ADNAM KASHOGI O REI DAS COMISSÕES – Kashogi não morreu, o grande operador de venda de armamentos para o Oriente Medio está vivo com 80 anos e mora em Monaco. Kashogi chegou a ter US$10 bilhões e foi capa da TIME como o homem mais rico do mundo nos anos 70. Foi agente de vendas da Locheed Martin, da Grumman e da Northop na venda de aviões militares para a Arabia Saudita, seu pais de nascimento, Kashogi nasceu em Meca onde seu pai era o méico do Reil Abdul Azis al Saud e veio desssa relação de seu pai com a familia Saud sua extensa rede de conexões.
Kashogi estudou na UNiversidade de Stanford e se dedicou a representar empresas americanas no Oriente Medio. Suas comissões iam de 2,5 a 15%, era um tipo de Fernando Baiano arabe. Tinha a maior casa de Marbella, resort luxuoso da
costa espanhola em terreno de 2.000 hectares, o maior iate do mundo, o NABILA, que depois vendeu a um certo Donald Trump, que o rebatizou de Nabila Princess mas Kashogi teve que retoma-lo a força porque Trump deu calote e não pagou as prestações depois da entrada. Kashogi tambem tinha casas na California, Madrid e Paris, era vidrado em moças jovens e lindas, casou com duas delas mas teve uma infinidade de outras, não fazia economia com mulheres.
Enrolou-se muitas vezes com a justiça, chegou a ser preso na Suiça por lavagem de dinheiro e extraditado para os EUA, lá chegando foi solto, Kashogi tinha ligações diretas com a Casa Branca, era muito importante para as vendas de material belicos dos EUA e americanos não brincam com isso. No celebre episodio Irã-Contras, escandalo de trafico de armas onde a CIA estava envolvida, Kashogi prestou valiosos serviços ao governo americano, quebrando galhos e apagando provas, seu maior contato era Kim Roosevelt, filho do finado Presidente e homem da CIA, foi Kim quem organizou a queda de Mossadegh no Irã em 1953.
Kashogi teve varios jatos pessoais, todos grandes, no qual se locomovia pelo mundo, chegou a pagar conta de 250 mil dolares em um restaurante de Paris em um aniversario do filho, fez muito rolos na vida e tambem perdeu muito dinheiro em negocios, hoje não é mais tão rico mas tampouco é pobre.
O mundo arabe é o mundo dos intermedirios de todos os tipos, os arabe são os maiores intermediarios da Historia, compram, vendem e fazem corretagem de qualquer produto, Kashogi em certo momento foi um instrumento da politica americana e fez a maior venda de aviões militares para a Lockheed, ganhando de comisão US$1 bilhão.
Por causa dessa transação com a Lockheed foi criada a lei contra pagamento de propinas no exterior (FCPA) mas a Lockheed nunca foi punida de verdade e nem perdeu valor ou prestigio. Hoje o diretor geral do FBI, a policia federal americana é o ex-diretorjuridico da Lockheed, James Conney Jr., bela ironia da Historia e a Lockheed uma das companhias mais ricas dos EUA. A venda de aviões militares é um dos grandes itens de exportação dos EUA sempre.
Acima o iate NABILA, que ficou enrolado entre Kashoggi e Trump, como a vida dá voltas.
Se a indignação corrente contra casos de corrupção — a maioria ainda baseada em precárias denúncias de meliantes, barcos de lata e pedalinhos infantis — é seletiva, por que a memória não seria?
No início dos anos 2000, o procurador federal Luiz Francisco de Souza atazanava tucanos ligados ao presidente FHC.
Era ridicularizado pela chamada grande imprensa: um falso paladino, falso asceta (dirigia um fusca 1985) e petista. Tratamento não apenas diferente, mas contrário ao recebido pelos procurados da lava jato.
O jornal O Globo era o mais preocupado com a — cito um editorial — “ofensiva contra a imagem do próprio presidente da República”.
Ao analisar ações de membros do MPF que se aproximavam do gabinete presidencial, o mesmo editorial dizia ser “incorreto que se confundissem indícios com provas, possibilidades com certezas e, acima de tudo, desejos com fatos”.
Os “desejos”, no caso, seriam as motivações político-partidárias do procurador. O Globo pedia calma. Estava correto.
Agora, encontre esse bom senso em quaisquer edições globais nos últimos anos.
O editorial é do dia 15 de agosto de 2000.
Segue (1) uma versão dele, na íntegra.
E (2) um trecho destacado, que me parece uma das maiores pérolas do esquecimento brutal que acometeu os outrora SENSATOS editorialistas de O Globo.
Sei que caixa alta parece grito, mas é necessário, creiam neste perplexo postante.
Ao criticar um procurador federal por excessos que estavam turvando a imagem do presidente, o Globo, em sua nobre página de opinião, naquele ancestral agosto, PUBLICOU isso:
“(…) o interesse público pede principalmente algo bastante elementar: que guardem suas denúncias PARA O FIM DO PROCESSO INVESTIGATÓRIO E NÃO AS ALARDEIEM NO INÍCIO, QUANDO SÃO AINDA SUSPEITAS.”
O editorial chega a sugerir uma revisão nas prerrogativas do Ministério Público garantidas na Constituição de 1988. E encerra com um galante FH falando à já notável repórter Mirian Leitão. Vale a pena a leitura, basta colar as colunas.
Dito isto, lido o editorial, te pergunto: que tal?
“Não sei se tem solução esta crise, mas sei que, se tiver, é com mais democracia, mais política, mais abertura à participação da sociedade nos governos, especialmente daqueles cidadãos que estão na base da sociedade”, afirma o ex-governador do Rio Grande do Sul.
Desde que deixou o governo do Rio Grande do Sul, o advogado e político petista Tarso Genro não poupa seu partido de críticas no que diz respeito às escolhas levadas a cabo pelo governo federal. Ao analisar o cenário conjuntural, ele engrossa o coro de quem considera que o modelo político hegemônico do PT se esgotou, e faz uma autocrítica: “O PT estava e está no fim de um ciclo, exatamente porque não nos preparamos para a continuidade das mudanças que teríamos de fazer na sociedade brasileira, através de uma reforma política, da democratização dos meios de comunicação, da reforma tributária e da reestruturação da nossa política de alianças, que já é, hoje, uma aliança conservadora”, avalia, em entrevista concedida por e-mail à IHU On-Line.
Ao analisar o contexto latino-americano a partir do Brasil, Tarso observa o mesmo esgotamento do modelo político desencadeado a partir do ano 2000.
“Creio que na América Latina estamos no fim de um ciclo de desenvolvimentismo tardio, de caráter conciliatório com o capital financeiro, que não alterou as relações de força entre as classes sociais, nem reformou as instituições do Estado, para torná-las mais permeáveis aos cidadãos comuns, para aprofundar a democracia e legitimar as decisões de Governo, de uma maneira nova”, descreve.
Confira a entrevista.
IHU On-Line – Como compreender a crise da representatividade no Brasil e na América Latina?
Tarso Genro – A crise da democracia representativa é mundial. Trata-se de um período de conflito entre as Constituições escritas, dentro dos parâmetros da democracia social, com sua força normativa de um lado e, de outro, a força normativa do capital financeiro globalizado, que transforma as suas necessidades de reprodução de poder e riqueza, por meio do dinheiro, em “virtude” reformista. São os “ajustes”, que precisam castrar os direitos sociais da cidadania, duramente conquistados nas lutas do século passado, para impor uma nova ordem jurídica e social, paralela à constituição. Para que possam obter isso, a representação política atrapalha, é irrelevante, e o ritual democrático, composto predominantemente por políticos profissionais, é muito demorado.
IHU On-Line – Como o senhor analisa o recente histórico de governos que se denominam de esquerda na América Latina? Em que medida é possível falar em fim de ciclo? Por que está se esgotando?
Tarso Genro – Creio que na América Latina estamos no fim de um ciclo de desenvolvimentismo tardio, de caráter conciliatório com o capital financeiro, que não alterou as relações de força entre as classes sociais, nem reformou as instituições do Estado, para torná-las mais permeáveis aos cidadãos comuns, para aprofundar a democracia e legitimar as decisões de Governo, de uma maneira nova. Quanto à globalização, não saímos de uma relação de dependência subordinada para uma relação de cooperação interdependente, que é o mínimo exigível a um projeto de nação. Isso, agora, está cobrando seu preço: o instrumento de pressão e domínio, que vem de fora do Estado e do país, é a dívida. Entendo que em muitos países da América Latina – Brasil, Bolívia, Uruguai, por exemplo – tivemos alguns avanços sociais importantes e, sobretudo, um avanço na democracia política. Isso, agora, é o que está se esgotando.
“Creio que na América Latina estamos no fim de um ciclo de desenvolvimentismo tardio”
IHU On-Line – Em 2015, o senhor avaliou que o PT, da forma como estava posto, chegou ao fim de um ciclo. O que levou o senhor a esta conclusão? E agora em 2016, em meio a discussões pelo impeachment, Lava Jato e denúncias em torno de Lula, qual é o cenário?
Tarso Genro – O PT estava e está no fim de um ciclo, exatamente porque não nos preparamos para a continuidade das mudanças que teríamos de fazer na sociedade brasileira, através de uma reforma política, da democratização dos meios de comunicação, da reforma tributária e da reestruturação da nossa política de alianças, que já é, hoje, uma aliança conservadora. Isso deveria e poderia ter sido mudado, se o PT intercedesse – desde a metade do segundo Governo Lula – para que fôssemos formando um sistema de alianças, mais programático, menos “tradicional”, no sentido negativo da expressão, e menos pragmático.
Estas denúncias contra o PT compõem um cenário de luta política e são manipuladas e seletivamente feitas pela mídia para atingir principalmente o PT, “depurar a política dos políticos”, diminuir a importância da ação dos partidos na democracia, para dar lugar ao poder de uma tecnocracia neoliberal, para implementar as “reformas”.
Isso não quer dizer que a luta contra a corrupção não deva ser feita com dureza, dentro da lei, nem que todas as pessoas apontadas sejam inocentes. As ações de mídia, que estão em andamento, porém que “midiatizam” os processos penais, “julgam” de acordo com seus interesses, quem é culpado e quem não é – estas denúncias – destinam-se, muito menos a combater a corrupção, e, muito mais, a destruir o espaço da política e a importância que os partidos devem ter, em qualquer democracia minimamente séria.
IHU On-Line – Qual a origem desse “estado de crise”? Que alternativas são viáveis? O que está em jogo é um projeto político-econômico ou um projeto civilizacional?
Tarso Genro – A origem do “estado de crise” é o novo padrão de acumulação capitalista a ser imposto pelo domínio do capital financeiro em todo o mundo. Está em jogo, já, um projeto civilizatório, que vem do iluminismo democrático e das revoluções que lhe sucederam, que também às vezes substituíram uma barbárie por outra.
Não sei se tem solução esta crise, mas sei que, se tiver, é com mais democracia, mais política, mais abertura à participação da sociedade nos governos, especialmente daqueles cidadãos que estão na base da sociedade, nas fábricas, nas academias, nas atividades comunitárias, nos seus locais de moradia, na pesquisa e na produção da inteligência.
Com menos democracia e com o “rapto” que o capital financeiro está fazendo das funções públicas do Estado – através do controle que ele detém sobre a dívida pública -, teremos mais violência, mais anomia e fragmentação social.
A estabilidade democrática, a participação popular, a distribuição de renda não interessam ao capitalismo turbinado do capital financeiro. O que interessa é a sublimação histérica do presente, o consumismo desenfreado, a obsolescência programada.
IHU On-Line – Frente a um cenário cíclico de “crises”, como entender estratégias como a troca de nomes no Ministério da Fazenda? De que forma a crise da representatividade pode ser relacionada às crises do sistema financeiro mundial?
Tarso Genro – Trocas de nomes em Ministérios podem ser soluções políticas de curto prazo, mas não resolvem crises estruturais. E estamos vivendo uma crise estrutural na economia, cujas respostas não pedem respostas tradicionais. Eu me explico: mudanças de Ministérios ou alterações secundárias na política econômica não redesenham um projeto de nação, que é o que precisamos para sobreviver com justiça e dignidade dentro da nova ordem mundial.
De uma parte, porque a representação política – no sistema político atual – só reproduz os vícios, não as virtudes do mundo da política, enquanto tivermos o império da “dinheirização” da política; de outra parte, porque a dívida, e, portanto, a dependência do país em relação ao capital financeiro global, com estas políticas econômicas, só tende a crescer.
“A origem do ‘estado de crise’ é o novo padrão de acumulação capitalista a ser imposto pelo domínio do capital financeiro”
IHU On-Line – De que forma o “fascismo financeiro” vem incidindo sobre liberdades políticas democráticas do sistema de direitos individuais e coletivos?
Tarso Genro – Enquanto a dívida legítima e real não for separada da dívida fictícia e manipulada, o país continuará sangrando. É o que o Boaventura chama de “fascismo” financeiro, naquele sentido que Mussolini explicitou a Marcha sobre Roma, quando ele disse que a “ação enterrou a filosofia”. Bem, aqui, o dinheiro, a ação do dinheiro, está enterrando o Estado e a política.
IHU On-Line – Diante deste cenário, que alternativas emergem?
Tarso Genro – É necessário que a esquerda e os setores democráticos e progressistas, que defendem um Estado Social de Direito, se unam para organizar um novo programa unitário, e que passemos a formar uma nova Frente Política, autêntica e acordada em pontos fundamentais para um projeto de nação, cuja primeira tarefa seria convocar uma Constituinte, para repactuar o país, pelo menos em três grandes pontos: um novo sistema político que reduzisse enormemente o poder do dinheiro sobre os partidos e sobre as eleições; uma reforma tributária que integrasse a Federação e tivesse a progressividade como norte; uma reforma para democratizar as comunicações e permitir a livre circulação da opinião.
As eleições em 2016 podem, em alguns lugares, começar a testar esta nova unidade.
Entrevista João Vitor Santos | Edição Ricardo Machado
porém, “palavras são palavras, nada mais do que palavras”
(entre aspas, frase de personagem de político, por Chico Anysio). Apesar de concordar com as palavras, observo que: o ilustre ex-Ministro da Justiça participou do Governo e, na trajetória da história do PT, não o vi defender essas reformas ( talvez entre 4 paredes, o que pra mim não vale nada, naquelas mesmices de longas “teses” pra Congresso do partido em que os mesmos falam pros mesmos as mesmas coisas, numa linguagem que parece cifrada pra somente os mesmo, novamente, entenderem e se entenderem ). Nunca o vi na mídia (grande ou alternativa) se manifestando contra o caciquismo, contra expulsões, contra boicotes, contra rasteiras pra afastar possíveis presidenciáveis. Pra mim, ele é vaselina.
A Polícia Federal tem que prender quem vaza e quem divulga delação premiada
A lei sempre foi rígida nos casos de vazamentos de processos que correm em sigilo! Tanto que o delegado Protógenes de Queiroz, chefe da Operação Satiagraha, da Policia Federal foi condenado e expulso da PF. Sabe qual foi o crime que ele cometeu? Pois é, vazou para imprensa o conteúdo do processo da operação que ele chefiava.
E sabe quem era o principal réu nesse processo? O banqueiro que o delegado denominou de “banqueiro ladrão”. O vazamento da Satiagraha não era mencionando a atual ou o ex- presidente da República. Era só de um banqueiro condenado a dez anos de prisão. E Prótegenes foi condenado e expulso da PF! E a operação Lava Jato vaza, a toda hora, e a ampla maioria dos vazamentos é contra Lula, Dilma e o PT! E o juiz Sérgio Moro, chefe da operação autora dos sucessivos vazamentos seletivos, ainda é premiado pela Globo e pelo governo americano, enquanto o delegado Protógenes de Queiroz é condenado pela Justiça e expulso da Federal!
E no caso das delações, fica valendo a palavra do delator preso, como verdade absoluta. Mas não dizem para a sociedade que, para a delação ter validade, além do trânsito em julgado, são necessárias provas que validem o que ele delatou!
A Justiça e a Polícia federal, que condenaram e expulsaram o delegado Protógenes de Queiroz por vazamento, precisam ser duras também com todos os vazamentos que visam, ao arrepio da lei, a manchar a reputação de quem quer que seja, do cidadão comum ao presidente da República.
Cadeia para os vazadores e divulgadores de delação premiada!
Rio de Janeiro, 03 de março de 2016
Autor: Emanuel Cancella, – OAB/RJ 75 300
End: Praia do Flamengo nº 100, apto. 905, CEP 22210-030;
Emanuel Cancella é coordenador do Sindicato dos Petroleiros do Estado do Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ) e da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP).
OBS.: Artigo enviado para possível publicação para o Globo, JB, o Dia, Folha, Estadão, Veja, Época entre outros órgãos de comunicação.
Maria Carvalho
3 de março de 2016 3:17 amEduardo Cunha…
Presidente do Brasil!
Presidente do Congresso Nacional!
Presidente do Senado!
Presidente da Câmara Federal!
Presidente do STF!
Presidente do STJ!
Presidente do TCU!
Procurador Geral da República!
Advogado-Geral da União!
“Detentor de todos os votos” dos eleitores brasileiros!
“Ele é o CARA”!
Andre Araujo
3 de março de 2016 3:26 amhttp://www.yachtforums.com/at
http://www.yachtforums.com/attachments/donald-trump-former-benetti-yachts-kingdom-5kr-jpg.71463/
ADNAM KASHOGI O REI DAS COMISSÕES – Kashogi não morreu, o grande operador de venda de armamentos para o Oriente Medio está vivo com 80 anos e mora em Monaco. Kashogi chegou a ter US$10 bilhões e foi capa da TIME como o homem mais rico do mundo nos anos 70. Foi agente de vendas da Locheed Martin, da Grumman e da Northop na venda de aviões militares para a Arabia Saudita, seu pais de nascimento, Kashogi nasceu em Meca onde seu pai era o méico do Reil Abdul Azis al Saud e veio desssa relação de seu pai com a familia Saud sua extensa rede de conexões.
Kashogi estudou na UNiversidade de Stanford e se dedicou a representar empresas americanas no Oriente Medio. Suas comissões iam de 2,5 a 15%, era um tipo de Fernando Baiano arabe. Tinha a maior casa de Marbella, resort luxuoso da
costa espanhola em terreno de 2.000 hectares, o maior iate do mundo, o NABILA, que depois vendeu a um certo Donald Trump, que o rebatizou de Nabila Princess mas Kashogi teve que retoma-lo a força porque Trump deu calote e não pagou as prestações depois da entrada. Kashogi tambem tinha casas na California, Madrid e Paris, era vidrado em moças jovens e lindas, casou com duas delas mas teve uma infinidade de outras, não fazia economia com mulheres.
Enrolou-se muitas vezes com a justiça, chegou a ser preso na Suiça por lavagem de dinheiro e extraditado para os EUA, lá chegando foi solto, Kashogi tinha ligações diretas com a Casa Branca, era muito importante para as vendas de material belicos dos EUA e americanos não brincam com isso. No celebre episodio Irã-Contras, escandalo de trafico de armas onde a CIA estava envolvida, Kashogi prestou valiosos serviços ao governo americano, quebrando galhos e apagando provas, seu maior contato era Kim Roosevelt, filho do finado Presidente e homem da CIA, foi Kim quem organizou a queda de Mossadegh no Irã em 1953.
Kashogi teve varios jatos pessoais, todos grandes, no qual se locomovia pelo mundo, chegou a pagar conta de 250 mil dolares em um restaurante de Paris em um aniversario do filho, fez muito rolos na vida e tambem perdeu muito dinheiro em negocios, hoje não é mais tão rico mas tampouco é pobre.
O mundo arabe é o mundo dos intermedirios de todos os tipos, os arabe são os maiores intermediarios da Historia, compram, vendem e fazem corretagem de qualquer produto, Kashogi em certo momento foi um instrumento da politica americana e fez a maior venda de aviões militares para a Lockheed, ganhando de comisão US$1 bilhão.
Por causa dessa transação com a Lockheed foi criada a lei contra pagamento de propinas no exterior (FCPA) mas a Lockheed nunca foi punida de verdade e nem perdeu valor ou prestigio. Hoje o diretor geral do FBI, a policia federal americana é o ex-diretorjuridico da Lockheed, James Conney Jr., bela ironia da Historia e a Lockheed uma das companhias mais ricas dos EUA. A venda de aviões militares é um dos grandes itens de exportação dos EUA sempre.
Acima o iate NABILA, que ficou enrolado entre Kashoggi e Trump, como a vida dá voltas.
Andre Araujo
3 de março de 2016 3:28 amhttp://ecx.images-amazon.com/
http://ecx.images-amazon.com/images/I/91awtxVWIlL.jpg
Biografia de Adnan Kashoggi.
Jefferson
3 de março de 2016 5:52 amGlobo: ontem garantista, hoje golpista, amanhã “it depends on”
Denúncias
Quando O Globo atacou o MP e defendeu a presunção de inocência
publicado em 02 de março de 2016 às 13:53 no Vi o Mundo
[video:http://www.viomundo.com.br/denuncias/quando-o-globo-atacou-o-mp-e-defendeu-a-presuncao-de-inocencia.html%5D
A lei seca não deve ser tão seca assim. Como aumentar a venda de cerveja depois do futebol? Esquecendo da palavra bafômetro.
Tempos seletivos
Por Rodrigo Aguiar, no Facebook, sugerido por Maria Goretti
Se a indignação corrente contra casos de corrupção — a maioria ainda baseada em precárias denúncias de meliantes, barcos de lata e pedalinhos infantis — é seletiva, por que a memória não seria?
No início dos anos 2000, o procurador federal Luiz Francisco de Souza atazanava tucanos ligados ao presidente FHC.
Era ridicularizado pela chamada grande imprensa: um falso paladino, falso asceta (dirigia um fusca 1985) e petista. Tratamento não apenas diferente, mas contrário ao recebido pelos procurados da lava jato.
O jornal O Globo era o mais preocupado com a — cito um editorial — “ofensiva contra a imagem do próprio presidente da República”.
Ao analisar ações de membros do MPF que se aproximavam do gabinete presidencial, o mesmo editorial dizia ser “incorreto que se confundissem indícios com provas, possibilidades com certezas e, acima de tudo, desejos com fatos”.
Os “desejos”, no caso, seriam as motivações político-partidárias do procurador. O Globo pedia calma. Estava correto.
Agora, encontre esse bom senso em quaisquer edições globais nos últimos anos.
O editorial é do dia 15 de agosto de 2000.
Segue (1) uma versão dele, na íntegra.
E (2) um trecho destacado, que me parece uma das maiores pérolas do esquecimento brutal que acometeu os outrora SENSATOS editorialistas de O Globo.
Sei que caixa alta parece grito, mas é necessário, creiam neste perplexo postante.
Ao criticar um procurador federal por excessos que estavam turvando a imagem do presidente, o Globo, em sua nobre página de opinião, naquele ancestral agosto, PUBLICOU isso:
“(…) o interesse público pede principalmente algo bastante elementar: que guardem suas denúncias PARA O FIM DO PROCESSO INVESTIGATÓRIO E NÃO AS ALARDEIEM NO INÍCIO, QUANDO SÃO AINDA SUSPEITAS.”
O editorial chega a sugerir uma revisão nas prerrogativas do Ministério Público garantidas na Constituição de 1988. E encerra com um galante FH falando à já notável repórter Mirian Leitão. Vale a pena a leitura, basta colar as colunas.
Dito isto, lido o editorial, te pergunto: que tal?
Jefferson
3 de março de 2016 6:06 amOnde tem PSDB tem corrupção. Com a palavra Janot e Moro
Onde tem tucano tem corrupção e da grossa. Em São Paulo roubaram até a merenda das crianças.
Amarildo
3 de março de 2016 9:46 amSó em um país dominado pela Globo isto pode acontecer
Antero
3 de março de 2016 9:56 amComo Bonner vai dar no JN a notícia da prisão de seus patrões
[video:https://youtu.be/dG55ersLpEQ%5D
Irene Rir
3 de março de 2016 10:40 amZé Dirceu explica ao juiz Moro como funciona a Casa Civil
Alguém tem dúvida que a Casa Civil funciona dessa maneira?
[video:https://youtu.be/ZHOcKcqGID4%5D
Amarildo
3 de março de 2016 10:56 amSó em um país dominado pela Globo isto pode acontecer
Amarildo
3 de março de 2016 10:58 amSó em um país dominado pela Globo isto pode acontecer
Praxedes
3 de março de 2016 11:19 amE o Bonner ainda tem que falar do escândalo de Paraty. Ufa!
Almeida
3 de março de 2016 12:02 pmEntrevista especial com Tarso Genro
“O dinheiro, a ação do dinheiro, está enterrando o Estado e a política”.
“Não sei se tem solução esta crise, mas sei que, se tiver, é com mais democracia, mais política, mais abertura à participação da sociedade nos governos, especialmente daqueles cidadãos que estão na base da sociedade”, afirma o ex-governador do Rio Grande do Sul.
Desde que deixou o governo do Rio Grande do Sul, o advogado e político petista Tarso Genro não poupa seu partido de críticas no que diz respeito às escolhas levadas a cabo pelo governo federal. Ao analisar o cenário conjuntural, ele engrossa o coro de quem considera que o modelo político hegemônico do PT se esgotou, e faz uma autocrítica: “O PT estava e está no fim de um ciclo, exatamente porque não nos preparamos para a continuidade das mudanças que teríamos de fazer na sociedade brasileira, através de uma reforma política, da democratização dos meios de comunicação, da reforma tributária e da reestruturação da nossa política de alianças, que já é, hoje, uma aliança conservadora”, avalia, em entrevista concedida por e-mail à IHU On-Line.
Ao analisar o contexto latino-americano a partir do Brasil, Tarso observa o mesmo esgotamento do modelo político desencadeado a partir do ano 2000.
“Creio que na América Latina estamos no fim de um ciclo de desenvolvimentismo tardio, de caráter conciliatório com o capital financeiro, que não alterou as relações de força entre as classes sociais, nem reformou as instituições do Estado, para torná-las mais permeáveis aos cidadãos comuns, para aprofundar a democracia e legitimar as decisões de Governo, de uma maneira nova”, descreve.
Confira a entrevista.
IHU On-Line – Como compreender a crise da representatividade no Brasil e na América Latina?
Tarso Genro – A crise da democracia representativa é mundial. Trata-se de um período de conflito entre as Constituições escritas, dentro dos parâmetros da democracia social, com sua força normativa de um lado e, de outro, a força normativa do capital financeiro globalizado, que transforma as suas necessidades de reprodução de poder e riqueza, por meio do dinheiro, em “virtude” reformista. São os “ajustes”, que precisam castrar os direitos sociais da cidadania, duramente conquistados nas lutas do século passado, para impor uma nova ordem jurídica e social, paralela à constituição. Para que possam obter isso, a representação política atrapalha, é irrelevante, e o ritual democrático, composto predominantemente por políticos profissionais, é muito demorado.
IHU On-Line – Como o senhor analisa o recente histórico de governos que se denominam de esquerda na América Latina? Em que medida é possível falar em fim de ciclo? Por que está se esgotando?
Tarso Genro – Creio que na América Latina estamos no fim de um ciclo de desenvolvimentismo tardio, de caráter conciliatório com o capital financeiro, que não alterou as relações de força entre as classes sociais, nem reformou as instituições do Estado, para torná-las mais permeáveis aos cidadãos comuns, para aprofundar a democracia e legitimar as decisões de Governo, de uma maneira nova. Quanto à globalização, não saímos de uma relação de dependência subordinada para uma relação de cooperação interdependente, que é o mínimo exigível a um projeto de nação. Isso, agora, está cobrando seu preço: o instrumento de pressão e domínio, que vem de fora do Estado e do país, é a dívida. Entendo que em muitos países da América Latina – Brasil, Bolívia, Uruguai, por exemplo – tivemos alguns avanços sociais importantes e, sobretudo, um avanço na democracia política. Isso, agora, é o que está se esgotando.
“Creio que na América Latina estamos no fim de um ciclo de desenvolvimentismo tardio”
IHU On-Line – Em 2015, o senhor avaliou que o PT, da forma como estava posto, chegou ao fim de um ciclo. O que levou o senhor a esta conclusão? E agora em 2016, em meio a discussões pelo impeachment, Lava Jato e denúncias em torno de Lula, qual é o cenário?
Tarso Genro – O PT estava e está no fim de um ciclo, exatamente porque não nos preparamos para a continuidade das mudanças que teríamos de fazer na sociedade brasileira, através de uma reforma política, da democratização dos meios de comunicação, da reforma tributária e da reestruturação da nossa política de alianças, que já é, hoje, uma aliança conservadora. Isso deveria e poderia ter sido mudado, se o PT intercedesse – desde a metade do segundo Governo Lula – para que fôssemos formando um sistema de alianças, mais programático, menos “tradicional”, no sentido negativo da expressão, e menos pragmático.
Estas denúncias contra o PT compõem um cenário de luta política e são manipuladas e seletivamente feitas pela mídia para atingir principalmente o PT, “depurar a política dos políticos”, diminuir a importância da ação dos partidos na democracia, para dar lugar ao poder de uma tecnocracia neoliberal, para implementar as “reformas”.
Isso não quer dizer que a luta contra a corrupção não deva ser feita com dureza, dentro da lei, nem que todas as pessoas apontadas sejam inocentes. As ações de mídia, que estão em andamento, porém que “midiatizam” os processos penais, “julgam” de acordo com seus interesses, quem é culpado e quem não é – estas denúncias – destinam-se, muito menos a combater a corrupção, e, muito mais, a destruir o espaço da política e a importância que os partidos devem ter, em qualquer democracia minimamente séria.
IHU On-Line – Qual a origem desse “estado de crise”? Que alternativas são viáveis? O que está em jogo é um projeto político-econômico ou um projeto civilizacional?
Tarso Genro – A origem do “estado de crise” é o novo padrão de acumulação capitalista a ser imposto pelo domínio do capital financeiro em todo o mundo. Está em jogo, já, um projeto civilizatório, que vem do iluminismo democrático e das revoluções que lhe sucederam, que também às vezes substituíram uma barbárie por outra.
Não sei se tem solução esta crise, mas sei que, se tiver, é com mais democracia, mais política, mais abertura à participação da sociedade nos governos, especialmente daqueles cidadãos que estão na base da sociedade, nas fábricas, nas academias, nas atividades comunitárias, nos seus locais de moradia, na pesquisa e na produção da inteligência.
Com menos democracia e com o “rapto” que o capital financeiro está fazendo das funções públicas do Estado – através do controle que ele detém sobre a dívida pública -, teremos mais violência, mais anomia e fragmentação social.
A estabilidade democrática, a participação popular, a distribuição de renda não interessam ao capitalismo turbinado do capital financeiro. O que interessa é a sublimação histérica do presente, o consumismo desenfreado, a obsolescência programada.
IHU On-Line – Frente a um cenário cíclico de “crises”, como entender estratégias como a troca de nomes no Ministério da Fazenda? De que forma a crise da representatividade pode ser relacionada às crises do sistema financeiro mundial?
Tarso Genro – Trocas de nomes em Ministérios podem ser soluções políticas de curto prazo, mas não resolvem crises estruturais. E estamos vivendo uma crise estrutural na economia, cujas respostas não pedem respostas tradicionais. Eu me explico: mudanças de Ministérios ou alterações secundárias na política econômica não redesenham um projeto de nação, que é o que precisamos para sobreviver com justiça e dignidade dentro da nova ordem mundial.
De uma parte, porque a representação política – no sistema político atual – só reproduz os vícios, não as virtudes do mundo da política, enquanto tivermos o império da “dinheirização” da política; de outra parte, porque a dívida, e, portanto, a dependência do país em relação ao capital financeiro global, com estas políticas econômicas, só tende a crescer.
“A origem do ‘estado de crise’ é o novo padrão de acumulação capitalista a ser imposto pelo domínio do capital financeiro”
IHU On-Line – De que forma o “fascismo financeiro” vem incidindo sobre liberdades políticas democráticas do sistema de direitos individuais e coletivos?
Tarso Genro – Enquanto a dívida legítima e real não for separada da dívida fictícia e manipulada, o país continuará sangrando. É o que o Boaventura chama de “fascismo” financeiro, naquele sentido que Mussolini explicitou a Marcha sobre Roma, quando ele disse que a “ação enterrou a filosofia”. Bem, aqui, o dinheiro, a ação do dinheiro, está enterrando o Estado e a política.
IHU On-Line – Diante deste cenário, que alternativas emergem?
Tarso Genro – É necessário que a esquerda e os setores democráticos e progressistas, que defendem um Estado Social de Direito, se unam para organizar um novo programa unitário, e que passemos a formar uma nova Frente Política, autêntica e acordada em pontos fundamentais para um projeto de nação, cuja primeira tarefa seria convocar uma Constituinte, para repactuar o país, pelo menos em três grandes pontos: um novo sistema político que reduzisse enormemente o poder do dinheiro sobre os partidos e sobre as eleições; uma reforma tributária que integrasse a Federação e tivesse a progressividade como norte; uma reforma para democratizar as comunicações e permitir a livre circulação da opinião.
As eleições em 2016 podem, em alguns lugares, começar a testar esta nova unidade.
Entrevista João Vitor Santos | Edição Ricardo Machado
Fonte: http://www.ihu.unisinos.br/entrevistas/552094-qo-dinheiro-a-acao-do-dinheiro-esta-enterrando-o-estado-e-a-politicaq-entrevista-especial-com-tarso-genro
NICKNAME
3 de março de 2016 3:43 pmporém, “palavras são palavras, nada mais do que palavras”
(entre aspas, frase de personagem de político, por Chico Anysio). Apesar de concordar com as palavras, observo que: o ilustre ex-Ministro da Justiça participou do Governo e, na trajetória da história do PT, não o vi defender essas reformas ( talvez entre 4 paredes, o que pra mim não vale nada, naquelas mesmices de longas “teses” pra Congresso do partido em que os mesmos falam pros mesmos as mesmas coisas, numa linguagem que parece cifrada pra somente os mesmo, novamente, entenderem e se entenderem ). Nunca o vi na mídia (grande ou alternativa) se manifestando contra o caciquismo, contra expulsões, contra boicotes, contra rasteiras pra afastar possíveis presidenciáveis. Pra mim, ele é vaselina.
NICKNAME
3 de março de 2016 4:37 pmVer postagens que nickname colocou em
https://jornalggn.com.br/noticia/a-armadilha-da-arrogancia-desinformada-do-neojornalismo#comment-857049
– nickname
NICKNAME
4 de março de 2016 1:24 amAlmeida,as palavras negritadas são suas ou da reportagem origin
ou da original?
Reginaldo RJ
3 de março de 2016 3:06 pma sanha lava-jatista acaba de
a sanha lava-jatista acaba de acabar com a república após a delação do senador tucano (pseudo petista)
emanuelcancella
3 de março de 2016 9:10 pmLava Jato
A Polícia Federal tem que prender quem vaza e quem divulga delação premiada
A lei sempre foi rígida nos casos de vazamentos de processos que correm em sigilo! Tanto que o delegado Protógenes de Queiroz, chefe da Operação Satiagraha, da Policia Federal foi condenado e expulso da PF. Sabe qual foi o crime que ele cometeu? Pois é, vazou para imprensa o conteúdo do processo da operação que ele chefiava.
E sabe quem era o principal réu nesse processo? O banqueiro que o delegado denominou de “banqueiro ladrão”. O vazamento da Satiagraha não era mencionando a atual ou o ex- presidente da República. Era só de um banqueiro condenado a dez anos de prisão. E Prótegenes foi condenado e expulso da PF! E a operação Lava Jato vaza, a toda hora, e a ampla maioria dos vazamentos é contra Lula, Dilma e o PT! E o juiz Sérgio Moro, chefe da operação autora dos sucessivos vazamentos seletivos, ainda é premiado pela Globo e pelo governo americano, enquanto o delegado Protógenes de Queiroz é condenado pela Justiça e expulso da Federal!
E no caso das delações, fica valendo a palavra do delator preso, como verdade absoluta. Mas não dizem para a sociedade que, para a delação ter validade, além do trânsito em julgado, são necessárias provas que validem o que ele delatou!
A Justiça e a Polícia federal, que condenaram e expulsaram o delegado Protógenes de Queiroz por vazamento, precisam ser duras também com todos os vazamentos que visam, ao arrepio da lei, a manchar a reputação de quem quer que seja, do cidadão comum ao presidente da República.
Cadeia para os vazadores e divulgadores de delação premiada!
Rio de Janeiro, 03 de março de 2016
Autor: Emanuel Cancella, – OAB/RJ 75 300
End: Praia do Flamengo nº 100, apto. 905, CEP 22210-030;
Emanuel Cancella é coordenador do Sindicato dos Petroleiros do Estado do Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ) e da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP).
OBS.: Artigo enviado para possível publicação para o Globo, JB, o Dia, Folha, Estadão, Veja, Época entre outros órgãos de comunicação.