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19 Comentários
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  1. Notívago

    6 de maio de 2015 4:02 am

    Careca desmoraliza a Lava Jato

    Publicado em 05/05/2015

    Careca deixa 
    a Lava Jato de cuecas !

    O delegado aecista ameaçou o policial. Surprise !

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    O Careca tinha sumido, mas reapareceu !

    O Juiz Moro já devia estar desesperado.

    O Careca é o policial, que delatou o Anastasia, coitado, o bode expiatório do Aécio.

    (Nao deixe de ler “O Janó quer  pegar o Anastasia, mas o Aecím…. E aqui você lerá o que diz o Fernando Brito sobre a batalha Cunha x Janó)

    Só que o depoimento do Careca desmoraliza irremediavelmente a Lava Jato.

    O Careca deixou a Lava Jato de cuecas !

    Segundo o PiG cheiroso (o amigo navegante só lerá ali, porque o resto do PiG escondeu as cuecas …):

    http://www.valor.com.br/politica/4033972/portador-de-youssef-sugere-que-foi-coagido

    O delegado falou que se eu não prestasse alguma colaboração, iria ficar preso até a audiência que era o que estava acontecendo. Era praxe. Aí eu falei. Não tinha a menor intenção de ficar preso ali. Eu estava transtornado. Estava tomando remédio. Eu não estava legal…

    Segundo ele o delegado Marcio Anselmo disse que ” Alberto vai lhe ajudar a fornecer os nomes e tal”. “[O delegado] Me forneceu uma carga de caneta, um pedaço de papel. Eu voltei pra carceragem para no dia seguinte ser ouvido. E assim eu fiz. Desci lá. Minha cela era ao lado da dele [de Youssef]. Ele falou, ‘olha, endereço tal era fulano, era beltrano, sicrano e tal’. E eu fui anotando aquilo mecanicamente”, disse ao juiz titular das ações penais da Lava-Jato em Curitiba.

     

    Matéria Completa: http://www.conversaafiada.com.br/politica/2015/05/05/careca-deixa-a-lava-jato-de-cuecas/

     

     

     

     

  2. Andre Araujo

    6 de maio de 2015 4:03 am

    http://www.consumerfinance.go

    http://www.consumerfinance.gov/

    A PROTEÇÃO DO CLIENTE DE BANCO NOS EUA – A Lei Dodd Frank do Congresso dos EUA,  de 2010,  foi promulgada em função da crise financeira de 2008 e visa dar proteção aos clientes do sistema bancario americano.

    A regulação dos bancos pelo Banco Central tanto nos Estados Unidos como no Brasil visa a PROTEGER O SISTEMA BANCARIO e não proteger os clientes do sistema. Ao Banco Central cabe preservar a higidez e segurança do sistema

    e para tal objetivo quanto maior a lucratividade dos bancos mais reservas eles poderão constituir e mais sólidos serão.

    Portanto o viés do Banco Central é a FAVOR DOS BANCOS e não dos clientes do bancos, é da natureza do Banco Central, não é pecado venial, é apenas de sua natureza institucional. O BC não pensa no cliente, pensa no Banco.,

    é da sua logica.. Lá como aqui, o cliente do banco NÃO TEM PROTEÇÃO porque não havia lá como não há aqui uma AGENCIA REGULATORIA pro cliente. Dirão que existe o PROCON mas esse orgão não tem poderes regulatorios, o PROCON pode atender caso a caso, de forma individual, clientes que tenham queixas contra bancos mas esse não é um poder regulatorio, ele vai defender o queixoso mas não pode editar normas para todos os bancos, falta-lhe poder.

    A Lei Dodd Frank criou a CONSUMERS FINANCIAL PROCTETION BUREAU, uma Agencia Regulatoria dos Bancos,

    que hoje conta com um oramento de US$ 605 milhões e que em 2014 recebeu 240.000 reclamações contra os serviços bancarios, tendo sua eficiencia sido aprovada pelos cidadãos, é uma agencia hoje popular e vitoriosa.

    Em que consiste essa regulação? Akguns exemplos:

    Taxas de juros e Preço de tarifas: as tarifas de serviços publicos estão REGULADAS no Brasil para todos os tipos de serviços, energia eletrica, agua, gas, telecomunicações, tarifas de onibus,  os preços dos medicamentos são regulados, MAS os bancos ESTÃO ABSOLUTAMENTE LIVRES para cobrar, aumentar, inventar tarifas, as taxas de juros são ABSOLUTAMENTE LIVES, enquanto distribuidoras de energia, empresas de telefonia, agua, estão com prejuizo ou baixissimos lucros, os BANCOS BRASILEIROS TEM O MAIOR LUCRO ENTRE TODOS OS SETORES DA ECONOMIA, são os mais lucrativos do mundo, disparados, nenhum sistema bancario do planeta tem a lucratividade dos bancos brasileiros.

    O atendimento dos bancos tampouco é fiscalizado de verdade. Filas, horarios, alguns bancos empurrarm o cliente para a internet mesmo quando o cliente , especialmente os mais velhos, preferem atendimento pessoal. Os gerentes praticamente desapareceram na relação com o cliente, a não ser que seja para vender seguro ou titulo de capitalização. Os call center deixam muito a desejar MAS o grande problema são as taxas de juros e tarifas ABSOLUTAMENTE LIVRES de regulação. Pelo sistema concorrencial podem ser livres MAS há que haver limites.

    Há um banco cobrando 1.080,58% ao ano, 90 vezes a Taxa Selic, o que não tem logica alguma.

    Tarifas aberrantes são inventadas, por exemplo, tarifa de manutenção de uma conta com saldo mas não movimentada porque o cliente morreu, mas o débito em conta todo o mês não morre, se o saldo ifcar negativo continuam debitando a tarifa todo mês de modo a cada mês aumentar o saldo negativo e sobre esse saldo artificial começam a incidir juros de mora.

    Outro tipo de procedimentos merecem regulação, por exemplo, recibos de depositos em papel fragil que se APAGAM em seis meses, o cliente fica sem comprovante quando esses são para arquivo, pensões de filhos, alugueis, etc.

    Os bancos usam esse papel-manteiga para economizar custos. Tudo é feito para REDUÇAÕ DE CUSTOS, APESAR DOS ESTRONDOSOS LUCROS, ainda estão obcecados para reduzir mais custos à custa do cliente.

    Os lucros dos bancos brasileiros são escandalosos tanto em epocas de prosperidade como em tempos de crise.

    Os dois maiores bancos tiveram no trimestre findo em março deste ano em torno de R$5 bilhões cada um, quer dizer a recessão pode cair pesada sobre toda a economia menos para os bancos.

    Os americanos não costumam criar orgãos publicos à toa, a Agencia CFPB foi criada por Lei do Congresso por NECESSIDADE e mostrou-se a que veio, tem sido uma barreira à ganancia do sistema bancario.

    A implantação de uma agencia similar no Brasil agora mais do que nunca se faz necessaria porque estamos em um periodo de alta turbulencia economica, com os clientes de bancos enredados em dividas de credito parcelado, cheque especial, cartões de credito, precisam mais do que nunca de proteção, não podem ficar escravos do poder ilimitado dos bancos. Os serviços de proteção ao credito tambem deverão ser regulados por essa Agencia.

    Felizmente a ideia chegará ao Brasil, projeto de lei está sendo finalizado para ser submetido ao Congresso criando a Agencia Regulatoria dos Serviços Bancaris – ARB, a ser apresentado por um congressista de primeira linha, experiente

    e de alta reputação.  Espero que Richard Cordray , Diretor da CFPB, atenda nosso convite para um Seminario sobre sua experiencia de diretor da agencia americana que me inspirou na preparação desse projeto.

    É evidente que haverá um lobby dos bancos contra o projeto, caberá ao Congresso ver o interesse de milhões de eleitores, quem votar contra ficará carimbado, o eleitor brasileiro está arisco com certos nichos de interesses que

    nessa crise ficarão evidentes. Infelizmente prevejo que o nosso Banco Central ficará contra a ideia.

     

  3. Notívago

    6 de maio de 2015 4:09 am

    Que lixo fede mais?

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=qxtnpXjyMSY align:center]

  4. Elvys

    6 de maio de 2015 4:19 am

    Quem diria….
    Nassif, acho

    Quem diria….

    Nassif, acho que isso é uma bofetada para os críticos dos programas de distribuição de renda. E olha quem divulgou a notícia na web brasileira…

    http://revistamonet.globo.com/Celebridades/noticia/2015/04/scarlett-johansson-revela-em-campanha-que-sua-familia-recebeu-bolsa-do-governo-dos-eua.html

    Scarlett Johansson revela em campanha que sua família recebeu bolsa do governo dos EUA

    Segundo atriz, família dependia do dinheiro para poder se alimentar

    Antes de Scarlett Johansson ganhar 20 milhões de dólares a cada filme por seu papel como Viúva Negra na franquia ‘Os Vingadores’, ela e sua família dependeram de programas assistenciais do governo para sobreviver.

    “Minha família cresceu contando com assistência pública para ajudar a prover refeições para todos nós”, disse em declaração publicada pela campanha ‘Feeding America’, que pretende conseguir contribuições para diminuir o problema da fome nos EUA.

    Scarlett é filha de pai dinamarquês e mãe judia e cresceu ao lado de uma irmã mais velha, dois irmãos mais velhos e um irmão gêmeo. Durante vídeo publicado pela campanha ela afirma: “A fome das crianças nos EUA é um real e frequentemente subestimado problema, mas um que juntos nós podemos consertar”.

    Com vídeo

  5. AF Mota

    6 de maio de 2015 4:29 am

    Programa do PT na televisão, ontem

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=zytysVTYPmQ align:left]

  6. Mara L. Baraúna

    6 de maio de 2015 5:39 am

    Centenário de Luís Bittencourt

    Luís Gonzaga Bittencourt (Rio de Janeiro, 6 de maio de 1915)

    O carioca Luís Bittencourt  era filho do violonista Antonio Lourenço Bittencourt e de Laura Augusta Bittencourt.

    Teve aulas de violão com seu pai, um dos nomes importantes do início do século na música popular brasileira. Há também o registro de que seu pai era um pianista que acompanhava filmes mudos. 

    Iniciou a carreira em 1930, em programas na Rádio Educadora do Brasil (depois Tamoio) e também no programa “Horas do outro mundo”, de Renato Murce, na extinta Rádio Philips.

    Sua primeira canção gravada foi “Lua Triste,” por Sílvio Caldas, em 1936, pela Odeon. 

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=dC3yVTbKQlk%5D

    Trabalhou, de 1936 a 1960, nas orquestras da RCA Victor e da Rádio Nacional. Bittencourt participou como violonista de várias outras orquestras e conjuntos, dentre os quais, a orquestra do Cassino da Urca; o Conjunto Regional Guanabara; os Regionais de Dante Santoro, de Benedito Lacerda e de Rogério Guimarães. Integrou, ainda, o Conjunto “Chiquinho e seu ritmo” e o Regional do violonista Pereira Filho, do qual participavam Dante Santoro, na flauta, e Darci, no pandeiro.

    De 1952 a 1961, trabalhou nas empresas Sinter e Philips como diretor artístico. Tornou-se produtor musical para Musidisc e Nilser. Desde 1961 é um membro da Orquestra Sinfônica Nacional.

    Luís Bittencourt teve mais de 130 composições gravadas e escreveu canções do período conhecido como a era de ouro da música popular brasileira. Teve uma carreira notável como um instrumentista em diversos grupos e orquestras

    Fontes: 

    Luís Bittencourt no Dicionário Cravo Albin 

    Luís Bittencourt

    As origens intrigantes de “Nova Ilusão” 

    Videos:

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=TV9DKuA-tDw%5D

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=SVIGaFspjA%5D

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=_Z1CfrK25JY%5D

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=aKR-ZsbhkBw%5D

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=NdVLTEJf67I%5D

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=pMCBx6HrW4Y%5D

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=OGHKr8gDb7Q%5D

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=7AUfi8GHdNY%5D

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=uI8Rmp3vr0E%5D

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=E4p8MM_NZr8%5D

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=dg-H6v4nHGE%5D

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=hLmQYc9aNJc%5D

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=GyhBMdai2AQ%5D

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=bBpsw4frEkU%5D

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=D8N2b0Izdxw%5D

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=F3A5wrGjmLY%5D

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=1ARz_yp4ib0%5D

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=PS2SvAZ-gag%5D

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=jDqlAxmgCaI%5D

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=SxmOFBrr5_c%5D

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=7NFKQX4HKOE%5D

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=7iZbiHshBZY%5D

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=Tq2rqLNLIv0%5D

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=X0PhoMNs62s%5D

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=oUVNtrU5LcA%5D

     (1 – Almirante, 2 – Luís Bittencourt, 5 – Nuno Roland, 7 – Lamartine Babo)

     

     

     

  7. José C Lima

    6 de maio de 2015 8:15 am

    O caixa 2 do pt virou

    O caixa 2 do pt virou mensalao mas o mensalao tucano virou pó…..caixa 1 do pt tmbm foi criminalizado enquanto os tucanos se safam mais uma vez…..as palestras de Lula projetando este pais estão sendo criminalizadas embora se saiba que FHC e o filho tenham ficado bilionários com direito a receber apto em Paris,,,,

  8. alexis

    6 de maio de 2015 9:06 am

    CPI ontem – O chefe era o Lula?

  9. Adir Tavares

    6 de maio de 2015 11:37 am

    Por qual razão elegemos idiotas?

    Os políticos são estúpidos?

     

    por Informação Incorrecta

     

    Um artigo muito simpático do diário inglês The Guardian. Aparentemente muito “leve” mas na verdade nem tanto.

    A pergunta é: por qual razão elegemos idiotas?

    Esqueçam a política serva de bancos & finança, a falsa Democracia na qual vivemos e tudo o resto. Aqui a questão é diferente: por qual razão nóscontinuamos a eleger idiotas?

    Os políticos têm uma reputação realmente em baixo. Não que seja o maior defeito, e nem é correcto pensar que todos sejam estúpidos: aliás, é estúpido pensar uma coisa desta. Se assim fosse, o mundo inteiro já teria entrado em colapso. Mesmo assim, todos pensamos mal dos políticos e, verdade seja dita, em muitos (demasiados) casos há razões para isso.

    Por exemplo: um político implementa uma má decisão? É um idiota. Muda de ideia? É fraco ou vendeu-se. Promete cortes dos impostos ou aumento da despesa? Mente. Quer fazer o contrário? Diz a verdade. Tudo isso é normal: é impossível agradar a todos, haverá sempre pessoas descontentes e só nos regimes totalitários os eleitores parecem (e “parecem” só) estar todos satisfeitos. 

    Há pessoas que entram na política não para interesse pessoal mas para o bem comum. Da mesma forma, há pessoas inteligentes que se dedicam à isso. Mesmo assim, temos de admitir: uma Sarah Palin não é propriamente o melhor resultado de 2 milhões de anos de evolução. E um George W. Bush até poderia ser o sinal de que a espécie tenha iniciado o processo inverso. E estes não são os únicos dois: exemplos de políticos que parecem (e em alguns casos provavelmente são) “limitados” não faltam.

    Por qual razão? Como é que pessoas que mostram uma inteligência não propriamente brilhante alcançam posições de relevo na nossa sociedade, sobretudo no âmbito político? Em teoria, os eleitores deveriam premiar uma pessoa que demonstra a sua inteligência, que aparenta entender as melhores formas de governar um País. Mas não é assim: em alguns casos (repetimos, não em todos) as pessoas parecem atraídas por indivíduos com uma capacidade intelectual questionável. E estes indivíduos eleitos até alcançam o topo da sociedade (o caso de Bush).

    A resposta não é simples, pois há toda uma gama de factores envolvidos, incluindo aqueles ideológicos, culturais, sociais, históricos, financeiros; mas há também processos psicológicos que contribuem para este fenómeno. E estes são muito interessantes.
     

    A segurança inspira segurança
    As pessoas auto-confiantes são mais convincentes. Isso tem sido provado em muitos estudos.

    Uma testemunha é mais convincente com afirmações firmes, do ponto de vista do júri, quando comparada com uma nervosa e hesitante. Isso, como é claro, tem implicações preocupantes no âmbito da Justiça, mas o mesmo se passa em outras áreas.

    Imagine o Leitor num concessionários de automóveis, com um vendedor que gagueja, que transpira enquanto tenta juntar alguns argumentos de venda. E imagine a mesma situação com um vendedor descontraído, que emana certezas. O conceito é este: a segurança inspira segurança. E os políticos estão perfeitamente conscientes disso, tal como todos os meios de comunicação: um candidato político que não espalhe certezas e confiança (sintomas de segurança) é logo destruído.

    Reparem quanto é difícil encontrar no discurso dum político expressões como “talvez”, “se calhar”, “pode ser que”. Pelo contrário, os políticos falam sempre por axiomas, as palavras deles são sentenças. 

    Mas não é apenas “marketing”: as pessoas menos inteligentes são incrivelmente auto-confiantes. E este não é apenas um lugar-comum. 

    Dunning e Kruger
    O Efeito Dunning-Kruger é o fenómeno pelo qual indivíduos que possuem pouco conhecimento sobre um assunto acreditam saber mais de que outros, mais bem preparados, fazendo até com que estas últimas tomem decisões erradas e cheguem a resultados indevidos. Estas pessoas com pouco conhecimento sofrem duma superioridade ilusória e isso tem consequências nas pessoas mais inteligentes. 

    A verdadeira competência pode enfraquecer a autoconfiança e algumas pessoas muito capacitadas podem sofrer de “inferioridade ilusória”, subestimando as suas próprias habilidades, chegando a acreditar que outros indivíduos menos capazes sejam superiores. 

    Porquê? Porque a pessoa inteligente duvida, o estúpido não.

    O fenómeno foi demonstrado numa série de experimentos realizados por Justin Kruge e David Dunning, na altura ambos da Universidade de Cornell (Estados Unidos). Os dois pesquisadores propuseram as seguintes hipóteses, dada uma habilidade típica que humanos possam possuir em maior ou menor grau: 
    indivíduos incompetentes tendem a sobrestimar o seu próprio nível de habilidade;indivíduos incompetentes não reconhecem a habilidade genuína nos outros;indivíduos incompetentes não reconhecem o grau extremo da sua própria incapacidade;se treinados substancialmente para melhorar o seu nível de habilidade, estes indivíduos serão capazes de reconhecer e admitir a sua prévia falta de habilidade.Kruge e Dunning estavam certos.
    A auto-avaliação é um habilidades meta-cognitiva que exige inteligência; sem suficiente inteligência, não podemos considerar-nos ignorantes, simplesmente porque não temos a capacidade técnica para fazê-lo.
    Então, se a ideia for escolher uma pessoa intrinsecamente confiante para representar um partido político, uma pessoa inteligente seria uma má escolha sob muitos pontos de vista, porque a “forma” como se apresenta uma ideia pode ser mais importante do que o conteúdo.

    Todavia há o outro lado da moeda: alguns estudos têm mostrado que quando uma pessoa muito confiante for apanhada a mentir ou errar, é considerada muito menos fiável e credível do que uma pessoa não segura de si mesma. Isto pode explicar, em parte, a má reputação dos políticos: falam por axiomas, mas falham e o eleitor fica muito aborrecido, sente-se traído.

    Entender isso é também simples: uma coisa é alguém que promete algo “de certeza” e depois não cumpre, outra coisa é alguém que promete esforçar-se para dar este algo mas deixa claro que pode falir.

    É tudo? Não, não é. Porque depois há o problema das palavras. Que, lembramos, têm uma força esmagadora.

    As banalidades de Parkinson
    Uma pessoa bem informada provavelmente irá apresentar dados, conceitos, diagramas. E o que faz o eleitor perante isso? Adormece.

    Vice-versa, um candidato que jure existir uma solução simples (e possivelmente rápida), que fale a “língua do povo”, é alguém que mantém acordado o espectador.

    A política é complicada, gerir um País de milhões de indivíduos é tarefa complicada e raras são as pessoas que têm o dom de fazer entender conceitos extremamente sofisticados numa linguagem muito simples e condensada. Também porque em muitos casos os eleitores nem querem saber de conceitos complicados. Acreditem ou não, há uma lei também que descreve isso: a Lei de Parkinson.

    Cyril Northcote Parkinson foi uma pessoa particularmente aguda, que forneceu muitos instrumentos para analisar o comportamento no âmbito do trabalho, da publica administração, do estudo e mais ainda. Ele partiu da observação duma comissão cuja tarefa era aprovar os planos para uma usina de energia nuclear e que passou a maior parte do tempo em discussões inúteis sobre assuntos relativamente triviais: eram assuntos de pouca importância mas fáceis de entender. E o mesmo efeito (efeito bikeshedding) pode também ser encontrado entre nós, os eleitores: as pessoas gastam muito mais tempo e esforços focalizadas em algo efémero mas que conseguem entender, em vez de algo complicado, mais importante, mas que não podem compreender.

    Isso é importante, porque na primeira situação (coisa banal mas simples) existe a possibilidade duma maior participação do público e, portanto, de influência. Os candidatos que reduzem os grandes problemas para algo de simples, rápido e inevitavelmente impreciso são potenciais vencedores. Se o candidato for também limitado (não muito dotado do ponto de vista da inteligência), como vimos, será também mais confiante, mais convincente.

    Uma das frases mais citadas de George W. Bush era aquela segundo a qual as pessoas sentiam que ele era uma alguém com a qual seria possível “tomar uma cerveja” (isso pensava ele). Portanto, as pessoas sentiam que o simpático Bush era alguém com o qual era possível conectar-se, sentiam-lo perto.

    Pelo contrário, o elitismo é uma qualidade fortemente negativa. A ideia de que aqueles que governam o País possam estar “fora” das normas da sociedade é alarmante, provoca uma instintiva rejeição: daqui os constantes esforços dos políticos para “encaixar” na definição de “amigão”, mesmo que tal não sejam.

    A maioria das pessoas é naturalmente inclinada para preconceitos inconscientes, estereótipos, e preferem ficar num “grupo” (a nossa antiga tribo). As pessoas não gostam ouvir o que não querem ouvir e estão terrivelmente ligadas ao status social; precisamos de nos sentirmos superiores aos outros para pensar que nós continuamos a valer a pena.

    Como resultado, alguém “que sabe” mas que diz coisas complicadas, que contêm factos inconvenientes (e precisos), não desperta qualquer interesse; alguém claramente menos inteligente mas que não perturba a nossa percepção do status social, que afirma coisas (como preconceitos) simples e que talvez de forma intrínseca nega os factos desconfortáveis, este terá a nossa instintiva preferência.

    …e nós?

    É uma situação lamentável, mas é assim que parece funcionar a mente das pessoas. Claro: há muito mais do que isso, estas são apenas linhas gerais e há excepções.

    Portugal, por exemplo, vive numa situação retrograda que ainda valoriza o título académico das pessoas em detrimento da sua capacidade de “conectar-se” (o presidente da República, o traidor Cavaco Silva, é um bom exemplo disso); mas, como dito, estamos perante uma excepção, que neste caso tem a ver com o sentimento de inferioridade dos Portugueses, portanto uma área completamente diferente.

    Todavia, voltando ao assunto, é precisa uma reflexão: afinal o que oferecem os políticos? Exactamente o que os eleitores querem ouvir. Portanto: os políticos são a expressão da consciência do povo. São a consequência directa das nossas escolhas: são o nosso espelho.
    Custa ouvir isso? Ah pois, custa…

    Ipse dixit.

    Fontes: The GuardianWikipedia (versão portuguesa), Library

    http://informacaoincorrecta.blogspot.com.br/2015/05/os-politicos-sao-estupidos.html

     

     

  10. NICKNAME

    6 de maio de 2015 11:52 am

    “A diferença é que a operação ‘Mãos Limpas’ não visava um golpe

    ‘A diferença é que a operação ‘Mãos Limpas’ não visava um golpe de Estado’

    Juristas brasileiros enviaram perguntas sobre a ‘lava-jato’ a Raúl Zaffaroni, o maior penalista da América Latina, que criticou as delações premiadas.          – Martín Granovsky, de Buenos Aires – Especial para Carta Maior

    http://cartamaior.com.br/?/Editoria/Principios-Fundamentais/-A-diferenca-e-que-a-operacao-Maos-Limpas-nao-visava-um-golpe-de-Estado-/40/33407

    Sua casa, no bairro de Flores, setor de classe média, tranquilo, a meia hora do centro de Buenos Aires, parece uma velha casona da Toscana. Sua mesa de trabalho fica no meio de uma sala enorme. Tem as dimensões de uma biblioteca pública. Perto das estantes, pode-se ver belas peças de artesanato latino-americanas, como um retábulo peruano de Ayacucho. Sobre essa mesa, ao lado do computador, uma pilha de livros de Direito, muitos deles em alemão, sobre a tipologia dos delitos políticos e econômicos, ou sobre o nazismo. Raúl Zaffaroni completou 75 anos no passado dia 7 de janeiro. Ao assumir como juiz da Corte Suprema da Argentina, em 2003, indicado pelo presidente Néstor Kirchner, prometeu se aposentar quando alcançasse essa idade. Honrou sua promessa. Mas Zaffaroni, um dos penalistas de maior prestígio no mundo, não se distanciou do mundo. Viaja, escreve, dá palestras, recebe doutorados honoris causa, estuda, dá aulas em universidades públicas da Grande Buenos Aires. Também participa da discussão pública sobre os acontecimentos argentinos e latino-americanos. Nesta entrevista para Carta Maior ele demonstra seu vigor intacto, respondendo perguntas dos jornalistas e inquietudes levantadas por importantes juristas do Brasil.

     
    – Tarso Genro, ex-ministro da Justiça no governo de Lula e ex-governador do Rio Grande do Sul, pergunta o que acontece com o Estado de Direito quando a grande imprensa influi tanto no processo penal, como vem sucedendo ultimamente.

    – Penso que a invenção da realidade por parte dos meios de comunicação, especialmente os televisivos, está afetando a base do Estado de Direito. E cria um perigo grave para a sua sobrevivência.

     
    – Transmito a você uma pergunta do Professor da UERJ, Juarez Estevam Xavier Tavares.  Que medidas podem ser tomadas para diminuir a irracionalidade do poder punitivo e evitar a destruição do Estado de Direito?

    – A primeira medida tem que ser a proibição constitucional dos monopólios ou oligopólios televisivos. Sem pluralidade midiática não podemos ter democracia. O que os meios monopólios ou oligopólios estão fazendo na América Latina é trágico. Nos países onde existem altos níveis de violência letal, eles a naturalizam. Sua proposta se reduz a atentar contra as garantias individuais. Nos países onde a letalidade é baixa, eles buscam exacerbá-la. Clamam pela criação de um aparato punitivo altamente repressivo e, definitivamente, também letal.

     
    – É a vez do Professor da USP,  Alysson Leandro Mascaro. Os meios de comunicação de massa cada vez mais formam e moldam perspectivas da compreensão do jurista. Em face disso, qual sua leitura sobre o horizonte ideológico do jurista hoje? O mesmo do capital e dos grandes meios de comunicação de massa? Qual sua percepção da ideologia como constituinte do afazer do jurista na atualidade?

     
    – Não tenho a menor dúvida de que a Televisa, no México, ou a Rede Globo, no Brasil, entre outros exemplos, são conglomerados, formam parte indissociável do capital financeiro transnacional. Logo, também são parte desse modelo de sociedade, que é uma sociedade com uns 30% de incluídos e 70% de excluídos. Um modelo de sociedade excludente. Daí nasce uma necessidade, querem moldar um jurista que se mantenha nessa lógica formal e não perceba que está legitimando um processo de genocídio a conta-gotas. Temos esse tipo de genocídio, em grande parte da América Latina, em circunstância em que o Estado já não é mais o que mata, senão o que fomenta a violência letal entre esses 70% que o modelo quer excluir. Não nos esqueçamos que dos 23 países que superam a taxa anual de 20 homicídios a cada 100 mil habitantes 18 são da América Latina e do Caribe, os outros cindo são africanos. Tampouco esqueçamos que também somos campeões de coeficientes de Gini, ou seja, má distribuição da renda. Esse é o modelo de sociedade que os meios massivos concentrados querem reafirmar. O pior que pode acontecer na América Latina é continuar assimilando assepticamente as teorias importadas como se não tivessem conteúdo político, e nos perdermos nas doutrinas vinculadas a teorias presas a meros planteamentos normativistas. Se, ideologicamente, a doutrina jurídica latino-americana não evolui em direção ao realismo, lamentavelmente não fará nenhum favor nem ao Estado de Direito nem às nossas democracias.

     
    – Agora quem pergunta é o presidente do Movimento do Ministério Público Democrático, Roberto Livianu. Qual a importância dos acordos de leniência, para o controle da corrupção e qual a importância da intervenção do Ministério Público, fiscalizando a celebração desses acordos?

     
    – Pessoalmente, acho que a delação premiada é perigosa em qualquer caso. Especialmente em casos de corrupção. Hoje, na Alemanha, estão tentando elaborar um novo conceito de crime político-econômico para os piores casos de destruição econômica. Por exemplo, para as terríveis crises bancárias que determinaram que os Estados Unidos tivessem que gastar 500 bilhões de dólares e a Europa 460 bilhões de euros para salvar um sistema financeiro havia provocado, grosseiramente, sua própria ruína, diante da indiferença dos órgãos de controle bancário. Não acredito que, em casos assim, se possa aplicar, nem minimamente, um acordo no estilo da delação premiada. O mais trágico nesses casos é depender da boa vontade dos próprios delinquentes, que ofereçam suas informações para se chegar às soluções. Há um livro muito interessante sobre o tema, do professor Wolfgang Naucke, que se refere a algo que merece uma reflexão: o título é O Conceito de Delito Político-econômico.

     
    – Quem pergunta agora é o Presidente da Associação Brasileira dos Juízes pela Democracia, André Augusto Bezerra. Do ponto de vista da estrutura interna do Judiciário, há alguma peculiaridade do sistema de justiça argentino que o tornou mais sensível às violações aos Direitos Humanos da época da ditadura do que o sistema de justiça brasileiro?

     
    – Não vejo uma diferença notória, em termos de estrutura interna, de cada Judiciário. A política argentina para casos de direitos humanos avançou por iniciativa dos poderes Executivo e Legislativo. Num primeiro momento, ela chocou com algumas resistências dentro do Poder Judiciário.

     
    – Depois dos juristas, a pergunta do jornalista. É possível comparar a Operação Lava Jato, no Brasil atual, com a Operação Mãos Limpas, na Itália dos Anos 90, quando os juízes começaram a descobrir os grandes subornos nas obras públicas?

     
    – Não acho que a Mãos Limpas tenha a ver com a Lava Jato. A Mãos Limpas não foi uma tentativa de golpe de Estado. Não nos esqueçamos que, se analisamos todos os golpes de Estado militares que aconteceram na região, eles se agarraram em duas bandeiras para se legitimar. Uma era a de supostamente descontrolada criminalidade. Outra era a da corrupção. Lamentavelmente, o que verificamos, no final de um século de tristes experiências, é que os maiores casos de corrupção tiveram lugar sob amparo das forças reacionárias. Ao dizer isso, não nego que em tal administração possa haver personagens corruptos que devem ser punidos. Digo que em nenhum caso pode ser um pretexto para que se legitime a desestabilização democrática. A magnificação de casos individuais de corrupção através dos meios massivos de comunicação é um velho recurso golpista, que conhecemos por tristes experiências. Em definitivo, não é mais que o uso de formas estruturais de corrupção para desarmar o potencial produtivo e as relações econômicas das nossas sociedades.

     
    – No Brasil, o juiz federal Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato, pretende alterar o Código Penal, para colocar na prisão os réus condenados em 1ª Instância, independentemente dos recursos para instâncias superiores, ou seja, é quase um tribunal de exceção.

     
    – Na América Latina, mais de 60% da população carcerária chegou à prisão sem ser condenado em nenhuma instância. Ou seja, estão presos só como medida cautelar, em forma de prisão preventiva. É uma realidade que já é estrutural, se arrastra ao longo de anos e que implica numa inversão do sistema penal. Primeiro alguém é detido, depois é condenado, a pena vem antes da condenação.
     

     

    1. Anna Dutra

      6 de maio de 2015 1:48 pm

      O que falta ?

      “Daí nasce uma necessidade, querem moldar um jurista que se mantenha nessa lógica formal e não perceba que está legitimando um processo de genocídio a conta-gotas. Temos esse tipo de genocídio, em grande parte da América Latina, em circunstância em que o Estado já não é mais o que mata, senão o que fomenta a violência letal entre esses 70% que o modelo quer excluir.”

      “..acho que a delação premiada é perigosa em qualquer caso. Especialmente em casos de corrupção.”

      “Lamentavelmente, o que verificamos, no final de um século de tristes experiências, é que os maiores casos de corrupção tiveram lugar sob amparo das forças reacionárias.”

      “…que em nenhum caso pode ser um pretexto para que se legitime a desestabilização democrática. A magnificação de casos individuais de corrupção através dos meios massivos de comunicação é um velho recurso golpista, que conhecemos por tristes experiências”

      Raúl Zaffaroni, o maior penalista da América Latina.

       

      Distribua-se.

      Em tempo: ‘A diferença é que a operação ‘Mãos Limpas’ não visava um golpe de Estado’. 

      Mas abriu caminho para um Berlusconi.  Caso o golpe não se concretize, ainda assim o que pode acontecer no Brasil?

      1. NICKNAME

        6 de maio de 2015 4:12 pm

        a situação da Itália é muito diferente

        como diz até jocosamente Wanderley Guilherme dos Santos, tudo na Itália é estranho.  O livro de Lungarzo sobre o Caso Battisti diz isso, que não impediu a subida de Berlusconi. Minha opinião: num |estado periférico, de tradição golpista como o nosso, sempre haverá risco de golpes das variadas manaeiras. Isso não seria novidade. Mas também vejo muita encheção de linguiça, de ver golpe até debaixo da cama. Nossa sociedade civil (ainda que fraca, e há teóricos que negam a existência de sociedade civil, Luhmann, se não me engano) está razoavelmente forte pra identificar o que é golpe e o que não é. Pelo menos, uma parte desta sociedade que hoje tem meios de comunicação, claro que sem o enorme alcance de uma Globo e afins. Se FHC (com novo livro na praça, O Sociologo na Presidência – talvez eu leia, claro que ele , nem qq outro presidente falaria sobre segredos de Estado, e motivos assim ou assado pra certas decisões – por isso dou um desconto danado aa atual presidente).

      2. NICKNAME

        7 de maio de 2015 12:13 pm

        Foi por isto?????? O mal da internet

        eu falei em termos gerais. Ao invés de postar separadamente lá no alto, eu aproveitei o tema e postei sob o teu post. Releio e não vejo absolutamente nada de agressão. Já me acostumei a constataar pessoas que lêem tão rapidamente que perdem ou não vêem o que um texto (e olhe que em blogs são microtextos). Talvez eu mesmo tenha caído no erro da leitura apressada e superficial.

        1. Anna Dutra

          7 de maio de 2015 2:19 pm

          Claro que não foi isso.

          Claro que não foi isso.

          1. NICKNAME

            7 de maio de 2015 2:29 pm

            continuo não entendendo nada. “Claro que não foi isso”

            não entendi nada. enviei email particular . me explique, pode ser que eu tenha escrito aas pressas (já disse esse meu mau costume várias vezes pelo blog). Me reproduza o que escrevi pra eu perceber. Veja q to admitindo ainda que eu não saiba o por quê. Não costumo rever meus comentários no meu arquivo, mas vou ver, mas por favor, eu não me lembro que fui agressivo, ou aas vezes acontece que um post é mal colocado (a posição) e a pessoa pensa que se referiu aa ela (isso ja aconteceu comigo, uma ou duas pessoas postaram como se fosse pra mim, e não tinha nada, mas nada a ver, e eu avisei aa pessoa. Confusão há. Talvez (talvez) tenha havido no caso de q voce fala. Ruim é essa falta de olho-no-olho, traz mal entendidos.

  11. evandro condé de lima

    6 de maio de 2015 4:47 pm

    Batalha dos Guararapes Um viaduto, mil histórias.

    Pois é saiu o laudo pericial sobre a queda do viaduto em BH. O mais interessante , que não é mencionado nas reportagens é que o ex secretário de obras da prefeitura, foi removido do cargo e…. “José Lauro Nogueira Terror, que esteve à frente da pasta durante a maior crise vivida pelo governo de Lacerda – a queda do viaduto Batalha de Guararapes, na Avenida Pedro I, em plena Copa do Mundo, e a poucos dias de um jogo do Brasil em Belo Horizonte –, será transferido para a Empresa de Informática e Informação do Município de Belo Horizonte (Prodabel). O órgão é responsável pela implementação de parte do programa de modernização da prefeitura. A área, que estava aos cuidados da Secretaria Adjunta de Modernização, ligada à pasta de Governo, será transferida para a Secretaria de Planejamento, Orçamento e Informação. “

    A pergunta é: Política e bom senso anda tão separados? Ou aos amigos tudo aos inimigos a lei?

  12. Cláudio José

    6 de maio de 2015 4:51 pm

    PROJETO: GENTE DO BEM
    Rio de Janeiro, 6 de maio de 2015 PROJETO: GENTE DO BEM  Caros amigos (as) muitas prefeituras do Brasil inteiro gastam em publicidade e propaganda, mas não fazem, quase nada para divulgar o trabalho de muitas instituições de caridade, que muitas vezes faz o trabalho, que deveria ser feito por elas. Pensando nisso, gostaria de sugerir um projeto: GENTE DO BEM, onde no dia de aniversário de alguma instituição de caridade de qualquer cidade do Brasil, que seja publicado no Diário Oficial, da cidade e estado, uma  aviso com destaque, para que o povo, fique sabendo desse importante serviço, prestado por essas instituições do bem, para que o povo, possa prestigiar e talvez ajuda-las.  Atenciosamente:
    Cláudio José, um amigo do povo e da paz. 

  13. Mara L. Baraúna

    7 de maio de 2015 4:17 am

    Jandira acionará Justiça por apologia à violência de gênero

     

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=P0FfgaS0TUA%5D

    Do Portal Vermelho

    “A violência contra a mulher não é o Brasil que a gente quer.” Com este refrão, parlamentares, encabeçados pela Bancada Feminina da Câmara, se solidarizaram com a líder do PCdoB, deputada Jandira Feghali (RJ), após agressão do deputado Roberto Freire (PPS-PE) e ameaça do deputado Alberto Fraga (DEM-DF) – que defendeu a violência contra a mulher.

    “Parece que as noites na Câmara não têm como piorar nesta Legislatura. Fui agredida fisicamente pelo deputado Roberto Freire durante discussão das medidas provisórias 664 e 665. Pegou meu braço com força e o jogou para trás. O deputado Alberto Fraga, não satisfeito com a violência flagrada, disse que ‘quem fala como homem deve apanhar como homem’ na minha direção. Fazia menção a mim. É assustador o que está acontecendo nesta Casa. Em trinta anos de vida pública jamais passei por tal situação. Parece irônico a mulher que escreveu o texto em vigor da Lei Maria da Penha seja vítima de um crime como este”, afirma a parlamentar.

    De acordo com Jandira, a atitude de Fraga terá repercussão judicial. “Meus advogados vão acionar judicialmente o senhor Fraga pela apologia inaceitável. Esta medida já está sendo encaminhada. Minha trajetória é reta, ética e coerente dentro da política desde quando me tornei uma pessoa pública, na década de 80. Não baixarei a cabeça para nenhum machista violento que acha correto destilar seu ódio. A Justiça cuidará disto. E ela, sim, pesará sua mão.”

    Os ataques começaram depois que o deputado Orlando Silva (PCdoB-SP) exigiu punição aos manifestantes contrários à Medida Provisória 665/14, que jogaram cópias de notas de dólar sobre o Plenário durante a votação da matéria, nesta quarta-feira (6). 

    Fonte: Assessoria da Liderança do PCdoB na Câmara

    Leia mais em:

    Se bate como homem, mulher tem que apanhar como homem, diz deputado, por Nathalia Passarinho e Laís Alegretti

     

  14. Mara L. Baraúna

    7 de maio de 2015 4:30 am

    Morre o historiador e poeta Luís Antônio Pimentel, aos 103 anos

     

    Por Paulo Roberto Araújo

    O Globo

    NITERÓI — Na década de 1980, o escritor, poeta e jornalista Luís Antônio Pimentel comandou a luta vitoriosa que levou à implosão, em 1989, do esqueleto de 13 andares do prédio onde seria instalado o Palácio da Justiça de Niterói. Vinte anos depois, foi reconstruída ali a Praça da República com suas características originais, recompondo o casario histórico da Avenida Amaral Peixoto onde também estão os prédios históricos do antigo fórum, a Câmara Municipal, o Liceu Nilo Peçanha e outros.

    Aos 103 anos, comemorados no dia 29 de março, Pimentel morreu na madrugada desta quarta-feira no Hospital Estadual Alberto Torres, em São Gonçalo, onde fora internado no sábado para se recuperar de uma pneumonia. Pimentel será sepultado às 16p0, no cemitério Marui. O velório acontecerá na Câmara Municipal, na Avenida Amaral Peixoto.

    ‘ERA A MEMÓRIA DE NITERÓI’

    Luís Antônio Pimentel conhecia como ninguém a história de Niterói. Natural de Miracema, Pimentel mudou-se para a cidade aos dois anos e vivia desde os cinco anos na mesma casa. Na escola, aprendeu o ofício de entalhador e marceneiro e até há pouco tempo mostrava com orgulho a placa comemorativa feita na escola, que hoje adorna a escadaria da Biblioteca Pública de Niterói.

    — Pimentel era a memória de Niterói, nada se produzia sobre a história da cidade sem antes consultá-lo — disse o presidente da Seção da OAB de Niterói, o jornalista e advogado Antônio José Barbosa da Silva.

    Sua carreira nas redações começou em 1935. Dois anos mais tarde, quando estava de plantão de carnaval na extinta Gazeta de Notícias, Pimentel viu o anúncio de uma bolsa de estudo no Japão. Foi para lá. Era o único brasileiro em um bairro só de japoneses. Na volta, trouxe seu livro “Namida no kito”, de 1940, obra escrita em português — a primeira de um poeta de língua portuguesa traduzido e publicado em japonês. Trouxe também a paixão pelo haicai, pequenos poemas típicos do país.

    Pimentel com Zuleika, com quem passou a viver junto quando completou 96 anos – Divulgação/Sérgio Gomes

    Casado com Zuleika Hallais Walsh desde que completou 96 anos, Luís Antonio Pimentel fez sua última aparição pública no dia 6 de abril, quando a Câmara de Vereadores de Niterói realizou sessão solene comemorativa ao seu aniversário de 103 anos, por iniciativa do vereador Bruno Lessa (PSDB). No dia 29 de março, quando ele completou 103 anos, a Sociedade Fluminense de Fotografia, da qual Pimentel era sócio fundador, organizou um almoço comemorativo pelo seu aniversário.

    — Niterói perde o símbolo da sua cultura e um dos seus mais importantes historiadores — lamentou o presidente da Câmara Municipal, Paulo Bagueira.

    Luís Antônio Pimentel escreveu 15 livros, entre eles “Contos do velho Nipon” (1940), “Tankas e haicais” (1953) e “Cem haicais eróticos e um soneto de amor nipônico” (2004). As obras se encontram reunidas em três volumes publicados pela editora Niterói Livros, que contém o texto integral de “Tankas e haicais”, tal como coordenada pelo professor Nelson Eckhardt em 1953. Ele também integrava a Academia Fluminense de Letras.

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