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  1. Diogo Costa

    1 de março de 2016 3:02 am

    Os trinta anos do Plano Cruzado

    TRINTA ANOS DO PLANO CRUZADO – Relembrar daquele tempo é importante pois muita gente insiste em dizer que “no passado é que era bom.” 

    Evidente que todo mundo tem saudade dos tempos de infância, etc., mas em termos econômicos o passado recente do Brasil não era nada bom. Vejamos o contexto:

    Há 30 anos, em 28 de fevereiro de 1986, o então presidente José Sarney lançava o Plano Cruzado, que tentou debelar a grande inflação daqueles tempos. 

    Seguem algumas das medidas adotadas pelo Plano Cruzado:

    1. Congelamento de combustíveis, serviços, alimentos e produtos de higiene e limpeza, etc

    2. Corte de três zeros e mudança da moeda de Cruzeiro para Cruzado

    3. Fim da correção monetária

    4. Criação do seguro-desemprego

    5. Congelamento do câmbio a preços fixos

    6. Tabela da Sunab publicada nos jornais e afixada nos mercados (sim, o governo tabelou os preços dos produtos)

    7. Fiscais do Sarney 

    8. Confisco de boi no pasto

    9. Fim da Obrigação Reajustável do Tesouro Nacional (ORTN), título da dívida pública instituído em 1964, e criação da Obrigação do Tesouro Nacional (OTN)

    10. Gatilho salarial 

    A inflação foi de 215,26% em 1984 (último ano da ditadura militar) e de 242,23% em 1985, primeiro ano do governo Sarney. 

    No início o plano foi um sucesso de público (o consumo subiu vertiginosamente e a inflação foi debelada pelo congelamento). 

    Sarney era aplaudido em todo o país e o PMDB se refestelou, elegendo 22 dos 23 governadores na eleição de 1986. 

    Com o tempo as prateleiras e gôndolas dos supermercados começaram a esvaziar e a escassez de alguns produtos se tornou crônica. 

    Gerentes de supermercados eram presos e estabelecimentos eram sumariamente fechados se violassem a tabela da Sunab (bastava a denúncia de um dos ‘fiscais do Sarney’).

    As mercadorias que sumiam das prateleiras e gôndolas eram vendidas no mercado clandestino a preços exorbitantes. 

    O câmbio fixo acabou com as reservas internacionais do país e a taxa real de juros, que ficou negativa, estimulou o consumo além daquilo que se conseguia produzir (ainda mais com o congelamento de preços). 

    Logo após o pleito de 1986 o Plano Cruzado entraria em colapso e em fevereiro de 1987 o Brasil declararia a falência (pedido de moratória). 

    Praticamente todos os economistas que fizeram o Plano Cruzado se reuniram depois, entre 1993 e 1994, para criar o Plano Real de Itamar Franco. 

    Olhando para aqueles tempos não se pode deixar de tecer alguns paralelos com a situação atual da Venezuela. 

  2. romério rômulo

    1 de março de 2016 3:10 am

    Carta de Guimarães Rosa para João Cabral de Melo Neto

    http://www.cordisnoticias.com.br/2016/02/so-acontece-em-cordisburgo-carta-de.html

    romério

  3. Andre Araujo

    1 de março de 2016 3:52 am

    BRASIL, VESTAL DOS EMERGENTES

    BRASIL, VESTAL DOS EMERGENTES – A expansão das empreiteiras brasileiras para o exterior se deu a partir do Governo Militar com a ida da Mendes Junior ao Iraque em um jogo cruzado com a Petrobras e sua trading Interbras, o Iraque passou a ser o maior fornecedor de petroleo bruto ao Brasil e em troca comprava autmoveis, material bélico e serviços de engenharia, estes inclusive incluindo equipamentos brasileiros como geradores, bombas de grande porte, compressores, maquinas de construção.  O Iraque salvou o Brasil na primeira e segunda crises do petroleo, o Brasil não tinha divisas mas podia pagar o petroleo com bens industriais e serviços, o esquema salvou a economia brasileira por alguns anos.

    A partir dessa base que se deu na segunda metade da decada de 70, outras empreiteiras brasileiras procuraram desbravar mercados na Africa e na America Latina., muito apoiadas pelo Governo através do Banco do Brasil, da Interbras e do Itamaraty. A CACEX tinha um vasto programa de financiamento à exportação, usando para isso a agencia do Banco do Brasil em Cayman Islands, um paraiso fiscal.

    A Odebrecht conseguiu contratos no Peru (grande projeto de irrigação), a Camargo na Venezuela (hidroeletrica do salto Guri), uma grande incursão foi  da Odebrech em Angola, em todos os segmentos, chegando a representar 10% do PIB daquele Pais incluindo diamantes, condominios residenciais , supermercados, estradas. No rastro das empreiteiras foram outras empresas, as empreiteiras abriram caminho para empresas medias e pequenas, para serviços de consultoria e comercio.

    Provavelmente os marqueteiros politicos foram um desses negocios que acompanharam essa expansão da engenharia.

    Agora, a implosão da Lava Jato joga por terra  quase 40 anos de dificeis esforços de exportação de serviços, vamos perder mercados que representaram décadas d esforços conjuntos das empresas e de varios governos brasileiros.

    Só quem correu paises primitivos para vender alguma coisa sabe como é dificil e trabalhoso conseguir algum resultado, é preciso muita paciencia, perseverança e conhecimento dos costumes locais para ter algum exito, depois precisa fazer o serviço e mais complicado ainda é receber. Relações politicas são obviamente fundamentais para todas as etapas.

    Com o Brasil colocando na janela para o mundo inteiro ver os negocios de suas empreiteiras com paises emergentes é evidente que esses paises nunca mais vão querer ver empreiteiras brasileiras e marqueteiros politicos do Brasil.

    Para ocupar o lugar do Brasil esxistem empresas da Turquia, Dubai, India, Paquistão, Singapura, Malasia, Tailandia, Coreia do Sul, Indonesia, Russia e obviamente China, nenhum desses paises sonha com uma Lava Jato, o sigilo está garantido, já o Brasil tornou-se a vestal dos emergentes, revelando ao mundo os negocios de suas empresas nacionais.

    Há um outro pais vestal, os Estados Unidos, mas eles tem um poder tecnologico e geopolitico de tal magnitude que suas empresas vendem por causa do poderio da Embaixada americana, algo que o Brasil não tem.

    Vamos ser então a famosa virgem de bordel, aquela que é pura em um mundo de vicios e safadezas.

    Porque o mundo competitivo REAL e não os dos cursos de compliance na FGV e no INSPER não é um mundo de santos.

    O comercio global de petroleo, de armas, de consrução civil, de fretes maritimos, de construção naval, de aviação,

    não é um territorio puro como a terra da Branca de Neve, é preciso saber jogar o jogo sem o que não se vende nada.

    Entre os BRICS, o Brasil vai  ser o unico sacristão de novela, branco como farinha de Nazaré, enquanto nossos colegas de BRICS, a Russia, a India, a China e Africa do Sul operam dentro das regras da arena de touros que é o mercado mundial.

    Empresa brasileira no exterior? Nem por sonho, combinações sigilosas são delatadas para os jornais do mundo e pior ainda, agora os delatores vão ser ouvidos por oferta brasileira no Departamento de Justiça dos EUA para que esse possa processar paises onde nossas empreiteiras operaram, seus Ministros e dirigentes, o Brasil entrega quem com ele contrata.

    Ou alguem acha que nossas empreiteiras depois dessa e nossos marqueteiros politicos vão ter mercado no exterior?

    E para essa destruição arrasa quarteirão de um enorme capital nacional não faltam aplausos dos Sardenbergs, Camarottis, Lo Pretes, Mervais, todos achando lindo o Brasil entregar dirigentes de varios paises e suas tratativas com o Brasil, que todos achavam que seriam sigilosas até o fim dos tempos. Eles que elogiam tanto a cultura anglo-americana esquecem que a riqueza da Inglaterra no Seculo XVII se fez com a pirataria no Caribe, sendo os piratas concessionarios do Rei da Inglaterra que lhes fornecia cartas de corso para roubar os galeões espanhois.

    Os antigos piratas e assaltantes de diligencias hoje dão cursos de ética e aulas de compliance mas por baixo das capas

    continuam sendo piratas e assaltantes reciclados como operadores de Wall Street enquanto os provincianos do Brasil

    se assumem com bom mocinhos que querem se mostrar ao mundo tal qual coroinhas maristas acreditando piamente que

    agora o Brasil virou moderno enquanto a recessão come solta porque sem empresas não há empregos.

     

  4. José Carlos Lima...

    1 de março de 2016 6:35 am

    O PT é composto por várias

    O PT é composto por várias tendências que, na época do Congresso do Partido, apresentam suas teses. Não sei ao certo quais os quadros da tendência Mensagem ao Partido.,..segue a tese da mesma sobre democracia direta,  também não sei se a mesma foi aprovada pela tendência majoritaria. 

    http://www.mensagemaopartido.com.br/v-congresso-pt-emenda-apresentada-pela-mensagem-sobre-democracia-participativa/

  5. José Carlos Lima...

    1 de março de 2016 6:45 am

    Nessa operação desmonte

    Nessa operação desmonte levado a cabo pela Globo e Moro, deus salva a Amazônia, basta que achem uma Odebrexi por lá para que tudo vire pó…

    https://pt.wikipedia.org/wiki/Amazônia

  6. José Carlos Lima...

    1 de março de 2016 7:51 am

    o ministro aecista joão

    o ministro aecista joão otavio noronha comandava o setor de informatica na epoca dos desvios

     

    http://www.brasil247.com/pt/247/brasilia247/217858/PF-investiga-desvio-de-R$-13-milh%C3%B5es-no-STJ.htm

  7. Adir Tavares

    1 de março de 2016 11:22 am

    Entidade vai à Justiça contra abandono do monotrilho pelo Metrô

    Entidade vai à Justiça contra abandono do monotrilho pelo Metrô de SP

    por Eduardo Maretti, da RBA

    São Paulo – A Frente Nacional pela Volta das Ferrovias (Ferrofrente) protocolou na 4ª Vara da Fazenda Pública do Estado de São Paulo um processo com pedido de produção antecipada de provas frente ao governo de São Paulo e ao Metrô, para esclarecer o “abandono” das obras da Linha 17-Ouro, o monotrilho, que ligaria o Aeroporto de Congonhas à Estação Jabaquara. O processo é preparatório para uma ação civil pública e consiste na designação de inspeção judicial, prevista no Código de Processo Civil.

    Na ação, a entidade argumenta que “o abandono do monotrilho é uma imagem que sintetiza o estado de desgoverno no setor da infraestrutura metroferroviária, com a danosa sobrecarga da infraestrutura rodoviária”. Diz ainda que a ação principal, a ação civil pública, será ajuizada “por responsabilidade por danos morais e patrimoniais causados à ordem urbanística, ao patrimônio público e social e a interesses difusos e coletivos”.

    O governo Geraldo Alckmin (PSDB) paralisou as obras da Linha 17-Ouro no mês passado, até 2017. O projeto foi prometido para 2012, depois para a Copa do Mundo no Brasil e agora a expectativa é de que seja concluído só em 2018, no mínimo. O custo da obra é estimado em R$ 5 bilhões.

    Segundo o governo, o Consórcio AG/CR Almeida, formado pelas construtoras Andrade Gutierrez e CR Almeida, abandonou as obras. As empresas dizem que o Metrô não cumpre os termos do contrato.

    Quando a obra foi paralisada, no mês passado, o Metrô disse, em nota, que o consórcio “desacelerou o ritmo das obras e não vinha cumprindo os prazos estabelecidos”. Acrescentou que a companhia estatal “realizou vistorias que indicaram o abandono das obras do monotrilho da Linha 17-Ouro”. Informou ainda que vai procurar o segundo colocado das licitações “para verificar o interesse em assumirem as obras da Linha 17”.

    “Pedimos a busca de informações porque foram feitas desapropriações para a construção do monotrilho e outras obras do Metrô, foi investido dinheiro público, e como fica esse dinheiro? Como ele volta? A obra foi prometida para antes da Copa do Mundo, para mobilidade urbana, e aquele elefante branco vai ficando na cidade”, diz o presidente da Ferrofrente, José Manoel Ferreira Gonçalves.

    Em novembro de 2015, em audiência na Assembleia Legislativa de São Paulo, o secretário Nacional de Mobilidade Urbana do Ministério das Cidades, Dario Rais Lopes, afirmou que a preocupação do governo federal é que o governo estadual termine as linhas já previstas ou em andamento antes de financiar novos projetos, para evitar obras que se transformem em “esqueletos” na cidade.

    Na ocasião, o representante do governo federal disse haver “desconforto”, porque o governo acompanha a Linha 17-Ouro, que tem financiamento federal.  Na audiência, o secretário dos Transportes Metropolitanos do governo de São Paulo, Clodoaldo Pelissioni, negou haver “esqueletos” na cidade. “São Paulo não tem esqueleto. Na linha 17 temos 1.500 empregados trabalhando”, garantiu, dois meses antes da interrupção do projeto.

    “A gente pode chamar isso de esqueleto ou de escombro, porque obras como essa do monotrilho parecem uma coisa de pós-guerra”, acrescenta o presidente da Ferrofrente.

    Segundo auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU), divulgada em setembro de 2015 para analisar representação do Ministério Público Federal (MPF), a licitação da linha 17-Ouro foi feita sem projeto básico e sem orçamento. O relator no TCU, José Múcio, porém, ressalvou que a denúncia de irregularidades no caso não é competência do MPF e do TCU, e sim do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e do Ministério Público do Estado de São Paulo (MPE).

    “O Tribunal de Contas diz isso, mas queremos ouvir das empresas e do Metrô esclarecimentos sobre esses projetos”, afirma Gonçalves.

    Na ação, a Ferrofrente destaca que a Linha 17-Ouro “já sofreu sinistro de extrema gravidade, com a perigosa queda de uma enorme estrutura em concreto que matou um operário e feriu dois”. O acidente ocorreu quando uma viga de 90 toneladas caiu sobre a rua Vieira de Morais, nas proximidades do aeroporto de Congonhas, onde há grande movimentação de veículos e pessoas. “A tragédia só não foi maior porque ocorreu em um domingo, no dia 8 de junho de 2014”, diz a entidade na petição.

    http://www.redebrasilatual.com.br/politica/2016/02/entidade-vai-a-justica-contra-abandono-do-monotrilho-pelo-Metro-de-sp.html

  8. Assis Ribeiro

    1 de março de 2016 11:25 am

    O ministro da Justiça, José
    O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, caiu porque foi desmoralizado pela força-tarefa da Operação Lava Jato.

    A máscara de ministro fantoche foi apresentada de bandeja entre os dias 27/01 e 28/02.

    No dia 27/01, o ministro Cardoso se dirige à imprensa para afirmar que o ex-presidente Lula, mesmo bombardeado por todos os lados com informações vazadas da justiça, não estava sendo investigado.

    “O ex-presidente Lula não está sendo investigado, nem me parece que, na operação de hoje, tenha sido determinada qualquer medida investigativa com relação à figura do ex-presidente Lula. Portanto, quaisquer outras situações que possam estar sendo colocadas ou veiculadas são especulações absolutamente indevidas”, afirmou o ministro.

    Neste dia 27, em entrevista na sede do Ministério da Educação durante lançamento de “força-tarefa” de combate a desvios de recursos na área, Cardozo disse que não poderia fazer nenhum comentário sobre a Operação, pois ela está sob sigilo, mas lembrou que o próprio juiz federal Sérgio Moro, que conduz as investigações na primeira instância, já afirmou que o ex-presidente Lula não está sendo investigado.

    Não esperava o ministro Cardoso, que o ex – presidente Lula iria requerer ao STF a informação se ele estaria sendo investigado na “Lava -Jato”, alegando haver duas investigações relacionadas aos mesmos fatos, uma conduzida pelo MPF e outra pelo MP/SP.
    O pedido de Lula foi distribuído para a Ministra do STF, Rosa Weber que notificou a Operação Lava à Jato para que esclarecesse se Lula estava ou não sendo investigado. A resposta veio em ofício encaminhado pelo procurador da República Deltan Dallagnol que confirmou que Lula está sendo investigado pela Lava-Jato.

    O ministro José Eduardo Cardoso demonstrou estar completamente alheio ao que ocorre na área de sua responsabilidade, em um procedimento da justiça que:

    1) paralisou o país;
    2) envolve as maiores empresas brasileiras;
    3) mantém em prisão empresários de alto calibre;
    4) investiga um ex-presidente da República;
    5) coloca o país em risco de impeachment.

    E com toda essa gravidade, mesmo saindo desmoralizado, ao ministro fantoche ainda é prometido um grande cargo executivo; como Ministro Chefe da AGU.

  9. Adir Tavares

    1 de março de 2016 11:35 am

    Panes no Metrô de São Paulo crescem 27% em quatro anos

    Falha na Linha 2-Verde parou o sistema ontem, e usuários ficaram sem acesso a várias estações. Problema, segundo trabalhadores, é com o novo sistema de operação dos trens

    por Redação RBA

    São Paulo – O número de problemas no funcionamento do Metrô paulista, com impacto significativo para os passageiros, tem aumentado nos últimos quatro anos. O sistema sofreu 74 panes em 2015, nas quatro linhas administradas pelo governo Geraldo Alckmin (PSDB) – 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 5-Lilás. Em 2011, foram 58, o que representa aumento de 27,5% nas falhas do sistema. É o que aponta o levantamento feito pelo siteFiquem Sabendo com base em dados do Metrô de São Paulo obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação.

    Segundo os dados, as ocorrências que causaram impacto significativo no sistema – com interrupção na circulação dos trens – cresceram ano a ano: 58 em 2011; 71 em 2012; 72 em 2013, 73 em 2014, e 74 em 2015. No mesmo período, a quantidade de passageiros transportados pelas linhas 1-azul, 2-verde, 3-vermelha e 5-lilás, juntas, cresceu de 1,087 bilhão para 1,116 bilhão (3%).

    A Linha 1-Azul (que liga o Jabaquara, na zona sul, ao Tucuruvi, na zona norte) foi a que teve maior número de falhas em 2015. Foram 29, quase o dobro das ocorridas em 2011: 15, apesar de o número de passageiros ter diminuído: 417,8 milhões de pessoas, em 2015. Em 2011, a mesma linha transportou 433,5 milhões de passageiros.

    A Linha 3-Vermelha, a mais movimentada do Metrô atualmente, que liga a Barra Funda (zona oeste) a Itaquera (zona leste) teve redução das panes: foram 35, em 2012; 26, em 2013; 23 em 2014,  e 22 no ano passado.

    Problemas persistem

    Ontem (25), a Linha 2-Verde, que liga a Vila Madalena (zona oeste) à Vila Prudente (leste) sofreu uma pane que interrompeu a circulação dos trens por 45 minutos e deixou o sistema com velocidade reduzida por, pelo menos, duas horas. O Metrô chegou a restringir a entrada de passageiros nas estações. No dia 20 de janeiro, uma falha em um trem entre as estações Penha e Carrão, da Linha 3-vermelha, deixou a circulação mais lenta e as estações lotadas.

    Segundo os metroviários, a implementação do novo sistema de sinalização, o Controle de Trens Baseado em Comunicação (CBTC), tem causado problemas no funcionamento do sistema da Linha 2-Verde. O CBTC passou a operar todos os dias da semana a partir do último dia 13, após oito anos da aquisição do sistema, por R$ 700 milhões. “O sistema deveria reduzir a distância entre os trens, possibilitando colocar mais carros nas linhas, com segurança. Mas nem isso está sendo possível”, afirmou Altino Melo Prazeres Júnior, presidente do Sindicato dos Metroviários de São Paulo.

    Alckmin havia prometido instalar o sistema também nas linhas 1-Azul e 3-Vermelha até o final de 2014. Na linha 5-Lilás, 26 trens novos que possuem o sistema CBTC estão parados há quase dois anos porque o mesmo não foi implementado na via. Os trens foram comprados por R$ 630 milhões, mas não há previsão de quando vão passar a transportar os usuários.

    No sistema atual, chamado ATO, a linha é dividida em setores de 150 metros. Quando dois trens ocupam o mesmo setor, o avanço do que está atrás é impedido por meio de um corte na energia elétrica. Com o sistema CBTC, a comunicação se dá por rádio, por meio de antenas colocadas nos trens e ao longo da via, o que garante maior segurança para reduzir a distância entre as composições. O novo sistema também controla a abertura de portas conjugadas entre o trem e a estação.

    Metrô se diz seguro

    A Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) informou que as panes registradas ao longo dos últimos anos são proporcionais ao número de viagens realizadas, à quilometragem percorrida e à quantidade de passageiros transportados. E que o sistema é seguro.

    “O Metrô de São Paulo transporta 4 milhões de passageiros diariamente, realizando mais de 3.500 viagens diárias, com 60 mil quilômetros percorridos. No ano de 2015, o número de quilômetros percorridos aumentou na comparação ao realizado em 2014. Dessa forma, o número de incidentes notáveis apresenta estabilidade entre os anos de 2014 e 2015, mantendo-se dentro dos padrões internacionais de qualidade e segurança. Os números mostram que o Metrô de São Paulo é um sistema de transporte regular, confiável e seguro, considerado internacionalmente como um dos dez melhores do mundo.”

     http://www.redebrasilatual.com.br/cidadania/2016/02/panes-no-metro-de-sao-paulo-cresceram-27-em-quatro-anos-3975.html 

     

  10. Paulo Cezar

    1 de março de 2016 11:50 am

    NASSIF !
     
    POR QUE A LEI DE

    NASSIF !

     

    POR QUE A LEI DE DIREITO DE RESPOSTA NÃO ESTÁ SENDO UTILIZADA ??

    TEVE UM ÍNICIO PROMISSOR, ARRANCANDO ATÉ PEDIDOS DE DESCULPAS DE ORGÃOES MANIPULADORES. 

    PORÉM AGORA NÃO SE VÊ NADA. NEM COM A IMENSA ACELAREÇÃO DE CALÚNIAS E MANIPULAÇÕES DA IMPRENSA , PRINCIPALMENTE QUANTO A LULA. 

    SEI QUE O STF DEU UMA LIMINAR CONTRA PARTE DA LEI. MAS ISSO NÃO A INVALIDA POR COMPLETO 1

  11. Cláudio José

    1 de março de 2016 12:11 pm

    PROJETO: O JOGO DA PAZ, ou JORNADA DAS ESTRELAS PELA PAZ
    Rio de Janeiro, 1 de março de 2016 ONU: DireçãoPROJETO: O JOGO DA PAZ, ou JORNADA DAS ESTRELAS PELA PAZ Caros amigos (as) a seleção brasileira de vólei leva sempre um legião de fãs aos ginásios e estádios, pensando nisso, gostaria de sugerir um projeto: O JOGO DA PAZ, ou JORNADA DAS ESTRELAS PELA PAZ, onde num final de semana, ela faria dois jogos contra a seleção do mundo, e a renda seria doada, para a ONU, para ajudar as vitimas de guerras pelo mundo. Amigos (as) esse jogo seria também um  bom teste para a seleção brasileira de vólei, que vai disputar os jogos olímpicos, com isso, o interesse do público, vai ser enorme, esse jogo também poderia passar  na TV e o direito de imagem, também poderia ir para a ONU, ajudar esses nossos irmãos, que estão sofrendo. Observação. outros jogos poderiam ser feitos também, por outras seleções pelo mundo inteiro.  Atenciosamente:
    Cláudio José um amigo do povo, da paz, da ONU e um Beija-Flor da floresta do Betinho. 

  12. mcn

    1 de março de 2016 1:09 pm

    Wagner, o super ministro

    Saída de Cardozo torna Wagner super ministro

    Blog do Rovai – http://goo.gl/8AUkLW

    A saída de José Eduardo Cardozo para a Advocacia Geral da União consolida uma mudança de centro político do primeiro para o segundo mandato da presidenta Dilma Rousseff. Durante seu primeiro governo, Dilma tinha como seus principais interlocutores no ministério Aloizio Mercadante, José Eduardo Cardozo, Miriam Belchior e Gleisi Hoffman. Sendo que os dois primeiros eram os mais influentes.

    No início do segundo governo já havia uma expectativa de que Jaques Wagner assumisse a Casa Civil, mas Dilma preferiu manter Mercadante. Só com o aprofundamento da crise política é que ela aceitou fazer a troca.

    Com a saída de Cardozo e a indicação de  Wellington Cesar Lima e Silva, que foi procurador-geral de Justiça da Bahia, o ministro da Casa Civil começa a consolidar uma nova cara para o governo Dilma, muito mais parecida com ele do que com a própria presidenta.

    Ao assumir a Casa Civil, Wagner buscou, junto com o ministro Berzoini, uma reaproximação com o Congresso por meio de uma postura menos arrogante e mais pragmática, uma mudança radical em relação à forma de atuar de Aloizio Mercadante. Os resultados dessa mudança de rota vêm aparecendo aos poucos, mas já construíram uma base mínima na Câmara que garantiu, por exemplo, a vitória de Leonardo Picciani na eleição à liderança do PMDB, que talvez tenha sido a maior vitória do governo no Legislativo neste mandato.

    Por mais criticado que tenha sido, o acordo com Renan Calheiros no Senado passa por essa lógica. A estratégia de Wagner e Berzoini é evitar conflitos tanto quanto for possível, principalmente com aqueles que ainda se dispõem a apoiar o governo mesmo de forma crítica.

    O perfil do novo ministro da Justiça parece indicar esse mesmo caminho. Wellington Cesar é um procurador garantista, segundo fontes ouvidas pelo blogue, tem a simpatia de advogados e juízes progressistas na Bahia e, ao mesmo tempo, é do Ministério Público. O que se, por um lado, desagrada os delegados da Polícia Federal, por outro abre uma porta do governo com um órgão que se transformou nos últimos tempos em uma poderosa corporação.

    Wellington Cesar terá condições de discutir a função do MP em um Estado democrático como forma não só de garantir o combate à corrupção e punição contra crimes, mas também de preservar os direitos cidadãos e as garantias individuais. Além disso, como a indicação de seu nome veio de Wagner, espera-se que Wellington Cesar também faça com que o MJ retome um pouco do seu espaço político, discutindo, entre outras coisas, temas da segurança pública e do Estado, que foram abandonados no governo Dilma.

    A ampliação de poderes de Jaques Wagner é vista com bons olhos tanto no PT quanto por pessoas do governo que avaliam que o perfil conciliador e a experiência política do baiano são características necessárias neste momento e podem, se bem aproveitadas, recuperar aos poucos, e sem ansiedade, as condições de governabilidade e a popularidade da presidenta. Há alguns meses já se defendia que Dilma tivesse uma atuação mais internacional e se preservasse em relação à política interna. Se a indicação de Wellington Cesar vier a dar certo, esse movimento pode se consolidar, tornando Wagner uma figura que poderia ser caracterizada como um super ministro.

    Evidente que qualquer um que venha a ser considerado como uma figura forte desse governo corre riscos muito maiores de se tornar um alvo. Wagner sabe disso. E, como bom baiano, vai fazer de tudo para escapar dessa armadilha.

    A saída de Cardozo do Ministério da Justiça pode até ser interpretada por alguns como mais uma baixa do governo Dilma. Mas também não pode deixar de ser entendida como mais um movimento de mudança na centralidade de poder interno. É Wagner ganhando espaço em um momento no qual o governo parece começar a acertar os passos. Os resultados das pesquisas Datafolha e MDA, se não são alvissareiros, pelo menos dão sinais de que ainda há possibilidade de recuperação.

  13. Vânia

    1 de março de 2016 1:12 pm

    Feliz aniversário, por Marcelo Freixo

    Neste 1º de março, festejo a cidade dos invisíveis, dos esquecidos e dos poetas anônimos que compõem versos tortuosos como becos e vielas da resistência cotidiana.

    Festejo o aniversário do Rio de Janeiro. Mas não desse Rio marcado com código de barras, “made in” especulação e espetáculo. Aplaudo os penetras, aqueles que não costumam entrar em cena, que não sobem no palco e não subirão no pódio da cidade olímpica. Que não são convidados, não frequentam cinemas, teatros e cartões postais.

    Saudações ao povo da Vila Autódromo e à sua luta por moradia. Viva a rapaziada que observa a imensa vitrine e não reconhece seu reflexo nela.

    A imagem brilha, mas não cega o Rio que renasce todos os dias em pontos de ônibus, trens lotados, filas dos hospitais, favelas, bailes.

    Celebro essa cidade que, 451 anos após sua fundação, tenta cruzar oceanos imaginários que ainda separam colonizadores e colonizados. Mais do que nunca, navegar é preciso.

    Quando os portugueses chegaram aqui, diziam que os índios não conheciam as letras L, R e F. Logo, não tinham lei, rei e fé. Demarcaram assim os limites da civilização: se o interlocutor é considerado bárbaro, o diálogo é impossível. A única linguagem é a da violência e submissão.

    Esse processo não foi superado, mas transformado. As atuais fronteiras da Nova Pindorama delimitam territórios muito próximos, distantes só alguns quilômetros, mas separados por um oceano Atlântico do ponto de vista da garantia da dignidade humana.

    A segregação leva ao desconhecimento e alimenta o medo. O medo dá origem ao mal, legitima a violência contra aqueles considerados inferiores, selvagens das aldeias-periferias do século 21.

    A cidade se enche de grades, alarmes, muros simbólicos para tentar se proteger de si mesma. E assim revivemos a linguagem da violência dos tempos de Estácio de Sá.

    Precisamos ampliar o diálogo, criar formas de participação das pessoas em decisões de interesse coletivo. A democracia deve sair dos gabinetes e ganhar ruas e redes. Assim a cidade negada será a cidade esperança. Há muitas cidades dentro do Rio, purgatórios do caos e da beleza. Por isso ele resiste. Não falo da beleza clichê da cidade maravilhosa, mas da maravilha mutante cuja essência não sucumbe.

    Festejo essa cidade sangue quente cantada por Fernanda Abreu, Fausto Fawcett, camelôs, garis, motoristas, cobradores, motoboys. Por todos trabalhadores e trabalhadoras que a constroem com suas alegrias e dores.

    Cidades e pessoas não se separam. Quando debatemos a cidade que desejamos, reafirmamos quem seremos. Celebremos, então, esta cidade que é nossa! 

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelo-freixo/2016/03/1744883-feliz-aniversario.shtml

  14. RONALD1

    1 de março de 2016 1:12 pm

    PERSEGUIÇÃO VIA CACHOEIRA DA VEJA

     

    Vejam no BLOG BRASIL247

     

    Investigação contra LULA partiu do psdb e de veja

     

    Ao confirmar pela primeira vez que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é investigado pela Operação Lava Jato, o procurador Deltan Dallagnol também divulgou o fato que motivou a abertura de inquérito; a representação inicial foi apresentada por um parlamentar tucano, o deputado Major Rocha (PSDB-AC), a partir de uma reportagem da revista Veja sobre uma suposta delação de Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, que não se materializou; a partir daí, a representação foi rejeitada pelos Ministérios Públicos de São Paulo e do Distrito Federal até ser encaminhada pelo procurador-geral Rodrigo Janot à força-tarefa paranaense; no fim de semana, na festa de 36 anos do PT, Lula afirmou que MP se subordina aos interesses políticos de alguns veículos de comunicação

  15. Ramalho12

    1 de março de 2016 1:25 pm

    Utopia

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=cn9li_NePro%5D

  16. Cláudio José

    1 de março de 2016 2:02 pm

    BELO EXEMPLO E INICIATIVA

    Embaixadores do UNAIDS, Mateus Solano e Wanessa Camargo promoverão Dia Mundial de Zero Discriminação

    Publicado em 26/02/2016 Atualizado em 28/02/2016   AUMENTAR LETRA DIMINUIR LETRA  

    Data é marcada anualmente no dia 1º de março. Iniciativa ‘Zero Discriminação’ celebra o direito universal a uma vida produtiva, plena e com dignidade e tem como meta combater todo tipo de estigma e discriminação que impeçam o exercício desse direito.

    Wanessa e Mateus posam com a borboleta da #ZeroDiscriminação. Foto: Site do UNAIDS

    Wanessa e Mateus posam com a borboleta da #ZeroDiscriminação. Foto: Site do UNAIDS

    Milhões de pessoas em todo o planeta vão comemorar com o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e toda a família das Nações Unidas o Dia Mundial de Zero Discriminação, celebrado todos os anos no próximo dia 1º de março, terça-feira.

    Todas as pessoas poderão fazer sua parte nesta celebração através das redes sociais, de ações em suas comunidades e da sensibilização das pessoas mais próximas.

    A iniciativa ‘Zero Discriminação’ celebra o direito universal a uma vida produtiva, plena e com dignidade e tem como meta combater todo tipo de estigma e discriminação que impeçam o exercício desse direito. A Zero Discriminação busca demonstrar que todos podem se informar sobre os impactos negativos destas práticas na vida em sociedade e, assim, promover a tolerância, a compaixão e a paz.

    Clique aqui para baixar as borboletas #ZeroDiscriminação!

    Clique aqui para baixar as borboletas #ZeroDiscriminação!

    Neste ano, o UNAIDS buscará mobilizar jovens e comunidades na promoção da inclusão e do respeito – não importando origem, orientação sexual, identidade de gênero, sorologia para o HIV, raça ou etnia. A borboleta da campanha – símbolo da transformação – representa o compromisso em assumir um comportamento aberto à diversidade e à tolerância.

    “O estigma e a discriminação causam danos às pessoas e fragmentam sociedades. Nenhum indivíduo deveria ter que sofrer com medo e na escuridão. Em 2016, transforme o mundo à sua volta e se faça sua parte pela Zero Discriminação”, disse o diretor executivo do UNAIDS, Michel Sidibé.

    No Brasil, a Zero Discriminação conta com o apoio de Mateus Solano e Wanessa Camargo, embaixadores de Boa Vontade do UNAIDS e porta-vozes oficiais da iniciativa. Junto a eles, nos esforços globais do UNAIDS para esta mobilização, outras estrelas também farão sua parte na promoção destas mensagens, trazendo à tona o debate sobre a discriminação e a promoção dos direitos humanos.

    Pintura criada pela artista Maribel para a iniciativa. Foto: Site do UNAIDS

    Pintura criada pela artista Maribel para a iniciativa. Foto: Site do UNAIDS

    Nas redes sociais, o engajamento será feito principalmente através do InstagramFacebook e Twitter do UNAIDS no Brasil e também do UNAIDS Global.

    No Instagram, serão postadas peças originais criadas por artistas, designers e ilustradores com suas próprias interpretações do que #ZeroDiscriminação significa. No Facebook, qualquer pessoa pode compartilhar a sua própria interpretação da #ZeroDiscriminação, mostrando apoio, compartilhando fotos e desenhos da borboleta ou postando imagens e fotos com a hashtag #ZeroDiscriminação. Já no Twitter, tuítes e imagens estão disponíveis para download por meio de links para o site unaids.org e poderão ser compartilhados à vontade pelas redes.

    Clique aqui para saber como você pode fazer a sua parte e promover a #ZeroDiscriminação.

    Acesse o evento no Facebook clicando aqui.

     

     

     

     

  17. Luciano Prado

    1 de março de 2016 3:01 pm

    FEDERAÇÃO DA PF SAÚDA NOVO MINISTRSO

    Nota Oficial

    FENAPEF SAÚDA O NOVO MINISTRO DA JUSTIÇA

     

     

     

    A Federação Nacional dos Policiais Federais – FENAPEF, maior entidade representativa dos Policiais Federais, vem a público cumprimentar e dar as boas vindas ao Ministro da Justiça, Wellington César, anunciado hoje como novo titular da pasta.

    Cientes do difícil momento da política nacional, os policiais federais manifestam total e irrestrito apoio para a construção de uma segurança pública eficiente e de qualidade, como pauta prioritária para a sociedade brasileira.

    Para a FENAPEF, a posse do Ministro Wellington César irá renovar as expectativas de uma atuação isenta da Polícia Federal, com a modernização do modelo de investigação criminal e a reestruturação da carreira dos policiais federais, com a valorização do seu efetivo e inserção dos conceitos de meritocracia e competência na gestão do órgão.

    Os policiais federais acreditam que uma nova visão da persecução criminal pode ser implementada com a posse de um representante do Ministério Público, com quem já ombrearam na luta contra a PEC 37, e colocam-se à disposição para colaborar nas propostas de políticas que visem a implantação de uma efetiva segurança pública para a população brasileira.

     

    Luís Antônio de Araujo Boudens
    Presidente da FENAPEF

     

     

    1. MBTMelo

      1 de março de 2016 4:26 pm

      Ótima declaração em resposta

      Ótima declaração da Federação Nacional dos Policiais Federais em resposta ao texto dos delegados golpistas, que estavam se empenhando em convocar os eleitores do Aécio para o carnacoxinha do dia 13.

      Quem representa os policiais federais é a FENAPEF, que claramente afirma estar com “expectativas de uma atuação isenta da Polícia Federal”. Quem sabe agora, sem a omissão do ministro da justiça?

      A ADPF representa apenas os delegados e seu precioso IPL, tornando seus filiados cada vez mais dispensáveis a cada dia que passa.

      Que a Dilma abra os olhos em relação a PF.

       

  18. Cláudio José

    1 de março de 2016 3:43 pm

    COVARDIA, ALÔ ONU!

    Iraquiana sequestrada pelo Estado Islâmico: ‘Fui vítima de jihad sexual’

    DA BBC MUNDO

    01/03/2016  10p7Compartilhar21 Mais opçõesFacebookEnviar por e-mailCopiar url curtaImprimirComunicar errosMaior | MenorRSSPUBLICIDADE 

    Quando integrantes do grupo autodenominado Estado Islâmico (EI) invadiram a aldeia de Nadia Murad no Iraque, mataram todos os homens, incluindo seis de seus irmãos.

    Nadia é da minoria étnica e religiosa yazidi, considerada “infiel” pelos extremistas do EI.

    Ela e centenas de outras mulheres yazidis foram sequestradas, vendidas e passadas de mão em mão por homens que as estupraram em grupo. Foram vítimas do que o EI chama de “jihad sexual”.

    Nadia conseguiu fugir, mas acredita-se que milhares de mulheres continuem presas.

    Nadia Murad está em Londres em campanha para chamar a atenção para seu povo.

     BBC Nadia Murad conseguiu fugir, mas acredita-se que milhares de mulheres yazidis ainda estejam sob poder do Estado IslâmicoNadia Murad conseguiu fugir, mas acredita-se que milhares de mulheres yazidis estejam sob poder do EI

    O ATAQUE

    Em 3 de agosto de 2014, o EI atacou os yazidis em Sinjar, região no norte do Iraque próxima a uma montanha de mesmo nome. Antes disso haviam atacado locais como Tal Afar, Mossul e outras comunidades xiitas e cristãs, forçando a saída dos moradores.

    “A vida em nosso vilarejo era muito feliz, muito simples. Como em outros vilarejos, as pessoas não viviam em palácios. Nossas casas eram simples, de barro, mas levávamos uma vida feliz, sem problemas. Não incomodávamos os outros e tínhamos boas relações com todos”, disse Nadia à BBC.

    Nesse dia, diz ela, 3 mil homens, idosos, crianças e deficientes forammassacrados pelo EI.

    Alguns conseguiram fugir e se refugiar no monte Sinjar, mas a aldeia estava longe da montanha e o EI cercou as saídas.

     BBC Perseguidos pelo EI, os yazidis reverenciam a Bíblia e o Alcorão, mas grande parte de sua tradição é oral Perseguidos pelo EI, yazidis reverenciam a Bíblia e o Alcorão, mas grande parte de sua tradição é oral

    “Rodearam a aldeia por alguns dias mas não entraram. Tentamos pedir ajuda por telefone e outros meios. Sabíamos que algo horrível iria acontecer. Mas a ajuda não chegou, nem do Iraque nem de outras partes.”

    Depois de alguns dias, o EI encurralou os moradores na escola da aldeia e ali mantiveram homens, mulheres e crianças.

    “Deram-nos duas opções: a conversão ao Islã ou a morte”, disse Nadia.

    ASSASSINATOS, SEQUESTROS E ESTUPROS

    Logo separaram os homens, cerca de 700. Levaram todos para fora da aldeia e começaram a baleá-los. Nove irmãos de Nadia estavam entre eles.

    Seis dos irmãos de Nadia morreram –três ficaram feridos mas escaparam.

    “Da janela da escola podíamos ver os homens sendo baleados. Não vi meus irmãos sendo atingidos. Até hoje não pude voltar à aldeia nem ao local da matança. Não há notícias de nenhum dos homens.”

     BBC Mulheres yazidis são alvo da chamada 'jihad sexual' do Estado Islâmico. Mulheres yazidis são alvo da chamada ‘jihad sexual’ do Estado Islâmico.

    Segundo Nadia, meninas acima de nove anos e meninos acima de quatro anos foram levados a campos de treinamento. “Depois levaram umas 80 mulheres, todas acima de 45 anos, incluindo minha mãe. Uns diziam que haviam sido mortas, outros que não. Mas quando parte de Sinjar foi liberada encontrou-se uma vala comum com seus corpos.”

    Ao todo, 18 membros da família de Nadia morreram ou estão desaparecidos.

    Nadia foi levada com outras mulheres. Havia cerca de 150 meninas no grupo, incluindo três sobrinhas dela.

    Elas foram divididas em grupos e levadas em ônibus até Mossul.

    “No caminho eles tocavam nossos seios e esfregavam as barbas em nossos rostos. Não sabíamos se iam nos matar nem o que fariam conosco. Percebemos que nada de bom iria ocorrer, porque já tinham matado os homens e as mulheres mais velhas e sequestrado os meninos.”

    Ao chegar ao quartel-general do EI em Mossul, encontraram muitas jovens, mulheres e meninas, todas yazidis. Tinham sido sequestradas em outras aldeias no dia anterior.

    A cada hora, homens do EI chegavam e escolhiam algumas meninas. Elas eram levadas, estupradas e devolvidas.

    Nadia percebeu que esse também seria seu destino.

     BBC Após fugir com ajuda de uma família muçulmana sem conexão com o EI, Nadia viaja o mundo chamando a atenção para o drama do povo yazidi. Nadia viaja o mundo chamando a atenção para o drama de seu povo

    SEM COMPAIXÃO

    No dia seguinte, um grupo de militantes do EI chegou. Cada um escolheu uma menina, algumas entre 10 e 12 anos.

    “As meninas resistiram, mas foram forçadas a ir. As mais jovens se agarravam às mais velhas. Uma delas tinha a mesma idade de minhas sobrinhas, chorava e se prendia a mim.”

    Quando chegou sua vez, Nadia foi selecionada por um homem bem gordo que a levou a outro andar. Um outro militante passou e o convenceu a levá-la –mas isso não mudou as coisas.

    “O homem mais magro me levou até sua casa, tinha guarda-costas. Estuprou-me, e foi muito doloroso. Nesse momento percebi que teria sofrido do mesmo jeito, não importa com quem.”

    Nenhum dos homens mostrou clemência. Todos estupraram as mulheres de forma violenta. “As coisas que fizeram foram horríveis. Nunca imaginamos que coisas tão terríveis aconteceriam conosco.”

    Os extremistas podiam manter as mulheres por mais de uma semana, porém frequentemente elas eram vendidas após um dia ou até uma hora.

    Algumas mulheres dos irmãos de Nadia estavam grávidas quando foram capturadas e deram à luz no cárcere.

    Elas também foram levadas ao tribunal islâmico do EI e forçadas a se converter.

    Nadia passou três meses com o homem que a levou. Durante esse período conseguiu conversar com alguns sequestradores.

     BBC Embora algumas áreas de Sinjar tenham sido liberadas, ainda há valas comuns por descobrir Embora algumas áreas de Sinjar tenham sido liberadas, ainda há valas comuns por descobrir

    “Perguntei por que faziam aquilo conosco, por que haviam matado nossos homens, por que nos estupraram violentamente. Disseram-me que ‘os yazidis são infiéis, não são um povo das Escrituras, são um espólio de guerra e merecem ser destruídos'”.

    Ainda que a maior parte desses militantes fossem casados, as famílias –inclusive as mulheres– pareciam aceitar o que faziam, disse Nadia.

    Em uma ocasião, ela pediu autorização para fazer uma chamada telefônica porque queria escutar uma voz familiar.

    Disseram que poderia ligar para seu sobrinho por um minuto, mas com uma condição: “Que primeiro eu lambesse o dedo do pé que um homem havia coberto com mel.”

    Muitas jovens na mesma situação se suicidaram, disse Nadia, mas essa não foi uma opção para ela.

    “Acho que todos devemos aceitar o que Deus nos deu, sem importar se é pobre ou sofreu uma injustiça, todos devemos suportar.”

    Ela tampouco questionou sua fé. “Deus estava cada minuto em minha mente, ainda quando estava sendo estuprada.”

    Nadia tentou fugir pela primeira vez por uma janela, mas um guarda a capturou imediatamente e a colocou em um quarto.

    Sob as regras do EI, disse Nadia, uma mulher se converte em espólio de guerra caso seja capturada tentando escapar. Colocam-na em uma cela onde é estuprada por todos os homens do complexo.

    “Fui estuprada em grupo. Chamam isso de jihad sexual.”

    FUGA

    Após esse episódio, Nadia não pensou em fugir de novo, mas o último homem com quem viveu em Mossul decidiu vendê-la e foi arranjar roupas para ela.

    Quando ordenou que ela tomasse banho e se preparasse para a venda, ela aproveitou para escapar.

    “Bati na porta de uma casa onde vivia uma família muçulmana sem conexão com o EI e pedi ajuda. Disse que meu irmão daria o que eles quisessem em troca.”

    Por sorte a família não apoiava o EI e a apoiou inteiramente.

    “Deram-me um véu negro, um documento de identidade islâmico e me levaram até a fronteira.”

    Agora livre, Nadia Murad se tornou uma ativista que viaja o mundo fazendocampanha para chamar atenção para a tragédia dos yazidis.

     BBC Samantha Power, embaixadora dos EUA na ONU, apresenta Nadia a integrantes do Conselho de Segurança Samantha Power, embaixadora dos EUA na ONU, apresenta Nadia ao Conselho de Segurança

    Ela já visitou os EUA, Reino Unido, Europa e países árabes, falou na ONU, conheceu parlamentares e líderes mundiais.

    A resposta, contudo, tem sido lenta.

    “Todos sabem o que é o Estado Islâmico. Escutam-me com atenção, mas não prometem nada”, afirma. “Dizem que analisarão o caso e verão o que é possível fazer, mas até agora nada aconteceu”, afirmou.

    Após um ano e meio do ataque, ainda há mulheres e meninas sequestradas.

    A região ainda não foi completamente liberada. Nas regiões em que o EI foi expulso, há valas comuns ainda não descobertas.

    Nadia espera voltar a seu vilarejo para ver o que sobrou e saber do destino dos desaparecidos.

    “Juro por Deus que todos estamos muito cansados. Já se passou um ano e meio desde que isso nos aconteceu. Sentimos que estamos abandonados pelo mundo”, disse Nadia, em lágrimas.

    “Mataram minha mãe. Meu pai morreu faz tempo. Meu irmão mais velho era como um pai para mim, mas também foi morto. Peço ao mundo que faça algo por nós.” 

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  19. emanuelcancella

    1 de março de 2016 4:50 pm

    Globo

    Brasil, o país dos fora-da-lei

    A Família Marinho age como a máfia siciliana ou os grupos armados das comunidades brasileiras, quando ameaça quem os denuncia.

     

     

    Na minha juventude, fui fã dos filmes conhecidos como bang-bang, cujos enredos mostravam cidades infestadas de bandidos e lá vinham nossos heróis como Billy the Kid, Django, Zorro e outros. Eles chegavam para moralizar a cidade, combatendo os bandidos. O Brasil bem que precisava de uma figura dessas!

     

    É deprimente ver a mídia corrupta como a Globo agindo colo paladina da justiça, principalmente porque sabemos de seu envolvimento em trocentos escândalos, como o Swssileaks, que juntamente com a Band, Folha, Editora Abril, responsável pela Veja, Grupo RBS, Joven Pan e outros, possui contas no HSBC na Suíça para lavagem de dinheiro.

     

    A mesma Globo também é sonegadora do Imposto de Renda na transmissão da Copa do mundo de 2002. A Globo também é a principal suspeita de corrupção no escândalo da Fifa, já que era monopolista das transmissões esportivas, inclusive seu principal sócio, o dono da TV TEM de São Paulo, é réu confesso no processo.

     

    Essa mesma Globo, que denunciava o ex-presidente Lula no triplex que ele não tem, agora ameaça o blog Tijolaço por denunciar o triplex que a Globo realmente tem em Paraty, em área proibida por lei, por ser reserva ambiental.

     

    E agora, em editorial, de hoje, 01/03, o Globo ameaça Dilma e o novo ministro da justiça! Quem não deve não teme, família Marinho! E os órgãos investigatórios, MPF, PGR, PF e Justiça, devem uma satisfação à sociedade: por que a Globo está acima da lei? O que estaria por trás da impunidade da Globo? A Família Marinho, dessa forma, age como a máfia siciliana ou os grupos armados das comunidades brasileiras que ameaçam quem os denuncia.

     

    As prisões do Brasil estão lotadas. O cidadão comum faz um esforço hercúleo para não cair na malha fina da Receita Federal. A polícia federal prende até criadores de pássaro silvestre. Não dá para afirmar que a impunidade da Globo seja por premiar juízes como Joaquim Barbosa e Sérgio Moro, mas é suspeito!

     

    Agora, por uma decisão retrógrada do STF, as prisões podem acontecer na segunda instância da justiça, em prejuízo da ampla defesa.

     

    Chegam ao absurdo de, na operação Lava Jato, anunciar que o ex-presidente Lula deve ser preso. Só falta o crime, que, aliás, buscam desde 1988, quando descobriram um crime lesa-pátria: que Lula deu um som três em um para a namorada.

     

    Agora, para tentar barrar a candidatura Lula em 2018, que segundo o Datafolha já está no segundo turno, tentam, num verdadeiro vale-tudo, criminalizar Lula através do filho, do amigo, do compadre ou até da  nora. Para tentar provar o enriquecimento ilícito de Lula usam o triplex e o sitio que não são dele; até uma torre de celular foi usada como possível tráfico de influencia de Lula. A partir dessa denúncia, todos nós somos suspeitos, pois a maioria de nós moramos próximos a uma torre dessas.

     

    A Globo costuma responder a essas denúncias como se fosse vítima, dizendo “eles querem acabar com a Globo”. A maioria dos brasileiros, com certeza, não querem acabar com a Globo, mas também não concordam que ela esteja acima da lei.

     

    O Brasil bem que está precisando de um mocinho, como aqueles do cinema faroeste, para pegar os verdadeiros fora-da-lei!    

     

     

    Rio de Janeiro, 01 de março de 2016 

    OAB/RJ 75 300              

               

    Emanuel Cancella é coordenador do Sindicato dos Petroleiros do Estado do Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ) e da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP). 

    OBS.: Artigo enviado para possível publicação para o Globo, JB, o Dia, Folha, Estadão, Veja, Época entre outros órgãos de comunicação.

     

  20. Sérgio T.

    1 de março de 2016 5:45 pm

    Se eu fosse comunista…

    [video:https://youtu.be/REfik0g6LLw%5D

  21. CB

    1 de março de 2016 6:08 pm

    https://dausacker.wordpress.c

    https://dausacker.wordpress.com/2016/02/14/10-estrategias-de-manipulacao-em-massa-utilizadas-diariamente-contra-a-populacao/

    “Em um estado totalitário não se importa com o que as pessoas pensam,
    desde que o governo possa controlá-lo pela força usando cassetetes.
    Mas quando você não pode controlar as pessoas pela força, você tem
    que controlar o que as pessoas pensam, e a maneira típica de fazer
    isso é através da propaganda (fabricação de consentimento, criação
    de ilusões necessárias), marginalizando o público em geral ou
    reduzindo-a a alguma forma de apatia”
    (Chomsky, N., 1993)

    Inspirado nas idéias de Noam Chomsky, o francês Sylvain Timsit elaborou a lista das “10 estratégias mais comuns de manipulação em massa através dos meios de comunicação de massa“

    Sylvain Timsit elenca estratégias utilizadas diariamente há dezenas de anos para manobrar massas, criar um senso comum e conseguir fazer a população agir conforme interesses de uma pequena elite mundial.

    Qualquer semelhança com a situação atual do Brasil não é mera coincidência, os grandes meios de comunicação sempre estiveram alinhados com essas elites e praticam incansavelmente várias dessas estratégias para manipular diariamente as massas, até chegar um momento que você realmente crê que o pensamento é seu.

    manipulacao-em-massa

    1. A estratégia da Distração

    O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração, que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio, ou inundação de contínuas distrações e de informações insignificantes.

    A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir o público de interessar-se por conhecimentos essenciais, nas áreas da ciência, economia, psicologia, neurobiologia e cibernética.

    “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais“

    2. Criar problemas e depois oferecer soluções

    Este método também é chamado “problema-reação-solução“. Se cria um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja aceitar.

    Por exemplo: Deixar que se desenvolva ou que se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas desfavoráveis à liberdade.

    Ou também: Criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos. (qualquer semelhança com a atual situação do Brasil não é mera coincidência).

    Este post PORQUE A GRANDE MÍDIA ESCONDE DE VOCÊ AS NOTÍCIAS BOAS? retrata bem porque focar nos problemas é interessante para grande mídia.

    3. A estratégia da gradualidade

    Para fazer que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradualmente, a conta-gotas, por anos consecutivos. Foi dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas, neoliberalismo por exemplo, foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990. Estratégia também utilizada por Hitler e por vários líderes comunistas.  E comumente utilizada pelas grandes meios de comunicação.

    4. A estratégia de diferir

    Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como “dolorosa e necessária“, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura.

    É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente.

    Depois, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “amanhã tudo irá melhorar” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se à ideia da mudança e aceitá-la com resignação quando chegue o momento.

    5. Dirigir-se ao público como crianças

    A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse uma criança de pouca idade ou um deficiente mental.

    Quanto mais se tenta enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se alguém se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como as de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade.”

    6. Utilizar o aspecto emocional muito mais do que a reflexão

    Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e finalmente no sentido crítico dos indivíduos.

    Por outro lado, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou injetar ideias, desejos, medos e temores, compulsões ou induzir comportamentos.

    7. Manter o público na ignorância e na mediocridade

    Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão.

    “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores e as classes sociais superiores seja e permaneça impossível de ser revertida por estas classes mais baixas.

    8. Estimular o público a ser complacente com a mediocridade

    Promover ao público a crer que é moda o ato de ser estúpido, vulgar e inculto.

    9. Reforçar a auto-culpabilidade

    Fazer com que o indivíduo acredite que somente ele é culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, suas capacidades, ou de seus esforços.

    Assim, no lugar de se rebelar contra o sistema econômico, o indivíduo se auto desvaloriza e se culpa, o que gera um estado depressivo, cujo um dos efeitos é a inibição de sua ação. E, sem ação, não há questionamento!

    10. Conhecer aos indivíduos melhor do que eles mesmos se conhecem

    No transcurso dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado uma crescente brecha entre os conhecimentos do público e aqueles possuídos e utilizados pelas elites dominantes.

    Graças à biologia, a neurobiologia a psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado sobre a psique do ser humano, tanto em sua forma física como psicologicamente.

    O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos, maior que o dos indivíduos sobre si mesmos.

    manipulacao-em-massa1

    Fonte: http://yogui.co

  22. Jair Fonseca

    1 de março de 2016 6:20 pm

    Coxinhas cortando os pulsos

    Os Rolling Stones vão tocar de graça em Havana, no fim do mês. Deu no Granma, jornal do Partido Comunista.

    http://www.granma.cu/multimedia/imagenes/54567

      

     

     

    1. mcn

      1 de março de 2016 7:36 pm

      A todos os que me mandaram ir para Cuba…

      … aguardo as passagens, porque o show lá vai ser de graça.

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