Luis Nassif
Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.
Motta Araujo
23 de dezembro de 2013 2:30 amBANCOS HISTORICOS –
BANCOS HISTORICOS – SAL.OPPENHEIM & CIE.- Fundado em 1789 em Bonn, Alemanha, depois mudou sua sede para Colonia, uma das capitais financeiras da Europa, Salomon Oppenheim e seus filhos Simon e Abraham tornaram-se os grandes financiadores da navegação, ferrovias e industrialização do Ruhr, fundaram a Cologne Insurance Company, das maiores da Europa no Seculo XIX. Em 1834 por casamento aparentaram-se com os Rothschilds, concorrentes com sede em Frankfurt. O filho de Simon, Albert, em 1858 converteu-se ao Catolicismo e o filho de Abraham, Eduard, converteu-se ao Protestantismo. Em 1868 Albert foi enobrecido pelo Rei da Prussia e futuro Imperador Wilhelm I, podendo usar a particulo “von” antes do sobrenome. Na Primeira Guerra a Casa Oppenheim lançou nove emissões de bonus do Imperio Alemão para financiar a Guerra, tornaram-se o bancos dos ricos alemães por sua absoluta confiabilidade em tempos de crise e hiperinflação.
Na ascensão do nazismo os Oppenheim, já arianizados no Seculo anterior fizeram expressivas doações ao Partido Nacional Socialista, inclusive doaram seu importante Stud de Cavalos de Raça para a SS mas não impediu que dois herdeiros, Waldemar e Friedrich fossem para campos de concentração e executados.
Em 1945, finda a Guerra, a Casa Oppeheim renasceu sob controle da familia, financiou a firma de automoveis AUDI, tornou-se o maior banco privado da Alemanha, com 1.500 empregados e na reunificação da Alemanha foram os principais ” Advisors” financeiros do Governo Alemão para reprivatizar toda a Alemanha Oriental.
Em 2009 o banco Sal.Oppenheim & Cie. com 400 bilhões de Euros de ativos foi vendido ao Deutsche Bank, mantendo seu nome e identidade bicentenaria, em varios fases chegou a ser maior que o Banco Rothschild.
Assis Ribeiro
23 de dezembro de 2013 8:22 amFeliz Natal aos companheiros
Feliz Natal aos companheiros do blog
Marly
23 de dezembro de 2013 1:32 pmFeliz Natal!
Lindo seu post, Assis! Obrigada e um Natal de muita saúde, paz e felicidade para você e família! Aproveito para estender esss votos ao Nassif, a todos os colegas do Blog e respectivas famílias! FELIZ NATAL!!!!
Esse post merece ser elevado! Está muito lindo!
Raí
23 de dezembro de 2013 1:50 pmFaltaram…
Companheiro Assis, na sua bem arquitetada árvore, só faltaram os votos de agradecimento ao Criador da vida, e ao Salvador da humanidade, por esta data, na qual a gente deveria refletir, sobre o seu real significado.
Faltaram tambem, as palavras: Respeite mais; Elogie a quem mereça; Vibre com suas conquistas; Renove a fé; Abrace quem esteja próximo, ele é o seu “próximo”.
Jussara Lourenço
23 de dezembro de 2013 8:03 pmFeliz Natal!
Agradeço e retribuo, Assis, os votos de Feliz Natal.
Aproveito para desejar a todos os companheiros de blog um Natal de muita alegria, amor, harmonia e serenidade.
Abraços
Assis Ribeiro
23 de dezembro de 2013 9:32 amFeliz Natal nestes tempos de mudanças de paradigma
Feliz Natal nestes tempos de mudanças de paradigma
“Os ventos da mudança estão rondando a sociedade atual não de agora e em alta velocidade. Estamos em plena transição de paradigmas: tudo é processo novo sobre velhos objetos e o novo convive ainda com o velho, que tem data para morrer. E há pouca consciência disso. Para Morin “paradigmas são “princípios supralógicos de organização do pensamento […] princípios ocultos que governam a nossa visão das coisas e do mundo sem que disso tenhamos consciência” (2007).
Vivemos uma transição complexa, muito além da chamada sociedade da informação. Isso porque esta é consequência daquela transição, de um modelo linear e cartesiano de pensar e ver o mundo, para um paradigma da complexidade que ao mesmo tempo reune e distingue o que separou-se e dicotomizou-se (herança dos gregos).
O paradigma cartesiano-newtoniano postula a racionalidade, a objetividade e a medição como únicos meios de se chegar ao conhecimento. A consequência é que estamos rodeados e programados para aceitar e realizar toda espécie de reducionismo.
São várias as transições para uma visão holística e complexa de mundo:
Da afirmação constante da certeza à legitimação e diálogo com a incerteza;
Do heterocontrole à auto-organização;
Da ordem planejada hierarquicamente à ordem emergente;
Da medição e domínio da natureza e toda realidade à convivência com o ambiente;
Da competição à cooperação.” (ROVER, A J)
MORIN, Edgar. Introdução ao pensamento complexo, Porto Alegre, Sulina, 3ª ed. 2007.
[video::http://www.youtube.com/watch?v=ykzuhkESx_g%5D
Cláudio José
23 de dezembro de 2013 10:52 amPROJETO PARA O ESPORTE
Rio de Janeiro, 23 de dezembro de 2013 Parabéns, para as meninas do Handebol, pela conquista inédita do campeonato mundial!Caros amigos (as) mandei um projeto, para ajudar os atletas amadores, para a TV Brasil, Ministério do Esportes e a Presidência da República, e até hoje não tive uma resposta, por ambas as partes. Infelizmente, ainda perdemos vários talentos, pela falta de visão dos nossos dirigentes, pois esse país poderia ser uma potência olímpica, em vários esportes, se houvesse mais vontade política, e apoio por parte dos nossos dirigentes. Muitas vidas poderiam ser trasformada através do esporte.
Rio de Janeiro, 14 de agosto de 2012
Diretoria da TV Brasil
Assunto: PROJETO FINAL DE SEMANA OLÍMPICO NA TV
Prezada senhores (as) como o Brasil que ser uma potência olímpica se a nossa Tv aberta não cobre os esportes amadores? O Povo brasileiro deveria cobrar dos nossos dirigentes esportivos e televisivos mais apoio para os nossas atletas amadores. Por exemplo, todo final de semana a TV Brasil, poderia cobrir as competições de campeonatos brasileiro de várias modalidades como natação, judô, boxe, ginástica, hipismo, etc. tendo um calendário esportivo e televisivo em sintonia para incentivar a prática de esportes. Isso seria muito bom para quem gosta de esporte e um bom exemplo para as nossas crianças e jovens. O marco para esse nova cobertura na TV Brasil, seria um torneio internacional de futebol feminino, A COPA DAS NAÇÕES AMIGAS, um torneio de países do idioma inglês, como: EUA X INGLATERRA (português) BRASIL X PORTUGAL (Francês) FRANÇA X CANADÁ (espanhol) ARGENTINA X ESPANHA, de países que foram colônia contra os colonizadores para dar um charme e chamar mais atenção para o evento. Senhores (as) o Brasil desde já precisa preparar o seu povo para receber bem os turistas, que virão para os grandes eventos esportivos como a Copa e a Olimpíada, e esse torneio poderia servir de teste, para a organização, tendo como o ingresso a troca de um quilo de alimento, por uma entrada do evento, para que os estádios fiquem cheio, e se faça o bem para as pessoas que ainda passam por dificuldades para se alimentar. Senhores (as) o esporte tem o dom de salvar vidas e melhorar a saúde de muita gente, e o Brasil não pode perder essa oportunidade de se transformar num país mais justo, solidário, olímpico e bom para todos.
Walker
23 de dezembro de 2013 11:39 amCongratulations C.I.A. e
Congratulations C.I.A. e G.C….
CIA ajudou Colômbia a matar líderes das Farc, diz jornal
WASHINGTON — A CIA, agência de inteligência americana, ajudou o Exército colombiano a matar ao menos 24 líderes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) através de um programa secreto, revelou neste domingo o jornal “Washington Post”. A Agência de Segurança Nacional (NSA) dos Estados Unidos também contribuiu com o governo colombiano com “ajuda substancial em escutas telefônicas”, de acordo com a reportagem.
http://oglobo.globo.com/mundo/cia-ajudou-colombia-matar-lideres-das-farc-diz-jornal-11135676
Motta Araujo
23 de dezembro de 2013 11:54 amFUKYAMA E O FIM DA HISTORIA –
FUKYAMA E O FIM DA HISTORIA – Quando apareceu esse livro “O Fim da Historia e o Ultimo Homem” por um analista da Rand Corporation, Francis Fukyama escrevi um comentario para um jornal sobre a estupidez do conteudo, tipico de certa categoria de escritores americanos que constroem uma tese e depois procuram na Historia argumentos para encaixar na tese. Esse tipo de trabalho não tem valor intelectual algim porque parte de premissas falsas. A Historia não é dada a teses, é um campo muito complexo, as logicas são multiplas sempre e os grandes historiadores fazem a narrativa sem procurar racionalizar aquilo que é por sua propria natureza o cruzamento de infinitas variaveis, acasos, acidentes, necessidades, a Historia será sempre um caos de onde sabios como Hobsbawn procuram extrair algum tenue sentido mas sempre sabendo que é tarefa impossivel.
Fukyama partiu sua pobre tese do Governo Reagan e achava que o fim do comunismo seria o fim da Historia. Que mediocridade, antes da Revolução Sovietica e por dez mil anos havia Historia e muita, complicada por todos os fatores que compõe a civilização, ambições, sobrevivencia, ganancia, religião, crueldade, demografia, busca de espaços,
a Historia não se resume a ideologias mas tem multiplos outros componentes.
Tentar teorizar sobre esse caos e levianamente montar um mdelinho como fez Fykyama é pobreza intelectual demais.
O nipo-americano de má aparencia e má retorica foi imediatamente desmontado ao sair seu livro, os bons historiadores mostraram de inicio o lixo que era a tese, escrita para bocós sem cultura, Fukyama se auto criticou pouco depois, o livro caiu nos piores sebos e sem maior interesse dos compradores, fazendo companhia a outros milhares de livros bobos e desnecessarios. Lembro de um desses tipos de livros, de um similar pensador, Herman Kahn, de um tal de Hudson Institute, que escreveu um paper desses sobre a Amazonia, um besteirol unico mas que por um tempo foi muito comentado nos jornais brasileiros, pretendia fazer um grande lago na Amazonia, um bobagem do tamanho do gordissimo Kahn. Outro livro tese do genero foi o de J.J. Servan Schreiber, O Desafio Americano, sobre as multinacionais americanas na Europa, que segundo o autor, dominariam o Continente. Livros teses sobre o Japão dominando o mundo apareceram na decada de 70, antes da emergencia da China. Agora tambem aparce outra fornada desses livros sobre a China mandando no mundo.
Esses livros tem algum mercado no seu lançamento, depois caem no esquecimento merecido mas sempre aparecem alguns coalhadas para relembra-los na falta de recordações melhores e mais substantivas.
João Maria Fernandes de Sousa
23 de dezembro de 2013 12:14 pmO experto…
MiriamL
23 de dezembro de 2013 1:04 pmO que setores da mídia não
O que setores da mídia não dizem sobre a AP 470
23 dez 2013/0 Comentários/ destaque /Por Equipe do Blog
Queremos compartilhar com vocês a informação sobre a criação de um novo site mostrando fatos ignorados pela grande imprensa sobre a AP 470. É o “Ação 470 – O que setores da mídia não dizem sobre o suposto mensalão”.
“Esse blog nasceu para ser um contraponto ao discurso hegemônico de parte da mídia sobre o caso da Ação Penal 470, popularmente conhecida como ‘mensalão’. Reunimos publicações, reportagens especiais e artigos que expõem o outro lado da história, sem o viés político que marcou a cobertura dos veículos tradicionais de comunicação”, afirma o deputado estadual Fernando Mineiro (PT-RN) na apresentação do site.
“O objetivo é reunir, num mesmo espaço virtual, uma coletânea de textos que ofereçam uma visão mais plural, permitindo assim que as pessoas possam comparar fatos, argumentos e versões, para que tirem suas próprias conclusões”, acrescenta.
Clique aqui para conhecer e visitar o site
http://www.zedirceu.com.br/o-que-setores-da-midia-nao-dizem-sobre-a-ap-470/
Ivan de Union
23 de dezembro de 2013 3:24 pmNovidade do ano: nada da
Novidade do ano: nada da minha situacao se modificou. Continuo monitorado 24 horas por dia.
Tamára Baranov
23 de dezembro de 2013 4:01 pmProjetos de empresários que pretendem ‘conquistar o espaço’
MARIANA BARBOSA
ENVIADA ESPECIAL A ORLANDO (EUA)
Daqui a um ou dois anos, viajar para o espaço vai deixar de ser exclusividade de governos e astronautas.
Pelo menos uma dezena de empresas privadas investe milhões de dólares para desenvolver espaçonaves que serão capazes, entre outras missões, de levar turistas ao espaço a preços “razoáveis”.
A corrida espacial privada tem entre os seus competidores bilionários do Vale do Silício, como Elon Musk (fundador do PayPal) e Jeff Bezos (Amazon), e tem sido impulsionada pela própria Nasa.
Sem orçamento para investir sozinha em programas espaciais ambiciosos, a agência especial americana canaliza recursos para empresas desenvolverem projetos de forma mais rápida e eficaz.
A empresa SpaceX, de Elon Musk, firmou contrato de US$ 1,6 bilhão com a Nasa para desenvolver uma espaçonave cargueira e realizar 12 missões não tripuladas para a estação espacial internacional (EEI). No ano passado, o cargueiro Dragon, da SpaceX, foi a primeira nave privada a se acoplar à EEI. Voltou trazendo urina de astronauta.
A SpaceX também faz lançamento de foguetes e está investindo para realizar missões comerciais para empresas de satélites de telecomunicação, entre outros.
Os planos de Musk não param por aí: seu objetivo é levar turistas a Marte. Ele quer colonizar o planeta vermelho, viabilizando a transferência de até 80 mil pessoas para lá.
SUBORBITAL
Enquanto desenvolvem tecnologias para projetos mais longínquos e ambiciosos, algumas empresas investem no turismo suborbital-primeira fronteira a ser explorada pelo turismo espacial.
As primeiras viagens estão prometidas para 2014, mas a data vem sendo adiada sucessivamente e não será surpresa se os voos começarem efetivamente em 2015.
Pelo menos cinco empresas estão desenvolvendo foguetes tripuláveis para realizar voos suborbitais. Duas já começaram a faturar com a venda de bilhetes.
A Virgin Galactic, empresa do excêntrico bilionário britânico Richard Branson, já vendeu 640 bilhetes, que custam US$ 250 mil, dos quais 6 para brasileiros. Justin Bieber, Angelina Jolie e Leonardo DiCaprio já garantiram os seus.
Os voos serão a bordo da SpaceShipTwo, espaçonave cujo desenvolvimento contou com o apoio do cofundador da Microsoft Paul Allen.
A SXC (Space Expedition Corporation), parceira da XCor, fabricante do foguete Lynx, já vendeu outros 250 bilhetes, a US$ 100 mil cada um.
Algumas dezenas foram compradas por empresas para serem usadas como ação de marketing. A marca Axe, da Unilever, mandará 25 consumidores para o espaço, incluindo o brasileiro Marco Gorrasi, 25. Os consumidores foram escolhidos numa competição que atraiu mais de mil pessoas em 60 países.
“Nunca imaginei que iria viver para ver o turismo espacial se tornar realidade”, disse à Folha o astronauta Buzz Aldrin, 83, o segundo homem a pousar na Lua, depois de Neil Armstrong.
“Nos próximos anos, mais gente voará para o espaço do que em toda a minha geração”, diz Aldrin, que foi contratado como garoto-propaganda da campanha da Axe.
Embora partam de espaçonaves com tecnologias muito diferentes, os voos da Virgin e da SXC são similares e terão uma hora de duração, incluindo pouso e decolagem. As duas empresas levarão turistas para uma altitude de cerca de cem quilômetros. Isso representa um terço do caminho até a Estação Espacial ou dez vezes a altura de um voo comercial normal.
As espaçonaves ficarão cerca de cinco minutos no espaço, quando se poderá avistar a curvatura da Terra.
Voos suborbitais também estão nos planos da SpaceX, de Musk, e da Blue Origin, fundada por Jeff Bezos. A Blue Origin já formou dois contratos com a Nasa, num total de US$ 25,7 milhões, para desenvolver espaçonaves e veículos lançadores.
A empresa está desenvolvendo uma nave capaz de levar pelo menos três pessoas em um voo suborbital que promete ainda mais emoções: os passageiros voltarão à Terra de paraquedas.
ASTRONAUTAS PRIVADOS
Atualmente, a única forma de ir para o espaço é pegar carona em missões governamentais até a Estação Espacial, a um custo de dezenas de milhões de dólares.
Entre 2001 e 2008, a Space Adventures levou sete turistas à estação, a bordo da nave russa Soyuz. Um deles foi duas vezes. Os oito bilhetes custaram US$ 250 milhões.
Desde 2008, porém, as missões do Soyuz são ocupadas por astronautas profissionais. Voos com turistas serão retomados em 2015, quando um astronauta russo e um americano passarão um ano na EEI fazendo testes.
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/12/1388938-conheca-os-projetos-de-empresarios-que-pretendem-conquistar-o-espaco.shtml
Tamára Baranov
23 de dezembro de 2013 4:02 pmA face oculta de Lolita
Por Fred Navarro
Da Revista Bula
Vladimir Nabokov, em “Lolita”, falsifica a realidade de uma forma tão espantosa, tão repleta de impactos sobre a consciência dos leitores, que a própria realidade posterior já não será a mesma depois da leitura paciente e atenta do romance
Na adolescência, não descansei até encontrar um exemplar do livro. Prometia boa leitura, era um clássico precoce, todo mundo dizia. E prometia erotismo, perversão, a história da relação de uma jovem com dois quarentões, um deles seu padrasto, entre outras promessas atraentes para quem tinha 14 anos e adorava os livros. Assim que coloquei as mãos nele, logo nas primeiras páginas, senti a dificuldade que teria pela frente. Pedreira. Devia ser bom, mas à primeira vista não parecia. Claro, ali havia um modo particular de contar uma história, o que os críticos, professores e metidos chamavam de estilo. Mas precisava ser tão criptografado? Tão cheio de arrodeios e meias-voltas para chegar ao ponto? Para contar a história com fluidez?
Saberia depois dos problemas do autor com a censura imposta pelo puritanismo americano, o mais hipócrita do planeta ao lado dos países islâmicos. Saberia depois de muita coisa sobre o refinamento do livro e daquele russo esquisito que dominava igualmente o francês e o inglês, que decidira brincar com as palavras nos livros que escrevia, e não contar histórias, apesar de que elas estavam por ali, escanteadas, sem graça por trás de tanta exuberância estilística.
Bom, quanto ao erotismo, praticamente todos os livros que já tinha lido na vida, incluindo “Polyanna” e “Reinações de Narizinho”, tinham mais sensualidade latente do que em “Lolita”. Era um livro brilhante, mas moralista, assim achava o adolescente decepcionado. Saberia depois compreender mais coisas sobre o livro, quando o releu pela primeira vez cerca de dez anos depois. Na terceira leitura, entre os 30 e 40 anos, completou o quebra-cabeças. A qualidade daquele livro era a da literatura mais generosa e honesta feita pelo bicho-homem: a de falsificar a realidade de uma forma tão espantosa, tão repleta de impactos sobre a consciência dos leitores, que a própria realidade posterior já não será a mesma depois da leitura paciente e atenta do romance.
A personagem Lolita, assim como Alice, de Lewis Carroll, e Emma Bovary, de Gustave Flaubert, morava no inconsciente da humanidade. Em meados do século passado, com a revolução tecnológica anunciada pelo rádio e televisão, as revistas de moda, biquíni, pílula, liberação dos costumes, rock’n’roll, Elvis, os Beatles, os Stones, mais cedo ou mais tarde a questão da sexualidade de crianças e adolescentes, já enunciada em profundidade por Sigmund Freud e sua filha Anna desde a primeira metade do século, viria à tona. E não só: o movimento pacifista, os protestos contra a guerra do Vietnã, Woodstock, contracultura, panteras negras, Luther King, escritores beats, movimento beatnik, acesso das mulheres à arena política e ao comando de corporações, direito das crianças e adolescentes, avanço nas conquistas para as minorias, reconhecimentos dos direitos para casais homossexuais.
Fazer uma revolução de costumes, como a que ocorreu entre 1950 e 1980 no mundo ocidental, exige profetas que se antecipam ao que acontece. Suas antenas captam os movimentos antes de se apresentarem para as multidões. Coisa de artista. A Dolores Haze, Dolly, Lo ou Lolita de Vladimir Nabokov livrou posteriormente incontáveis adolescentes do assédio sexual graças ao “moralismo” da história, à punição exemplar sofrida pelo personagem masculino principal, o atormentado, ansioso e antipático viúvo Humbert Humbert, assim como não se dá nada bem o estranho e enigmático personagem Clare Quilty, o outro adulto que se envolve com a adolescente.
Recusado por diversas editoras americanas, quando saiu em 1955 por uma editora francesa especializada em publicar livros em inglês, o escândalo foi de alta voltagem. Lolita, a personagem, transformou-se de imediato num símbolo da revolução de costumes em curso. O autor não conseguia compreender o sucesso, logo ele que escrevia textos sofisticados, burilados ao extremo, peças de teatro, ensaios críticos, traduções para o russo e uma biografia de Nikolai Gógol. Nada menos “popular”. Seus livros não vendiam nada, ele vivia de traduções e com o salário de professor de língua e literatura russa nas aulas que dava em mais de uma universidade nos Estados Unidos.
“A ninfeta”, como afirma Vargas Llosa em “A Verdade das Mentiras” (Editora Arx), “não nasceu com o personagem de Nabokov. (…) No entanto, graças ao romance, perdeu seu semblante vago e se personificou, abandonou sua clandestinidade nervosa e ganhou direito de cidadania”. E complementa: “Humbert Humbert não é libertino nem sensual: é apenas obcecado. Sua história é escandalosa, antes de tudo, porque ele a sente e a apresenta assim, sublinhando, a cada passo, sua ‘demência’ e sua ‘monstruosidade’ (são suas palavras). É a consciência transgressora do protagonista que confere à sua aventura a índole malsã e moralmente inaceitável, mais que a idade da sua vítima (doze anos e sete meses), que, no final das contas, é apenas um ano mais jovem que a Julieta de Shakespeare”.
“Lolita” continua sendo um desafio para leitores de todas as idades. Quase sessenta anos depois de publicado, permanece como uma leitura difícil, que exige atenção redobrada. Por exemplo: por detrás do desdém e da visão negativa e mal-humorada de Humbert Humbert sobre tudo e sobre todos, há um painel vigoroso das contradições e mesmo aberrações da sociedade americana. Os meandros, os labirintos, a confusão proposital entre a realidade e a fantasia, entre os fatos e os delírios, entre a percepção e a paranoia, não são para amadores, como aquele adolescente de 14 anos que se achava bamba em literatura porque supunha ter alguma intimidade com Machado de Assis e Victor Hugo. Os grandes não se comparam, se somam. Nabokov é grande à sua maneira, próxima de Jorge Luis Borges, Julio Cortázar e Herman Hesse, para quem o texto também era um tabuleiro de xadrez onde peças se movem para contar uma história. Longe do romantismo e do classicismo explícitos do francês e do brasileiro.
A versão para o cinema de Stanley Kubrick (1962) é brilhante e colaborou para popularizar o livro, entre outros motivos por causa da atuação espantosa de James Mason como o atormentado viúvo e assassino confesso (o livro é escrito na primeira pessoa, enquanto Humbert Humbert espera o julgamento por um dos crimes que cometeu). Mas, como é usual acontecer com o diretor americano, ele fez uma leitura bem particular do romance ao adaptá-lo para a tela, suprimindo detalhes e diálogos, e realçando aspectos secundários inclusive para atender ao Código Hayes e aos padrões moralistas ainda vigentes nos Estados Unidos e na Europa no início dos anos 1960.
A revolução sexual que aconteceria logo depois já estava em curso, mas os censores ainda não sabiam.
Al Almeida
23 de dezembro de 2013 4:20 pmO MPL e o IPTU de São Paulo
Nessa história do IPTU de São Paulo me chama a atenção o silêncio do Movimento Passe Livre. Sim. Afinal as demandas do transporte público foram levantadas por eles, com toda a força, nas chamadas “jornadas de junho. No momento em que o conservadorismo obsta as tentativas de Haddad de buscar recursos que seriam empregados, também, em políticas de mobilidade eles fazem cara de paisagem. Não encampam a luta que não é do PT e sim dos pobres da cidade. Não fazem o contraponto ao bombardeio pela mídia da faixa exclusiva para ônibus, como se nada tivessem a ver com isso. Moita total. Cadê os protestos contra a FIESP, o tremsalão tucano e outros absurdos. Só mostram valentia contra administrações de esquerda?
Fiódor Andrade
23 de dezembro de 2013 6:00 pmO acesso aos livros na Papuda e em Guantanamo
Os presos do “mensalão” tiveram seus livros confiscados e seu tempo de leitura foi limitado. A presidente do Conselho Federal de Biblioteconomia também quer dirceu longe dos livros e disse à Folha que o pedido do petista para trablhar na biblioteca de um escritório de advocacia é ilegal. http://www1.folha.uol.com.br/paineldoleitor/2013/12/1389229-so-bibliotecario-pode-exercer-a-profissao-diz-presidente-de-conselho.shtml
Diante disso, só nos resta pedir à Joaquim Barbosa que, num gesto humanitário, determine à transferência dos presos da Papuda para Guantanamo, onde há menos restrições à leitura.
Do Blog book-addict.com:
Já conhece a biblioteca da prisão de Guantánamo? | Book Addict
book-addict.com
É possível encontrar bibliotecas até mesmo nos lugares mais improváveis. Um exemplo disto é a de Camp Delta, centro de detenção militar norte-americano localizado em Guantánamo Bay, em Cuba. O lugar possui aposentos repletos de livros divididos por idiomas e gêneros e, uma vez por semana, o representante do setor passa pelas celas carregando aproximadamente 50 deles. Caso os detentos obedeçam as regras da prisão, ganham o direito de escolher dois livros por vez ou mesmo fazer solicitações específicas.
A biblioteca possui em torno de 18 mil livros, boa parte deles em árabe, juntamente com uma menor quantidade de revistas, DVD’s e videogames. Segundo o encarregado do local, identificado apenas como Milton, por motivos de segurança, os títulos mais populares são os religiosos, mas o setor também conta com traduções em árabe de autores populares como Gabriel García Marquez, Danielle Steel e uma boa quantidade de volumes em inglês como os livros da série Harry Potter e O Senhor dos Anéis.
Alguns dos presos já dominavam a língua quando chegaram ao local, outros foram aprendendo ao longo do tempo. Como prisioneiros de guerra, os detentos, considerados terroristas, não eram protegidos pela Convenção de Genebra e boa parte já permanece ali sem julgamento há mais de uma década. Milton, no entanto, não possui muito patrocínio para manter o setor em funcionamento, mas advogados e membros da família podem enviar doações. Diferente do sistema comum, os detentos podem segurar um mesmo livro por até 60 dias em suas celas.
Um dos advogados locais informou a equipe do NY Times que as solicitações variam de romances tradicionais a revistas sobre atividades ao ar livre “pediu um preso que nunca havia visto a natureza pessoalmente”. Um dos seus clientes já realizou a leitura de 1984, de George Orwell, três vezes. Títulos que possuam muitos palavrões, sexo, violência ou temas extremistas e anti-americanos, no entanto, não são permitidos.
É importante lembrar, porém, a péssima reputação que o local detém há alguns anos. Documentos do FBI obtidos em 2007 durante um processo da União Americana pelas Liberdades Civis, trouxeram a tona diversos incidentes de abusos e constantes humilhações por parte dos guardas de Guantánamo. Um documentário realizado pelo National Geographic, intitulado Inside Guantánamo (Dento de Guantánamo, em tradução literal) revelou várias atrocidades que aconteciam no local, incluindo torturas, espancamentos, estupros e total desrespeito às práticas religiosas dos prisioneiros. Após a posse de Barack Obama, o presidente assinou em 2009 um decreto para fechamento da prisão e exigiu uma revisão na forma como os presos seriam tratados até lá. Guantánamo, porém, continua em funcionamento até hoje e já vem se tornando uma mancha constantemente relembrada em seu atual governo.
Caso vocês tenham interesse em ver mais fotos da biblioteca, alguns repórteres recentemente visitaram a prisão e tiraram vários fotos que foram publicadas em uma página do Tumblr.
http://gitmobooks.tumblr.com/
Crédito das fotos: Gitmobooks
Com informações do New York Times
Source: http://www.book-addict.com/2013/06/ja-conhece-biblioteca-da-prisao-de.html
[video:http://www.youtube.com/watch?v=SgOdHV-0SOA align:center]
Tarcísio Arruda
23 de dezembro de 2013 9:05 pmNatal
A propósito do espírito de Natal
Estamos, mais uma vez, em dezembro. Andando pela avenida inaugurada recentemente, limpa e bem sinalizada, passo pela entrada de uma favela. É uma viela mal calçada e tortuosa. Um sorriso quase adolescente, amarelado e falho, destaca-se na boca do cortiço. A cena é comum nesse Brasil tão rico, tão perverso, tão contraditório. Mas sempre me choca, sempre me causa indignação e, às vezes, medo.
Permaneço caminhando, faço-me uma indagação e suponho obviedades. De que sorria o garoto?… Faltava-lhe o mínimo em casa; o pai, analfabeto e desempregado, talvez andasse pelos botecos da vida a mendigar uns tragos; a mãe poderia estar esmolando com o filho mais novo ao colo ou por moedas trocando o corpo ou, ainda, no limite de sua ascensão social, trabalhando como faxineira.
Decerto, algo motivara o sorriso do menino. Afinal, o sorrir é uma exclusividade da condição humana, embora dela ele esteja na categoria dos banidos.
Duas quadras adiante, um enorme centro comercial estava engalanado para os festejos natalinos. Aquele imenso altar do consumismo, decorado com agressivo e duvidoso gosto, parecia delimitar a fronteira que nos separa dos excluídos do sistema.
É triste e angustiante constatar facilmente que, na segunda década do terceiro milênio da Era Cristã, a Idade Média ainda nos circunda. E o que é pior: não apenas na miséria do garoto, mas também, e principalmente, na mente da nossa elite tacanha, preconceituosa e insensível.
Do sorriso do garoto à farra do consumo, nada, nada mesmo, lembrava sequer a sombra do Espírito de Natal.
Tarcísio Furtado Arruda
02/12/2013
Tarcísio Arruda
23 de dezembro de 2013 9:18 pmA propósito do espírito de
A propósito do espírito de Natal
Estamos, mais uma vez, em dezembro. Andando pela avenida inaugurada recentemente, limpa e bem sinalizada, passo pela entrada de uma favela. É uma viela mal calçada e tortuosa. Um sorriso quase adolescente, amarelado e falho, destaca-se na boca do cortiço. A cena é comum nesse Brasil tão rico, tão perverso, tão contraditório. Mas sempre me choca, sempre me causa indignação e, às vezes, medo.
Permaneço caminhando, faço-me uma indagação e suponho obviedades. De que sorria o garoto?… Faltava-lhe o mínimo em casa; o pai, analfabeto e desempregado, talvez andasse pelos botecos da vida a mendigar uns tragos; a mãe poderia estar esmolando com o filho mais novo ao colo ou por moedas trocando o corpo ou, ainda, no limite de sua ascensão social, trabalhando como faxineira.
Decerto, algo motivara o sorriso do menino. Afinal, o sorrir é uma exclusividade da condição humana, embora dela ele esteja na categoria dos banidos.
Duas quadras adiante, um enorme centro comercial estava engalanado para os festejos natalinos. Aquele imenso altar do consumismo, decorado com agressivo e duvidoso gosto, parecia delimitar a fronteira que nos separa dos excluídos do sistema.
É triste e angustiante constatar facilmente que, na segunda década do terceiro milênio da Era Cristã, a Idade Média ainda nos circunda. E o que é pior: não apenas na miséria do garoto, mas também, e principalmente, na mente da nossa elite tacanha, preconceituosa e insensível.
Do sorriso do garoto à farra do consumo, nada, nada mesmo, lembrava sequer a sombra do Espírito de Natal.
Tarcísio Furtado Arruda
jns
23 de dezembro de 2013 9:31 pmA Perigosa Vacina Contra a Paralisia Infantil
As vacinas são a causa principal da paralisia infantil causada pela poliomielite na Índia.
INFORWARS | Sayer Ji | 18 de Janeiro de 2012
A Iniciativa Global de Erradicação da Pólio (PGEI), fundada em 1988 pela Organização Mundial de Saúde, Rotary Internacional, UNICEF e os Centros dos EUA para Controle e Prevenção de Doenças, apresentou os resultados alcançados na Índia como um excepcional exemplo do seu sucesso na erradicação da poliomielite.
No seu website, em 11 janeiro de 2012, afirmou que ” nos últimos dois anos, a Índia tem feito progressos sem precedentes contra a pólio e, em 13 de Janeiro de 2012, vai atingir um marco importante: um período de 12 meses, sem nenhum caso de pólio sendo registrado”.
Este relatório, no entanto, é altamente enganoso, cão ser confrontado com a estimativa que entre 100 a 180 crinaças indianas que serão diagnosticadas com a paralisia associada à vacina contra a poliomielite (Sabin) a cada ano.
Na verdade, a manifestação clínica da doença, incluindo a paralisia causada pela vacina Sabin é indistinguível daquela causada por poliovírus selvagens, tornando as declarações do PGEI ainda mais suspeitas.
De acordo com as estatísticas da Iniciativa Global de Erradicação da Pólio, 42 casos de tipo selvagem da poliomielite (PVS) foram reportados na Índia em 2010, o que indica que os casos de paralisia induzidos pela vacina contra a poliomielite (entre 100 a 180 anualmente) superam as ocorrências do tipo selvagem por um percentual acima de 30
Mesmo que deixemos de lado a importante questão de haver ou não a precisão da diferenciação entre os casos da poliomielite selvagem da poliomielite associada à vacina, nas estatísticas da PGEI, deve ser qustionado se os efeitos reais da imunização, bons e maus, serem incluídos na medição do sucesso do PGEI?
Para as dezenas de crianças indianas que desenvolvem a paralisia induzida pela vacina todos os anos, a recente declaração do PGEI da Índia, como se aproximando status de “livre da poliomielite”, não é apenas falsa, como pode ser considerado uma tentativa de minimizar a sua responsabilidade óbvia em ter transformado a poliomielite, a partir de um vetor de doença natural, em uma contaminação feito pelo homem (iatrogênica)
VAPP é, de fato, a forma predominante da doença em países desenvolvidos como os EUA desde 1973.
O grave problema da paralisia induzida pela vacina contra a poliomielite foi tão grave que o dos Estados Unidos reintroduziu a vacina de poliovírus inativo (IPV) em 2.000, depois que o Comitê Consultivo de Práticas de Imunização (ACIP) recomendou a eliminação completa da vacina com o vírus vivo por meio oral contra a poliomielite (OPV), que ainda é usado em todo o terceiro mundo, apesar dos riscos conhecidos.
O problema da poliomielite ressalta a necessidade de uma mudança na forma como olhamos para as chamadas “doenças imunopreveníveis” como um todo.
Na maioria das pessoas com um sistema imunológico saudável, uma infecção por poliovírus não gera sintomas da doença.
Só raramente a infecção produz sintomas menores como, por exemplo, dor de garganta, febre, distúrbios gastrointestinais e doenças semelhantes à gripe.
Em apenas 3% das infecções por inoculação do vírus , ele supera as defesas do sistema nervoso central e, em apenas 1 até 5 em 1.000 casos, a infecção evolui para o progresso da doença paralisante.
Devido ao fato de que a pólio se espalha através da via fecal-oral (ou seja, o vírus é transmitido a partir de fezes de uma pessoa infectada para a boca de outra pessoa por meio de um utensílio contaminado, por exemplo,) provocado pela falta de higiene, saneamento e alimentação adequada, uma maneira lógica de prevenir é evitar a transmissão, em primeiro lugar, bem como a redução da morbidade associada a infecção quando ela ocorrer.
Em vez disso, uma grande parte das vacinas do mundo são doadas para o Terceiro Mundo como “caridade”, quando as condições subjacentes do empobrecimento econômico, a má nutrição, a exposição a produtos químicos, e a instabilidade político-social nunca são resolvidos.
A vacinação de pessoas nestas condições e, como nova epidemia de casos de pólio induzidos pela vacina da Índia demonstra claramente, a “cura” pode ser muito pior do que a própria doença.
Mais informações:
http://www.telegraphindia.com/1120116/jsp/frontpage/story_15011108.jsp#.UripU9IXdxI
http://www.greenmedinfo.com/article/vaccine-associated-paralytic-poliomyelitis-vapp-has-emerged-predominant-form-disease-united
http://www.cdc.gov/vaccines/pubs/surv-manual/3rd-edition-chpt10_polio.pdf
http://www.polioeradication.org/Dataandmonitoring/Poliothisweek.aspx
Tarcísio Arruda
23 de dezembro de 2013 9:37 pmNATAL
A propósito do espírito de Natal
Estamos, mais uma vez, em dezembro. Andando pela avenida inaugurada recentemente, limpa e bem sinalizada, passo pela entrada de uma favela. É uma viela mal calçada e tortuosa. Um sorriso quase adolescente, amarelado e falho, destaca-se na boca do cortiço. A cena é comum nesse Brasil tão rico, tão perverso, tão contraditório. Mas sempre me choca, sempre me causa indignação e, às vezes, medo.
Permaneço caminhando, faço-me uma indagação e suponho obviedades. De que sorria o garoto?… Faltava-lhe o mínimo em casa; o pai, analfabeto e desempregado, talvez andasse pelos botecos da vida a mendigar uns tragos; a mãe poderia estar esmolando com o filho mais novo ao colo ou por moedas trocando o corpo ou, ainda, no limite de sua ascensão social, trabalhando como faxineira.
Decerto, algo motivara o sorriso do menino. Afinal, o sorrir é uma exclusividade da condição humana, embora dela ele esteja na categoria dos banidos.
Duas quadras adiante, um enorme centro comercial estava engalanado para os festejos natalinos. Aquele imenso altar do consumismo, decorado com agressivo e duvidoso gosto, parecia delimitar a fronteira que nos separa dos excluídos do sistema.
É triste e angustiante constatar facilmente que, na segunda década do terceiro milênio da Era Cristã, a Idade Média ainda nos circunda. E o que é pior: não apenas na miséria do garoto, mas também, e principalmente, na mente da nossa elite tacanha, preconceituosa e insensível.
Do sorriso do garoto à farra do consumo, nada, nada mesmo, lembrava sequer a sombra do Espírito de Natal.
Tarcísio Furtado Arruda
Gilson AS
23 de dezembro de 2013 9:42 pmQuantos milhões de pessoas não morreram por causa desse invento?
Mikhail Kalashnikov, inventor do rifle AK-47, morre aos 94 anos.
Mikhail Kalashnikov estava internado em hospital de Izhevsk.
Ele sofria de problemas no coração.
Mikhail Kalashnikov, inventor do rifle de assalto AK-47, morreu aos 94 anos, informou nesta segunda-feira (23) o governo da República de Udmurtia, na Rússia, segundo o site “Rt.com”.
Ele vinha sofrendo de problemas no coração nos últimos anos e estava internado sob tratamento intensivo em Izhevsk – onde a fábrica que produz as icônicas armas fica localizada – desde 17 de novembro.
Kalashnikov nunca chegou a terminar o ensino médio, mas conseguiu sucesso criando uma das armas mais conhecidas do mundo quando ainda estava em seus 20 anos.
Entretanto, conforme seus rifles, muitas vezes chamados pelo sobrenome do criador, se tornavam cada vez mais comuns nas mãos de terroristas e radicais, o inventor muitas vezes era forçado se defender da imprensa.
Ele foi questionado diversas vezes sobre um possível arrependimento de ter criado o AK-47. “Eu o inventei para a proteção de nosso país. Não tenho nenhum arrependimento e não carrego nenhuma responsabilidade sobre como os políticos o utilizaram”, afirmou uma vez.
Edmar Melo.
24 de dezembro de 2013 12:41 pmFELIZ NATAL CIBERNÉTICO
FELIZ NATAL CIBERNÉTICO
Neste ano que se finda
Dê um clique no Natal
Arraste o ícone Jesus
Pro arquivo principal
Mas peça de coração
Pra seus pecados perdão
Que Deus lhe livre do mal.
Que Jesus seja a fonte
De sua área de trabalho
O seu painel de controle
O caminho do atalho
Layout da sua vida
Porto seguro e guarida
Referência e cabeçalho.
Selecione e copie
O que aconteceu de bom
Delete todos seus erros
Deste ano.com
Remova para lixeira
Tudo que fez de besteira
Não deixe ecoar o som.
Configure sua vida
Pro ano que se aproxima
Abra uma nova janela
Pra melhorar esse clima
Visualize o perdão
O amor e a compaixão
No exemplo lá de cima.
Use as redes sociais
Para divulgar o bem
Ative seu antivírus
Sem discriminar ninguém
E Pra tudo ficar bonito
Coloque em seu favorito
Jesus Cristo de Belém.
Edmar Melo.
Walker
24 de dezembro de 2013 3:28 pmRelevando alguns chiches e a
Relevando alguns chiches e a normal visao dos gringos sobre a nossa nacionalidade (como nos temos em relacao ao Paraguay, p.ex.), o americano faz uma boa radiografia do Brasil. Eu particularmente concordo com quase a totalidade dos itens….pano pra manga.
http://tudoparahomens.com.br/americano-cria-lista-de-motivos-pelos-quais-odiou-ter-morado-no-brasil/ bom ver o link do blog para ler os comentarios da galera….
Por Guilherme Cury em dezembro 18, 2013
Um americano, casado com uma brasileira, morou em São Paulo por 3 anos. Depois dessa árdua experiência, ele voltou para sua terra natal e fez questão de criar uma lista de 20 motivos pelos quais odeia viver no Brasil. Um fórum gringo resolveu continuar essa lista e trouxe mais itens que os gringos odeiam no país. Confira:
1. Os brasileiros não têm consideração com as pessoas fora do seu círculo de amizades e muitas vezes são simplesmente rudes. Por exemplo, um vizinho que toca música alta durante toda a noite… E mesmo se você vá pedir-lhe educadamente para abaixar o volume, ele diz-lhe para você “ir se fud**”. E educação básica? Um simples “desculpe-me “, quando alguém esbarra com tudo em você na rua simplesmente não existe.
2. Os brasileiros são agressivos e oportunistas, e, geralmente, à custa de outras pessoas. É como um “instinto de sobrevivência” em alta velocidade, o tempo todo. O melhor exemplo é o transporte público. Se eles vêem uma maneira de passar por você e furar a fila, eles o farão, mesmo que isso signifique quase matá-lo, e mesmo se eles não estiverem com pressa. Então, por que eles fazem isso? É só porque eles podem, porque eles vêem a oportunidade, por que eles querem ganhar vantagem em tudo. Eles sentem que precisam sempre de tomar tudo o que podem, sempre que possível, independentemente de quem é prejudicado como resultado.
3. Os brasileiros não têm respeito por seu ambiente. Eles despejam grandes cargas de lixo em qualquer lugar e em todos os lugares, e o lixo é inacreditável. As ruas são muito sujas. Os recursos naturais abundantes, como são, estão sendo desperdiçados em uma velocidade surpreendente, com pouco ou nenhum recurso.
4. Brasileiros toleram uma quantidade incrível de corrupção nos negócios e governo. Enquanto todos os governos têm funcionários corruptos, é mais comum e desenfreado no Brasil do que na maioria dos outros países, e ainda assim a população continua a reeleger as mesmas pessoas.
5. As mulheres brasileiras são excessivamente obcecadas com seus corpos e são muito críticas (e competitivas com) as outras.
6. Os brasileiros, principalmente os homens, são altamente propensos a casos extraconjugais. A menos que o homem nunca saia de casa, as chances de que ele tenha uma amante são enormes.
7. Os brasileiros são muito expressivos de suas opiniões negativas a respeito de outras pessoas, com total desrespeito sobre a possibilidade de ferir os sentimentos de alguém.
8. Brasileiros, especialmente as pessoas que realizam serviços, são geralmente malandras, preguiçosas e quase sempre atrasadas.
9. Os brasileiros têm um sistema de classes muito proeminente. Os ricos têm um senso de direito que está além do imaginável. Eles acham que as regras não se aplicam a eles, que eles estão acima do sistema, e são muito arrogantes e insensíveis, especialmente com o próximo.
10. Brasileiros constantemente interrompem o outro para poder falar. Tentar ter uma conversa é como uma competição para ser ouvido, uma competição de gritos.
11. A polícia brasileira é essencialmente inexistente quando se trata de fazer cumprir as leis para proteger a população, como fazer cumprir as leis de trânsito, encontrar e prender os ladrões, etc. Existem Leis, mas ninguém as aplica, o sistema judicial é uma piada e não há normalmente nenhum recurso para o cidadão que é roubado, enganado ou prejudicado. As pessoas vivem com medo e constroem muros em torno de suas casas ou pagam taxas elevadas para viver em comunidades fechadas.
12. Os brasileiros fazem tudo inconveniente e difícil. Nada é simplificado ou concebido com a conveniência do cliente em mente, e os brasileiros têm uma alta tolerância para níveis surpreendentes de burocracia desnecessária e redundante. Brasileiros pagam impostos altos e taxas de importação que fazem tudo, especialmente produtos para o lar, eletrônicos e carros, incrivelmente caros. E para os empresários, seguindo as regras e pagando todos os seus impostos faz com que seja quase impossível de ser rentável. Como resultado, a corrupção e subornos em empresas e governo são comuns.
14. Está quente como o inferno durante nove meses do ano, e ar condicionado nas casas não existe aqui, porque as casas não são construídas para ser herméticamente isoladas ou incluir dutos de ar.
15. A comida pode ser mais fresca, menos processada e, geralmente, mais saudável do que o alimento americano ou europeu, mas é sem graça, repetitivo e muito inconveniente. Alimentos processados, congelados ou prontos no supermercado são poucos, caros e geralmente terríveis.
16. Os brasileiros são super sociais e raramente passam algum tempo sozinho, especialmente nas refeições e fins de semana. Isso não é necessariamente uma má qualidade, mas, pessoalmente, eu odeio isso porque eu gosto do meu espaço e privacidade, mas a expectativa cultural é que você vai assistir (ou pior, convidar amigos e família) para cada refeição e você é criticado por não se comportar “normalmente” se você optar por ficar sozinho.
17. Brasileiros ficam muito perto, emocionalmente e geograficamente, de suas famílias de origem durante toda a vida. Como no #16, isso não é necessariamente uma má qualidade, mas pessoalmente eu odeio porque me deixa desconfortável e afeta meu casamento. Adultos brasileiros nunca “cortam o cordão” emocional e sua família de origem (especialmente as mães) continuam a se envolvido em suas vidas diariamente, nos problemas, decisões, atividades, etc. Como você pode imaginar, este é um item difícil para o cônjuge de outra cultura onde geralmente vivemos em famílias nucleares e temos uma dinâmica diferente com as nossas famílias de origem.
18. Eletricidade e serviços de internet são absurdamente caros e ruins.
19. A qualidade da água é questionável. Os brasileiros bebem, mas não morrem, com certeza, mas com base na total falta de aplicação de leis e a abundância de corrupção, eu não confio no governo que diz que é totalmente seguro e não vai te fazer mal a longo prazo.
20. E, finalmente, os brasileiros só tem um tipo de cerveja (aguada) e realmente é uma porcaria, e claro, cervejas importadas são extremamente caras.
— Do Fórum —
21. A maioria dos motoristas de ônibus dirigem como se eles estivessem tentando quebrar o ônibus e todos dentro dele.
22. Calçadas no meu bairro são cobertos com mijo e coco de cães que latem dia e noite.
23. Engarrafamentos de Três horas e meia toda vez que chove .
24. Raramente as coisas são feitas corretamente da primeira vez. Você tem que voltar para o banco, consulado, escritório, mandar e-mail ou telefonar 2-10 vezes para as pessoas a fazerem o seu trabalho.
25. Qualidade do ar muito ruim. O ar muitas vezes cheira a plástico queimado.
26. Ir a Shoppings e restaurantes são as principais atividades. Não há nada pra fazer se você não gastar. Há um parque principal e está horrivelmente lotado.
27. O acabamento das casas é péssimo. Janelas, portas , dobradiças , tubos, energia elétrica, calçadas, são todos construídos com o menor esforço possível.
28. Árvores, postes, telefones, plantas e caixas de lixo são colocados no centro das calçadas, tornando-as intransitáveis.
29. Você paga o triplo para os produtos que vão quebrar dentro de 1-2 anos, talvez ais.
30. Os brasileiros amam estar bem no seu caminho. Eles não dão espaço para você passar.
31. A melhor maneira de inspirar ódio no Brasil? Educadamente recusar-se a comer alimentos oferecidos a você. Não importa o quão válida é a sua razão, este é considerado um pecado imperdoável aos olhos dos brasileiros e eles vão continuar agressivamente incomodando você para comê-lo.
32. As pessoas vão apertar e empurrar você sem pedir desculpas. No transporte público você vai tão apertado que você é incapaz de mover qualquer coisa, além da sua cabeça.
33 . O Brasil é um país de 3° mundo com preços ridiculamente inflacionados para itens de qualidade. Para se ter uma idéia, São Paulo é classificada como a 10ª cidade mais cara do mundo. (New York é a 32ª).
34. A infidelidade galopante. Este não é apenas um estereótipo, tanto quanto eu gostaria que fosse. Homens na sociedade brasileira são condicionados a acreditar que eles são mais ” virís ” por sairem com várias mulheres .
35. Zero respeito aos pedestres. Sim, eles não param para você passar. Na melhor das hipóteses, eles vão buzinar.
36. Quando calçadas estão em construção espera-se que você ande na rua. Alguns motoristas se recusam a fazer o menor desvio a sua presença, acelerando a poucos centímetros de você, mesmo quando a pista ao lado está livre.
37. Nem pense em dizer a alguém quando você estiver viajando para o EUA. Todo mundo vai pedir para você trazer iPods, X-Box, laptops, roupas, itens de mercearia, etc. em sua mala, porque eles são muito caros ou não disponíveis no Brasil.
38. A menos que você goste muito de futebol ou reality shows (ou seja, do Big Brother), não há nada muito o que conversar com os brasileiros em geral. Você pode aprender fluentemente Português, mas no final, a conversa fica muito limitada, muito rapidamente.
39. Tudo é construído para carros e motoristas, mesmo os carros sendo 3x o preço de qualquer outro país. Os ônibus intermunicipais de luxo são eficientes, mas o transporte público é inconveniente, caro e desconfortável para andar. Consequentemente, o tráfego em São Paulo e Rio é hoje considerado um dos piores da Terra (SP, possivelmente, o pior). Mesmo ao meio-dia podem ter engarrafamentos enormes que torna impossível você andar mesmo em um pequeno trajeto limitado, a menos que você tenha uma motocicleta.
40. Todas as cidades brasileiras (com exceção talvez do Rio e o antigo bairro do Pelourinho em Salvador), são feias, cheias de concreto, hiper-modernas e desprovidas de arquitetura, árvores ou charme. A maioria é monótona e completamente idênticas na aparência. Qualquer história colonial ou bela mansão antiga é rapidamente demolida para dar lugar a um estacionamento ou um shopping center.