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  1. Mara L. Baraúna

    13 de maio de 2015 4:33 am

    O que o PSDB vai fazer com os órfãos do impeachment?

     

    A Marcha Pela Liberdade, rumo a Brasília

    O que o PSDB vai fazer com os órfãos do impeachment?, por Kiko Nogueira

    Do Diário do Centro do Mundo – DCM

    A agonia do pedido de impeachment do PSDB contra Dilma foi lenta e terminou com um suspiro ao invés de uma explosão. Toda a vociferação do deputado Carlos Sampaio e de Aécio Neves, todos os pareceres jurídicos, a espuma, o gumex de João Doria, deram lugar à resignação.

    Antonio Anastasia foi quem martelou o último prego do caixão na segunda, dia 11, ao dizer que, até o momento, não via “elementos” para sustentar a tese.

    “Estamos aguardando, foi dito pelo presidente do partido, senador Aécio Neves, que nós estamos adotando medida, verificando fatos, porque o pedido de impeachment depende de elementos concretos para ser apresentado” afirmou. “Aparentemente não existem, mas temos que aguardar os desdobramentos. Tem questões ficais sendo discutidas com o Tribunal de Contas da União”.

    No auge da histeria panelística do impedimento, Anastasia seria desautorizado por algum figurão do partido. Hoje, os tucanos parecem mais preocupados com 1) a homenagem da Câmara do Comércio dos EUA a FHC, em Nova York; 2) a boca livre da homenagem a FHC; 3) a sabatina de Fachin.

    O arrefecimento da vontade pessedebista deixa vários órfãos. Como eles puderam fazer isso?

    Um grupo em especial vai sofrer mais pela falta de timing e pelo sacrifício patético. O MBL, facção anti governo federal chefiada pelo anão moral Kim Kataguiri, organizou uma tal Marcha Pela Liberdade.

    Alguns gatos pingados estão indo a pé de São Paulo a Brasília para livrar o cidadão de bem do socialismo, do bolivarianismo, dos médicos cubanos. Os meninos “exigem” também o “repúdio ao Foro de São Paulo”, a “concessão de asilo político a Leopoldo López” e o “fim das verbas de publicidade estatal”.

    A coisa teve início no dia 24 de abril e a chegada à capital será no dia 27 de maio.

    A inspiração declarada é na Coluna Prestes e, veja só que modéstia maior ainda, na travessia do Rubicão de Júlio César. Os revoltados estiveram no Congresso no meio de abril, quando obtiveram de vários líderes da oposição as juras de amor eterno. “Então tenho a dizer, primeiro, que vamos atuar juntos sem preconceitos. E em segundo lugar quero dizer que nesse momento começamos a fazer história”, declarou Aécio, arrancando aplausos do pessoal.

    Um mês depois, os kataguiristas tomam chuva e gastam a sola do Nike absolutamente despercebidos (tudo com o apoio de um ônibus confortável, bien sur, porque ninguém é de ferro. Nunca ficou claro quem paga essas benesses).

    Os marchadores são como aquele sujeito que foi para a guerra e, na volta, encontra a mulher com sete filhos e casada com o vizinho. O PSDB ainda terá de lidar com as vítimas de suas promessas e os kataguiris são apenas algumas delas.

     

  2. Mara L. Baraúna

    13 de maio de 2015 4:44 am

    A lista dos 10 melhores filmes na opinião de cineastas renomados

     

    A lista dos 10 melhores filmes da história na opinião de cineastas renomados

    Do Pragmatismo Político

    A revista Sight and Sound consultou centenas de diretores para elaborar uma lista dos 10 filmes que mais se destacaram na história da sétima arte. Nada menos que 358 cineastas opinaram. Entre eles, profissionais consagrados como Woody Allen, Quentin Tarantino, Martin Scorsese, Francis Ford Coppola e Guillermo del Toro

    Não são poucas as listas de melhores filmes assinados por críticos e apaixonados do cinema. No entanto, esta é bem diferente de todas as outras já realizadas.

    A revista Sight and Sound decidiu consultar centenas de diretores para elaborar uma lista dos 10 filmes que mais se destacaram na história da sétima arte.

    Ao todo foram convidados a opinar nada menos e nada mais que 358 cineastas de todo o mundo.

    Entre eles, constam figuras de proa como Woody Allen, Nuri Bilge Ceylan, Quentin Tarantino, os irmãos Dardenne, Terence Davies, Guillermo del Toro, Martin Scorsese, Olivier Assayas, Michael Mann, Guy Maddin, Francis Ford Coppola, Mike Leigh, Aki Kaurismäki, entre muitos outros. Uma representação ampla que incluiu ainda vários realizadores africanos e asiáticos.

    Todos eles elaboraram o seu “top10″, e a lista a seguir foi formada com os filmes mais votados.

    10. Ladrões de Bicicletas (1948), de Vittorio de Sica (29 VOTOS)

    Ladrões de Bicicleta é um dos filmes integrantes do Neo-Realismo, movimento originário na Itália no meio dos anos 40 que contava histórias de conseqüências da guerra, ou então resistências durante a mesma; movimento que possui alguns dos melhores filmes da história do cinema. A história de Ladrões de Bicicleta se passa logo após a segunda grande guerra, com a Itália destruída e o povo passando necessidade. Ricci (interpretado pelo amador Lamberto Maggiorani) consegue um emprego após muita espera. Só que esse emprego (de colar cartazes na rua) lhe pedia como obrigação uma bicicleta, já que ele deveria se locomover muito e andando não seria uma boa opção, por causa do tempo que seria desperdiçado. Sem dinheiro, Ricci e sua mulher Maria (interpretada por Lianella Carell) conseguem dinheiro para uma bicicleta, possibilitando Ricci de realizar o seu trabalho. Na história há também o menino Bruno, interpretado por Enzo Staiola, filho do casal de aparentemente 10 anos, no máximo. Fascinado por bicicletas, o menino cai de cabeça com o pai na busca pela bicicleta que lhe foi roubada, enquanto Ricci trabalhava em seu primeiro dia. Esse roubo é o empurrão para o desenrolar do filme, a busca incansável de Ricci, seu filho e amigos para recuperar o objeto não só de trabalho, mas de esperança de uma vida melhor da família.

    9. O Espelho (1975), de Andrei Tarkovsky (30 VOTOS)

    Um homem na casa dos 40 anos de idade está prestes a morrer e começa a relembrar o passado, os tempos de calmaria e a guerra. Ele relembra sua mãe que sofreu depois de ser abandonada com um filho pelo marido, os horrores da guerra e a sua infância. Momentos pessoais, mas que contam a história de toda a nação russa. Por ser inspirador, Andrei Tarkovsky foi chamado de “Dostoievski do Cinema”. O filme O Espelho é quase um diário de memórias do diretor, com uma narrativa amparada nas poesias do próprio pai, o que confere um ar romântico ao enredo.

    8. Um corpo que cai – Vertigo (1958), de Alfred Hitchcock (31 VOTOS)

    Em São Francisco, James Stewart interpreta um detetive com medo de altura, contratado para seguir a esposa de um amigo (Novak) com tendências suicidas. Após resgatá-la de uma queda na baía, ele se torna obcecado pela bela e atormentada mulher. Um dos mais arrepiantes romances do cinema, apresenta uma fascinante miríade de inusitados ângulos de câmera de algumas das mais renomadas paisagens de São Francisco. Vertigo é considerado a obra prima do mestre Hitchcock.

    7. O Poderoso Chefão (1972), de Francis Ford Coppola (31 VOTOS)

    Indiscutivelmente é uma das obras-primas do cinema americano. Marcou a carreira de Marlon Brando no papel principal do filme. Baseado no best-seller de Mario Puzo, O Poderoso Chefão é um verdadeiro fenômeno cultural que ultrapassou US$ 100 milhões de arrecadação, contando a história da família Corleone. Don Vito Corleone é o líder de uma família mafiosa de Nova York. Problemas surgem quando um gângster apoiado por outra família da Máfia, Sollozzo, anuncia suas intenções de começar a vender drogas em toda Nova York. Don Vito odeia drogas. A rivalidade entre os dois nasce dessa discordância a ponto de Sollozzo tramar o assassinato de Don Vito, mas o tiro sai pela culatra e Don Vito não morre. O fantástico elenco tem Al Pacino encarnando o filho de Don Vito, Michael Corleone. James Caan é Sonny Corleone, Robert Duvall é Tom Hagen, John Cazale interpreta Fredo Corleone, Talia Shire (irmã de Coppola) é Conni Corleone e Diane Keaton vive Kay Adams. O Poderoso Chefão recebeu três estatuetas do Oscar, nas categorias de Melhor Filme, Ator (Marlon Brando) e Roteiro Adaptado, por Mario Puzo e Francis Ford Coppola. Foram 11 indicações, incluindo Ator Coadjuvante para Al Pacino, James Caan e Robert Duvall. Marlon Brando recusou o Oscar e não compareceu à cerimônia por achar que os Estados Unidos, especificamente Hollywood, discriminaram os povos indígenas.

    6. Apocalypse Now (1979), de Francis Ford Coppola (33 VOTOS)

    Apocalypse Now é uma das mais chocantes e realistas visões que o cinema já teve sobre a Guerra do Vietnã. O conflito serve como pano de fundo para a missão do Tenente Willard (Martin Sheen), soldado experiente que deve buscar e destruir uma base militar renegada. O comandante dos rebeldes é o Coronel Kurtz (Marlon Brando), um condecorado oficial americano que, inexplicavelmente, abandonou seu posto. As ordens de Willard incluem o extermínio de Kurtz, mas a caminho de seu alvo ele desenvolve uma estranha admiração pelo Coronel, o que tornará o sucesso de sua missão mais difícil. O diretor Francis Ford Coppola mostra, através de sua câmera, toda a loucura que marcou o conflito, e recebeu por isso três Oscars: Melhor Ator Coadjuvante (Robert Duvall), Melhor Som e Melhor Fotografia. Também recebeu a Palma de Ouro no Festival de Cannes.

    5. Taxi Driver (1976), de Martin Scorsese (34 VOTOS)

    Robert DeNiro estrela ao lado de Jodie Foster, Cybill Shepherd, Harvey Keitel, Peter Boyle e Albert Brooks uma realista história sobre um psicótico taxista nova-iorquino que busca na violência uma forma de salvar uma prostituta adolescente.

    4. 8½ (1953), de Federico Fellini (40 VOTOS)

    Fellini 8 e ½: a maior das obras-primas de Fellini conta a história de Guido (Marcello Mastroianni), um cineasta em crise de inspiração, que não consegue encontrar a idéia para seu próximo filme. Durante uma temporada de férias, é assombrado por sonhos e recordações de passagens marcantes de sua vida. A fotografia deslumbrante, a célebre música de Nino Rota, o tom autobiográfico do roteiro… Tudo no filme funciona à perfeição. Nunca se fez uma obra tão genial sobre o processo de criação no cinema.

    3. Cidadão Kane (1941), de Orson Welles (42 VOTOS)

    Precocemente, aos 26 anos, Orson Welles já demonstrava toda a sua genialidade neste grandioso filme que influenciou toda a história do cinema. Para contar a vida de um magnata da imprensa, visivelmente inspirado em William Randolph Hearst, Welles usou velhos recursos cinematográficos, como flashbacks, e incorporou inovações impressionantes para a época, como a narrativa não linear e ângulos de câmera inusitados. Mesmo após mais de 60 anos de sua estréia, Cidadão Kane é ainda um ponto de referência para a evolução da linguagem cinematográfica. Considerado por toda crítica mundial um dos melhores filme de todos os tempos.

    2. 2001: Odisseia no Espaço, (1968), de Stanley Kubrick (42 VOTOS)

    “2001: Uma Odisséia no Espaço” é uma contagem regressiva para o futuro, o mapa para o destino da humanidade, uma indagação para o infinito. Ele é fascinante, vencedor do Oscar de Melhores Efeitos Especiais, mostra o drama entre a máquina e o homem envolto em música e movimento, um trabalho tão influente que Steven Spielberg o comparou com o “Big Bang” dos produtores de sua geração. Talvez seja o maior trabalho do diretor Stanley Kubrick (que escreveu o roteiro junto com Arthur C. Clarke) que ainda inspira e fascina inúmeras gerações. Para começar sua viagem pelo futuro, Kubrick visita nosso passado ancestral, então salta milênios (em um dos maiores cortes já concebidos) para o espaço colonizado onde o astronauta Bowman (Keir Dullea) entra realmente no universo, talvez até para a imortalidade.

    1. Era uma vez em Tóquio: (1953), de Yasujiro Ozu (48 VOTOS)

    Um casal de idosos vai a Tóquio visitar seus filhos. Eles percebem então que a relação entre eles mudou. A vida os tornou mestres de suas próprias existências, com seus acertos e erros. Eles, apesar de até quererem, não possuem mais tempo para os pais. Eles encontram, no entanto, a compreensão na viúva de um dos filhos. Existe ali a ternura oriunda de buscarem cada um no outro traços daquele que já partiu dessa vida. Eles também encurtam a estadia em Tóquio. Ao retornarem para seu lar a mãe tomba esgotada. Desconfia-se que foi devido a tristeza que ela imagina ter causado a seus filhos. A doença faz com que os filhos façam a viagem inversa, mas é tarde. Muitos consideram a obra de Ozu conformista demais. É ledo engano, Ozu talvez seja um conformado. É preciso aceitar aquilo que não pode ser mudado: a velhice, a morte, as doenças. Em suma é a ordem natural das coisas. Em Ozu, a câmera parece estar num canto, tamanha a captação do cotidiano que surge naturalmente diante de nossos olhos. É sabido que Ozu a mantém na altura do olhar de uma pessoa sentada no tatame. Este filme faz parte das obras que elevaram o cinema ao posto de arte. Considerado a obra-prima máxima do diretor.

    Saiba mais sobre Era uma vez em Tóquio aqui

    com informações de Sight and Sound, Esquerda.Net e portais de cinema

  3. Spin Ggnauta

    13 de maio de 2015 5:34 am

    Advogados acusam Moro de conduzir um processo ilegal
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    Uma leitora amiga me manda um vídeo impressionante, que traz os advogados de Fernando Soares, um dos réus da Lava Jato, protestando veementemente contra as artimanhas do Ministério Público e do juiz Sergio Moro para enganar a defesa e manipular o processo.

    A cena do vídeo é uma sala da 2ª Vara Federal de Curitiba, e os personagens principais são Sergio Moro, dois advogados de defesa, e um procurador que não aparece no vídeo.

    Em determinado momento, um dos procuradores ofende o advogado, falando em chicana. Joaquim Barbosa, realmente, fez escola.

    O advogado, porém, responde à altura.

    São dois advogados. O segundo a falar é Nelio Machado (foto), um dos maiores criminalistas do país, que denuncia: nunca, diz ele, em 30 anos de profissão, testemunhei um desrespeito tão gritante à Constituição e ao direito da defesa.

    Machado falou que até mesmo a Constituição do Estado Novo, de inspiração fascista, trazia garantias na lei que respeitavam a defesa dos réus, garantias estas que Sergio Moro tem agredido sistematicamente, com vistas a promover, sabe-se lá com que intenções, um circo midiático-judicial.

    (Sobre Nélio Machado, ler esse post, do professor Rogério Dultra).

    Talvez Moro tenha intenção de seguir o exemplo de Ayres Brito e escrever o prefácio do próximo livro de Merval Pereira, e ganhar uma sinecura de luxo no Instituto Innovare, da Globo.

    Machado explica ainda ao procurador mal educado e ignorante que o Ministério Público, segundo a Constituição cidadã de 88, tem como dever auxiliar a justiça. O procurador não é um justiceiro cuja função é apenas acusar. Sua função não é ver o réu como um “inimigo” a ser esmagado a qualquer custo. Não. Sua função, assim como a do advogado, é a de defender a lei.

    “Não existe hierarquia entre advogado e Ministério Público, ambos são auxiliares da lei”, ensinou Machado.

    O vídeo é uma bomba.

    É notório, no vídeo, que Sergio Moro não atua como magistrado, mas como um rancoroso beleguim, um verdadeiro inimigo do réu e dos advogados de defesa, imitando o estilo Joaquim Barbosa.

    Emblemático que ambos, Joaquim Barbosa e Sérgio Moro, tenham ganho o prêmio Faz Diferença da Globo. Quer dizer, prêmio não. Propina. O prêmio Faz Diferença deveria ser encarado como propina e os magistrados que o recebem deveriam ser acusados de corrupção, porque é um prêmio que vale mais que dinheiro. Com esse prêmio em mãos, os magistrados podem ganhar dinheiro como celebridades políticas, fazendo palestras pagas com dinheiro público, como está fazendo, sem nenhuma vergonha, Joaquim Barbosa.

    Qualquer um pode ganhar prêmio: políticos, empresários, artistas. Juiz não. Juiz não deve ganhar nenhum prêmio. O que ele faz é um dever público, uma obrigação, pela qual recebe os maiores salários e as maiores regalias oferecidas pelo contribuinte a um servidor: almoço, transporte, habitação até roupa grátis, longas férias anuais.

    Por tudo isso, juízes tem de ser sérios, moderados e justos. Nunca devem se deixar levar por pressões de mídia e jamais devem se portar como acusadores ou inimigos dos réus.

    Assista ao vídeo neste link, mas volte aqui depois para continuar lendo e comentar. Em seguida, ainda nesse post, tenho outra notícia bombástica.

    (Crédito do vídeo: Nilton Araújo. O original, mais longo, foi publicado no site Consultor Jurídico).

    *

    A outra notícia bombástica é um regaste de uma informação publicada, ano passado, num dos blogs da Carta Capital.

    O post confirma uma denúncia que já fizemos aqui, com base num depoimento de Roberto Bertholdo, advogado condenado na 2ª Vara Criminal de Curitiba, onde atua Sergio Moro.

    Segundo consta em matéria da Folha de 11 de março de 2006, Bertholdo declarou que seria “condenado por um esquema montado na 2ª Vara Federal Criminal, que criou a ‘indústria da delação premiada’. Segundo ele, Youssef entregou doleiros no Brasil inteiro e se apropriou de seus clientes.”

    Eu gostaria de saber: nenhum jornal jamais quis saber a validade dessa denúncia? Que indústria da delação é essa? E que história é essa de que o esquema foi montado dentro da 2ª Vara Federal Criminal, a mesma onde atuava e atua Sergio Moro?

    Não vale falar que Bertholo é um condenado. Se a voz de Youssef é ouvida pela justiça, pelo ministério público e pela imprensa, porque não ouvir Bertholo?

    A matéria publicada num dos blogs da Carta Capital, o blog do Serapião, confirma a denúncia de Bertholdo.

    Youssef delatou os principais doleiros do país, por ocasião da “delação premiada” que lhe foi oferecida por Moro e pelos mesmos procuradores que hoje integram esta conspiração judicial em que se transformou a Lava Jato.

    O doleiro vem operando, há tempos, como o personagem da série Black List, estrelada por James Spader: manipulando a delação para jogar o Estado contra seus inimigos e concorrentes, e beneficiar a si mesmo.

    O “prêmio” que Youssef obteve, após suas primeiras delações, feitas em 2003, para o mesmo Sergio Moro, não foi uma mera redução de pena. Foi muito mais! Youssef tornou-se o maior doleiro do país, e ampliou suas conexões ilegais com figuras estratégicas da elite política.

    É incrível que depois de ter feito isso, Youssef ainda tenha credibilidade na mídia e lhe seja oferecida novamente o privilégio da delação premiada, pelo mesmo Sergio Moro e pelos mesmos procuradores!

    A indústria da delação premiada não só dá lucro como parece ser intocável! O sujeito delata seus concorrentes, conta um porção de mentiras à justiça, é solto, volta a roubar, agora na condição de maior doleiro do país, e se torna um heroi da mídia, sendo paparicado novamente por um juiz supostamente vingador e procuradores midiáticos (os mesmos da primeira delação!), e tudo porque aceita representar, com seu imenso talento para manipulação e a mentira, o papel de pivô de uma conspiração judicial.

    A Lava Jato é uma repetição grotesca do que aconteceu na Ação Penal 470, e traz vários personagens repetidos, a começar por Sergio Moro, que escreveu o texto fascistoide com o qual Rosa Weber condenou Dirceu: aquele que traz uma frase que resumirá toda uma era de arbítrios midiático-judiciais: “Não tenho provas contra Dirceu, mas vou condená-lo porque a literatura assim me permite”.

     

    http://www.ocafezinho.com/2015/05/13/advogados-acusam-moro-de-conduzir-um-processo-ilegal/

     

  4. Oráculo

    13 de maio de 2015 9:00 am

    Assim a Rede Globo se lasca

    Publicado em 11/05/2015 no Conversa Afiada

    NYTimes: Globo apanha
    da concorrência digital !

    O Google vai Glooglar a Globo e a Netflix vai Netflixar a Globo !

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=l2WvRhlgCjc align:center]

  5. Oráculo

    13 de maio de 2015 9:18 am

    Karaokê no Congresso

    Publicado em 12/05/2015 no Conversa Afiada

    Amante de Youssef canta Roberto.
    Prova? Não, não tenho!

    A Lava Jato está de cuecas ! (Literalmente…)

    Compartilhe

    É ou não é uma esculhambação ? Pobre Roberto …

     

    Depois do Cerveró e do Abdelmassih, a investigação da Lava Jato deu-se ao desplante de interrogar a “amante” do doleiro, a doleira, na condição de amante …

    E ela respondeu com o Roberto Carlos !

    Essa é a CPI da GloboNews !

    Nelma Kodama canta ‘Amada Amante’ ao explicar relação com Alberto Youssef. Assista:

    http://g1.globo.com/politica/ao-vivo/2015/cobertura-ao-vivo.html#/glb-feed-post/5552060c113393773a985905

    Navalha

    Segundo a Fel-lha (ver no ABC do C Af), na mesma CPI da GloboNews, o Youssef, aquele que é bi-delator, voltou a incriminar o Lula, a mãe do Lula, o filho do Lula, a Dilma, o neto da Dilma e na hora de apresentar provas, respondeu, candidamente:

    “Agora, prova, não tenho”.

    Esse é o herói do PiG e do Moro !

    É ou não é uma esculhambação !

    “Esse amor demais, antigo, que manteve acesa a chama !” – siga aqui a canção inesquecível do Roberto: https://www.youtube.com/watch?v=pwNIYXo_L9g

    Viva o Brasil !

     

    Paulo Henrique Amorim

  6. Chopin

    13 de maio de 2015 10:22 am

    Bomba: Youssef vai delatar o Fachin

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=BF36LDgCi_Y align:left]

  7. Sairé

    13 de maio de 2015 10:28 am

    A China vai investir 160 bilhões de reais no Brasil

     Primeiro-ministro chinês vem ao Brasil com R$ 160 bi para investir no País

    Fonte: http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2015/05/primeiro-ministro-chines-vem-ao-brasil.html

     A imprensa, só publica notícias ruins, caos e desgraças do nosso País. É como se o Brasil e os Brasileiros estivessem falidos e nada mais desse certo A oposição, de mãos dadas com Aécio Neves (PSDB), discursam todos os dias que o Brasil está em recessão. Se fosse verdade, por que os Chineses aplicariam 160 bi  por aqui?. A notinha  escondida, sem destaque, está na FolhaLi Keqiang, o premiê chinês, desembarca no Brasil na terça-feira (19) trazendo na bagagem um suculento pacote de projetos de cooperação, no valor total de US$ 53 bilhões (R$ 160 bilhões).

    A cereja do bolo é a participação chinesa na chamada Ferrovia Transoceânica, que ligará a brasileira Ferrovia Norte-Sul à costa do Pacífico, no Peru. É um projeto de custo estimado entre US$ 4,5 bilhões (R$ 13,5 bilhões) e US$ 10 bilhões (R$ 30 bilhões).

    A Transoceânica permitirá que o Brasil exporte pelo Pacífico soja e minério de ferro, dois dos seus principais produtos no comércio com a China, barateando o custo.

    Mas a ferrovia não é nem remotamente o único projeto na bagagem de Li Keqiang. O que vai ser assinado em Brasília, na semana que vem, é um conjunto de 34 atos envolvendo principalmente investimentos em infraestrutura e no aumento da capacidade produtiva do Brasil. Levaria a cooperação entre os dois parceiros a um outro plano, além do comércio, que é o grande componente hoje.

    Aumentar a capacidade produtiva do Brasil permitirá que o país “exporte mais aço e menos minério de ferro”, como sonha o embaixador José Alfredo Graça Lima, subsecretário-geral de Política 2 —no organograma do Itamaraty, responsável pelas relações com a Ásia.
     

     

  8. Odonir Oliveira

    13 de maio de 2015 11:34 am

    Da série “Babacas agora e sempre”

    http://odia.ig.com.br/

    12 mai

    Danilo Gentili faz graça e irrita enfermeiros

     

    Nesta terça-feira foi o Dia Mundial da Enfermagem e Danilo Gentili resolveu fazer graça no Twitter. O apresentador escreveu: “Parabéns pra vocês que não tiveram dinheiro pra cursar Medicina mas chegaram perto”. A piada não agradou aos profissionais da área e o Conselho Regional de Enfermagem do Rio (Coren), que rebateu: “Danilo Gentili: O Plenário do Coren – RJ tem compromisso com a liberdade de expressão, mas não tem tolerância para aceitar desrespeito aos profissionais que trabalham na saúde e na doença da população brasileira. Exigimos sua retratação”. Tem cheiro de processo no ar.

  9. Favero

    13 de maio de 2015 11:48 am

    Entrevista falsa

    Oi Nassif,

    Olha só esta. Entrevista com o cantor Marcelo Nova foi falsificada pela Veja. Ele comentou isto no Jornal Zero Hora e em seu Twiter.

     

     

     

  10. CEduardo

    13 de maio de 2015 2:32 pm

    CÂMARA DOS DEPUTADOS
    COMISSÃO
    CÂMARA DOS DEPUTADOS

    COMISSÃO DE FISCALIZAÇÃO FINANCEIRA E CONTROLE 
    55ª Legislatura – 1ª Sessão Legislativa Ordinária 
     

    PAUTA DE REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA
    AUDIÊNCIA PÚBLICA 
    DIA 13/05/2015

    LOCAL: Anexo II, Plenário 09 
    HORÁRIO: após o encerramento da Reunião Deliberativa Ordinária

     

    A –

    Audiência Pública:

     

    Esclarecer o andamento de investigações alusivas ao Sistema Tributário Nacional no âmbito da Operação Zelotes (Req. nº 75/2015 – Autores: Deps. Paulo Pimenta e Leo de Brito).

    Convidado:

    Dr. Frederico de Carvalho Paiva – Procurador do 6º Ofício de Combate à Corrupção da Procuradoria da República no Distrito Federal, responsável pelas investigações da Operação Zelotes.

     

     

    Par quem se interessa.. audiencia publica ja começou. 

  11. Anna Dutra

    13 de maio de 2015 4:09 pm

    Próximo bonde ! ?
    Mauro Santayanna

    Quanto vale o BNDES

    Me parece que depois de algumas tentativas um tanto erráticas e frustradas, vem aí a próxima desconstrução.

    http://www.maurosantayana.com/2015/05/quanto-vale-o-bndes.html?m=1

  12. Emanuel Cancella

    13 de maio de 2015 4:37 pm

    Operação Lava a Jato e mensalão

    Você acreditaria num juiz que julga dessa forma: “…Não tenho provas, mas vou condená-lo…”

    Veja a pérola do assistente da ministra Rosa Weber,  juiz Sergio Moro, nesse que é parte do texto que serviu de base para a condenação de José Dirceu, ex ministro da Casa Civil do Governo Lula:

    “Não tenho provas contra Dirceu, mas vou condená-lo porque a literatura assim me permite”.

    O juiz Sérgio Moro foi assistente da ministra Rosa Weber na AP 470, também conhecida como “Mensalão só do PT”. Sim, porque o mensalão do PSDB foi anterior ao do PT e até hoje não foi julgado. Com certeza essa postergação é proposital, buscando a prescrição da pena dos tucanos envolvidos. Lamentavelmente isso está acontecendo, já que, segundo a Folha, de 23/01/14, “…A justiça de Minas confirmou a prescrição da acusações ao ex-ministro Walfrido dos Mares Guia de peculato (desvio de recursos públicos) e lavagem de dinheiro no mensalão tucano…”.

    Há quem afirme que o juiz, chefe da operação Lava Jato, tem objetivos  claros, que começaram na AP 470: destruir o PT, desmoralizar a Petrobrás e acabar com o governo Dilma. Segundo denúncias na justiça, o juiz Sérgio Moro teria montado na 2ª vara de Curitiba uma “indústria de delações premiadas” cujo o principal operário é o doleiro, Alberto Youssef. Longe de estar defenestrado, o que seria justo, posto que se trata de um bandido, o doleiro Alberto se tornou o doleiro mais poderoso do país e uma peça fundamental da “indústria de delações premiadas”  montada no Paraná pelo juiz Sérgio Moro.  

    Se o desempenho da indústria brasileira, segundo o IBGE, vai mal, a fábrica de delações montada pelo Juiz Sérgio Moro no Paraná vai muito bem! Moro ganhou o prêmio de personalidade do ano da Globo, e quem sabe o doleiro Alberto Youssef, pelo seu desempenho na “industria de delações premiadas”, ganhe o título de operário padrão da emissora!

    OBS.: Artigo enviado para possível publicação para o Globo, JB, o Dia, Folha, Estadão, Veja, Época entre outros órgãos de comunicação.

    Emanuel Cancella é coordenador do Sindicato dos Petroleiros do Estado do Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ) e da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP).

    Rio de Janeiro, 13 de maio de 2015

     

  13. Fernando J.

    13 de maio de 2015 7:21 pm

    NECO – Núcleo de Estudos do Corínthians

    Corintianos criam núcleo de estudos para aprofundar pesquisa histórica

    Do UOL, em São Paulo

    11/05/201515p8  Ouvir texto  0:00 Imprimir Comunicar erro

    Folhapress

    Participação do Corinthians na democracia brasileira será tema discutido por núcleo

    Participação do Corinthians na democracia brasileira será tema discutido por núcleo

    Por iniciativa de torcedores e de seu departamento cultural, o Núcleo de Estudos do Corinthians (NECO) será inaugurado nesta segunda-feira, no Parque São Jorge. O objetivo primordial dos responsáveis pela iniciativa é aprofundar a pesquisa histórica sobre os quase 105 anos de vida. 

    “O NECO tem por meta constituir um grupo de pesquisadores, intelectuais, comunicadores, professores, estudantes e outros amantes do futebol que se disponham a construir conhecimentos sobre a história do Corinthians em suas relações com a sociedade brasileira”, afirma o sociólogo Rafael Castilho, coordenador do projeto.

    Entre os temas de estudo estão “o período pré-Corinthians e aspectos particulares da fundação do clube”, os “fluxos migratórios e imigratórios na formação da torcida”, a “diversidade na construção do ethos popular” e a “presença corintiana na construção da democracia brasileira”. O encontro inaugural terá a presença do jornalista e historiador corintiano Celso Unzelte e ocorre a partir das 19p0 (de Brasília) desta segunda-feira no Teatro Omni Corinthians, no Parque São Jorge.  http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2015/05/11/corintianos-criam-nucleo-de-estudos-para-aprofundar-pesquisa-historica.htm

     

  14. Mara L. Baraúna

    14 de maio de 2015 1:30 am

    Dia da Abolição da Escravatura

    Da Brasiliana Fotográfica

    A escravidão no Brasil foi amplamente documentada pelos fotógrafos do século XIX. Contribuíram para isto o fato de ter a fotografia chegado cedo ao país, em 1840, sendo o imperador Pedro II um grande entusiasta, além de ter sido o último país das Américas a abolir a escravatura, em 1888. Por cerca de 350 anos, o Brasil – destino de 4,5 milhões de escravos africanos – foi o maior território escravagista do Ocidente, mantendo este sistema tanto no campo como na cidade – o lugar de trabalho era o lugar do escravo.

    Muitas vezes o objetivo das fotografias não era a denúncia e sim o estético ou, ainda, o registro do exótico. A Galeria do Dia da Abolição da Escravatura exibe fotos de escravos em situações de trabalho, em momentos de descanso ou mesmo em poses obtidas em estúdios. São imagens apaziguadoras da escravidão e das várias funções dos escravizados. Dentre seus autores estão Alberto Henschel, Augusto Riedel, Augusto Stahl, George Leuzinger, João Goston, Marc Ferrez , Revert Henrique Klumb, além de alguns anônimos.

    As fotos revelam uma representação naturalizada da escravidão, deixando a impressão de que seria normal a posse de homens por outros homens, o que fica evidenciado pela venda dessas imagens para o exterior como um produto exótico de um país tropical distante. Porém, percebe-se em não poucas dessas fotografias, segundo a antropóloga Lilia Schwarcz, que “mais do que propriedades ou figurantes com papéis prévia e exteriormente demarcados, os escravizados negociam efetivamente nos registros fotográficos, nos pequenos sinais que deixaram no tempo e na imagem, seu lugar e condição”.

    A Abolição da Escravatura foi o acontecimento histórico mais importante do Brasil após a Proclamação da Independência, em 1822. No dia 13 de maio de 1888, após seis dias de votações e debates no Congresso, a Princesa Isabel assinou a Lei Áurea, que decretava a libertação dos escravos no país. Sobre este dia, Machado de Assis escreveu anos depois na coluna “A Semana”, no jornal carioca Gazeta de Notícias: “Verdadeiramente, foi o único dia de delírio público que me lembra ter visto”. Até hoje se manifestam as consequências sociais e culturais da longevidade e do alcance da escravatura no Brasil.

    Além da Galeria do Dia da Abolição da Escravatura, estão disponíveis os links para os jornais O Paiz e Gazeta de Notícias, de 14 de maio de 1888, anunciando a Lei Áurea, e para vídeos em que a antropóloga Lilia Schwarcz analisa várias fotos de escravos.

    O Paiz –  Edição de 14 de maio de 1888

    A Gazeta de Notícias –  Edição de 14 de maio de 1888

    Vídeos com comentários da antropóloga Lilia Schwarcz

    Galeria do Dia da Abolição da Escravatura

    Veja aqui as fotos

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