ( é bem diferente que piada de português , porque esta não é piada étnica ) .
    Hoje não tem mais graça , aliás, pra mim e pra os meus filhos, nenhuma graça.
    Mudou.

    No tempo da Ditadura ( pouco tempo atrás ) o samba que se ouvia nas paradas de sucesso era : “Do Lado Direito da Rua Direita….” ( Originais do Samba, com Mussum e tudo… ) Pode ? Para pra pensar…

    A questão é que o Brasil agora vai aprender a conviver e lidar com a liberalidade da Democracia.

    É ruim ? Incomoda ver o povão ter sua expressão, as periferias, o gosto da maioria ?
    A mim, não incomoda.

    É fácil ficar chamando as décadas de 60, de 70, de privilegiadas, porque havia “cultura popular de qualidade” – fácil porque era uma sociedade de exclusão !!!
    A coisa complica quando voce precisa conviver com as diferenças.
    Não troco o meu tempo PRESENTE por nada ! Não me engano, o passado hoje parece doce porque está lá distante, já passou e está dominado na nossa cabeça, porque o passado é mais confortável, porque não implica em desafio, Parece doce, mas era escroto ! muito mais escroto.

    Quem não estiver preparado pra conviver com a inclusão social, e quer a volta da aristocracia, está ferrado porque o mundo não quer mais o que já foi.
    E eu quero o futuro.

    No futuro, cada desalento, cada roubalheira que estourou na mídia, cada perversidade que é divulgada,cada êrro, cada acerto, cada confusão, cada discussão, cada controvérsia, tudo, mas tudo mesmo, terá sido um tijolinho na construção da democracia. Na História, nada se perde, e essa construção é lenta.

    Temos que cuidar é pra não haver em hipotese alguma retrocesso de ARBÍTRIO. Essa a cagada histórica, porque o Brasil tutelado ficou infantilizado e parou no tempo da construção de sua democracia.
    A violencia nas ruas é um sinal de tudo o que não queremos ver, uma anarquia que apetece tanto aos deslumbrados “revolucionários” moldados em outro tempo, década de 60 em que o quebra-quebra tinha o charme gauche da Contracultura.
    Grande bosta de tempo ! Guerra Fria, exclusão, racismo, linha dura, roubalheira total, e ninguém podia abrir o bico.

    Então, a melhor opção é lutar. Seguir adiante.
    Mas se não é pra acreditar nas mentiras, se é pra se indignar, eu gosto ainda mais porque o caminho é esse.
    Se é pra contestar, brigar todo dia, toda hora, melhor ainda.
    Essa pedra só ficará redonda se rolar, bater, lixar, rolar, bater, lixar.
    No fim, fica redondinha.

  20. Marco St.

    19 de novembro de 2013 1:59 pm

    A Folha e seus “ERROS”

     

    E não é que a Folha de S.Paulo colocou a foto do professor Marco Aurélio Garcia para ilustrar reportagem sobre irmão de Secretário do Kassab ?

    Ok, são homônimos, mas um jornal que se acha “o melhor do Brasil” ,  não pode cometer tantas barbeiragens como essa não?…

    A não ser que exista uma regra no jornal do tipo: . Há escândalo? Envolva alguém do PT…

  21. Gilson AS

    19 de novembro de 2013 2:54 pm

    (Sem título)

  22. MiriamL

    19 de novembro de 2013 4:47 pm

     
     
    Publicado em

     

     

    Publicado em 19/11/2013

    DIRCEU, GENOINO E DELÚBIO 
    NÃO SE HUMILHAM

    “Queremos o respeito a lei.”

     

    Saiu no G1:

     

    EM CARTA ESCRITA NA PRISÃO, PETISTAS DIZEM QUE NÃO ACEITAM ‘HUMILHAÇÃO’

    Carta foi mostrada à imprensa por advogado de Delúbio Soares. Segundo o defensor, texto foi escrito por Delúbio, Dirceu e Genoino.

    Do G1, em Brasília

    Um dos advogados que defendem o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, Luiz Egami, visitou seu cliente no presídio da Papuda nesta terça-feira e, ao sair do encontro, mostrou à imprensa uma carta que, segundo ele, foi escrita por Delúbio, José Genoino e José Dirceu.

    A carta está assinada pelos três, mas o advogado não quis dizer de quem é a letra no bilhete.

    No texto, os três petistas escrevem que querem “respeito à lei”. Disseram também que não aceitam “humilhação” e preferem o “risco e a dignidade”.

    (…)


     

     

    http://www.conversaafiada.com.br/politica/2013/11/19/dirceu-genoino-e-delubio-nao-se-humilham/

     

  23. MiriamL

    19 de novembro de 2013 5:22 pm

     
    Ricky Martin foi escolhido

     

    Ricky Martin foi escolhido para cantar a música-tema da Copa do Mundo no Brasil

     

    Data: 15 nov 2013

    Por: Eduardo Nunomura

     

    Ricky Martin foi escolhido para cantar a música da Copa no Brasil – Foto: Fifa.com

    Não é o fim do mundo, mas teremos um menudo no tema da Copa no Brasil. O cantor de pop e ator porto-riquenho Ricky Martin, autor de “Livin’ La Vida Loca”, foi anunciado como o intérprete da canção “Todos al mismo ritmo” (“Todos no mesmo ritmo”?) pela Fifa (Federação Internacional de Futebol Associado). No país “do samba e do futebol”, e por que não “da bossa nova e da bola” ou “da MPB e da pelota”, seria brilhante termos no lugar um Zeca Pagodinho, um João Gilberto, um Chico Buarque ou um Caetano Veloso, apenas para citar alguns nomes. No mínimo, reforçaríamos nossa imagem ao mundo da potência que somos na música. Mas não, a escolha recaiu sobre um astro mundial da pop music. É um sintoma do que mais virá daqui até a realização do evento: a Fifa manda, nós obedecemos.

     

    Ricky Martin já cantou uma música da Copa. Foi em 1998, aquela em que o Brasil perdeu na final para a França. Significa que… Que a organização do evento vai ter de se desdobrar muito para não fazer feio. No mínimo, para que naquilo que será, de fato, a cerimônia brasileira do Brasil para o mundo artistas nacionais representativos subam ao palco para representar nossa cultura. A torcida, cultural e não futebolística, é a de que alguma santa alma se lembre de que estamos no Brasil, terra de samba e de pandeiro, e não repita “O crioulo doido e a vergonha alheia” da festa de encerramento das últimas olimpíadas.

     

    SuperSongMas ainda resta uma esperança com a música-tema da Copa. É que a Fifa abriu o concurso SuperSong, patrocinado pela Sony Music, para que compositores de 31 países, incluindo o Braziiiiiiiiil, enviem a partir de 2 de dezembro a letra que será cantada pelo ex-Menudo. Segundo o regulamento do SuperSong, a música tem de ter mais de um minuto e no máximo quatro minutos. As letras podem ser escritas em inglês, espanhol e português. E a boa surpresa é que Ricky Martin sabe cantar em português, se algum brasileiro vier a vencer esse concurso.

     

    Para os milhares de compositores brasileiros que ficaram de fora dos sorteios de ingressos na Copa, é uma grande oportunidade de fazer valer a força da nossa cultura. E, de lambuja, assistir aos jogos nos estádios como convidado VIP da Sony.

    Taí, futebol rima com…

    PS: O curioso é que essa notícia anunciada só agora pela Fifa já havia sido divulgada na fanpage do cantor desde 6 de outubro

     

    http://farofafa.cartacapital.com.br/2013/11/15/livin-la-vida-loca-o-loco-meu/

     

  24. Mauro Segundo 2

    19 de novembro de 2013 5:39 pm

    Piada de Petista

    Dois políticos foram pegos desviando dinheiro de uma prefeitura: extorquiam comerciantes no ISS, IPTU, superfaturavam obras de transporte e desviavam dinheiro da Saúde para a imprensa, para que ela escondesse os seus podres.

    Mesmo assim, um dia a casa caiu, e eles tiveram que ser  julgados por Joaquim Barbosa. O problema é que o Prefeito era do PSDB, e o Secretário envolvido era do DEM. Os três se reuniram e conversaram;

    – E agora, disse JB,  está tudo muito na cara, como faremos para resolver isso?

    – O presidente da câmara é do PT, disse o prefeito Tucano. Vamos dar um jeito de desviar a culpa para ele: o Sr. pune a gente de leve, a imprensa acusa só a ele, todos os dias, o dia todo, e o Sr. dá um jeito de puní-lo com a máxima severidade.

    Aí o povão acredita que o Sr. está combatendo a corrupção, a gente continua roubando como antes, e com a popularidade que o Sr. ganhar, pode até ser candidato. De lambuja, a gente desgasta o PT, que fica como partido corrupto no nosso lugar!

    -Excelente, disse JB. Mas a punição para o que vocês fizeram é chicoteamento em praça pública. Por menor que seja a punição, vai machucá-los.

    – Não se preocupe, disse o secretário do DEM. O Sr dá a sentença, e fala que como o Sr. é muito humano, vai conceder a cada um  desejo. Pode deixar que eu e o Prefeito  damos um jeito, o Sr. vai ver.

    Todos em praça pública, JB lê a sentença do Secretário Democrata:

    – O Sr, como secretário, errou. Condeno-o a 10 chibatadas, mas como o Sr. cometeu apenas um deslize, e tem um passado impecável, posso satisfazer um desejo seu relacionado à pena.

    – Obrigado, excelência, disse o secretário do DEM. Meu desejo é que seja amarrado um travesseiro às minhas costas antes das chibatadas.

    E assim foi feito. O problema é que na nona chibatada o travesseiro se rompeu e o Democrata levou uma chibatada em cheio nas costas. JB pediu desculpas no ouvido dele, e prometeu punir o carrasco assim que possível.

    Chegou a hora do prefeito Tucano:

    – O Sr, como prefeito, errou. Como o seu cargo era maior, condeno-o a 20 chibatadas, mas como o Sr. cometeu apenas um pequeníssimo deslize, e tem um passado impecável, uma vida pregressa ilibada, posso satisfazer um desejo seu relacionado à pena.

    – Obrigado, excelência, disse o prefeito Tucano. Meu desejo é que sejam amarrados DOIS  travesseiros às minhas costas antes das chibatadas.

    JB deu uma risadinha de satisfação (Eita Tucano Esperto!!) e ordenou ao carrasco:

    -Assim seja feito.

    Lá pela décima oitava chibatada, os travesseiros se romperam e o tucano levou duas chibatadas para casa. (Tenho que sumir com esse carrasco, mas só depois dele destroçar o Petista, pensou JB).

    Chegou a vez do Petista:

    – O Sr, hem Sr. Presidente da Câmara…que VERGONHA, começou JB. O Sr. foi eleito duas vezes, para Vereador, e depois para Presidente da Câmara. Sua responsabilidade é no mínimo DUPLA. Onde estava o Sr. na sagrada tarefa de fiscalizar o  executivo, traindo o povo que o elegeu, e seus pares que o colocaram nessa Presidência? Todos os dias descobrimos algo novo a seu respeito através da imprensa. O Sr. é um péssimo exemplo a nossa juventude!!!

    –Mas Excelência, eu não ordenava despesas, eu não executava as políticas, não tinha nenhuma influência nelas, argumentou o Petista. E continuou: eu tinha até um bom relacionamento como o Prefeito e o Secretário, uma postura respeitosa, republicana. E não entendo essas acusações na imprensa, eu também tinha um bom relacionamento com os jornais, dei várias entrevistas, fiz um churrasco na minha casa para eles…

    – Triplamente vergonhoso, prosseguiu JB. Ainda tenta se eximir de responsabilidade, sem apresentar nenhuma prova que não tinha essa influência. Isso é gravíssimo, é um atentado a esta corte, um desacato, um atentado a democracia!! E ainda acusa a imprensa livre!! Por toda esta insolência, para mostrar que o país mudou, para por fim a impunidade, eu o condeno a 300 chibatadas!!! (JB já imaginava: não há travesseiro que resista a tantas chibatadas do seu carrasco: eles se despedaçarão e o Petista vai levar pelo menos umas cinqüenta).

    -Mas como eu sou magnânimo, justo e bondoso, vou proporcionar ao Sr. a satisfação de um desejo, como fiz com outros réus, embora o Sr. não mereça: O Sr. quer 3, 4 travesseiros?

    – Na realidade, Excelência, quero algo diferente: o meu desejo é que sejam amarrados o Prefeito e o Secretário às minhas costas para o cumprimento da minha pena.

     

    Lições:

    Petista não pode confiar na mídia nem na justiça, tem que parar de agradá-los ou tentar seduzi-los; tem que ver a oposição como ela lhe vê, como ela é, como inimiga sua e do povo; não pode ter dó de chutar cachorro morto, tem que pisar e repisar cada corrupto da oposição de direita que caia na sua frente, porque é assim que eles fazem; e fundamentalmente, tem que ser mais esperto que todos esses safados. Senão, vai continuar levando chibatada no lugar dos outros.

     

  25. MiriamL

    19 de novembro de 2013 6:10 pm

     
     
    Fernando Morais: “Presos

     

     

    Fernando Morais: “Presos pagam uma condenação a mais, a superexposição”

    19 nov 2013/2 Comentários /Por 

    Acompanhem a entrevista concedida ao blog pelo escritor Fernando Morais, que condena a superexposição na forma como as prisões e deslocamentos dos presos foram conduzidos. Sobre o julgamento, Morais é taxativo: “Estamos diante de um tremendo erro judiciário”.

    Fernando, qual sua análise do julgamento?

    [ Fernando Morais ] Sempre fui muito pessimista em relação ao desfecho desse processo. De todas as pessoas que estavam próximas do Zé Dirceu, do Genoino, e de outros, eu sempre fui dos mais céticos, não acreditava que isso terminaria de outra maneira. O desenrolar do processo indicava isso.

    Agora, o que mais me surpreendeu nisso tudo é essa superexposição a que estão submetidos os presos. Da forma como conduzem as prisões, os deslocamentos, parece haver a nítida intenção de expô-los à execração pública. Da forma como conduzem essas ações nada mais é do impor-lhes uma pena adicional a que eles não estavam condenados.

    No auge da perseguição que sofreu de Joseph Stalin na União Soviética, Trotsky disse que “a pior das agressões a uma pessoa, a um cidadão, é expor-lhe a humilhações, porque elas desarmam o indivíduo e o agridem no essencial de sua dignidade”.

    E mesmo com a saúde frágil do Genoino…

    [ Fernando Morais ] Sem falar no Genoino, de quem não quero, não posso e não consigo falar, ainda… Em qualquer parte do mundo um cardiopata como ele tem direito a tratamento, assistência médica completa, a uma internação hospitalar, a uma alimentação condizente com o seu estado. E eu li uma entrevista de uma das filhas dele dizendo que ele está comendo sanduíches, porque nem deixam a família levar-lhe comida.

    Zé Dirceu e os demais desse processo são vítimas de um aberrante, um tremendo erro judiciário. É sempre arriscado fazer avaliações políticas no calor dos acontecimentos, embora esse julgamento, desde o início do processo, seja eminentemente político. Mas, na hora que baixar a poeira, quando os ânimos serenarem, o Brasil descobrirá que nós estamos diante de um tremendo erro judiciário.

    Você atuou no documentário do Raimundo Pereira “AP470 – o julgamento medieval”.

    [ Fernando Morais ] Sim, eu ajudei o jornalista Raimundo Pereira na pesquisa e na elaboração do documentário “AP 470 – o julgamento medieval” (clique aqui e confira o vídeo). Ali, com a obsessão do Raimundo pelo detalhe, pela minúcia, pela precisão, o erro judiciário fica absolutamente claro. Ele prova e comprova a exaustão que o dinheiro público dessa história, os R$ 74 milhões da Visanet, que constituem o maior montante que, dizem, foi usado no mensalão, na verdade foram empregados no pagamento de publicidade e patrocínios normais do cartão que se chamava Visa e hoje é Cielo.

    No caso, a maior parte foi em pagamento de publicidade e de patrocínio às meninas do vôlei, ao tenista Guga… E boa parte desse dinheiro foi para premiar gerentes do Banco do Brasil, em bônus e prêmios porque como qualquer outro, o Banco do Brasil estabelecia cotas de venda de cartões para seus gerentes e os bonificava, os premiava quando eles as atingiam.

    A disparidade das penas também é outro dado que chama atenção. Por exemplo, Ramon Hollerbach, ex-sócio do Marcos Valério, foi condenado a 29 anos, 7 meses e 20 dias de prisão. O goleiro Bruno, do Flamengo, que mandou matar a namorada, esquartejá-la e distribuir seus restos aos cachorros, foi condenado a 22 anos de prisão. Isso dá bem a medida do que é a justiça no Brasil.

    Não deixem de ler, também, “Um julgamento predominante político” do deputado e jornalista Emiliano José (PT-BA).

     

    http://www.zedirceu.com.br/fernando-morais-presos-pagam-uma-condenacao-a-mais-a-superexposicao/

  26. Cláudio José

    19 de novembro de 2013 6:17 pm

    TODOS CONTRA A DENGUE

    País tem 682 cidades em situação de risco ou alerta para epidemia de dengue

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    Do UOL, em São Paulo

    19/11/201312h07 > Atualizada 19/11/201313p5Comunicar erroImprimir Ampliar

    Veja os destaques do UOL Saúde (2013)163 fotos

    163 / 16319.nov.2013 – O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e o jogador Cafu em evento de lançamento da campanha nacional de mobilização contra a dengue. Cafu é garoto-propaganda da campanha, que tem como mote a frase “Não dê tempo para a dengue”. Na ocasião, o ministério divulgou os resultados do último Levantamento Rápido de Índice para Aedes aegypti (Liraa), que mediu o índice de infestação pelo mosquito em 1.300 cidades. Mais da metade delas se encontra em situação de risco ou de alerta para epidemia de dengue neste verão Twitter/Ministério da Saúde

    O Ministério da Saúde informou na manhã desta terça-feira (19), em Brasília, que 157 municípios brasileiros estão em situação de risco de sofrer uma epidemia de dengue neste verão, enquanto outros 525 se encontram em situação de alerta. Os dados são do Levantamento Rápido de Índice para Aedes aegypti (Liraa), que mediu o índice de infestação pelo mosquito em 1.315 cidades entre 1º outubro e 8 de novembro.

    As cidades em situação de risco ou alerta representam 52% das que participaram do levantamento. A região Nordeste é a que concentra a maior parte dos municípios em situação de risco.

    MAIS SOBRE DENGUE

    Casos de dengue quase triplicam no país em 2013Dengue tipo 5 é descoberta após análise de amostras colhidas na MalásiaCientistas investigam por que a dengue está se espalhando pelos EUA

    Segundo Jarbas Barbosa, secretário de vigilância em Saúde do ministério, foram encontradas larvas do mosquito em duas a cada 100 casas pesquisadas para o levantamento.  A maioria em depósitos domiciliares: água parada em pratos de plantas, caixas de água abertas, por exemplo.

    O levantamento também revelou que três capitais estão em situação de risco: Cuiabá, Rio Branco e Porto Velho. Outras 11 – Boa Vista, Manaus, Palmas, Salvador, Fortaleza, São Luís, Aracaju, Goiânia, Campo Grande; Rio de Janeiro e Vitória –  apresentaram situação de alerta e seis estão com índices satisfatórios (Macapá; João Pessoa; Teresina; Belo Horizonte; Curitiba e Porto Alegre). Sete capitais – Belém, Maceió, Recife, Natal, São Paulo e Florianópolis – ainda não apresentaram ao Ministério da Saúde os resultados do Liraa.

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    Conheça alguns mitos e verdades sobre a dengue 21 fotos

    2 / 21O mosquito da dengue só gosta de água suja. MITO: o mosquito gosta de qualquer tipo de água, seja suja ou limpa, desde que ela esteja parada e nas condições ideais de temperatura e luminosidade. Por isso, ele pode se proliferar tanto em piscinas (dependendo da quantidade de cloro) e caixas d”água, quanto em pneus velhos e sacos de lixo Leia mais Divulgação

    Casos triplicam

    Em 2013, foram notificados 1.476.917 casos suspeitos de dengue. O número é quase três vezes maior que o do mesmo período do ano passado, quando foram registrados 537 mil casos. A Região Sudeste teve o maior número de casos de dengue, sendo responsável por 63,4% deles. Em seguida aparece o Centro-Oeste, com 18,4%.

    O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, creditou o aumento do número de casos a dois fatores: as transições nos governos municipais e a proliferação do vírus tipo 4 da dengue, que aumenta a quantidade de indivíduos suscetíveis. Esse sorotipo afetou bastante a Região Sudeste – em especial Minas Gerais e Rio de Janeiro – além de Goiás, segundo o ministro.

    Apesar do aumento, o governo reforçou o fato de que houve diminuição de mortes e casos graves pela doença. “O número de internações teve redução de 30% em relação a 2010”, afirmou Barbosa. “Com melhoria de assistência, país conseguiu evitar 394 mortes por dengue este ano”, informou. Algo que tem a ver muito mais com o preparo de médicos na identificação precoce da doença do que com o combate ao mosquito.

    Segundo o ministério, o Brasil apresenta um dos menores índices de mortalidade por dengue nas Américas: 0,03 mortes para cada 100 notificações, metade da taxa registrada na Colômbia, por exemplo.

    Mais Médicos

    Padilha afirmou que está confiante no papel que os profissionais inscritos no Mais Médicos devem exercer na identificação precoce e redução de casos graves e mortes pela doença no ano que vem. “Mais de 80% dos médicos que vieram de fora têm vasta experiência no combate à dengue”, disse, citando o exemplo de Cuba, que teria apresentado um dos menores índices de letalidade ao enfrentar epidemia.

    Na próxima quinta-feira (21), equipes do Ministério da Saúde farão uma videoconferência para os médicos do programa focada na identificação e tratamento da dengue.

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    Após décadas, dengue volta aos Estados Unidos5 fotos

    3 / 5Mosquitos em um laboratório do Distrito de Controle de Mosquitos em Florida Keys, próximo a Marathon, na Flórida (EUA) Leia mais Angel Valentin/The New York Times

    Campanha

    Além de divulgar os resultados do Liraa, o Ministério da Saúde lançou hoje a campanha de mobilização nacional contra a doença, que conta com o ex-capitão da Seleção Brasileira Cafu como garoto-propaganda. O mote é “Não dê tempo para a dengue”.

    “Como a campanha mesmo diz, bastam 15 minutinhos, um intervalo de jogo, para fazer nossa parte e combater a dengue”, declarou Cafu na coletiva de imprensa.

    A ideia é aproveitar o envolvimento do brasileiro com o futebol e a Copa do Mundo e usar esse espírito para conscientizar a população sobre a prevenção do Aedes aegypti. “Hoje estamos iniciando o campeonato contra a dengue”, comparou. Padilha elogiou a atuação de capitão de Cafu e fez uma analogia ao combate à doença:  “São lideranças que precisamos em cada município, em cada bairro”.

    O ministro ainda anunciou destinará mais de R$ 363 milhões para ações de vigilância, prevenção e controle da doença. No ano passado, foram transferidos R$ 173,3 milhões. Em contrapartida, os municípios precisam cumprir metas como assegurar a quantidade adequada de agentes de controle de endemias, garantir a cobertura das visitas domiciliares pelos agentes e realizar o Liraa.

    Os recursos vão incrementar os investimentos realizados nas ações de vigilância em saúde, que somam R$ 1,2 bilhão.

    Dengue – 8 vídeos

     Com%20242%20mortos%2C%20Paraguai%20tem%20pior%20epidemia%20de%20dengue%20da%20hist%F3riaCom 242 mortos, Paraguai tem pior epidemia de dengue da históriaN%FAmero%20de%20casos%20de%20dengue%20tem%20maior%20alta%20nos%20%FAltimos%20seis%20anosNúmero de casos de dengue tem maior alta nos últimos seis anosDengue%3A%201%2C4%20milh%E3o%20de%20casos%20com%20500%20mortes%20no%20pa%EDsDengue: 1,4 milhão de casos com 500 mortes no paísPesquisadores%20come%E7am%20a%20testar%20vacina%20contra%20denguePesquisadores começam a testar vacina contra dengueN%FAmero%20de%20mortes%20por%20dengue%20dobra%20em%202013%20no%20BrasilNúmero de mortes por dengue dobra em 2013 no BrasilEmpres%E1rios%20s%E3o%20presos%20por%20propaga%E7%E3o%20de%20dengue%20no%20PREmpresários são presos por propagação de dengue no PR42%25%20dos%20mortos%20por%20causa%20da%20dengue%20tem%20mais%20de%2060%20anos42% dos mortos por causa da dengue tem mais de 60 anosCom%2037%20mortos%2C%20Minas%20Gerais%20sofre%20com%20epidemia%20de%20dengueCom 37 mortos, Minas Gerais sofre com epidemia de dengueComunicar erroImprimir   

     

  27. Cláudio José

    19 de novembro de 2013 6:27 pm

    Política
    Entrevista – Vera

    Política

    Entrevista – Vera Chaia

    Prisões não devem impactar eleições de 2014, diz cientista política

    Para especialista, há um ‘descompasso’ entre extensa cobertura da imprensa sobre o caso e entendimento do eleitor; para ela, principal impacto negativo é para imagem do PTpor Bruna Carvalho — publicado 19/11/2013 15:47 ReproduçãoVera Chaia

    A cientista política Vera Chaia

     

    A prisão dos condenados no processo do “mensalão” não deve ter impacto nas eleições presidenciais de 2014. A avaliação é da cientista política Vera Chaia, professora da PUC-SP.

    Para a especialista, há um “descompasso” entre a extensa cobertura jornalística sobre o caso e a compreensão do eleitor, algo já verificado, segundo ela, na vitória do PT nas eleições presidenciais de 2006 e 2010 e no bom desempenho do partido na disputa municipal de 2012, posteriores à revelação do escândalo, em 2005.

    “Quando a gente fala que a imprensa influencia, ela de fato influencia. Mas existe um limite para essa influência e esses limites foram percebidos em 2010 e até mesmo em 2012”, afirma.

    A professora usa como exemplo o bom desempenho da presidenta Dilma Rousseff nas pesquisas de intenção de voto. Segundo o Ibope, a presidente teria 43% dos votos e venceria no primeiro turno em um cenário contra Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB).

    Para Chaia, o principal efeito da prisão dos condenados na ação penal, realizada na sexta-feira 15, foi para a imagem do PT – que, segundo ela, passou a se identificar como um partido “como todos os outros”.

    O posicionamento atual do partido, de criticar o julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) como “nitidamente político” e reafirmar a inocência dos condenados, nada mais seria que uma tentativa de reverter esse prejuízo simbólico.

    “Se era um partido que defendia a moralidade, contra a corrupção, todo o processo se refletiu em uma imagem negativa. Deixou de ser aquele partido atuando com toda a lisura.”

     

  28. MiriamL

    19 de novembro de 2013 6:36 pm

    Lincoln Secco: Os palhaços do

    Lincoln Secco: Os palhaços do circo jurídico serão esquecidos

     

    publicado em 19 de novembro de 2013 às 10:49

     

     

    Ilustração de Ciro Seiji, 2013, na revista Mouro

    É Preciso Defender Dirceu e Genoíno e Calar o PIG

    por Lincoln Secco, especial para o Viomundo

    “O governo burguês, hoje, não sustenta a democracia sequer para toda a camada burguesa da sociedade brasileira. É obrigado a cercear as liberdades políticas, principalmente, as da classe trabalhadora, não pode nos dar acesso aos meios de comunicação e à imprensa (…). Isso demonstra, inclusive, que a repressão é uma lógica inerente ao sistema capitalista brasileiro.” (José Dirceu, 19 de Julho de 1987 em artigo inédito que será publicado na  Revista Mouro, próxima edição, nº 8).

    Conta-nos o historiador Duby em seu belíssimo livro “Guilherme Marcehal” que o maior cavaleiro do mundo resolveu partir para sua última batalha. Mesmo velho, prende o elmo, esporeia o cavalo e derrota os franceses. Mas seguindo a ética da cavalaria, ele tratou bem os cativos, escoltou seu chefe em segurança até o litoral e deixou-o partir.

    Como as normas da cavalaria já cediam lugar aos interesses do Estado, alguns dos companheiros de Guilherme murmuraram censuras. Ainda assim, o melhor dos cavaleiros seguiu, como em toda a sua vida, os princípios de lealdade aos amigos e aos inimigos que  enfrentara em muitos torneios.

    José Dirceu fez muitos amigos e inimigos na sua história. Ele escreveu o primeiro capítulo dela muito jovem, simbolizando a luta armada contra o terrorismo de Estado. Depois de um interregno clandestino iniciou seu segundo capítulo: a construção do PT. A chegada ao poder, ao contrário do que a imprensa veiculou, não trouxe benesses a Dirceu. Ele permaneceu pouco no governo, foi atacado desde o início, perdeu o comando da articulação política do Planalto, depois o cargo de Ministro e, por fim, foi cassado como deputado.

    Hoje começa o terceiro capítulo de sua história. Ele mesmo vai escrevê-la e pouco sabemos como vai enfrentar seus anos de prisão. Mas ele deixou alguns indícios. Sua primeira declaração importante foi a de que: 1. Aceitou uma sentença injusta; 2. Cumpriu a lei; 3. Não estão cumprindo a lei em relação a ele.

    Os três momentos de sua declaração aparentemente se contradizem. Se sua sentença é injusta como poderia ser legal? Se ele cumpriu a lei por que foi condenado? E como podem condená-lo sem cumprir a lei?

    Dirceu aceitou desde o início um julgamento ilegítimo porque toda a estratégia que ele ajudou a montar para o PT foi a de exercer o poder dentro das regras estabelecidas pelos seus adversários. Dirceu não fez como Pizzolato que (legitimamente) recusou a sentença injusta do STF. Dirceu aceitou (legalmente) uma decisão ilegítima. Por quê?

    Posso estar errado, mas não creio que a resposta virá de revelações inéditas, ainda que elas apareçam. No fundo, o mundo político sabe o que foi dito e o que podia ter sido dito. O fato de o julgamento ter sido viciado ab ovo  talvez não sirva para anulá-lo, mas a lista de suspeitas e irregularidades é tão extensa que a prisão dos condenados terá o efeito contrário ao desejado. Não me refiro ao quadro eleitoral que não mudaria apenas por isso.

    Dirceu e Genoino se tornarão mártires, presos políticos em plena “democracia”. Suas biografias se tornarão grande demais e os palhaços do circo jurídico, liderados pelo candidato togado, serão esquecidos. Recentemente o Senado Federal anulou a cassação de Luiz Carlos Prestes e ninguém se lembra dos juízes que o cassaram

    Mas os petistas não precisam esperar tanto tempo. Poderiam começar sugerindo ao presidente do PT que visite os condenados. Lembro-me que Lula e Suplicy tiveram um  gesto de grandeza na visita a alguns dos sequestradores do empresário Abílio Diniz, apesar daquele episódio ter ajudado a derrotar o PT em 1989. Mas para o PT aqueles eram os tempos da cavalaria…

    Conhecendo o passado revolucionário de Dirceu é pouco provável que ele acredite na possibilidade de mudar sua sorte pelas vias legais. Por isso os gestos políticos serão relevantes. O artigo de Tarso Genro na Carta Maior, deixando ao largo antigas desavenças internas, foi de suma importância. Um Governador no exercício do mandato se pronunciou inequivocamente contra a condenação de Genoino e Dirceu.

    Se mudarmos um pouco a história do cavaleiro acima, parece que o ex-comandante do PT não venceu a batalha, mas deixou seu chefe em segurança e reconheceu que a honra da cavalaria andante desapareceu.

    Obs: Agradeço pelo uso da ilustração do artista Ciro Seiji.

    Lincoln Secco é professor de História Contemporânea da Faculdade de Filosofia, Ciências Humanas e Letras da USP.

     

    http://www.viomundo.com.br/politica/lincoln-secco-e-preciso-defender-dirceu-e-genoino-e-calar-o-pig.html

  29. MiriamL

    19 de novembro de 2013 6:56 pm

     
     
    Para especialista, Dirceu

     

     

    Para especialista, Dirceu encara prisão como “herói” e Genoino, como “vítima”

     

    Segundo o professor titular de Ética da USP Renato Janine Ribeiro, o deputado dá sinais de sofrimento, enquanto o ex-ministro parece disposto a reagir contra inimigos 

    por Redação — publicado 19/11/2013 14:38, última modificação 19/11/2013 15:55

      Reprodução/TV CartaJanine Ribeiro

    O professor titular de Ética e Filosofia Política da USP Renato Janine Ribeiro

     

    O professor titular de Ética e Filosofia Política da USP Renato Janine Ribeiro observa caminhos diferentes para três dos réus condenados no processo do “mensalão” que começaram a cumprir pena no último fim de semana.

    No caso de José Genoino, ex-presidente do PT condenado por corrupção ativa, a prisão desperta piedade e solidariedade humana em razão de sua debilidade física e da convicção, manifestada por nomes como Nelson Jobim e Jarbas Vasconcelos, de ser inocente.

    Também condenado por corrupção, o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, por sua vez, se prepara para reverter a condenação judicial pela via da luta política. Prova disso, segundo Janine Ribeiro, é que ele vai fazer mestrado, trabalhar e lutar para sair da prisão como “herói” no sentido literário. “Não é um elogio. O ‘herói’ não é aquele cujas ações são eticamente admiráveis, mas alguém que, na tradição clássica, enfrenta os obstáculos com o maior vigor e disposição possíveis para vencê-los.”

    Já Henrique Pizzolato, o ex-diretor de marketing do Banco do Brasil condenado por corrupção, peculato e lavagem de dinheiro, tem a chance de obter um julgamento na Itália, para onde fugiu após ser condenado, sem pressão política. Segundo o professor, isso pode gerar um resultado que desacredite a decisão do Supremo Tribunal Federal.

    “São acasos (a nacionalidade italiana de Pizzolato), personalidades diferentes (Genoino, que suportou a prisão política mas não suporta ser preso comum, e Dirceu, para quem nos dois casos a prisão é política), fatos da vida. A história não terminou”, escreveu o especialista em sua página pessoal do Facebook.

    Em outra análise publicada na rede social, ele expandiu a análise sobre as trajetórias de Genoino e Dirceu. “Genoino realizou uma espetacular conversão pessoal ao se eleger deputado. Antes disso, tinha lutado com armas na mão contra a ditadura. Mas, no Parlamento, foi talvez o deputado que mais se empenhou em construir pontes com seus oponentes, em fazer da política o que ela deve ser: lugar do conflito, sim, mas com educação e sobretudo com a construção de acordos, que permitam que o País avance em vez de patinar em mútuas rejeições”.

    “Suas duas prisões se contrapõem. Mesmo que considere a atual como uma prisão política, deve ser-lhe difícil aturar a campanha que prosperou contra ele. Parece padecer, muito, das ofensas contra sua honra. Provavelmente, é quem mais vive, no plano pessoal, o drama político”, escreveu.

    “O ataque maciço a seu nome e reputação simboliza a destruição desse espaço de interlocução que a democracia deve ser. Qualquer história futura do nascimento da democracia brasileira, no período de 1985 a 2000, o colocará como um dos principais protagonistas.”

    Para Janine Ribeiro, o ex-dirigente petista não merecia a pena aplicada contra ele  STF. “Pessoalmente, penso que, se teve culpa no caso, foi a de assinar um documento como presidente do partido. Isso acontece o tempo todo. Em qualquer cargo, você assina muito mais do que pode ler ou entender. Ele não merecia a pena que lhe deram, é inocente de qualquer acusação de corrupção, mas mesmo que merecesse, continua valendo tudo o que afirmei acima. Ele é o personagem trágico dessa história.”

    Para o especialista, o caso do ex-ministro da Casa Civil é o contrário do de Genoino. “(Dirceu) Compreendeu a política como espaço de conflitos, por vezes implacáveis. Por isso mesmo, parece não sofrer tanto. Deve certamente sofrer, mas menos. Sua pele é mais curtida.”

    Janine Ribeiro lembrou que, nas eleições do ano passado, Genoino foi hostilizado ao chegar à sua seção eleitoral, voltou para casa e somente mais tarde decidiu votar, a todo custo. Já Dirceu chegou à sua seção acompanhado de dezenas de militantes, “que não deixaram lugar para nenhuma gracinha de desafetos”. “Dirceu é, nessa história, o herói de um drama clássico: alguém que enfrenta as adversidades com seu esforço próprio, quase uma moral do trabalho. Para ele, as duas prisões que sofreu são políticas, uma infligida pela ditadura, outra pelos inimigos de política.”

    O professor titular da USP ressalta que seus desafetos são inimigos, e não adversários. “Genoino sofre porque quem ele pensava que fosse adversário se revelou inimigo. Dirceu talvez sofra menos porque nunca acreditou que fossem outra coisa que não inimigos.”

    No caso de Dirceu, afirma, não se tratará de uma conversão ou redenção, porque não se considera culpado, mas sim como alguém que agiu politicamente, como seus inimigos. “Ele perdeu, mas continuará lutando”.

    http://www.cartacapital.com.br/politica/para-especialista-dirceu-encara-prisao-como-heroi-e-genoino-como-vitima-9713.html

     

     

    1. Ivan de Union

      19 de novembro de 2013 10:38 pm

      Professor DE ETICA, ne?
      Ainda

      Professor DE ETICA, ne?

      Ainda bem que nao sou aluno dele.  Ele nao teria muito pra me ensinar.

  30. Gilson AS

    19 de novembro de 2013 7:19 pm

    (Sem título)

  31. Marcos Chiapas

    20 de novembro de 2013 12:22 am

    Ley Habilitante

    Maduro recebe da AN poderes para aprofundar o socialismo na Venezuela. Adelante !

     

    LA ASAMBLEA NACIONAL DE LA REPÚBLICA BOLIVARIANA DE VENEZUELA 

    Decreta 

    LEY QUE AUTORIZA AL PRESIDENTE DE LA REPÚBLICA PARA DICTAR DECRETOS CON RANGO, VALOR Y FUERZA DE LEY EN LAS MATERIAS QUE SE DELEGAN 

    Artículo 1. Se autoriza al Presidente de la República para que, en Consejo de Ministros, dicte Decretos con Rango Valor y Fuerza de Ley, de acuerdo con las directrices, propósitos y marco de las materias que se delegan en esta Ley, de conformidad con el último aparte del artículo 203 y el numeral 8 del artículo 236 de la Constitución de la República Bolivariana de Venezuela y, en consecuencia: 

    1. En el ámbito de la lucha contra la corrupción: 

    a) Dictar y/o reformar normas e instrumentos destinados a fortalecer los valores esenciales del ejercicio de la función pública, tales como, solidaridad, honestidad, responsabilidad, vocación de trabajo, amor al prójimo, voluntad de superación, lucha por la emancipación y el proceso de liberación nacional, inspirado en la ética y la moral socialista, la disciplina consciente, la conciencia del deber social y la lucha contra la corrupción y el burocratismo; todo ello, en aras de garantizar y proteger los intereses del Estado en sus diferentes niveles de gobierno. 

    b) Dictar y/o reformar normas destinadas a profundizar y fortalecer los mecanismos de sanción penal, administrativa, civil y disciplinaria para evitar lesiones o el manejo inadecuado del patrimonio público y prevenir hechos de corrupción. 

    c) Dictar normas contra la legitimación de capitales. 

    d) Establecer mecanismos estratégicos de lucha contra aquellas potencias extranjeras que pretendan destruir la Patria en lo económico, lo político y lo mediático. 

    e) Combatir el financiamiento ilegal de los partidos políticos. 

    f) Establecer normas que eviten y sancionen la fuga de divisas. 

    g) Emitir disposiciones en defensa de la moneda nacional a fin de contravenir el ataque a la misma. 

    h) Fortalecer el sistema financiero nacional. 

    2. En el ámbito de la defensa de la economía: 

    a) Dictar y/o reformar leyes que consoliden los principios de justicia social, eficiencia, equidad, productividad, solidaridad, a fines de asegurar el desarrollo humano integral, una existencia digna y provechosa para el pueblo venezolano y lograr de este modo la mayor suma de felicidad y el buen vivir. 

    b) Dictar y/o reformar las normas que establezcan lineamientos y estrategias para la planificación, articulación, organización y coordinación de los procedimientos, especialmente en materia de producción, importación, distribución y comercialización de los alimentos, materia prima y artículos de primera necesidad, que deben seguir los órganos y entes del Estado involucrados, garantizando la seguridad y soberanía alimentaria. 

    c) Dictar y/o reformar las normas y/o medidas destinadas a planificar, racionalizar y regular la economía, como medio para propulsar la transformación del sistema económico y defender la estabilidad económica para evitar la vulnerabilidad de la economía; así como, velase por la estabilidad monetaria y de precios, y el desarrollo armónico de la economía nacional con el fin de generar fuentes de trabajo, alto valor agregado nacional, elevar el nivel de vida de nuestro pueblo y fortalecer la soberanía económica del país, para de ese modo, garantizar la seguridad jurídica, la solidez, el dinamismo, la sustentabilidad, la permanencia y la equidad del crecimiento económico, en aras de lograr una justa distribución de la riqueza para atender los requerimientos y necesidades más sentidas del pueblo venezolano. 

    d) Fortalecer la lucha contra el acaparamiento y la especulación que afecta la economía nacional. 

    e) Regular lo concerniente a las solicitudes de divisas a objeto contrario para el fin solicitado. 

    f) Garantizar el derecho del pueblo a tener bienes y servicios, seguros, de calidad y a precios justos. 

    Artículo 2. Cuando se trate de un Decreto con Rango, Valor y Fuerza de Ley, al cual el Presidente de la República le confiera carácter Orgánico y no sea calificado como tal por la Constitución de la República, deberá remitirse antes de su publicación en la Gaceta Oficial de la República Bolivariana de Venezuela, a la Sala Constitucional del Tribunal Supremo de Justicia, a los fines de que ésta se pronuncie sobre la constitucionalidad de tal carácter, de conformidad con lo dispuesto en el artículo 203 de la Constitución de la República Bolivariana de Venezuela. 

    Artículo 3. La habilitación al Presidente de la República para dictar Decretos con Rango, Valor y Fuerza de Ley en las materias que se delegan tendrá un lapso de duración de doce (12) meses, para su ejercicio, contados a partir de la publicación de esta Ley en Gaceta Oficial de la República Bolivariana de Venezuela. 

    Artículo 4. La presente Ley entrará en vigencia a partir de su publicación en la Gaceta Oficial de la República Bolivariana de Venezuela. 

    Dada, firmada y sellada en el Palacio Federal Legislativo, sede de la Asamblea Nacional, en Caracas, a los ocho (08)días del mes de Octubre de dos mil trece. Año 203º de la Independencia y 154º de la Federación y 14º de la Revolución Bolivariana.

    Leer más en: http://www.ultimasnoticias.com.ve/noticias/actualidad/politica/lea—el-proyecto-de-ley-habilitante-que-introdujo.aspx#ixzz2l8licWT8

  32. Ortiz

    20 de novembro de 2013 9:02 am

    Manobra de Nahas tenta derrubar preço da área do Pinheirinho em

    Manobra de Nahas tenta derrubar preço da área do Pinheirinho em leilão

    Laudo da Selecta estima em R$ 100 mil valor do terreno de 1,3 milhão de metros quadrados na zona sul de S. José Preço é 1.870 vezes menor que laudo original, de R$ 187 milhões MP pede nova avaliação

    SÃO JOSÉ DOS CAMPOS
    O M inistério Público de São José pediu à Justiça a realização de novo laudo pericial sobre o valor da área do Pinheirinho, na zona sul, desocupada em janeiro de 2012 e que será levada a leilão. Dona da área, a massa falida da empresa Selecta, ligada ao empresário Naji Nahas, tenta reduzir o preço do terreno. Em agosto de 2012, o valor foi definido por um perito, a pedido da Justiça, em R$ 187 milhões –o dobro do valor venal, de R$ 92,7 milhões, usado pela prefeitura para cálculo do IPTU. Laudo apresentado pela massa falida, porém, calcula o valor em R$ 100 mil, preço 1.870 vezes abaixo do valor indicado pelo perito. Com 1,3 milhão de metros quadrados, o terreno é um dos mais cobiçados da cidade. Não há data para o leilão. PÁG. 5

    http://www.ovale.com.br./regiao/manobra-de-nahas-tenta-derrubar-preco-da-area-do-pinheirinho-em-leil-o-1.468977

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